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11/28/2018

Colmeias inteligentes ajudam na preservação de abelhas no mundo

Acho que a tecnologia está aí dando show.... As abelhas, finalmente, começam a ter a atenção devida dos humanos.....
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Iniciativa é parceria entre a Oracle e o The World Bee Project
“Um casamento extraordinário entre a natureza e tecnologia”. É como John Abel, vice-presidente de Cloud e Tecnologia da Oracle, define o novo programa que usa tecnologia em nuvem para compreender os hábitos das abelhas. A iniciativa é uma

8/22/2018

O teste em animais pode se tornar uma coisa do passado

Se eu ganhasse um prêmio na Mega Sena ia investir na tecnologia para tirar em definitivo os animais dos laboratórios. Comprava, também, camisa de força para aqueles pesquisadores psicopatas que insistem em tamanha estupidez...  Boa ideia?  yesss!!
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Todos os anos, milhões de animais são testados e deixam as pessoas se perguntando: não existe uma maneira melhor? Finalmente, a resposta pode ser positiva.

Ciência: equipamentos 'Ícaro' para informações dos animais migratórios

Gente!!!! eu sempre falo da importância da tecnologia no destino dos animais. Olha que espetáculo este equipamento!!!! Fiquei encantada porque os sistemas dos animais migratórios sempre foi um desafio para entendermos o tanto que são evoluídos..... 
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Equipamentos científicos “Ícaro”. O bloco de antena vai proporcionar recepção e transmissão de informações dos animais migratórios, e os cientistas poderão determinar o impacto sobre o

6/16/2018

INTERNET: tecnologia que ajuda a salvar animais selvagens

Uma matéria maravilhosa! ela nos mostra todos os aspectos do quanto a internet está ajudando a salvar animais selvagens..... É incrível!!!!! Gente, a tecnologia do mundo moderno pode nos ajudar muito a resgatar a vida em nosso planeta se soubermos usá-la a tempo, já que, os cientistas nos falam que temos mais 100 anos no máximo!!!!!!
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Como a internet das coisas está salvando animais ameaçados de extinção
Há alguns anos a internet das coisas causou um pequeno boom no mundo da tecnologia ao prometer revolucionar as nossas vidas e incorporar tecnologia aos campos mais inesperados do dia a dia, desde roupas smart até lâmpadas e eletrodomésticos que oferecem uma gama de possibilidades e ainda aprendem com nossos usos diários. Porém, a coisa (ainda) não despontou como era previsto.

É inegável que cada vez mais as geladeiras e fogões estão inteligentes e as casas estão equipadas com assistentes virtuais, mas quem viu o buzz da IDC lá por 2015 sabe que ele não explodiu como deveria. Ou pelo menos não explodiu para nós humanos.

Isso mesmo, não deu para nós humanos, mas para outros seres vivos a internet das coisas vai de vento em popa. Há anos que as organizações de preservação da vida selvagem experimentam novas tecnologias no intuito de encontrarem aquela que seria a ideal para ajudá-los no monitoramento e proteção das espécies ameaçadas de extinção, principalmente em grandes áreas, até que, finalmente, eles parecem ter encontrado o que procuravam.

Assim nasceu o casamento perfeito. Várias organizações estão usando internet das coisas para levantar dados sobre os animais e entregá-los até os guardas florestais que assim poderão interceptar os caçadores ilegais antes que eles cometam os seus crimes.

E qual o melhor lugar para encontrar animais ameaçados de extinção e grandes áreas a serem monitoradas? A África, é claro, onde o comércio ilegal de animais leva perigo a diversos animais, como rinocerontes, elefantes, macacos e até leões. É de lá que vem as boas notícias.

O que se tem feito até hoje e como a IDC está revolucionando
O uso da tecnologia para parar a caça ilegal não é nova. Medidas como a da operadora de celular britânica Vodafone, que usa IDC para ajudar na conservação das focas escocesas e dos dugongos ameaçados de extinção nas Filipinas, já são conhecidas e mostram ótimos resultados, mas quando se trata de empregar estes meios na África, a tarefa é um pouco diferente.

