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2/09/2018

Funcionários do porto apoiam o embarque de animais - Manifestação no Rio de Janeiro

É lamentável e precisamos de estratégias boas para encarar esta luta..... Vejo algumas se desenhando na militância que acredito vão se tornar boas trilhas até o objetivo final..... 
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O porto de São Sebastião, bastante próximo do Porto de Santos, já tem 3 navios se preparando para realizar a carga de bois vivos com destino ao Oriente Médio.
São eles:
1. Ocean Shearer (veja aqui), tem capacidade para 8.000 animais e está fundeado próximo ao Porto de Santos, mas consta na lista de embarques do Porto de São Sebastião.
2. Girolando Express (veja aqui), tem capacidade para 4.800 animais e já se encontra atracado ao Porto de São Sebastião.
3. TBN (não encontrado no Marine Traffic), tem capacidade para 6.500 animais e tem previsão de chegada em 14/02/2018.
As informações podem ser confirmadas na página oficial do Porto de São Sebastião (confira aqui).

Na quarta-feira (7), um pequeno grupo de funcionários do Porto de São Sebastião fizeram um protesto segurando faixas em apoio à exportação de animais vivos. “Transporte de cargas vivas no Porto de São Sebastião é trabalho e renda para a população sebastianense” e “Agronegócio e Porto de São Sebastião: unidos pelo Brasil” eram algumas das frases expostas nas faixas.

A população de São Sebastião, porém, não está nada satisfeita com esse tipo de embarque, segundo alguns moradores. Em Santos, a população reclamou muito do cheiro de fezes e urina deixado pelas centenas de carretas que levaram os animais até o porto. Tanto que a prefeitura multou a empresa Minerva Foods, responsável pela carga, por crime ambiental.

Fonte: Vista-se
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Outras Matérias:
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Fotos e vídeos da Manifestação aqui no Rio de Janeiro
(Lucia Xavier - Patrícia Silva - quase 150 participantes)










2/08/2018

Agronegócio teme novos entraves jurídicos à exportação de animais vivos

É bom estes nojentos temerem sim.... a batata deles está assando.... bandidos criminosos covardes e corruptos.....
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São Paulo, 07 – Representantes do agronegócio temem novos entraves jurídicos à exportação de gado vivo pelo Brasil, após o imbróglio iniciado na semana passada no Porto de Santos (SP), com o embarque de 25 mil bovinos da Minerva Foods à Turquia.

A “briga” jurídica começou quando a exportação desses animais foi barrada na noite de sexta-feira (2) pelo juiz federal Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara Federal da Seção Judiciária de São Paulo, acatando pedido de liminar da ONG Fórum Nacional de Proteção Animal. Na decisão, o juiz havia proibido não só este embarque, como a exportação de animais vivos para abate a partir de qualquer porto do País. A viagem dos bovinos, porém, acabou sendo autorizada no domingo, pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), acatando pedido da Advocacia-Geral da União. Na noite de segunda-feira, o mesmo TRF-3 liberou o embarque de bovinos vivos em todo o País.

No entanto, no entendimento do setor, os eventos recentes abriram brechas para que mais pedidos para barrar outros embarques sejam aceitos pela Justiça. A atividade é regulamentada pelo Ministério da Agricultura. Para se precaver de novos bloqueios, entidades do agronegócio vêm se reunindo nos últimos dias, programando ações e discutindo possíveis mudanças. Representantes do setor propõem ações jurídicas, uma campanha de comunicação voltada ao público externo e possíveis mudanças nas operações de embarque. “Queremos sanar dúvidas para termos um modelo seguro para a pecuária nacional, que não passe mais por acontecimentos desse tipo”, afirmou o assessor jurídico Octávio Pereira Lima, da Associação Brasileira dos Exportadores de Animais Vivos (Abreav).

Lima participou nesta tarde de quarta-feira, 7, de reunião na sede da Federação da Agricultura de São Paulo (Faesp), em São Paulo, para tratar do assunto. Ele acrescentou que o setor está preparado “para corrigir algumas coisas”. Um exemplo é o uso de caminhões-pipa para higienizar as vias nas cidades por onde os veículos passam transportando boiadas até chegar aos portos. Segundo ele, essa medida já é adotada em alguns dos embarques pelo Porto de São Sebastião, também no litoral paulista. No caso do navio Nada, que seguiu para a Turquia a partir de Santos, a Minerva Foods chegou a ser multada pela prefeitura por poluição, “em virtude do forte cheiro gerado pela carga viva”.

“A batalha agora é jurídica, já que do ponto de vista administrativo o embarque atendeu a todos os requisitos”, disse o coordenador da Comissão de Bovinocultura de Corte da Faesp, Cyro Penna Júnior. O vice-presidente de Relações Internacionais do Conselho Nacional de Pecuária de Corte (CNPC), Sebastião Costa Guedes, reconhece que é “um equívoco” usar o Porto de Santos para esse tipo de carga. Para ele, os embarques no Estado de São Paulo deveriam ficar limitados a São Sebastião, pois Santos é um grande conglomerado “com outro tipo de tradição (no tipo de carga movimentada)”.

