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10/12/2018

Imagens flagram filhote de baleia preso em rede para conter tubarões na Austrália

Isto já vem sido falado há tempos, mas, ninguém tem dado muita bola. Parece que agora está tomando um vulto considerável..... Um verdadeiro absurdo!!!!!!
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Ativistas denunciam que governo tenta esconder o extermínio da vida marinha
A intenção é proteger os banhistas que aproveitam as praias de Gold Coast, um conhecido balneário no sudeste do estado

10/06/2018

Após se perder da mãe, bebê coala é aquecido por cachorro na Austrália

Que coisinha mais fofa, gente!!!!
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Segundo veterinário, o coala se protegeu entre os pelos de cachorro para se manter aquecido durante a noite fria
Imagine a cena: você acorda pela manhã, vai até o quintal da sua casa e, quando percebe, tem um bebê coala dormindo no cangote do seu cachorro. O que parece improvável realmente aconteceu na Austrália, na cidade de Strathdownie.

Mas não pense que se trata apenas de uma amizade de filme entre os bichinhos.

10/03/2018

Austrália registra aumento das exportações de gado vivo

Este mercado asiático é dominado pela Austrália que faz estes embarques de animais vivos há mais tempo que o Brasil. Podridão humana!!!!! Nossos companheiros daquele país lutam muito contra esta barbárie.....
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A forte demanda da Indonésia e do Vietnã levou a um grande aumento no número de bovinos vivos exportados pela Austrália, com agosto representando o

9/24/2018

Vídeo que mostra condutor a atropelar aves de propósito causa choque

É de impressionar o camarada atropelar os bichos comemorando às gargalhadas..... Este é legítimo filho do demo!!!!! Deus que me perdoe, mas, pra fazer isto por prazer só pode ter parte com aquele lá......
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Homem na Austrália detido por “crueldade horrível”, depois de “se divertir” a matar emus numa estrada de terra, com o

8/16/2018

Grave seca faz Austrália suspender proibição de atirar em cangurus

Sei que vivo repetindo isto, mas, a Austrália me impressiona por atos bárbaros como este... e olha que é um país considerado  evoluído....
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A Austrália autorizou os fazendeiros do estado de Nova Gales do Sul a atirar em cangurus devido à invasão destes animais a suas propriedades rurais provocada por uma grave seca. "Os cangurus que estão

8/04/2018

A Austrália não tem jeito com excesso de animais...

Há alguns fatores que privilegiam muito a reprodução de animais na Austrália. Ali, como em nenhum outro lugar é fácil que animais não autóctones se tornem uma praga. Exatamente por isso é estritamente proibido criminalmente introduzir um animal no país.

Inclusive animais de estimação devem passar por uma quarentena antes de serem liberados, se não, Johnny Depp e sua então esposa Amber Heard que o

8/03/2018

Coalas morrem de fome na Austrália devido à derrubada de árvores para impedir incêndios

A Austrália é useira e viseira de fazer estas caquinhas federais!!!!! Agora, veja aí como resolvem o problema..... Eu não entendo aquele país, sinceramente!!!! país evoluído e fazendo uma caca em cima da outra....
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Coalas estão morrendo de fome em uma ilha na costa sul da Austrália à medida que moradores derrubam árvores para

8/01/2018

Vídeo: cangurus tomam as ruas da capital da Austrália por escassez de alimentos

Os bichos estão ferrados tendo o humano como companhia neste planeta. Na Austrália é muito comum isto. Agora, vão promover o massacre de cangurus como fizeram com gatos, coalas, raposas, coelhos e outros mais que não lembro..... É dose!!!!!!
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Diversos cangurus invadiram as ruas da capital australiana, Camberra, por conta

7/13/2018

Esperança da ciência para coalas ameaçados

A Austrália com a doideira de enfiar animais nos ecossistemas sem mais nem menos, acabou por prejudicar os coalas....
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Apenas 43.000 koalas podem ficar em estado selvagem
Os coalas da Austrália, cuja existência está ameaçada por doenças, incêndios florestais,

6/27/2018

TRANSPORTE: Austrália investigará maior empresa exportadora de ovelhas vivas do País

Muito bom, né? agora é pegar as outras empresas que devem ter um monte de irregularidades....
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Austrália Investigará Maior Empresa Exportadora De Ovelhas Vivas Do País
O governo do estado da Austrália Ocidental defendeu a decisão de realizar investigações na sede o maior exportador de ovelhas vivas da Austrália, a Emanuel Exports, em Perth, em meio a alegações de que a empresa pode ter comprometido uma investigação federal.

O governo do estado da Austrália Ocidental irá investigar o maior exportador de ovelhas vivas do país pois a empresa pode ter alterado licenças. 

Oficiais do departamento de agricultura do maior estado do país executaram um mandado de busca nos escritórios da Emanuel Exports. A operação é parte de uma investigação sobre as condições de uma viagem realizada em agosto do ano passado que deixou muitos animais mortos.

Essa viagem foi o motivo para a revisão do veterinário responsável por avaliar os animais, Michael McCarthy, e levou a uma série de reformas em prol do bem-estar animal. Apenas uma recomendação, que levaria a uma proibição efetiva das exportações de ovinos ao Oriente Médio durante o verão no hemisfério, norte não foi aceita.

Enquanto os escritórios da Emanuel Exports estavam sendo investigados, Ahmed Gosheh, executivo-chefe do segundo maior exportador da Austrália, Livestock Shipping Services, anunciou que não transportaria ovelhas da Austrália para o Oriente Médio durante o auge do verão deste ano.

