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12/25/2018

Touradas: queda de frequência confirmada na Espanha!

Será que ainda vou estar viva para ver o fim desta crueldade sem tamanho? Minha Santa, pele a "ele" aí pra me dar um prologamento..... hehehehehe..... Ao final tem uma petição, minha gente.... Assina, por favor?
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Touradas, cada vez menos populares na Espanha.  
As arenas espanholas perderam nada

9/15/2018

Associações de defesa dos animais preparadas para impedir touradas em Macau

É uma desgraceira danada..... Ô raça de humanos que não tem a mínima compaixão pelos animais.... Imagine a volta de touradas na China nesta cidade maldita onde fazem, também, festival de carne de cachorro como Yulim.... Pior saber que o tal Bolsonaro acha touradas um evento excelente para atrair turismo...... Jesus, nos salve deste e dê muita força para nossos companheiros lá em Macau.....
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11/30/2018

PS quer touradas sem sangue

Que gente maluca!!!!! de qualquer maneira, uma tourada é um espetáculo macabro de exploração animal..... Tem que acabar e PONTO.
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Deputado socialista vai apresentar proposta de lei que prevê touradas com velcro no touro
O deputado socialista Pedro Delgado Alves vai apresentar uma proposta de lei que

8/21/2019

One Voice se infiltra em uma escola de touros para crianças na França!

Gente, pelo amor de Deus!!!! não quer ver os vídeos, tudo bem..... MAS NÃO DEIXEM DE  AJUDAR QUEM ESTÁ TRABALHANDO PELO FIM DE TAMANHA CRUELDADE. Não se omitam.... Pensem nos pobres bezerros seviciados por crianças nascidas do capeta!!!!!


Este é o momento chocante de um jovem  touro

7/17/2019

A tourada só deixa cadáveres em sua passagem por Pamplona

Nossos companheiros trabalham  muito pelo fim das touradas e os malditos encierros de Pamplona e toda Espanha..... Não é mole não..... Que todas as forças do universo estejam com eles.... Assinem a Petição, por favor!!!! é o mínimo que podemos fazer para ajudar!!!!!
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6/19/2018

TOURADAS: Praça de Touros da Póvoa de Varzim será multiusos vedado a touradas

Isto é notícia boa!!!!!! 
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O presidente da Câmara de Póvoa de Varzim, Aires Pereira, disse esta terça-feira à Lusa que a Praça de Touros do concelho vai ser transformada em multiusos e deixará de receber touradas, uma decisão que a Federação Portuguesa de Tauromaquia vai tentar reverter.

"Vamos fazer ali um investimento de cinco milhões de euros, construindo um multiusos que acolherá as mais variadas atividades desportivas e culturais ao longo de todo o ano, e a manutenção de instalações para a realização de corridas de touros seria uma grande condicionante, pelo que decidimos que, ali, deixará de haver touradas", explicou o autarca.

Disse ainda que, ultimamente, apenas se realizavam duas touradas por ano naquela praça e que a sociedade "se tem vindo a posicionar de forma diferente" em relação a essas corridas.

"Há uma outra sensibilidade em relação às touradas, as novas gerações olham-nas de forma diferente, este ano já não se fizeram garraiadas nas festas académicas e a Câmara decidiu dar um novo uso àquela praça", referiu.

Este verão, assegurou o autarca, a Praça de Touros da Póvoa de Varzim acolherá as suas duas últimas corridas.

Em declarações à Lusa, o presidente da Protoiro, Helder Milheiro, manifestou "choque e surpresa" com a decisão e adiantou que já pediu uma reunião urgente com Aires Pereira para o tentar demover da ideia.

"Estamos em crer que, com diálogo, tudo se resolverá", referiu.

A ProToiro, Federação Portuguesa de Tauromaquia, diz que há soluções técnicas que permitirão "facilmente" a coexistência das mais variadas funcionalidades com a atividade tauromáquica e mostra-se "completamente disponível" para indicar especialistas com o know-how necessário para o efeito.

"Acreditamos que, com boa-fé e mobilização de conhecimento técnico, esta situação se resolverá com grande facilidade", acentuou Helder Milheiro.

A ProToiro aponta os casos das arenas do Campo Pequeno, Évora, Redondo ou Elvas, que foram recuperadas e acumulam "tranquilamente" a sua função tauromáquica com as mais diversas atividades desportivas e lúdicas.

"Seria um enorme contrassenso uma praça de touros ser reabilitada e não ter a sua principal função disponível, a não ser que exista alguma intenção oculta", enfatizou Helder Malheiro.

