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12/18/2018

Casal é multado em R$ 14 mil por transportar filhotes de tucano e macaco em ônibus

O tráfico de animais, se não for levado a sério, nunca vai ter uma diminuição considerável..... É, porque acabar não se consegue....
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Flagrante foi feito durante fiscalização da Polícia Rodoviária na Rodovia Marechal Rondon, em Bauru; os filhotes foram resgatados e encaminhados ao Cempas de Botucatu.

Um casal foi multado em R$ 14 mil após ser flagrado transportando um filhote de

11/01/2018

Onças são mortas no Brasil e traficadas no Suriname para uso medicinal

Coragem de matar um animal lindo deste pelo tráfico..... Meu Deus, o que virá com este novo governo? como vamos controlar o tráfico se será liberado a caça esportiva? Malditos chineses!!!!!
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Imagens feitas por investigadores da Proteção Animal Mundial mostram onça morta e amarrada sendo vendida
Uma investigação liderada pela Proteção Animal Mundial aponta que onças-pintadas estão sendo vítimas do tráfico

10/07/2018

Projeto ajuda araras vítimas de maus tratos no interior do Estado de SP


Fico encantada com estes projetos de recuperação de animais silvestres. Mas, sinto muito que eles, provavelmente, serão capturados novamente por criminosos que traficam aves..... Dá uma tristeza danada.....
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9/27/2018

Filhotes de orangotango e outros 400 animais exóticos são resgatados na Malásia

Sorte destes animais por serem resgatados..... Fico pensando naqueles que não são..... Que o destino se apiede deles.... Agora, verdade seja dita: só existe tráfico porque há compradores....
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Dois filhotes de orangotangos, de crocodilos e aves raras estão entre os mais de 400 animais resgatados de um barco na costa da Malásia. As autoridades

6/01/2018

TRAFICANTES: Polícia prende casal envolvido no tráfico de animais silvestres

Agora, me diz uma coisa: o pessoal acha que eles pegam de criação de macacos? são tirados na natureza da foma mais cruel possível.... na Bahia tem muito..... O que ninguém pode negar é que estes animais tem os COMPRADORES que são tão criminosos quanto estes malditos traficantes...... É igual a droga; quem é o maior culpado senão os usuários? Tô errada? Neguinho vai na passeata da paz e depois vai cheirar o seu pozinho na boa......
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Polícia prende casal envolvido no tráfico de animais silvestres em São Paulo
O nome do casal não foi divulgado, mas a mulher já tem passagens pela polícia. Com a prisão da dupla de vendedores, a polícia espera chegar ao criador dos macacos.
Fonte: Balanço Geral

5/16/2018

TRÁFICO: Cipoma apreende 1,3 mil aves traficadas do interior da Bahia - PE

Olha a quantidade de animais traficados, minha gente! Pior saber que estes traficantes saem rindo da delegacia pelo jeito como o Brasil encara o segundo maior negócio clandestino no mundo..... eita, mundo de nojeira!!!!!
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Os animais estavam sendo transportados por dois homens que foram presos em flagrante em São Caetano, no Agreste
Dois homens, suspeitos de maus tratos e tráfico de animais em São Caetano, no Agreste, foram presos pela Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma). De acordo com a Cipoma, a prisão na manhã deste sábado, na rodovia BR-423. Os suspeitos transportavam ilegalmente 1, 3 mil aves, que estavam mal acomodadas e em veículos inadequados.

Alguns dos animais estavam bastante machucados. Segundo os policiais da Cipoma, as aves foram trazidas do interior do estado da Bahia e seriam comercializados em feiras livres no interior de Pernambuco.

Depois de apreendidos, os animais foram levados para o Centro de Triagem, no  Recife. Segundo, a Cipoma, inicialmente, as aves passarão por um perído de recuperação, para depois serem reintroduzidos à natureza. Os dois suspeitos de traficar os animais foram autuados por crime federal e ainda terão que pagar uma multa que pode ser de R$ 500, por cada ave, segundo a companhia de policiamento ambiental. 

FONTE: diariodepernambuco

COMÉRCIO DE ANIMAIS: Pavuna sofre com violência, comércio ilegal e transporte irregular

Esta feira de Pavuna é uma sucursal da de Caxias, ponto máximo de tráfico de animais aqui no município do Rio de Janeiro.... Se a polícia resolve? Respondo na próxima, pode ser? 
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Parte do bairro convive com problemas que decorrem da desordem urbana e da ausência do poder público na região
Rio - Na estação do metrô da Pavuna, na Zona Norte do Rio, circulam diariamente 44 mil passageiros. O caminho para embarcar no transporte é árduo. Todos precisam enfrentar a desordem urbana e a ausência do poder público. As irregularidades vão desde a venda de produtos roubados e piratas até a comercialização de animais, celulares, tablets e peça de carros, além da exploração de máquinas de caça-níqueis.

Inaugurada em 1998, a estação terminal da Linha 2 é cercada por três grandes complexos de favelas: Chapadão, Pedreira e Acari, todas de facções rivais e principais rotas de roubo de cargas no Rio. O acesso pode ser feito pela Rua Judite Guerra (Lago da Pavuna) ou pela Avenida Pastor Martin Luther King Júnior. Fica ainda a poucos metros da 39ª DP e está na área de atuação do 41° BPM (Irajá).

Na região, há também pontos irregulares de vans e de mototáxi. Como constatou O DIA no cadastro do Detran, alguns automóveis estão com a vistoria atrasada e em péssimas condições de uso. Já os mototaxistas transportam pessoas em motos sem placas, sem capacetes e sem serem incomodados.

Motoristas de ônibus também cometem infrações de trânsito, como estacionar em local proibido, e param fora do ponto. Entre as barracas espalhadas pelas calçadas e nas passarelas de acesso à estação, é possível encontrar também lixo.

CAMELÓDROMO
O DIA comprou em camelôs cinco produtos sem notas fiscais e pela metade do preço encontrado nos supermercados e nas drogarias. As mercadorias são de marcas conhecidas: mortadela (R$ 2, de 200g), amaciante de roupas (R$ 3, de 500ml), repelente (R$ 5, de 100ml), iogurte (R$ 4, de 600g) e xampu (R$ 8, de 200ml). Tudo foi entregue à Polícia Civil, que registrou o caso e abriu inquérito para investigar a procedência.

"Fazemos operações regularmente no entorno da estação da Pavuna. Há olheiros, com radiotransmissores, que avisam da nossa chegada. Peço à população que denuncie e não compre esses produtos para não estimular o roubo de cargas", disse o delegado titular da 39ª DP, Henrique Damasceno.

