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5/23/2019

Assinem PETIÇÃO DA PETA contra tortura sangrenta dos touros na Espanha

Gente de Deus!!!!! o mínimo que podemos fazer é assinar as petições de companheiros que vivem em países que praticam tamanha crueldade. ASSINAR PETIÇÃO
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Pedro Sánchez, o primeiro-ministro da Espanha, tem a oportunidade de fazer uma enorme diferença para os animais ao proibir

3/16/2019

PROTESTE: 30 executivos do Banco Santander participam de aulas de touradas

Precisamos da sua ajuda para que os clientes e futuros clientes desta entidade conheçam o relacionamento próximo de seus gerentes com as touradas.

3/07/2019

REVOLTANTE: Tortura de um touro numa arena da Espanha

Três motivos maiores fizeram me jogar de cabeça na causa de defesa animal: experimentação animal, caça e touradas. Quando penso que já vi de tudo, deparo com uma cena que nos faz dar nó no estomago. Publico para que todos participem da luta pelo fim das touradas no mundo. 
IMAGENS MUITO FORTES. NÃO VEJA SE NÃO TIVER PREPARO EMOCIONAL

9/21/2018

Touro morre em largada na Moita. "Crueldade", criticam defensores dos animais - PT

Juro que me dá um engasgo tão grande que me desespera...... E o tal Bolsonaro diz que touradas são excelentes para o turismo.... Ai, meu Deus!!!!! eu me mato em plena arena!!!!!!!! Ou melhor, saio dando tiro!!!!! São eventos macabros de uma crueldade inaceitável..... Parecem demônios!!!!! Sou a favor de explodir estas melecas..... Pior é saber que é em homenagem a Nossa Senhora da Boa Viagem!!!!! A igreja não faz nada porque é sustentada por estes malditos.... Será que este Papa Francisco não poderia dar uma força nisto?
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Animal teria batido num obstáculo de madeira e partido a espinha. Morte ocorreu numa largada de touros no sábado. Plataforma Basta e PAN criticam o evento tauromáquico.

5/28/2018

MANIFESTAÇÃO: Milhares de manifestantes pedem o fim das touradas

Tinha que o povo todo sair nas ruas..... Nossos companheiros da Espanha (e outros países que promovem esta crueldade inominável) lutam muito na tentativa de eliminar estes malditos eventos....
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Milhares de espanhóis e estrangeiros manifestaram-se este domingo no centro de Madrid, em Espanha, para reivindicar a abolição da tauromaquia em todas as suas formas, uma iniciativa que contou com a participação de 500 ativistas.

A manifestação começou na Puerta del Sol com uma performance em que ativistas partiram bandarilhas criando uma grande nuvem vermelha para simbolizar o sangue de mais de 20 mil touros, vacas, novilhas, touros e bezerros que morrem a cada ano nas touradas em Espanha. Os participantes começaram a marcha com uma faixa onde se lia “Tourada é violência” e slogans como “abolição da Tourada” ou ” vergonha nacional tauromaquia”.

Laura Gonzalo, porta-voz do evento, explicou em declarações à agência EFE que a iniciativa contou com 40 mil participantes e que foi apoiada por onze associações nacionais e internacionais de defesa animal. A manifestação teve como objetivo exigir a eliminação das touradas das listas de património e de interesse cultural, o fim dos apoios públicos e ainda da participação de crianças.

Victoria Lacalle, colaborador Gladiator para a Paz e um psicólogo especialista em violência, disse à Agência Efe que “a tauromaquia representa o calcanhar de Aquiles do abuso de animais e terminá-lo eliminaria outras formas de violência contra humanos e outros animais”.

Fonte: Observador

12/17/2017

“Ainda há crianças que não sabem que os animais podem sentir dor”

A entrevista foi feita com um veterinário lá em Portugal e achei muito apropriada.... bem interessante....
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Continuamos a maltratar, a desrespeitar e a taxar duramente a saúde dos nossos animais, quando na verdade eles só nos dão amor em troca, avisa Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro, no Porto.