Acrescentou que a tauromaquia é um "traço centenário" da cultura e identidade dos poveiros, sendo a sua praça um "ex-líbris" da cidade e da tauromaquia no Norte de Portugal.

Disse ainda que a tauromaquia "é uma das marcas distintivas e uma das mais-valias" da oferta turística e cultural da cidade e da região.

Lembrou que a tauromaquia está classificada como "parte integrante da cultura popular portuguesa" e que impedir ou proibir manifestações culturais "é uma violação" da Constituição.

À Lusa, o presidente da Câmara lembrou que as touradas não passam a ser proibidas no concelho, mas apenas não se poderão realizar na atual arena.

"Se alguém quiser promover uma tourada no concelho, nomeadamente numa arena amovível, contacta a Câmara e a Câmara logo decidirá", referiu.

O projeto de transformação da praça de touros em multiusos, que contempla a cobertura do recinto, já está a ser elaborado, prevendo-se que a obra arranque em 2019 e esteja pronta no verão de 2020.

A corrida inaugural da Praça de Touros da Póvoa de Varzim decorreu a 19 de junho de 1949.

FONTE: jn.pt

4/28/2018

Podem os tribunais proibir touradas? Está aberto o debate em Portugal

É algo que choca nossa compreensão.... Como pode ser lícito alguém torturar um animal e depois matá-lo sob os auspícios do cidadão contribuidor de impostos? É difícil entender como Portugal ainda não descobriu uma saída para esta desgraceira que rola por lá....
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Ao considerar-se que os direitos humanos são um direito a um direito penal para invocarem as coisas injustificadas, defendem alguns. Mas diploma que diz que as corridas são lícitas contínuas em vigor.

Um ano depois de ter entrado em vigor, como acontece com o código Civil, as pessoas que são alvo de um estatuto de adquirem os direitos de natureza à luz, há quem defenda que está aberta a porta para proibir como touradas.

Controversa, foi defendida em meados de meados de julho de 2011, em uma missão de formação do Centro de Estudos Judiciários por Fernando Araújo, professor da Faculdade de Direito de Lisboa, com um vasto currículo em matéria de licenciamento de animais, e já tendo conseguido. Mas também é crítico, esta entre os juristas que se sentem dedicados a esta causa.

A sociedade de outrem europeus é uma lei que altera o Código Civil como os próprios seres vivos, bem como o seu estatuto de protecção jurídica. Trata-se de um documento próprio, um meio caminho entre os objectos e como coisas. O suficiente para Fernando Araújo defender que anular automaticamente uma norma inscrita numa lei de 1995 que exclui as corridas de touros dos maus tratos contra animais. “É evidente que o que é possível é que os espectadores estejam noivos de viver em dotados de sensibilidade. Todas as normas que se opõem a este são implícitas ou explicitamente revogadas ”, declarou o docente, que designou esta transformação como“ uma revolução do direito ”. As suas turmas existentes podem ser submetidas a uma acção de formação que pode não ser vista no Centro de Estudos Judiciários.

A "revolução" precisa, porém, de os juízes que nos tribunais tornarem-se um direito a espectadores tauromáquicos um caso com base nesta interpretação, touros aqui ou acolá.

Do lado oposto da barricada avança-se com um argumento de peso. “A lei está em vigor há um ano, durante o qual já se viveu em uma época tauromáquica com a importância de ser sonhada por país, e como associações anti-touradas não agiram. Não há maior demonstração de falácia em relação ao tipo de defesa, que é um exercício intenso de contorcionismo ”, observa Ricardo Pina Cabral, que nesta edição representa uma federação portuguesa de tauromaquia Protoiro. “O legislador não quis, com a sua alteração ao Código Civil, proibiu os espectadores tauromáquicos ou de arte equivalente a se expor a uma inconstitucionalidade, uma vez que o direito à cultura está consagrado na Constituição”, acrescenta, em ao PÚBLICO.

O cerne da questão parece estar na alínea a) do artigo 1305 do Código Civil, que diz que o direito de propriedade de um animal “não abrange a possibilidade de, sem motivo legítimo, inflingir dor, sofrimento ou quaisquer outros maus tratos que resultem em sofrimento injustificado, abandono ou morte”.