O continente é gigantesco, com animais de grande valor no mercado negro (o chifre do rinoceronte é mais caro do que ouro), não possui infraestrutura adequada para grandes topologias de redes e conexões e os caçadores são extremamente furtivos. Por isso uma mãozinha qualificada para proteger os animais é mais do que bem-vinda.

E a ajuda chegou na hora certa, os rinocerontes que o digam. Enquanto que o rinoceronte negro se recuperou da quase extinção em 1995 dobrando sua população de menos de 2.500 animais para aproximadamente 5.000, hoje, o Rinoceronte Negro Ocidental foi declarado extinto em 2011 e o último Rinoceronte-branco-do-norte morreu em março deste ano no Quênia. As previsões também não são nada animadoras: Segundo as estimativas, cerca de três rinocerontes morrem nas mãos de traficantes de chifres por dia na África. Se o ritmo continuar, os rinocerontes serão extintos do planeta até 2025.

Os rinocerontes, claro, não são únicos que precisam de ajuda. Os elefantes, por exemplo, tiveram sua população diminuída em cerca de 30% na savana entre 2007 e 2014; uma perda de 144.000 animais - 1 elefanta morto a cada 14 minutos!! Os dados são do Great Elephant Census (GEC), uma pesquisa conduzida pela Vulcan Inc. (empresa filantrópica criada por Paul Allen, cofundador da Microsoft) que vasculhou todo o continente africano atrás dos mamíferos. Os dados mostram ainda que a taxa de declínio da população de elefantes é de 8% ao ano e os caçadores de marfim, é claro, são a principal razão desta matança.

Mas ao menos uma boa notícia depois desses dois parágrafos e daquela imagem de cortar o coração e causar depressão em qualquer um: a tecnologia de redes e sensores, em combinação com as análises, agora oferece maneiras de acompanhar as populações destes animais de perto e interceptar qualquer ameaça aparente.

De maneira geral o processo consiste em conectar sensores à nuvem (seja ela pública ou privada) através de redes de baixa potência e fazer com que esses "patrulheiros tecnológicos" passem a entregar informações essenciais sobre as atividades humanas que forem detectadas na área onde vivem os animais protegidos. Com estes dados e alertas em mãos os patrulheiros (de verdade, dessa vez) chegam rapidamente até os caçadores antes que eles possam causar danos.

De maneira específica temos dois projetos de grande sucesso e que vamos conhecer agora.

A ajuda vem de cima
Há alguns anos que o programa Air Shepherd mantido pela The Lindbergh Foundation usa uma combinação de drones e dados analíticos em um experimento na África do Sul para proteger os  rinocerontes e elefantes.

Os dados captados pelos sensores dos drones são submetidos a um processamento inteligente que constrói um modelo do comportamento habitual dos animais ao redor e dentro da área monitorada. A partir de então, se alguma movimentação anormal - com base nos padrões - for detectada nos rinocerontes ou se alguma aproximação suspeita de humanos ocorrer, os drones são colocados no ar para mostrar aos guardas florestais, em tempo real, o que está acontecendo no local suspeito.

Embora tenha alguns pontos negativos, como a exigência de pilotos bem treinados e o fato de, às vezes, estarem fazendo voos de rotina e não conseguirem atender a um alerta de perigo, a Air Sheppard já salvou impagáveis vidas. Com tamanho sucesso eles já conseguiram expandir o programa de proteção para o Malawi, África do Sul e Zimbábue através de financiamento coletivo. Os próximos locais são Botsuana, Moçambique e Zâmbia.


Proteção fashion
Uma outra iniciativa bastante promissora vem da parceria entre Universidade de Wageningen, na Holanda, e a IBM que pretendem ajudar os rinocerontes da Reserva de Animais Welgevonden, também na África do Sul, com o mínimo de intervenção possível no seu dia a dia. Dessa forma eles não se propõe a rastrear diretamente os rinos, mas sim o que está no seu entorno. Por exemplo, suas presas.

O plano é colocar um colar (que está em desenvolvimento) nos rebanhos de herbívoros da reserva, como zebras, impalas e gazelas, e então observar os hábitos de caça dos rinocerontes. Ao avaliar as variações em seus movimentos será possível identificar padrões anormais de comportamento que indiquem os diferentes tipos de contato que eles podem ter, como predadores naturais, turistas ou caçadores ilegais.