No Dia Internacional dos Direitos dos Animais, ainda há muito caminho a percorrer. Mas tudo indica estarmos no caminho certo.

Houve uma série de alterações significativas em 2017, nomeadamente o facto de os animais terem deixado de ser considerados coisas. Estamos no bom caminho?

Sim, mas importa lembrar que isto que se conseguiu em 2017 é fruto de um trabalho de sensibilização de décadas, do qual resultou que a sociedade fosse exigindo aos políticos que tomassem medidas para estabelecer que os animais também têm direitos e sentimentos, experimentam dor. Não são propriedade nossa. Merecem ser tratados com dignidade e afeto. E nós temos de respeitá-los na justa medida, por isso acho que estamos no caminho certo.


Ao nível do que de melhor se faz lá fora?
Tirando alguns fatores culturais que nos fazem ser diferentes de outros países e até ter outras formas de nos relacionarmos com os animais, no cômputo geral parece-me que também estamos na vanguarda, sabe? Não podemos dizer que só lá fora é que se faz tudo bem, porque não é verdade. Estamos a aproximar-nos. Nos últimos anos demos saltos qualitativos que nos colocam ao mesmo nível numa série de temáticas. Eu diria que estamos no caminho certo em relação ao que se faz pela Europa fora. Agora importa é estarmos sensíveis para que estas leis amadureçam e tenham aplicabilidade.

Por fatores culturais refere-se às touradas?
Refiro, se bem que mesmo elas já não encontram grandes aficionados junto das camadas mais jovens, pelo que irão acabar por desaparecer de forma natural. Inclusive, muitas das pessoas que defendiam as touradas gostam de animais. Vinham era com uma série de ideias feitas, incutidas durante anos pela sociedade e a cultura, que as levava a achar que aquilo não era fazer mal aos animais. Mas a situação está a evoluir positivamente: há cada vez menos aficionados, menos interesse. A médio prazo, de forma gradual, acredito que as touradas têm os dias contados.

E em que ponto fica a morte de animais para alimentação? Também é uma forma de exploração a ser combatida, como as outras?
Isso preocupa-me muito, confesso. Da mesma forma que houve várias situações que melhoraram e ganharam uma visibilidade que as beneficia junto da opinião pública, no caso dos animais de produção julgo estar a haver um retrocesso que faz com que possam estar a viver pior agora do que há umas décadas. E não só em Portugal. A questão coloca-se em todo o mundo civilizado. Sem cair em fundamentalismos, era importante ir incutindo a ideia de que estes animais também merecem melhores condições.

Devíamos fazer muito mais pelos animais de produção. Sentem a dor como os outros.

Enquanto consumidores, queremos é comprar um frango muito barato…
Ou uns bifes de porco a baixo custo, nem mais! Comemos demasiada proteína animal e não pensamos que o facto de nos chegar a esse preço implica que nasçam num sítio confinado, sejam tratados para terem um crescimento rápido e mal vejam a luz do dia antes de entrarem no circuito da comercialização e nos caírem no prato. Devíamos fazer muito mais por estes animais. Sentem a dor como os outros. Além de que se essa carne de consumo fosse criada em ambientes naturais, seria mais saudável também para nós. Mais: animais em pastoreio asseguram a manutenção e limpeza dos espaços florestais e agrícolas, reduzindo largamente o risco de incêndios.


Como se consegue que todos percebam que eles têm direitos como nós, a serem respeitados como os nossos, quando ainda há quem atente contra o direito de outros seres humanos à vida, à liberdade, à integridade corporal?
Haver uma lei que criminaliza os maus-tratos faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de maltratar, por aí já é bom. Depois cabe-nos educar a sociedade começando por sensibilizar as camadas jovens, porque fazendo-lhes chegar a mensagem são elas que à noite, ao jantar, vão transmiti-la à família e aos adultos de uma forma que nós não conseguiríamos. Temos um programa de ação junto das escolas, na zona do Grande Porto, em que estamos disponíveis para ir a qualquer uma explicar a necessidade de se tratar bem os animais. Por incrível que pareça, ainda há crianças que não sabem que um cão pode sentir dor, então atiram-no do primeiro andar para ver o que acontece.