Como um outro dia de formação em um outro país, Paulo Mota Pinto, quer ser uma ideia de sentido legítimo de um indivíduo injustamente são os juristas designados por conceitos indeterminados, com um significado de poder competir às vezes em cada momento concreto, consoante os litígios que são são apresentados para dirimirem. “Se houver leis que liberam o licenciamento das touradas será difícil achar que não é a causa do sofrimento”, equacionou o mesmo docente. Mas, também, que os conceitos indeterminados constituem uma porta de entrada para a evolução das concepções sobre uma questão, por via da jurisprudência dos tribunais. Já Fernando Araújo apelou aos formandos para que “tenha coragem,

Nenhum dos professores universitários está disponível para falar com o PÚBLICO sobre este assunto. Já o juiz da Relação de Lisboa Carlos Marinho explicou o papel que cabia aos juízes na interpretação da lei: pescar em cada momento e em cada circunstância é o valor da tradição que prevalecia ou antes da protecção dos animais. “A lei não nos legitima a dar esse salto sem o crescimento da sociedade”, considera Carlos Marinho. Competirá, assim, aos juízos, na opinião de Paulo Mota Pinto num debate recente dedicado à natureza jurídica dos animais “dar expressão ao consenso social existente em cada momento”.

O primeiro "virá do Norte"
Partilhando as convicções de Fernando Araújo, a Provedora dos Animais de Lisboa, também jurista Marisa Quaresma dos Reis, antecipa-se a um quadro de um tribunal do Norte do país. , enquanto no Sul outro tribunal decide em sentido contrário.

Aí, caso existam recursos dessas deliberações, tenham os tribunais superiores a desempatar. “O primeiro herói entre os juízes virá do Norte”, antevê.

Ligado à plataforma anti-tauromáquica Basta, a sua antecessora no cargo, Inês Real, that is not that an integrated to movement in the United States of the United States como guiasse, vindo da doutrina. Poder agora à-lo-lo, invocando como teses de Fernando Araújo.

Não pode ser tão tão simples. Na Procuradoria-Geral da República, o procurador Raúl Farias discorda do professor universitário: “Teve que se concretizar uma realização de espectáculos tauromáquicos, o que constitui motivo legal / legítimo” para o sentido, salienta. E ainda é um processo: ainda que se entenda o contrário, “não se mostra-se atento a qualquer processo punitivo civil ou penal para o proprietário dos touros”.

Touradas são lícitas
O Conselho da Magistratura sobre os principais direitos dos animais, Carlos Castelo Branco, não faz sentido. No entanto, a presente declaração não é de qualquer outra importância para uma licença ou ilicitude das touradas, remete, remetendo para a tomada de decisão em 2002 da lei de 1995, que estabelece uma lícita a realização de touradas.

Também para o procurador Paulo Sepúlveda, que publicou recentemente um manual sobre os crimes contra os animais de companhia, apenas uma revogação sobre a lei anterior, abriu uma porta à proibição das corridas. Mesmo que o espectáculo tauromáquico consista "numa imposição de maus tratos ao touro como o cavalo, pode ser ferido pelo touro".

Só com a ação de primeiras ações no tribunal se irá saber para que lado penderá a justiça. No PAN, a jurista Cristina Rodrigues diz que “quando não pode haver uma lei diferente para cada zona do país”. E uma contabilidade que faz a lista de pessoas que dão causa a Partido-Animais-Natureza: “Dos 308 municípios existentes no país só 40 têm actividade tauromáquica.

FONTE: G1

5/19/2018

ASSINAR PETIÇÃO: Mais de quatro mil assinam petição contra touradas nos Açores

Gente, assinem a petição..... a galera de Portugal precisa de nós..... Acendam o farol, por favor, e atuem a favor dos animais.... ão basta ler, tem que agir!!!!!
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Movimento fala em prática "retrógada" que "salpica verde das paisagens com sangue".
O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) condena o início de mais uma temporada das touradas à corda na Ilha Terceira e recorda que são já mais de 4 mil os que se manifestam contra esta prática.

‘Não mais touradas, com ou sem corda, nem violência contra os animais nos Açores’ - assim se chama a petição pública – foi criada há cerca de quatro meses e sublinha as consequências das tradicionais touradas na região: Por um lado, desrespeito pelos animais, por outro, humanos mortos e feridos.

No texto da petição é referido que a prática da tourada à corda, comum na Ilha Terceira, “não passa de uma tradição abjeta por vários motivos”. Em primeiro lugar, destaca o movimento, “são responsáveis pela morte e pelo ferimento frequente de numerosos animais, que são abusados inutilmente, para mera diversão humana”.

As touradas à corda são também “a causa do ferimento e da morte de seres humanos que por habituação nelas participam ou que simplesmente se encontram de passagem pelo local, calculando-se em cerca de uma pessoa morta e 300 feridos, em média, anualmente (embora, sem dados oficiais, o número possa ser superior)”.