A justificativa era a redução de 30% dos animais vendidos após a revisão de McCarthy, que Gosheh Alegal ter “tornado o comércio antieconômico” Ele também disse a um jornal local que as novas restrições aumentaram os custos em US $ 35 por ovelha.

A ministra da Agricultura de Washington, Alannah MacTiernan, disse ao The Guardian Australia que o anúncio da Livestock Shipping Service não era surpreendente. Ela comentou que duvida que o comércio retome o ritmo durante a alta temporada nos anos subsequentes. “Acho que está bem claro que, se, e quando, o modelo de McCarthy for implementado, o comércio de verão não será viável”, disse ela.

MacTiernan disse que é possível que outros exportadores façam o mesmo, e os matadouros na Australia Ocidental poderiam “administrar tranquilamente” as mais de 150.000 ovelhas que sobraram.

Ela defendeu a decisão de investigar a Emanuel Exports, dizendo que as autoridades tentaram trabalhar com o departamento de agricultura federal para obter certos documentos – incluindo as condições das licenças de exportação – mas não tiveram sucesso.

O departamento federal forneceu às autoridades todos os documentos relacionados à empresa que haviam sido divulgados anteriormente sob as leis de liberdade de informação, mas disse que a divulgação de quaisquer outros documentos poderia colocar em risco uma investigação federal sobre as preocupações de bem-estar durante a viagem Awassi Express de agosto de 2017.

O diretor da Emanuel Exports, Nicholas Daws, disse que a empresa cooperaria com “qualquer mandado emitido validamente”, mas que “não acredita que o governo estadual tenha uma base legal para investigar ou intervir em assuntos relacionados à exportação de animais vivos, dado o alcance do governo federal”.

Essa declaração foi apoiada pela Federação dos Fazendeiros de Australia Ocidental e pelo Conselho Australiano de Exportação de Animais Vivos. Ambos criticaram o governo do estado por conduzir a busca e acusaram MacTiernan de perseguir uma empresa privada para acabar com o comércio.

O executivo-chefe do conselho de exportação, Simon Westaway, disse que a decisão da Livestock Shipping Service de suspender seu comércio de alto verão este ano não significava que os exportadores começariam a sair definitivamente do negócio, ou que o comércio não seria mais viável.

No entanto, a presidente da Animals Australia, Lyn White, disse que a decisão mostrou que o modelo de negócios dos exportadores vivos estava “sofrendo” com as melhorias “mínimas” no bem-estar animal.  A Animals Australia vai contestar a decisão de conceder a Emanuel uma permissão de exportação para junho deste ano no tribunal federal no próximo mês.

Fonte: 24 Brasil
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Outra matéria:
NA NOTÍCIA: Cancelamento de licença de exportador de ovelhas é uma decisão federal, diz premier da WA

PENALIDADE: Indignação na Austrália por condenação leve para homem que matou 6 pinguins

Que penalidade sem vergonha!!! Está parecendo as melecas de juízes daqui do Brasil que soltam bandido  adoidado alegando falta de provas....
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Um homem que matou seis pinguins da espécie azul (a menor do mundo) foi condenado a prestar 49 horas de serviços comunitários por um tribunal australiano, uma sentença que provocou a ira dos ecologistas.

Joshua Jeffrey foi acusado de crueldade com agravante contra animais depois que espancou as aves com pedaço de pau quando estava bêbado, ao lado de outras duas pessoas, em uma praia de Sulphur Creek, no estado da Tasmânia, em 2016.

A juíza Tamara Jago afirmou que foi "um ato cruel contra pinguins vulneráveis" e que Jeffrey, de 20 anos, não demonstrou remorso, informou o jornal Hobart Mercury. De acordo com o jornal, a juíza "levou em consideração a capacidade intelectual limitada" de Jeffrey ao condená-lo a cumprir trabalhos comunitários e a pagar os custos de 82 dólares australianos (US$ 61), uma sentença que a associação Birdlife Tasmania criticou por ser "qualquer coisa menos dissuasiva".

O advogado de Jeffrey afirmou durante o julgamento que o cliente sofre problemas mentais desde a infância, segundo o anal ABC.

"Isto não impedirá outra pessoa faça exatamente a mesma coisa em algum momento no futuro", afirmou o diretor da Birdlife Tasmania, Eric Woehler.

"A sentença dá um valor mínimo à preciosa vida selvagem da Tasmânia. Isto estabelece um precedente inadequado para futuros ataques contra a vida selvagem".

A espécie pinguim azul pode viver até 24 anos e é encontrada apenas na Austrália e Nova Zelândia. Quase metade da população global destes animais vive na Tasmânia.

FONTE: em

6/01/2018

AUSTRÁLIA: O vírus que o governo australiano importou para matar coelhos

A Austrália é um país louco. Numa destas ocasiões que os coelhos proliferaram, eles importaram raposas para matar os coelhos. Sabe o que aconteceu? os coelhos diminuíram, mas, as raposas tomaram o lugar dos coelhos.... Daí apelaram para a caça e produtos químicos. As raposas morriam em total sofrimento. E até hoje, inventam matanças de animais que por não serem nativos e não terem predadores naturais, proliferam a ponto de ser considerado praga. Recentemente, mataram milhares de gatos, lembram?
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Pequenos animais foram importados da Europa para a caça esportiva, mas se proliferaram sem controle; destruição agropecuária levou governo à apelar à guerra biológica.

"Não exagero quando digo que o solo literalmente se movia. A quantidade de coelhos era tão grande que, se você caminhasse pelo campo, teria a sensação de que o pasto caminhava junto."

É assim que o criador de animais Bill McDonald recorda a invasão de coelhos que devastou zonas rurais da Austrália por volta dos anos 1950.