Após capturados, os dados serão transmitidos via 3G dos colares até o sistema Watson da IBM que opera na nuvem - o Watson é um dos sistemas de inteligência artificial mais avançados do mundo - e está sendo treinado para identificar a rotina dos animais.

Embora a solução IBM Watson tenha sido eficaz até o momento, ela tem um ponto negativo complicado de ser totalmente resolvido: Ela é dependente de uma conexão constante com a nuvem, o que é um problema em grande parte da África, especialmente em áreas de vida selvagem - onde só há as lentas conexões por satélite e uma ou outra torre de celular que não consegue dar conta do recado. Uma saída seria usar as próprias redes sem fio privadas que estivessem ao alcance para formar um backbone, o que não resolveria o problema totalmente já que, ainda assim, seria necessário algum tipo de conexão final para que os dispositivos de IDC nos animais "conversassem" com o sistema baseado na nuvem.


E por fim a iniciativa campeã até agora: O Connected Conservation, um programa patrocinado pela Dimension Data e pela Cisco, a maior fabricante de equipamentos de redes e conexões do mundo.

Lançado em 2015, o programa tem usado a internet das coisas para rastrear pessoas próximas e dentro do perímetro de uma reserva particular de rinocerontes na África do Sul (cujo nome é secreto por motivos de segurança). Com técnicas de câmeras de segurança, escaneamento biométrico, sensores de movimentação no chão, mapas de calor do ambiente, drones e uma rede de rádio fixa o programa tem dado certo e se prepara para expandir para outras áreas de conservação em todo o continente.

No Connected Conservation o Google Analytics é quem gera os alertas com base nos padrões de atividade detectados e os envia aos guardas florestais que se deslocam até o perímetro para interceptar intrusos. Aqui a única parte na nuvem é um servidor local que se conecta aos serviços do Azure da Microsoft para fazer backup de dados críticos regularmente. Fora isso todo o sistema é operado localmente.

As empresas projetam agora uma solução de segurança para a reserva. Um dos primeiros componentes - instalado em dezembro de 2015 - foi uma nova rede baseada em rádio ponto-a-ponto que tem velocidade de 50 mbps e usa torres instaladas nos limites do parque para cobrir todo o perímetro e funcionar como um backbone que compartilha alertas de vídeo, sensores e comunicações por voz. Wolf Stinnes, engenheiro da Dimensions Data, disse que, além de uma conexão irregular, o maior desafio até hoje foram as chuvas torrenciais, raios e relâmpagos, junto com o calor.

Além do backbone da rede de rádio, a Cisco e a Dimension Data instalaram redes locais com fio em cada um dos quatro portões de veículos da reserva, câmeras de monitoramento, scanners biométricos e sensores nos portões. Além disso, uma rede sem fio foi implantada em toda a reserva para fornecer Wi-Fi seguro no parque e dar aos guardas acesso móvel aos dados.

A reserva ainda está conectada a uma rede de longa distância sem fio no padrão LoRa. Tal padrão de conexão é otimizada para dispositivos de baixa potência, o que faz com que os sensores possam operar com baterias por anos a fio e se comunicar distâncias de até 15 km. Consequentemente, sua taxa de transmissão é baixa, 27 kbps, mas o que não é problema para uma rede que manipula a taxa de dados da telemetria de um sensor, por exemplo. Outras ferramentas do sistema incluem câmeras térmicas ligadas em rede e instaladas ao longo do perímetro da reserva e sensores acústicos de fibra ótica.

Aqueles que entram em um veículo, além de terem um rastreador acoplado, têm suas placas "lidas" pelas câmeras de segurança; o sistema usa uma conexão VPN para bater essa informação em um banco de dados nacional e saber quem possui os veículos e o histórico de suas visitas.  Com a modelagem preditiva de dados a equipe de análise pode estimar quando um indivíduo ou veículo deve sair da reserva", disse Stinnes; se ele não sair no tempo planejado um alerta é emitido e ele é verificado.

E não é só com os veículos: Toda pessoa que passar pelos portões é rastreada. Os sistemas biométricos leem as impressões digitais de funcionários, guardas florestais, cuidadores de animais e fornecedores; já os visitantes têm seus passaportes escaneados.