Por fim, os peticionários frisam que esta prática contribui para uma imagem negativa dos Açores junto dos cidadãos nacionais e estrangeiros, “que se sentem incomodados ao saber que na região que visitam os animais não são respeitados, optando muitas vezes por escolher outras regiões onde o verde das paisagens não é salpicado com sangue”.

Face ao que expõe, o movimento considera que “não é introduzindo filarmónicas ou outros divertimentos na prática da tourada à corda que ela vai ficar mais ‘amiga’ dos animais e mais aceitável face à opinião pública. E condena "todas as iniciativas que, sem contribuírem para o definitivo fim desta prática cruel e retrógrada, tudo fazem para a perpetuar, beneficiando umas minorias que vivem à custa da exploração da ignorância e do sofrimento alheio".

Assim, o movimento defende que "está na hora de introduzir o progresso no âmbito das festividades populares e deixar atrás, no seu sepulcro caiado, todas as tradições que nos envergonham como povo" e protesta contra a intenção do Governo Regional de introduzir novas alterações à legislação que regulamenta a tourada à corda.

"Infelizmente, o Governo Regional e as autarquias da ilha Terceira são mais tradicionalistas que a própria Igreja Católica, e a sua ideia de progresso é manter para sempre associada às festividades populares do nosso povo uma tradição bárbara e violenta como são as touradas à corda", lamentam os peticionários.

FONTE: noticiasaominuto

1/31/2019

Os animais têm consciência de seu sofrimento?

Será que os animais têm consciência de seu sofrimento? A pergunta é tão profunda que parece estar além do alcance da ciência. Afeta diretamente um dos problemas mais fundamentais na singular hierarquia dos filósofos: a questão dos qualia, como a sensação de vermelhidão que o vermelho nos induz, ou a dor consciente que a crueldade nos produz. Mas as políticas para aliviar o sofrimento animal − ou

11/29/2018

Touradas: os que gostam, não gostam e "não admitem que se goste"

Quanto está difícil o fim das touradas.... Como falei, enquanto não houver uma consciência coletiva da crueldade praticada, a coisa demora a acontecer....
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Uns vêem a tauromaquia como uma prática “passadista e machista” e defendem o seu fim numa óptica de progresso civilizacional. Outros dedicam-se a mantê-la viva – nas arenas, e não só. A descida do IVA nas touradas estará

7/09/2018

Tourada na Assembleia da República de Portugal

O Partido português que defende os animais, tentou mais uma vez, por fim as malditas touradas. Infelizmente, não houve sucesso... Eu fico pensando na luta de companheiros em todos os países pelo fim desta desgraceira...... Sinceramente, se fosse aqui no Brasil, eu explodia tudo..... pegava uns bandidos e detonava tudo!!!!!  Se este tal Bolsonaro for eleito presidente e inventar estas melecas aqui no Rio, juro que levanto da maca e detono tudo......
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O PS e o PCP seriam os partidos mais penalizados se as touradas fossem ilegalizadas. O eleitorado não lhes perdoaria.

A proposta do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN) de acabar com as touradas foi chumbada, mas a votação teve alguns dados bem curiosos: em primeiro lugar, é sempre engraçado ver uma dissidência no Bloco de Esquerda, e o deputado eleito por Santarém, Carlos Matias, apesar de timidamente, não alinhou com os seus colegas de partido e absteve-se! Penso que é uma verdadeira lança em África atendendo à disciplina de voto que os bloquistas costumam praticar. Depois, no PS, oito deputados votaram contra, com a inevitável e inconfundível Isabel Moreira a liderar as hostes anti-touradas e 12 abstiveram-se. No PSD, Cristóvão Norte aliou-se ao PAN e disse não à festa brava, tendo um colega de partido ficado quieto.

Quanto ao PCP demonstrou uma coerência normal e votaram todos a favor da continuidade das corridas de toiros. E não é de estranhar, pois as câmaras onde o espetáculo tauromáquico é mais elevado à categoria de arte – e que faz parte da cultura local – o PC e o PS dividem o comando das autarquias. Não seria pois muito sensato estes dois partidos entrarem numa onda anti-touradas, correndo o risco de serem penalizados em futuras eleições autárquicas. Vila Franca de Xira, Benavente, Montijo, Coruche, Salvaterra de Magos, Santarém e Alcochete não perdoariam essa traição no futuro.

