RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Mostrando postagens com marcador relação homem x animal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relação homem x animal. Mostrar todas as postagens

12/10/2018

Por que sofremos quando os animais são maltratados? A ciência explica

Acho que humanos estão se dando conta do antropocentrismo e especismo nos imposto pela religião há séculos.....  
------------------
As recentes ondas de protestos contra a morte de um cachorro em loja do Carrefour é um exemplo de como nos sensibilizamos por causa desses animais

Para alguns, pode parecer exagero. Mas as pessoas de fato sentem grande empatia por cães – mais até do que por

11/28/2018

Reconhecimento do direito de visitas a animais de estimação

É muito bom ver a justiça reconhecendo o direito dos animais, também....
-----------
“Todas as famílias felizes se parecem, cada família infeliz é infeliz à sua maneira”, assim Tolstói iniciava o clássico da literatura russa Anna Karenina. De repente, do riso faz-se o pranto; das bocas unidas, espuma; das mãos espalmadas, espanto. De repente, não mais que de repente, a chama se desfaz

11/25/2018

Direitos Animais ou Direitos Humanos: seu filho ou o cachorro?

Achei bem interessante a matéria..... 
----------
"Não há crime algum escolher o membro de sua própria espécie"
Por Bianca Pazzini, professora da Fundação Escola Superior do Ministério Público (FMP/RS), mestra em Direito e Justiça Social, doutoranda em Política Social e Direitos Humanos.

Digamos que o seu prédio fosse acometido

10/22/2018

A ciência comprova que os cachorros conseguem nos compreender

Acho estas pesquisas tão boas de se ler..... enriquecem nosso conhecimento e nos fortalece em argumentos para defender os animais...
--------------------
Pesquisadores concluíram que eles possuem uma forma rudimentar de compreensão e que se esforçam para nos agradar (em troca de carinho)
Se você convive com um amigo de quatro patas, com certeza já se perguntou até

10/12/2018

Exposição vai contar a longa história de amizade entre o homem e o cachorro

Mesmo um pouco atrasada, queria registrar a matéria porque é um material educacional muito bom.
-----------------------
Não é de hoje que os humanos e cães convivem em harmonia e em uma relação de amor e respeito. Para provar isso, o Museu de História Natural do Capão da Imbuia vai promover, entre os dias 9 de outubro a 9 de novembro, a exposição

8/24/2018

Cachorros dormem fora de hospital por semanas para visitar paciente

É pra gente se desmanchar em lágrimas de tanta emoção!!!!! Axé para esta veterinária que foi sensível à história.... 
---------------
Uma história emocionante sobre fidelidade!
Dois cachorros passaram dias e noites acampados na porta de um hospital aguardando o momento que finalmente teriam permissão para ver o tutor de um

8/23/2018

Como se recuperar do baque de perder um animal de estimação

Achei a matéria super interessante e bem útil para quem está vivendo esta situação. Gostei quando citam que chorar á o maior remédio, o que concordo plenamente, sem preocupação do que "os outros" vão falar.... é, porque tem gente que não compreende o que representa o amor das pessoas pelos animais.... fazem até  bullying.... 
------------------

8/10/2018

IMPERDÍVEL! Cães compreendem o significado do choro humano, afirma pesquisa

Juro!!!!! quando acabei de ver esta matéria, fiquei imóvel um tempo enorme.... só digerindo e lembrando do tanto que meus bichos ajudaram minha trajetória de vida. Sempre desejei terminar minha existência em um quarto de asilo para idosos. Mas, ficava pensando como ia resolver este meu apego aos animais. Nenhuma instituição permite animais, segundo pesquisei. 

7/19/2018

Pesquisa aponta diferenças entre donos de cães e gatos

Adoro estas matérias ..... Vale a pena ler e ver se concorda...
--------------
Uma pesquisa – no mínimo inusitada –, promovida por uma das maiores empresas de alimentos para pets do mundo, levantou as diferenças e as semelhanças entre os perfis daqueles quem têm gatos e os dos que têm cães na família.

As entrevistas foram feitas com 2 mil tutores, sendo 1 mil de cães e 1 mil de

7/07/2018

Liminar suspende troca de guarda de pet até julgamento de recurso

Olha, eu não vou mentir, mas, acho que os animais devem ser amados por suas próprias essências.... Eu não amo meus animais como filhos porque estão acima de qualquer qualidade humana. Tenho respeito em primeiro lugar ao seu âmago depois forma e se mereço me relacionar com eles. Eles que decidem.....
===========
O colegiado entendeu que a relação afetiva entre animal e humano deve ser levada em conta no julgamento, mas rejeitou equiparar a posse de pets com a guarda de filhos.

Animais de estimação fazem cada vez mais parte das famílias, e muitas pessoas têm ido à Justiça para evitar ficar longe deles. Em São Paulo, uma liminar suspendeu recentemente decisão em disputa pela guarda de um cachorro.

A sentença de primeira instância determinou a entrega do animal, mas a outra parte recorreu, pleiteando a guarda ou estabelecimento de visitas, informou o TJ (Tribunal de Justica).

Foi, então, que o desembargador Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, da 2ª Câmara de Direito Privado, concedeu liminar para que pet continue onde está até o julgamento de recurso. "É que nos dias que correm a integração de animal de estimação à família se converteu em fonte de sofrimento", afirmou o desembargador. Não foram divulgados detalhes sobre o animal.

