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5/07/2018

DUVIDA: Imunocastração de suínos garante carcaça de alto nível para indústria

Juro que  fico desconfiada, mas, será que é menos cruel do que aquele lance de torcer os testículos dos filhotes e arrancá-los a sangue frio e a cores? Gente sem coração mesmo...
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Técnica inovadora e alternativa à tradicional castração cirúrgica comum nas granjas de todo o Brasil, apresenta melhorias cientificamente comprovadas

A imunocastração, técnica inovadora e alternativa à tradicional castração cirúrgica comum nas granjas de todo o Brasil, apresenta melhorias cientificamente comprovadas na qualidade da carcaça suína, além da garantia de uma carne livre do chamado “cheiro de macho”, o odor sexual dos animais inteiros.

Esse tema foi discutido durante uma palestra ministrada pelo Dr. José Vicente Peloso, médico veterinário especialista em melhoramento genético animal e consultor da Zoetis, que aconteceu em Conceição do Castelo. O encontro correspondeu ao primeiro módulo do Programa Anual de Capacitação de Suinocultores - Qualificases, promovido pela Associação de Suinocultores do Espírito Santo (ASES), com o apoio da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS).

Durante o evento, o médico veterinário responsável pela operação da Vivax® no Centro-Oeste e Sudeste, Leandro Koga, chamou a atenção para a importância da eficiência na produção de carne suína diante de um mercado cada vez mais exigente.

“A palavra de ordem é eficiência. Isso significa menor custo de produção, mais competitividade, adoção de tecnologias inovadoras, ganhos mais expressivos e alinhamento às novas demandas dos consumidores, que mais do que nunca querem saber a trajetória do animal e o tratamento recebido por ele até chegar à mesa”, afirmou Leandro.

Entre os benefícios da nova técnica, de acordo com Dr. Peloso, estão a melhora no ganho de peso e na conversão alimentar, a redução do consumo de ração em torno de 6% a 10% e, principalmente, o ganho de quantidade de carne e diminuição expressiva de toucinho na carcaça do animal, características cada vez mais procuradas pelos frigoríficos.

“A carcaça do imunocastrado é um pouco mais leve, porém com mais carne, o que gera maior valor agregado nos mercados nacional e internacional. O mesmo se dá com o pernil, que apresenta menos toucinho e mais carne”, esclareceu Dr. Peloso.

Essa capacidade de fornecer uma barriga pesada, mas magra, isto é, maior rendimento de carcaça, e a eliminação do odor sexual causado pela androstenona (feromônio derivado da testosterona) e o escatol, fruto da degradação da dieta no intestino grosso do animal, são as principais vantagens do uso da imunocastração.

Protocolo de aplicação e nova legislação
A técnica exige duas aplicações, sendo a segunda há, no mínimo, 21 a 28 dias antes do abate. O processo é bem dinâmico: um aplicador bem treinado é capaz de vacinar em torno de 300 suínos por hora.

A vacina age no hipotálamo, glândula localizada no cérebro do animal, atuando na supressão da liberação do hormônio GnRH que desencadeia a atividade testicular, paralisando a produção de androstenona, a metabolização do escatol e o comportamento de macho inteiro.

Por se tratar de uma vacina, a imunocastração não deixa resíduos na carne, não é um hormônio e nem um medicamento, então a carência para o abate é zero.

A legislação recente não exige mais a mensuração do testículo e o chamado teste de cocção para confirmação da eficiência da vacina. No entanto, a granja e o frigorífico precisam apresentar documentos para comprovar a utilização correta da técnica. Munidos dos referidos papéis, incluindo a declaração de imunocastração, é preciso alinhar o abate com o serviço de inspeção.