E se em algum lugar do parque um sensor captar um dado que gere um alerta de anormalidade e indiquem uma possível violação do perímetro, drones podem ser despachados para os locais de alerta para captar imagens em tempo real do que está acontecendo enquanto uma equipe armada segue de helicóptero para interceptar os possíveis caçadores. O novo sistema de alerta diminuiu o tempo médio de resposta dos guardas de 30 para apenas sete minutos.

Após toda essa tecnologia de ponta temos a certeza de que todo o processo precisou de muito estudo e muito investimento; mas não tenha dúvidas de que todo esse esforço já se pagou. Desde 2015, houve uma redução de 96% no número de rinocerontes mortos na reserva, sendo que no ano de 2017 nenhum deles foi pego por caçadores. Quanto às invasões no perímetro, houve uma redução de 68%.

Upgrade para a versão 2.0
Com esse sucesso que supera a melhor das expectativas o programa Connected Conservation quer, agora, expandir sua experiência e conhecimentos para parques e reservas em Moçambique, Zâmbia e Quênia, cada qual com suas ameaças e características específicas; o que faz com que a tecnologia precise se adaptar a cada realidade. No Zâmbia e Moçambique, por exemplo, o foco deve ser nos rebanhos de elefantes, que estão sendo dizimados em uma velocidade maior do que em qualquer outro lugar da África.

O escolhido para receber essa ajudinha tecnológica foi um parque zambiano - sem nome divulgado também. Como um todo, as manadas de elefantes no país são, em geral, relativamente estáveis: de uma população de 21.758 animais em 2016, a "proporção de carcaça" foi de apenas 4,2% (assim é chamada a proporção de elefantes mortos para elefantes vivos monitorados por levantamento aéreo), porém há alguns lugares que a matança é assustadora. Por exemplo, ao longo do rio Zambeze e no Parque Nacional Sioma Ngwezi, na fronteira sudoeste do país onde, neste último, o levantamento apontou uma taxa de carcaça de 85%, ou seja, 17 elefantes mortos para cada três encontrados vivos.

O que se sabe sobre este parque secreto que receberá ajuda é que ele terá que lidar com um outro agravante local: a água, e não a falta dela, mas sim a grande quantidade. O local possui um grande lago em seu interior que, além de ser usado para a pesca pelas pessoas que vivem no seu entorno, também é caminho de entrada para caçadores.

Nesta situação, uma cerca física ao longo de todo do parque é impossível. A solução será usar uma rede de câmeras térmicas fixas montadas em mastros de rádio como se fosse uma cerca virtual - além das habituais câmeras nos portões de entrada e saída. Os dados das câmeras térmicas serão colocados em análise e resultarão em um modelo sempre atualizado que identificará padrões de movimento do que acontece nas vias fluviais dentro e próximo ao parque. Se necessário será gerado um alerta automático para barcos suspeitos ou qualquer cruzamento noturno que adentre o perímetro.

Os alertas serão recebidos em um centro de controle montado em uma unidade especial de guarda marinha do Zâmbia, que poderá enviar lanchas para interceptar os caçadores. Para não prejudicar os pesquisadores que necessitam do lago para a sobrevivência, uma outra medida que está sendo desenvolvida é o cadastro e identificação eletrônica dos mesmos, já que muitos caçadores se passam por barcos pesqueiros para entrar no parque.

Um modelo escalável?
A cereja no bolo virá com o tempo, já que a Dimension Data e a Cisco têm planos ambiciosos para estender a Connected Conservation para muito além da preservação de rinocerontes e elefantes. O objetivo final é eliminar todas as formas de matança e contrabando de animais em situação vulnerável através de dispositivos IDC e outras tecnologias, como tubarões, tigres asiáticos e demais espécies ameaçadas de extinção.

Mas claro que isso exigirá muito mais que o empenho de apenas duas empresas. Além da vigilância humana constante, precisarão ser feitos acordos com diversos países e milhares de pessoas terão de ser deslocadas para ambientes remotos.