A proibição de se usarem caminhões de grande porte na área portuária de Santos é outro entrave, na opinião dos representantes reunidos na Faesp, já que aumenta o número de veículos usados em uma operação, intensificando o tráfego e retardando o embarque, além de aumentar a quantidade de dejetos. Só para embarcar os 25 mil bois no navio Nada, foram necessários cerca de 500 caminhões.

Na terça-feira, a Sociedade Rural Brasileira (SRB) também promoveu um encontro para debater o tema. Foi uma reunião fechada à imprensa, mas, segundo uma fonte, ficou claro que há um receio de que novas suspensões podem acontecer a cada embarque, mesmo com o episódio de Santos solucionado.

Prejuízo
Caso haja bloqueios constantes, o prejuízo pode alcançar R$ 1,5 bilhão este ano, considerando-se a expectativa de embarque ao exterior de 600 mil cabeças e os gastos que envolvem a operação. Segundo o assessor da Abreav Octavio Pereira de Lima, há atualmente 100 mil animais prontos para serem exportados nos chamados Estabelecimentos Pré-Embarque (EPE), que são espécie de confinamento onde os rebanhos ficam antes de serem encaminhados aos portos.

A exportação de bovinos e bubalinos vivos pelo Brasil cresceu 39% no ano passado em relação a 2016, puxada pela Turquia. No ano passado foram exportados 407.365 animais, ante um total de 292.554, de acordo com dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A receita foi de US$ 276 milhões em 2017, ante US$ 206 milhões no ano anterior.

Fonte: Isto é Dinheiro
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Outras matérias:




2/07/2018

Ativistas continuam na luta contra exportação de animais vivos

Os ativistas não estão dispostos a parar!!!!! Maravilha!!!!! vamos em frente sim!!!!! Jesus amado, anos sofri sem que ninguém se tocasse neste drama de exportação de animais..... Que bom que hoje todos estão falando e agindo!!!! uma graça pra mim!!!!!! não pude agir por conta de doença, mas, hoje um batalhão de gente está agindo...... Graças a Deus!!!!! e falo isto tranquila porque está tudo documentado neste blog desde 2012 quando adoeci.....

Como era esperado, caiu a liminar que proibia a exportação de animais em todo país.... Gente podre e maldita estas que estão no nosso governo. Temos que trabalhar muito para o fim destas ações. Leiam a decisão que caçou esta liminar AQUI. Vamos aguardar a decisão do mérito da ação civil pública.
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1 - NÃO DEIXEM DE VER A VERDADE QUE QUEREM NEGAR
O Executivo, o Legislativo e o Judiciário Brasileiro querem vender a ideia de que animais tem sido bem tratados no Porto de Santos. Pois então veja com seus próprios olhos. #NADA #PortoVergonha #CargaVivaNão


2 - Beatriz Silva fez uma transmissão ao vivo em 04/02/2018
Consulado da Turquia - Manifestação - SP

3 - MATÉRIAS:
Vejam o vídeo que o deputado Beto Mansur divulgou falando mentiras e se contradizendo.... canalha!!! 


4 - FOTOS



5 - VÍDEOS:
Transporte de bois por avião
(publicamos a respeito em 2015 Exportação de gado vivo por aviões - RN

Como os canalhas vendem a Exportação de Boi Vivo


Imagens fortes de bois exportados para o Egito
(O ator Márcio Garcia publicou no face dele)

Mais um vídeo sobre como os canalhas vendem a exportação de gado em pé

6 - MANIFESTAÇÃO AMANHÃ AQUI NO RIO DE JANEIRO
Dia 08/02/2018
Quinta-feira às 17:00
Daqui a 1 dia · 23–29°Muito ensolarado

Consulado da Turquia.
228 Praia de Botafogo, 22250-040 Rio de Janeiro


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7 - NOSSAS ULTIMAS POSTAGENS SOBRE O TEMA - DOSSIER DESDE 2012

TAGS:

2/06/2018

Atualização sobre o gado que partiu do Porto de Santos

Gente, a sensação de fracasso passou na cabeça de muita gente, incluindo a minha. Mas, depois de uma noite de choro, limpamos a poeira e vamos em frente. Temos muita luta, principalmente, porque ainda está velando a decisão de proibir a saída de qualquer navio com animais vivos. É provável que percamos esta decisão, mas, até lá temos que nos organizar para ajudar às ONGs que estão à frente desta demanda. Vamos ver o que se consegue.....
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MATÉRIAS QUE DEVEMOS CONSIDERAR MUITO
Ministro diz que Brasil não vai avançar na questão de bem-estar animal nesse momento
Governo derruba liminar e navio com mais de 25 mil bois deixa o Porto de Santos
Justiça Federal denuncia abusos na exportação de gado vivo com imagens inéditas
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TEXTO MUITO BOM PARA FIRMAR CONVICÇÃO
 Ativistas animalistas do Brasil precisam de ajuda internacional