Vantagens da imunocastração:

  • Rendimento: mais carne e menos toucinho, a preferência da indústria;
  • Menos mortalidade devido às infecções causadas pelo método tradicional de castração cirúrgica;
  • Menor consumo de ração: economia com transporte e logística de alimento para o animal;
  • Otimização da propriedade: animais ficam aptos ao abate mais cedo;
  • Atende a demanda por bem-estar animal;
  • Elimina com eficácia o “cheiro de macho” da carne;
  • Uniformização dos lotes em termos de peso por animal.
FONTE: suinoculturaindustrial

5/05/2018

CASTRAÇÃO: Subsecretária denuncia venda de vagas para castração - RJ

Quando criei o programa em 1995 e administrei até julho de 2001, tive dois casos de protetoras que se atreveram cobrar castração. Esculhambei elas e desliguei do meu grupo de protetoras que atendiam suas comunidades. Nunca mais nenhuma se atreveu porque, na época, disse que denunciaria na polícia. E o faria tranquilamente porque é um absurdo o que algumas "ditas protetoras" criaram para viver deste expediente. 
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Subsecretária denuncia venda de vagas para castração de animais na rede pública
A subsecretária municipal de Bem-Estar Animal, Suzane Rizzo, irá nesta sexta-feira à Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente para denunciar a venda de vagas para castração, que seriam anunciadas por até R$ 300 em redes sociais. Segundo ela, pessoas estariam usando o serviço, que é publico e gratuito, para fins particulares.

Nas redes sociais, a reclamação em relação ao serviço parte de grupos de protetores. Segundo eles, a quantidade de cirurgias foi reduzida quase pela metade nas unidades municipais e, com isso, acaba crescendo o número de crias e, consequentemente, o de animais abandonados. Além disso, sem o devido controle de natalidade, aumentam os casos de zoonoses. A prefeitura, no entanto, alega que está fazendo uma vistoria rigorosa nos agendamentos, que agora são realizados pela internet.

Presidente da Associação Nacional de Implementação de Direitos dos Animais, Andréa Lambert diz que há um ano eram feitas 28 castrações de cães e gatos por dia, em cada um dos nove postos da prefeitura, dentro do Programa Bicho Rio. Atualmente, segundo ela, são agendadas apenas 15 cirurgias por dia: - Nossa preocupação é que acabem com o serviço - diz a protetora, que lamenta pelo sofrimento dos animais. - As pessoas não têm como controlar o cio e os bichos acabam cruzando. Eu sou veterinária, posso castrar. Mas a maioria dos protetores depende do serviço nos postos.

De acordo com Andréa, ao mesmo tempo em que houve a redução na oferta de vagas, aumentou o número de pessoas interessadas nesse tipo de atendimento público, devido à crise financeira. - Muitas pessoas estão deixando de resgatar animais porque não vão ter como castrar - diz a veterinária, acrescentando que o abrigo municipal, em Guaratiba, está lotado e sofre com a falta de medicamentos. - É o caos. Há animais com filária, um verme que ataca o coração, mas não há remédios para o tratamento.

Suzane Rizzo, que é veterinária, diz que nunca ficou provada a realização de 28 castrações por dia nos postos. Segundo ela, não havia controle desse tipo de serviço e, ao assumir a subsecretaria, foi estabelecida a quantidade de 15 castrações diárias. Além dos atendimento nos postos, ela conta que a prefeitura tem feito mutirões em comunidades, onde fazem contato com associações de moradores. Os interessados são cadastrados, e uma van recolhe os animais, que depois são devolvidos aos donos: - Esse é um serviço que tem dado muito certo, até porque nas comunidades as pessoas não tinham acesso ao serviço. Em Vila Kennedy, por exemplo, fez muito sucesso.

Apesar de protetoras consultadas pelo GLOBO alegarem que não conseguem agendar as castrações, Suzane diz que a prefeitura reserva 20 atendimentos para cada uma delas, por mês. E todo cidadão pode marcar até duas cirurgias de animais por mês (o controle é feito pelo CPF), no site http://saa.rio.rj.gov.br/pessoapublico/index.