Alguns casos de sucesso não são suficientes para garantir que conseguiremos salvar todas as espécies ameaçadas de extinção, mas se nos basearmos nos resultados até o momento já temos o suficiente para nos mantermos otimistas quanto ao futuro. Se a internet das coisas ainda não mudou nossas vidas, que ela continue mudando a vida dos animais ameaçados de extinção.

FONTE: oficinadanet

6/12/2018

TECNOLOGIA: Certificado para viagens de animais aos EUA agora é digital

A tecnologia me encanta de um jeito que ninguém imagina..... Com ela poderemos resolver muita coisa.... a questão é só investir e órgão público pouco se interessa, nestes casos.
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Quando houver acordo com todos os países, a economia para o setor público com o serviço será de R$ 13,5 milhões por ano

A emissão do Certificado Veterinário Internacional (CVI) para viagens com cães e gatos aos Estados Unidos agora é totalmente digital. O resultado é uma economia para o cidadão e para os cofres públicos: antes, o usuário gastava cerca de R$ 1,5 mil com a solicitação, serviços veterinários (vacinas e testes nos animais), entrega de documentação e retirada da autorização. O processo todo digitalizado deve custar menos de R$ 1 mil.

Clique aqui para saber como emitir o CVI

Quando houver acordo com todos os países, a economia para o setor público com o serviço será de R$ 13,5 milhões por ano, com queda de 86% em relação à despesa atual e, para os usuários, de R$ 5,2 milhões por ano (redução de 48% nos gastos), segundo estimativa do Ministério do Planejamento, que desenvolveu a plataforma. Os próximos acordos previstos são com os países do Mercosul e com a União Europeia. O governo investiu R$ 467 mil no projeto e prevê retorno em 13 dias de funcionamento do sistema.

Interesse do cidadão
As normas para o trânsito de animais de estimação estão entre os serviços mais acessados no site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa): cerca de 10 mil pessoas solicitam o CVI anualmente.

Para atender a esse tipo de demanda, é necessário que sejam mantidos 215 profissionais, sendo 194 veterinários, nas 80 unidades da vigilância agropecuária internacional, o Vigiagro, nos aeroportos, portos e postos de fronteira. Com a digitalização, serão necessários apenas 28 veterinários em dez unidades de atendimento.

FONTE: ne10

6/06/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Pele humana impressa em 3D reduzirá uso de animais em testes de cosméticos

Olha só o papel da tecnologia que vai nos ajudar a tirar os animais dos laboratórios de pesquisas.....
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Processo de reprodução da pele humana é possível a partir de células e remanescentes de cirurgias plástica

Entre 75 milhões e 100 milhões de animais vertebrados são usados anualmente, em todo o mundo, para pesquisas científicas. Número deverá cair com a impressão em 3D de pele humana e uso de células-tronco.

Os avanços na redução do uso de animais em experimentos científicos, bem como na melhoria dos procedimentos para reduzir seu desconforto e sofrimento, foram abordados nesta sexta-feira, 1º de junho, no 39º Congresso da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), por Marcel Liberman, pós-doutorado na Universidade de Harvard (EUA) e médico do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

O cardiologista salientou que um dos principais avanços para a substituição de animais, especificamente em testes de cosméticos, perfumaria e produtos de higiene, é o uso de impressoras 3D para reprodução de pele humana, a partir de células e remanescentes de cirurgias plásticas, por exemplo. As células-tronco também são vistas como alternativa para o desenvolvimento de tecidos a serem utilizados em substituição às espécies utilizadas em pesquisas.

São cerca de 75 milhões a 100 milhões de animais vertebrados utilizados anualmente para experiências científicas em todo o mundo. Os mais recorrentes são os camundongos, devido às suas características biológicas, reprodução rápida e facilidade de manejo.

A sua substituição em testes de cosméticos é importante não apenas para reduzir seu desconforto, como pelo fato de seu uso para esse fim ser proibido em alguns países. No Estado de São Paulo, há lei nesse sentido (nº 15.316/2014). Projeto de Lei, de alcance em todo o Brasil, tramita no Congresso Nacional.

O cardiologista Marcel Liberman salientou que todos os cuidados devem ser adotados para evitar o desconforto e o sofrimento dos animais utilizados em ciência e pesquisa. Desde o transporte, até a sua acomodação nas gaiolas, passando pela higiene, alimentação e manutenção diária, tudo deve ser feito com muita atenção.