Investigadores da delegacia contaram que no local são apreendidos produtos roubados e pessoas também já foram presas por receptação. Na calçada da Rua Judite Guerra, por exemplo, há uma feira livre de celulares usados, que incluiu iPhones e outros aparelhos.

Em 2017, foram registrados 10.598 roubos de cargas segundo dados do Instituto de Segurança Pública um caso a cada 50 minutos. Destes, 1.247 ocorreram na área do 41° BPM. De acordo com estudo da Firjan, divulgado em janeiro, o prejuízo foi de R$ 607,1 milhões. Em 2018, o ISP registrou, até março, 1.810 roubos deste tipo, sendo 229 na região do 41° BPM.


DIFICULDADES NA INVESTIGAÇÃO
A opinião dos investigadores é unânime: há uma dificuldade de se investigar produtos roubados vendidos nas ruas. Segundo eles, em um mesmo lote, as mercadorias podem ser comercializadas pelos fabricantes para estados diferentes, o que dificulta a identificação do crime por nota fiscal.

"O produto é apreendido com o camelô porque ele não tem nota fiscal e não por ser uma mercadoria roubada. Por isso, existem as grandes operações contra roubo de cargas. Nesses casos, as investigações estão avançadas", explicou um inspetor.

Os policiais querem a aprovação de um projeto de lei que "torna obrigatório o número de lote, de série ou qualquer outro elemento individualizador do produto, tornando possível a identificação do mesmo". A proposta aguarda parecer da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara. Na sexta-feira, a Polícia Federal prendeu 14 pessoas em uma operação contra uma quadrilha de roubo de cargas. Os agentes atuaram no Rio, Belford Roxo e Duque de Caxias.

ÓRGÃOS DIZEM QUE ATUAM NA REGIÃO
Procurado pelo DIA, o titular da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC), Delmir da Silva Gouvêa, informou, por meio da assessoria de imprensa, que realiza ações para identificar e desarticular quadrilhas que agem no estado do Rio. Ele citou a Operação Expugno II, deflagrada na quarta-feira quando 19 pessoas foram presas nas favelas Furquim Mendes, Dique, Beira Rio e Ficap, na Zona Norte.

Em nota, a Guarda Municipal disse "atuar para desobstruir o espaço público, em apoio aos órgãos fiscalizadores como a Coordenadoria de Controle Urbano (CCU) e a Coordenadoria de Licenciamento e Fiscalização (CLF), em operações de rotina ou integradas com as forças policiais, no caso de áreas de maior risco".

A CCU ressaltou que intensificará as operações. A Secretaria Municipal de Transportes informou que "iniciou a seleção de policiais militares da reserva para recompor a equipe de fiscalização" contra vans e mototáxis. O Metrô Rio, no entanto, não quis se pronunciar sobre o caso. A Polícia Militar não respondeu aos questionamentos do DIA.

FONTE: odia

5/15/2018

CONTRABANDO: Homem é preso por tentar contrabandear animais raros para o Japão

Que palerma!!!! achando que podia fazer os outros de bobos!!!! Tá pensando que é Brasil, é? toma!!!!!
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O japonês disse que comprou os animais porque os achou 'bonitinhos'.
Um homem de 61 anos foi preso após ter chegado no Aeroporto de Narita (Chiba) no ano passado com animais raros em sua bagagem, disseram a polícia e a Alfândega de Tóquio.

Kazuo Murakami, que mora na província de Chiba, foi preso em 10 de maio sob suspeita de tentar contrabandear animais raros, incluindo 12 pequenas corujas da espécie Athene brama e seis roedores conhecidos como lirões africanos quando ele chegou da Tailândia em 7 de abril.

De acordo com a Alfândega de Tóquio, os animais estavam em oito gaiolas dentro da bagagem despachada de Murakami. O japonês disse à alfândega que comprou os animais porque os achou “bonitinhos”.

A venda da coruja Athene brama é proibida pela Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção, também conhecida como Convenção de Washington.

FONTE: portalmie

5/14/2018

TRÁFICO: Dois homens são detidos suspeitos de maus tratos e tráfico de animais - São Caetano

É de norte à sul, o tráfico de animais.... Pena que não é punido como merece..... Vão ser soltos após depoimento, aplicado uma multa (que não vão pagar) e vão fazer tudo de novo na semana que vem..... Eita paizinho este nosso!!!!!!
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Suspeitos estavam transportando 1.300 aves, mal acomodadas e em carros comuns.
Policiais da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma) prenderam na manhã deste sábado (12) dois homens suspeitos de maus tratos e tráfico de animais em São Caetano. De acordo com o Cipoma, a prisão aconteceu na BR-423. Os suspeitos estavam transportando 1.300 aves, mal acomodadas e em carros comuns.

Ainda segundo o Cipoma, alguns pássaros estavam machucados. Os animais foram trazidos do interior do estado da Bahia para sem comercializados em feiras livres.

As aves apreendidas foram levadas para o Centro de Triagem, no Recife, onde se recuperarão para depois serem reintegradas à natureza. Já os homens deverão responder por crime federal e ainda pagar multa que pode ser de até R$500 por ave, conforme o Cipoma.

FONTE: G1

5/13/2018

TRÁFICO DE PANDAS: Três pandas-vermelhos são salvos do tráfico de animais em Laos

Agora vejam vocês: traficando até urso panda.... é o fim da picada..... Aquele povo oriental tem que limpar muito o Karma. Graças a Deus, uma nova geração está nascendo com mais sentimentos e compromisso com a defesa dos animais....
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Animais foram encontrados amontoados em caixas na parte traseira de uma caminhonete durante um controle fronteira de país asiático.

Encontrados amontoados em caixas na parte traseira de uma caminhonete durante um controle fronteiriço, três pandas-vermelhos estão agora instalados em um santuário para animais em Laos, depois de recuperarem sua saúde.

Seis pandas-vermelhos foram encontrados nesta caminhonete quando chegavam da China, desidratados, famintos e em tão mau estado que, pouco depois de chegarem ao santuário, três deles morreram.

Os três sobreviventes, chamados Jackie Chan, Bruce Lee e Paz, continuarão um tempo no abrigo administrado pela associação "Free the Bears", nas montanhas próximas à turística cidade de Luang Prabang, antes de decidirem o que farão com eles. "Comem bem, estão relaxados", disse Sengaloun Vongsay, responsável pelo programa "Free the Bears" em Laos.