No mês passado, um homem que alegou "intensa angústia" ao ser impedido pela ex-mulher de conviver com a cadela de estimação teve vitória no STJ (Superior Tribunal de Justiça) e poderá visitar a yorkshire.

A decisão, inédita no âmbito da corte superior, dividiu a Quarta Turma. Os ministros concluíram que animais não podem ser considerados meras "coisas inanimadas", embora sejam classificados no Código Civil como bens semoventes -passíveis de posse e propriedade.

O colegiado entendeu que a relação afetiva entre animal e humano deve ser levada em conta no julgamento, mas rejeitou equiparar a posse de pets com a guarda de filhos.

FONTE: portalodia

6/28/2018

EMOCIONANTE: Cão doente enxuga lágrimas de tutora enquanto eles se despedem

É triste, mas, lindo ver tanto amor, não? Agora, não sei se teria coragem de fazer eutanásia num cachorrinho que enxugou minhas lágrimas..... Ele ficaria no meu colo ate sua partida natural como faço com todos os meus velhos....
----------------
A tutora de um cachorro idoso e doente, que está vivendo os últimos dias de vida, chorou ao se despedir dele e confortá-lo dizendo que ele poderia descansar em paz. O cão, por sua vez, passou a enxugar as lágrimas da mulher.

Simba, como é chamado o cachorro, foi adotado quando Mya Davis era apenas uma garota de sete anos. Hoje, após 12 anos de convivência, os dois têm a mesma idade: 19 anos.

Mya, que vive no Texas, nos Estados Unidos, conta que no dia em que chegou em casa com a mãe, trazendo o cachorro consigo, ela "era a garota mais feliz do planeta".

FONTE: catracalivre

6/23/2018

AVANÇO: STJ garante direito de visita a animal de estimação após separação

Achei tão civilizado, né não?
---------------
Apesar de os animais serem classificados como “coisa” pelo Código Civil, é possível estabelecer a visitação ao bicho após o fim de um relacionamento quando o caso concreto demonstrar elementos como a proteção do ser humano e o vínculo afetivo estabelecido.

Com esse entendimento, a maioria dos ministros da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça garantiu o direito de um homem visitar a cadela Kim, da raça Yorkshire, que ficou com a ex-companheira na separação. O placar foi de três votos a dois.

O relator do caso, ministro Luis Felipe Salomão, afirmou que a questão não se trata de uma futilidade analisada pela corte. Ele disse que, ao contrário, é cada vez mais recorrente no mundo pós-moderno e deveria ser examinada tanto pelo lado da afetividade em relação ao animal quanto como pela necessidade de sua preservação conforme o artigo 225 da Constituição Federal.

Com isso, a turma considerou que os animais, tipificados como coisa pelo Código Civil, agora merecem um tratamento diferente devido ao atual conceito amplo de família e a função social que ela exerce. Esse papel deve ser exercido pelo Judiciário, afirmou. Também foi levado em consideração o crescente número de animais de estimação em todo o mundo e o tratamento dado aos “membros da família”.

O ministro apontou que, segundo o IBGE, existem mais famílias com gatos e cachorros (44%) do que com crianças (36%). Além disso, os divórcios em relações afetivas de casais envolvem na esfera jurídica cada vez mais casos como estes em que a única divergência é justamente a guarda do animal.

Terceiro gênero
“Longe de, aqui, se querer humanizar o animal”, ressaltou. “Também não há se efetivar alguma equiparação da posse de animais com a guarda de filhos. Os animais, mesmo com todo afeto merecido, continuarão sendo não humanos e, por conseguinte, portadores de demandas diferentes das nossas.”

O relator afirmou, em julgamento iniciado em 23 de maio, que o bicho de estimação não é nem coisa inanimada nem sujeito de direito. “Reconhece-se, assim, um terceiro gênero, em que sempre deverá ser analisada a situação contida nos autos, voltado para a proteção do ser humano, e seu vínculo afetivo com o animal.” O fundamento foi acompanhado pelo ministro Antonio Carlos Ferreira.

O ministro Marco Buzzi seguiu a maioria, apesar de apresentar fundamentação distinta, baseada na noção de copropriedade do animal entre os ex-conviventes. Segundo ele, como a união estável analisada no caso foi firmada sob o regime de comunhão universal e como os dois adquiriram a cadela durante a relação, deveria ser assegurado ao ex-companheiro o direito de acesso a Kim.

A ministra Isabel Gallotti divergiu, considerando ideal esperar uma lei mostrando dias e horas certas de visita. O Judiciário, segundo ela, precisa decidir com base em algo concreto. “Se não pensarmos assim, haverá problemas como sequestro de cachorro, vendas de animal”, afirmou.

Último a votar, o desembargador convocado Lázaro Guimarães entendeu que a discussão não poderia adotar analogicamente temas relativos à relação entre pais e filhos. De acordo com o desembargador, no momento em que se desfez a relação e foi firmada escritura pública em que constou não haver bens a partilhar, o animal passou a ser de propriedade exclusiva da mulher.

Com a tese definida pela maioria, o colegiado manteve acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo que fixou as visitas em períodos como finais de semana alternados, feriados prolongados e festas de final de ano. Anteriormente, o juízo de primeiro grau havia considerado que nenhum bicho poderia integrar relações familiares equivalentes àquelas existentes entre pais e filhos, “sob pena de subversão dos princípios jurídicos inerentes à hipótese”.

