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9/14/2018

Xuxa discute feio com seguidora ao defender veganismo

Meteu bronca.... achei legal!
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A apresentadora Xuxa Meneguel discutiu feio com uma internauta, em uma postagem do padre Fábio de Melo, no dia 7 de setembro, depois de postar uma mensagem em que incentiva as pessoas a deixarem de comer carne para serem veganas.

A postagem do padre foi o vídeo de uma galinha protegendo os pintinhos da chuva,

8/28/2018

Além do sucesso do Portal, o Gato que o administra, motiva pessoas cantando.....

Gente, acho o Fábio Chaves um excelente profissional na divulgação do veganismo. Seu trabalho no Portal Vista-se é impecável. Ético, objetivo e coerente são suas maiores qualidades explícitas em seu cotidiano. Penso que com a proliferação de paginas do facebook, periódicos e blogs falando sobre animais, deveríamos ter um critério de ler os melhores. Eu considero uma leitura obrigatória diária a ANDA, o Vista-se e nosso blog, claro!!!!!!! São informações e explicações do tudo que acontece em nosso metier...... Fica a dica!!!! digrátis!!!!!!! kakakakaka.....
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8/26/2018

Saúde, bem-estar animal e ambiente. "Porque decidi adotar um estilo de vida vegan?"

Vocês tem reparado como o Mundo vegano está se tornando uma realidade? Em todas as mídias é citado!!!! Isto é maravilhoso, não?
---------------Assistimos a um aumento exponencial de publicações sobre temas como a alimentação vegan e os seus benefícios na saúde, os testes em animais e o impacto da indústria pecuária no meio-ambiente. Começa a haver uma maior consciencialização dos efeitos destas indústrias na nossa saúde, nos

7/17/2018

Veganismo cresce entre judeus nos Estados Unidos

Formidável!!!!! será que vão acabar com o ritual KAPAROT onde rodam galinhas em torno da cabeça e depois as matam? tomara, né?  E o método kosher de abater animais vai acabar? tomaraaaaaa....... Como diz o samba: "Eu acredito na rapaziada....". Conheça o ritual AQUI  e o abate AQUI.
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O veganismo está crescendo entre judeus nos Estados Unidos, segundo informações da organização judaica de bem-estar animal The Shamayim V'Aretz Institute.

5/22/2018

VEGANISMO: Ana Maria Braga em seu programa diz que vegano só usa lã pura

Ontem, a Ana Maria Braga, falou uma boa parte do seu programa sobre Veganismo. A sua filha Mariana deve estar influenciando bastante posto que já é há 2 anos, me parece. Achei muito boa a matéria, pois, foi bem didática EXCETO quando falou que "vegano não usava veste sintética, que preferem tudo natural e que a lã tinha que ser pura"....ishi!!!!!! Sem noção!!!! Está no 13:27 no vídeo.... kakakaka.... Confiram:  
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Fonte: Mais Você  (publicado só a primeira parte)

4/19/2018

"Como aquela comida vegana foi produzida?", diz Alex Atala

Detesto este camarada..... ele faz pouco das pessoas veganas.... 
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Para o mais renomado chef brasileiro, uma agricultura que esterilize ecossistemas é pior do que matar animais
Às vésperas de completar 50 anos e quase duas décadas após inaugurar seu restaurante de alta gastronomia D.O.M, Alex Atala se mantém polêmico e inquieto. Atualmente, responde pelos cardápios de Dalva e Dito, Açougue Central e Bio (até o final de 2021, será inaugurada a versão hotel de alto luxo do D.O.M., no bairro dos Jardins. O investimento deve somar R$ 160 milhões e ser compartilhado com a butique de investimentos TAG Advisors e a empresa de desenvolvimento imobiliário Inovalli). Mas o chef quis sair da trajetória normal de sua profissão.

Revelou ímpeto inovador ao reorganizar o Mercado de Pinheiros, fundar o Instituto Atá (que visa “aproximar o saber do comer, o comer do cozinhar, o cozinhar do produzir, o produzir da natureza”) e planejar o seminário Fruto – diálogos do alimento, que reuniu chefs, ativistas e especialistas em alimentação e sustentabilidade para discutir o futuro da comida, em janeiro deste ano. Por isso, consumidores e empresários do setor de alimentos ouvem o que o Atala tem a dizer (o chef e muitos outros especialistas contribuíram com a edição de abril de Época NEGÓCIOS, que avalia os desafios da indústria da alimentação).

Como consumidores, estamos no caminho da alimentação mais responsável?
O jovem, de maneira geral, tem um tremendo engajamento na questão alimentação versus sustentabilidade. Mas muitas vezes você vê discursos emotivos pouco embasados. Tem que dar conteúdo para esses caras. Esses são os caras do futuro, existe um crescimento de vegetarianismo e veganismo gigante entre eles, mas eles estão (nisso) muito mais pelo lado cool.

É mais pena do animal do que preocupação com sustentabilidade?
Um esbarra no outro. Vejo pouca gente questionando como a comida foi produzida. Ser vegetariano ou ser vegano por compaixão eu entendo, mas e as nossas áreas degradadas? E a nossa biodiversidade? E a preocupação com a emissão de agroquímicos no sul da Amazônia, que cobre todo o nosso Cerrado, que entra no sul-sudoeste da Argentina e vai para outros países? Existe uma forma de agricultura hoje que não mata animais, mas esteriliza ecossistemas, o que é muito mais grave. Por que o discurso só apaixonado pelos animais? Vamos discutir: como aquela soja foi produzida? Como aquela comida vegana foi produzida? E se todo mundo virar vegetariano? O que vai acontecer com o planeta? Tem condição?