Nos últimos dias, ativistas pelos Direitos Animais no Brasil vêm sofrendo ataques e ameaças por parte de pecuaristas e outros atores que se beneficiam financeiramente da indústria da carne.
Em uma conquista histórica, ONGs animalistas conseguiram impedir judicialmente o embarque de animais vivos para exportação em todos os portos do Brasil.
Contudo, após descumprir as decisões anteriores, em manobra muito mais política que jurídica, os ruralistas, encabeçados pelo Deputado Federal Beto Mansur,  o Ministro da Agricultura e Pecuária, Blairo Maggi e o Presidente Michel Temer, conseguiram, em cerca de 24 horas, que a Desembargadora Federal Diva Malerbi voltasse atrás e alterasse sua decisão, determinando a imediata partida do navio NADA, com 25 mil bezerros e garrotes a bordo.

A embarcação, de bandeira panamenha, zarpou às 0:30 de 5/2/18 rumo à Turquia, onde serão engordados e mortos segundo as tradições locais.
A suspensão nacional dos embarques, porém, continua valendo. Mas os ativistas temem que seja apenas questão de tempo até que o poderio da bancada ruralista reverta também essa situação, apesar das fartas provas do sofrimento a que são submetidos os animais nessa modalidade de transporte. Uma veterinária indicada pela Justiça inspecionou o navio e emitiu um laudo que evidencia de forma chocante o que até então era banalizado, a pretexto de atender as normas de “bem-estar animal”, criadas pelo próprio governo brasileiro, interessado em fomentar esse mercado.

Fezes, urina, mau cheiro, calor, superlotação, privação de água e alimento foram algumas das condições inaceitáveis descritas no documento. Ainda assim, não foi possível deter o lobby do agronegócio.

“NADA” estava atracado no porto de Santos desde o dia 25/1, quando começaram a ser embarcados as dezenas de milhares de animais, de “propriedade” da empresa Minerva Foods. Desde então, enquanto advogados animalistas buscavam nos tribunais o impedimento da operação, ativistas tentavam bloquear, com o próprio corpo, a passagem das carretas que traziam os animais, ocasião em que eram registradas imagens dos animais sob maus-tratos no interior dos caminhões. Por diversas vezes, os ativistas – que acampavam em frente ao porto - quase foram atropelados e eram retirados de forma truculenta pela Guarda Portuária.

Com a partida desse navio, é preciso que o mundo saiba o que ocorre com a “carne” brasileira e que o país siga impedido de embarcar novos animais, sobretudo no momento em que mais três imensos navios boiadeiros se aproximam da costa brasileira.
Além disso, é necessário destacar o impacto ambiental causado pela exportação de gado vivo, se considerarmos, por exemplo, as toneladas de dejetos e corpos despejados no oceano ao longo da viagem.
Por essa razão, aqui do Brasil, pedimos que ativistas pelos Direitos Animais no mundo façam ecoar mais esse grito de desespero dos animais. Ainda, como último ato de compaixão, que possam acompanhar o desembarque desses animais, aqueles que sobreviverem às viagens nos navios da morte a partir deste lado do planeta. (João Rodrigues filho - advogado)

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TEXTO IMPORTANTE A SER LIDO PARA MAIOR COMPREENSÃO
Escravização animal, economia política e poder mundial
[Dr. phil. Sônia T. Felipe]

Os donos do gado encarcerado no NADA devem ter feito as contas. Se desembarcassem, gastariam fortunas para retransportar quase 30 mil animais de volta para o campo de onde foram levados no dia 25 ou 26, mais a água, a comida e os custos de desova dos mortos por exaustão, além de o espaço que eles precisariam para seguir na "finalização", para serem abatidos neste território, já estar preparado para receber outros 30 mil que partirão daqui a meio ano.

Matar todos e destinar seus restos para a indústria de rações, destino usual de todos os restos da matança "humanitária", teria sido problemático, porque esta indústria deveria estar com uma demanda de quase sete mil toneladas de matéria morta para ser processada em 24 horas, ou acondicionada sob refrigeração para não ser desmontada pela cadaverina e a putrescina, gases altamente tóxicos e letais a quem os respira diretamente, liberados pela descarboxilação de proteínas animais. Por isso, cadáver fede do jeito que fede, sem distinção de raças, classes, ideologias ou espécies biológicas. Claro, uns fedem mais que os outros. E dizem que o nosso é um desses.

Devem ter calculado tudo e comparado ao custo de forçar a viagem com a maior parte da "carga" estropiada pela sede, a fome e os machucados dos tombos em piso escorregadio. Então, com a planilha excel em mãos, seguiram para o chefe do poder executivo, cujas campanhas também tiveram contribuições do agronegócio, como, aliás, as tiveram as de mais de 300 candidatos e 21 partidos nas últimas eleições, auxiliados pela JBS-"Feriboi".