Essa é a primeira vez que pandas-vermelhos, buscados como animais de companhia por sua bela pelagem, são descobertos em Laos, um centro do tráfico de animais por sua localização entre Tailândia, Camboja, Vietnã e China. Além do comércio ilegal de animais, os pandas-vermelhos também estão ameaçados pela diminuição de seu hábitat natural no Nepal, Butão, Índia, China e Mianmar.

FONTE: G1

5/09/2018

MAUS-TRATOS E TRÁFICO: Polícia do RJ resgata cães e pássaros após denúncias

Legal que a delegacia está agitando, mas, tiraram de lá dois bons policiais (Bruno e Rafael).... Pena....
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Polícia do RJ resgata cães e pássaros após denúncias de maus tratos e tráfico de animais
Agentes recolheram seis cães e 33 pássaros durante nos bairros de Tomás Coelho e Gávea, no Rio, e também nos municípios de Nova Iguaçu e Itaboraí.
Agentes do Núcleo de Proteção de Animais (NPA) da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) resgataram seis cães e 33 pássaros silvestres durante operação para apurar denúncias de crimes contra o meio ambiente e maus tratos. A ação ocorreu na manhã desta segunda-feira (7) em diversos locais do estado.

Ações na Zona Norte, Baixada e Região Metropolitana
Tomás Coelho, na Zona Norte do Rio - uma equipe encontrou seis cães da raça bull terrier: três eram filhotes com apenas dois meses. Os animais, segundo a polícia, estavam em um local inadequado e insalubre, sem água e comida. Uma das fêmeas, que era utilizada para reprodução, foi encontrada com sarna e os filhotes eram comercializados ilegalmente.

O dono dos animais, Carlos Marcelo Leocádio Esteves, de 39 anos, foi autuado por maus tratos e por exercício ilegal de profissão. Os cachorros foram encaminhados para Centro de Proteção Animal da Subsecretaria de Bem Estar Animal, onde vão receber cuidados veterinários e abrigo.

Nova Iguaçu (Baixada Fluminense) e em Itaboraí (Região Metropolitana) - policiais civis da delegacia especializada apreenderam 33 pássaros silvestres, entre eles um papagaio e espécies ameaçadas de extinção. O suspeito Valdemir Inácio do Nascimento, de 42 anos, Orlando Antônio da Paixão, de 73 anos, e Vilmar Isideiro, de 54 anos, foram autuados por posse irregular de animais da fauna silvestre.

A polícia informou que todas as aves aprendidas nas ações vão ser encaminhadas para o Centro de Triagem de Animais Silvestres do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) para tratamento e volta à natureza.

Ação na Zona Sul
Gávea - Ainda na manhã desta segunda, policiais civis da DPMA estiveram no Jockey Club para apurar denúncia de maus tratos contra os gatos que circulam na área. No entanto, os agentes não encontraram problemas contra os felinos. Um acordo entre a administração do Jockey Club, um representante da Alerj e Ongs de Proteção aos Animais definiu que haverá colaboração mútua visando o bem estar dos gatos.

Crimes ambientais: como denunciar
Descrição detalhada do fato objeto da denúncia, citando evidências e testemunhos que comprovem suas suspeitas;
Endereço completo de onde se verificou o fato com detalhes da localização: pontos de referência, cor do imóvel ou qualquer outra característica relevante; Envie foto e/ou vídeo do fato denunciado. As informações e imagens podem ser enviadas à delegacia especializada através das redes sociais ou pelo telefone: (21) 98596-7353.

Fonte: G1

5/08/2018

VETERINÁRIO TRAFICANTE: Veterinário acusado de costurar drogas em filhotes de cães para traficar alega inocência

Já publicamos sobre este veterinário safado e parece que ele continua fazendo a mesma coisa....
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Andres Lopez Elorza fugiu da Colômbia em 2005, foi preso na Espanha em 2015 e só agora extraditado aos EUA. Animais eram transportados em voos comerciais para Nova York, segundo autoridades.

Um veterinário se declarou inocente na terça-feira (1º) das acusações de que usava filhotes de cachorro como forma de transportar drogas de um cartel colombiano para os Estados Unidos, costurando pacotes de heroína líquida em seus corpos. Andres Lopez Elorza se apresentou a uma corte federal no Brooklyn, em Nova York, depois de ser extraditado da Espanha, onde foi preso em 2015. Ele foi detido sem direito a fiança.

Lopez Elorza, de 38 anos, que também usava o nome Lopez Elorez, se tornou um fugitivo quando autoridades prenderam cerca de duas dezenas de suspeitos de tráfico na Colômbia, em 2005. Antes de fugir, o réu “ganhou fama” por acusações de que participava de um esquema bárbaro que transformou um número indeterminado de cães filhotes e adultos em “mulas animais” ao costurar pacotes de heroína líquida em seus corpos, disse ao juiz o procurador assistente Nathan Reilly na terça.

Acredita-se que os cães eram mandados para Nova York em voos comerciais, onde as drogas eram cortadas deles, segundo as autoridades. Investigadores acreditam que os animais morriam no processo, mas não se sabe quantos estiveram envolvidos.

“Com o passar do tempo, a sede insaciável das quadrilhas de traficantes por lucro as leva a cometer crimes impensáveis como usar filhotes inocentes para esconder drogas”, disse o chefe do escritório de NY da Administração de Repressão às Drogas dos EUA (DEA, na sigla em inglês), James J. Hunt, em um comunicado.

O procurador federal Richard Donoghue disse: “Os cães são os melhores amigos do homem, e como o réu está prestes a aprender, somos os piores inimigos dos traficantes”.

Dez cachorrinhos foram encontrados durante uma batida em uma fazendo na Colômbia em 2005, segundo agentes da DEA. Cinco acabaram fugindo, três morreram de infecção e dois foram adorados, incluindo um que se tornou um cão farejador da polícia colombiana, segundo os agentes. Lopes Elorza nasceu na Colômbia, mas diz ter cidadania venezuelana, de acordo com as autoridades. O advogado dele, Mitch Dinnerstein, não quis dar declarações.

FONTE: G1

5/02/2018

TRÁFICO: Sem local regular para destinação, animais silvstres correm risco por falta de estrutura

É uma brincadeira este país que temos como Pátria Amada Salve Salve!!!!!! A polícia é obrigada a deixar os animais com os traficantes porque não tem onde acomodar.... é mole? né não....
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Se os animais não forem recolhidos para locais habilitados, o tratamento dado a eles não pode ser fiscalizado. Associação Mata Ciliar, em Jundiaí, é local mais próximo, mas está superlotado.

