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10/05/2018

Veterinária alerta perigo de intoxicação alimentar em animais

Vale a pena dar atenção...
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Deixar o animal passar vontade pode evitar transtornos
Compartilhar o alimento com os pets é um hábito comum entre alguns donos, mas, isso pode prejudicar os animais causando uma intoxicação alimentar. Segundo a veterinária Raiza Medeiros, em entrevista no quadro “Sexta é o Bicho” do programa “A Casa é Sua” desta sexta-feira (28)

8/24/2018

Cachorros dormem fora de hospital por semanas para visitar paciente

É pra gente se desmanchar em lágrimas de tanta emoção!!!!! Axé para esta veterinária que foi sensível à história.... 
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Uma história emocionante sobre fidelidade!
Dois cachorros passaram dias e noites acampados na porta de um hospital aguardando o momento que finalmente teriam permissão para ver o tutor de um

7/07/2018

Veterinária de Florianópolis representa o Brasil em mutirão internacional de saúde animal

A Dra. Amélia (a esquerda da foto) não é mole não..... no empreendimento destes assuntos é imbatível..... Ótima cirurgiã e muito inquieta com as situações vividas pelos animais. Uma veterinária de mérito!!!! Com ela não tem mau tempo e é uma danadinha em castração.... Parabéns as duas que foram convidadas para a grande maratona.... Espetacular este projeto!!!!!
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O projeto reuniu 200 profissionais de todo mundo no México, em programa que se compara ao Médicos Sem Fronteira

A convite dos médicos veterinários, Dr. Jeffrey Young, host do programa Planet Animal e Antônio Rios Perez, pioneiros em métodos modernos de castração, as veterinárias Kátia Chubaci, de Florianópolis, e Amélia Oliveira, de São João Del Rey, Minas Gerais, foram as únicas brasileiras a participar da 9º Maratona Internacional de Castração em Yucatán, no México. Ao todo foram chamados 200 profissionais do mundo – entre Portugal, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Irlanda, Filipinas, Eslováquia e México – para castrar 3 mil cães e gatos no evento que se compara ao Médicos Sem Fronteiras.

O Planned Pethood International – PPI – liderado pelo Dr. Young, tem como meta contribuir para a diminuição do número de animais em situação de rua, a prevenção de zoonoses, bem como acidentes de trânsito provocados pela presença destes animais nas rodovias. O controle de natalidade animal repercute não apenas na medicina veterinária, mas também na saúde pública do coletivo.

Para Dra. Kátia, participar de um evento deste nível e com este propósito é uma honra e uma imensa oportunidade de trocar conhecimento, habilidades, técnicas, e principalmente por nos mostrar que não estamos sozinhas neste trabalho com os animais. “Esse mutirão serviu de exemplo a ser seguido pelo Brasil por ser perfeitamente viável quando o povo e o governo trabalham unidos. Na abertura deste evento fomos recebidos pelo governador do Estado de Yucatán e seu secretário do meio ambiente, prestigiando e valorizando a causa animal. É disto que estamos falando quando nos referimos a Medicina Veterinária do Coletivo”, afirma.

As veterinárias apresentaram ao Dr. Young e ao Carlos Bolo, organizador do Planned Pethood Internacional, um projeto para trazer o PPI para o Brasil. A ação tem o objetivo de atender a região do Amazonas, que irá abrir portas para outras regiões do país, onde o controle de natalidade não chega. “Tem cidade que pensa em fazer eutanásia de animais saudáveis, construir canil, abrigo como se fosse a solução, mas não é. Felizmente o Dr. Young e o Carlos aceitaram o convite e confirmaram que o PPI virá no próximo ano. Santa Catarina com certeza estará inclusa no programa ”, assegura Dra. Kátia.