O número de coelhos chegou aos bilhões, que destruíram pastos, raízes de plantas e colheitas e impactaram duramente a criação de gado e a agricultura - além de evidenciarem os perigosos efeitos da descontrolada ação humana sobre a natureza. As autoridades australianas só conseguiram conter a crise com a ajuda de um vírus identificado no Uruguai e que acabou sendo empregado em uma guerra biológica contra os pequenos mamíferos.

Efeito catastrófico inesperado
Como se chegou a tal ponto? Foi por acaso.
Os coelhos haviam sido introduzidos na Austrália vindos da Europa, em meados do século 19. Foram transportados para ali para serem usados na caça esportiva, mas em pouco tempo os animais passaram de vítimas a algozes.

Com uma proliferação descontrolada, os coelhos da Austrália se converteram em um exemplo catastrófico de o que pode acontecer quando uma espécie estrangeira é introduzida em um novo ambiente. O programa de rádio BBC Witness entrevistou McDonald, hoje com 88 anos, para entender a dimensão da crise. Ele foi criado na granja de sua família, em Nova Gales do Sul, que havia sido fundada por seu bisavô escocês em 1863.

Na década de 1930, a invasão de coelhos já havia se convertido em um problema sério em todas as zonas rurais australianas.

A maioria dos agricultores os caçava. Também construíam cercas quilométricas, mas os animais sempre conseguiam escapar.

A situação se agravou com a Segunda Guerra Mundial, que forçou a ida de muitos australianos à Europa para combater.

McDonald lembra de quando, aos 10 anos de idade, ficou sozinho com a mãe em sua granja. "Durante a guerra, o controle de coelhos foi praticamente inexistente. Simplesmente não havia mão de obra suficiente (para contê-los), então os coelhos tiveram total liberdade."

As terras foram devastadas. Os coelhos comeram toda a folhagem, as raízes e os tubérculos, deixando o solo arrasado e desprotegido contra a erosão. Os mamíferos foram considerados a maior ameaça da história da agricultura do país.

Guerra aos coelhos 
McDonald lembra também o impacto que a praga teve sobre seu gado. "As ovelhas ficaram fracas, então você não conseguia obter a quantidade nem a qualidade desejadas de lã."

Assim, as autoridades acabaram incentivando os fazendeiros a empreender verdadeiras batalhas contra os mamíferos. Uma tática comum era construir cercados para atrair coelhos, prendê-los e matá-los com veneno. Tocas e túneis também eram envenenados com gás e destruídos com tratores.

McDonald conta que, diariamente, tinha de recolher "centenas e mais centenas" de animais mortos cruelmente pelos efeitos dos venenos. Mas nem isso foi capaz de conter o avanço dos mamíferos, a ponto de o governo partir para uma guerra biológica: encontrou uma doença proveniente da América do Sul que afetava apenas populações de coelhos.

Tratava-se da mixomatose, doença infecciosa causada por um vírus, o myxoma , que é transmitido por mosquitos. A mixomatose foi descoberta no Uruguai no fim do século 19 em coelhos também importados. A infecção causa tumores na pele e nas membranas mucosas dos coelhos.

Era algo "muito duro" de ver, diz McDonald. 
"Os genitais dos coelhos ficavam deformados, e a maioria deles ficava cega antes de morrer. Eles também perdiam muito peso porque não conseguiam comer."  No entanto, ele diz que não teve "nenhum escrúpulo" em lançar mão do vírus nas suas terras.

"Era uma batalha que já havíamos perdido antes em termos de controle dos coelhos. E, se eu quisesse criar ovelhas e produzir lã, não podia me dar ao luxo de pensar se estava certo ou não. Eu simplesmente tinha de fazê-lo."

Dezenas de milhões de coelhos sucumbiram ao vírus e, em grande parte da Austrália, mais de 90% dos animais foram mortos, dando estímulo à produtividade rural. Com o tempo, porém, alguns coelhos desenvolveram imunidade à mixomatose, e suas populações voltaram a crescer.

Por conta disso, nos anos 1990, o governo australiano adotou uma nova arma biológica, o calicivírus, que voltou a reduzir a quantidade de animais. De novo, muitos conseguiram se imunizar - portanto, a batalha continua.

McDonald diz que continua preocupado com a situação. "As novas gerações não sabem o que aconteceu nos anos 1930, 40, 50, e acho que os coelhos podem voltar a ser um problema no futuro se não trabalharmos duro para freá-los", opina.

FONTE: Terra

5/09/2018

CANGURUS: Cangurus atacam turistas com comida na Austrália

A Austrália é um país tão incoerente..... Volta e meia fazem matança de animais tipo raposa, gatos, coalas, cagurus e outros.... Daqui a pouco vão detonar cangurus..... Tem que fiscalizar os locais onde tem os animais para evitar este tipo de ataque, não?
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Os milhares de turistas que, todos os dias, visitam o parque de cangurus na localidade de Morisset, na cidade de Lake Macquarie, em Nova Gales do Sul, Austrália, leem um cartaz, à entrada do local, que os avisa para não alimentarem os cangurus.

Além de a alimentação humana poder fazer mal à saúde dos marsupiais, os cangurus são "animais não domesticados que podem causar ferimentos" a quem os tenta alimentar, alerta o aviso escrito que parece não ser suficiente para afastar turistas curiosos e ávidos de fotografias.