Repercussão
O entendimento majoritário foi elogiado por advogados. Para Júlia Fernandes Guimarães, da área de Contencioso Cível do Rayes & Fagundes Advogados Associados, o STJ reconhece a “nova realidade” nas relações do Direito de Famíia, como já vêm fazendo tribunais estaduais, “visando atenuar o grande sofrimento gerado pela ausência do convívio diário com o animal”.

O advogado Luiz Kignel, especialista em Direito de Família e sócio do PLKC Advogados, afira que o bicho doméstico faz parte do núcleo familiar, sem ser membro da família.

“Não há fundamento jurídico — e na minha opinião também de razoabilidade — de atribuir ao animal o tratamento de guarda de filhos. Mas foi de muita sensibilidade conferir o direito de visitas regulares porque o relacionamento construído entre um cônjuge e o animal tem valor intangível que deve ser protegido”, analisa. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

REsp 1.713.167

FONTE: conjur

5/16/2018

COMPANHIA: Prática de levar animais de estimação ao trabalho tem crescido em SP

É verdade mesmo..... a prática é salutar e deveria poder em todas as empresas esta opção, não?
---------------
Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes
A cena é a seguinte: uma bolinha de tênis quica em alguns escritórios, seguida por um cachorro tentando abocanhar o objeto. Na outra ponta, um funcionário arremessa a bola para ver o cão correr ainda mais. É nesse clima de descontração que muitas empresas funcionam.

A presença de animais ainda não é uma prática comum, mas o incentivo a levar os bichos de estimação ao trabalho tem aumentado. A prática é conhecida como "pet friendly" ou "pet day". Tanto chefes quanto empregados afirmam que ação ajuda na interação das equipes, o que beneficia o trabalho na empresa em geral. Cada um cuida da comida e da sujeira do animal.

Na Mars, fabricante de ração animal, a presença de bichos é diária. Filomena, a Filó, uma buldogue francês de dois anos, frequenta a Mars desde os três meses de idade. A "mãe" dela, a gerente de RH (recursos humanos) Verônica Jany, 36, trata a cachorra como a irmã de Daniel, o primeiro filho dela. "Hoje tive uma reunião e esqueci de botar água para a Filó. Quando saí, o potinho dela estava cheio. O pessoal ajuda a cuidar."

Nina, uma border collie, não sai do lado da dona, estagiária Julia de Domenico, 22. "Ajudou na minha integração, há um ano." Na sexta-feira passada, a MSD Saúde Animal, que desenvolve medicamentos e serviços para saúde animal, tinha cerca de 50 cachorros no escritório no Morumbi (zona oeste).

Raquel Pinto Lopes, 39, gerente de assuntos regulatórios, levou a cachorra Lori, uma border collie de 7 anos. "Afeta meu dia de forma muito positiva", diz a gerente.

O Elo 7, site de compras, fará o segundo “pet day” em 1º de junho. “Tivemos que pensar na logística e nas pessoas que têm alergia. Mas o trabalho todo compensou”, diz Aline Garcia, do RH.

ESCRITÓRIO VIRA EXTENSÃO DA CASA
A função do RH (Recursos Humanos) é cuidar de ações coletivas, que atendam a todos, e levar animais para o trabalho pode ser considerado como a extensão da casa do funcionário, afirma a professora Elza Fátima Veloso, especialista em gestão de carreiras da Universidade Presbiteriana Mackenzie. "Pode gerar criatividade, produtividade e interação."

Odair Castro, gerente de recursos humanos da MSD Saúde Animal, afirma que a convivência com os animais é ótima. "Traz benefícios à empresa. Já para o funcionário, o ambiente vira uma extensão de sua casa, de sua história. Incentiva uma interação maior entre pessoas, que em um dia normal de trabalho não aconteceria."

A médica veterinária Carolina Padovani, da Mars, recomenda a ação. "Os resultados são notórios, aproxima as pessoas", diz.

Tânia Parra Fernandes, professora do Hospital Veterinário da Universidade Metodista de São Paulo, afirma que em um primeiro momento, a ideia de levar animais ao trabalho "é ótima". Mas ela alerta que é preciso haver restrições, como limite de horas. “Nem sempre isso é uma boa opção para o bicho, que pode ficar estressado se ficar muito tempo longe de sua rotina. Uma manhã ou tarde fora são ideais não mais."

Ela explica que, para esse tipo de ação, os animais devem estar com as vacinas e vermifugação em dia, para evitar contaminar outros bichos e até os seres humanos com doenças, como sarna e micose. "Também é preciso controle de pulgas e carrapatos, e não ter os pelos sujos. Ir ao veterinário para acompanhamento médico é fundamental. Animais devem ser bem cuidados."

Dafini Oliveira, 29, advogada do departamento jurídico da empresa MSD Saúde Animal, afirma estar muito feliz em ter um dia para trabalhar ao lado de seu cão, o Fox, um spitz alemão. "É ótimo exercer meu trabalho com ele ao meu lado. Não dá aquele aperto no coração por deixar o bichinho em casa. É uma ocasião maravilhosa para integração com os demais colegas. Quem dera poder trazer todos os dias", afirma.