Em águas oceânicas, NADA como um tritura-dor para desovar todos os cadáveres, ainda que ao destino mortal cheguem apenas uns 10 mil dos quase 30 mil que já estão sacolejando e derrapando em urina e fezes naqueles porões assombrados pela acidez do ar e dos dejetos. Estes animais terão sofrido torturas indescritíveis por mais de 25 dias quando e se forem desembarcados vivos no Porto de Iskienderun, na orla mediterrânea da Turquia.

Os que estiverem fraturados pelas quedas inevitáveis e já não puderem subir nem descer as rampas imundas e escorregadias do navio para os caminhões, serão içados por uma perna só, mesmo se for a perna fraturada, para fora do porão. Nenhum deles terá tratamento suave. Abate "halal" é hoje um nome tão comercial quanto "abate humanitário". A única diferença é que em um lado do mundo temos os cristãos "humanitários" e em outro lado temos os islâmicos "halal".

Ao final do almoço, todos lambem os beiços cheios de gordura animalizada, pois sem distinção de credo, raça ou ideologia, todos engolem nacos de animais que passam pelo inferno antes mesmo de rumarem para fora do corpo dilacerado.

Os ativistas escrevem, na maior frustração: "Perdemos!". Prefiro manter a lucidez e seguir constatando que os únicos perdedores de fato são os animais mortos para comilança, seja deste lado do mundo ou do outro lado do mundo. Nós não perdemos nada.

Nós aprendemos a abrir bem os olhos para finalmente enxergar que a política internacional e a economia da escravização de animais estão muito bem assentadas no meio do prato de cada cidadã e cidadão que segue a dieta omnis vorax mortal. Comer carnes, laticínios e ovos é uma escolha política mais poderosa do que votar nas eleições, fingindo que na tecla verde está embutido o poder do indivíduo. Não. Nosso poder está embutido na compra de restos mortais animalizados para a rotina dietética sangrenta. Sem inocência. Sem perdas. Só perdem os inocentes. Animastê!
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André Trigueiro no seu programa de domingo na CBN


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Um vídeo para todos mandarem para amigos que não sabem do que rola em matadouros

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Matéria do Globo News/EstudioI.... André Trigueiro mandou ver....

2/05/2018

Justiça libera partida de navio com bois depois da intervenção da AGU, Temer e Blairo Maggi

DERROCADA FINAL: Presidente de Tribunal Federal libera a partida do navio. LEIA AQUI sua decisão........ Morri.... Abaixo todo dossier das ultimas ações na tentativa de salvar aqueles bois ....Nojo deste país que vivemos!!!!!
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A Advocacia-Geral da União protocolou neste domingo (4/2) recurso no Tribunal Regional Federal da 3ª Região para tentar suspender decisão que impediu a exportação de animais vivos em todo o território nacional.

A liminar, assinada na sexta-feira (2/2), baseia-se na situação de 27 mil bois que aguardavam ida à Turquia, a partir do Porto de Santos. Segundo o Fórum Nacional de Proteção e Defesa do Animal, autor da ação, durante a espera eles não tinham nem água potável. Para o juiz Djalma Moreira Gomes, da 25ª Vara Federal de São Paulo, os animais são sujeitos de direito e devem ter protegidos seus direitos básicos.

A AGU diz que o cumprimento da ordem vai provocar impactos econômicos no comércio internacional e na balança comercial brasileiros. O Brasil exporta em média 600 mil animais por ano. “Inúmeros compromissos assumidos com parceiros comerciais internacionais serão descumpridos, acarretando isso um enorme desgaste na credibilidade comercial do nosso país, justamente por gerar uma imprevisibilidade nas relações econômicas e comerciais estabelecidas no país”, diz o recurso endereçado à presidente do TRF-3, desembargadora Cecília Marcondes.

Segundo a AGU, impedir a partida da embarcação se mostra muito mais “penoso e desgastante” para os animais do que a viagem em si, uma vez que o navio não pode ser limpo na costa brasileira, por questões ambientais.  “Logo, ele somente pode ser limpo, com as fezes dos animais retiradas do navio em alto mar, com a utilização de equipamento específico que utiliza água do próprio mar para a limpeza do navio”, afirma a petição.

Clique aqui para ler o recurso.
5000325-94.2017.4.03.6135

Fonte: COJUR
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Ontem, ativistas alugaram um barco para filmar o navio por trás já que a parte da frente foi coberta por inúmeros containeres para que não fossem vistos os animais.... Veja o vídeo:

Hostilizado por ativistas, Beto Mansur diz que bois estão "em boas condições"

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O Vista-se transmitiu o movimento da Manifestação realizada ontem nestes dois vídeos:



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2/04/2018

Desembargadora mantém proibição de embarque de bois. Participe da manifestação em Santos

O dia de ontem foi uma prova para todos nós que acompanhamos de perto todo desenrolar de liminares e decisões da justiça. Parabéns à todos os envolvidos e saibam que a luta continua!!!!

