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12/04/2018

Funcionários de fazenda capturam onça-parda que abateu vários animais

É o que dá humanos invadirem o habitat dos bichos.... Estão pensando que o território de onça é 1 km2..... Imagina!!!! Gente, com esta história do Bolsonaro chamar de xiita o IBAMA, alguém tem ideia de onde isto vai parar? Se com tantas multas NÃO PAGAS destes ruralistas por crimes ambientais, imagina o que vai ser mais adiante?

11/30/2018

Orangotango albino raro é resgatado de cativeiro na Tailândia

Sem dúvida nenhuma os olhos humanos são idênticos aos primatas, não? Olha o olhar desta criatura..... Tomara que possa ser reintroduzida conforme a ONG deseja.....
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Uma fêmea de orangotango albina extremamente rara foi resgatada no último sábado (29) após ser capturada e mantida em cativeiro por moradores da pequena área de Kalimantan, localizada na ilha de Bornéu, na Indonésia.

11/14/2018

Filhotes de macaco que seriam traficados são devolvidos à natureza

Chega a dar nojo saber que esta mulher que faz tráfico com estes macacos não pagou nada das multas que recebeu..... Por isso que sempre desafio aqui, provar que mais de 1% das multas de tráfico e maus-tratos de animais são pagas. Agora, veja a sorte destes bebês.... corriam o risco de serem mortos pelos adultos..... tadinhos..... As imagens são emocionantes.....
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10/11/2018

Peixes-bois resgatados de cativeiros no AM vão para readaptação em habitat natural

Que coisa maravilhosa, minha Santa!!!!! ajuda a esta turma maravilhosa..... Muito Axé para eles!!!!!
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Os quatro mamíferos “Iúna”, “Ajuricaba”, “Puraquequara” e “Anibá” terão alimento natural e contato com a temperatura da água e outras espécies como quelônios e peixes

Eram 5h quando começou a viagem das

7/06/2018

REPOVOAMENTO: Como belgas e alemães planejam repovoar Brasil com ararinha-azul

Seria um sonho ver nosso país repovoado de ararinhas que foram extintas. Estou torcendo muito.... elas são lindas....
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Como belgas e alemães planejam repovoar Brasil com ararinha-azul que só existe em cativeiro
Esforço internacional, em parceria com governo brasileiro, busca reintroduzir espécie rara no cerrado baiano, onde foi vista pela última vez em 2000; apenas 158 aves existem em cativeiro no mundo.

Ela é protagonista de uma das séries de filmes de animação de maior sucesso nos últimos anos. Em Rio, Blu é o último macho da espécie Cyanopsitta spixii e a última esperança de um grupo de biólogos para salvá-la do desaparecimento. O enredo foi inspirado na ameaça real que enfrentam essas ararinhas-azuis, consideradas um dos pássaros mais raros do mundo, que hoje só vivem em cativeiro.

Agora, o zoológico belga Pairi Daiza, no município de Brugelette, a 65 km de Bruxelas, se associou ao governo brasileiro para tentar reverter essa situação e repovoar com a espécie o vale do rio São Francisco, de onde é originária. O último exemplar de Cyanopsitta spixii em estado selvagem foi visto pela última vez em outubro de 2000 no cerrado baiano, seu único habitat original.

Hoje, 90% das 158 ararinhas-azuis que vivem em cativeiro no mundo todo estão em um aviário em Berlim, da Associação para a Conservação de Papagaios Ameaçados (ACTP), organização alemã sem fins lucrativos. O governo brasileiro mantém onze aves em um centro de conservação e outras duas estão em um zoológico de Cingapura, as únicas expostas ao público.

Nova casa
Este mês, como parte do acordo assinado com o Brasil, o Instituto Chico Mendes e a ACTP, o Pairi Daiza recebeu a custódia de quatro aves pertencentes à organização alemã.

O zoo belga foi escolhido pela experiência de seu diretor de zoologia, Tim Bouts, na criação e reprodução da Cyanopsitta spixii. Ele trabalhou com a ave durante anos no centro de preservação de espécies ameaçadas "Al Wabra Wildlife Preservation", em Doha, no Catar, pioneiro na conservação da ararinha-azul.

Depois da morte de seu fundador, o xeque Saoud Bin Mohammed Bin Ali Thani, em 2014, seus herdeiros decidiram transferir as ararinhas-azuis de Al Wabra à ACTP, organização com a qual o centro catariano já colaborava na conservação e reprodução da espécie.