Outro dado curioso foi dado pelos faltosos: 22 não apareceram na votação. E também aqui a história foi curiosa: um deputado do BE, dez do PS, seis do PSD, dois do PCP e três do CDS escolheram outra atividade para ocupar o tempo enquanto decorria a votação.

Mas deixemos os deputados que votaram como bem entenderam, presumo, e avancemos para a corrida. Há um facto que é indesmentível: se um dia as corridas acabarem os toiros bravos têm a morte anunciada. Ninguém vai criar um bicho com todas as mordomias, onde não lhe falta espaço para ir treinando a sua bravura, para depois o matar para comer. Dizem os entendidos que isso ficará para uma imensa minoria rica que tratará de lhes dar uma vida de luxo para depois serem um pitéu à mesa. Também toda uma indústria e uma forma de vida desaparecerão. Não é que tenha alguma simpatia pela cultura marialva, que não tenho, mas as populações que vivem o fenómeno ficariam sem uma parte da sua vida: os bandarilheiros, os campinos, os toureiros, etc. teriam de ir para centros comerciais para encontrarem alguma agitação para as suas vidas.

Nunca fui a uma tourada mas adoro ver as pegas dos forcados, onde homens franzinos não têm medo de enfrentar touros com mais de 500 quilos. «O touro é o perigo, a morte que nos rodeia por todos os lados, que nos espreita ou que nos vem ao encontro. O toureiro é o que enfrenta o perigo, o que engana a morte lidando com ela, o que cria regras, uma arte para não morrer», dizia o matador Ignacio Sánchez Mejías, imortalizado por Lorca. Resumindo: faz-me muito mais confusão ver lutas na televisão, onde homens e mulheres batem noutros com tudo o que está ao seu alcance, havendo campeões do mundo de várias variantes, do que a luta entre homens e um touro, em que muitas vezes os homens acabam por perder a vida. Mas contra essas lutas ninguém luta. Hoje, é verdade, os deputados preocupam-se muito mais com os animais do que com as pessoas. Ou não é verdade que é muito mais traumatizante para uma criança assistir a uma luta de MMA do que a uma tourada?

FONTE: sapo.pt

7/07/2018

Está para breve o fim das touradas?

Fico pensando na luta de companheiros que vivem em países que tem tourada..... Só de pensar que o Brasil já teve esta desgraça e que o candidato a presidente Bolsonaro tem intenção de reeditá-la, começo a vomitar...... Se isto acontecer, vou para Plutão!!!!!
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O Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no Parlamento com as touradas em Portugal. Em entrevista ao 10 Minutos, na SIC Notícias, André Silva está confiante de que o projeto de lei, que vai a votos esta sexta-feira, terá um bom resultado

Com três artigos apenas, o Pessoas, Animais, Natureza (PAN) quer acabar no parlamento com a tourada em Portugal, num projeto de lei que será discutido na sexta-feira e que os aficionados acusam de ser apenas folclore e preconceito.

O resultado do projeto, explica-se numa frase: abolidas as touradas, revogadas todas as normas que vão contra esse princípio, publique-se e entre em vigor.

O deputado André Silva disse à agência Lusa que querer o fim da tourada "é o sentimento geral da sociedade portuguesa, o que se sente na rua, o que se sente nas redes sociais".

"O nível de rejeição é enorme por este espetáculo que vive da tortura. Estamos prontos, enquanto sociedade e país evoluído e progressista, para rejeitar que mutilar e rasgar a carne de um animal, fazê-lo cuspir sangue, seja uma tradição cultural".

Do lado dos aficionados, a associação Prótoiro acusa o PAN de uma "tentativa desesperada de ganhar visibilidade" e de fazer com este projeto um "folclore mediático" por trás do qual há uma vontade "demagógica e antidemocrática".

Em declarações à Lusa, o presidente executivo da associação, Helder Milheiro, apontou que a Constituição portuguesa garante o "direito à cultura" de todos os cidadãos e que este não pode ser condicionado por "critérios ideológicos".

"É antidemocrático qualquer órgão do Estado proibir o acesso à cultura", argumentou.

André Silva contrapõe que a essência da tourada é "sofrimento e morte", o que não se torna aceitável só porque "se faz numa arena e o matador usa lantejoulas".

O PAN considera que "não faz sentido e é inaceitável" que haja dinheiro público a chegar à tauromaquia "mascarada de atividade cultural".

O deputado questionou: "Se há tantos aficionados, porque é que precisam de apoios para contribuir e reparar arenas, porque é que há câmaras municipais a comprarem bilhetes para oferecer aos munícipes porque sem isso as praças de touros não enchiam?".