Acontece que, com o passar dos anos, cada vez mais pessoas têm dado entrada nos hospitais com lesões corporais provocadas pelos animais. A crescente preocupação em torno do caso levou o político local Greg Piper, antigo autarca de Lake Macquarie, a reivindicar ação urgente para conter o fenómeno e educar os turistas. "Os cangurus são engraçados mas também são capazes de ferir", disse à BBC, acrescentando que "as pessoas não percebem que estes são animais selvagens e que têm de ser tratados como tal".

Greg Piper, que apelou ao município a colocação de avisos em vários idiomas, culpa, em parte, a cultura de exacerbação nas redes sociais, onde todos os dias são publicadas fotografias com os animais. Segundo o deputado, há, aliás, vários artigos na Internet a darem conta dos melhores sítios onde ir para conseguir a selfie perfeita com um canguru.

Uma publicação compartilhada por Taís Lopes (@taislopesazevedo) em

Se, por um lado, há quem a consiga, por outro, há quem vá parar ao hospital a tentar. De acordo com o "Newcastlle Herald", um ataque recente de deixou hospitalizado um turista que teve de receber 17 pontos na cara. E o dono de um serviço de shuttle local, o Kroosn Shuttle Service, que leva cerca de 500 pessoas, por semana, até ao parque, garante já ter assistido a "inúmeros" ataques de cangurus. A mesma empresa de transportes publicou, no Facebook, fotografias de ferimentos causados pelos animais, e apelou aos turistas a abandonarem a prática.

FONTE: jn.pt

4/29/2018

Descriminação na Austrália: ordem proíbe cangurus de 'visitar' bar favorito

Concordo que não devemos alimentar animais silvestres, mas, nestes casos o que fazer? os animais estão acostumados a se alimentar ali.... teriam que fazer uma transição, né mesmo?
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Em um parque ambiental na Austrália, cangurus visitam regularmente um bar para receber comida dos donos e clientes do estabelecimento. Mas uma nova ordem das autoridades locais vai acabar com essa tradição.

Há 19 anos, cangurus do Parque Nacional John Forrest, na Austrália, costumam visitar um bar situado na zona para saborear cereais especiais aprovados por veterinários e regularmente fornecidos aos proprietários do local, informa a mídia local. No entanto, o Departamento de Biodiversidade da Austrália Ocidental proibiu recentemente os donos do John Forrest Tavern, bem como os visitantes da reserva, de alimentar os animais.

De acordo com a porta-voz do departamento, essa nova medida é baseada nas normas locais, que proíbem alimentar a fauna do lugar sem permissão legal. "Alimentar a vida selvagem pode ter impacto negativo na saúde dos animais", assegurou.

Para controlar a situação, planeja-se instalar câmeras de vigilância para garantir que ninguém viole a ordem, reporta o jornal Daily Mail Australia. Os violadores da regra, que entrará em vigor em 1º de maio, pagarão multa de dois mil dólares australianos (R$ 5,3 mil).

Entretanto, a gerente do bar, Megan Braid, afirmou que cangurus visitam regularmente o estabelecimento e até sabem abrir a porta. Portanto, agora a mulher receia que os animais famintos possam se tornar agressivos caso não obtenham o que querem. Além disso, Braid lamentou por poder perder clientes por causa da nova regra, visto que todos conhecem o local como "pub dos cangurus".

FONTE: sputniknews

4/28/2018

60 Minutos revela vídeo perturbador de um navio de exportação de ovelhas vivas

Pelo que foi noticiado, 2400 ovelhas morreram de calor durante a viagem.... A tragédia aconteceu no princípio deste mês e ainda não tínhamos registrado.  Na verdade eu só queria estar cara a cara com estes políticos desgraçados, estes comerciantes malditos e os cumplices asquerosos quando dizem que tudo isto visto nas cenas dos vídeos está sob regulamento e legalizado. Este caso denunciado para o mundo foi na Austrália, mas, aqui no Rio Grande do Sul e no Pará acontece o mesmo tipo de embarque de ovelhas....É desesperador ver cenas como estas...  O que podemos fazer é não nos omitirmos e ASSINAR A PETIÇÃO da ONG Animals Austrália que tenta de todas as formas acabar com esta crueldade sem tamanho..... Por favor, ajude e assinem porque vai ajudar a resolver aqui no Brasil também.
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Pela primeira vez, o 60 Minutes transmitiu imagens de dentro de um navio de exportação de ovelhas vivas, mostrando como é a vida dos nossos animais a bordo. O corajoso jovem estagiário Faisal Ullah falou com exclusividade ao repórter Liam Bartlett após gravar secretamente o vídeo a bordo de cinco viagens de exportação ao vivo para o gigante porta-aviões Awassi Express. Ninguém nunca capturou essas cenas antes. "Uma vez que eu estava a bordo do navio, e quando eu vi a condição do animal a bordo, foi apenas, quero dizer, terrível por dentro", disse Ullah Bartlett.

As imagens detalhavam violações graves dos regulamentos de exportação australianos, leis de crueldade contra animais e tratamento deliberado e insensível de animais australianos. A visão de Ullah foi registrada para o grupo de bem-estar animal Animals Australia, que cooperou com o 60 Minutes em uma longa investigação.

A bordo, as ovelhas foram empilhadas em dez andares e forçadas a permanecer em pé por três semanas - isto é, se sobrevivessem à viagem. Depois de três semanas, o navio atingiu as condições de alto-forno do verão no Golfo Pérsico. Em uma viagem, registros de navios confirmam que mais de 880 ovelhas morreram em um dia devido ao estresse por calor. Isso é uma morte a cada dois minutos. No dia seguinte, 517 morreram. Essa onda de "zona de morte" continuou por cinco dias.

