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8/10/2018

IMPERDÍVEL! Cães compreendem o significado do choro humano, afirma pesquisa

Juro!!!!! quando acabei de ver esta matéria, fiquei imóvel um tempo enorme.... só digerindo e lembrando do tanto que meus bichos ajudaram minha trajetória de vida. Sempre desejei terminar minha existência em um quarto de asilo para idosos. Mas, ficava pensando como ia resolver este meu apego aos animais. Nenhuma instituição permite animais, segundo pesquisei. 

7/19/2018

Pesquisa aponta diferenças entre donos de cães e gatos

Adoro estas matérias ..... Vale a pena ler e ver se concorda...
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Uma pesquisa – no mínimo inusitada –, promovida por uma das maiores empresas de alimentos para pets do mundo, levantou as diferenças e as semelhanças entre os perfis daqueles quem têm gatos e os dos que têm cães na família.

As entrevistas foram feitas com 2 mil tutores, sendo 1 mil de cães e 1 mil de

7/07/2018

Liminar suspende troca de guarda de pet até julgamento de recurso

Olha, eu não vou mentir, mas, acho que os animais devem ser amados por suas próprias essências.... Eu não amo meus animais como filhos porque estão acima de qualquer qualidade humana. Tenho respeito em primeiro lugar ao seu âmago depois forma e se mereço me relacionar com eles. Eles que decidem.....
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O colegiado entendeu que a relação afetiva entre animal e humano deve ser levada em conta no julgamento, mas rejeitou equiparar a posse de pets com a guarda de filhos.

Animais de estimação fazem cada vez mais parte das famílias, e muitas pessoas têm ido à Justiça para evitar ficar longe deles. Em São Paulo, uma liminar suspendeu recentemente decisão em disputa pela guarda de um cachorro.

A sentença de primeira instância determinou a entrega do animal, mas a outra parte recorreu, pleiteando a guarda ou estabelecimento de visitas, informou o TJ (Tribunal de Justica).

Foi, então, que o desembargador Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, da 2ª Câmara de Direito Privado, concedeu liminar para que pet continue onde está até o julgamento de recurso. "É que nos dias que correm a integração de animal de estimação à família se converteu em fonte de sofrimento", afirmou o desembargador. Não foram divulgados detalhes sobre o animal.

No mês passado, um homem que alegou "intensa angústia" ao ser impedido pela ex-mulher de conviver com a cadela de estimação teve vitória no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e poderá visitar a yorkshire.

A decisão, inédita no âmbito da corte superior, dividiu a Quarta Turma. Os ministros concluíram que animais não podem ser considerados meras "coisas inanimadas", embora sejam classificados no Código Civil como bens semoventes -passíveis de posse e propriedade.

O colegiado entendeu que a relação afetiva entre animal e humano deve ser levada em conta no julgamento, mas rejeitou equiparar a posse de pets com a guarda de filhos.

FONTE: portalodia

6/28/2018

EMOCIONANTE: Cão doente enxuga lágrimas de tutora enquanto eles se despedem

É triste, mas, lindo ver tanto amor, não? Agora, não sei se teria coragem de fazer eutanásia num cachorrinho que enxugou minhas lágrimas..... Ele ficaria no meu colo ate sua partida natural como faço com todos os meus velhos....
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A tutora de um cachorro idoso e doente, que está vivendo os últimos dias de vida, chorou ao se despedir dele e confortá-lo dizendo que ele poderia descansar em paz. O cão, por sua vez, passou a enxugar as lágrimas da mulher.

Simba, como é chamado o cachorro, foi adotado quando Mya Davis era apenas uma garota de sete anos. Hoje, após 12 anos de convivência, os dois têm a mesma idade: 19 anos.

Mya, que vive no Texas, nos Estados Unidos, conta que no dia em que chegou em casa com a mãe, trazendo o cachorro consigo, ela "era a garota mais feliz do planeta".

FONTE: catracalivre

6/23/2018

AVANÇO: STJ garante direito de visita a animal de estimação após separação

Achei tão civilizado, né não?
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Apesar de os animais serem classificados como “coisa” pelo Código Civil, é possível estabelecer a visitação ao bicho após o fim de um relacionamento quando o caso concreto demonstrar elementos como a proteção do ser humano e o vínculo afetivo estabelecido.

Com esse entendimento, a maioria dos ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça garantiu o direito de um homem visitar a cadela Kim, da raça Yorkshire, que ficou com a ex-companheira na separação. O placar foi de três votos a dois.

O relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que a questão não se trata de uma futilidade analisada pela corte. Ele disse que, ao contrário, é cada vez mais recorrente no mundo pós-moderno e deveria ser examinada tanto pelo lado da afetividade em relação ao animal quanto como pela necessidade de sua preservação conforme o artigo 225 da Constituição Federal.

Com isso, a turma considerou que os animais, tipificados como coisa pelo Código Civil, agora merecem um tratamento diferente devido ao atual conceito amplo de família e a função social que ela exerce. Esse papel deve ser exercido pelo Judiciário, afirmou. Também foi levado em consideração o crescente número de animais de estimação em todo o mundo e o tratamento dado aos “membros da família”.

O ministro apontou que, segundo o IBGE, existem mais famílias com gatos e cachorros (44%) do que com crianças (36%). Além disso, os divórcios em relações afetivas de casais envolvem na esfera jurídica cada vez mais casos como estes em que a única divergência é justamente a guarda do animal.

Terceiro gênero
“Longe de, aqui, se querer humanizar o animal”, ressaltou. “Também não há se efetivar alguma equiparação da posse de animais com a guarda de filhos. Os animais, mesmo com todo afeto merecido, continuarão sendo não humanos e, por conseguinte, portadores de demandas diferentes das nossas.”

O relator afirmou, em julgamento iniciado em 23 de maio, que o bicho de estimação não é nem coisa inanimada nem sujeito de direito. “Reconhece-se, assim, um terceiro gênero, em que sempre deverá ser analisada a situação contida nos autos, voltado para a proteção do ser humano, e seu vínculo afetivo com o animal.” O fundamento foi acompanhado pelo ministro Antonio Carlos Ferreira.

O ministro Marco Buzzi seguiu a maioria, apesar de apresentar fundamentação distinta, baseada na noção de copropriedade do animal entre os ex-conviventes. Segundo ele, como a união estável analisada no caso foi firmada sob o regime de comunhão universal e como os dois adquiriram a cadela durante a relação, deveria ser assegurado ao ex-companheiro o direito de acesso a Kim.

A ministra Isabel Gallotti divergiu, considerando ideal esperar uma lei mostrando dias e horas certas de visita. O Judiciário, segundo ela, precisa decidir com base em algo concreto. “Se não pensarmos assim, haverá problemas como sequestro de cachorro, vendas de animal”, afirmou.