No agronegócio, que tipo de iniciativa existente parece promissora?
O Patrick Assumpção, da Fazenda Coruputuba (em Pindamonhangaba – SP), está fazendo um trabalho muito legal e pode ser mais uma grande mudança no Vale do Paraíba (o produtor cultiva 300 variedades diferentes em sua propriedade, muitas delas quase esquecidas, como cará-moela e araruta).

Que não nos falte modéstia, mas o que a gente está fazendo no território kalunga (comunidade quilombola em Goiás), com a baunilha do cerrado, pode ser transformador para o bioma, para a biodiversidade, para a região e para a população tradicional. A gente conseguiu fazer o funding com a Fundação Banco do Brasil e estamos com as estufas, criando mudas, aprendendo a domesticar essa baunilha. Parece que está dando certo. A primeira coisa a fazer é evitar uma corrida à extração da baunilha selvagem e à predação de uma espécie que custa US$ 15 o quilo.

A segunda coisa é estruturar a cadeia: pegar a população tradicional e, sem mudar as rotinas culturais dela, fazer com que essas mulheres kalungas tenham mais uma plantinha na sua casa, que vai dar algumas baunilhas durante o ano e que ela vai cortar no momento certo. Aquela comunidade vai beneficiar e soltar no mercado. É emocionante. Existe uma diferença entre pobreza e miséria e eles estão na linha do meio. Não tem luz, não tem escola, vivem da subsistência.

Pere Castells Esqué, químico que trabalhou com Ferrán Adrià, diz que é questão de tempo para os insetos serem introduzidos na nossa dieta. Você concorda?
Sirvo formiga no D.O.M. por deliciosa que é. É quase uma montanha russa: a pessoa vê uma formiga na frente dela, tem problemas, tem um lado emocional que funciona ali. Um mais corajoso põe na boca, faz uma cara boa e no final quase todo mundo come. Além de deliciosa, a formiga cria um momento inesquecível no jantar. Por outro lado, a gente começou um trabalho lá atrás.

Fui a primeira pessoa a falar de formiga (como alimento), no primeiro Mad (simpósio criado em 2011 pelo chef René Redzepi, então considerado o melhor chef do mundo). O René Redzepi se emocionou muito, encontrou formigas comestíveis e colocou no (restaurante dinamarquês) Noma. Tudo aquilo foi parar na FAO (Organização para Alimentos e Agricultura das Nações Unidas), um trabalho de colaboração em que a gente fala “insect as feed, not as food” (inseto como complemento alimentar, não como comida).

Qual é a ideia desse trabalho?
Na alimentação dos animais não existe preconceito em incluir insetos, mas para os humanos ainda há um tremendo bloqueio cultural. Posso te servir insetos como sirvo no D.O.M.: você recebe uma formiga para colocar na sua boca. Mas você pode transformá-la em pó e colocar como suplemento em qualquer outro alimento. Existe uma possibilidade real de os insetos serem suplementação de proteína para a humanidade.

Já temos no Brasil fazendas produtoras de insetos. Eu poderia usar insetos nos meus restaurantes. Venho pensando e uma série de pessoas vêm estudando isso. É um caminho que não deve ser abandonado. Existe uma demanda por proteína mundial e que nós vamos ter que suprir. Não dá para pensar no mundo sem proteína.

Nem sem carne?
Até as alas mais conservadoras da alimentação, dos dois lados – as carnívoras e as veganistas – entendem que o melhor caminho vai ser o do meio, que é o maior consumo de vegetais, comer menos carne e comer todo o animal. Fazer maior uso. Esses dias, numa discussão, alguém disse: mas os pobres querem filé-mignon, os pobres querem picanha. É natural! É delicioso e não tem nada de errado com isso. E nós, ricos, temos de promover isso! Desculpe, nós ricos temos de comer diversidade. A gente é o exemplo, no fim das contas dividimos o mesmo planeta. É função de cada um de nós: um sete bilhões de avos é problema seu, é meu. Não é demonizando ingredientes que a gente vai achar a solução, é comendo um pouco de tudo.

Comer bem é isso?
Gosto muito da definição do Carlo Petrini (sociólogo italiano que fundou o movimento internacional Slow Food): bom, bonito e justo. Se (o prato) é bom, se é lindo, se é sustentável, se é justo no sentido do comércio equitativo, isso já é comer bem.

Que passos pode dar, nessa direção, um profissional com o dia a dia corrido de hoje?
Um tempo atrás botei um post no Instagram falando que plantar sua própria comida era como imprimir seu próprio dinheiro. As pessoas levam as coisas (ao pé da letra)... ‘imagina, imprimir dinheiro é ilegal! E como é que faz quem mora em apartamento?’ A primeira coisa pra você plantar é estar vivo, é ter inteligência. As hortas urbanas são uma realidade, com a Paola Carosella liderando um movimento lindo [a chef foi uma das primeiras a usar os orgânicos produzidos no bairro de Parelheiros em seus restaurantes].

Tira o seu filho do videogame, sai você do jogo de futebol, da cerveja, pega a sua mulher e faça atividades que sejam agregadoras para a família. Quando a gente age, planta, produz, cozinha, esses atos são agregadores da família. Se juntar para comer é uma delícia. Então, puxa, eu tenho só 15 minutos. Quantas pessoas têm só 15 minutos para almoçar? Um monte. Naqueles minutos, se cada um levar uma coisa, vai ter um puta banquete. As pessoas precisam pensar em ações colaborativas. As pessoas conseguem criar coworkings, por que não criar espaços coletivos para a alimentação? Tem de vir um chef ganhando dinheiro para montar?