Cuidamos melhor daquilo que conhecemos?
Em regra sim, razão por que apostamos muito na formação escolar. A 24 e 25 de fevereiro de 2018 teremos ainda o XIV Congresso Hospital Veterinário Montenegro, no Europarque, em Santa Maria da Feira, com uma novidade: uma sala de formação, destinada essencialmente a bombeiros e socorristas, gratuita para quem tem carteira de bombeiro, que visa responder às muitas corporações que nos pedem ajuda para saber como devem recolher os animais em segurança quando são chamadas. Este ano houve os incêndios, mas todos os dias são atropelados animais que não podem ficar a sofrer na via pública, abandonados. E para isso é preciso dar formação, porque falar é fácil. Depois é preciso fazer.

Que mudanças estão também por fazer ao nível dos apoios à saúde animal por parte do Estado?
Este governo já propôs, e bem, uma medida que pode ser um sinal de que as coisas estão a mudar, que é as pessoas poderem deduzir no IRS 15 por cento do IVA gasto com a saúde dos seus animais. Claro que isto é apenas um rebuçado. Entrará no mesmo pacote em que pomos as faturas do cabeleireiro ou do mecânico.


Não deixando de ser positiva, vai dar muito pouco na conta final…
A saúde tem cada vez mais que ser uma só, a exemplo do que acontece noutros países: é impossível haver humanos com saúde se as pessoas não puderem garantir que os animais a têm. E nós ainda somos dos que taxamos a saúde dos nossos animais a 23 por cento quando a medicina humana não está sujeita a IVA. É algo que devia ser pensado muito a sério, tanto mais que se trata de saúde. De saúde pública.

As coisas estão a evoluir favoravelmente de forma muito acelerada.

O que se responde a alguém que diz que não quer saber dos direitos dos animais quando há tantas crianças a morrer de fome em África? É que há quem o diga, de facto.
A única resposta possível é que uma coisa não tira lugar à outra, nem ninguém está a tentar inverter a ordem de prioridades. Queremos, sim, que a sociedade deixe de praticar atos gratuitos de malvadez contra os nossos animais, sobretudo se os maltrata porque, até há uns tempos, era quase cultural atirar-se uma pedra a um gato ou dar pontapés a um cão. Ninguém aqui defende que toda a gente deva ter um animal, muito menos quem não os quer: essa é uma opção individual. Na dúvida, não sabendo se a família está preparada, é melhor não ter. Outra coisa bem diferente é fazer-lhes mal, e ainda por cima fazer-lhes mal sem motivo.

Mais de cinco mil queixas por maus-tratos a animais em 2016 são números vergonhosos. O que é que isto diz de nós enquanto sociedade? Enquanto seres humanos?
É terrível, porém tais números também significam que já há uma parte significativa da sociedade mais amadurecida nesta temática, que está atenta e denuncia. Vindo eu de um meio rural, ainda me lembro de que há duas décadas as pessoas consideravam um desperdício gastar dinheiro com a saúde dos seus animais, e agora não é assim. Mesmo aquelas famílias que não têm animais, se virem um cão fechado numa varanda, à fome, maltratado, denunciam. Existe uma crítica social positiva sobre a questão dos maus-tratos e a premência de se proteger os animais. As coisas estão a evoluir favoravelmente de forma muito acelerada.

O problema dos defensores dos animais é serem muito extremistas. Perdem a razão por isso.

Ser veterinário é mais do que tratar cães e gatos, passa muito por saber tratar também os donos. O que tem vindo a mudar no modo como encaramos os animais em Portugal nos últimos anos?
São família. Para nós, humanos, que integramos o animal da nossa família e o amamos, o mais difícil é justamente assimilar que o tempo de vida do animal é tão curto em relação ao nosso. Os avanços na medicina veterinária aumentaram-lhes a esperança média de vida para cerca de 15 anos, mas um dia vamos ter se saber parar. Um dia vai ser o fim. E custa-nos muito a perceber que, apesar de lhes termos dado tudo, de termos posto todos os recursos ao serviço deles, o normal vai ser nós termos várias gerações de animais ao longo da nossa vida.