Na "estimativa conservadora" do PAN, chegam entre 16 milhões e 20 milhões de euros por ano de dinheiro público à tauromaquia, seja por via de apoios municipais ou por apoio "patrocinado pelo Estado", como a transmissão de touradas na televisão pública ou os apoios do Instituto de Financiamento da Agricultura à criação da "raça brava de lide".

Helder Milheiro considera absurdo invocar o financiamento público, uma vez que se trata de quantias "ridículas e insignificantes" de que o setor não depende para sobreviver.

"É uma tentativa preconceituosa de dizer que a tauromaquia é consumidora de recursos, quando na realidade é o contrário", afirmou, acrescentando que no setor se pagam "taxas e impostos diretos e há muitos milhares de pessoas em movimento e a consumir" em torno da tauromaquia, "uma atividade cultural com elevado impacto social".

A associação Animal, que se dedicou a reunir centenas de exemplos de financiamento à atividade tauromáquica por via autárquica na sua página na Internet, salienta a "importância histórica" de aparecer no parlamento um projeto como o do PAN.

A presidente da associação, Rita Silva, acredita que a tourada está "condenada pela contestação pública crescente" e salienta que a maneira mais eficaz de acabar com ela seria "cortar o oxigénio" por via do financiamento público.

"É muito importante que se fale no tema, seja um projeto mais ou menos realista", afirmou, referindo que a associação promove desde setembro de 2017 uma iniciativa legislativa de cidadãos que já tem 13 mil das 20 mil assinaturas necessárias para defender o fim dos apoios públicos, "a chave para a queda das touradas".

André Silva afirmou contar com a rejeição por parte do PCP, Verdes e CDS-PP, o apoio do Bloco de Esquerda e esperar que PSD e PS deem liberdade de votos aos seus deputados no que é "uma questão de consciência" individual.

FONTE: expresso.sapo.pt

1/13/2018

O brasileiro Carlos Santana conta história do touro contrário às touradas

Amo este touro.... Publicamos em julho/2017 sobre a estréia deste filme em Portugal. Confira: Ferdinando, o Touro e as suas mensagens anti-taurinas
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O brasileiro, diretor da animação, trabalhou em outras produções de sucesso, como "Rio", "Robôs" e "A Era do Gelo".

Chega aos cinemas nesta quinta (11) o aguardado filme de animação "O Touro Ferdinando". A história conta o drama do simpático animal que dá nome ao longa.

De touro, ele só tem o tamanho e o jeito medonho. O seu comportamento em nada lembra o dos bichos que são atiçados nas cruéis touradas: Ferdinando é calmo, tranquilo e prefere curtir a natureza a brigar até mesmo com outros animais da fazenda onde mora.

Sua vida vai bem assim, até que cinco homens vão ao local para escolher o touro que será levado para as disputas de touradas em Madri, na Espanha. Por conta de sua aparência assustadora, Ferdinando acaba sendo o escolhido. E se separa da família que o criou, o que o faz sofrer muito.

A produção do filme teve sete anos de duração. "Começamos em 2010 e, nos últimos quatro anos, 'O Touro Ferdinando' se tornou meu projeto principal. O resultado de tanto trabalho foi um filme que toca o coração das pessoas, com uma história que tem emoção, mas também oferece diversão", conta o brasileiro Carlos Saldanha, diretor da animação do longa, que também trabalhou em outras produções de sucesso, como "Rio", "Robôs" e "A Era do Gelo".

Absolutamente contra as touradas, Ferdinando começa, então, a lutar para abandonar o mundo dessa prática cruel e conseguir voltar para casa. A animação foi baseada no livro "Ferdinando, o Touro", lançado em 1936 e escrito pelo americano Munro Leaf (1905-1976).

Além da questão das touradas, a obra trata da aceitação das diferenças. "A temática do bullying, cada vez mais forte na sociedade, foi aparecendo durante a produção. Ficamos impressionados em como calhou de o filme sair no momento em que essa questão é tão discutida", completa Saldanha.

AMOR AOS ANIMAIS - Principal lançamento desta quinta nos cinemas, o longa de animação "O Touro Ferdinando" trata de dois temas bastante discutidos atualmente: o respeito às diferenças e a relação entre humanos e animais.

Neste último caso, mais especificamente, fala da tourada, prática cruel em que, ao fim de cada rodada, o touro torturado que participa dela é morto.