A geração de chefs mais jovens têm talento para cozinhar? Ou para administrar?
(Essa geração) Vai ser talentosa, mas o que é esse “talentoso”? Um Jamie Oliver na televisão? É um talento. Talvez não seja na cozinha. Acho que vão existir, nos próximos anos, chefs jovens milionários, ainda mais se a profissão continuar indo bem. Por que a Nike tem salário vitalício para o Ronaldo? Porque precisa dele pro resto da vida. A indústria da alimentação vai precisar de ícones. Vai precisar de gente e, se essa nova geração souber usar, tem chance de ganhar muito dinheiro com comida ainda.

FONTE: epocanegocios

4/03/2018

Veganos fanáticos X Pessoas normais



O vídeo é forte, mas, é muito apropriado para comparar as atitudes de humanos comuns, ditas pessoas normais, e de pessoas que amam os animais e querem que eles tenham direito a dignidade e a vida..... As imagens são fortes, como falei, mas são bem educativas!!!!!! mandem para as pessoas que falam que "os animais foram criados pra comer mesmo"...... Credo!!!!!! eita humanidade sem rumo!!!!!


4/02/2018

Mais 350 milhões de pessoas poderiam ser alimentadas se a América fosse vegana

Um material excelente que a PETA oferece para quem quiser se tornar um vegano. Clique AQUI e confira.
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Nosso atual sistema alimentar não está conseguindo lidar com a fome - mesmo aqui nos EUA. Mas um novo estudo propõe que, ao tornar-se vegano, poderíamos alimentar 350 milhões de pessoas a mais. Isso está no topo dos 327 milhões de americanos que já estão aqui.

O relatório publicado no Proceedings of National Academy of Sciences revela que “as substituições baseadas em plantas para cada uma das principais categorias de animais nos Estados Unidos (carne bovina, suína, laticínios, aves e ovos) podem produzir de duas a 20 vezes mais alimentos nutricionalmente semelhantes por unidade de terra cultivada. ”

Pesquisadores descobriram que usando a mesma quantidade de terra para produzir alimentos vegetais que sejam nutricionalmente similares (ou melhores que) a carne bovina, carne de porco, frango, ovos e produtos lácteos que eles substituem, a quantidade total de alimentos disponíveis ser comido aumentaria em 120%! Isso funciona para alimentar cerca de 350 milhões de pessoas a mais.

Para qualquer cínico obcecado por proteína, que come carne, os autores do estudo também descobriram que em uma área de terra que poderia produzir 100 gramas de proteína baseada em vegetais, apenas 60 gramas de proteína comestível poderiam ser produzidos através da produção de ovos. O uso desse terreno para produzir carne de frango, produtos lácteos, carne de porco ou carne bovina foi ainda menos eficiente, resultando em apenas 50, 25, 10 ou 4 gramas de proteína, respectivamente.

Podemos resolver os problemas mais poderosos da Terra, tornando-nos veganos. Durante décadas, a PETA tem informado as pessoas que a melhor coisa que podem fazer pelos animais, pelo planeta e pela própria saúde é se tornarem veganas. Estudos mostraram que, ao deixar partes de corpos de animais fora de nossas placas, poderíamos salvar milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano de mortes relacionadas à dieta .  Pesquisas também descobriram que, se as plantações fossem cultivadas para consumo humano direto - em vez de alimentos para animais criados para abate -, poderíamos alimentar mais 4 bilhões de humanos em todo o mundo.

 Muitos de nós se sentem impotentes diante da destruição ambiental, mas em apenas um ano, um vegano economiza 401.500 galões de água, protege quase 11.000 pés quadrados de florestas e evita que 7.300 libras de dióxido de carbono sejam liberadas na atmosfera. Quando começamos a testemunhar o impacto alarmante da mudança climática, nunca foi tão vital viver vegano.

Temendo um futuro distópico? Ajude a criar um mundo vegano hoje.
Um corpo avassalador de evidências demonstra os efeitos positivos da vida vegana no mundo. Esteja do lado certo da história - seja vegano hoje! E mesmo se você já é vegano, você provavelmente tem amigos e familiares que não são, então lembre-os do poderoso impacto que as escolhas de uma pessoa têm nos animais e no planeta

Fonte:PETA

3/01/2018

Mercado brasileiro se rende aos 5 milhões de clientes veganos e oferece opções para este público

Uau!!!!!! jamais poderia imaginar que o mercado vegano ia vingar com esta velocidade que tem ido..... Muito bom!!!!! Acho que antes de morrer ainda vou ver muita coisa!!!!!! 
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Pudim de abacate, suspiro sem ovo, brigadeiro sem leite de vaca, burguer de feijão, de quinoa ou de berinjela… torceu o nariz? Estas opções de doces e salgados feitos sem produtos de origem animal estão ganhando espaço por aqui. Existem hoje, no Brasil, 5 milhões de veganos e o comércio de produtos alimentícios tem se rendido a esta demanda crescente.

As sobremesas veganas estão entre as tendências mundiais do ano. Esta é uma das conclusões do Relatório Global Pinterest 100. O Pinterest, é um aplicativo que mostra o que está em alta em diversas áreas das nossas vidas, como moda e gastronomia. Segundo o relatório, o número de ideias salvas sobre os docinhos que não levam ingredientes ligados aos animais cresceu 329% em 2018. Só no nosso País, esse aumento foi de 585%, nos últimos seis meses.