Agora, nosso país precisa ter um choque de moralidade e bons costumes..... Comprove aqui nesta matéria do G1 a patifaria e corrupção das nossas autoridades: Relatório da Vigilância Agropecuária afirma que os 25 mil bois em navio estão em boas condições  (os comentários de gente insensível são assustadores) contrariando  o parecer da médica veterinária que vistoriou o navio por ordem da justiça  e que pode ser lido na íntegra clicando aqui. (fotos)
 
Não podemos deixar de lembrar que estes pobres são bezerros....  adolescentes e passando por tudo isto.... Vejam agora, o desespero que foi para chegar a manutenção da liminar..... Juro que continuo não acreditando que as coisas estejam tão fortes a nosso favor..... Ainda espero uma rasteira de um Gilmar Mendes da vida!!!! Deus queria que não!!!!!

Uma decisão de segunda instância manteve a liminar que proíbe a exportação de animais vivos em todo o território nacional.
Além de manter a proibição, a desembargadora Diva Malerbi, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região, determinou também que os 25 mil bois que estão no navio sejam desembarcados e retornem às fazendas de origem ao invés de serem enviados à Turquia, em uma viagem longa e estressante, para serem mortos de forma cruel.

Bois repletos de fezes e urina são mantidos em espaço superlotado (Foto: Magda Regina)

A liminar mantida pela desembargadora foi concedida anteriormente pelo juiz federal Djalma Moreira Gomes em atendimento a uma ação judicial movida pela ONG Fórum Nacional De Proteção e Defesa De Animal.

“Isso posto, DEFIRO O PEDIDO DE LIMINAR para IMPEDIR a exportação de animais vivos para o abate no exterior, em todo território nacional, até que o país de destino se comprometa, mediante acordo inter partes, a adotar práticas de abate compatíveis com o preconizado pelo ordenamento jurídico brasileiro e desde que editadas e observadas normas específícas, concretas e verificáveis, por meio de parâmetros clara e precisamente estabelecidos, os quais possam efetivamente conferir condições de manejo e bem estar dos animais transportados”, determinou o juiz.

De acordo com o magistrado, o navio só poderá zarpar do porto depois que todos os bois forem desembarcados. “Em consequência, determino o DESEMBARQUE e RETORNO à origem, mediante plano a ser estabelecido pelo MAPA e operacionalizado pelo exportador, sob fiscalização das autoridades sanitárias, de todos os animais embarcados no NAVIO NADA, cuja embarcação somente poderá prosseguir viagem depois de completamente livre de animais vivos”, concluiu Gomes.

Fonte: ANDA
Leia a Decisão da Desembargadora CLICANDO AQUI
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2 - IMPEDIDA A EXPORTAÇÃO DE ANIMAIS VIVOS EM TODO O PAÍS - (site do Fórum que conquistou o intento)
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A inspeção técnica concluiu que o transporte marítimo de animais por longas distâncias causa "crueldade, sofrimento, dor, indignidade e corrupção do bem-estar animal sob diversas formas".
O laudo veterinário emitido após inspeção técnica realizada no navio NADA, atracado no Porto de Santos com mais de 27 mil bois em suas dependências, produzido pela médica veterinária Magda Regina, concluiu “que a prática de transporte marítimo de animais por longas distancias está intrínseca e inerentemente relacionado à causação de crueldade, sofrimento, dor, indignidade e corrupção do bem-estar animal sob diversas formas”. A inspeção foi realizada pela veterinária após determinação da Justiça Federal.

Bois mantidos em navio tem corpos repletos por fezes e urina (Foto: Magda Regina)

De acordo com o parecer da veterinária, os andares inferiores do navio são os que possuem pior condição de higiene, considerada precária pela especialista. Segundo Magda, a imensa quantidade de urina e excrementos produzida e acumulada no período de sete dias – desde o início do embarque, em 26 de janeiro, até o dia 1 de fevereiro, quando a inspeção foi realizada – propiciou impressionante deposição no assoalho de uma camada de dejetos lamacenta. “O odor amoniacal nesses andares era extremamente intenso tornando difícil a respiração”, afirma.

Magda relata ainda que em alguns andares da embarcação o sistema de ventilação artificial buscava atenuar o efeito do acúmulo de gases e odores, resultado também da decomposição do material orgânico bovino. Para isso, provocava poluição sonora (em decibéis), classificada pela especialista como claramente inoportuna “dado seu elevado grau de ruído”.

Informações passadas por um veterinário embarcado que acompanhou a inspeção dão conta de que, após zarpar do porto, os pisos dos locais onde são mantidos os animais são lavados a cada cinco dias. Considerando que em sete dias sem lavagem foi encontrado pela veterinária um ambiente extremamente precário, conclui-se que, durante a viagem, os animais são frequentemente expostos a grande quantidade de urina e fezes. A lavagem realizada durante o trajeto é feita mediante “jatos de água emitidos por uma mangueira de largo calibre e baixa pressão” que conduzem a sujidade a um tanque de armazenamento que, depois, sem qualquer tratamento, lança o conteúdo descartado ao mar, poluindo o meio ambiente e interferindo gravemente na vida marinha.