No escritório da empresa, no Paraíso (zona sul), até quem não tem cachorro, já pensa até em adotar um. “Tem dias que alguns cachorros ficam na porta de vidro olhando a reunião. Alguém vai lá e abre a porta para eles entrarem. É muita fofura, muda nosso dia para melhor. Também quero adotar um”, afirma Gustavo Varandas, 28, coordenador de trade marketing.

Varandas conta, ainda, do dia em que uma cliente, desavisada do pet day, entrou na sala de reunião. "De repente, um cachorro entrou na frente dela. A reunião parou, porque ela ficou brincando com o cão. Foi bacana. Só há histórias assim a se contar sobre eles", afirma o coordenador.


COMO ORGANIZAR A VISITA
Saúde
- Animais devem estar vacinados e vermifugados
- Precisam ir ao veterinário para atestar a boa saúde
- Aconselha-se que o animal esteja castrado
- Bichos que se estressam ou têm dificuldade de se adaptar não devem ser levados

Para bom comportamento
É preciso treinar obediência e imposição de regras e limites. Um adestrador profissional pode ajudar

Cães e gatos
Não é aconselhável misturar esses animais, por suas naturezas diferentes

Estrutura
- Escritório precisa 
ter espaço para animais comerem e beberem água
- Donos precisam levar tapete higiênico, e os animais devem ser treinados para urinar ali

E se bicho morder...
- É preciso lavar a área com água e sabão
- Se animal estiver com vacina em dia, não há riscos sérios à saúde

FONTE: folha.uol

4/18/2018

Segundo estudo, amor entre cachorro e dono é o mesmo de mãe e filho

Amei a frase final da matéria.... É algo que a gente já sabia..... Mas, os incrédulos precisam "pesquisar"... né não?
--------------------
Mãe de cachorro também é mãe.
E, se alguém ainda duvidava disso, agora um estudo vem esclarecer de vez essa questão. Segundo uma pesquisa realizada pela universidade japonesa Azabu, de fato existe um vínculo especial entre o homem e seu melhor amigo. Esse vínculo é construído a partir de um processo hormonal ativado quando se olham, que funciona de maneira muito semelhante ao que se dá entre mãe e filho.

É que esse olhar dispara tanto no cachorro quanto no seu dono os níveis de ocitocina no cérebro, hormônio relacionado a conduta paternal e maternal. A ocitocina atua também como neurotransmissor no cérebro e tem um papel importante no reconhecimento e estabelecimento de vínculos sociais, assim como na formação de relações de confiança.

Para realizar a pesquisa, os cientistas colocaram vários cachorros com seus donos em um quarto, e analisaram cada interação entre eles durante 30 minutos. Depois, mediram os níveis de ocitocina tanto na urina dos cães como na de seus donos, e descobriram que o contato visual constante entre eles elevava os níveis do hormônio nos cérebros de ambos. Em um segundo experimento, os pesquisadores passaram ocitocina nos focinhos de alguns cachorros e os colocaram em um quarto com seus donos e alguns desconhecidos.

A resposta nos animais foi que eles passaram mais tempo olhando para seus donos, o que após meia hora, fez com que os níveis de ocitocina crescessem também nos donos. O mesmo mecanismo de conexão, baseado no aumento da ocitocina ao se olharem, que fortalece os laços emocionais entre mães e seus filhos, ajuda a regular também o vínculo entre os cachorros e seus donos”, conclui o estudo.

Essa pesquisa veio só para afirmar o que a gente já sabia, né?

FONTE: osegredo

4/16/2018

Estudos mostram que pessoas se impressionam mais com agressão a animais do que a humanos

O artigo é bem esclarecedor.... E mesmo sabedor de tamanha sensibilidade, os humanos não se melhoram no trato aos bichos...
--------
As iniciativas de auxílio aos animais, no entanto, também podem encorajar a compaixão entre as pessoas
Os primatas mais fofos do mundo podem ser Inguka e Inganda, gorilas gêmeos que brincam rolando um sobre o outro aqui na vastidão da floresta tropical de Dzangha Sangha, um dos melhores lugares para encontrar gorilas, antílopes e elefantes brincando.

O único risco: eles são tão descuidados e destemidos em relação às pessoas que praticamente podem cair em seu colo, e o pai do bebê, um gorila dominante de dorso acinzentado, de 170 quilos, pode ficar bravo com isso.

Essa região, em que República Centro-Africana, Camarões e República do Congo se encontram, é uma das partes mais selvagens do mundo, e os três países criaram parques nacionais nas áreas fronteiriças. Eu também visitei uma clareira na floresta habitada por 160 elefantes e um grande rebanho de antílopes-bongo, além de alguns búfalos-africanos. Era como uma cena de um filme da Disney, e me derreti todo.

Ainda que eu fique sentimental diante da majestade da vida selvagem, às vezes me sinto inquieto. Imagino: garantir direitos dos animais vai contra a garantia de direitos humanos?

Um estudo constatou que pessoas submetidas a pesquisas ficam mais impressionadas com histórias de cães espancados com tacos de beisebol do que com relatos de pessoas espancadas de maneira similar. Outros pesquisadores constataram que, se tivessem de escolher, 40% das pessoas salvariam seu cachorro de estimação em vez de um turista estrangeiro.