Receitas como naked cake, torta de chocolate e brownie, estão entre estas tantas opções. Se antes parecia um bicho de sete cabeças encontrar uma comidinha gostosa sem esses elementos tão arraigados na nossa cultura, agora o que não faltam são receitas para fazermos a nossa versão deles. Certamente serão muito mais nutritivos que os originais e não irão causar danos nem aos animais, nem à nossa saúde.

Para ajudar os estabelecimentos a oferecer opções para este público e também para os vegetarianos e para pessoas com restrições aos ingredientes de origem animal, como o leite de vaca, a Sociedade Vegetariana Brasileira lançou em 2016 o programa Opção Vegana. A organização presta uma consultoria gratuita para os comerciantes interessados, com receitas, dicas de implementação dos novos produtos e divulgação. No site da SVB há também um guia gratuito para quem quer desenvolver, lançar e divulgar as suas opções veganas. O Programa está com 170 lojas parceiras.

A novidade é a rede Empada Brasil, que acaba de lançar uma empada de cogumelos. No ano passado, a empresa criou um pastel vegetariano, mas, segundo a diretora de marketing, Gabriela Fernandes, “Nós rapidamente percebemos que as opções ovolactovegetarianas não seriam suficientes para dar conta do que o mercado estava pedindo. Chamamos a SVB para conversar e a consultoria foi muito importante para nós acertarmos um produto vegano, que agradará não apenas os veganos, mas o público em geral”.

De acordo com a gerente de campanhas da SVB, Mônica Buava, “Uma opção vegana, quando é boa, atende bem a todos. Ter boas opções veganas no cardápio não é mais apenas uma questão de consciência e sustentabilidade, hoje é também uma questão de sobrevivência para o mercado de food service no médio e longo prazo”.

Aqui em São Paulo é cada vez mais comum encontrarmos opções veganas e vegetarianas em restaurantes e lanchonetes. Muitas hamburguerias estão se rendendo aos clientes e criando versões vegetais de seus burguers, com substitutos como feijão, cogumelos, grão de bico, quinoa e berinjela. É o caso da Basic Burguer, de acordo com o seu sócio-fundador, Alexandre Gatos, “Inauguramos em março de 2017 e temos tido muita procura, inclusive por clientes com estilo de vida vegetariano, quando ainda não tínhamos opções veggies em nosso cardápio muitos clientes perguntavam, ao acrescentarmos, pudemos ver o sucesso que faz. É claro que a demanda é muito menor do que os hambúrgueres tradicionais de carne, mas vemos que é uma tendência que está aumentando”. Lá o burguer é feito com feijão, shimeji, quinoa e alho poró.

Pioneira neste mercado, a Superbom trabalha com produtos veganos há 50 anos no Brasil, em 2017 teve um crescimento de 8% no faturamento, na comparação com 2016, e segue com um lançamento médio de 20 a 30 produtos por ano, são queijos, cream cheeses, salgadinhos e sucos integrais, entre outros. No momento, está sendo desenvolvida uma linha de proteínas veganas e ovolactovegetarianas, segundo o diretor de marketing da empresa, David Oliveira, “O mercado de alimentação para estes públicos está em franca expansão, não apenas porque cada vez mais pessoas aderem à prática, mas também porque uma dieta saudável é uma necessidade para uma parcela da população que tem restrições alimentares. A empresa se preocupa em aumentar, cada vez mais o leque de produtos para o público vegano e vegetariano, visto que na atualidade é o principal perfil do consumidor da marca”.

Não é só a nossa comida que tem ganhado novas versões, agora até os animais de estimação terão uma marca de ração vegana. Os empresários Victor Ramos e Thais Lage de Almeida criaram as marca por uma razão pessoal, “Somos vegetarianos e apaixonados por nossos animais de estimação e tínhamos uma certa dificuldade de encontrar no mercado um conceito de alimentação natural e vegetariana para eles. Foi aí que criamos a Vegpet, um e-commerce de produtos de origem vegetal, “cruelty free” (não testados em animais) e biodegradáveis. Em 3 anos de atividade da loja, percebemos um bom retorno e uma crescente demanda por alimentação vegetal. Eram pedidos de entrega em estados em que não atuávamos e por alimentos vegetais para gatos, que ainda não existiam em nossa loja. Por isso, agora em 2018, investimos em uma nova linha de ração 100% vegetal, elaborada com base em uma versão europeia e com o apoio de uma equipe nutricional e de veterinários. BichoGreen vai ser lançada agora em março e terá uma versão para cachorro e uma para gato”. As rações serão vendidas pela internet, mas a dupla tem planos de vendê-las também em lojas físicas.

FONTE: emais.estadao

2/28/2018

Xuxa Meneghel explica veganismo:'Não quero mais matar ou me alimentar de bichos'

Acho que a Xuxa tem uma influência muito grande na sociedade. Com uma atitude destas, ela atinge milhares de pessoas..... Muito bom!!!!
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Apresentadora sentia mal-estar após comer proteína: 'Ficava com afta, dores no estômago e má digestão'
Xuxa Meneghel anunciou ter se tornado vegana. Para o processo de transformação, a apresentadora da Record contou com a ajuda de Junno Andrade, com quem ela namora há cinco anos. "Ele me apresentou o documento 'Terráqueos'. Uau! Parei de ver algumas vezes, não queria assistir até o final, chorei e me senti péssima por fazer parte disso tudo. Hoje, comer proteína animal é querer, no mínimo, ter um câncer. Enfim, deu pra mim! Não quero mais matar bichos ou me alimentar deles", publicou em sua coluna na "Contigo".