- Protetores que não conseguem marcar é porque não fizeram o recadastramento - diz a subsecretária, que quer identificar quem tenta burlar as regras dos postos. - A secretaria não tem poder de polícia, por isso estou indo à delegacia.

Segundo Suzane, é fato que o serviço atualmente não consegue atender à demanda, até porque muitas pessoas perderam os empregos e não podem agendar o serviço na rede particular. Ela diz que precisa de mais verba para ampliar o atendimento e que, para isso, tem buscado parcerias público-privadas com universidades e instituições.

PROTESTO EM DEFESA DE NÚCLEO DE PROTEÇÃO ANIMAL
Na segunda-feira, dia 7, protetores farão uma manifestação às 17h, em frente ao prédio da Polícia Civil, na Rua da Relação, no Centro, para pedir a volta de inspetores especializados para atendimento no Núcleo de Proteção Animal. A unidade funcionava informalmente na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Segundo Andréa Lamber, o serviço era comandando por dois veterinários, que foram retirados da função. - Queremos a volta dos inspetores e a criação oficial do núcleo. O projeto já está na Alerj, aguardando a tramitação - diz Andréa.

Fonte: EXTRA


PROJETO: Comissão aprova veterinário gratuito para animais de pessoas carentes

Isto tudo vai demorar anos para funcionar porque deputados não gosam de trabalhar quando não há grana no pedaço (vide caso das vaquejadas que aprovaram tudo em dois meses). São uns canalhas.... 
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O Ministério da Saúde, em parceria com as prefeituras e os estados brasileiros, pode ser obrigado a disponibilizar atendimento veterinário gratuito aos animais de pessoas carentes, com renda familiar inferior a três salários mínimos.

A Comissão de Seguridade Social aprovou o projeto de lei (PL 3765/12) que diz que caberá ao poder público municipal providenciar não só as consultas veterinárias, mas também a realização de cirurgias em geral.

A empresária e protetora de animais Leda Frota acredita que abandonos acontecem porque muitas pessoas não conseguem custear o atendimento veterinário e a aprovação desse projeto poderia mudar esse quadro. “O mais caro para a pessoa que tem um animal de estimação e para quem também ajuda animais de rua é o veterinário, porque às vezes o caso nem é grave. Aí você leva, o veterinário diz: ‘é só essa medicação e o resto de remédio você dá em casa’. A gente pode comprar o remédio, pode comprar a ração, mas a consulta, o atendimento, eles cobram muito caro. Então, facilitaria muito e isso, sim, não geraria o abandono.”

O deputado autor do projeto, Ricardo Izar, do PSD paulista, critica o fato de, segundo ele, o Brasil não investir em políticas públicas para tratar dos direitos dos animais domésticos. Ele também explica como o projeto vai ser viabilizado. “Na verdade, quem faz o grande papel que o Estado deveria fazer são as ONGs de proteção animal, são as protetoras, os ativistas que trabalham na causa animal e que fazem um papel que deveria ser de responsabilidade do Estado. O projeto contempla que podem ser firmados convênios com ONGs, universidades, com clínicas veterinárias particulares. Isso vai ficar a critério dos municípios, dos estados e da federação. Quem vai regulamentar isso vai ser o Ministério da Saúde.”

Paula Galera é professora em um hospital veterinário de Brasília e, para ela, mais do que oferecer atendimento, o governo deve fazer campanhas de conscientização com a população no que se refere à prevenção de doenças que coloquem em risco a saúde humana e o controle de natalidade dos animais. “Dependendo da maneira como esse programa for feito e administrado, eu acredito sim que isso venha trazer um grande beneficio à população carente. E que seja dado foco, primordial, na educação dessa população, principalmente no que se refere à prevenção das doenças transmitidas entre os animais e dos animais para o ser humano, que são as zoonoses, e também no controle de natalidade desses animais.”

O projeto de lei ainda deve ser analisado pelas comissões de Meio Ambiente, de Finanças e Tributação e de Constituição e Justiça.