O cientista líder em bem-estar animal, Professor Clive Phillips, disse ao 60 Minutes que nunca tinha visto nada tão angustiante quanto as imagens secretas de Ullah, onde muitas das ovelhas pareciam apenas "desistir e morrer". "É um comportamento sobre o qual eu li, eu nunca tinha visto isso", disse Phillips. “É uma crueldade deliberada porque os exportadores sabem o que os animais podem enfrentar durante a viagem.”

Os regulamentos de exportação declaram que “qualquer gado doente ou ferido deve receber tratamento imediato e ser morto humanamente onde a eutanásia é necessária”. No entanto, como a visão de Ullah revelou, o veterinário a bordo simplesmente não conseguia acompanhar. "Eles simplesmente morreram na nossa frente", revelou Ullah. “Apenas um por um. Um após o outro. 
“É o mesmo que colocar animais no forno. Quero dizer, você está apenas colocando animais vivos no forno. Os regulamentos de exportação ao vivo também estabelecem que nenhuma ovelha grávida deve ser carregada nesses navios.

No entanto, como 60 Minutes revelou, não só as ovelhas dão à luz a bordo, mas a tripulação está cortando as gargantas dos cordeiros e jogando-os ao mar. "Eu vi muitos cordeiros realmente jovens morreram", disse Ullah. “Eles foram esmagados sob os pés de outros animais. É tão angustiante. "Eles apenas passam por cima do lado [do navio]."

O comércio de ovinos de exportação vivo ganha uma média de US $ 250 milhões por ano na Austrália. Uma grande porcentagem desses lucros vai para Graham Daws, o chefe da Emanuel Exports, com sede em Perth. A indústria o introduziu em seu Hall of Fame no ano passado.

Daws recusou o pedido da 60 Minutes para uma entrevista, referindo-se a Bartlett ao corpo industrial e ao chefe-executivo do Conselho Australiano de Exportadores ao Vivo, Simon Westaway. Westaway argumentou que a Austrália tem os melhores padrões de exportação do mundo. "A realidade é que a Austrália realmente tem os melhores padrões do mundo quando se trata de exportação de gado e movimentação de gado por transporte", disse Westaway.  No entanto, a investigação 60 Minutes - Animals Australia mostra que as leis não estão sendo aplicadas em alto mar.

Isso vem como um choque súbito e inesperado para os políticos australianos. O ministro da Agricultura, David Littleproud, substituiu recentemente o maior líder de torcida da indústria de exportação, Barnaby Joyce. Falando a Bartlett na manhã de sábado, depois de ver uma prévia da história do 60 Minutes, Littleproud declarou que a indústria de exportação ao vivo enfrenta uma investigação e uma potencial proibição.

O ministro da Agricultura, David Littleproud, prometeu mudar a indústria de exportação ao vivo.  “Ninguém é irrepreensível nisso e eu digo que é indesculpável. Eu vou e garanto que daremos uma solução breve nisso. É importante demais para nós não entendermos direito o qua acontece nos navios”, disse Littleproud. De acordo com Littleproud, a próxima viagem de exportação ao vivo deve levar menos animais e um inspetor independente reporta-se diariamente a Canberra.

Esta manhã, o ministro disse hoje que a filmagem deixou-o "chocado no seu interior" e disse que, se os padrões não foram violados, então eles simplesmente não são bons o suficiente. "Eu já perguntei ao Departamento (autoridade independente sobre exportações ao vivo) por um 'por favor explique' sobre isso, mesmo antes de eu ver a filmagem", disse ele. "Recebi um relatório que dizia basicamente que este carregamento atendia a todos os sedes da cidade. 

Eu tinha algumas preocupações sérias sobre isso e pedi-lhes imediatamente que me dessem um resumo sobre se suas ações eram satisfatórias. Ainda estou revisando esse resumo. "Eu pretendo ter certeza de que somos um país justo e que todos tenham uma chance de ir, mas a realidade é ... se os padrões não foram violados aqui hoje, então, na verdade, os padrões não são bons o suficiente. "Se eles não forem, eu pretendo trabalhar de forma colaborativa - estou me reunindo com a Animals Australis e a RSPCA e com a indústria hoje para obter um caminho a seguir."

Os termos de prisão poderiam ser uma conseqüência potencial para os diretores da empresa que violassem os regulamentos. "É importante termos a integridade de volta à indústria", disse Littleproud. “Aqueles que fazem a coisa errada devem ser responsabilizados. Eu não pretendo dar um passo para trás. Tudo está na mesa."

O aumento das penalidades já está no Parlamento, mas o Sr. Littleproud trabalhará com a Oposição para tentar torná-las ainda mais duras. Ele também pediu ao Procurador Geral para investigar os poderes, capacidades e cultura do regulador da indústria. O exportador é mais uma vez Emanuel Exports, administrado por Graham Daws. Daws emitiu uma declaração dizendo que suas empresas trabalharão de maneira totalmente cooperativa com o regulador e reduzirão o número de ovelhas nas viagens de verão. O Conselho de Exportadores ao Vivo também sinalizou que fará melhorias urgentes.

Em resposta hoje, a RSPCA também criticou a indústria australiana de exportação ao vivo, dizendo que as imagens liberadas das viagens representam uma "falha óbvia em alcançar o alto padrão de bem-estar animal que a Austrália espera".  Emanuel Exports é o maior exportador de ovelhas vivas deste país. Há todos os motivos para acreditar que o que vimos nessas cinco viagens na noite passada é típico do que ocorre em todas as viagens que ocorrem nas costas da Austrália", disse Gary Humphries, presidente da RSPCA.  "Particularmente naqueles meses de verão entre maio e outubro ... quando as condições a bordo desses navios são horríveis e as mortes em massa de ovelhas são quase inevitáveis. "Acreditamos, como a RSPCA, que há um conflito irreconciliável entre o bem-estar animal e a continuação deste comércio e, portanto, estamos pedindo ao governo que promulgue a suspensão imediata do comércio de exportação de ovinos vivos deste país".