APRESENTADORA SENTIA MAL-ESTAR AO COMER CARNE: 'MÁ DIGESTÃO'
Em sua coluna, a mãe de Sasha, que deixou o genro nervoso ao conhecê-la, contou que a dificuldade de digerir proteína animal começou quando ainda era criança. "Quando tentava, ficava com afta, dores no estômago, má digestão. Sentia dores de barriga até com leite e queijo. Nunca comi porco ou salame. Cachorro-quente? Só pão e molho. Mais tarde descobri que algumas pessoas não digerem bem a proteína animal. Para evitar os sintomas que comer a carne e alguns derivados animais me causava, passei a vida com azul de metileno na boca, recebendo massagens com bolsa de água quente e tomando remédios antigástricos. Para eu não sofrer tanto, minha mãe dizia para mastigar a carne e jogar o bagaço. E, uma vez por semana, comia fígado, pois falavam que precisávamos de ferro contido nele", relatou.

XUXA TAMBÉM REJEITOU OVO: 'QUASE ACHEI UM PINTINHO NA FRIGIDEIRA'
Foi a partir dos 13 anos que a comunicadora abandonou a carne "depois de penar muito". "Aos 25, o frango. Mais tarde, o ovo, pois achei um quase pintinho na frigideira. Segui com o leite e queijo sem lactose e, uma vez por semana, peixe. Afinal, diziam que a tal proteína animal era necessária. Depois de um tempo para cá, começaram a me fazer mal. O problema pode estar relacionado a uma enzima. Logo, me esforçava para comer peixe e outros derivados", disse a eterna rainha dos baixinhos.

MÃE DE SASHA LAMENTA: 'DESCOBRI TUDO ISSO MUITO TARDE'
Para concluir, a filha da dona Alda terminou sua reflexão com o mandamento "Não matarás": "Muita gente acredita que o bichinho morre feliz para matar a fome dos humanos e fala cada atrocidade para defender essa teoria, chegam até a citar a Bíblia... Descobri que faço parte da tribo dos 'chatos', um grupo que não quer mais repetir que ama os bichos, mas se alimenta deles. Uma galera muito criticada, pois ninguém gosta de assumir que, para o próprio bem, é preciso casuar sofrimento e morte. Estou com quase 55 anos e descobri tudo isso muito tarde. Mas, quem sabe, os meus netos e seus amigos não precisarão se envergonhar por tantos erros cometido por nós".

FONTE: purepeople

2/26/2018

Polishop lança máquina para fazer leite vegetal em casa com o termo ‘vegan’ no nome do produto

Muito bom mesmo, né? a Santa Internet tem produzido o milagre da redução do tempo em se conseguir vitórias para a causa animal....
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O veganismo definitivamente não está mais no underground.
Com 250 lojas e 5 quiosques espalhados por todo Brasil e com forte presença on-line, o Polishop é um dos mais conhecidos varejistas do Brasil. A empresa é brasileira, foi criada no ano 2000, e tem um faturamento anual na casa de R$ 1 bilhão.

Não há dúvidas de que o número de veganos é cada vez mais expressivo no Brasil. Grandes empresas estão de olho nisso e a Polishop não ficou para trás. Eles poderiam simplesmente ter lançado uma máquina para produção de leite vegetal caseiro com um nome aleatório, mas preferiram colocar o termo “vegan milk” (“leite vegano”, em inglês).

Mais do que usar o termo “vegan milk” no nome do produto, a Polishop usou o campo da descrição dele em seu site para questionar os leites convencionais, retirados de animais: “Os seres humanos são os únicos animais que consomem leite depois de adultos. Mas será que os leites e bebidas industrializadas são realmente saudáveis?” – diz o texto.

A “Vegan Milk Machine Viva Smart Nutrition” é uma espécie de liquidificador/processador que tritura, aquece e controla o tempo dos grãos para extrair o leite vegetal deles. Basta colocar grãos crus de soja, castanhas, arroz, gergelim, amendoim ou outro grão na máquina e apertar um botão. Ela faz todo o resto sem trabalho, sem bagunça. No fim do processo, basta passar o líquido por uma paneira – que acompanha a máquina – e pronto.

A máquina “Vegan Milk Machine Viva Smart Nutrition” custa R$ 659,90 no site da Polishop, mas está em promoção por R$ 599,90.

O preço não é convidativo, mas leites vegetais em supermercados são ainda bastante caros. Fazer em casa pode ser uma ótima ideia para ter leites vegetais econômicos e por vezes mais saudáveis do que os industrializados.

É importante lembrar que não é preciso uma máquina dessas para fazer leites vegetais em casa. Mas, conforme promete o fabricante, esse eletrodoméstico pode facilitar bastante no dia a dia.

FONTE: vista-se

2/15/2018

Produtora de ovos tem prejuízo de $ 74,3 milhões por causa de produtos veganos

Yes!!!!! vai demorar, mas, vamos chegar lá...... por enquanto fazemos o possível....
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O CEO da produtora de ovos Cal-Maine Foods (CMF) afirmou que os produtos veganos são responsáveis pela primeira grande perda de lucros da companhia em mais de uma década

A Cal-Maine Foods divulgou seu relatório de resultados de  2017 e teve perda de $ 74,3 milhões no último ano fiscal. Somente no quarto trimestre, o lucro da empresa caiu $ 24,5 milhões – um forte contraste com os $ 367 mil que a empresa perdeu no mesmo período do ano anterior.