A cidade de Campinas (SP) não tem um local regulamentado para destinar animais silvestres apreendidos, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) e a Secretaria do Meio Ambiente do estado (SMA). Com isso, uma das alternativas é destinar o bicho ao "dono infrator" no papel de fiel depositário, nos casos em que não há maus tratos. Mesmo assim, os animais se mantêm na condição irregular de aprisionamento, quando deveriam estar soltos na natureza.

A SMA é quem regulamenta os locais - denominados Centros de Triagem (Cetas) ou Centros de Reabilitação de Animais Silvestres (Cras) - no estado, que sofrem adaptações para poderem receber os bichos apreendidos, resgatados ou entregues espontaneamente. O objetivo é cuidar deles e prepará-los para voltar ao seu habitat natural.

Na falta de um local no município, a cidade mais próxima com ambiente regulamentado pode recebê-los. No caso de Campinas é a Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP), que está superlotada. Tem atualmente 900 bichos, de aves a onças. A área é uma das mais importantes do país por ser "o único local que tem condições de comportar diversas espécies de animais", segundo a entidade. "A gente recebe bicho da fronteira do Mato Grosso, de Minas Gerais... Quando tem apreensão, se o animal não está em situação crítica, a gente acaba não recebendo porque é uma quantidade muito grande. Não tem espaço", afirma Samuel de Oliveira Nunes, coordenador de comunicação da associação.

A menos que a situação seja de urgência ou emergência, a instituição não recebe bichos de cidades que não sejam conveniadas - quando contribuem financeiramente -, e Campinas não possui convênio. "Os Cetas e Cras estão sujeitos a lotação, uma vez que a quantidade e a velocidade de apreensões podem superar o tempo necessário para reabilitar e destinar os animais. Quando isso ocorre, ficam impossibilitados de receber novos animais até que destinem os que abrigam", explica a SMA.

A situação se agrava nos casos em que aves e outros bichos apreendidos sofreram maus tratos e, neste caso, os infratores não podem ficar com os animais nem provisoriamente. Segundo a Polícia Civil, cabe ao delegado e ao juiz a decisão de um local temporário para mantê-los.

Falta de investimento
A falta de investimento em ambientes propícios para receber e tratar esses animais é o que gera o problema, critica o coordenador da Mata Ciliar. "O animal acaba ficando com o infrator e é aquele problema de incentivar o animal como pet. Há falta de investimento nesse tipo de trabalho, em Cetas e Cras. O fato de não investir deu brechas para que a legislação permitisse o fiel depositário. A gente tem condição de expansão, mas demanda investimento em recinto, profissional, alimentação", afirma Nunes.

Segundo o Ibama, a legislação permite a destinação do animal somente a empreendimentos autorizados pelo órgão ambiental, onde ele fica sob os cuidados de um técnico habilitado. "A destinação de animais apreendidos deve seguir o estabelecido na Lei 9605/98. Só dessa maneira os órgãos fiscalizadores podem acompanhar o bem-estar do animal, sua recuperação, socialização com outros animais e eventual devolução à natureza. [...] Aqueles animais que não podem ser devolvidos para a natureza são encaminhados para zoológicos, fundações ou criadores autorizados", informou o Ibama.

Aos cuidados do fiel depósitário
Recentemente, em Campinas, um homem foi detido pela Guarda Municipal e levado à 2ª Delegacia Seccional por manter em casa pássaros silvestres. De acordo com a legislação, o homem assinou um termo circunstanciado e foi liberado, e foi designado como fiel depositário. "Em relação aos pássaros, considerando que as aves não apresentavam sinais de maus-tratos e na ausência de entidades que poderiam acolher os animais, o delegado optou por manter a guarda das aves com o homem sob a responsabilidade de apresentá-las quando houver determinação pela Justiça", disse a SSP.

Segundo o SMA, o tempo de permanência dos animais com um fiel depositário varia de acordo com a disponibilidade de vagas dos Cetas e Cras. A Polícia Civil destaca que o papel dele inclui o dever legal e a responsabilidade pela saúde e bem-estar do animal. Caso ele descumpra, pode ser responsabilizado criminalmente. Nos casos em que o proprietário irregular se apresenta com a intenção de entregar os animais, ele não pode ser declarado fiel depositário, informou o Ibama. "Neste caso, não há aplicação de multa", disse o órgão.

Destinação correta
Em todo o estado de São Paulo são 16 Cetas e Cras distribuídos em 14 cidades: Araras (SP), Assis (SP), Barueri (SP), Botucatu (SP), Cubatão (SP), Franca (SP), Guarujá (SP), Jundiaí (SP), Lorena (SP), Praia Grande (SP), São José dos Campos (SP), São Paulo (SP), São Sebastião (SP) e Ubatuba (SP).

O caminho para que prefeituras, órgãos, entidades ou qualquer pessoa jurídica de direito público ou privado possam ter a atribuição de um Cetas ou Cras é solicitar as autorizações Prévia, de Instalação e de Manejo no sistema informatizado da SMA. Antes, o interessado deverá fazer um registro no Cadastro Técnico Federal em Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras dos Recursos Naturais (CTF/APP), pela internet.

Para conhecer as categorias, acesse o portal do Governo do Estado de São Paulo. "Todo animal recebido é identificado, marcado, recebe atendimento médico veterinário e cuidados necessários até que possam ser devolvidos à natureza ou encaminhados para outros locais adequados caso não tenham possibilidade de soltura", informou a Secretaria.

Para se ter uma ideia, de acordo com os dados nacionais mais recentes do Ibama, em 2015 e 2016 só os Cetas da instituição, localizados em 17 estados e no Distrito Federal, receberam 66 mil animais silvestres de apreensões realizadas pelo instituto, pelas polícias ambientais dos estados e por demais órgãos fiscalizadores. Em 2017, o Cetas do Ibama em SP, que fica em Lorena (SP), recebeu 2.605 animais de apreensões, sendo 98% aves.

FONTE: G1

4/20/2018

Mercado chinês ativa tráfico de presas de onça-pintada na Bolívia

Eu fiquei em estado de choque quando li esta matéria..... E o tal candidato Bolsonaro fala que vai liberar a caça...... Socorro, minha Santa das Onças!!!!! ainda mais que é para a China que vai todo este material retirado dos animais.... Gente filho do demo!!!!!
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O tráfico de presas de onça-pintada disparou na Bolívia. Trata-se de um negócio lucrativo, que tem como destino o mercado chinês, onde as partes deste felino em situação de vulnerabilidade são usadas como afrodisíacos ou na fabricação de joias.