FONTE: tudosobrecachorros

3/11/2018

CCZ está em obras para iniciar castração de cães e gatos gratuita

Estou torcendo para não ser mais um daqueles que a política prevalece.... Tem vários começados aí pelo Brasil afora....
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O Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Rondonópolis vai iniciar um trabalho fundamental para a redução de animais de rua e abandonados na cidade, além do fortalecimento da posse responsável. Uma ala de castração com dois centros cirúrgicos já está em fase final de construção para que cães e gatos possam passar pelo procedimento da castração gratuitamente.

Como as castrações devem ter início em poucos meses, o CCZ já vem fazendo o cadastro para as pessoas que têm cães e gatos para serem castrados. Os interessados precisam comparecer ao CCZ com o animal que deve ser castrado para que este seja examinado e fazer a ficha, entrando para a fila de espera.

O gerente da Vigilância Ambiental, o médico veterinário, Kleysller Willon Silva, destaca que primeiramente serão castrados os cães e gatos que estão nas Organizações Não-governamentais (ONGs) de proteção animal, porque estas não têm condições financeiras de realizar as castrações de todos os animais que cuidam.

Na sequência serão chamadas as pessoas que já se cadastraram. O gerente alerta que o cadastro somente pode ser feito pessoalmente no CCZ, pois uma pessoa maior de idade precisa levar o animal que será castrado para anamnese e que não existe possibilidade de cadastro por telefone.

Ele explica ainda que para ser cadastrado o animal precisa estar em perfeitas condições de saúde, o que será avaliado pela equipe do CCZ, que emitirá um atestado laboratorial sobre a saúde do cão ou gato.

FONTE: agoramt

1/19/2018

Torturador de cães é preso após vídeo com maus-tratos viralizar

Ou seja, ser cruel pelo prazer de ser cruel..... bando de covardes.... Neste tipo de gente não há justiça que dê jeito.... 
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Um lavrador de 40 anos foi preso suspeito de torturar dois cachorros em Inhapim, no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais. De acordo com a Polícia Civil, o suspeito, na companhia de amigos, realizou a castração dos animais sem utilizar medicação e anestesia.

Além de realizar o procedimento de forma inadequada, os cachorros eram agredidos e arrastados no chão tendo a cabeça tampada por um saco plástico. O suspeito foi localizado e preso por meio de um vídeo que circulou nas redes sociais. Nas imagens, sete homens aparecem reunidos. Alguns deles seguram um cachorro, enquanto o suspeito usa um canivete para castrar o animal de forma inadequada, deixando-o mutilado.

Uma testemunha contou ao Ministério Público (MP) que esta não era a primeira vez que o grupo torturava animais na região. Em 2016 o mesmo ato foi praticado por eles. Por conta disso, uma ação conjunta entre Polícia Civil, Polícia Militar e o MP decidiu que os suspeitos deveriam ser presos em flagrante, pois eles faziam parte de uma associação criminosa.

No Córrego do Valão, local onde o suspeito foi preso, a PM encontrou dois cães que tinham sofrido tortura. Os animais apresentavam feridas pelo corpo e ficavam com medo quando alguém se aproximava deles.

O homem confessou que cometeu o crime e disse que não aguentava mais os animais. Isso porque os cães estavam os incomodando durante uma confraternização. A ideia, segundo o homem, veio de outra pessoa que estava presente, mas quem praticou a ação foi ele. Os animais foram examinados por uma médica veterinária e entregues aos proprietários e seguem sendo medicados.

O lavrador foi levado para a Delegacia de Plantão em Caratinga, onde foi preso em flagrante pelos crimes de associação criminosa, maus-tratos a animais e incitação criminosa, e será encaminhado ao Sistema Prisional. À Polícia Civil, ele disse que só teria castrado um animal e que estava alcoolizado. As investigações seguem com o intuito de colher depoimentos de testemunhas e localizar outras seis pessoas que estariam envolvidas.