Animais são transportados em baias superlotadas (Foto: Magda Regina)

Os jatos de água utilizados para lavar o ambiente devem certamente apenas aliviar a sujeira, considerando a impossibilidade de limpar completamente um local repleto de animais. Além disso, apesar de ser alegado pela empresa o uso de jatos de baixa pressão, o ato de jogar água em um ambiente superlotado, com animais estressados e exaustos, pode contribuir para o aumento do estresse causado aos bois.

Enquanto o navio é mantido atracado, como tem acontecido desde o último dia 26, a situação é ainda pior, já que a embarcação não recebe qualquer tipo de limpeza, condenando os bois à total insalubridade.

É descrito também pela veterinária a presença de um setor específico do navio denominado “graxaria”. No local, um equipamento tritura os animais que morrem durante a viagem. Os restos mortais são lançados ao mar, em mais uma prática poluidora que acarreta graves prejuízos ao equilíbrio ambiental.

A morte de animais durante o trajeto, devido à insalubridade e aos maus-tratos, é frequente. De acordo com Magda, “o óbito de animais está intrinsicamente ligado à prática de transporte marítimo de carga viva”. Os ferimentos também são constantes. As oscilações “intrínsecas e naturais das correntes oceânicas” e os “movimentos pendulares da embarcação” podem ocasionar a perda de equilíbrio dos animais, que são de natureza terrestre e não marítima, e “causar acidentes traumáticos e sério desconforto fisiológico”. Além disso, acidentes também podem acontecer quando animais deitam no chão, reduzindo o espaço dos outros bois que estão ao seu lado, o que facilita “a ocorrência de tombos ou acidentes assemelhados”.

Animais mortos são triturados e têm os restos mortais jogados em alto mar (Foto: Magda Regina)

A estrutura da embarcação também facilita que os animais se acidentem. “A estrutura dessas embarcações não é adequada para este fim. A título de exemplo, o navio NADA, construído em 1993, foi adaptado em 2012 na China, a partir de uma embarcação especializada no transporte de contêineres. Portanto não foi planejado e construído visando o transporte de animais. Toda a estrutura dessas embarcações é metálica, inclusive pisos e divisórias. Percebe-se que o piso torna-se extremamente escorregadio quando na presença de grandes quantidades de fezes e urina acumuladas no assoalho – o que é a regra. Portanto, sim, os riscos para ocorrência de acidentes com os animais é de altíssimo grau”, escreve Magda.

A superlotação não só do navio, mas dos caminhões, também é extremamente prejudicial aos animais. Segundo a veterinária, “no interior dos caminhões não há mínima possibilidade de mudança de posição do animal uma vez embarcado. No navio, embora haja possibilidade de mobilidade animal mínima em alguns bretes, para o caso de sua lotação não ser extrapolada, a mobilidade em geral é também severamente reduzida e/ou comprometida”. A ausência de espaço impede ainda que os animais descansem ou se movimentem livremente. E, segundo a especialista, quando um dos animais deita, exausto, no chão, ele não só diminui o espaço dos outros bois como também é obrigado a ter “contato íntimo com seus dejetos e os dejetos de outros animais”.

O ambiente no qual os animais são mantidos, repleto de fezes e urina, é de extrema insalubridade (Foto: Magda Regina)

Em relação ao fornecimento de água e comida, a veterinária explica que enquanto o navio está atracado, a quantidade de água fornecida é modesta. Ela passa a ser satisfatória apenas após o navio estar em alto mar, já que nesse momento a água fornecida aos animais é diretamente retirada do mar, onde há abundância, e submetida a um processo de dessalinização. Muitos dos comedouros e bebedouros, entretanto, possuem “detritos de fezes e clara presença de ferrugem”.

A quantidade de veterinários presentes na embarcação é insatisfatória, sendo de um a três profissionais, que seriam assessorados por cerca de oito funcionários que trabalhariam em turnos. “O mesmo é dizer que em sendo três veterinários embarcados responsáveis pela assistência médica e inspeção, teríamos a proporção de um veterinário para cada 9000 animais em confinamento”, afirma Magda. Entretanto, mesmo que houvesse um número elevado de profissionais na embarcação, os problemas de saúde dos animais não poderiam ser resolvidos, segundo a veterinária, devido à “enorme dificuldade de administrar intercorrências clinicas em grandes planteis”.

Os dejetos produzidos pelos animais são frequentemente abordados no laudo elaborado pela especialista. Segundo ela, “a produção de dejetos (excrementos e urina) pelos animais nesses ambientes fechados, os expõe de maneira íntima e constante a um cenário de intensa insalubridade”.