O artigo 4º da Declaração Universal dos Direitos do Animal proclamada pela UNESCO afirma que «toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito». Onde ficam os jardins zoológicos no meio disto?
Acho que temos de ser ponderados. Andar por aí a querer fechar os zoos seria fundamentalista, e o problema dos defensores dos animais é serem muito extremistas. Perdem a razão por isso. Se não fossem os zoos, muitos de nós não fariam ideia do que é um animal selvagem. Muitas espécies estariam extintas. Além de que, hoje em dia, os jardins zoológicos estão a mudar de formato e já não têm todas as espécies, apenas as que se adequam melhor ao clima de cada país. Eu seria moderado: ajudaria a que os zoos pudessem ter mais espaço e condições para os animais se sentirem adaptados. Na Alemanha, se calhar, é descabido ter animais de climas africanos, tal como em Lisboa não farão sentido ursos-polares. Há que agir com cautela ou corremos o risco de não os ajudarmos de todo.


O que é que os animais nos ensinam?
Ensinam-nos todos aqueles princípios essenciais que a sociedade capitalista em que vivemos, sempre a acenar-nos com a cenoura do dinheiro, nos tirou. Ensinam-nos a partilha, a lealdade, a convivência em harmonia. Ensinam-nos a respeitar sentimentos, o amor incondicional. No fundo, devolvem-nos aos princípios mais básicos que nos trazem felicidade e nos fazem ser, de novo, pessoas completas. Tornamo-nos gente melhor graças a eles.

FONTE: noticiasmagazine

7/16/2019

O último dia de Soplón - Espanha

Gente do Céu, como alguém pode achar divertido ver um animal deste quebrar seu chifre e morrer se contorcendo? só pode ser psicopata..... Eu queria acordar um dia e ouvir: as touradas acabaram no mundo!!!!! 
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Soplón é o nome de um touro que correu o confinamento de San Fermín e terminou seus dias na

3/22/2019

Manifestantes antitaurinos protestam em Santarém contra apoio municipal

Várias dezenas de pessoas gritaram hoje palavras de ordem em frente à praça de touros de Santarém contra a realização de uma corrida que se insere nas festas da cidade, contestando igualmente o financiamento atribuído pelo município.

Com faixas vermelhas com as inscrições a negro "Espetáculo cruel, macabro, sádico", "Medo,

11/24/2018

Chegada e desembarque de touros puros comprados para touradas

Em grandes fazendas na Espanha, Portugal e França, existem criadores de touros destinados às touradas. A internet está cheia de vídeos sobre estes locais. Daí o patrocinador do evento (tourada) vai lá na chamada Ganaderia e compra os bois que serão torturados e mortos...... Pois bem, vejam como os bois são tratados até chegarem na arena....

4/12/2018

Centenas de pessoas marcham em Lisboa pelos “direitos de todos os animais”

Centenas que espero ser milhares de pessoas nesta luta covarde de crueldade contra os animais..... Vamos esperar uma luz divina para mudar o rumo do pensamento humano e enquanto isto, trabalhemos para a conscientização....
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As duas centenas de manifestantes que se manifestaram em Lisboa neste sábado querem acabar com a distinção entre os animais de que gostamos e os animais que comemos e exigem que se respeitem os “direitos de todos”.

Dezenas de associações, grupos, plataformas e alguns partidos políticos desfilaram entre o Campo Pequeno, “catedral máxima da tortura institucionalizada” (nas palavras de Rita Silva, da Animal), e a Assembleia da República, entoando palavras de ordem, sob a batuta de alguns ativistas de megafone em punho.

Pessoas e alguns cães fizeram parar o trânsito, sob o controle da polícia, para “mostrar ao resto da população que a proteção dos animais não é, de todo, um assunto menor, pelo contrário, cada vez há mais gente preocupada, cada vez mais gente sai das redes sociais e vem para a rua”, diz Rita Silva.