Na Bélgica, os quatro exemplares cedidos ao Pairi Daiza ganharam um viveiro exclusivo, separado das demais aves para garantir sua segurança, explicou Bouts à BBC Brasil.

O viveiro será aberto a visitação e terá troncos e plantas para tentar reproduzir o habitat original da espécie.

A temperatura é controlada entre 20 e 25 graus centígrados, considerada por Bouts como ideal para esses pássaros nascidos em cativeiro, apesar de inferior às máximas predominantes no cerrado baiano.

Preparação
Até o final do ano, o parque contará com um Centro de Conservação e Reprodução de Araras-Azuis, o segundo do tipo no mundo, depois do que existe na ACTP, e deverá receber em seguida novos casais de Cyanopsitta spixii.

"Nosso objetivo será preparar as aves que nascerão em Pairi Daiza para que possam ser soltas em seu habitat natural no Brasil. Queremos reintroduzir dez animais por ano, a partir de 2019", disse Bouts.

Para isso, é preciso primeiro alcançar uma população "razoável, sustentável e forte" de aves, segundo o biólogo.

Como as probabilidades de acasalamento natural e as taxas de fertilidade são baixas entre a espécie, Bouts e sua equipe recorrerão à inseminação artificial.

O segundo passo será a adaptação desses pássaros delicados e de saúde frágil a seu habitat natural brasileiro.

O processo será realizado em um Centro de Readaptação e Reintrodução que o zoo belga construirá também este ano no município baiano de Curaçá. Assim como as instalações do local, também sua manutenção e mão de obra serão financiadas pelo zoo Pairi Daiza.

O parque não revela quanto está investindo no projeto.

Liberdade
As primeiras 50 aves a ocupar o centro de readaptação no Brasil devem chegar ao Brasil no primeiro trimestre de 2019, em transferências financiadas pelas instituições belga e alemã. No entanto, elas não serão soltas na natureza antes de 2021.


"É difícil prever uma data exata para a libertação. Vai depender de como evolui cada uma em seu novo habitat", explica Bouts.

Os pássaros precisam se aclimatizar, aprender a buscar seu próprio alimento e a defender-se de eventuais perigos.

"Reintroduzir ao estado selvagem animais nascidos em cativeiro é um processo longo e difícil. Os animais, não importa quais, têm que ser preparados para ganhar liberdade progressivamente, por etapas. Essa descoberta da liberdade pode levar meses."

É necessário também recuperar o habitat natural das aves. O corte indiscriminado de árvores e a criação de cabras mudaram a paisagem do vale do São Francisco na Bahia e contribuíram para o desaparecimento das ararinhas-azuis, ameaçadas igualmente pelo tráfico de animais selvagens.

A reabilitação da região começou em junho, com a criação do Refúgio de Vida Silvestre da Ararinha-azul, em Curaçá, e da Área de Proteção Ambiental da Ararinha-Azul, em Juazeiro. Juntas, as duas reservas somam cerca de 120 mil hectares protegidos.

A assinatura do acordo de cooperação com Pairi Daiza foi celebrada pelo ministro brasileiro de Meio Ambiente, Edson Duarte, como "um marco histórico da luta pela preservação das espécies".

"Estou aqui para realizar o sonho de ambientalistas, não só do Brasil, mas do mundo: trabalhar na reintrodução do animal no seu habitat natural e permitir que ele volte a voar em casa", disse no zoológico belga.

FONTE: G1

6/02/2018

REPRODUÇÃO: Já nasceram 103 linces ibéricos em Silves

Os desgraçados dos caçadores acabam com uma espécie e aí um bando de gente se arrebenta para recupera-los..... É desigual... Que bicho lindo!!!!!
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No entanto, 26 crias já morreram
No Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves, já nasceram 103 animais, mas 26 morreram antes dos três meses de idade, apurou o CM junto do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Este ano, será investido mais de meio milhão de euros na expansão do centro, defendendo o ICNF que "o programa de reintrodução do lince-ibérico tem sido um sucesso".

Até agora, já foram reintroduzidos na Natureza 63 linces, dos quais 11 em Portugal (Mértola) e os restantes em Espanha. Quanto aos outros animais, "uns foram integrados no programa de cria em cativeiro e outros, não podendo ser libertados por problemas genéticos, nem incluídos no programa de cria, foram encaminhados para zoos ou encontram-se à espera de serem colocados em zoos ou cercados de visitação".

