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10/10/2018

Mercado para veganos cresce para atender demanda do público

Pesquisando, achei uma matéria bem interessante: "O pai que alimenta o filho com hambúrguer todos os dias. Fundador de empresa americana de hambúrgueres veganos quer redefinir o conceito de 'carne'; especialista alerta para consumo excessivo de ultraprocessados."
Agora, a matéria do Bom dia Brasil mostrou comentários meio irônicos dos jornalistas.... mas, eles vão ter que nos engolir!!!!! kakaka...

9/15/2018

França prende ativistas veganos por ataques a açougues e lanchonetes

Quando as pessoas não entendem por bem, há necessidade de chamar a atenção de forma mais contundente, não acha?
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Estabelecimentos como McDonald's foram vandalizados; açougueiros pediram proteção policial
Seis pessoas foram detidas no norte da França nesta semana após uma série de ataques realizados por ativistas dos direitos dos animais contra lojas e

3/01/2018

Mercado brasileiro se rende aos 5 milhões de clientes veganos e oferece opções para este público

Uau!!!!!! jamais poderia imaginar que o mercado vegano ia vingar com esta velocidade que tem ido..... Muito bom!!!!! Acho que antes de morrer ainda vou ver muita coisa!!!!!! 
💗🐔
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Pudim de abacate, suspiro sem ovo, brigadeiro sem leite de vaca, burguer de feijão, de quinoa ou de berinjela… torceu o nariz? Estas opções de doces e salgados feitos sem produtos de origem animal estão ganhando espaço por aqui. Existem hoje, no Brasil, 5 milhões de veganos e o comércio de produtos alimentícios tem se rendido a esta demanda crescente.

As sobremesas veganas estão entre as tendências mundiais do ano. Esta é uma das conclusões do Relatório Global Pinterest 100. O Pinterest, é um aplicativo que mostra o que está em alta em diversas áreas das nossas vidas, como moda e gastronomia. Segundo o relatório, o número de ideias salvas sobre os docinhos que não levam ingredientes ligados aos animais cresceu 329% em 2018. Só no nosso País, esse aumento foi de 585%, nos últimos seis meses.

Receitas como naked cake, torta de chocolate e brownie, estão entre estas tantas opções. Se antes parecia um bicho de sete cabeças encontrar uma comidinha gostosa sem esses elementos tão arraigados na nossa cultura, agora o que não faltam são receitas para fazermos a nossa versão deles. Certamente serão muito mais nutritivos que os originais e não irão causar danos nem aos animais, nem à nossa saúde.

Para ajudar os estabelecimentos a oferecer opções para este público e também para os vegetarianos e para pessoas com restrições aos ingredientes de origem animal, como o leite de vaca, a Sociedade Vegetariana Brasileira lançou em 2016 o programa Opção Vegana. A organização presta uma consultoria gratuita para os comerciantes interessados, com receitas, dicas de implementação dos novos produtos e divulgação. No site da SVB há também um guia gratuito para quem quer desenvolver, lançar e divulgar as suas opções veganas. O Programa está com 170 lojas parceiras.

A novidade é a rede Empada Brasil, que acaba de lançar uma empada de cogumelos. No ano passado, a empresa criou um pastel vegetariano, mas, segundo a diretora de marketing, Gabriela Fernandes, “Nós rapidamente percebemos que as opções ovolactovegetarianas não seriam suficientes para dar conta do que o mercado estava pedindo. Chamamos a SVB para conversar e a consultoria foi muito importante para nós acertarmos um produto vegano, que agradará não apenas os veganos, mas o público em geral”.

De acordo com a gerente de campanhas da SVB, Mônica Buava, “Uma opção vegana, quando é boa, atende bem a todos. Ter boas opções veganas no cardápio não é mais apenas uma questão de consciência e sustentabilidade, hoje é também uma questão de sobrevivência para o mercado de food service no médio e longo prazo”.

Aqui em São Paulo é cada vez mais comum encontrarmos opções veganas e vegetarianas em restaurantes e lanchonetes. Muitas hamburguerias estão se rendendo aos clientes e criando versões vegetais de seus burguers, com substitutos como feijão, cogumelos, grão de bico, quinoa e berinjela. É o caso da Basic Burguer, de acordo com o seu sócio-fundador, Alexandre Gatos, “Inauguramos em março de 2017 e temos tido muita procura, inclusive por clientes com estilo de vida vegetariano, quando ainda não tínhamos opções veggies em nosso cardápio muitos clientes perguntavam, ao acrescentarmos, pudemos ver o sucesso que faz. É claro que a demanda é muito menor do que os hambúrgueres tradicionais de carne, mas vemos que é uma tendência que está aumentando”. Lá o burguer é feito com feijão, shimeji, quinoa e alho poró.