O CEO da CMF, Adolphus (“Dolph”) Baker, atribuiu o declínio dramático ao crescimento da indústria de alternativas aos ovos, que inclui linhaça, tofu e produtos preparados com amido de batata e tapioca. Em 2015, a gripe aviária matou galinhas exploradas na indústria de ovos e muitos fornecedores de ovos exterminaram as aves.

Durante esse tempo, a popularidade da maionese sem ovos Just Mayo, da Hampton Creek cresceu no varejo – tornando-se a única maionese em sanduíches vendidos pela loja de conveniência 7-Eleven e na indústria de serviços alimentícios por meio do Compass Group (um dos principais fornecedores de alimentos para escolas e cafeterias em todo o país). Baker diz que, enquanto a “oferta” foi restabelecida, a demanda por ovos nunca se recuperou.

FONTE: anda

2/08/2018

Dueto conta, de forma bem-humorada, o conflito entre uma vegana e um carnívoro

Quando eu vi as cenas no programa "Tá no Ar", na TV Globo fiquei tão encantada..... O tema veganismo tem sido usado em vários programas e penso que, na maioria das vezes, com um certo respeito. Vide Ana Maria Braga que costumava fazer umas gracinhas até o dia que a filha virou vegana.... Aliás, deve rolar altas discussões entre elas, não?  ishi.....
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Agora foi a vez de "Trem-Bala", sucesso de Ana Vilela e parte da trilha de Malhação, ser parodiada pelo Tá no Ar: a TV na TV! "Teu Mala" é um dueto que conta, de forma bem-humorada, o conflito entre uma vegana (Luana Martau) e um carnívoro (Marcelo Adnet). Confira a letra:


Não é sobre ter
Certeza que é errado comer isso aí
É sobre saber que esse bicho
Morreu pra você consumir
É sobre pensar que matar pra comer
É uma atitude atroz
É sobre trocar esse hambúrguer com bacon
Por passas e noz
É saber que aquele frango frito
Nunca viu esse mundo bonito
Nem pôde sonhar
Cresceu, arrancaram as penas
Não é sobre negar que a indústria da carne no mundo
É cruel
É sobre achar que eu vou pro inferno
E você vai pro céu
É sobre a carinha
De nojo quando eu como um salsichão
E sempre afastar meus amigos
impondo sua opinião
A gente não concorda em tudo
Mas também não precisa ser chata desse jeito assim!
Tá bom, se enche de linguiça
E não vem reclamar se tiver uma pedra no rim.
Não é sobre saúde esse papo vegano
não vem me enrolar
Até mesmo porque você não come nem um ovo
E insiste em fumar
Não é sobre o cigarro que eu fumo
que afeta só o meu pulmão
Só aqui nesse espeto
São trinta galinhas sem um coração
Segura tua onda parceira
Vai comer tua chia e vê se me deixa em paz
Você que é um mala, parceiro
Eainda por cima assassina pobres animais.
Blá blá blá blá blá blá
Blá blá blá blá blá blá

Fonte: GShow Tá no Ar

1/21/2018

Sobre o Veganismo → as Verdades que Ninguém quer Falar

Faz todo sentido....
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Você está cansado de ver tortura animal no Facebook e em outras redes. Vídeos e notícias sobre crueldade animal pipocam pra cá e pra lá, até porque, o veganismo está fazendo mesmo muito sucesso ultimamente. Você não pediu pra isso e realmente é chato pra caramba ficar vendo seres inocentes sendo maltratados. Aí você fica ainda com mais ódio dos veganos que, no final das contas, distribuem violência gratuita na internet e você quer atacá-los mas não sabe como. Então vamos lá, existem algumas verdades que ninguém, ou quase ninguém, fala sobre o veganismo.

1. Veganos, no fundo no fundo, são falsos
Os veganos são atacados principalmente nas questões sobre o vestiário mas não somente. Além de questionarem que roupas eles usam, as pessoas costumam perguntar que materiais existem em torno da vida deles, desde o sapato, passando pela maquiagem, chegando aos instrumentos de trabalho e enfim... é verdade...

2. Não há como escapar da exploração animal
Essa é uma verdade que muitos não admitem. Por mais que você tente escapar da exploração do homem sobre os outros animais, isso é impossível. Tudo tem animal no meio. Se não fossem os animais explorados por nós, não teríamos feito quase nada, não teríamos chegado a um mínimo do progresso que chegamos. E isso seria muito bom, porque o progresso muitas vezes é a nossa destruição, só que não...

3. Se não fossem os animais explorados
Talvez estivéssemos vivendo uma vida de mais paz e harmonia com eles mas estaríamos ainda combatendo contra muitas doenças do passado, que hoje são erradicadas. Em medicina, quase que não há pesquisa sem uso de animais. Infelizmente, ratos, macacos, coelhos e outros animais pagam o pato da nossa saúde. E se os veganos sentirem dor de cabeça provavelmente precisarão tomar um remédio testado em animal. Mas a dor de cabeça até que pode passar com camomila. O duro é curar doenças sérias, né? E aí?

4. Veganos gostam mais de animais do que de gente
E aí que tem medicamento testado em gente mesmo, as cobaias humanas. Os homens têm consciência e recebem dinheiro para serem cobaias enquanto os animais não. O mesmo pensamento ataca os veganos dizendo por exemplo: "roupa de couro não mas roupa feita de trabalho escravo sim!?". Pois é, nem da exploração humana se escapa nesse sistema capitalista. É uma desgraça! Mas humanos são humanos, bicho é bicho...