Último a votar, o desembargador convocado Lázaro Guimarães entendeu que a discussão não poderia adotar analogicamente temas relativos à relação entre pais e filhos. De acordo com o desembargador, no momento em que se desfez a relação e foi firmada escritura pública em que constou não haver bens a partilhar, o animal passou a ser de propriedade exclusiva da mulher.

Com a tese definida pela maioria, o colegiado manteve acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que fixou as visitas em períodos como finais de semana alternados, feriados prolongados e festas de final de ano. Anteriormente, o juízo de primeiro grau havia considerado que nenhum bicho poderia integrar relações familiares equivalentes àquelas existentes entre pais e filhos, “sob pena de subversão dos princípios jurídicos inerentes à hipótese”.

Repercussão
O entendimento majoritário foi elogiado por advogados. Para Júlia Fernandes Guimarães, da área de Contencioso Cível do Rayes & Fagundes Advogados Associados, o STJ reconhece a “nova realidade” nas relações do Direito de Famíia, como já vêm fazendo tribunais estaduais, “visando atenuar o grande sofrimento gerado pela ausência do convívio diário com o animal”.

O advogado Luiz Kignel, especialista em Direito de Família e sócio do PLKC Advogados, afira que o bicho doméstico faz parte do núcleo familiar, sem ser membro da família.

“Não há fundamento jurídico — e na minha opinião também de razoabilidade — de atribuir ao animal o tratamento de guarda de filhos. Mas foi de muita sensibilidade conferir o direito de visitas regulares porque o relacionamento construído entre um cônjuge e o animal tem valor intangível que deve ser protegido”, analisa. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

REsp 1.713.167

FONTE: conjur

5/16/2018

COMPANHIA: Prática de levar animais de estimação ao trabalho tem crescido em SP

É verdade mesmo..... a prática é salutar e deveria poder em todas as empresas esta opção, não?
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Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes
A cena é a seguinte: uma bolinha de tênis quica em alguns escritórios, seguida por um cachorro tentando abocanhar o objeto. Na outra ponta, um funcionário arremessa a bola para ver o cão correr ainda mais. É nesse clima de descontração que muitas empresas funcionam.

A presença de animais ainda não é uma prática comum, mas o incentivo a levar os bichos de estimação ao trabalho tem aumentado. A prática é conhecida como "pet friendly" ou "pet day". Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes, o que beneficia o trabalho na empresa em geral. Cada um cuida da comida e da sujeira do animal.

Na Mars, fabricante de ração animal, a presença de bichos é diária. Filomena, a Filó, uma buldogue francês de dois anos, frequenta a Mars desde os três meses de idade. A "mãe" dela, a gerente de RH (recursos humanos) Verônica Jany, 36, trata a cachorra como a irmã de Daniel, o primeiro filho dela. "Hoje tive uma reunião e esqueci de botar água para a Filó. Quando saí, o potinho dela estava cheio. O pessoal ajuda a cuidar."

Nina, uma border collie, não sai do lado da dona, estagiária Julia de Domenico, 22. "Ajudou na minha integração, há um ano." Na sexta-feira passada, a MSD Saúde Animal, que desenvolve medicamentos e serviços para saúde animal, tinha cerca de 50 cachorros no escritório no Morumbi (zona oeste).

Raquel Pinto Lopes, 39, gerente de assuntos regulatórios, levou a cachorra Lori, uma border collie de 7 anos. "Afeta meu dia de forma muito positiva", diz a gerente.

O Elo 7, site de compras, fará o segundo “pet day” em 1º de junho. “Tivemos que pensar na logística e nas pessoas que têm alergia. Mas o trabalho todo compensou”, diz Aline Garcia, do RH.

ESCRITÓRIO VIRA EXTENSÃO DA CASA
A função do RH (Recursos Humanos) é cuidar de ações coletivas, que atendam a todos, e levar animais para o trabalho pode ser considerado como a extensão da casa do funcionário, afirma a professora Elza Fátima Veloso, especialista em gestão de carreiras da Universidade Presbiteriana Mackenzie. "Pode gerar criatividade, produtividade e interação."

Odair Castro, gerente de recursos humanos da MSD Saúde Animal, afirma que a convivência com os animais é ótima. "Traz benefícios à empresa. Já para o funcionário, o ambiente vira uma extensão de sua casa, de sua história. Incentiva uma interação maior entre pessoas, que em um dia normal de trabalho não aconteceria."

A médica veterinária Carolina Padovani, da Mars, recomenda a ação. "Os resultados são notórios, aproxima as pessoas", diz.

Tânia Parra Fernandes, professora do Hospital Veterinário da Universidade Metodista de São Paulo, afirma que em um primeiro momento, a ideia de levar animais ao trabalho "é ótima". Mas ela alerta que é preciso haver restrições, como limite de horas. “Nem sempre isso é uma boa opção para o bicho, que pode ficar estressado se ficar muito tempo longe de sua rotina. Uma manhã ou tarde fora são ideais não mais."

Ela explica que, para esse tipo de ação, os animais devem estar com as vacinas e vermifugação em dia, para evitar contaminar outros bichos e até os seres humanos com doenças, como sarna e micose. "Também é preciso controle de pulgas e carrapatos, e não ter os pelos sujos. Ir ao veterinário para acompanhamento médico é fundamental. Animais devem ser bem cuidados."

Dafini Oliveira, 29, advogada do departamento jurídico da empresa MSD Saúde Animal, afirma estar muito feliz em ter um dia para trabalhar ao lado de seu cão, o Fox, um spitz alemão. "É ótimo exercer meu trabalho com ele ao meu lado. Não dá aquele aperto no coração por deixar o bichinho em casa. É uma ocasião maravilhosa para integração com os demais colegas. Quem dera poder trazer todos os dias", afirma.

No escritório da empresa, no Paraíso (zona sul), até quem não tem cachorro, já pensa até em adotar um. “Tem dias que alguns cachorros ficam na porta de vidro olhando a reunião. Alguém vai lá e abre a porta para eles entrarem. É muita fofura, muda nosso dia para melhor. Também quero adotar um”, afirma Gustavo Varandas, 28, coordenador de trade marketing.

Varandas conta, ainda, do dia em que uma cliente, desavisada do pet day, entrou na sala de reunião. "De repente, um cachorro entrou na frente dela. A reunião parou, porque ela ficou brincando com o cão. Foi bacana. Só há histórias assim a se contar sobre eles", afirma o coordenador.


