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7/18/2019

"Tratar cachorro como se fosse gente"

TRATAR CACHORRO COMO SE FOSSE GENTE :

“É comum ouvir críticas a quem trata cachorro como se fosse gente. 
Concordo.

Cachorro é cachorro, gente é gente.
Cachorro tem que ser tratado como cachorro – com respeito à sua fidelidade, ao seu caráter. Porque cachorro não trai.
Não mente.

3/26/2019

Elefante doente tem que ser erguido para receber remédio no norte da Índia

Pensando bem: cuidar da saúde de um grandão como este não é para qualquer um.....
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Um elefante doente chamado Lakshmi desabou de lado perto de uma floresta no norte da Índia no sábado (23 de março), e teve que ser levantado com um guindaste para receber algumas injeções.

1/06/2019

Aves resgatadas de rinhas pela PM ganham tratamento em Ituiutaba

Pelo que sei, estes animais criados juntos saem na porrada o tempo todo.....
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Elas serão doadas para um morador da cidade e devem viver em uma fazenda. Polícia fechou dois locais de brigas de galo nos últimos dias.

A Polícia Militar (PM) de Meio Ambiente fechou duas rinhas de galo em Ituiutaba nas últimas semanas.

Ao todo, foram apreendidos 14 galos e

12/17/2018

Golden retriever que perdeu o focinho e patas busca ajuda

Pobrezinho..... ainda bem que a dona está fiel ao seu tratamento....
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O cão teve uma infecção no pós-operatório da retirada de um tumor no intestino; ele vive deitado e necessita de cuidados constantes

O golden retriever Max, 8, sofreu uma infecção no pós-operatório depois da retirada de um tumor no intestino, em agosto. Teve necrose e perdeu o focinho e

6/01/2018

ACUMULADORES DE ANIMAIS: Sema explica como isso pode afetar o meio ambiente

Existem pessoas que precisam de ajuda e tratamento. Não se deve apedrejar e sim ajudar a tratar da pessoa. Se todo mundo respeita o portador de AIDS porque não respeita quem tem este problema mental? Tô cansada de ver pessoas dizer que "odeia" acumuladores..... Pô, são pessoas doentes que precisam de ajuda. Precisamos sim atuar nos animais que muitas vezes sofrem maus-tratos.
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Acumuladores de animais: Sema explica como isso pode afetar o meio ambiente
Além de ser ilegal, esse ato pode ser caracterizado como canil ou gatil e precisa de autorização junto aos órgãos competentes

Muitas pessoas amam viver rodeadas por bichos em sua casa, mas não têm ideia de que isso pode ser um grande problema, não apenas para quem cria, mas, principalmente para os próprios animais. Ter um animal de estimação em casa é bom, porém, caso tenha mais do que dez, já é preocupante. Além de ser ilegal, esse ato pode ser caracterizado como canil ou gatil e precisa de autorização junto aos órgãos competentes.

A Síndrome de Noé é uma acumulação excessiva de animais, considerada como uma doença, um tipo de síndrome que afeta as emoções, pensamentos e comportamentos do homem. Essas pessoas tendem a acumular animais, porque acreditam que será necessário ou terá valor no futuro, além de manter um significado emocional. Os acumuladores de animais são aqueles indivíduos que resgatam animais indiscriminadamente. Esses animais vão se acumulando e reproduzindo-se também de forma indiscriminada. O pouco caso com a saúde e limpeza faz com que surjam enfermidades (zoonoses) entre os animais e que a situação na residência seja incompatível com a vida digna deles.

“Essa superlotação é perigosa, pois gera condições de vida precárias e graves, tanto para os animais, quanto aos humanos. Devido ao grande número, os animais não recebem os cuidados necessários. Com isso, a saúde e a segurança das pessoas e desses animais ficam em risco devido às condições insalubres”, explica Márcio Reis Santos, coordenador de Proteção Animal da Sema.

Maus-tratos
A Prefeitura de Aracaju, por meio do setor de Proteção Animal do Departamento de Controle Ambiental da Sema (DCA), realiza fiscalizações diariamente para combater a problemática dos maus-tratos contra os animais, orientando e notificando os donos. “Com essas fiscalizações, se encontrarmos irregularidades, orientamos e notificamos o dono do animal para que não cometa a infração de maus-tratos.

Lavramos uma notificação solicitando que o dono ofereça todo o tratamento veterinário necessário para a saúde do animal, fazendo com que nos apresente o laudo médico veterinário dentro do prazo estabelecido na notificação. No último caso, naqueles mais graves, é entregue o auto de infração, ou seja, a multa. Já em casos em que for constatada a criação de mais de dez animais em uma mesma residência, explicamos, com base na lei, que esta ação é considerada um canil ou gatil, e que precisa de autorização”, afirma o coordenador.