De acordo com Dr. Young, o Planned Pethood acontece quando o governo do país oferece um aporte financeiro para a realização dos mutirões. “Por exemplo, eu doei mais de 2 mil fios de sutura que são melhores para os animais. Ou seja, nenhum veterinário que participa de um evento como este ganha dinheiro, pelo contrário perdem dinheiro porque deixam de trabalhar em seus países.  E qualquer doação financeira extra que recebemos vai para futuros mutirões de castrações e esterilizações de animais. Além disso, contamos com a população que oferece hospedagem e alimentação gratuita pelo trabalho que realizamos em suas comunidades. No fim, muitas despesas não cobrem, como gasolina dos translados, bem as cirurgias extras  que fazemos para pessoas pobres que têm animais e que precisam de outras coisas”.

A realização da 9º Maratona Internacional de Castração contou com o aporte  do governo de Yucatán no valor de um milhão e 366 mil Pesos. As três mil castrações impactarão para que cerca de 36 mil outros animais deixem de nascer em apenas um ano. Segundo a American Humane Association, apenas um casal de cães ou gatos e seus descendentes geram ao longo de seis anos, uma média de 73 mil novos filhotes, considerando dois cruzamentos ao ano por cada casal.

FONTE: portaldailha

6/21/2018

PROJETO EDUCACIONAL: Agente Federal Daniela de Almeida, leva educação ambiental à escolas públicas do Rio de Janeiro

Tenho muita alegria de repetir o quanto quero bem a esta veterinária que tive o prazer e honra de iniciá-la na defesa animal. Tenho muito orgulho dela por suas constantes iniciativas. Axé, menina linda e muito querida!!!! O caminho está certo!!!!!
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O amor pela natureza move a veterinária e APF, lotada na delegacia previdenciária da PF/RJ, Daniela de Almeida. Sentindo falta de fazer mais por aquilo que ela considera sua missão de vida, a preservação do meio ambiente, a agente começou em junho uma série de palestras gratuitas em escolas sobre conscientização ambiental juntamente com o biólogo, Yuri Domeniconi, especializado em comportamento animal.

A dupla, que tem feito palestra para alunos de 3 a 18 anos, aborda assuntos como antropocentrismo, poluição, desmatamento, tráfico de animais silvestres e impacto da produção de lixo. O projeto está no começo, mas tem despertado interesse de outras escolas e locais como Sesc e Bosque da Freguesia.

“Eu já fazia palestras e participava de seminários na área ambiental mas sempre para adultos, nunca jovens. Acho que a melhor forma de conscientizar é falando para esse público porque convencer adultos é difícil. O maior desafio era prender a atenção das crianças mas, como minha apresentação tem muitas imagens e vídeos, consegui e elas gostaram. Percebi que querem comprar o animal para salvá-lo do sofrimento mas a saída não é essa, é denunciar”, afirmou.

Foi por causa do trabalho que desenvolvia como voluntária e ativista na ONG “Fala Bicho” que ela se interessou pela atuação da Polícia Federal na repressão a crimes ambientais. Desde então, lá se vão quinze anos que ela ingressou na instituição com o objetivo de atuar nessa área. Na PF, ela já serviu no Tocantins e Amazonas, no combate ao desmatamento, tráfico e caça de animais silvestres e biopirataria. Fora da PF, ela também atua para mudar a legislação ambiental. Um exemplo foi sua participação em audiência pública na Alerj para chamar a atenção dos políticos para os crimes ambientais e pedir mais rigor na aplicação das penas.

“Trabalhando no combate ao crime ambiental, percebi que o mais efetivo seria associar o trabalho punitivo feito pela polícia com um de educação ambiental. É necessário mudar a legislação porque ela é muito leve. A quantidade de reincidências, por exemplo, é grande. E a punição não é educativa também. Lidamos com famílias que vivem da venda da madeira do desmatamento e da venda de animais silvestres”, explicou.

FONTE: ssdpfrj.org

6/19/2018

HEROÍSMO: Veterinária resgata um cão que caiu numa represa

Pois é..... isto é ser uma amante de animais.... isto é ser uma veterinária..... veterinária decente que usa sua profissão para cuidar dos animais ao invés de perseguir protetor como um tal veterinário aqui do Rio candidato que é a favor de rodeio, vaquejada, touradas etc., além de esculhambar o veganismo.