COMO ORGANIZAR A VISITA
Saúde
- Animais devem estar vacinados e vermifugados
- Precisam ir ao veterinário para atestar a boa saúde
- Aconselha-se que o animal esteja castrado
- Bichos que se estressam ou têm dificuldade de se adaptar não devem ser levados

Para bom comportamento
É preciso treinar obediência e imposição de regras e limites. Um adestrador profissional pode ajudar

Cães e gatos
Não é aconselhável misturar esses animais, por suas naturezas diferentes

Estrutura
- Escritório precisa 
ter espaço para animais comerem e beberem água
- Donos precisam levar tapete higiênico, e os animais devem ser treinados para urinar ali

E se bicho morder...
- É preciso lavar a área com água e sabão
- Se animal estiver com vacina em dia, não há riscos sérios à saúde

FONTE: folha.uol

4/18/2018

Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho

Amei a frase final da matéria.... É algo que a gente já sabia..... Mas, os incrédulos precisam "pesquisar"... né não?
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Mãe de cachorro também é mãe.
E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela universidade japonesa Azabu, de fato existe um vínculo especial entre o homem e seu melhor amigo. Esse vínculo é construído a partir de um processo hormonal ativado quando se olham, que funciona de maneira muito semelhante ao que se dá entre mãe e filho.

É que esse olhar dispara tanto no cachorro quanto no seu dono os níveis de ocitocina no cérebro, hormônio relacionado a conduta paternal e maternal. A ocitocina atua também como neurotransmissor no cérebro e tem um papel importante no reconhecimento e estabelecimento de vínculos sociais, assim como na formação de relações de confiança.

Para realizar a pesquisa, os cientistas colocaram vários cachorros com seus donos em um quarto, e analisaram cada interação entre eles durante 30 minutos. Depois, mediram os níveis de ocitocina tanto na urina dos cães como na de seus donos, e descobriram que o contato visual constante entre eles elevava os níveis do hormônio nos cérebros de ambos. Em um segundo experimento, os pesquisadores passaram ocitocina nos focinhos de alguns cachorros e os colocaram em um quarto com seus donos e alguns desconhecidos.

A resposta nos animais foi que eles passaram mais tempo olhando para seus donos, o que após meia hora, fez com que os níveis de ocitocina crescessem também nos donos. O mesmo mecanismo de conexão, baseado no aumento da ocitocina ao se olharem, que fortalece os laços emocionais entre mães e seus filhos, ajuda a regular também o vínculo entre os cachorros e seus donos”, conclui o estudo.

Essa pesquisa veio só para afirmar o que a gente já sabia, né?

FONTE: osegredo

4/16/2018

Estudos mostram que pessoas se impressionam mais com agressão a animais do que a humanos

O artigo é bem esclarecedor.... E mesmo sabedor de tamanha sensibilidade, os humanos não se melhoram no trato aos bichos...
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As iniciativas de auxílio aos animais, no entanto, também podem encorajar a compaixão entre as pessoas
Os primatas mais fofos do mundo podem ser Inguka e Inganda, gorilas gêmeos que brincam rolando um sobre o outro aqui na vastidão da floresta tropical de Dzangha Sangha, um dos melhores lugares para encontrar gorilas, antílopes e elefantes brincando.

O único risco: eles são tão descuidados e destemidos em relação às pessoas que praticamente podem cair em seu colo, e o pai do bebê, um gorila dominante de dorso acinzentado, de 170 quilos, pode ficar bravo com isso.

Essa região, em que República Centro-Africana, Camarões e República do Congo se encontram, é uma das partes mais selvagens do mundo, e os três países criaram parques nacionais nas áreas fronteiriças. Eu também visitei uma clareira na floresta habitada por 160 elefantes e um grande rebanho de antílopes-bongo, além de alguns búfalos-africanos. Era como uma cena de um filme da Disney, e me derreti todo.

Ainda que eu fique sentimental diante da majestade da vida selvagem, às vezes me sinto inquieto. Imagino: garantir direitos dos animais vai contra a garantia de direitos humanos?

Um estudo constatou que pessoas submetidas a pesquisas ficam mais impressionadas com histórias de cães espancados com tacos de beisebol do que com relatos de pessoas espancadas de maneira similar. Outros pesquisadores constataram que, se tivessem de escolher, 40% das pessoas salvariam seu cachorro de estimação em vez de um turista estrangeiro.

Quando a morte a tiros do leão Cecil, no Zimbábue, atraiu muito mais assinaturas em uma petição do que a morte a tiros de Tamir Rice, de 12 anos, em Cleveland, Ohio, que foi baleado por um policial, a escritora Roxane Gay tuitou: “Começarei a usar uma fantasia de leão quando sair de casa, para que, se eu tomar um tiro, as pessoas se importem”.

Anos atrás, visitei um acampamento numa floresta tropical em que uns 20 jovens americanos e europeus trabalhavam como voluntários, sob duras condições, para cuidar de gorilas, como parte de um programa de conservacionismo. O altruísmo era impressionante - mas aqueles idealistas não demonstravam se importar com os pigmeus que morriam de malária nas aldeias próximas, por não conseguir obter para suas camas mosquiteiros que custam US$ 5.

Então, estamos traindo nossa própria espécie quando preenchemos cheques para ajudar os gorilas? Trata-se de um equívoco lutar por elefantes e rinocerontes ao mesmo tempo em que 5 milhões de crianças ainda morrem anualmente antes dos 5 anos?

Essa é uma questão legítima, que tenho considerado ao longo dos anos. Mas passei a acreditar que, pelo contrário: preservar rinocerontes ou gorilas é bom também para os humanos. No nível mais geral, é um erro opor a piedade aos animais à piedade aos humanos. Compaixão por outras espécies também pode encorajar compaixão entre humanos. Empatia não é um jogo de soma zero.

As organizações mundiais de conservacionismo melhoraram muito no sentido de oferecer um papel a habitantes locais para a sobrevivência das espécies. O World Wildlife Fund (WWF), que ajuda a administrar a Área de Proteção Dzanga Sangha, mantém uma clínica médica e está iniciando um projeto educacional. O refúgio contrata 240 funcionários locais, de guardas a rastreadores de animais, que localizam os gorilas e fazem com que eles se habituem às pessoas. “Essas iniciativas são boas para nós”, afirmou Dieudonné Ngombo, um dos rastreadores. “Trabalhamos e obtemos um salário, então, nossos filhos vivem melhor e nós dormimos sossegados."

Martial Yvon Amolet, do Centro de Direitos Humanos de Bayanga, que é mantido pela Área de Proteção Dzanga Sangha, afirma que os pigmeus BaAka gostam dos esforços de conservacionismo “porque, para os BaAka, o fim da floresta significa o fim de sua cultura e sua identidade”.