Fonte: BHAZ

1/18/2018

Prefeitura de Marília suspende programa de castração de animais

É complicado das pessoas aceitarem.... eu já expliquei diversas vezes a informação.... O poder judiciário e o poder legislativo não podem mandar no poder executivo... me assusta decisões judiciais como estas.... Todo mundo está usando a constituição para limpar o fiofó, pelo jeito!!!!!
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Programa que previa o procedimento subsidiado a famílias de baixa renda estava previsto em decisão do Tribunal de Justiça. Prefeitura alega 'motivos administrativos' e promete retorno em fevereiro.

A prefeitura de Marília (SP) deixou de fazer castrações de graça em animais de famílias de baixa renda, contrariando decisão do Tribunal de Justiça (TJ-SP) que determinou que o setor de zoonoses oferecesse o serviço e criasse um programa de controle de animais de rua.

Por isso, ativistas promoveram uma manifestação na tarde desta segunda-feira (15) em frente ao prédio da prefeitura pedindo mais investimento em políticas públicas para os animais e o também cumprimento da decisão judicial.

A sentença da Justiça estipulou multa R$ 1 mil por dia para a prefeitura em caso de descumprimento da decisão que determinava a recolha de animais abandonados e a implantação de um programa gratuito de castração de cães e gatos para famílias de baixa renda. O prazo venceu em novembro.

“Cada vez mais a gente vê esse descaso com os animais e com o Poder Judiciário, porque há uma decisão de um juiz local, mas também existe uma decisão do Tribunal de Justiça que está sendo descumprida”, afirma a defensora pública Eloisa Maximiano.

Até dezembro de 2017, a prefeitura oferecia uma única opção de castração de animais para famílias de baixa renda. O município custeava parte do serviço e as famílias pagavam a outra metade – cerca de R$ 60 reais, mais os medicamentos. Os médicos veterinários conveniados para realizar as castrações dentro do programa foram informados por e-mail da interrupção do programa.

Levantamento feito por uma ONG de defesa animal estima que mais de 5 mil animais estejam abandonados em Marília. Por isso, a Justiça cobra rapidez nos serviços que deveriam ser implantados na cidade pela prefeitura.

No ano passado, Marília registrou 12 casos de leishmaniose em humanos, a maioria deles na zona norte da cidade. Ativistas defendem que a castração é a única forma de frear o aumento da população de animais de rua e, assim, combater várias doenças.

“Em primeiro lugar é um caso de saúde pública, mas parece que a prefeitura prefere pagar uma multa do que fazer a castração, não dá pra entender”, protesta Maria Helena, presidente da ONG Anima.
Em nota, a Secretaria da Saúde de Marília informou que as castrações foram interrompidas para reorganização administrativa de rotina e que voltarão a ser realizadas em fevereiro.

A nota diz também que vai abrir licitação para contratar uma empresa para recolher e tratar dos animais de rua, mas não informou quando isso será feito.

Fonte: G1 - TVTEM

1/17/2018

Projeto garante castração a animais abandonados

Olha, com interesse ou não em politicagem, acho que tudo deve ser aproveitado em benefício para os animais... Eu não conheço a pessoa, mas, se está fazendo, ótimo. Cabe aqueles que se utilizam  dos serviços prestados se vale a pena, né mesmo?
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Van personalizada do empresário atende em Americana

O sonho de acabar ou reduzir o sofrimento animal vem se tornando realidade, ao menos em Americana. Isso porque o empresário da cidade Gilberto Bento, de 48 anos, têm investido fortemente em um projeto de castração gratuita de animais abandonados.

Desde dezembro de 2016, Gilberto Boby Boby, como é conhecido, dedicou-se ao projeto de castrações aos animais de rua. Na época, ele se uniu-se com amigos para fazer com que a ideia saísse do papel. Atualmente, a equipe é formada por 12 pessoas, entre parceiros e veterinários, que doam tempo, recursos e serviços especializados. Além da equipe, o empresário montou uma estrutura para recolher os animais e leva-los ao procedimento cirúrgico.