Quando a morte a tiros do leão Cecil, no Zimbábue, atraiu muito mais assinaturas em uma petição do que a morte a tiros de Tamir Rice, de 12 anos, em Cleveland, Ohio, que foi baleado por um policial, a escritora Roxane Gay tuitou: “Começarei a usar uma fantasia de leão quando sair de casa, para que, se eu tomar um tiro, as pessoas se importem”.

Anos atrás, visitei um acampamento numa floresta tropical em que uns 20 jovens americanos e europeus trabalhavam como voluntários, sob duras condições, para cuidar de gorilas, como parte de um programa de conservacionismo. O altruísmo era impressionante - mas aqueles idealistas não demonstravam se importar com os pigmeus que morriam de malária nas aldeias próximas, por não conseguir obter para suas camas mosquiteiros que custam US$ 5.

Então, estamos traindo nossa própria espécie quando preenchemos cheques para ajudar os gorilas? Trata-se de um equívoco lutar por elefantes e rinocerontes ao mesmo tempo em que 5 milhões de crianças ainda morrem anualmente antes dos 5 anos?

Essa é uma questão legítima, que tenho considerado ao longo dos anos. Mas passei a acreditar que, pelo contrário: preservar rinocerontes ou gorilas é bom também para os humanos. No nível mais geral, é um erro opor a piedade aos animais à piedade aos humanos. Compaixão por outras espécies também pode encorajar compaixão entre humanos. Empatia não é um jogo de soma zero.

As organizações mundiais de conservacionismo melhoraram muito no sentido de oferecer um papel a habitantes locais para a sobrevivência das espécies. O World Wildlife Fund (WWF), que ajuda a administrar a Área de Proteção Dzanga Sangha, mantém uma clínica médica e está iniciando um projeto educacional. O refúgio contrata 240 funcionários locais, de guardas a rastreadores de animais, que localizam os gorilas e fazem com que eles se habituem às pessoas. “Essas iniciativas são boas para nós”, afirmou Dieudonné Ngombo, um dos rastreadores. “Trabalhamos e obtemos um salário, então, nossos filhos vivem melhor e nós dormimos sossegados."

Martial Yvon Amolet, do Centro de Direitos Humanos de Bayanga, que é mantido pela Área de Proteção Dzanga Sangha, afirma que os pigmeus BaAka gostam dos esforços de conservacionismo “porque, para os BaAka, o fim da floresta significa o fim de sua cultura e sua identidade”.

Luis Arranz, biólogo espanhol especializado em vida selvagem, que dirige os projetos do WWF na República Centro-Africana, acrescenta que os programas de conservacionismo dependem do apoio dos habitantes locais para combater a caça ilegal. Em média, um ou dois elefantes ainda são mortos por mês por aqui, mas este número seria muito maior sem os olhos atentos nas comunidades.

No ano passado, 200 eco-turistas estrangeiros vieram aqui - em 2015, não veio nenhum. Enquanto outras partes da República Centro-Africana estão tomadas por conflitos, Dzanga Sangha se mantém longe dos combates. Arranz espera que 700 visitantes venham este ano, mas o potencial é bem maior.

Dito de maneira simples: um dos recursos mais importantes de alguns países pobres é a vida selvagem. Os rinocerontes-brancos-do-norte estão à beira da extinção por causa da caça ilegal que atende à demanda chinesa por chifres de rinocerontes. O último macho da espécie morreu recentemente no Quênia. Quando os animais se vão, as perspectivas econômicas dos humanos também diminuem.

Então, compaixão por elefantes, rinocerontes ou gorilas não é sentimentalismo sem alma, e sim um reconhecimento prático de interesses compartilhados entre animais bípedes e quadrúpedes. Vá em frente, abrace as causas dos animais sem nenhuma gota de culpa. “O que é bom para os animais também é bom para os pigmeus”, me disse Dieudonné Kembé, pigmeu que trabalha em Dzanga Sangha. Ele afirmou ainda que, sem os programas de conservacionismo, “os animais já não existiriam”. “E talvez nós já não existíssemos também.”

FONTE: estadao

3/21/2018

Fazer voz de criança pode melhorar relação do pet com o dono

Ma qui toisinha gotosinha!!!!! kakakaka.... quem não?
--------------
Pesquisa mostra que cães tendem a dar mais atenção às pessoas que se expressam de forma afetuosa
Verdade seja dita! Quando vemos um cachorro fofo, nosso ímpeto é o de falar com ele como se fossemos bebês. Independentemente da idade e do nível de maturidade, esses bichinhos provocam essa reação em nós.

Se você se sentia constrangido por ter esse costume, saiba que uma nova pesquisa realizada pela Universidade de Nova York pode te tranquilizar. De acordo com o estudo, falar com voz emotiva e exagerada pode melhorar o vínculo com seus animais de estimação. De acordo com os pesquisadores, o uso da voz emotiva pode fazer com que os cães passem mais tempo com seus donos e também prestem mais atenção às instruções.

A pesquisadora Katie Slocombe, do Departamento de Psicologia da Universidade de Nova York, disse que na interação entre adultos e crianças um discurso dirigido à infância ajuda na aquisição da linguagem e melhora a forma como o bebê se conecta com o adulto. Ela conta que essa forma de fala também ajuda a criar conexão entre os humanos e seus pets.

Para a realização da pesquisa, os cientistas fizeram diferentes testes com 30 cães adultos, onde eles ouviram pessoas dizendo frases como: 'você é um bom cachorro' e 'vamos dar uma volta'. E, depois, esses cães ouviram pessoas usando um discurso direcionado a adultos sem conteúdo relacionado ao cão, como: 'eu fui ao cinema ontem a noite'.