"Isso já fazia parte do filme e a discussão desses pontos foi evoluindo de acordo com o que foi acontecendo com o mundo ao nosso redor", diz Carlos Saldanha, brasileiro responsável pela direção.

Para Henrique Machado, fundador do Projeto Anjinhos da Rua de Peruíbe, que trata animais abandonados, a prática da tourada deve acabar. "É um crime e uma covardia, que um dia ficará no passado. Matar um touro em praça pública e ainda se divertir com isso mostra o quanto o ser humano ainda precisa evoluir."

FONTE: diariodecuiaba

11/28/2018

A “vida privada” do touro bravo antes dos “20 minutos de fama”

Gosto de publicar estas matérias porque ficamos conhecendo os bastidores da maldita tourada.... é impressionante.....
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Como são criados os touros bravos até chegarem a uma praça de touros? Que raça é esta e o que pensam os seus criadores? O PÚBLICO esteve numa das maiores e mais prestigiadas ganadarias à procura de respostas.

6/05/2019

Touros jovens são torturados até a morte por crianças em arena espanhola


Juro por Deus que não consigo entender porque estes países que ainda tem touradas não param com tamanha crueldade. Estamos num grau de evolução que não aceita mais este tipo de maldade contra os animais..... Deus, sei que está na Galáxia de Andrômeda, mas, por favor, passe aqui o mais rápido possível!!!!

9/22/2018

Milhares de pessoas reivindicam em Madrid o fim das bezerradas

Meu Deus, quanta luta!!!! quanta crueldade!!!! sinceramente, eu já teria explodido uma bomba nestes lugares...... Entrem no site do PACMA e vejam a quantidade de denúncias que eles fazem diante dos massacres e torturas contra os animais.... O bezerros sofrem demais para que novos toureiros sejam "formados" pela arte do demônio!!!!! Desgraçados!!!!! É chocante!!!!! por isso prefiro uma bomba .... pronto,

6/18/2018

POMBOS: "Por mim, o abate de pombos terminava agora"

Vale a pena a leitura:
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Provedora dos Animais de Lisboa diz que há desconhecimento sobre pombos, mas não só: "Era importante que, quando levam um animal para casa, as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos."

Marisa Quaresma dos Reis diz que o fim das touradas em Lisboa só depende da vontade da câmara em negociar com os donos do Campo Pequeno. E critica a lei dos maus tratos a animais, que tem previstas penas demasiado "baixinhas".

Como é feito neste momento o controlo da população de pombos em Lisboa?
Utilizaram-se falcões para os afugentar, mas era uma solução muito cara e esse contrato terminou. A ideia é criar seis pombais contraceptivos, equipamentos nos quais os ovos naturais são trocados por ovos de plástico. Por causa de constrangimentos orçamentais só existe um. Antes disso tem de se fazer um censo, para  perceber onde se concentram mais aves. Há especialistas que dizem que a captura e o abate não são eficientes, uma vez que os pombos migram e quando um desaparece há outro que ocupa esse espaço. Neste momento, quando há muitas denúncias são capturados com redes pelos serviços camarários e mortos com gás.

Isso é ético?
Qualquer morte de um animal só porque nos é conveniente não é ética. Nestas circunstâncias não é para salvar uma vida. É uma questão cultural. Qualquer que fosse o partido que viesse para a Câmara de Lisboa e deixasse de cumprir esta obrigação sujeitava-se a responder perante um tribunal administrativo. Porque é uma incumbência das câmaras municipais zelar pela saúde pública e fazer o controlo das ditas pragas.

Apesar de, como diz, os pombos não transmitirem grandes doenças aos humanos?
Sim. Por mim, a política de captura e abate terminava agora. Mas isso não é possível por causa das queixas dos munícipes. Há alternativas, como a colocação de redes e espigões nos edifícios.
O Rossio é um dos locais onde também já se vêem muitas gaivotas.
É um problema que se calhar daqui a dez anos terá a dimensão do dos pombos. Porque o alimento está a desaparecer do mar e elas são omnívoras. Comem gatinhos bebés, esventram pombos... até comem ração de gato.

É frequente vermos cães à solta nos jardins, apesar de ser proibido. Como conciliar isso com o respeito pela segurança dos transeuntes?
É uma questão cultural. Era importante que quando levam um animal para casa as pessoas tivessem alguma formação, uma carta dos seus deveres e direitos. Que as informasse dos perigos de não respeitaram a legislação.