Luis Arranz, biólogo espanhol especializado em vida selvagem, que dirige os projetos do WWF na República Centro-Africana, acrescenta que os programas de conservacionismo dependem do apoio dos habitantes locais para combater a caça ilegal. Em média, um ou dois elefantes ainda são mortos por mês por aqui, mas este número seria muito maior sem os olhos atentos nas comunidades.

No ano passado, 200 eco-turistas estrangeiros vieram aqui - em 2015, não veio nenhum. Enquanto outras partes da República Centro-Africana estão tomadas por conflitos, Dzanga Sangha se mantém longe dos combates. Arranz espera que 700 visitantes venham este ano, mas o potencial é bem maior.

Dito de maneira simples: um dos recursos mais importantes de alguns países pobres é a vida selvagem. Os rinocerontes-brancos-do-norte estão à beira da extinção por causa da caça ilegal que atende à demanda chinesa por chifres de rinocerontes. O último macho da espécie morreu recentemente no Quênia. Quando os animais se vão, as perspectivas econômicas dos humanos também diminuem.

Então, compaixão por elefantes, rinocerontes ou gorilas não é sentimentalismo sem alma, e sim um reconhecimento prático de interesses compartilhados entre animais bípedes e quadrúpedes. Vá em frente, abrace as causas dos animais sem nenhuma gota de culpa. “O que é bom para os animais também é bom para os pigmeus”, me disse Dieudonné Kembé, pigmeu que trabalha em Dzanga Sangha. Ele afirmou ainda que, sem os programas de conservacionismo, “os animais já não existiriam”. “E talvez nós já não existíssemos também.”

FONTE: estadao

3/21/2018

Fazer voz de criança pode melhorar relação do pet com o dono

Ma qui toisinha gotosinha!!!!! kakakaka.... quem não?
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Pesquisa mostra que cães tendem a dar mais atenção às pessoas que se expressam de forma afetuosa
Verdade seja dita! Quando vemos um cachorro fofo, nosso ímpeto é o de falar com ele como se fossemos bebês. Independentemente da idade e do nível de maturidade, esses bichinhos provocam essa reação em nós.

Se você se sentia constrangido por ter esse costume, saiba que uma nova pesquisa realizada pela Universidade de Nova York pode te tranquilizar. De acordo com o estudo, falar com voz emotiva e exagerada pode melhorar o vínculo com seus animais de estimação. De acordo com os pesquisadores, o uso da voz emotiva pode fazer com que os cães passem mais tempo com seus donos e também prestem mais atenção às instruções.

A pesquisadora Katie Slocombe, do Departamento de Psicologia da Universidade de Nova York, disse que na interação entre adultos e crianças um discurso dirigido à infância ajuda na aquisição da linguagem e melhora a forma como o bebê se conecta com o adulto. Ela conta que essa forma de fala também ajuda a criar conexão entre os humanos e seus pets.

Para a realização da pesquisa, os cientistas fizeram diferentes testes com 30 cães adultos, onde eles ouviram pessoas dizendo frases como: 'você é um bom cachorro' e 'vamos dar uma volta'. E, depois, esses cães ouviram pessoas usando um discurso direcionado a adultos sem conteúdo relacionado ao cão, como: 'eu fui ao cinema ontem a noite'.

A atenção dos cachorros foi medida durante o discurso e, em seguida, os cães foram autorizados a escolher o orador com o qual eles gostariam de interagir fisicamente. Então, os pesquisadores misturaram os dois discursos e colocaram os cães para ouvir. O intuito era descobrir se o tom emocional captava de forma mais efetiva a atenção dos pets. Os cientistas descobriram que os cães se sentiam inclinados a passarem mais tempo com os adultos que interagiram com eles com voz de criança.

Os pesquisadores acreditam que com essa descoberta pode ser possível que os donos dos pets interajam com eles de forma mais afetuosa, assim como os profissionais de saúde que trabalham com os mesmos.


Tratar bicho como gente pode fazer mal
Ter uma relação afetuosa por meio da fala com o pet pode ser algo positivo. No entanto, é necessário saber que ele é um animal.

Quem chama atenção é a psicóloga Cecília Zylberstajn, que afirma que ter animais virou um grito de socorro contra a solidão. Sendo assim, segundo ela, tratar um bicho como gente pode fazer muito mal aos pets e aos donos. "Animais precisam ser tratados como animais, com respeito, carinho e amor. Eles precisam de exercício, disciplina e cuidados, não de roupas caras, manicure, joias e acessórios. Estas são necessidades do dono, não do animal".

Muitos donos transferem suas necessidades aos animais. "Eles criam em seus bichos uma espécie de alter-ego, ou seja, uma segunda personalidade. Falam dos bichos de estimação como se fossem delas mesmas", explica a psicóloga. Ou seja, fica estabelecida uma relação nada saudável. Por isso, é preciso aprender a resistir à tentação de tratá-los como filhos.

FONTE: terra

3/12/2018

A mulher de armas que ama os animais

Foi o jeito de cumprimentar todas as mulheres que se dedicam à nossa causa...... Seja no Brasil ou em Portugal, a homenagem é para todas!
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No Dia Internacional da Mulher, fique a conhecer o trabalho de uma mulher que tem no amor pelos animais a sua principal ocupação.

Margarida Ferreira tem 45 anos. Vive em Bragança onde trabalha na GNR. Desde 2013 que acolhe, cuida e trata de cães abandonados. Depois de os recolher e passarem pelo veterinário, põe-nos para adoção. Em quatro anos e meio, a cabo Margarida já salvou cerca de mil cães. Tudo começou no verão de 2013. "O primeiro foi em setembro de 2013. Faço isto porque não posso ver esta miséria que é os cães abandonados e os maus tratos a que são sujeitos".

Desde que se espalhou a notícia de que Margarida Ferreira cuidava e dava para adoção os cães abandonados, a casa tornou-se ponto de romagem. "São pessoas que os trazem cá e outros que se querem livrar deles. Neste momento tenho 14". Catorze cães que esperam na parte do jardim e lavandaria, locais adaptados, pela sorte de serem levados por alguém. "Vão dois, vêm três, vão quatro, vêm dois. Pelas fichas de adoção, porque todos levam uma ficha de adoção, para mil devem faltar dois ou três. Mais do que um número para mim é um orgulho", salienta emocionada Margarida Ferreira.

Um orgulho e uma satisfação que se notam no olhar da militar da GNR. A internet tem sido um parceiro privilegiado na entrega dos animais. Até porque, acrescenta "dá para ver logo quem vai ficar com o animal". E para o Facebook vão sempre as fotos dos animais. "Há uma ou outra que fica mais engraçada, outras vezes não e tem que se tirar outra vez. Isto é como ir à esteticista ou à cabeleireira".