A atenção dos cachorros foi medida durante o discurso e, em seguida, os cães foram autorizados a escolher o orador com o qual eles gostariam de interagir fisicamente. Então, os pesquisadores misturaram os dois discursos e colocaram os cães para ouvir. O intuito era descobrir se o tom emocional captava de forma mais efetiva a atenção dos pets. Os cientistas descobriram que os cães se sentiam inclinados a passarem mais tempo com os adultos que interagiram com eles com voz de criança.

Os pesquisadores acreditam que com essa descoberta pode ser possível que os donos dos pets interajam com eles de forma mais afetuosa, assim como os profissionais de saúde que trabalham com os mesmos.


Tratar bicho como gente pode fazer mal
Ter uma relação afetuosa por meio da fala com o pet pode ser algo positivo. No entanto, é necessário saber que ele é um animal.

Quem chama atenção é a psicóloga Cecília Zylberstajn, que afirma que ter animais virou um grito de socorro contra a solidão. Sendo assim, segundo ela, tratar um bicho como gente pode fazer muito mal aos pets e aos donos. "Animais precisam ser tratados como animais, com respeito, carinho e amor. Eles precisam de exercício, disciplina e cuidados, não de roupas caras, manicure, joias e acessórios. Estas são necessidades do dono, não do animal".

Muitos donos transferem suas necessidades aos animais. "Eles criam em seus bichos uma espécie de alter-ego, ou seja, uma segunda personalidade. Falam dos bichos de estimação como se fossem delas mesmas", explica a psicóloga. Ou seja, fica estabelecida uma relação nada saudável. Por isso, é preciso aprender a resistir à tentação de tratá-los como filhos.

FONTE: terra

3/12/2018

A mulher de armas que ama os animais

Foi o jeito de cumprimentar todas as mulheres que se dedicam à nossa causa...... Seja no Brasil ou em Portugal, a homenagem é para todas!
-------------
No Dia Internacional da Mulher, fique a conhecer o trabalho de uma mulher que tem no amor pelos animais a sua principal ocupação.

Margarida Ferreira tem 45 anos. Vive em Bragança onde trabalha na GNR. Desde 2013 que acolhe, cuida e trata de cães abandonados. Depois de os recolher e passarem pelo veterinário, põe-nos para adoção. Em quatro anos e meio, a cabo Margarida já salvou cerca de mil cães. Tudo começou no verão de 2013. "O primeiro foi em setembro de 2013. Faço isto porque não posso ver esta miséria que é os cães abandonados e os maus tratos a que são sujeitos".

Desde que se espalhou a notícia de que Margarida Ferreira cuidava e dava para adoção os cães abandonados, a casa tornou-se ponto de romagem. "São pessoas que os trazem cá e outros que se querem livrar deles. Neste momento tenho 14". Catorze cães que esperam na parte do jardim e lavandaria, locais adaptados, pela sorte de serem levados por alguém. "Vão dois, vêm três, vão quatro, vêm dois. Pelas fichas de adoção, porque todos levam uma ficha de adoção, para mil devem faltar dois ou três. Mais do que um número para mim é um orgulho", salienta emocionada Margarida Ferreira.

Um orgulho e uma satisfação que se notam no olhar da militar da GNR. A internet tem sido um parceiro privilegiado na entrega dos animais. Até porque, acrescenta "dá para ver logo quem vai ficar com o animal". E para o Facebook vão sempre as fotos dos animais. "Há uma ou outra que fica mais engraçada, outras vezes não e tem que se tirar outra vez. Isto é como ir à esteticista ou à cabeleireira".

Quando os recolhe ou ali chegam, os animais são todos tratados. "Ficam aqui em quarentena e depois vão todos as veterinário". As entregas de mais longe, como Lisboa ou Algarve, são feitas em transporte próprio. A maior parte das vezes é Margarida Ferreira que suporta os custos. As rações chegam de alguns, poucos, particulares que ajudam e de uma empresa que vai dando também alguma coisa. A associação animal AMICA (com sede no Politécnico de Bragança), à qual pertence como voluntária, é a aliada que tem, principalmente para as esterilizações.

Margarida faz tudo pelos cães. Tanto que mantém contacto com muitas pessoas que fazem as adoções para saber como estão os animais "Tenho os números delas nas fichas e, muitas vezes, ligo para saber se está tudo bem", conta.

Esta cabo é mesmo uma "mulher de armas". Está desde setembro de baixa médica, por causa de uma doença crónica que ciclicamente a leva ao hospital e a incapacita fisicamente. Dentro de pouco tempo, espera voltar ao serviço. O trabalho nunca foi impedimento para recolher e tratar dos animais abandonados. Tem na ideia, a curto prazo, arranjar um terreno para poder por lá os animais enquanto não são adotados. Uma coisa é certa para Margarida: não vai parar o que começou há quatro anos e meio. "A minha vida não era a mesma", termina.

FONTE: tsf.pt

2/23/2018

Por quanto tempo podemos tratar o sofrimento dos animais como uma verdade inconveniente?