Gilberto Boby Boby passa alguns dias em frente ao Jardim Botânico para buscar os animais em situação de rua. Os atendimentos são realizados de acordo com a demanda de cada região. Exemplo prático relatado pelo empresário foi a castração dos animais dos moradores de rua. Ele percorria os pontos onde era solicitado e os veterinários faziam a castração.

“Eu não tenho um tempo específico para estar no local, depende da demanda, quando a gente zera as castrações, mudamos para outro foco”, explica Boby. “Eu conversei com muitos protetores, eles me indicam o local, ou então as pessoas me procuravam.”

Ele conta que praticamente todos os animais que acompanham os moradores de rua em Americana estão castrados. “Praticamente zerou todos os pedidos de castração, e agora estou no botânico, porque muitas pessoas disseram que seria um local adequado para dar atendimento a esses animais”.

Atualmente existem projetos na cidade para proteção animal como a colocação de suportes para alimentação de animais, também existem casas para abrigos de animais de rua. Algumas ONGs (Organização Não Governamental) realizam periodicamente algumas castrações gratuitas, porém, uma ação constante, como essa que é realizada pelo projeto de Gilberto Boby Boby traz uma nova página para a solução a médio e longo prazo de animais nas ruas, já que depois de castrados, esses animais de não proliferarão nas vias.

Como tudo começou
Gilberto Boby Boby um dia sonhou ser veterinário, mas hoje, como empresário sabe que tem mais condições de ajudar a causa animal. Antes de ter a van e a equipe que o apoia nas castrações, ele fazia vídeos de conscientização sobre sofrimento animal. Segundo relato, há 20 anos, ele viajou para Jales e notou que muitos animais eram atropelados nessa região, então decidiu fazer algo que pudesse conscientizar as pessoas, então surgiu a ideia de se unir aos amigos, que assim como ele, queriam trazer uma melhora na vida dos bichanos.

“Um dia eu conversando com um amigo, contei a ele que eu tinha vontade de fazer algo para mudar essas atrocidades com os animais, e ele me questionou o porquê eu não fazia, já que muita gente me conhecia e sabia da minha ligação com os animais, e foi então que tirei o projeto do papel.”

Além da van para castrações, o empresário disponibilizou seus vídeos de conscientização de bem-estar animal para escolas do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul.

FONTE: liberal

1/12/2018

Por que a alimentação deve mudar após a castração?

Olha, não é porque a empresa é minha patrocinadora há 7 anos, mas, a Total Alimentos, além de ajudar muito aos animais de protetores, procuram melhorar cada vez mais seus produtos. Eu uso ração Max Total neste tempo todo e uma coisa que sempre destaco, alem da qualidade da ração,  é o brilho do pelo dos animais, tanto dos gatos quanto dos cães. Confiram. Todos sabem que sou honesta e verdadeira no que falo... Até porque todos podem comprovar, não é verdade?
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A escolha de um alimento específico e o fornecimento adequado desse produto auxiliam o bem-estar e saúde dos felinos. A cirurgia de castração é um ato de amor pelo seu pet e de responsabilidade social, pois traz benefícios à saúde felina e também à sociedade com o controle da natalidade, a redução do problema do abandono e de animais vivendo nas ruas. A seguir, o médico veterinário da Max Cat, Marcello Machado, destaca os benefícios da castração e a importância de oferecer uma alimentação diferenciada para os felinos castrados.

Benefícios da Castração
Após a castração, os felinos tornam-se mais dóceis e resistentes a alguns tipos de doenças, eles também ficam mais caseiros, o que evita riscos como atropelamentos e envenenamentos. Um gato castrado tem a expectativa de vida maior e alguns cuidados especiais devem ser tomados, principalmente com relação à sua alimentação.

Alimentação para Gatos Castrados
Após a castração as necessidades energéticas diminuem, pois o animal se exercita menos e o risco da formação de cálculos renais aumenta, por isso é fundamental oferecer uma alimentação balanceada e muita água para esses felinos.