Quando os recolhe ou ali chegam, os animais são todos tratados. "Ficam aqui em quarentena e depois vão todos as veterinário". As entregas de mais longe, como Lisboa ou Algarve, são feitas em transporte próprio. A maior parte das vezes é Margarida Ferreira que suporta os custos. As rações chegam de alguns, poucos, particulares que ajudam e de uma empresa que vai dando também alguma coisa. A associação animal AMICA (com sede no Politécnico de Bragança), à qual pertence como voluntária, é a aliada que tem, principalmente para as esterilizações.

Margarida faz tudo pelos cães. Tanto que mantém contacto com muitas pessoas que fazem as adoções para saber como estão os animais "Tenho os números delas nas fichas e, muitas vezes, ligo para saber se está tudo bem", conta.

Esta cabo é mesmo uma "mulher de armas". Está desde setembro de baixa médica, por causa de uma doença crónica que ciclicamente a leva ao hospital e a incapacita fisicamente. Dentro de pouco tempo, espera voltar ao serviço. O trabalho nunca foi impedimento para recolher e tratar dos animais abandonados. Tem na ideia, a curto prazo, arranjar um terreno para poder por lá os animais enquanto não são adotados. Uma coisa é certa para Margarida: não vai parar o que começou há quatro anos e meio. "A minha vida não era a mesma", termina.

FONTE: tsf.pt

2/23/2018

Por quanto tempo podemos tratar o sofrimento dos animais como uma verdade inconveniente?

A matéria do The Guardian é excelente... não deixem de ler. O texto é apenas um pequeno resumo.
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Michael Brooks: “Como redesenharemos nossa relação com animais promete ser um dos temas dominantes das próximas décadas. Richard Dawkins, por exemplo, declarou: ‘Não temos nenhuma razão para pensar que os animais não humanos sentem a dor de forma menos aguda do que nós’. Isso deve mudar nossos hábitos. 

Embora seja cientificamente impossível saber o que uma raposa sente quando perseguida por uma matilha de cães, temos indícios. Nós compartilhamos milhões de anos de evolução com ela. Ser caçado por cães é quase tão assustador para uma raposa como seria para nós. Podemos ir mais fundo. Experiências demonstraram que baratas e aranhas sofrem em certas situações. 

É, então, antiético usar invertebrados em experimentos sem considerar como essas criaturas se sentem? Parece ir muito longe, não é? Para a maioria de nós, aranhas e baratas têm valor significativamente menor que os humanos. Os milênios de dependência de suas proteínas e a ignorância de suas vidas internas nos inculcaram a convicção de que os animais não têm o mesmo valor que os humanos. Os tempos mudam e talvez mudem novamente. Não é impossível imaginar que, dentro de algumas décadas, comer carne tenha o mesmo estigma que fumar tabaco ou usar cosméticos testados em animais já carregam.”

Fonte: Meio
Michael Brooks

2/04/2018

Justiça do Rio concede guarda compartilhada de cachorros a casal separado

Não sei porque tem pessoas se espantam ainda com estas situações.... Os animais já tem um status reconhecido como da família, né mesmo?
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Donos se revezarão na posse de quatro cães a cada 15 dias, e dividirão gastos com alimentação, remédios e transporte
RIO — O Tribunal de Justiça do Rio – Regional da Leopoldina reconheceu, novamente, que animais podem, sim, ser considerados membros da família. Isso porque o juiz titular da 1ª Vara de Família do Fórum Regional da Leopoldina, Dr. André Tredinnick, determinou que um casal divorciado há pouco mais de dois anos se reveze, a cada 15 dias, na posse dos cãezinhos Horus, Athena, Floquinho e Iris. Além disso, o homem e a mulher envolvidos no processo deverão dividir os custos com alimentação, remédios e transporte dos animais. Em 2015, Braddock, um o cão da raça Bulldog Francês ganhou notoriedade após ser protagonista de decisão parecida, algo até então inédito no Estado do Rio.

No processo, as partes relataram que, pelos ressentimentos e conflitos que motivaram a separação do casal após 34 anos de união, a ex-mulher estaria sendo impedida de ter contato com os cães. A advogada Denise Reis decidiu, então, dar entrada num processo soliciando para sua cliente o direito ao compartilhamento de guarda. Segundo Denise, a mulher, moradora da Vila da Penha, entrou em depressão logo após a separacção, e a distância dos cães agravou o caso.

— O ex-marido dela se mudou de Vicente de Carvalho para Jacarepaguá, e mesmo antes disso já a havia proibido de ver os cães. Num primeiro momento, houve dificuldades d e contactá-lo para dar entrada no processo de compartilhamento de guarda, mas sinalizei no texto que a retomada do contato de minha cliente com os animais iria ajudá-la a se recuperar do quadro de depressão — destacou Denise.

Na sentença, o juiz André Tredinnick considerou que poderia ser aplicado ao caso um raciocínio análogo ao usado em casos de filhos de pais divorciados, uma vez que tanto os cães quanto os donos sofrem com o processo de separação, e que portanto, a divisão de guarda seria a melhor decisão para as partes envolidas no processo.

"O Acordo Total assinado pelas partes em sessão especial deve ser visto com bons olhos, pois veio tutelar uma realidade de muitos casais separados, consagrando que foi utilizada por analogia o instituto da guarda aplicável aos filhos menores como decorrência do poder familiar, diante do silêncio do legislador sobre os animais domésticos, por serem seres vivos também titulares de direitos. Visto que existem casais que consideram os seus cães e gatos como verdadeiros filhos, nada impede que essas normas sejam aplicadas por analogia a esses casos concretos, como foi no presente caso", disse Tredinnick no texto da sentença.

Para Denise Reis, a decisão terá grande peso para casos semelhantes no futuro na Justiça do Rio, pois esta é a primeira vez que um magistrado fluminense não trata os animais como um ser movente, ou seja, um objeto que deve ficar em posse da pessoa que o adquiriu.

— Essa decisão reconhece que além dos donos, os animais também têm sentimentos e sofrem com a separação. Como o Direito de família ainda não tem uma jurisprudência específica para casos que envolvem os animais, a aplicação da analogia aos casos que envolvem a guarda de filhos pode ser um divisor de água para processos futuros ou que já estão em andamento, mas ainda não tiveram sentença — opina.

FONTE: oglobo

1/27/2018

A comunicação intuitiva que existe entre os reinos

Sheila Waligora desvela o universo mágico de interação da natureza

Durante muitos anos, Sheila Waligora trabalhou com a medicina veterinária alternativa, o comportamento e o bem-estar animal e a produção orgânica de alimentos, enquanto pesquisava os efeitos da alimentação e as terapias para a prevenção e a cura de desequilíbrios da saúde. Autora do livro “Eu Falo, Tu Falas... Eles Falam”, ela estará em Belo Horizonte para participar dos Cafés da Casa Natural, dois encontros promovidos pelo arquiteto Carlos Solano.