A matéria do The Guardian é excelente... não deixem de ler. O texto é apenas um pequeno resumo.
------------
Michael Brooks: “Como redesenharemos nossa relação com animais promete ser um dos temas dominantes das próximas décadas. Richard Dawkins, por exemplo, declarou: ‘Não temos nenhuma razão para pensar que os animais não humanos sentem a dor de forma menos aguda do que nós’. Isso deve mudar nossos hábitos. 

Embora seja cientificamente impossível saber o que uma raposa sente quando perseguida por uma matilha de cães, temos indícios. Nós compartilhamos milhões de anos de evolução com ela. Ser caçado por cães é quase tão assustador para uma raposa como seria para nós. Podemos ir mais fundo. Experiências demonstraram que baratas e aranhas sofrem em certas situações. 

É, então, antiético usar invertebrados em experimentos sem considerar como essas criaturas se sentem? Parece ir muito longe, não é? Para a maioria de nós, aranhas e baratas têm valor significativamente menor que os humanos. Os milênios de dependência de suas proteínas e a ignorância de suas vidas internas nos inculcaram a convicção de que os animais não têm o mesmo valor que os humanos. Os tempos mudam e talvez mudem novamente. Não é impossível imaginar que, dentro de algumas décadas, comer carne tenha o mesmo estigma que fumar tabaco ou usar cosméticos testados em animais já carregam.”

Fonte: Meio
Michael Brooks

2/04/2018

Justiça do Rio concede guarda compartilhada de cachorros a casal separado

Não sei porque tem pessoas se espantam ainda com estas situações.... Os animais já tem um status reconhecido como da família, né mesmo?
---------
Donos se revezarão na posse de quatro cães a cada 15 dias, e dividirão gastos com alimentação, remédios e transporte
RIO — O Tribunal de Justiça do Rio – Regional da Leopoldina reconheceu, novamente, que animais podem, sim, ser considerados membros da família. Isso porque o juiz titular da 1ª Vara de Família do Fórum Regional da Leopoldina, Dr. André Tredinnick, determinou que um casal divorciado há pouco mais de dois anos se reveze, a cada 15 dias, na posse dos cãezinhos Horus, Athena, Floquinho e Iris. Além disso, o homem e a mulher envolvidos no processo deverão dividir os custos com alimentação, remédios e transporte dos animais. Em 2015, Braddock, um o cão da raça Bulldog Francês ganhou notoriedade após ser protagonista de decisão parecida, algo até então inédito no Estado do Rio.

No processo, as partes relataram que, pelos ressentimentos e conflitos que motivaram a separação do casal após 34 anos de união, a ex-mulher estaria sendo impedida de ter contato com os cães. A advogada Denise Reis decidiu, então, dar entrada num processo soliciando para sua cliente o direito ao compartilhamento de guarda. Segundo Denise, a mulher, moradora da Vila da Penha, entrou em depressão logo após a separacção, e a distância dos cães agravou o caso.

— O ex-marido dela se mudou de Vicente de Carvalho para Jacarepaguá, e mesmo antes disso já a havia proibido de ver os cães. Num primeiro momento, houve dificuldades d e contactá-lo para dar entrada no processo de compartilhamento de guarda, mas sinalizei no texto que a retomada do contato de minha cliente com os animais iria ajudá-la a se recuperar do quadro de depressão — destacou Denise.

Na sentença, o juiz André Tredinnick considerou que poderia ser aplicado ao caso um raciocínio análogo ao usado em casos de filhos de pais divorciados, uma vez que tanto os cães quanto os donos sofrem com o processo de separação, e que portanto, a divisão de guarda seria a melhor decisão para as partes envolidas no processo.

"O Acordo Total assinado pelas partes em sessão especial deve ser visto com bons olhos, pois veio tutelar uma realidade de muitos casais separados, consagrando que foi utilizada por analogia o instituto da guarda aplicável aos filhos menores como decorrência do poder familiar, diante do silêncio do legislador sobre os animais domésticos, por serem seres vivos também titulares de direitos. Visto que existem casais que consideram os seus cães e gatos como verdadeiros filhos, nada impede que essas normas sejam aplicadas por analogia a esses casos concretos, como foi no presente caso", disse Tredinnick no texto da sentença.

Para Denise Reis, a decisão terá grande peso para casos semelhantes no futuro na Justiça do Rio, pois esta é a primeira vez que um magistrado fluminense não trata os animais como um ser movente, ou seja, um objeto que deve ficar em posse da pessoa que o adquiriu.

— Essa decisão reconhece que além dos donos, os animais também têm sentimentos e sofrem com a separação. Como o Direito de família ainda não tem uma jurisprudência específica para casos que envolvem os animais, a aplicação da analogia aos casos que envolvem a guarda de filhos pode ser um divisor de água para processos futuros ou que já estão em andamento, mas ainda não tiveram sentença — opina.

FONTE: oglobo

1/27/2018

A comunicação intuitiva que existe entre os reinos

Sheila Waligora desvela o universo mágico de interação da natureza

Durante muitos anos, Sheila Waligora trabalhou com a medicina veterinária alternativa, o comportamento e o bem-estar animal e a produção orgânica de alimentos, enquanto pesquisava os efeitos da alimentação e as terapias para a prevenção e a cura de desequilíbrios da saúde. Autora do livro “Eu Falo, Tu Falas... Eles Falam”, ela estará em Belo Horizonte para participar dos Cafés da Casa Natural, dois encontros promovidos pelo arquiteto Carlos Solano.