Em 2014, as autoridades bolivianas começaram a receber informações sobre o contrabando das presas “em troca de dinheiro” no departamento (estado) de Beni (nordeste), explicou à AFP Rodrigo Herrera, assessor da Direção de Biodiversidade de Áreas Protegidas do Ministério do Meio Ambiente e Água.

Segundo especialistas, há fortes indícios que vinculam o auge deste comércio à crescente presença de cidadãos chineses no país. Nos últimos anos, o governo de Evo Morales concedeu obras públicas milionárias a empresas chinesas, modificando radicalmente o fluxo migratório: enquanto em 2011 entraram no país 2.624 cidadãos da China, em 2016 esta cifra saltou para 12.861.

Isto “criou um mercado” e os chineses que já moravam no país “viram este mercado e dispararam as ofertas”, avaliou Herrera. A demanda estimulou a caça de onças-pintadas (Panthera onca), colocando em xeque um dos maiores felinos do mundo. Segundo o especialista, cada presa do animal pode ser comprada na Bolívia por 500 a 700 bolivianos (70-100 dólares), mas chega a ser cotada no mercado regional em 1.700 dólares e na China em até 5.000 dólares.

Mas inclusive o crânio é cobiçado, chegando a valer 10.000 dólares. Os traficantes retiram também a pele e, no caso dos machos, até o pênis.“De cada animal, uma pessoa pobre (generalmente um camponês) pode obter até 2.000 dólares, que é muito dinheiro” em um país onde o salário mínimo equivale a 290 dólares. E o lucro do comerciante “se multiplica várias vezes”, afirma Herrera.

– Assunto diplomático –
Fabiola Suárez, outra especialista deste órgão ministerial, afirmou à AFP que a quantidade de presas que deixaram o país é “alarmante”. Em menos de quatro anos foram interceptados uns 400 dentes, a maioria quando eram enviados por correio para endereços na China. Neste período, a Justiça boliviana abriu 15 processos legais, 11 deles contra cidadãos chineses residentes no país e que se dedicam a atividades de comércio, particularmente de alimentos, segundo dados oficiais.

Até a embaixada da China se viu forçada a intervir: exigiu aos “cidadãos chineses que moram na Bolívia para respeitar e observar estritamente as leis e regulamentos, tanto chineses quanto bolivianos, contra o tráfico ilegal de animais selvagens”. Os cidadãos estrangeiros “não têm ideia do dano que estão causando”, embora admita-se que os animais também sofrem com os pecuaristas locais, que os matam para proteger seu gado, razão pela qual “o estado de ameaça é muito forte”, disse à AFP a diretora da ONG Fórum Boliviano sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, Patricia Molina.

Para uso como supostos afrodisíacos ou remédios milagrosos contra doenças como asma, câncer ou aids, os ossos de tigre, as escamas de pangolim ou os chifres de rinoceronte alimentam um próspero e milionário tráfico de partes de animais, que põe em risco a sobrevivência de algumas espécies, alertaram recentemente especialistas internacionais em um encontro na cidade colombiana de Medellín. Os dentes de onça-pintada são, além do mais, disputados para uso em joias, sinal de status social.

Segundo estimativas das autoridades, existe na Bolívia uma população de 7.000 onças-pintadas em situação de vulnerabilidade, embora ainda não tenham chegado à condição de “perigo ou perigo crítico”, anteriores à extinção.

O “Libro de la Fauna Silvestre de Bolivia” indica que a Panthera onca também é vítima de outras atividades humanas, como a invasão de seu hábitat natural devido ao aumento de terras para a pecuária ou a agricultura. Um estudo da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM) determinou que existem no mundo 64.000 exemplares de onça-pintada, 90% deles na Amazônia. “Se não forem estabelecidos certos controles, pode se desencadear um problema grave” para a sobrevivência deste belo felino, adverte Fabiola Suárez.

FONTE: istoe

4/14/2018

Grupos de preservação da vida silvestre denunciam Facebook por anúncios

O Facebook anda fazendo muita "caquinha".... engraçado que vivem bloqueando nossos perfis por nenhum motivo enquanto vendem espaço publicitário para criminosos...
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Rede social estaria vendendo publicidade em páginas usadas por traficantes de animais
WASHINGTON - O Facebook está publicando anúncios de empresas americanas conhecidas em páginas operadas por grupos de tráfico de animais silvestres. A denúncia foi feita à Securities and Exchange Commission (SEC, órgão regulador do mercado de capitais), em agosto, por grupos de preservação da vida selvagem e corre em sigilo. Mas uma cópia da denúncia foi obtida pela agência de notícias Associated Press.

As páginas dos traficantes de animais oferecem marfim de presas de elefantes, chifres de rinocerontes de dentes de tigre para venda. A denúncia foi feita pela National Whistleblower Center, uma organização sem fins lucrativos. A queixa à SEC alega que o Facebook, como uma empresa listada em Bolsa, tem o dever de impedir o uso de sua platforma para atividades ilegais.

— O Facebook não é um mero espectador inocente desses crimes — alega Stephen Kohn, diretor-executivo da National Whistleblower Center. — O Facebook vendeu anúncios nessas páginas nas quais marfim ilegal está sendo comercializado. A denúncia ocorre num momento em que o Facebook enfrenta uma crise de credibilidade após vir à tona de que a empresa de marketing político Cambridge Analytica usou indevidamente dados pessoais de 87 milhões de usuários da rede social.

E AINDA:
O Facebook não respondeu aos pedidos de informação da Associated Press (AP) sobre o caso. A SEC não informou se a denúncia apresentada pela National Whistleblower Center levará a uma investigação sobre o Facebook.

A National Whistleblower Center apresentou a denúncia em nome de um informante, cuja identidade não foi revelada por razões de segurança. Esse informante gravou um vídeo de um encontro com os traficantes de animais agendado por meio do Facebook.

O Facebook é uma das 20 empresas de tecnologia que no mês passado aderiu à Coalização Global para Acabar com o Tráfico de Vida Selvagem Online, organizada pela Google pela WWF (World Wildlife Fund).

Poucas semanas após a adesão do Facebook à coalizão, reportagem da AP encontrou dezenas de partes de corpos de animais silvestre à venda em páginas públicas e privadas da rede social, a maioria com origem no Sudeste da Ásia. Entre os itens, havia cintos feitos aparentemente de pelo de tigres de Bengala, uma espécie ameaçada da qual estima-se existirem apenas 2.500 espécies vivas na natureza.