Desde 1999 que a marcha Animal se cumpre todos os anos, “em defesa dos direitos de todos os animais, cães, gatos, touros, porcos vacas, todos”, frisa a ativista, enquanto vários manifestantes passam com cartazes perguntando “amas uns e comes outros?”.

Apesar dos passos legislativos — sendo o mais recente o que permitirá, a partir de maio, que os animais de companhia possam acompanhar os donos a estabelecimentos comerciais devidamente sinalizados –, o que é motivo para “celebrar”, é preciso continuar a “protestar”, realça o deputado André Silva, do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), que desfilou na marcha.

“Os animais de produção, de pecuária, continuam sem qualquer tipo de proteção jurídica”, compara, acrescentando que é necessário “reivindicar mais proteção e mais direitos para os animais que não os de companhia”.

Apesar de existir “uma vontade da parte dos portugueses de conferir mais direitos aos animais”, a Assembleia da República, “na sua maioria, [está] de costas voltadas para o sentimento geral”, critica o único deputado eleito pelo PAN.

São passos “tardios”, considera Rita Silva, referindo-se à permissão de levar os animais para certos estabelecimentos comerciais. “Mas são passos importantes. São duas coisas paralelas, à medida que vamos consciencializando a população, também o legislador vai fazendo o seu trabalho. Claro que não chega”, reconhece.

“Há muito para fazer no bem-estar e na defesa dos direitos dos animais”, afirma Ricardo Robles, vereador na autarquia lisboeta, eleito pelo BE, também presente no protesto. “Os municípios têm muitas responsabilidades, no âmbito da esterilização, por exemplo, evitando os abates, mas também não apoiando nem financiando os espetáculos que implicam sofrimento animal, como as touradas, que ainda temos algumas pelo país, em Lisboa também, ou nos espetáculos com animais em circos”, especifica.

“Touros para a arena, nem mais um” foi um dos lemas que se ouviu na marcha, logo à saída do Campo Pequeno, onde decorre a temporada “torista”, como se lia num cartaz. “Quase ninguém sabe que o dinheiro que ainda faz com que a tauromaquia subsista é nosso”, alerta Rita Silva, recordando a campanha “Enterrar Touradas”, pelo fim dos apoios públicos à tauromaquia.

“Tortura não é cultura” e “sofrimento não é divertimento” foram outros dos gritos de ordem e a utilização de animais em circos também foi lema de protesto. Um humano disfarçado chamava a atenção: “Estamos a atravessar uma extinção em massa maior do que a dos dinossauros e a culpa é dos humanos”.

“O pouco que já avançamos é muito pouco e é preciso dar passos rapidamente para garantir que os animais são reconhecidos na nossa sociedade e que os seus direitos estão defendidos”, frisa Ricardo Robles.

FONTE: mundolusiada

3/01/2018

Refutando: ‘Pecuária gera emprego e movimenta bilhões’

Artigo excelente!!!!!
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É verdade. Nenhum vegano pode negar: a pecuária sustenta muitas famílias e movimenta bilhões por ano. Só em 2017, esse negócio atingiu 174,4 bilhões de reais no Brasil; a pecuária de corte emprega quase 2 milhões de pessoas.

Entretanto, esses dados seriam uma prova de que tal atividade não deve acabar? Para avaliar o argumento pecuarista, precisamos recorrer à algumas estatísticas.

Para boa parte das pessoas, incluindo àquelas que comem carne, a indústria de peles (que esfola animais vivos) e as touradas são algo repulsivo. Tais atividades também são a fonte de renda de muitas famílias: as peles empregam mais de 1 milhão de pessoas e valem 40 bilhões de dólares; já as touradas movimentam 16 milhões de euros por ano.

E quando o assunto é a exploração humana? A indústria de pornografia infantil fatura 4 milhões de reais por ano no Brasil — no mundo, 5 bilhões de dólares. Já o crime organizado atinge a marca de 870 bilhões de dólares por ano, sendo que 320 referem-se ao tráfico de drogas.

Se partirmos da premissa de que uma atividade deve ser mantida pois determinada quantidade de pessoas se beneficiam financeiramente dela, então teremos de aceitar a pornografia infantil e a indústria de peles.