Legislação
A Sema, em suas fiscalizações de Proteção Animal, segue o art. 32 da Lei de Crimes Ambientais 9.605/98, que diz que praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, pode acarretar em detenção de três meses a um ano, e multa.

A criação de animais sem condições necessárias também é enquadrada como maus-tratos. Segundo a Lei Municipal 2.380/96, em seu art. 12, é de responsabilidade do proprietário a manutenção dos animais em perfeitas condições de alojamento, alimentação, saúde e bem-estar. Já em seu art. 20, esclarece a restrição a dez animais em residência particular, para criação, guarda e manutenção das espécies caninas ou felinas. Acima disso é caracterizado como gatil ou canil, devendo, desta maneira, ter licença ambiental junto à Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Sema), para que todas as medidas de segurança e de proteção ao meio ambiente, assim como dos animais, sejam cumpridas.

FONTE: G1

4/28/2018

Policiais observam a melhora na saúde dos cães de trabalho tratados com Homeopatia

Gente, dou meu depoimento, também: Homeopatia é milagrosa.... Os policiais parece que tratam muito bem os cães daquele canil....
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Criado em 2013, o no canil do Batalhão de Operações Policiais Especiais da PMMS conta com 6 cães.

Conhecidos por sua lealdade, os cães carregam o título de “melhor amigo do homem”. Além de companheiros e vigilantes, os animais cada vez mais são vistos como aliados  imprescindíveis no trabalho dos humanos, a exemplo dos cães-guia. Outra categoria importante desses animais "trabalhadores" são os cães policiais, que colaboram e participam de importantes missões, desde encontrar pessoas foragidas ou desaparecidas até detectar drogas e artefatos explosivos.

Criado em 2013, o no canil do Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) da PMMS conta com 6 cães. A atuação dos cães, Taiga, Sheik, Hard, Danka, Max e Savory é essencial em operações de busca e/ou captura de pessoas e detecção de explosivos. “Em geral eles nos ajudam em varreduras preventivas, busca por foragidos e já houve alguns casos deles atuarem na busca por pessoas desaparecidas em regiões inóspitas”, explica o comandante do Bope, Tenente-Coronel Wagner.

Mesmo com todo cuidado por parte da corporação, que são especialista em controle do estresse canino, temos que os cães passam por cerca de três anos de treinamento, submetidos a uma rotina desgastante, situações estas onde não há como impedir os animais de se estressar. Neste  momento entra em cena a  terapêutica homeopática,  grande aliada da saúde mental e física dos animais.

Uma parceria firmada há cerca de seis meses entre o comando do canil do BOPE e a Sigo Homeopatia Veterinária, promove bem-estar, tratamento e prevenção de doenças nos animais de trabalho. “Fomos procurados pela equipe da Sigo, que nos disponibilizou produtos e, em contrapartida avaliam o progresso dos animais. Para nós foi muito positivo, já que contamos com atendimento veterinário para os cães, que tiveram ótima receptividade. Temos um caso de um dos cães que estava lesionado, devido o estresse. Ele esfregava o focinho na grade do canil e se feriu e com a homeopatia, além de diminuir a ansiedade, a cicatrização foi muito rápida”, comenta o comandante.

"Tivemos a ideia de levar o tratamento homeopático aos cães policiais, primeiro porque sou fã deste trabalho, mas principalmente, tendo em vista a rotina dos cães, repleta de situações de esgotamento físico e emocional;  mesmo quando estão só treinando, porque a dedicação e concentração são semelhantes às vivenciadas em situações reais de perigo. Um animal estressado apresenta queda de resistência e pode evoluir para doença física.  Sendo assim, conseguimos atender com o tratamento homeopático, as adversidades mentais e físicas enfrentadas pelos cães do BOPE”, explica a médica-veterinária e diretora da Sigo, Dra. Mônica Souza.

No início do projeto, foi feita uma avaliação individual de cada cão pela Dra Mônica, resultando em prescrição exclusiva de medicamento, de acordo com suas características e necessidades. Apesar das funções no trabalho e treinamentos serem semelhantes entre todos os cães, cada um, por suas características singulares, estressam de formas diferentes.

Como complemento, foi doada ao canil uma farmácia contendo a linha completa de medicamentos produzidos pela indústria Sigo, produtos variados que atendem a maioria das necessidades, desde emergências, como traumas e alergias até produtos para controle de parasitas como carrapatos e vermes. "Desde o início do atendimento, observamos melhora com regressão de erupções na pelagem de cães com dermatite, controle dos carrapatos e tranquilidade geral dos animais muito agitados”, garante Drª Mônica.

Outra grande conquista alcançada para os cães do BOPE foi um acordo que proporciona atendimento veterinário gratuito aos cães no Hospital Veterinário da UFMS.