“A proposta da Casa Natural é o resgate do cuidado. O trabalho da Sheila entra como uma forma de cuidado e interação consciente com os reinos da natureza (mineral, animal e vegetal) que permeiam as nossas casas, desde a estrutura física até nossas vidas”, comenta Solano.

Os encontros primam pelo cuidado, pela atenção e pela sensibilidade. “Teremos a oportunidade de conhecer o que é a comunicação intuitiva com os animais, as plantas e os minerais, um mundo mágico que nos possibilita a reconexão com todas as formas de vida, visando uma parceria cocriativa para nossa evolução na Terra”, comenta Sheila Waligora.

A comunicação intuitiva à qual a veterinária se refere é direta, sem necessidade de pensamentos articulados ou dedução lógica. “No dia a dia, a ideia que temos a respeito da intuição é ligada a pressentir, adivinhar ou captar algo antes que aconteça. Mas aqui não se trata disso, mas, sim, de aprender a desenvolver uma conexão a partir do coração, que possibilite acessar uma informação ou conhecimento de forma direta”, explica Sheila.

Segundo ela, todos os indivíduos nascem com potencial para se comunicar com os animais, as plantas e os minerais. Mas o que é necessário para desenvolvê-lo? “Mais do que qualquer outro fator, a atitude em relação aos seres da natureza influencia o quão receptivo você é para a comunicação e o quanto você deseja se comunicar com eles. Tome um tempo para refletir sobre isso”, propõe a veterinária.

Para criar esse tipo de vínculo, ela sugere a prática da meditação diária, começando com dez minutos uma vez ao dia, até conseguir meditar por, no mínimo, 20 minutos por dia.

“Se você não sabe meditar, procure um instituto ou uma linhagem espiritual que te inspire confiança. Nossa capacidade de usar nossos cinco sentidos de forma expandida é algo inato a todo ser humano, mas precisamos usar esse dom que recebemos, desenvolvê-lo até que se torne tão natural quanto respirar”, incentiva a veterinária.

Sheila não tem dúvidas de que os seres da natureza estão esperando por essa abertura do ser humano em direção a eles. “A era da parceria criativa com os seres da natureza já chegou. A capacidade de comunicação intuitiva é tão simples que parece difícil de acreditar”, garante.

A veterinária diz que “muito além da exploração dos reinos animal, vegetal e mineral para benefício exclusivo do ser humano, abre-se para nós a perspectiva de um relacionamento evolutivo com os animais e demais formas de vida, com a clara intenção de colaboração, crescimento e aprendizado”, observa.

AGENDA: No próximo dia 27, das 16h às 19h, Sheila Waligora participa do Café da Casa Natural falando sobre “Comunicação com animais e plantas”. No dia 28, das 9 às 15h, acontece a vivência “O círculo de todos os seres”. Informações: (31) 99256-0543.

Exemplo
Confiança. É preciso desenvolver o respeito pelas outras formas de vida. E na base de tudo isso está o amor, que existe em todas as formas de vida que dividem a Terra com o ser humano.

Diferentes formas de abordagem
A prática da comunicação intuitiva com os animais existe há muito tempo e vem sendo praticada em grupos humanos que vivem em contato com a natureza. “Na atualidade, ela ressurge para que o indivíduo possa aprender a se relacionar com os animais, com as plantas, com os humanos e com todas as formas de vida a partir de um estado de consciência mais elevado”, comenta Sheila Waligora.

A veterinária diz que a comunicação com os animais tem como objetivo “promover o amor, o respeito e a compaixão em relação a todas as formas de vida”. “O que acontece atualmente é que simplesmente ignoramos uma grande quantidade de espécies, tratamos muito bem algumas e muito mal outras. Cães e gatos têm a sorte de ter um bom lar. Já as espécies utilizadas para o consumo humano são tratadas de forma inaceitável e indigna. Nenhum humano gostaria de ser tratado assim”, diz ela.

Segundo ela, os animais “falam” o que está acontecendo com eles, o que estão sentindo, por que mudaram de comportamento, por que estão tristes, deprimidos ou hiperativos, por exemplo. Dizem o que gostam e o que não gostam e por quê. E respondem às perguntas que fazemos de acordo com a disposição deles.

Mas como eles respondem? “Por meio do comportamento, das imagens mentais e dos pensamentos. Algumas pessoas traduzem em palavras o que recebem dos animais. Fazem isso de forma automática. Parece que temos instalados em nós um programa de tradução. Há também pessoas que simplesmente sentem, com o corpo inteiro, o que o animal está transmitindo. Outras veem cenas na mente, como um filme. Cada pessoa tem seu canal de percepção”, ensina Sheila.

Como despertar essa capacidade

Seja humilde e receptivo e deixe que os animais, as plantas e os minerais o ensinem. Tome nota de suas percepções
Acredite em sua habilidade intuitiva de enviar e receber comunicação
Não desmereça jamais sua percepção de impressões, imagens e mensagens que recebe
Cultive flexibilidade mental. Comece fazendo a cada dia algo que você nunca fez antes
Pratique sentir-se em paz! Bastam cinco minutos diários
Tente não controlar a maneira como a comunicação vai acontecer
Pratique com cães, gatos, pássaros, insetos, árvores, arbustos, flores e minerais
Sintonize seu canal receptivo
Abra-se para a comunicação

FONTE: otempo

1/23/2018

Galo e galinha adotam Fórum como lar e ganham até nome

É bom demais a gente ver estas histórias, né? Só temos que pedir a Deus para não aparecer nenhum "serumano" e detonar o casal.....
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Funcionários cuidam das aves que foram batizadas de Frida e Valentim. Um dos cantos do prédio tem um ninho

Uma galinha e um galo fazem parte do quadro de “funcionários” de um ambiente onde predominam pilhas de papel e pessoas concentradas. Sem cerimônias, o casal de aves gostou tanto da companhia dos colegas que decidiu morar no prédio do Fórum de Catanduva (SP).

Os animais têm dado o que falar na cidade de pouco mais de 100 mil habitantes. Além de sempre estarem se exibindo para os moradores no local, eles também fizeram um ninho nas dependências do prédio.