Todos nós que militamos na causa, sabemos da importância dos vets no cuidado da saúde animal. Considero 99.9% dos vets, gente muito boa, inclusive que agiria como esta pessoa maravilhosa..... Muito Axe para ela!!!!!

Aproveito para, daqui, mandar milhões de beijos à esta veterinária pelo seu ato.... Mãozinha deve ser daqueles cães tinhosos.... eitcha, morrendo afogado ainda vai morder o moço que foi lá resgatá-lo? ainda bem que a vet amiga estava por perto..... danadinho....  
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Veterinária se joga em represa para salvar cachorro com problema na pata
Profissional do canil de Matão (SP) não pensou duas vezes antes de buscar animal que conhece há apenas dois meses.
O amor aos animais e a dedicação ao trabalho levou a veterinária Ana Maria Schiavetto Lazari, de 31 anos, a protagonizar um resgate que está emocionando as redes sociais. A profissional do canil de Matão (SP) se jogou em uma represa para salvar um cachorro que tem atrofia em uma das patas, na manhã de domingo (17).  

Ana Maria estava de plantão no Canil Municipal, quando uma vizinha avisou que um animal estava se afogando em uma represa que fica ao lado do local. Ela correu até a represa com outros funcionários da limpeza do canil. Um dos auxiliares tentou salvar o cachorro, mas o animal que estava muito assustado e latindo bastante, foi agressivo com o homem que voltou para buscar uma corda.

Desesperada na beira da represa, principalmente, ao descobrir que o cão era o “Mãozinha”, Ana Maria se jogou na água fria da represa para pegar o cachorro. “Eu acho que agi como meu coração, eu morreria por um animal”, afirmou.

Mãozinha
O vira-lata Mãozinha foi recolhido das ruas de Matão pelos fiscais há dois meses, após uma denúncia de que ele estava sendo vítima de maus-tratos. Ele já chegou ao canil com uma atrofia em uma das patas dianteiras e está em tratamento. Segundo Ana Maria, ele tem cerca de dois anos.

“Ele fica comigo o dia inteiro. Onde eu vou, ele vai atrás. Ele tinha um carinho maior por mim, acho que por isso ele não tentou me morder”, afirmou Ana Maria. Ela não sabe como o animal, que fica solto no canil, foi parar na represa. Ela acredita que ele possa ter se assustado com cachorros maiores que moram na região.

Perigo
A represa onde o cachorro caiu fica ao lado do canil e é um local de risco. “Na hora do desespero eu só pensei que não podia deixar ele morrer. Essa represa é muito perigosa, onde já morreu muita gente, é muito funda, tem muita pedra”, disse Ana Maria. Mesmo assim ela entrou sem pensar na água gelada.

“A água é muito fria e eu tenho pavor de água gelada, por isso que eu perguntei antes, mas no calor da emoção que eu não senti ela fria, nem um minuto”, disse. “O meu problema foi que na hora que eu peguei ele [Mãozinha], eu entrei em desespero, eu já estava sem ar, eu quase afundei e até perguntei quem ia salvar ele porque eu não ia conseguir tirar ele, eu estava sem forças”, contou.

O cachorro foi retirado pelas outras pessoas que estavam no local, assim como Ana Maria que ainda ficou segurada em um galho recuperando as forças. Enquanto isso, muito assustado, o cachorro fugiu dos seus salvadores e só voltou ao canil na manhã desta segunda-feira (18).

Fonte: G1
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Retirado do Facebook da veterinária Ana Maria
Quando você não mede esforços pra salvar um animal,o amor falou mais alto ! ♥️ Mãozinha chegou no canil ,e tem um problema na sua patinha ,por isso não estava conseguindo sair da represa , ele poderia morrer de Qqr forma ,menos afogado !!! Não ia deixar jamais ...(isso foi agora de manhã ,domingo no canil)

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