Também eram anunciados chifres de rinocerontes negros, animal que é um alvo preferencial de caçadores ilegais e do qual existem apenas 5 mil espécies na África. Negociações sobre preços e formas de entrega eram feitas pelo Facebook Messenger e também pelo Instagram e o WhatsApp, outras redes sociais que são de propriedade do facebook.

— A quantidade de marfim sendo negociada no Facebook é assustadora — afirma Gretchen Peters, diretora-executiva do Center on Illicit Networks and Transnational Organized Crime, que analisa grupos online que negociam o tráfico de animais silvestres. — Já vi milhares de posts contendo marfim, e estou convencida que o Facebook está literalmente facilitando a extinção dos elefantes.

As entidades de defesa da vida silvestre exigem que reguladores americanos forcem o Facebook a suspender, imediatamente, as contas na rede social usadas por traficantes ilegais. As entidades pedem ainda que a rede social coopere com as investigações internacionais para ajudar a identificar os criminosos.

FONTE: oglobo

3/17/2018

FPI recupera 100 animais silvestres que eram mantidos em cativeiro

Fico muito feliz com a eficiência da fiscalização, mas, quem vai fazer estes criminosos pagar as multas? é só o camarada entrar com atestado de pobreza que o juiz libera a multa..... Sinceramente, este país é uma piada.........
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Durante fiscalização no interior, foram emitidos cerca de 20 autos de infração por diversos crimes

Seguem intensos os trabalhos da Fiscalização Preventiva Integrada do Rio São Francisco. Em dois dias de atividades, a força-tarefa conseguiu recuperar cerca de 100 animais silvestres que eram mantidos em cativeiros. Somente nesta terça-feira (06), foram resgatados 28 pássaros em uma única propriedade, localizada no município de Teotônio Vilela, Agreste alagoano. Entre as aves encontradas estavam dois exemplares do Sete-cores, também conhecido como pintor verdadeiro, e que está na lista vermelha de animais ameaçados de extinção no Brasil.

Nos locais que foram alvos da FPI, os fiscais do Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA) emitiram 18 autos de infração, com os policias do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) lavrando 22 termos circunstanciados de ocorrência (TCO). Na ação, eles contaram com o apoio de técnicos da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco.

"A manutenção de qualquer animal silvestre em cativeiro desobedece diretamente a legislação ambiental. Temos visto cada vez menos essas espécies soltas na natureza. São animais que possuem funções importantes no nicho ecológico onde vivem e, obviamente, precisam estar soltos para cumpri-las. Além do mais, eles acabam tendo suas funções biológicas impedidas, já que não conseguem voar ou se reproduzir. É por isso que se faz urgente o resgate para que, após reabilitados, possamos soltá-los", explicou o técnico do IMA Epitácio Correia.

Além dos dois Sete-cores, também foram encontradas espécies de Craúna, Azulão, Papa-capim, Veludo, Sabiá e Galo-de-campina.


Jabutis e Tejos
No primeiro dia de operação, foram resgatados 72 animais silvestres em residências da cidade de Penedo. Além de espécies de aves, a FPI também recuperou cinco jabutis e dois tejos. "Todos estavam em situação de maus-tratos. Os tejos foram encontrados em gaiolas pequenas, sujas e com pouca água. São animais que não se acostumam a viver dentro de grades. Eles precisam ficar soltos no meio ambiente. Presos, entram em sofrimento", esclareceu Epitácio Correia.

Todos os animais recuperados estão sendo levados para o Centro de Triagem Animal da FPI. Lá, recebem tratamento adequado de uma equipe formada por veterinários, ornitólogos e biólogos até recuperarem as condições de reintrodução na natureza.

Entrega voluntária
A FPI também incentiva a entrega voluntária de animais silvestres. Para tal, técnicos de órgãos ambientais estão de plantão na sede do Ministério Público, em Penedo. Os cidadãos que optarem por isso ficarão isentos de qualquer penalidade.

Eficiência
Para o promotor de justiça Ramon Formiga, que tem atuação nas Promotorias de Penedo e Teotônio Vilela, a FPI do São Francisco tem contribuído para a instalação e o fortalecimento de políticas públicas ambientais nos municípios alagoanos. "Esta é a segunda FPI que acompanho, e tenho notado que a força-tarefa provoca melhorias ambientais consideráveis por onde passa. O programa incentiva gestões públicas municipais a implantarem políticas ambientais necessárias ao desenvolvimento saudável das cidades", disse ele.

O promotor ainda citou como exemplo a interdição do lixão do município de Teotônio Vilela, ocorrido a partir de ações adotadas em etapas anteriores da FPI. "O lixão foi interditado e o Executivo passou a dar a destinação adequada aos resíduos sólidos produzidos na cidade. Hoje, o poder público já compreende o quanto é vantajoso transportar os resíduos sólidos para um local adequado, proporcionando, assim, um meio ambiente mais saudável para a sua população", destacou.

FONTE: gazetaweb

1/14/2018

Tailândia prende membro de rede de tráfico de animais selvagens

Estes traficantes trabalham em família... existem, pelo menos, 3 núcleos familiares conhecidos do tráfico internacional. Na verdade, nenhuma autoridade se interessou o suficiente para dar um basta no tráfico internacional de animais...
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Na semana passada, autoridades tailandesas executaram uma ação que resultou na apreensão de 12,5 quilos de chifres de rinocerontes da África do Sul e na prisão de um dos mais importantes traficantes de animais silvestres do país: Bach Van Hoa, membro de uma família investigada por tráfico de animais e figura conhecida das autoridades.

A prisão de Vah Hoa foi considerada peça-chave no combate ao comércio ilícito de vida selvagem no Sudeste Asiático. Bach e outros dois irmãos, Bach Mai e Bach Van Limh, dirigem suas operações na província de Nakhon Phanom.

A ação das autoridades tailandesas contou com a ajuda da ONG Elephant Action League (EAL, na sigla em inglês), que forneceu informações que levaram à prisão de Bach. A EAL, que tem sede nos Estados Unidos, investiga crimes relacionados à vida selvagem e conectou os chifres confiscados à Bach Van Hoa.

Membros da EAL afirmam que a quantidade apreendida de chifres de rinocerontes alcançaria a quantia de 2 milhões de dólares ou mais nos mercados chineses que estão fora do alcance das agências de fiscalização.

O extermínio tanto de elefantes quanto de rinocerontes na África é alimentado pelo tráfico ilegal de marfim, em que os chifres de rinocerontes e as presas dos elefantes são retirados para fazer ornamentos nos países asiáticos e para alimentar a prática supersticiosa de que o pó de marfim serve para tratamento e cura de doenças.