Mas as pessoas geralmente medem os ganhos e as perdas de certa atividade e concluem que a pornografia infantil, por exemplo, é pior para a sociedade ainda que produza renda, ou isso simplesmente não entra em discussão porque o abuso infantil é inerentemente imoral. Porém, se soubéssemos os prejuízos da pecuária, será que ainda estaríamos inclinados a apoiá-la?

Para os animais, matadouros são péssimos porque são cruéis. Para a natureza, 1 milhão de reais em receita da pecuária geram 22 milhões em prejuízo ambiental. Para o ser humano, o consumo da carne processada se associa à diversas doenças. Além disso, a crueldade contra os animais tem relação com a criminalidade: homens que abusaram de animais têm cinco vezes mais chance de serem presos por violência contra humanos.

Resta claro portanto que a exploração animal é ruim sob diversas óticas, e seu fim será benéfico para a sociedade. A vantagem é que aqueles que dependem da pecuária para sobrevivência podem migrar para o mercado vegano.

FONTE: oholocaustoanimal

2/21/2018

São Paulo teve touradas e tentativa de construção de coliseu

Gente, eu não sabia.... aqui no Rio tinha no início do século 19, também..... Caraca!!!! e os caras ainda queriam construir arena!!!!! cruzes!!!!! Vamos ficar de olho, o tal Bolsonaro disse que touradas são atrações turísticas que toda cidade deveria ter, como rodeio e vaquejada..... Socorro!!!! Tem protetor que é cego!!!!!
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No século 19, a cidade de São Paulo era palco de eventos como a famosa – e polêmica – tourada, também conhecida como tauromaquia. A primeira tourada aconteceu em 1932, na Praça da República, à época conhecida como Largo dos Curros (local em que ficavam os animais antes dos espetáculos).

Mesmo com o sucesso do evento, o então prefeito Antônio da Silva Prado aprovou a Lei 956/1906, que proibiu os circos de touro. A proposta partiu do vereador e vice-presidente da Casa, Manoel Correa Dias.

Seis anos após impedir esse evento, o empresário Manoel Antonio Dias apresentou à Câmara Municipal de São Paulo um pedido para que o parágrafo da Lei, que havia proibido a tourada, fosse revogado.

Além disso, o empresário pedia autorização para a construção de um Coliseu na Vila Mariana, bairro da zona sul da capital paulista. De acordo com a planta, a arena seria construída em concreto e madeira, com capacidade para receber até 5 mil pessoas.

Como justificativa, o empresário alegou que os “espetáculos” seriam mais civilizados, sem machucar os touros.

FONTE: camara.sp.gov

12/26/2017

Circo Chen diz que debate sobre fim de espectáculos com animais é uma "palhaçada"

Este idiota é lá de Portugal, mas, é bom todos avaliarem o grau de evolução de países da Europa, supostamente, evoluídos.... nojento!!!!
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"No Zoomarine, no Jardim Zoológico e nas touradas ninguém toca", afirma o dono da companhia de circense. Miguel Chen garante todos os animais que o circo tinha, excepto sete tigres, foram doados a parques naturais onde podem viver.
"Os tigres, não os dei, porque não havia sítio para os pôr".

O proprietário do circo Chen considerou esta terça-feira que o debate em torno do fim dos animais em circos é "uma palhaçada", afirmando que aquele espectáculo é o "elo mais fraco" em relação a outros sítios onde são mantidos animais selvagens em cativeiro.

"No Zoomarine, no Jardim Zoológico e nas touradas ninguém toca", afirmou à Lusa o patriarca da família circense, adiantando que o ónus de alojar os animais selvagens que deixem de ser usados nos circos pertence ao Estado.

Miguel Chen questionou "onde é que há dinheiro para construir os santuários" para esses animais selvagens, indicando que associações pelos direitos dos animais prometeram trabalhar para os conseguir, mas ainda nada existe.

"O circo não pode lutar contra ninguém", lamentou, afirmando que todos os animais que o circo Chen tinha, excepto sete tigres, foram doados a parques naturais onde podem viver.