Amor e respeito – A relação entre os policiais e os cães do batalhão ultrapassam o respeito profissional. Os animais, que não contavam com espaço adequado para descanso, receberem um canil estruturado e confortável desde dezembro de 2017. Toda construção, assim como compra do material foi realizada pelos próprios policiais que, compreendendo a importância de seu companheiro canino, decidiram promover mais dignidade aos animais. “As antigas baias eram pequenas e por meio das grades os cães conseguiam ver os demais, muitas vezes gerando estresse. Foi quando cinco policiais desse pelotão, com apoio de outros policiais decidiram construir um novo canil”, conta Ten.Cel Wagner.

O trabalho teve duração de um ano e a mão-de-obra era revezada durante os horários de folga dos militares. As oito novas baias são amplas e confortáveis, oferecendo a estrutura necessária para os animais, que em média trabalham até cinco anos antes de serem aposentados.  "Todo esse esforço feito pelos policiais para oferecerem bem-estar aos animais  demonstra a sua imensa gratidão por esses seres tão  leais e únicos, os cães. Muito além de colegas de trabalho, são vistos como verdadeiros amigos, protagonistas de grandes atos de bravura, atuando como heróis em salvamentos e missões perigosas", finaliza a diretora da Sigo, Dra. Mônica Souza, ao observar o amor entre os policiais e os cães. 

FONTE: acritica

3/20/2018

Leishmaniose tem tratamento que evita eutanásia de cães

O governo deveria, ao invés de querer matar, facilitar o medicamento para os donos dos animais, não acham? eles pagam remédio pra todo mundo!!!!! se eu tivesse um caso deste com meus bichos entrava com liminar para o governo me dar o medicamento que custa caro demais....
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Medicamento desenvolvido pelo laboratório francês Virbac também impede que o animal seja transmissor da doença.

Diante do surto de leishmaniose constatado em diversas regiões do país, principalmente no Sul e Sudeste, o laboratório francês Virbac, especialista em saúde animal, alerta a população para a possibilidade real de tratamento da doença, sem que o cão precise ser sacrificado – termo popular para eutanásia.

Ainda pouco difundido no Brasil, o tratamento é feito com a administração do único medicamento capaz de conter o avanço da doença. O produto, desenvolvido pela Virbac, teve a comercialização aprovada pelos ministérios da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em 2016.

A falta de informação leva a resultados catastróficos. "Muitos animais são levados à eutanásia sem que o tutor do cão sequer seja informado da possibilidade de tratamento", avalia Ricardo Cabral, veterinário da Virbac. A questão se torna ainda mais dramática na medida em que, sem o devido tratamento, o animal infectado pode transmitir leishmaniose a humanos, uma doença que pode levar à morte em até 90% dos casos.

Outro grave problema do país é a ausência de dados oficiais sobre a leishmaniose na maioria dos municípios. Os animais são levados à eutanásia, sem que o poder público seja informado. "Assim, um bairro, uma cidade, ou toda uma região pode estar sendo gravemente impactada pelo avanço da doença, sem que a população saiba dos riscos a que está exposta", afirma o veterinário da Virbac.

O medicamento só pode ser adquirido mediante a prescrição de um veterinário e deve administrado em uma dose diária única de 2 mg/kg durante 28 dias consecutivos. Os animais devem ser reavaliados a cada quatro meses, pois, embora não sejam infectantes, permanecem parasitados pelo resto da vida. Essa reavaliação indicará se há necessidade de um novo ciclo de tratamento.

A miltefosina, princípio ativo do remédio, age na membrana do parasita, provocando sua morte e evitando sua reprodução. "A transmissão ocorre quando as fêmeas do mosquito palha picam cães ou outros animais infectados e depois picam o homem", explica Cabral.

Até a aprovação do medicamento, a recomendação para cães diagnosticados com leishmaniose era a eutanásia. Agora, com o uso do medicamento, o animal poderá obter a cura clínica e epidemiológica, reduzindo significativamente a quantidade de parasitas em seu organismo e, com isso, deixar de ser transmissor da doença.

É importante lembrar que o tratamento dos cães é apenas uma medida necessária para a prevenção da leishmaniose dentro de um conjunto de outras ações. O combate à proliferação do mosquito é fundamental para reduzirmos o número de casos da doença. Isso pode ser feito com a aplicação de medidas simples, que vão desde o uso de repelentes até a limpeza dos quintais e da casa, como retirada das frutas em decomposição, do material orgânico e das folhas que caem das árvores.

FONTE: acritica

3/01/2018

Grupo faz campanha para pagar tratamento de cadela baleada na cabeça em Anápolis

Humanos podres!!!!! o autor é que devia estar pagando o custo do tratamento da pobrezinha....
😠
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Ela perdeu pele e músculos do lado direito e, provavelmente, vai ter que fazer cirurgia de reparação. Voluntária classifica ato como 'crueldade sem tamanho'.