FONTE: oeco

11/09/2017

Mais uma flagrante de tráfico de pangolins - Vietnã

Esta gente asiática não né mole não!!!! Depois não venham dizer que a gente está fazendo discriminação racial.... Apenas, mostramos o porquê ficamos horrorizados com o que fazem.... É assustador..... Massacram os pangolins a ponto do próprio país criar leis contra este uso. Ou seja, não é invenção nossa e sim constatação da verdade. Leiam nosso dossier sobre os pangolins.
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A alfândega ouve um pequeno grito vindo do porão de uma casa e descobre uma enorme rede de tráfico de animais selvagens

Foi durante a semana que a Alfândega do Vietname entrou na casa de um suspeito de tráfico de animais, para fazer uma descoberta terrível no seu porão. Lá encontraram mais de 32 pequenos pangolins envolvidos em sacos de plástico.

Os Pangolins estão à beira da extinção e o seu tráfico é recorrente, uma vez que seus corpos estão cobertos com escamas. Esses animais estão entre os mais ilegalmente caçados no mundo, especialmente na China e no Vietname, onde suas escamas são usadas para suas propriedades medicinais. Mais de um milhão de pangolins foram capturados ilegalmente na última década, tornando-se o mamífero mais vendido do mundo…


A polícia vietnamita acredita que o homem detido estava planeando contrabandear os 32 pobres animais, sendo o seu transporte feito de autocarro pela fronteira. Eles também encontraram em casa, 69 tartarugas que estavam se preparando para sofrer o mesmo destino. A organização Save Vietnams Wildlife Animal foi chamada para ajudar todos esses animais que estavam em cativeiro.

Os Pangolins são animais que se enrolam quando se sentem ameaçados. Mas, quando foram resgatados, a equipe viu que os pobres animais começaram se abrindo lentamente, enquanto se sentiam mais seguros. Felizmente, quase todos os animais estavam de boa saúde, apesar de todos os horrores que haviam passado.

Assista ao momento do resgate desses pobres animais no vídeo abaixo:


Esses seres vivos estavam destinados a morrer, mas felizmente, as autoridades chegaram a tempo para lhes dar uma segunda chance na vida… Compartilhe essa história para aumentar a consciencialização contra situações cruéis como essa!

Fonte: Histórias com Valor

11/02/2017

O elixir chinês "milagroso" que ameaça burros ao redor do mundo

Já fizemos várias postagens sobre o abuso promovido pela China para conseguir peles de burro pelo mundo inteiro. Confira. Aqui no Brasil, em 2015, publicamos Exportação de jumentos para China geraria receita de US$ 3 bilhões e esta receita está entrando direto porque estão considerando jumentos com a mesma qualidade dos burros na produção desta gelatina que eles produzem. Conheçam o The Donkey Sanctuary, uma ONG que luta  contra este maldito comércio.
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A demanda chinesa de gelatina de burro está acabando com as populações de burro chinês e africano, colocando o preço dos animais fora do alcance dos agricultores que tem os animais como forma de subsistência.

Era um período de dor de período mestrual que levou  Liu Yanan experimentar a gelatina de burro. A jovem de 13 anos estava visitando a família em Pequim quando suas cólicas começaram pela primeira vez. Sua tia tirou de dentro de uma caixa ornamentada uma pequena porção e misturou-a em uma panela de mingau de arroz açucarada.

O medicamento era ejiao, um medicamento chinês feito de peles de burro e usado há mais de 2.500 anos. Yanan hesitou antes de comer a mistura, mas confiava em sua tia e queria aliviar a dor. "Eu me senti confortável depois. Meu corpo estava quente ", diz ela. "Eu usei por um mês e o problema foi embora".


Isso foi de volta em 2004, e desde então a indústria chinesa de ejiao se transformou em um megabusiness global. O que antes era um humilde tônico sanguíneo para condições como a anemia - que nunca foi aprovada por evidência clínica - foi elevada ao status  de um produto de bem-estar para a classe média ascendente da China que agora apresenta cremes faciais, doces e licores, bem como uma grande variedade de preparações medicinais.

Há indicações que supostamente ajudam pessoas com anemia, acne, aumentar a sua energia, melhorar o seu sono,  prevenir o câncer, fazer você parecer melhor e melhorar a sua libido. É faturado, em suma, como um elixir milagroso.

No condado de Dong'e, uma província remota que abriga quase 90% de todas as fábricas chinesas de ejiao, dezenas de lojas ejiao se estabelecem nas ruas da cidade. Existem anúncios de propaganda em outdoors e em paradas de ônibus. O aeroporto mais próximo, na cidade de Jinan, tem cabines vendendo ejiao e carne de burro fresca, uma iguaria regional. 


Dong-E E-Jiao (Deej), o maior produtor do mundo, tem sede que inclui sete prédios de fábricas monolíticas, uma gigantesca sala de conferências, um centro de visitantes que se assemelha ao icônico estádio Bird's Nest de Pequim e um lago impecavelmente paisagístico.

Os produtos mais caros da empresa, preparados de acordo com o costume do solstício de inverno a cada ano, custam £ 2.900 por 250g nas lojas Deej com desconto. Em  2016 as ações da Deej (cotado na Bolsa de Valores de Shenzhen) divulgou vendas de £700 milhões - mais do dobro de sua receita há quatro anos.

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Mas por trás da fachada deste setor cada vez mais brilhante, com a colocação de produtos em programas de TV chinesas e embalagens brilhantes, é um comércio internacional que está crescendo em economias rurais ao redor do mundo.

De acordo com as estatísticas da indústria, a produção chinesa de ejiao consome algumas peles de burro por ano. Os burros da China totalizavam 11 milhões de indivíduos há duas décadas, mas essa cifra caiu abaixo dos 6 milhões, tanto em consequência da expansão da produção de ejiao como da migração em massa de chineses rurais, que anteriormente criaram burros. A oferta doméstica é limitada a menos de 1,8 milhões e isso deixa Deej e seus concorrentes menores, dependentes das importações.

Aqui é onde os problemas começam. Em menos de uma década, a demanda por fornecedores influiu nos preços do burro como por exemplo no Quênia cujo o custo de um burro  mais que triplicou no ano passado. Comunidades que dependem de burros como animais de sustentação já não conseguem manter o que era abundante e barato. 

Primeiro domesticados na África há cerca de 5.000 anos atrás, burros apoiaram meios de subsistência  ao redor do mundo por centenas de gerações, adeptos do uso para transportar cargas pesadas e temperamentalmente fáceis de manusear. A emergência súbita como mercadoria negociada globalmente interrompeu os ciclos tradicionais de uso: em todo o mundo, os burros não mais valem mais vivos, somente mortos.