Humphries também disse que a suspensão não precisaria custar aos agricultores australianos o acesso ao mercado do Oriente Médio, dizendo que as ovelhas poderiam ser enviadas a abatedouros australianos para abate humanitário e depois transportadas para a região como refrigeradas ou congeladas. 

A cientista-chefe da RSPCA, Bidda Jones, também respondeu à reação de Littleproud ao filme, dizendo que ele deveria estar cauteloso com o tratamento das ovelhas nos vídeos, que poderia ser representativo de todos os exportadores e embarcações envolvidas no comércio de exportação australiano. "Estes navios foram todos assinados pelo governo australiano como cumprindo o padrão australiano para a exportação de gado vivo. Então, eles estão em conformidade quando deixam a Austrália com esses padrões".

Esses são os padrões que todos os outros navios estão trabalhando", ela disse. "Não há diferença entre os navios que outros operadores usam em termos de padrões de ovelhas e nenhum exportador pode controlar a temperatura e a umidade em que esses animais estão entrando no Oriente Médio. Nós estamos preocupados que (Littleproud) pode não ver o significado disto. Este não é apenas um exportador, não é apenas um navio. São padrões australianos que são necessários para atender a saúde e o bem-estar dos animais. O Ministro e o Departamento, sob a legislação atual, devem estar convencidos de que a saúde e a condição do gado serão mantidas durante toda a viagem de exportação. Essa é a lei. Não acreditamos, a partir dessa evidência, que isso seja possível."

Quanto a Faisal Ullah, o bravo jovem denunciante, ele sabe que vai ser incluído na lista negra de navios para sempre. Tudo o que ele quer é que os australianos, principalmente os agricultores, vejam a verdade.
IMAGENS FORTES


Fonte:  60 minutos     e Animals Austrália

4/21/2018

Chega de fabricar filhotes! Austrália proíbe reprodução comercial de cães e gatos

Que maravilha!!!!! chegaremos lá!!!!
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Recentemente, noticiamos aqui, no The Greenest Post, que Belo Horizonte quer proibir a venda de animais em pet shops. Ao que parece, esta deve se tornar uma tendência internacional: a Austrália acabou de adotar a medida.

O estado de Victoria acaba de sancionar lei que proíbe a existência de “fábricas” de filhotes de animais domésticos – como cães e gatos. A medida começa a valer efetivamente em julho e, na prática, significará que além do fim da reprodução comercial também não existirá mais a venda de bichinhos em feiras, parques, sites, clínicas veterinárias ou em qualquer outro estabelecimento comercial.

A aprovação da lei foi inspirada em Oscar, um cachorrinho que foi vítima desta indústria. A ativista Debra Tranter resgatou o cão em péssimo estado físico e psicológico e, desde então, luta para conseguir sua guarda. Ela fundou o Oscar’s Law, uma organização sem fins lucrativos dedicada a abolir as fábricas de animais domésticos na Austrália.

“A proibição vai destruir este modelo de negócio e ajudar a acabar com a crueldade animal”, diz Debra no site da ONG. A ativista diz ter esperança que a lei seja implementada também no resto do país. A medida é a primeira do tipo na Austrália e prevê ainda a adoção responsável por meio de grupos de resgate e abrigos.


FONTE: thegreenestpost

4/17/2018

Austrália exportou quase 600 galgos para Macau em dois anos

Agora vejam vocês: se na Austrália, país supostamente onde as leis funcionam, pessoas as ignoram, imagina aqui no nosso país.... Podridão humana!!!!! Lembrando que o canídromo de Macau acabou ...
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Apesar de a indústria da corrida de galgos da Austrália ter proibido a exportação dos animais para Macau, que está na lista negra do país neste âmbito, chegaram ao território centenas, entre 2013 e 2015.

O Governo australiano permitiu a exportação de 590 galgos para Macau em dois anos, depois de o território ter sido integrado na lista negra pela indústria das corridas de cães devido ao número elevado da taxa de mortes e padrões de bem-estar pobres. De acordo com o The Guardian, a fuga de documentos, divulgados pela deputada do partido australiano Greens, Mehreen Faruqi, tornaram públicos detalhes sobre a exportação destes animais aprovada pelas autoridades do país.

A lista de permissão de exportação de galgos mostra que entre 2013 e o final de 2015, cerca de 941 galgos foram aprovados para exportação para Macau, China continental e Hong Kong. Em 2013, a Greyhounds Australasia, organismo nacional de corridas de galgos da Austrália, colocou Macau na lista negra e recusou emitir passaportes para exportação, depois de terem sido conduzidas inspecções que revelaram muitas preocupações em relação ao bem-estar dos animais.

O partido Greens considera “abissal” o tratamento dos animais em Macau e na China continental, ao mesmo tempo que aponta Hong Kong como um conhecido ponto de trânsito. “Exportar cães para Macau onde são literalmente colocados a correr para morrer é dinheiro sujo e miséria comercial. Eu realmente interrogo-me se estas empresas se preocupam, de todo, com animais”, disse Mehreen Faruqi, citada pelo The Guardian.