Pioneira neste mercado, a Superbom trabalha com produtos veganos há 50 anos no Brasil, em 2017 teve um crescimento de 8% no faturamento, na comparação com 2016, e segue com um lançamento médio de 20 a 30 produtos por ano, são queijos, cream cheeses, salgadinhos e sucos integrais, entre outros. No momento, está sendo desenvolvida uma linha de proteínas veganas e ovolactovegetarianas, segundo o diretor de marketing da empresa, David Oliveira, “O mercado de alimentação para estes públicos está em franca expansão, não apenas porque cada vez mais pessoas aderem à prática, mas também porque uma dieta saudável é uma necessidade para uma parcela da população que tem restrições alimentares. A empresa se preocupa em aumentar, cada vez mais o leque de produtos para o público vegano e vegetariano, visto que na atualidade é o principal perfil do consumidor da marca”.

Não é só a nossa comida que tem ganhado novas versões, agora até os animais de estimação terão uma marca de ração vegana. Os empresários Victor Ramos e Thais Lage de Almeida criaram as marca por uma razão pessoal, “Somos vegetarianos e apaixonados por nossos animais de estimação e tínhamos uma certa dificuldade de encontrar no mercado um conceito de alimentação natural e vegetariana para eles. Foi aí que criamos a Vegpet, um e-commerce de produtos de origem vegetal, “cruelty free” (não testados em animais) e biodegradáveis. Em 3 anos de atividade da loja, percebemos um bom retorno e uma crescente demanda por alimentação vegetal. Eram pedidos de entrega em estados em que não atuávamos e por alimentos vegetais para gatos, que ainda não existiam em nossa loja. Por isso, agora em 2018, investimos em uma nova linha de ração 100% vegetal, elaborada com base em uma versão europeia e com o apoio de uma equipe nutricional e de veterinários. BichoGreen vai ser lançada agora em março e terá uma versão para cachorro e uma para gato”. As rações serão vendidas pela internet, mas a dupla tem planos de vendê-las também em lojas físicas.

FONTE: emais.estadao

2/15/2018

Produtora de ovos tem prejuízo de $ 74,3 milhões por causa de produtos veganos

Yes!!!!! vai demorar, mas, vamos chegar lá...... por enquanto fazemos o possível....
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O CEO da produtora de ovos Cal-Maine Foods (CMF) afirmou que os produtos veganos são responsáveis pela primeira grande perda de lucros da companhia em mais de uma década

A Cal-Maine Foods divulgou seu relatório de resultados de  2017 e teve perda de $ 74,3 milhões no último ano fiscal. Somente no quarto trimestre, o lucro da empresa caiu $ 24,5 milhões – um forte contraste com os $ 367 mil que a empresa perdeu no mesmo período do ano anterior.

O CEO da CMF, Adolphus (“Dolph”) Baker, atribuiu o declínio dramático ao crescimento da indústria de alternativas aos ovos, que inclui linhaça, tofu e produtos preparados com amido de batata e tapioca. Em 2015, a gripe aviária matou galinhas exploradas na indústria de ovos e muitos fornecedores de ovos exterminaram as aves.

Durante esse tempo, a popularidade da maionese sem ovos Just Mayo, da Hampton Creek cresceu no varejo – tornando-se a única maionese em sanduíches vendidos pela loja de conveniência 7-Eleven e na indústria de serviços alimentícios por meio do Compass Group (um dos principais fornecedores de alimentos para escolas e cafeterias em todo o país). Baker diz que, enquanto a “oferta” foi restabelecida, a demanda por ovos nunca se recuperou.

FONTE: anda

2/03/2018

"Vegano anda a cavalo?" Resposta.



O Fábio Chaves está fazendo um trabalho impecável...... gosto muito disso!!!! ele promove o veganismo como ninguém.....





FONTE: youtube

2/01/2018

Ana Maria Braga recebe ativista vegano para bate-papo e revela que sua própria filha é vegana

Foi apresentada uma receita vegana também.

Pela primeira vez na história, a apresentadora Ana Maria Braga recebeu em seu programa na Rede Globo, o Mais Você, um ativista e culinarista vegano. A atração foi ao ar ao vivo para todo o Brasil na manhã desta terça-feira (23).

Ivan Di Simoni (Instagram) conversou com Ana sobre o que é veganismo e ensinou uma receita de sobremesa vegana que leva aquafaba, uma espécie de clara em neve sem nada de origem animal.