“A proposta da Casa Natural é o resgate do cuidado. O trabalho da Sheila entra como uma forma de cuidado e interação consciente com os reinos da natureza (mineral, animal e vegetal) que permeiam as nossas casas, desde a estrutura física até nossas vidas”, comenta Solano.

Os encontros primam pelo cuidado, pela atenção e pela sensibilidade. “Teremos a oportunidade de conhecer o que é a comunicação intuitiva com os animais, as plantas e os minerais, um mundo mágico que nos possibilita a reconexão com todas as formas de vida, visando uma parceria cocriativa para nossa evolução na Terra”, comenta Sheila Waligora.

A comunicação intuitiva à qual a veterinária se refere é direta, sem necessidade de pensamentos articulados ou dedução lógica. “No dia a dia, a ideia que temos a respeito da intuição é ligada a pressentir, adivinhar ou captar algo antes que aconteça. Mas aqui não se trata disso, mas, sim, de aprender a desenvolver uma conexão a partir do coração, que possibilite acessar uma informação ou conhecimento de forma direta”, explica Sheila.

Segundo ela, todos os indivíduos nascem com potencial para se comunicar com os animais, as plantas e os minerais. Mas o que é necessário para desenvolvê-lo? “Mais do que qualquer outro fator, a atitude em relação aos seres da natureza influencia o quão receptivo você é para a comunicação e o quanto você deseja se comunicar com eles. Tome um tempo para refletir sobre isso”, propõe a veterinária.

Para criar esse tipo de vínculo, ela sugere a prática da meditação diária, começando com dez minutos uma vez ao dia, até conseguir meditar por, no mínimo, 20 minutos por dia.

“Se você não sabe meditar, procure um instituto ou uma linhagem espiritual que te inspire confiança. Nossa capacidade de usar nossos cinco sentidos de forma expandida é algo inato a todo ser humano, mas precisamos usar esse dom que recebemos, desenvolvê-lo até que se torne tão natural quanto respirar”, incentiva a veterinária.

Sheila não tem dúvidas de que os seres da natureza estão esperando por essa abertura do ser humano em direção a eles. “A era da parceria criativa com os seres da natureza já chegou. A capacidade de comunicação intuitiva é tão simples que parece difícil de acreditar”, garante.

A veterinária diz que “muito além da exploração dos reinos animal, vegetal e mineral para benefício exclusivo do ser humano, abre-se para nós a perspectiva de um relacionamento evolutivo com os animais e demais formas de vida, com a clara intenção de colaboração, crescimento e aprendizado”, observa.

AGENDA: No próximo dia 27, das 16h às 19h, Sheila Waligora participa do Café da Casa Natural falando sobre “Comunicação com animais e plantas”. No dia 28, das 9 às 15h, acontece a vivência “O círculo de todos os seres”. Informações: (31) 99256-0543.

Exemplo
Confiança. É preciso desenvolver o respeito pelas outras formas de vida. E na base de tudo isso está o amor, que existe em todas as formas de vida que dividem a Terra com o ser humano.

Diferentes formas de abordagem
A prática da comunicação intuitiva com os animais existe há muito tempo e vem sendo praticada em grupos humanos que vivem em contato com a natureza. “Na atualidade, ela ressurge para que o indivíduo possa aprender a se relacionar com os animais, com as plantas, com os humanos e com todas as formas de vida a partir de um estado de consciência mais elevado”, comenta Sheila Waligora.

A veterinária diz que a comunicação com os animais tem como objetivo “promover o amor, o respeito e a compaixão em relação a todas as formas de vida”. “O que acontece atualmente é que simplesmente ignoramos uma grande quantidade de espécies, tratamos muito bem algumas e muito mal outras. Cães e gatos têm a sorte de ter um bom lar. Já as espécies utilizadas para o consumo humano são tratadas de forma inaceitável e indigna. Nenhum humano gostaria de ser tratado assim”, diz ela.

Segundo ela, os animais “falam” o que está acontecendo com eles, o que estão sentindo, por que mudaram de comportamento, por que estão tristes, deprimidos ou hiperativos, por exemplo. Dizem o que gostam e o que não gostam e por quê. E respondem às perguntas que fazemos de acordo com a disposição deles.

Mas como eles respondem? “Por meio do comportamento, das imagens mentais e dos pensamentos. Algumas pessoas traduzem em palavras o que recebem dos animais. Fazem isso de forma automática. Parece que temos instalados em nós um programa de tradução. Há também pessoas que simplesmente sentem, com o corpo inteiro, o que o animal está transmitindo. Outras veem cenas na mente, como um filme. Cada pessoa tem seu canal de percepção”, ensina Sheila.

Como despertar essa capacidade

Seja humilde e receptivo e deixe que os animais, as plantas e os minerais o ensinem. Tome nota de suas percepções
Acredite em sua habilidade intuitiva de enviar e receber comunicação
Não desmereça jamais sua percepção de impressões, imagens e mensagens que recebe
Cultive flexibilidade mental. Comece fazendo a cada dia algo que você nunca fez antes
Pratique sentir-se em paz! Bastam cinco minutos diários
Tente não controlar a maneira como a comunicação vai acontecer
Pratique com cães, gatos, pássaros, insetos, árvores, arbustos, flores e minerais
Sintonize seu canal receptivo
Abra-se para a comunicação

FONTE: otempo

EM DESTAQUE


Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