5. Homens valem mais porque evoluíram mais
Quer você acredite na Teoria da Evolução de Darwin ou na Criacionista religiosa: o Homo sapiens é o verdadeiro rei dessa budega, quer tenha querido Deus ou a Evolução. Ou seja, de um modo ou de outro, é o homem quem está podendo!

6. Veganos matam plantas
Verdade! Até as plantas sentem, se comunicam entre si, enfim, têm vida e devem ser respeitadas como tal.

7. Veganos forçam uma dieta não natural
Verdade. Nossos antepassados comiam de tudo coletando e colhendo o que encontravam pela frente: frutas, sementes, ovos, plantas e até animais.

Mas, porém, contudo, todavia e entretanto...
Os veganos estão ajudando a difundir a consciência de valor à vida, toda forma de vida. Eles não pediram para vir ao mundo em que é quase impossível viver sem a exploração animal mas, com a luta deles, muita coisa já está mudando.

Muitos produtos vêm sendo pensados, projetados, pesquisados e elaborados sem a necessidade de explorar animais. Roupas, cosméticos, alimentos, bebidas e até medicamentos.

Os veganos sabem da dificuldade diária que é rejeitar qualquer coisa que seja fruto da exploração animal e, por isso mesmo, eles merecem ainda mais respeito porque realmente não é fácil. Até cerveja tem peixe, muitos corantes e outros aditivos são de origem animal. É muito provável que os veganos acabem caindo na exploração sem saberem mas, o que conta é a determinação, a vontade de combater uma crueldade que pode ser evitada por outros métodos.

Se somos inteligentes, se somos mais inteligentes que outros seres, devemos prezar por eles porque sabemos da sensibilidade e da importância da vida. Os homens também devem ser respeitados bem como toda a forma de vida deve ser respeitada. O fato de amar os animais, não significa odiar os homens e permitir ou admitir o trabalho escravo. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Parem de atacar os veganos, como meio de esconder uma possível decepção em não conseguir lutar diariamente contra os maus-tratos sofridos pelos animais, para satisfazer nossos desejos, ou porque acreditamos mesmo ser os mais abençoados, ou mais evoluídos do planeta.

Que os vídeos de horror distribuídos na internet consigam fazer com que as pessoas parem, pensem e mudem naquilo que podem mudar.

Para fazer bem ao planeta, aos animais, à vida, não precisa necessariamente ser vegano, é verdade! Mas é preciso respeitar a opção de cada um. Não precisa vir com teorias tentando convencer alguém de suas escolhas erradas quando tais escolhas não prejudicam ninguém, pelo contrário....

Diminuir o consumo de carne não fará mal à ninguém, deixar de contribuir para espetáculos, circos, aquários, zoológicos também ajuda a diminuir a exploração e a conscientizar as pessoas sobre tais meios exploratórios e inúteis.

Escolher produtos cosméticos, para limpeza, etc que não tenham sido testados em animais (afinal não são produtos de extrema necessidade) também contribui para a diminuição do sofrimento.

Enfim, o que você puder fazer, dentro das tuas capacidades, será muito bem-vindo para mudarmos este status quo de mundo onde a exploração do homem sobre os outros  animais impera.

E para finalizar, tente praticar a coerência. Nós não comemos gato e cachorro por uma questão cultural. Na Itália se come carne de cavalo. Na Índia não se come carne de vaca; árabes e os judeus não comem carne de porco. Qual a diferença entre estes animais? É tudo uma questão de cultura. Se você adora gato e cachorro e não pode imaginá-los na tua mesa, porque permite que, até cabrito,  faça parte do teu cardápio?

FONTE: greenme

1/16/2018

Filosofia de vida: como vivem os veganos?

Ueba!!!!!! não me dedico a divulgar o veganismo full time porque tenho minhas reservas com certas afirmativas que ignoram todo um início de luta..... Mas, fico muito feliz vendo estes resultados do trabalho de um pessoal coerente com a luta pelos direitos dos animais....
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Com crescimento de 40% ao ano, o veganismo conquista cada dia mais adeptos, os consumidores de comida, roupas e cosméticos que evitam a exploração de animais

Cinco milhões de brasileiros não consomem produtos de origem animal na alimentação, vestuário e cosméticos. A procura pelo termo “vegano” no Google cresceu quase 1000% nos últimos cinco anos. É o que mostra um estudo divulgado pela Sociedade Vegetariana Brasileira, com números de um grupo que cresce em relevância e também consome bastante. Simpatizantes da causa ou apenas atentos à demanda crescente, pequenos e médios empresários vêm investindo alto nesse promissor nicho de mercado, que, calcula-se, cresce 40% ao ano.

O vegano deixa de ingerir queijo, leite, carne e ovos, substituindo esses alimentos por produtos da terra, como castanhas, leguminosas, frutas e verduras. Quem é vegano também não compra roupas, sapatos e cosméticos produzidos com material animal ou testados em animais. Mas o que leva essas pessoas a mudarem completamente seu estilo de vida, deixando de comer e consumir igual à maioria da população?

Para os adeptos deste estilo de vida, o veganismo é um ato de amor, de enxergar o animal como um amigo. A chef Clarisse Merlo, que produz e vende alimentos “sem crueldade”, conta que decidiu parar de comer carne aos 10 anos. “Comecei a fazer amizade com os bichinhos no sítio dos meus avós, e depois de um tempo percebi que eles não estavam mais lá, pois tinham virado comida”, conta. Ela não se sentia bem com a situação, e decidiu que não queria ver aqueles animais na panela.

É nas redes sociais que os novos e antigos veganos têm se comunicado e trocado experiências. As plataformas online também são essenciais para quem precisa divulgar seu negócio e conquistar novas pessoas para a causa.