Durante a conversa com Ivan, Ana revelou que sua filha, Mariana Maffei Pereira de Carvalho, é vegana. Ana disse que tem aprendido bastante sobre o tema por fazer pesquisas de pratos para preparar para a filha. A nora de Ana, apesar de não ser vegana, é adepta de alimentação natural e também tem sido uma grande influenciadora para ela.

A participação de Ivan foi impecável e ele teve a oportunidade de falar sobre a filosofia de vida que é o veganismo, e não apenas ensinar a receita. Ana se mostrou bem aberta ao tema também.

FONTE: vista-se

1/13/2018

Xuxa e Junno publicam foto de prato vegano com texto emocionante sobre começar uma nova vida

É legal mesmo que pessoas notórias mudem seus hábitos alimentares... Showzaço!!!!! ainda mais orque fizeram um belo discurso em favor dos animais.... 
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Novas vozes para os animais.
Dois dias depois de pedir para que seus fãs assistissem ao documentário Terráqueos – Faça a Conexão (relembre aqui), a apresentadora Xuxa Meneghel assumiu que agora é vegetariana.

O comunicado veio por meio de uma publicação do ator Junno Andrade, namorado de Xuxa, que postou a foto de dois pratos veganos em sua conta no Instagram. Na legenda, um texto realmente emocionante sobre como será a vida do casal daqui em diante. No fim do texto, as hashtags #vegetarian e #govegan figuraram entre outras.

“Não haverá sangue, medo, dor e nem remorso em nossas refeições, nos alimentaremos de amor e respeito aos animais.” – diz o texto.

Xuxa sempre flertou com o vegetarianismo. Muita gente acreditava, inclusive, que ela já era vegetariana há décadas, mas a verdade é que ela nunca havia afirmado isso.

Embora não tenham escrito de forma literal, o texto publicado por Junno dá a entender que o casal partiu para o veganismo direto, que não vão consumir laticínios, ovos e outros ingredientes que façam mal aos animais.

Sem a menor sombra de dúvida, os animais ganham duas vozes de peso em sua defesa com essa decisão.

Um passo de cade vez... hoje a Xu @xuxamenegheloficial (que já estava bem mais adiantada rs) e eu resolvemos começar uma nova vida!!! Uma vida mais saudável, onde nenhum coração terá que deixar de bater pra nos alimentar.... não haverá sangue, medo, dor e nem remorso em nossas refeições, nos alimentaremos de amor e respeito aos animais. É uma decisão muito difícil e corajosa. Sabemos o quanto somos frutos de uma cultura onde se pode matar em nome da sobrevivência do homem, não importando se outros seres devem abrir mão de suas vidas e de sua paz para que isso aconteça. Reconhecemos sim nossa culpa em todo esse processo, onde acabamos por compactuar com esse habito tão cruel e egoísta, mas o melhor de fazer parte dessa experiência de vida é saber que NUNCA É TARDE para dar o primeiro passo, para mudar e pra nos tornarmos melhores, estamos muito longe ainda, mas quem sabe um dia seremos dignos de sermos chamados de “SERES HUMANOS”. P.s. Esse hamburguer DELICIOSO é feito de grão de bico! 🌱🌱🌱 #vegan #vegetarian #vegetariano #govegan🌱 @sociedadevegetariana @nomoo @veganzabarrashopping @nutricionistarafaelamold @aleluglio @virandovegana @rafael_tortella
Uma publicação compartilhada por Junno Andrade (@junnoandrade) em

FONTE: vista-se

1/10/2018

Respondemos à afirmação de que “animais comem outros animais”, usada para atacar os veganos

Muito bom!!!!! vale a pena ver...
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Muitas vezes, ao tentar justificar o consumo de carne, as pessoas alegam que animais comem outros animais e que, por isso, estaria tudo bem comermos também.

No vídeo abaixo, Fabio Chaves, do portal Vista-se, comenta a respeito e dá argumentos para uma resposta tranquila e precisa.

12/26/2017

Veganos fazem comercial para o YouTube sobre por que não vão comer animais na ceia de Natal

Muito legal!!!!!!
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O canal Garotas Alfarroba (conheça aqui) publicou um vídeo bem produzido e bastante interessante nessa terça-feira (19). É uma espécie de comercial de peru de Natal, mas ao invés de incentivar a compra, pede para que os consumidores não comprem a ave ou qualquer outro animal.

O vídeo é uma crítica ao comercial do Chester da Perdigão (de onde vem o Chester?), que mostra atores dizendo por que eles terão o Chester na mesa na ceia de Natal (veja aqui o original).