Ninguém sabe de onde a Frida e o Valentim vieram. Eles foram carinhosamente batizados com nomes pelos funcionários do local. “Eles não fazem ideia de que é o Fórum, mas aqui acabou se tornando um lar já que eles são bem tratados”, afirma a auxiliar de limpeza Maria Cristina Santana. O casal se encontra só durante o dia e não para de comer. A Cris faz questão de alimentar as aves na mão mesmo. “O Valentim é o mais esfomeado, haja milho para este garoto. Mas ele é lindo, ele espera a Frida comer e depois vem. É um cavalheiro”, diz Maria Cristina Santana.

Ao final do expediente, ele vai embora pelo portão de funcionários. Um morador gravou a rotina do galo. (Veja o vídeo acima).

Pontualmente às 18h30 ele se despede da galinha, sai pelo portão, observa se nenhum carro está passando, atravessa calmamente a rua e vai para algum lugar ainda desconhecido dos funcionários, que também se encantam com o ninho da Frida.

A galinha botou diversos ovos e logo a família vai aumentar, quando vêm os pintinhos para passear pelo Fórum para alegrar ainda mais a rotina dos funcionários e das demais pessoas que procuram pelos serviços oferecidos no local.

“Eu achei muito top porque eu passei e vi o galo. Faz tempo que não vejo um ‘galão’, arrasou. E olha que no Fórum eu já vi de tudo, menos galo”, diz a autônoma Dulcineia Silva em meio aos risos.

Fonte: G1 - TVTEM

1/20/2018

Cachorrinha obesa que mal andava consegue perder metade do peso

Olha que coisa mais fofa do mundo.... tadinha.....
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Ela engordou após a morte do dono, mas recuperou a mobilidade e já está com um peso saudável

Uma cachorrinha engordou muito e mal conseguia andar após seu dono morrer e ela ser levada para o abrigo de cães Muttyville, em São Francisco, Califórnia. Bertha, da raça chihuahua, chegou a pesar 5,5 quilos, cerca de duas vezes e meia o que deveria. Ela se movimentava pouco e fazia pausas contínuas para respirar e descansar.

Allison Hackett se apaixonou pela cadelinha e sua história e a adotou como membro da família. “Achei-a muito fofa e com o rostinho mais doce”, contou Hacket ao portal The Dodo. “Eu não tinha certeza se queria adotar um cachorro, mas não consegui tirá-la da minha cabeça”.

A adoção foi concluída em agosto de 2017 e desde então Bertha recebeu cuidados específicos e perdeu mais 2,2 quilos. Em janeiro, seu peso era de 2,6 quilos. “Ela está em uma dieta restrita, com comida que estimula metabolismo, e se movimenta o quanto é possível”.

Hacket contou também que a até a personalidade de Bertha mudou. “Ela é resiliente”, afirmou.

Veja a publicação com a sequência de antes e depois da dieta de Bertha.

FONTE: estadao

11/14/2017

Estabelecimentos pet friendly crescem no Brasil e fazem empreendedores lucrar

Acho que tudo isto ajuda a mobilizar as pessoas para nossa causa.... Tudo sempre é muito bom!!!!!!
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Cinema, galeria de arte, cerveja e festas: conheça estabelecimentos pet friendly, que unem humanos e pets em atividades interativas e inclusivas

De acordo com um levantamento realizado pelo Serviço de proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) os animais de estimação são motivo de amor, alegria, companheirismo e amizade para os brasileiros. E pensando em tantas coisas boas que os pets representam, diferentes empresas denominadas pet friendly têm unido o útil ao agradável, ao permitir que os animais também façam parte de um público consumidor, junta ou separadamente de seus donos.

O conceito pet friendly , relacionado a estabelecimentos comercias voltados ou adeptos aos animais de estimação, ainda é novo no Brasil. Porém, vem se desenvolvendo cada vez mais com produtos e serviços especiais, além de gerar lucro para os empreendedores. Um levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet) mostrou que no ano passado, o setor pet brasileiro cresceu 4,9%, com faturamento de R$ 18,9 bilhões.

Com a expansão de mercado, o Brasil aparece na terceira colocação do ranking mundial, perdendo apenas para os Estados Unidos e para o Reino Unido. Segundo projeções da própria Abinpet, o faturamento mundial do mercado pet em 2016 chegou a US$ 104,1 bilhões. Devido a todas essas projeções positivas, estabelecimentos amigáveis aos animais têm se expandido no território nacional, já podendo ser encontrados em diferentes localizações. Veja alguns exemplos:

Le Botteghe Di Leonardo
A ideia de criar uma rede de gelaterie para todos surgiu em 2014, em Nápoles, na Itália. Com a primeira La Botteghe di Leonardo, localizada próxima a um museu canino, os pedidos dos clientes que frequentavam o local e dividiam os sorvetes com seus pets se tornaram tão assíduos, que decidiram incluir um produto para eles no cardápio da gelateria. Os atuais sócios Roberto Galisai e Eugenio De Marco trouxeram o negócio para São Paulo e para o Rio de Janeiro, e pretendem expandi-lo ainda mais no RJ, com uma loja em um shopping voltado apenas para produtos naturais.

Batizada de Peppino, em homenagem ao mascote de Galisai, a linha de picolés naturais próprias para os animais mescla iogurte branco sem lactose, mel , frutas e legumes. Galisai afirma que os de beterraba, cenoura, manga e banana são os preferidos dos pets.  O sócio também comenta que as lojas são pensadas em contexto de pequena cidade, o que estimula uma dinâmica mais intimista com o cliente.

“Criamos uma dinâmica de casa que recebe. Conversamos com os clientes, como se vivêssemos em uma pequena cidade, onde todos se conhecem por nome e se encontram no bar da praça. Deixamos sempre tigelas com comida e água para os animais. Os clientes que não tem um pet ou vem tomar um gelatto sem eles, sempre se lamentam pela falta que fazem. Os animais são parte da família, do passeio na rua e devemos compartilhar mais momentos com eles”, diz.

Matilha Cultural
Inaugurada em 2009, no coração da cidade de São Paulo, a Matilha Cultural foi potencializada pela produtora Olldog, na figura de Ricardo Costa. Com alguns anos de atuação, o espaço cultural expandiu o seu leque passando a abranger diferentes causas, entre elas, a proteção animal, os direitos humanos e a promoção da cena artística independente.

A gerente de conteúdo Nina Liesenberg, explica que o local sempre foi adepto aos animais, principalmente nas sessões de cinema e nos happy hours. Entretanto, ela ressaltou que o maior evento voltado aos pets é o projeto anual “praCachorro”,  que ocorre aos domingos e procura conscientizar a necessidade da adoção de animais, por meio da arte e do cinema. A iniciativa, que acontece desde 2010 é conhecida por ser a primeira a permitir que os bichinhos fiquem soltos e não em gaiolas.