"Os tigres, não os dei, porque não havia sítio para os pôr", indicou, afirmando que continua a manter os animais em instalações próprias.

Os espectáculos do Circo Chen, que tem um protocolo da câmara de Lisboa para não usar animais, passaram a ser feitos sem animais há três anos.

Miguel Chen garantiu que "o circo também é um espectáculo sem animais" mas que se "perdeu a magia para as crianças, a quem os animais encantam, e o circo não é para os pais, é para as crianças".

Confrontados com a proibição de comprarem mais animais ou de os que já têm se reproduzirem, os animais com que ficou tiveram que ser castrados. "É dispendioso mantê-los, mas fazem parte da nossa vida", declarou.

O parlamento discute na quinta-feira projectos de lei do PS, PCP, Bloco de Esquerda, verdes e PAN para acabar com os espectáculos de circo com animais em Portugal.

FONTE: publico.pt

8/03/2019

TOP: Cada dia mais pessoas acreditam que os animais importam tanto como seres humanos

O artigo está excelente..... obrigatório a leitura e dever de divulgação da nossa parte.....
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Em cada bife que mastigamos, os animalistas veem um ser que queria viver. Sua luta está entrando em choque com a indústria da carne
O animalismo já não é marginal. Depois de ser considerado quase uma piada, sua defesa dos direitos dos animais já está entrando em choque com os interesses de

7/31/2019

Curso para toureiros faz adolescentes matarem 24 novilhos diante de crianças

Isto é um atentado contra um mundo dito civilizado!!!! Já fizemos várias postagens a respeito deste assunto aqui em nosso blog e repetimos sempre o quanto estas pessoas são psicopatas.... Esta gente mata bebês de bovinos e cria monstros humanos.... Podridão!!!!
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Um curso para a formação de toureiros está causando revolta após adolescentes

5/15/2019

Toureiro limpa lágrimas de animal antes de o matar na arena

A matéria é de um jornal de Portugal  (que também tem touradas) e daí eu pergunto como alguém pode assistir um ato de tamanha crueldade? pior ainda assistir um psicopata enxugando a lágrima do pobre touro..... Deus meu, leva estes demônios para onde nunca deveriam ter saído...... Gente, onde anda o Criador que não acaba com isto? é muita incoerência....

5/08/2019

Zoológico de Barcelona adere ao animalismo após 127 anos de história

Funcionários param contra norma que proíbe reprodução dos animais se não for para repor espécies ameaçadas

As elefantas, leões, camelos, girafas e ursos do zoológico de Barcelona em breve serão história, depois que a Câmara Municipal da capital catalã aprovou nesta sexta-feira uma regra de proteção de animais para transformar essa instalação no

3/20/2019

Cada dia mais pessoas acreditam que os animais importam tanto como seres humanos

O artigo é excepcional e obrigatório para todos que lutam na defesa animal. Precisamos nos preparar para defender com categoria a vida dos animais....
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Em cada bife que mastigamos, os animalistas veem um ser que queria viver. Sua luta está entrando em choque com a indústria da carne.

3/19/2019

Como a extrema direita manipula o debate sobre os direitos dos animais

Uma explanação perfeita.....
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“Ao falar em animais de estimação, vocês podem ter certeza que em nosso governo teremos uma secretaria específica para tratar dos direitos dos animais. Os animais merecem respeito!” Assim Jair Bolsonaro enunciava, durante a campanha eleitoral, sua promessa de construir uma Secretaria de Proteção de Direitos Animais específica para animais domésticos.

Durante períodos eleitorais, temos observado exemplos similares em candidatos ultradireitistas ao redor do mundo, como a candidata da Frente Nacional Francesa, Marine Le Pen.

3/18/2019

Sobre os direitos dos animais e a hipocrisia humana

Vale a pena a leitura.....
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Por Gabriel Bayarri e Michael Dello-Iacovo
Incomodada pela crescente popularidade da solidariedade entre espécies, parte da extrema-direita diz aderir à causa. Mas é possível fazê-lo defendendo os rodeios, a caça, os safáris e a devastação das florestas?

Ao falar em animais de estimação, vocês

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