Gastronomia vegana

Dona Odete Merlo não teve a dificuldade que muitas mães têm para fazer os filhos comerem coisas saudáveis. “A Clarisse comia verduras, frutas, ia no supermercado e ficava procurando por produtos veganos. Começou a cozinhar cedo, experimentava novas receitas”, conta a mãe. Clarisse é Chef Vegan desde o ano passado.

A empreendedora produz diariamente produtos veganos criativos por encomenda, e atende a um público variado. “Não são apenas veganos que me procuram. Eu atendo muita gente intolerante a lactose, por exemplo, que quer poder comer coisas diferentes. Mas meu objetivo é mostrar que o vegano não come sempre a mesma coisa”, conta ela que produz coxinha, bolos e tortas.

De segunda à sábado, a partir das 11 horas, Renata Penna, 46, recebe seus “filhos” para almoçar no restaurante Mãe Divina, em Vila Velha. Ela e as sócias Flávia Requiere e Maite Belesa investiram em um espaço com ambiente simples e aconchegante, para servir uma comida totalmente vegana e “mostrar a possibilidade de continuar comendo bem, experimentando todos os sabores e temperos, mas de uma forma mais ética e sem sofrimento envolvido”, conta Renata.

Ela conta que a relação do restaurante com os clientes nas redes sociais é de maternidade mesmo: “Nossas postagens são carinhosas, mas também damos bronca quando os clientes se alimentam mal. A relação nas mesas também é assim, quando alguém não gosta a gente substitui o alimento.”

Segundo Renata, todos os dias o restaurante recebe novos clientes interessados em conhecer o veganismo. “Há uma procura grande no nosso Estado. Não é mais moda, as pessoas estão em busca de uma alimentação diferente. Nossa intenção é que elas percebam que não são necessários ingredientes de origem animal para comer algo gostoso.”

Dieta vegana e as mudanças no corpo: mais energia

Quem deixa de comer alimentos de origem animal para acabar com o sofrimento dos bichos não pode esquecer: o corpo humano também precisa de atenção com a nova dieta. A médica Marcella Uliana, que é vegana e especialista em saúde integrativa, explica que a flora bacteriana do intestino - responsável pela saúde da nossa digestão - muda bastante quando carnes e derivados são retirados do menu.

“As bactérias que fazem a digestão de carnes e queijos são diferentes das que fazem digestão de plantas. A maior parte das pessoas percebe uma melhora, o intestino funciona com mais frequência”, pontua. Marcela também conta que alguns pacientes sentem que têm mais energia na dieta vegana, já que a digestão de produtos de origem animal é mais lenta e demanda mais esforço do organismo. “Muitas pessoas também falam que se sentem mais calmas. Uma das explicações é a tranquilidade do intestino, que trabalha menos na dieta vegana”, completa.

E a proteína?

Apesar dos benefícios da dieta vegana, é preciso estar sempre atento às necessidades do organismo. Marcela alerta que existem dois tipos de vegano: o que baseia a alimentação em plantas, folhas, alimentos naturais e integrais, e aquele que consome produtos industrializados, como biscoitos e refrigerantes, e frituras em excesso.

“Muita gente deixa de comer carne e desconta tudo no carboidrato. Desse jeito pode vir a sentir muito mais fome, comer muito arroz, macarrão, batata. Não é o objetivo da alimentação vegana”, ensina. Ela enfatiza que para manter a saúde em dia é preciso ter uma dieta rica em produtos da terra, o que é totalmente possível com a variedade em grãos, hortaliças e frutas encontradas no Brasil.

Para quem acha que o vegano não consome a quantidade certa de proteína, a médica revela que uma xícara de feijão tem 17 gramas de proteína, enquanto um bife, se não for muito frito, tem 20. “Couve, brócolis, espinafre, lentilha, grão-de-bico, todos esses alimentos têm uma grande quantidade de ferro. A quinoa tem mais cálcio que o leite e mais ferro que a carne, a chia e a linhaça têm tanto ômega 3 quanto os peixes”, completa.

Consumo engajado

Foi após um intercâmbio nos Estados Unidos, no final de 2014, que Lorena Honorato, 23 anos, virou vegetariana. “A dona da casa que recebia os intercambistas era vegetariana. Ao longo dos meses conversamos muito sobre o assunto, ela me explicou seu ponto de vista sobre o vegetarianismo aliado à sustentabilidade, saúde e espiritualidade e percebi uma sintonia. Chegando no Brasil, decidi pesquisar mais sobre o assunto e realmente me identifiquei com o estilo de vida”, conta.

Com isso, os produtos de beleza acabaram sendo uma das muitas consequências desde que ela passou a ser - e exigir - mais consciência de tudo o que fazia. “Também passei a pensar mais sobre os impactos gerados a partir das minhas escolhas. Na verdade eu já gostava de consumir produtos mais naturais antes mesmo de parar de comer qualquer tipo de carne, e a partir dai só potencializou”.

Atualmente, entre os cosméticos veganos que ela consome, tem xampu, condicionador, hidratante, maquiagem, sabonete, demaquilante e até pasta de dente. “Acredito que assim como quando mudei minha alimentação, passei a dar mais valor a tudo o que de certa forma me deixava mais próxima à natureza. Os produtos veganos geralmente são mais leves, não agridem a nossa pele, mesmo as mais sensíveis, e não trazem crueldade animal na composição”, ressalta ela, que compra os produtos em lojas de cosméticos comuns, pela internet ou em viagens para fora do país. “É automático ler todos os rótulos”.

FONTE: gazetaonline

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