Pensando nisso, a Max desenvolveu a Ração Max Cat Castrados, alimento indicado para gatos adultos de todas as raças, que previne o ganho de peso, auxilia na saúde do trato urinário, é enriquecida com L-carnitina para fortalecer o sistema imunológico do felino, fornecendo mais energia e auxiliando para a redução do colesterol.

Dica para os gatos beberam mais água
Como gatos gostam muito de água corrente, o tutor pode instalar uma fonte para ele brincar e tomar mais água.  “Cuidar da saúde do animal, oferecendo uma ração feita especialmente para gatos castrados e estimulando o consumo de água, é a maior demonstração de carinho e cuidado que o tutor pode fazer ao pet”, finaliza Machado.

Sobre a Max Cat
A MAX CAT possui alimentos para todas as fases da vida dos gatinhos.  Para os filhotes com até 8 semanas de vida, a linha possui MAX CAT Milk – um substituto do leite materno de preparo instantâneo, enriquecido com vitaminas A e D e que proporciona crescimento saudável ao filhote. 
A linha é bem completa, desde alimentos úmidos com o Max Cat Patê até rações secas para gatos filhotes e adultos. A linha também possui MAX CAT Castrados, alimento específico para gatos esterilizados elaborado com frango e L-carnitina, que auxilia na queima de gorduras. 

Sobre a Total Alimentos
A Total Alimentos atua no mercado de nutrição animal com o compromisso de oferecer produtos de alta qualidade para animais de estimação. É fabricante das marcas super premium, 

Fundada em 1975, a empresa, localizada em Três Corações (MG), investe constantemente em tecnologia, fórmulas inovadoras e ingredientes diferenciados para a fabricação de alimentos e 
snacks, como carnes especiais (como cordeiro e peru), frutas, cereais e sementes nobres que fazem parte da composição dos produtos. 

Há 40 anos, a Total Alimentos aprimora procedimentos industriais e investe em equipamentos de última geração. Hoje, está presente em todo o território nacional, nos cinco continentes e está entre os parques fabris mais modernos do mundo.


11/06/2017

PBH inicia projeto de manejo das capivaras limpando parque e contêineres onde animais serão operados

Aplaudindo a atitude da Prefeitura de BH.... vão castrar as capivaras..... muito bom!!!!
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A Prefeitura de Belo Horizonte deu início, efetivamente, nesta segunda-feira (30), ao trabalho de manejo das capivaras que vivem na região da Pampulha. As equipes fizeram a dedetização e a limpeza externa dos contêiners onde os animais serão esterilizados, além da capina no entorno no Parque Ecológico.

Nos próximos dias, este trabalho será feito também na parte interna da estrutura e as equipes começarão a trabalhar no processo de ceva, que é a captura das capivaras. Para isso, uma espécie de "cercadinho" é montado, onde são colocados alimentos para atrair os animais e, depois, capturá-los.

O próximo passo é esterilizar e aplicar carrapaticida nas capivaras para, somente depois, soltá-las novamente no parque. Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente, a empresa contratada tem o prazo de um ano para finalizar todo o processo.

Mas, cada uma das cerca de 100 capivaras que vivem na região, tem até 72 horas para passar pelo processo. Quanto menos tempo durar todo o procedimento, mais rápida é a recuperação dos animais, conforme informou a Secretaria. 

A área do Parque Ecológico onde vivem os bichos também passará por aplicação de carrapaticidas e capina. Estima-se que esta primeira fase do projeto deve custar R$ 500 mil, verba esta vinda de medidas compensatórias ambientais.

o Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama) emitiria, ainda nesta segunda, o termo de referência e a licença para monitoramento e controle de animais silvestres para o plano da prefeitura, mas até o fechamento da reportagem, não conseguimos falar com o órgão para confirmar se a autorização foi liberada.  

FONTE: hojeemdia

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