A deputada referia-se às empresas de transportes de animais que, segundo os documentos apresentados por defensores dos direitos dos animais durante uma reunião no parlamento em New South Wales, revelam o envolvimento significativo destas empresas no comércio de exportação. A empresa JetPets ajudou no envio de 150 cães para Macau, 27 cães para a China e 104 para Hong Kong durante os dois anos. O The Guardian escreve também que as exportações para Macau estavam em desacordo com a abordagem adoptada pelo Greyhounds Australasia, que utiliza um sistema de passaportes para controlar o envio de galgos para o exterior.

Mas o departamento de agricultura australiano frisou que a questão está fora do seu âmbito ainda que seja responsável pela emissão de licenças para exportações de galgos. O organismo diz que só avalia se os animais correspondem aos requisitos do país importador. O que acontece depois da exportação não pode ser considerado pelo departamento. “Uma vez que os cães exportados cheguem ao seu destino, eles estão sob a jurisdição do país importador”, disse uma porta-voz do departamento, citado pelo jornal britânico.

A mesma porta-voz afirmou que as exportações de galgos foram significativamente reduzidas e que, no caso da China, não foram registadas quaisquer entradas destes animais no país em 2017 e 2018. Macau viu também uma redução considerável de chegada de galgos ao território, muito devido ao facto de o Canídromo estar prestes a encerrar.

Mehreen Faruqi escreveu a empresas de transporte de animais no final do ano passado, incluindo a JetPets, pedindo que parassem a exportação de galgos. Contudo, ao The Guardian, garantiu não ter recebido qualquer resposta. “Acho que muitas pessoas ficariam chocadas e enojadas ao saber que estas empresas que alegam preocupar-se com os animais ganharam dinheiro enviando cães para uma morte quase certa na China e em Macau”, declarou.

FONTE: pontofinalmacau

3/27/2018

Baleias encalham em massa em praia na Austrália e intrigam autoridades

Se a gente for pesquisar, já por 5 anos seguidos há, neste mesmo lugar, uma desgraceira desta..... Os estudiosos não dizem algo exato porque não sabem.... Pra mim é sonar de navio de destrambelham elas e daí perdem o rumo.... 
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Cerca de 150 baleias ficam encalhadas em uma praia no sudoeste da Austrália, segundo informações de jornais locais. Apenas 15 delas teriam sobrevivido. Autoridades afirmam que um grande esforço de resgate está em curso na região e que um alerta sobre a presença de tubarões na área foi emitido. As baleias foram encontradas por um pescador em Hamelin Bay, cerca de 300 quilômetros ao sul de Perth, na manhã desta sexta-feira. 

Aproximadamente metade delas já estava morta, de acordo com autoridades do Estado da Austrália Ocidental. "A força dos animais e as condições de tempo, com muito vento e possivelmente chuvoso, terão impacto em quando e onde tentarmos movê-los para o mar", disse Jeremy Chick, do Departamento de Biodiversidade, Conservação e Atrações. Autoridades disseram que os animais são baleias-piloto-de-aleta-curta, uma espécie encontrada nas águas tropicais e temperadas de todos os oceanos. Trabalho de equipe A Australian Broadcasting Corporation (ABC), a rede de televisão pública da Austrália, informou que dezenas de equipes de resgate estavam na praia. 

O alerta de tubarão foi emitido para que as pessoas fiquem longe da área. "É possível que os animais mortos e moribundos atuem como chamarizes, o que poderia levar os tubarões a se aproximarem ao longo deste trecho da costa", explicou o Departamento de Pesca do Estado em um comunicado. Essas baleias-piloto costumam medir até cinco metros e são encontradas em águas tropicais e subtropicais. 

Especialistas disseram que o encalhe pode ocorrer quando as baleias estão doentes, feridas ou cometem erros de navegação, particularmente em praias de declive suave. Mas o que houve neste caso específico ainda não foi explicado. Por vezes, animais encalhados podem emitir pedidos de socorro que atraem outras baleias para a mesma situação. Em 1996, cerca de 320 baleias-piloto-de-aleta-longa ficaram encalhadas, naquele que foi o maior caso do tipo já registrado na Austrália Ocidental.

Fonte: UOL e tvi 24

2/26/2018

Galinha vira galo, mas passa por cirurgia para voltar a ser fêmea

Fui pesquisar e achei o caso contado em vários sites..... inacreditável!!!! Pois é, mal comparando, se existe em animais que não sofrem influência de nenhuma espécie, por que não existir entre humanos a transexualidade, né?
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A vida de Olívia passou por uma transformação intensa até que encontrou tratamento
Uma história inusitada tem chamado a atenção dos morados de Sydney, na Austrália. Certo dia, a galinha Olivia passou por uma transformação repentina: começaram a crescer uma crista avantajada e um papo maior, além disso parou de colocar ovo. Do nada, passou a cantar. Olivia, que era galinha, virou um galo.

Segundo os veterinários que estudaram o caso dela(e), a galinha transexual sobre de uma rara síndrome, que atinge 1 a cada 10 mil animais dessa espécie, chamada de inversão sexual. “Durante o desenvolvimento embrionário, o ovário esquerdo dela não foi para frente. No entanto, não ficou totalmente sem função. De repente, ele começou a lançar testosterona, o que a fez ter características masculinas”, disse a clínica por meio do Facebook.

Para salvá-la da síndrome, os médicos resolveram fazer uma cirurgia e implantaram um chip com hormônios embaixo da pele para suprimir a testosterona. Tanto o papo quanto a crista de Olívia já diminuíram e ela parou de cantar. Agora, ela está mais feminina. O implante dura a vida inteira.