Fonte: Vista-se

11/10/2017

Carne sintética deverá chegar logo aos supermercados

Na matéria há a pergunta se veganos comeriam a carne feita de células de animais. Realmente eu gostaria de ouvir opiniões.... Vou perguntar aos que conheço....
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O primeiro hambúrguer de carne sintética foi produzido em 2013, mas ainda não está na prateleira dos supermercados devido ao custo, por enquanto, proibitivo. O autor da façanha foi o professor Mark J. Post e sua equipe da Maastricht University (Holanda), que passaram sete anos pesquisando o assunto. Post afirma que a produção em escala fará o custo cair e estima que o produto estará no mercado em cinco anos.

Em entrevista à revista Brasileiros, ele explicou que técnica consiste em extrair células de um músculo da vaca e depois expandi-las em laboratório, “desenvolvendo o tecido por auto-organização”. Essas fibras musculares são muito semelhantes, “se não iguais, às fibras de músculo fresco proveniente de uma vaca”.

O processo não exige o sacrifício nem maltrata o animal, e as células cultivadas podem render “toneladas de carne”. Segundo o professor, o bife sintético terá o aspecto do original, com músculos, sangue e fibras, e sabor parecido. O método pode ser aplicado para obter o mesmo resultado em qualquer outro animal.

"Veganos, que não consomem carne por questões ideológicas, aceitarão comer um bife de laboratório?"


A preocupação com o tipo e a quantidade de alimentação disponível sempre esteve presente na história da humanidade, desde os primórdios. No século XVIII, o economista Thomas Malthus afligia-se observando que a população mundial crescia em progressão geométrica, enquanto a produção de alimentos progredia aritmeticamente, o que terminaria em catástrofe, se não houvesse controle da natalidade. A tecnologia cuidou de resolver o problema.

O problema de hoje não é a falta de alimentos - pois a produção é suficiente para alimentar todos os habitantes do mundo -, porém a distribuição desequilibrada, ou seja, a desigualdade social. Atualmente, outras questões se impõem, como o esgotamento dos recursos naturais do planeta, a poluição e a busca de um relacionamento mais ético com os animais.

Desde 1969, a Global Footprint Network calcula o chamado Dia de Sobrecarga da Terra. Avaliando, a cada ano, o quanto a população terrestre consome de recursos e a capacidade de regeneração da natureza. Em 1987, pela primeira vez, a data caiu antes do fim do ano, em 9 de dezembro.

Desde então, essa data chega cada vez mais cedo; este ano os recursos haviam sido consumidos no dia 2 de agosto. Com essa pegada, a humanidade precisaria de 1,7 planeta Terra para regenerar os recursos consumidos. Ou seja, a humanidade vive de um empréstimo do ecossistema, que não terá como pagar - e nos levará à catástrofe, se a ciência e tecnologia não vierem nos socorrer.

A produção de carne sintética também pode ser útil para ajudar a resolver uma parte desse dilema. Estudo revelou que a carne cultivada usa 45% menos de energia; produz 96% menos emissões de gases de efeito estufa e utiliza 99% menos de terra, em comparação com a pecuária.

Mas a carne cultivada tornou-se um negócio milionário. O pesquisador Mark Post abriu uma companhia, a Mosa Meats, para disputar o mercado. A empresa americana Hampton Creek quer ser a pioneira no mercado, pondo o produto à disposição do consumidor até o fim do ano. Dezenas de start ups, as novas empresas de tecnologia, estão investindo no ramo, tanto no cultivo de carne a partir de células-tronco quanto em alternativas vegetais, que imitem o gosto de um bife.

Portanto, a guerra de proteínas, livre do sofrimento animal, está apenas começando e pode levar à extinção de dinossauros do tipo JBS. E será que veganos, que não consomem carne por questões ideológicas, a defesa dos animais, aceitarão comer um bife sintético?

Biscoito sintético
A propósito, a carne cultivada nada tem a ver com o biscoito sintetizado a partir de alimentos descartáveis que o prefeito de São Paulo, João Doria, queria distribuir à população pobre da cidade. O granulado de Doria, pelo uso que o prefeito queria fazer dele, se parece mais com Soylent Green.

Soylent green
No filme de ficção científica “No ano de 2020” (1973), um detetive, interpretado por Charlton Heston, investiga o assassinato do executivo de uma empresa produtora de comida sintética, o biscoito Soylent Green, distribuído para alimentar a população pobre. A investigação leva à descoberta chocante sobre os ingredientes usados na sua composição.

Crédito
Revista Brasileiros: “Você vai comer carne de laboratório?” (https://goo.gl/M8r7js); Época Negócios: “Empresa dos EUA promete lançar carne artificial em 2018” (https://goo.gl/o764GL); Conexão Planeta: “Dia da Sobrecarga da Terra” (https://goo.gl/kR6NRM)

FONTE: opovo

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