“Oferecemos água, petiscos e algumas atividades para os animais, o que facilita a possibilidade de fazer algo junto com eles. É uma experiência muito divertida. Libera o tutor de deixar seu animal sozinho e consequentemente do sentimento de culpa. O mesmo ocorre com o pet, que fica bem contente por fazer um passeio diferente. Ultimamente temos notado um crescimento desse mercado, e achamos ótimo. Em relação aos estabelecimentos vizinhos, nunca tivemos problemas. Sempre lidaram muito bem com a presença dos animais”, afirma.


Padaria Pet
Tudo começou com uma viagem dos empreendedores e irmãos gêmeos Rodrigo e Ricardo Chen aos Estados Unidos, em 2010. Ao se depararem com estabelecimentos próprios e adeptos aos animais, decidiram trazer o modelo ao Brasil cinco anos depois, com a criação da primeira Padaria Pet, em Pinheiros, São Paulo, e seis meses depois na Oscar Freire, principal rua paulistana para a compra de itens de luxo. Atualmente, a empresa expandiu seu negócio, contando com 15  licenciados DOG SHOP, que revendem os produtos da padaria.

Segundo os irmãos Chen, a meta é alcançar 80 licenciados até julho de 2018. Eles ainda afirmaram notar um crescimento significante no mercado informal de bolos para animais, o que os fizeram inovar, porém sempre seguindo o selo de qualidade do Ministério da Agricultura. Entre os produtos ofertados para os clientes de quatro patas estão cervejas, sucos, sorvetes, gelatinas, bolos de caneca, hambúrgueres, cookies, bolos, muffins, waffers e uma linha natural para animais diabéticos, com problema renal ou de obesidade. Buffet e espaço para festas de aniversário, banho e tosa, galeria de arte, judô, cinema e boutique também fazem parte dos serviços ofertados pelos empreendedores.

 “Não acreditamos que haja uma diferença relevante de custos entre os estabelecimentos. Nosso País, sobretudo as grandes cidades, vem passando por uma mudança de cultura quanto ao tratamento dos pets. Esse é o maior desafiio, a mudança de mentalidade dos donos de estabelecimentos comerciais. O processo de humanização é irreversível, já aconteceu nos Estados Unidos, Europa e Japão. Acreditamos que haja uma conscientização da importância de acomodar os animais e seus donos. Futuramente esse será um fator ainda mais essencial para escolha do local, seja lá qual for a finalidade do passeio”, ressaltam.

Botecão
Cerveja, vinho, coxinha e picanha deixaram de ser só para o consumo de humanos. O Botecão, localizado na Serra da Canteira e em Alphaville, São Paulo, promove um conceito diferente, sendo o primeiro bar voltado 100% para os cães. Sendo uma iniciativa do Grupo Ipet, o bar também foi uma forma que o CEO, Lucas Marques,  encontrou de unir seu amor pelos animais e pelo empreendedorismo.

Em 2015, Marques decidiu investir em uma fábrica de bebidas pet, abrindo a primeira cervejaria para animais da América Latina, sob a marca Dog Beer. No ano seguinte os negócios não cessaram, com a criação do Dog´s Wine, um vinho para cães, além de quatro molhos nomeados de Barbecão, Barbecat, Cãotchup e Catchup. Para 2018, a empresa estima ampliar o portfólio, com o lançamento de uma linha de sucos.

Outro atrativo do bar está na Ipet Snacks, uma linha de aperitivos elaborada como agrado para os pets, e não como substituta para as refeições. Coxinha de carne, picanha e linguiça feitas de carne bovina, proteína texturizada de soja, fígado de frango, farinha de trigo, entre outros ingredientes integram os alimentos. Além de ser um ambiente de descontração, interação entre tutores e seus bichinhos, o Botecão é também um espaço para celebrar os aniversários dos animais.

“Nossa intenção é proporcionar uma experiência humana para os cães que já são membros da família. Por mais que existam restaurantes e bares pet friendly , nenhum deles tem um serviço todo pensado para o animal. O principal objetivo do Botecão é proporcionar momentos de puro prazer e interação entre os pets e seus donos”, conclui Marques.

FONTE: Ig

11/09/2017

Ser humano tem mais empatia por animais que por pessoas, diz estudo

A empatia pelos animais é muito grande! sempre falo que o Padre Marcelo Rossi conseguiu sucesso quando começou a cantar a música "Erguei as mãos.... os animaizinhos subiram de dois em dois...." onde fala de elefante, passarinhos, minhoca e outros mais como Filhos do Senhor...
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A pesquisa mostra que essa tendência se dá devido ao fato dos animais serem mais indefesos, o que acaba atrelando a mesma empatia à crianças, mas não à humanos adultos

Um estudo realizado pela Northeastern University, em Boston, nos Estados Unidos, revelou que os seres humanos tendem a sentir mais empatia por animais do que por pessoas. A pesquisa mostra que essa tendência se dá devido ao fato dos animais serem mais indefesos, o que acaba atrelando a mesma empatia à crianças, mas não à humanos adultos.

Ao todo, 240 pessoas foram analisadas para o estudo. Elas receberam quatro situações fictícias em forma de um falso relatório de polícia. “Chegando na cena alguns minutos depois do ataque, um policial encontrou a vítima com uma perna quebrada, múltiplas lacerações e inconsciente. Nenhuma prisão foi feita no caso”, informava o documento criado pela universidade. Na primeira situação a vítima era uma criança de um ano de idade, na segunda, uma pessoa adulta com cerca de trinta anos. Na terceira e quarta opções vinham um filhote e um cachorro com seis anos de idade que passava por abusos.

A diferença entre os animais e a criança não foi muito significativa, porém, a empatia pelo adulto de 30 anos foi consideravelmente abaixo do esperado. Os resultados mostram como as pessoas consideram animais de estimação como membros da família. “O fato de os adultos, como vítimas de crimes, receberem menos empatia do que crianças, filhotes e cães maltratados sugere que animais, que são considerados mais dependentes e vulneráveis. Além disso, parece que os humanos adultos são vistos como capazes de se proteger enquanto cães crescidos são vistos apenas como cachorros maiores”, comentou o professor e autor do estudo, Jack Levin, ao jornal britânico Daily Mail.

FONTE: correiobraziliense

10 coisas que os cachorros odeiam nas pessoas

Mais um vídeo bacaninha do Perito Animal...
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Existem muitas coisas  que os cachorros odeiam e que nós inconscientemente fazemos na nossa rotina. É por isso que no novo vídeo do Perito Animal nós explicamos quais são as 10 coisas que os cachorros odeiam nos humanos e porque isso acontece. Vale lembrar que essa é uma lista de sugestões e alguns cachorros podem odiar coisas que outros gostem e alguns podem simplesmente aceitar porque são submissos.




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