O médico explicou, ainda, que os animais não podem sentir dores durante e após os procedimentos. Por isso, deve ser usada anestesia nos processos mais invasivos e analgésicos. É possível identificar se o animal está sentindo dor, por meio de sinais expressos em seus rostos. Na eutanásia, também se evita qualquer sofrimento, com o uso de anestésicos e barbitúricos. No Brasil, todas essas normas são estabelecidas pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

FONTE: inforchannel

3/16/2018

Cobaias virtuais podem substituir animais em testes farmacêuticos

Só está faltando mesmo estes pesquisadores mequetrefes se convencerem que a tecnologia dispensa qualquer utilização de animais..... É só investir, a não ser que sejam psicopatas que gostem de ferrar com bichos.... tô errada?
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O software conseguiu simular com precisão se um remédio faz mal ao corpo humano. E foi até mais eficiente do que experimentar com os pobres dos bichinhos

Testes de medicamentos em animais sempre foram um dilema ético. Ninguém quer que os bichos sofram – mas ninguém também quer frear o avanço da medicina. Agora, os cientistas parecem mais próximos de resolver este problema, poupar a vida dos animais – e até tornar as drogas mais seguras. Tudo com a ajuda de cobaias virtuais.

Na segunda-feira (12), o Centro Nacional de Substituição, Refinamento e Redução de Animais em Pesquisas (NC3Rs), do Reino Unido, concedeu seu prêmio internacional de 2017 a uma equipe da Universidade de Oxford que conseguiu simular a maneira como 62 drogas afetam células cardíacas humanas com a ajuda apenas de um software. O programa, chamado Virtual Assay, foi capaz de adivinhar corretamente se as substâncias causariam danos ao coração.

A cobaia virtual parece ser ainda mais eficiente do que os testes feitos em animais de verdade. Ele acertou se a droga poderia causar arritmia em 89% das vezes, enquanto os testes feitos em coelhos acertaram apenas 75% das vezes. A técnica não é exatamente uma novidade, mas é a primeira vez que se aproxima tanto assim do ideal.

O Virtual Assay já está sendo usado por quatro empresas farmacêuticas, incluindo a gigante alemã Merck KGaA. A esperança é que a tecnologia evolua até o ponto em que testes em animais sejam lembrados como uma barbárie do passado.

FONTE: super.abril

2/21/2018

Fazendeiros chineses começam a usar inteligência artificial para criar porcos

Minha nossa!!!!! vidas regidas pela tecnologia.... é muito bom este tipo de leitura para nossas teses de  evitar o consumo de carne de animais .... A China é o maior consumidor de carne de porco no mundo.... 
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A gigante chinesa de tecnologia Alibaba anunciou ontem uma parceria com as empresas Dekon Group (que cria porcos) e Tequ Group (que produz lavagem) para trazer a inteligência artificial para a pecuária suína. Segundo a agência chinesa Xinhua, o objetivo da parceria é "fortalecer" uma indústria que "há muito tempo vem sofrendo com baixa eficiência e altos custos de trabalho".

Basicamente, as empresas pretendem implementar recursos de visão de máquina e internet das coisas para ter um controle melhor sobre cada um dos animais de suas fazendas. O sistema deve ser capaz de criar um "perfil" de cada porco, informando seu peso, idade, quantidade de ração que vem comendo e quanto vem se movimentando.

Para isso, as fazendas usarão números tatuados nas costas dos porcos. Câmeras especializadas podem então ler esses números, identificar cada porco e rastrear seus movimentos. Sensores de temperatura nas criações também ajudarão a monitorar a temperatura corporal de cada animal, detectando doenças e ajudando os criadores a saber quando aplicar vacinas.

O sistema também rastreará porcas e seus filhotes depois que eles nascerem. Em alguns casos, a mãe acaba "esmagando" alguns dos leitões - o sistema conseguirá detectar os gritos dos leitões e orientar os criadores a ajudá-lo. Esse sistema, por si só, deve reduzir em 3% a mortalidade de leitões segundo a BBC. Quando uma porca parar de ter filhotes, o sistema conseguirá identificar isso e sugerir aos fazendeiros que ela seja abatida.