Por lei os cães deixaram de ser coisas. O que implica?
Não é por estar escrito no Código Civil que deixaram de ser coisas. Para pessoas que viveram sempre com os animais como coisas, provavelmente só os seus filhos é que vão perceber que não é exactamente assim. O próximo passo é reconhecer personalidade jurídica aos animais. Sou uma das primeiras a defender isso.

Se neste momento um animal já tivesse personalidade jurídica, o que mudava?
Significaria que a nossa esfera de direitos estaria mais limitada por respeito aos direitos dos animais. Pode haver um conflito entre direitos fundamentais das pessoas e direitos fundamentais reconhecidos aos animais.

Lisboa devia ser uma cidade livre de touradas?
Claro que sim. Nem podia eu dizer outra coisa.

E porque é que não é?
No espaço público é. O problema é que o Campo Pequeno é privado e a câmara não tem competência para autorizar ou deixar de autorizar espectáculos no Campo Pequeno. É o último degrau que falta subir. Tudo depende da vontade da autarquia e da disponibilidade do grupo que gere o Campo Pequeno para chegarem a um acordo.

O Governo ainda financia a tauromaquia. Como encara isso?
Como uma morte anunciada. É provável que os subsídios terminem antes das touradas, comprometendo a sua viabilidade económica.

O que é preciso para melhorar a lei que criminaliza os maus tratos?
Consagrar claramente a morte directa e intencional de um animal como um crime inequívoco. Se um cão morre com um tiro ou uma facada, à partida existe margem na lei para se dizer que isso não está previsto no crime de maus tratos.

Porque é que acha que a lei foi feita assim?
Foi o resultado de muita negociação. Ou passava isto ou não passava nada.
Também há quem pense que já se foi longe de mais.
E também quem diga que para dissuadir os maus tratos pode ser mais eficaz reforçar o quadro contra-ordenacional do decreto-lei  de 2001 que transpõe a convenção europeia de protecção dos animais de companhia, cujas sanções pecuniárias podem ultrapassar os 3700 euros. O que ultrapassa quase sempre as penas de multa [aplicadas àqueles que são condenados ao abrigo da lei que criminaliza os maus tratos, que é de 2014], que não vão além dos mil e tal euros. As molduras penais dos crimes de maus tratos são tão baixinhas que ninguém leva isto a sério. A pessoa condenada pela primeira vez por maltratar um animal nunca vai presa.

As penas deviam ser mais pesadas?
Pois deviam. Mais que não seja, equiparada ao dano ou superior ao dano. O dano de um objecto tem uma pena de prisão até três anos.

Neste momento, uma pessoa sem cadastro podia cumprir cadeia por maltratar um animal?
Não, não. Tinha de ser uma coisa com especial perversidade, com muitos animais torturados, um crime continuado no tempo – e mesmo assim seria ousado.

Então quando diz que a moldura penal tem de ser mais pesada é a que nível?
Tudo. Subir a multa e subir também a pena de prisão. Os animais mudaram de estatuto não foi para ficarem abaixo das coisas, foi para ficarem numa categoria com mais dignidade do que as coisas. As touradas implicam sofrimento para os animais, se a natureza deles é serem sensíveis, estamos obviamente numa incompatibilidade que algum dia vai ter de ser resolvida.

FONTE: publico.pt

9/01/2019

O que penso de Emmanuel Macron? eu digo sem medo de ser feliz.....

Olha: Que ele fez um bom serviço ao denunciar e até ameaçar criar um protocolo sobre a Amazônia, é inegável. Todo mundo se mexeu (aliás, a soberania brasileira nunca esteve em risco)... 

Que ele falou certo quando disse que o Brasil precisava de um presidente mais responsável, não estava errado..... 

8/23/2019

Quem liga para o sofrimento dos animais

Gostei muito do artigo.
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Não é de se acreditar que ainda neste século XXI que os iluministas vislumbravam como um futuro utópico de grandes realizações e evolução dos sentimentos, ainda tenha quem faça gente e animais virem a sofrer. Foi chocante a notícia de apreensão de 90 galos treinados para brigar, em uma rinha na Bahia.

8/15/2019

Morte de touro com forcão motiva denúncia da Associação ANIMAL

É de uma selvageria que não cabe nos dias de hoje..... Fico triste por ser em Portugal do qual o Brasil é uma extensão.... Somos irmãos e protestamos com dor no coração por saber que lá ainda ocorrem touradas e vários outros eventos que maltratam os animais..... Não estranhem a grafia que é de periódico daquele país.
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Um vídeo do momento, que aconteceu na vila do Soito, mostra um touro a correr directamente contra a estrutura de madeira e a cair de imediato no chão da arena.

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