Comedouros e bebedouros possuem detritos de fezes e ferrugem (Foto: Magda Regina)

Quanto à ventilação, níveis de temperatura e umidade dos locais onde são mantidos os bois, a veterinária conclui que “a embarcação realiza ventilação e exaustão dos pisos inferiores provocando severa poluição sonora e garantindo incompleta circulação e renovação dos gases lá encontrados. Decorre daí o registro de temperaturas elevadas nesses recintos assim como taxas de umidade extremas que comprometem claramente o bem-estar animal”.

Magda afirma ainda que o transporte de animais por longos períodos, seja por meio terrestre ou marítimo, sujeita os bois a uma experiência completamente alheia à sua natureza originária. “A insalubridade a que são expostos, o movimento dos veículos (tais como frenagem, balanço, variação de velocidade, manobras veiculares bruscas), o confinamento demorado, as restrições hídricas e alimentares, etc, impos de animais por longos períodos e distâncias, seja por meio terrestre como por meio marítimo, sujeita estes organismos a uma experiência completamente alheia à sua natureza originária”, diz a médica veterinária.

Nas considerações finais do laudo, Magda conclui que “são abundantes os indicativos que comprovam maus tratos e violação explícita da dignidade animal, além de ultrapassar critérios de razoabilidade elementar as cinco liberdades garantidoras do bem estar animal”.

Confira o parecer da médica veterinária na íntegra clicando aqui.

Fonte: ANDA
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Vídeo que rolou na TV Tribuna em 01/02/18

Sugiro acompanhar o  Vista-se que está informando ao vivo todo o desenrolar dos acontecimentos.

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Estamos encampando a campanha da ACAPRA:

Acapra
11 h · 
** ATENÇÃO ATIVISTAS CHAMADA DE AÇÃO URGENTE **
VAMOS MOSTRAR PARA O STJ QUE NÃO ACEITAMOS ESTA ATIVIDADE EM NOSSO PAÍS #bastacrueldade
HOJE (SÁBADO) ATÉ SEGUNDA FEIRA (05/02)

e-mail para:
presidencia@stj.jus.br
gabinete.laurita.vaz@stj.jus.br
gab.min.gurgel.faria@stj.jus.br

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Sugestão de texto

Exma. Ministra Sra. Laurita Vaz
Exmo. Ministro Sr. Gurgel de Faria

Estamos vivendo uma verdadeira batalha judicial: de um lado quem quer garantir a dignidade animal e do outro quem quer garantir o lucro. No meio juízes, desembargadores, ministros, recursos, advogados, ativistas, pecuaristas, embaixadores. Mas, quem está sofrendo neste momento de forma extrema são bezerros aprisionados em um navio, condenados a uma longa viagem de sofrimento para quando chegarem ao destino, serem mortos, qual o crime que cometeram? Serem "matéria prima" da atividade que mais degrada ambientalmente o planeta: a pecuária.
Excelências, além desse flagrante crime ambiental deflagrado por uma atividade econômica, temos o total desconhecimento dos impactos negativos gerados por ela, já que os dejetos de 27 mil animais são despejados sem qualquer tratamento no mar por até 40 dias de viagem, além dos cadáveres dos animais que morrem por doença e infecções. Quem conhece o impacto disso no ecossistema marinho? O Relato Técnico comprova que esta atividade causa maus tratos aos animais, além de poluir o mar!
Confiamos que o Estado Democrático de Direito vai prevalecer e os nossos direitos fundamentais e dos animais serão garantidos por este Tribunal!

Que nossas consciências despertem diante de tanta crueldade com esses seres sencientes.
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Mais informações, confiram estas tags

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Antilia Reis está em Porto de Santos (Codesp).
14 h · Santos, São Paulo · 
AMONTOADOS E AGORA SEM ÁGUA!
MINERVA FOODS SE RECUSA A CUMPRIR A LEI E DESEMBARCAR OS ANIMAIS QUE ESTÃO CHAFURDADOS NA MERDA E AGORA A ÁGUA ESTÁ ACABANDO! ELES ALEGAM QUE SÓ PODEM DESSALINIZAR A ÁGUA DO MAR PARA DAR AOS ANIMAIS COM O NAVIO EM MOVIMENTO
MUITOS MORRERAM AGLOMERADOS DE SEDE E FOME ! TUDO POR PURA GANÂNCIA, ELES INSISTEM EM RECORRER DA DECISÃO JUDICIAL QUE EXIGE O DESEMBARQUE DOS ANIMAIS E RETORNEM PARA AS FAZENDAS DE ORIGEM .
SÃO 21 MIL BEZERROS AGLOMERADOS por Tati Oliveira
ENTRE NA PÁG DESSE EMPRESA DOS INFERNOS E SE MANIFESTEM
https://www.facebook.com/minervafoodsbr/

2/02/2018

Ativistas solicitam apoio imediato para evitar que navio zarpe apesar da proibição

Gente, quem puder participar pega o caminho já!!!!! O Vista-se acabou de publicar esta matéria sobre os ativistas que estão convocando toda galera!!!! Porto de Santos: com suspeita de que navio zarpe, ativistas solicitam apoio imediato no Portão 1
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ATENÇÃO ATIVISTAS!!!
CHAMAMENTO URGENTE!!!