Mercado enorme
De acordo com o The Verge, essas tecnologias devem substituir as "tags" de RFID que alguns fazendeiros chineses já usam. As tags são confiáveis, mas são mais complicadas de se usar do que um sistema totalmente automático - especialmente em criações grandes, porque elas exigem que cada porco seja "escaneado" de maneira individual.

"Se você tem dez milhões de porcos para criar, você mal consegue contar quantos leitões nascem por dia", disse o diretor de informações do Tequ Groupa à Xinhua. Para o Zhang Sheng, o diretor do projeto na equipe de Cloud da Alibaba, um dos objetivos é "reduzir os custos de criação e fazer uma reforma da agricultura". Mas, "por outro lado, nós queremos transformar tecnologia de inteligência artificial em carne de porco segura e saborosa", disse Sheng.

Não se trata de uma mera curiosidade, mas de uma aplicação importante de tecnologia para um dos maiores mercados do mundo. Mais ou menos metade de todos os porcos do mundo (cerca de 700 milhões de animais) vivem e morrem na China, para abastecer um mercado que consome mais de 40 milhões de toneladas de carne suína por ano. Considerando esse negócio monstruoso, investimentos em tecnologia podem trazer impactos fortes. 

FONTE: ariquemesonline

12/27/2017

Arte e tecnologia em vídeo


Ontem uma leitora me mandou pelo facebook um destes vídeos.... Fiquei encantada e fui fuçar, como sempre!!!!! Gente, o que que é isto? impressionantemente lindo e hipnotizante!!!!! um espetáculo!!!! Está publicado no Real Art.... lindo.........









12/11/2017

Agora até mesmo seu animal de estimação poderá destrancar portas graças à Internet das Coisas

Gente do Céu, olha que barato!!!! e viva a tecnologia.... só não entendo como pesquisadores bolorentos de uma ciência caduca ainda usam animais nos laboratórios.... Queria tanto estar viva no ano 2100!!!! se bem que acho que tudo se acabará muito antes....
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Desde que a Internet das Coisas começou a se popularizar no final de 2015, sabíamos que os desenvolvedores e engenheiros estavam apenas arranhando a superfície das enormes possibilidades que podem ser realizadas com essa tecnologia tão promissora. Com a aproximação da rede 5G, a IoT se tornará um padrão em praticamente todos os lugares. E a Microsoft também possui grandes planos para isso.

Como já anunciou em 2015, a Gigante de Mountain View está investindo grandes recursos para a criação de soluções em IoT, e muitas delas a empresa quer que você mesmo possa criar. Diretamente da sua casa, sem precisar adquirir ou ter que gastar muito dinheiro em algo já produzido, basta colocar a mão na massa.

Esta também é uma excelente iniciativa para que crianças e adolescentes se sintam motivados a entrar no mundo do desenvolvimento e criação de peças de hardware, aguçando a criatividade e mente de jovens prodígios. E a Microsoft acaba de liberar um vídeo para incentivar qualquer pessoa a criar sua própria porta automatizada para animais de estimação.


Como demonstrado no canal oficial do Windows no YouTube, o sistema utiliza o Windows 10 IoT core para detectar quando seu animal de estimação anda em direção à porta. Então o sensor de movimento é acionado, ativando uma câmera que captura algumas imagens do bichano e que são logo processadas utilizando um classificador OpenCV. Se o computador entender que é o seu animal, então ele concederá acesso ao gato ou cachorro para entrar na sua casa. Mas se detectar um formato diferente de cara como a de um gambá, guaxinim ou outros, a porta permanecerá fechada.


Para sair da casa, o pet só precisa passar próximo aos sensores na porta para destravá-la, e então está pronto para sair em busca de alguma aventura. Segundo os desenvolvedores, o sistema permite o reconhecimento facial em alguns segundos e promete que esse tipo de abordagem não vai confundir os animais.

O dispositivo é promissor e poderá te avisar sempre que a porta for ativada e o seu animal entrar ou sair de casa. Você pode criar o seu próprio sistema automatizado com toda a ajuda necessária e tutoriais simples clicando aqui.

FONTE: tudocelular

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