A Associação Protetora e Amiga dos Animais (Aspaan) está fazendo uma campanha para pagar o tratamento de uma cadela que foi baleada na cabeça, em Anápolis. Ela teve a pele e os músculos do lado direito destruídos e está internada em uma clínica veterinária. “Uma crueldade sem tamanho”, disse Thais Gomes, uma das voluntárias.

Thais conta que o grupo foi acionado na sexta-feira (23), após moradores relatarem que uma cadela tinha sido baleada na cabeça próximo à área rural da cidade. Ela foi resgatada muito ferida e fraca. Como não sabem quem pode ter atirado contra o animal, os voluntários ainda não denunciaram o caso à polícia.

“Estamos muito endividados em clínicas por conta de outros resgates, mas esse é um caso muito grave, não dava para esperar ou para ignorar. Então, por isso, precisamos de ajuda para pagar o tratamento dela, que deve ser longo”, disse.

O G1 tentou contato com a Delegacia Especializada em Meio Ambiente (Dema) da cidade, mas as ligações não foram atendidas. De acordo com o Código Penal, a pena para quem maltrata animais varia entre um e três anos de prisão.

A médica veterinária Simone Leite Ramos Alves explicou que o animal está sendo medicado para dor e contra uma infecção no ferimento. Apesar da gravidade, o estado geral da cadela é considerado bom.

“No sábado ela fez uma cirurgia para limpeza no local e encontramos pólvora ao redor do ferimento. Ela perdeu muito tecido mole e vai precisar, provavelmente, de uma cirurgia de reconstrução”, contou.

Para ajudar no tratamento da cadela e também de outros animais, basta entrar em contato com a Aspaan de Anápolis para saber como fazer as doações.

FONTE: G1

1/21/2018

Cães com Leishmaniose ganham direito a tratamento

Continuo lamentando o preço do medicamento.... tem cura, mas, quem pode pagar o preço? muito poucos, né mesmo?
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DIREITO À VIDA: JUSTIÇA GARANTE TRATAMENTO DE CÃO COM LEISHMANIOSE EM VEZ DE EUTANÁSIA

Desde o final de 2016, único medicamento aprovado pelo MAPA é alternativa para animais com LVC que antes eram sacrificados

O cachorro Bolinha, de Pereira Barreto, interior de São Paulo, ganhou na Justiça o direito a viver. O animal foi diagnosticado com Leishmaniose Visceral Canina em 2016, quando o Centro de Controle de Zoonoses da cidade determinou que ele deveria ser sacrificado. Para não se afastar do pet, a família se recusou a entregar o animal e entrou na Justiça, ganhando a causa.

“É muito comum que famílias acabem escondendo seus animais de estimação com Leishmaniose para evitar o sacrifício. Muitos tutores e até mesmo veterinários ainda desconhecem o tratamento que pode garantir a vida dos animais diagnosticados”, explica o veterinário Ricardo Cabral.

Desde o final de 2016, o laboratório francês Virbac, que atua no Brasil há 30 anos, conseguiu aprovação junto aos Ministérios da Saúde e da Agricultura para venda do único medicamento aprovado no País para tratamento da LVC.

Assim como nos seres humanos, o cão tratado não elimina completamente a Leishmania do seu organismo. Isso ocorre basicamente pela capacidade do parasita em se esconder em algumas células e tecidos dos doentes. Apesar disso, o tratamento garante uma redução significativa da quantidade de parasitas e dos sintomas, que podem ser graves. “Isso aumenta a sobrevida e melhora significativamente e qualidade de vida dos cães infectados, além de impedir a transmissão da doença, pois o cão com baixa carga parasitária geralmente não apresenta parasitas na pele. Assim, o mosquito pica e não ingere o parasita, evitando a possibilidade de transmissão da doença”, explica o veterinário.

Por ser uma condição crônica, cães com diagnóstico de leishmaniose precisam ser reavaliados pelo resto da vida, inicialmente a cada quatro meses. A necessidade de repetir os ciclos de tratamento de 28 dias ou não, vai depender dos resultados dos exames realizados pelo médico veterinário.

Além do tratamento dos cães, outras medidas conjuntas são fundamentais para o controle da doença. A zoonose também acomete outros animais, como gatos, roedores e raposas. O combate ao flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha, inseto responsável pela transmissão da doença, é a forma mais eficaz de controlar sua erradicação. É preciso também investir em ações como manter terrenos limpos e capinados, aparar gramados, retirar matéria orgânica dos ambientes, como folhas, troncos e frutos apodrecidos, embalar e descartar o lixo corretamente.

É importante sempre consultar um médico veterinário para se informar sobre a possibilidade de tratamento com o medicamento da Virbac.

FONTE: jornaldiadia

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