IR PARA O PORTO DE SANTOS HOJE!!! ESTÃO TENTANDO DERRUBAR A LIMINAR E ZARPAR COM 27.000 VIDAS AMANHÃ AS 11:30!!!
TODOS NO PORTO AS 9H NESTE SÁBADO!!! QUEM PUDER, VÁ HOJE PARA VIGÍLIA NA MADRUGADA!!! ATIVISTAS JÁ ESTÃO LÁ E FICARÃO ATÉ OS ANIMAIS SEREM DESEMBARCADOS!!! OS ANIMAIS DEPENDEM DE NÓS!!! DOMINGO SERÁ TARDE!!!

LOCAL: Museu Pelé no Largo Marquês de Monte Alegre, s/n - Valongo, Santos - SP (o Museu fica de frente para o Ecoporto)


Matérias importantes publicadas hoje:

Porto de Santos: desembargador e juiz determinam desembarque de bois do navio NADA


Desde 2012 que imploro que uma ONG brasileira se interessasse por esta desgraceira que acontece, também, no nosso país. Você pode comprovar este meu pedido lendo estes títulos e as tags abaixo. É um dossier completo do quanto os animais do mundo inteiro vem sofrendo neste tipo de transporte.
Tags:
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A decisão atende ao pedido da ação civil pública movida pela Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) e pela Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA).

O desembargador Luis Fernando Nishi, que acatou o pedido de suspensão dos embarques de animais vivos no Porto de Santos, feito por meio de ação civil pública movida pela Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA) e pela Associação de Proteção Animal de Itanhaém (AIPA), determinou que os bois sejam retirados do navio, conforme solicitação das entidades.

Além de estar proibido o embarque de animais, é solicitada também a transferência dos que foram embarcados no navio para um espaço seguro, arejado, confortável, com acesso ao sol, alimentação adequada e água, para que possam descansar em local tranquilo, sem qualquer estresse.

A decisão do desembargador é reforçada por ordem emitida pelo juiz Marcio Krammer de Lima, que determinou a interdição da saída de navios com animais já embarcados e o “desembarque de animais eventualmente já embarcados”. O magistrado ordenou ainda que o destino dos animais desembarcados seja prontamente informado ao juízo. “Para a hipótese de descumprimento, arbitro multa de R$ 5.000.000,00 (cinco milhões de reais) por navio”.

Na manhã desta quinta-feira (1), a advogada da ANDA, Letícia Filpi, protocolou uma petição no sistema eletrônico do Tribunal de Justiça, solicitando que seja acelerada a entrega da intimação ao porto para que a ordem judicial seja cumprida, e fez um substabelecimento, isso é, uma permissão para que a advogada Isabel Cristina Piccoli pudesse representá-la no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo ao se deslocar até o local para, presencialmente, protocolar a mesma petição.

A decisão de, após a petição ter sido colocada no sistema, despachar a petição diretamente com o juiz tem o objetivo de acelerar o processo, permitindo que o magistrado acione rapidamente os oficiais de justiça para que a intimação chegue ao Porto de Santos e a decisão judicial, de encaminhar para local seguro os animais que foram embarcados no navio, seja cumprida.

Apesar dos bois ainda não terem sido retirados da embarcação, os motoristas dos últimos caminhões que chegaram à cidade transportando animais com destino ao porto já começaram a retornar ao serem informados que os embarques estavam suspensos.

“O que me preocupa mais é encaminhar esses animais que estão no navio. Porque os embarques realmente foram barrados. A minha preocupação são os animais, que devem estar com fome, com sede, cansados. Eles têm que ser encaminhados urgentemente para um lugar de descanso”, concluiu a advogada Letícia Filpi.

Fonte: ANDA
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Dados importantes publicado no facebook do Sérgio Levy
1980 - O navio de transporte "Farid Fares" pegou fogo, 40.605 ovelhas queimadas vivas
1996 - O navio de transporte "Uniceb" pegou fogo, 67.488 ovelhas queimadas vivas
2000 - Coréia do Sul - 6 vacas australianas morreram por agricultores enfurecidos
2006 - 36,000 ovelhas e 1000 vacas morreram durante o embarque
2012 - 7000 ovelhas australianas morreram e muitos mais queimados vivas por um paquistanês
2015 - 5000 vacas morreram afogadas no Brasil quando o navio afundou no Pará 
Em 2017, 552 vacas e 3839 ovelhas morreram durante a viagem de exportação viva

Isto é apenas uma fração sobre o que está acontecendo nos embarques de animais vivos. Estes animais sofrem estresse extremo, exaustão por calor e septicemia durante estas jornadas. E quando esses animais chegam ao seu destino, são frequentemente abatidos da maneira mais horrível. Não ignore estes fatos. Isso só acontece porque você ainda exige os seus 15 segundos de carne na boca !!!

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Vídeos de ontem no Porto de Santos

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