Alguns países estão agora pressionando o comércio internacional. Nove governos africanos (Botswana, Burkina Faso, Mali, Níger, Nigéria, Senegal, Gana, Tanzânia e Uganda) proibiram as exportações de peles de burro, com mais quatro (Burkina Faso, Botswana, Tanzânia e Etiópia) fechando matadouros financiados por empresas chinesas. Gambia, Malawi e Zimbabwe expressaram preocupação, mas ainda não introduziram uma proibição.

Mas em resposta a demanda do comércio os criadores mudaram-se para o submundo com uma rede mafiosa de traficantes montando fábricas ilegais pela China e África.

"Ainda estamos vendo exportações ilícitas de todos os países que tomaram posição contra a venda de peles de burro", diz Alex Mayers, do Donkey Sanctuary, uma instituição de proteção animal do Reino Unido que publicou um relatório sobre o comércio em janeiro. "Não há como garantir que os níveis atuais de demanda possam ser sustentados".

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Uma má regulamentação levou a uma explosão de roubo de burro. No Quênia, os inspetores registraram quase 1.000 animais roubados entre dezembro de 2016 e abril de 2017. Philemon Sibaya, um agricultor de subsistência na África do Sul, que costumava administrar um negócio de entrega informal com reboques de burro construídos a partir de peças de veículos antigos, teve seus burros roubados em novembro passado. Ele costumava permitir que eles passassem livremente à noite, amarrando suas patas traseiras para impedir que eles se afastassem demais. "Mas naquela manhã não consegui encontrá-los", diz Sibaya.

Um homem chinês visitou a aldeia algumas semanas antes, procurando comprar burros. Sibaya se recusou a fornecê-lo, sem saber o que o homem queria. "Meus burros colocam comida na mesa. Eles construíram esta casa e colocaram meus filhos na escola ", diz Sibaya. Alguns dias depois do sumiço dos animais, ele encontrou os cadáveres, todos menos um, esfolados. "Não há nada que eu possa fazer, mas aceitar a situação", diz ele. "Não posso trazer meus burros de volta".

"Tivemos muitos casos como este", diz Mishack Matlou, um inspetor local do SPCA que chegou à cena logo depois. Poucos meses antes, ele defendeu dois adolescentes que roubavam burros em uma vila vizinha. "A comunidade queria matar aqueles meninos, então eu os tranquei dentro da minha van", diz ele. "Esta é uma área pobre e eles precisavam do dinheiro. Alguém lhes ofereceu £ 25 para o trabalho ".


As instalações de "abate arbusto" não regulamentadas estão se multiplicando em toda África, Ásia e América do Sul. Em um site na África do Sul em agosto passado, um intermediário que pediu para permanecer anônimo comprou 25 burros para um exportador chinês e observou como os aldeões os matavam com facas e martelos. O exportador foi preso em Joanesburgo alguns meses depois por declarar falsamente um carregamento de peles para Hong Kong.

"Foi ruim ver os animais sofrerem", diz o intermediário, que já não troca peles de burro. "Eles gritaram cada vez que seus companheiros morriam".

Alguns governos estão tentando regular o setor. Em fevereiro, na África do Sul foram anunciados planos para construir matadouros e treinar produtores de burros. "Os projetos aliviarão a pobreza, abordarão a desigualdade e vão criar empregos decentes", afirmou um comunicado da imprensa. Mas, de acordo com o Dr. Langa Madyibi, do departamento veterinário provincial, houve pouca evolução nesta iniciativa, além de formar um Comitê Técnico de Donkey e enviar uma delegação de governo à China no ano passado. "Ainda temos que descobrir os detalhes, incluindo o nosso modelo de produção. Há uma ampla gama de partes interessadas para consultar ", diz Madyibi.

Alguns programas similares em África começaram a parar após protestos comunitários (na Etiópia, Uganda e Tanzânia) e proibições nacionais de exportação (no Botsuana). Mas outros estados receberam a oportunidade de investimento como o Quênia que abriu três matadouros nos últimos 18 meses e a Namíbia preparou dois.

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À medida que os governos lidam com os custos e os benefícios ofertados pela China, o setor de ejiao rola, produzindo mais de 5.000 toneladas de gelatina por ano. A escassez de peles levou a uma crescente fraude de produtos, com os fabricantes que substituem cabos, bois, porcos e até mesmo calçados de couro como matéria-prima. Deej, no entanto, mantém uma reputação de autenticidade e ganhou vários prêmios de prestígio, incluindo a Marca chinesa do Ano de 2016. A empresa tem um "quase monopólio" em peles de burro e representa quase 70% de todas as vendas de ejiao, de acordo com um relatório da indústria.


Em agosto, Deej rejeitou várias centenas de peles de cavalo de um lote entregue pelo comerciante Yang Shihui do Dong'e County. "Eu não sabia que eles estavam misturados lá", diz Yang, que vem fornecendo a empresa por mais de 30 anos. As peles estão em um monte ao lado dele, emaranhadas e apodrecendo. "Vou vendê-los para uma empresa de alimentação de frango em vez disso".

Deej, a empresa estatal, não respondeu a perguntas escritas do Guardian.

A uma curta distância do quintal de Yang é uma reserva de Deej com dezenas de milhares de peles. As peles são amassadas em paletes de transporte e cobertas com lonas. Existem mais de 20 pilhas, cada uma maior do que um microônibus e  inúmeras outras ficam fora de vista. Os guardas de segurança agitam seus braços para evitar fotografias, gritando: "Pare! Vamos prender você! "

Um pouco mais acima da estrada são dois hotéis temáticos de ejiao de propriedade da Deej, com arte de burro nas paredes e exibições de produtos na recepção. Um slogan da empresa na entrada declara ejiao "um tesouro nacional".

Liu Yanan, que primeiro comeu gelatina de burro como adolescente, ainda vive no condado de Dong'e. Agora, 26, ela trabalha como agente para uma pequena empresa ejiao chamada Fu Shang Kang, publicando anúncios diários de mídia social. Ela toma diariamente o ejiao, às vezes alimentando pequenas doses para o filho, que são três. "Eu não pareço uma mãe", diz ela, "por causa da ejiao. Isso o mantém jovem. "

Esta história foi apoiada por uma doação do Projeto de Relato África-China, gerenciado pelo Departamento de Jornalismo da Universidade do Witwatersrand.

Fonte: The Guardian
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"
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