FONTE: midianews

2/20/2018

Como uma porca que pulou de um caminhão virou melhor amiga de crianças em santuário

Que porquinha maravilhosa.... que sorte teve e que benção deve ser poder conviver ou visitar estes animais, não? eu queria tantoooooo...
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À medida que as irmãs Phoenix e Aurora convivem com várias espécies de animais desde que nasceram; seu sucesso na internet

Um porco chamado Jimmy que adora assistir à televisão. Uma ovelha chamada Levy que usa óculos coloridos. Um peru chamado Kristoff que ama receber carinho. Esses são os melhores produtos para o Santuário Verde Pastures - algo como "Santuário Pastagens mais Verdes", na Austrália .

Dedicado é um resgatar e protege os animais de fazenda e outros ainda menos domésticos, ou lugar em Waroona , uma cidadezinha australiana com menos de quatro mil habitantes, que é um quase quatro mil milhas da capital, Camberra . É ali, entre o mar e como montanhas, que a enfermeira veterinária Rachael Parker cria suas duas filhas, Phoenix , de seis anos, e Aurora , de três, além de quase 130 animais.

Cabras, porcos, perus, patos, cavalos, alpacas, carneiros, galinhas, vacas e até raposas no santuário um lar amoroso e os cuidados das duas filhas de Rachael. Desde que nasceram, como duas convivem diariamente com os bichinhos resgatados. Os Vídeos das meninas Tomando hum banho de lama Junto fazer porco Sampson , Fazendo carinho na raposa Fergie OU Pulando na cama elástica com o bode Vincent van Goat São hum Sucesso na Página do Pastos mais verdes no Facebook .


"Eu trabalhei como enfermeira veterinária por oito anos e levei do trabalho para casa muitos animais para a eutanásia. Durante esse período eu tive uma oportunidade de abrir minha casa para dez ovelhas, quando seu antigo dono não podia mais cuidar delas ", conta Rachael. Foi assim que ela percebeu que animais de fazenda não são diferentes de animais domésticos. "Eu soube, então, que o trabalho da minha vida em série mostra esses animais às pessoas por outro ponto de vista."


Amigos, não comida
Cada animalzinho chega ao Greener Pastures de uma forma diferente, mas todos recebem nomes próprios e muito carinho. Há os que são simplesmente abandonados, os que são salvos de abatedouros, que são tornaram órfãos e até mesmo uma porca que pulou de um caminhão em movimento . Resgatados, todos passaram a ser tratados como membros da grande "família animal" do santuário.

Parte das aventuras de viver em uma fazenda com tantos bichos são mostrados por Rachael nas redes sociais. Em um dos vídeos, o que foi resgatado de uma floresta em pleno inverno quando ainda era um filhote.



A raposa Fergie Fox também chegou ali bem novinha e se uma das melhores amigas de Phoenix. Um dos videos mostra Fergie "escalando" a menina. Em outro, ela está recebendo uma dose de carinho da pequena Aurora. "Nós tentamos nossas redes sociais tão reais e alegres quanto possível. Amamos mostrar as pessoas como os animais de fazenda podem ser incríveis, divertidos e afetuosos , assim como contar suas histórias, a todas as versões são de partir do coração. "


Além de Rachael e das meninas, o Greener Pastures é mantido com uma ajuda de voluntários e de um comitê de caridade. Tudo é financiado por doações. "Como as que são recebidas pagam uma alimentação dos animais e como contas com veterinários. Mas nós infrayão dificuldade em fazer reparos e reformas na nossa infraestrutura ", afirma Rachael. O que é o que é o que você quer saber?


Infância à moda da fazenda
Educar como filhas para que tratem com carinho estes animais e uma preocupação constante para Rachael. Uma rotina da fazenda dá um elas, todos os dias, uma infância rara nos dias de hoje. "Elas não conhecem outra vida a não ser essa entre os animais. Sempre fomos abertos com elas sobre o que alguns deles passaram e que tenham acontecido a eles não são os tivéssemos ajudado. "Essadad fez com que elas se tornassem conscientes de que o trabalho desenvolvido não quintal de casa é muito importante.

Rachael diz que é uma convivência com os bichinhos deixa como meninas mais confiantes e capazes de colocar no lugar dos outros. " Notamos que muitas crianças têm medo de se sujar, ficam nervosas com coisas novas e algumas até mesmo têm pouca empatia. Semper esperamos que Phoenix e Aurora consideram uma espécie de confiança para interagir com os animais. Normalmente ao final da visita, elas têm sucesso e todos estão sujos, felizes e com novas perspectivas. "


Para ela, uma dieta vegetariana - sem nenhum alimento de origem animal - adotada pela família também ajuda a mostrar que "veganos não são apáticos. Elas são saudáveis ​​e cheias de energia! ". A opção por esse tipo de alimentação vem da percepção de que os animais de fazenda não são diferentes das famílias . "Fazemos coisas com os animais de fazenda que nunca sonharíamos em fazer com um cachorro ou um gato. É um condicionamento social, somos ensinados a comer ou não cresceremos fortes e saudáveis ​​".

Amor
A quem nunca imaginou conviver com bichos maiores que seus gatinhos ou cachorros, uma enfermeira veterinária aconselha: " você não viveu até um porco de 350 kg rolando para receber um carinho na barriga , ou deitado na grama para abraçar uma vaca sonolenta ou abraçado uma galinha até que ela durma nos seus braços. Esses animais têm tanto amor, são muito mais que um pedaço de carne ".

O Greening Pastures Sanctuary organiza eventos regularmente. Você pode ver todos eles  clicando aqui  (site em inglês). Visitas à propriedade também podem ser agendadas, mas uma agenda está cheia até maio de 2018. Todas como informações sobre o santuário, além de formulários de doação e adoção de animais você encontra nenhum site oficial .


FONTE: gazetadopovo

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