Além de 11 linces nascidos no CNRLI, foram libertados em Portugal animais provenientes de centros de Espanha. No total, foram reintroduzidos 33. Em 2016, nasceram cinco na Natureza e, no ano seguinte, mais 11. Em 2018, estão já confirmados os nascimentos de 13 crias no campo, faltando ainda verificar quatro ou cinco fêmeas.

Entretanto, o ICNF vai investir 550 mil euros no CNRLI, que foi criado em 2009. O projeto prevê dois novos parques de adaptação, três para recuperação de animais feridos ou debilitados e o reforço da videovigilância.

FONTE: G1

4/27/2018

Cetas de Araras recebe duas araras vítimas de maus-tratos

Aves maltratadas mostram um sofrimento intenso.... elas retiram suas penas, se mordem todas, enfim, uma tristeza imensa se apodera dela.....
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Aves vieram do Ibama de Lorena para Araras (SP) e uma delas será devolvida à natureza após passar por tratamento.
Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de Araras (SP) recebeu duas araras vítimas de maus-tratos. As aves foram apreendidas pela Polícia Ambiental e estavam em um posto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Lorena (SP). Uma das aves é uma arara vermelha, que está ameaçada de extinção. A outra é uma híbrida, resultado do cruzamento em uma arara vermelha com uma arara Canindé, que tem penas azuis e amarelas.

Segundo a veterinária do centro, Fernanda Magajevski, as aves chegavam estressadas e sem muitas penas. “Elas chegaram muito estressadas, a híbrida tem medo do contato, então provavelmente alguém já maltratou esse animal”, afirmou. O tratamento começou com alimentação reforçada e suplementos vitamínicos. Depois que estiverem bem fisicamente, os animais seguirão para um atendimento psicológico.

No primeiro momento, as araras irão ficar isoladas e, após duas semanas serão levadas para o viveiro onde já moram vinte e cinco araras de várias espécies. Pelo menos uma delas – a vermelha – deverá voltar à natureza em um ano. A arara híbrida deverá permanecer no viveiro da instituição. Desde a inauguração, em 2004, mais de mil animais passaram pelo centro, dos quais 60% foram devolvidos à natureza. O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de Araras oferece visitas monitoradas gratuitamente. O agendamento deve ser feito pelo telefone (19) 3542- 538.

Fonte: G1 São Carlos 

4/08/2018

Risco de febre amarela suspende reintrodução de macacos à natureza

Foi a melhor medida. Soltar os bichos para eles serem massacrados por estes humanos filhos do capeta!!!!
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Medida foi tomada depois da morte de muitos animais e também por causa do risco de agressão por parte da população

A Secretaria do Verde e Meio Ambiente (SVMA) da cidade de São Paulo suspendeu por tempo indeterminado a programação de soltura de macacos. O objetivo é evitar que os animais sejam contaminados com o vírus da febre amarela.

Atualmente, estão sob os cuidados no Centro de Manejo e Conservação de Animais Silvestres (Cemacas) da prefeitura um sauá, 9 macacos-prego, 26 bugios e cerca de 40 saguis, do tufo-branco, do tufo-preto e híbridos. Um raro sagui-da-serra-escuro chegou ao Centro com a doença e morreu logo em seguida.

O lugar costuma receber primatas vítimas de atropelamento, eletrocutados e filhotes órfãos. Contudo, de abril do ano passado para cá, o número de doentes com febre amarela aumentou e a conclusão que se chegou é que seria mais prudente mantê-los nos recintos, até que a reintrodução na natureza seja mais segura.

A chegada de saguis muito mansos é um indicativo de que muitas pessoas que criavam esses animais de forma ilegal soltaram os animais sem qualquer critério. Com medo, pessoas que moram próximas à residências que abrigavam macacos de forma criminosa, começaram a denunciar vizinhos e isso também gerou uma soltura sem o acompanhamento adequado.

Além disso, alguns macacos apareceram no Centro com ferimentos na cabeça, o que levanta a suspeita de que foram alvo de agressões. "Essa suspensão é para garantir a segurança dos animais”, afirma Juliana Summa, diretora da Divisão de Fauna Silvestre da Administração paulistana.

“Não vamos soltar nenhum macaco sem antes ter a certeza de que eles não vão morrer lá fora".
Os animais estão em espaços com telas-mosquiteiro, o que diminui a possibilidade de contato com o mosquito transmissor. Para manter o controle da população de primatas que já existe no Centro, os macacos que chegam ao Cemacas ficam isolados por cerca de 20 dias antes de se juntarem aos outros. “Sempre é importante ressaltar que o macaco é o sentinela e não o transmissor da doença”, reforça Juliana.

O risco da reintrodução
A diretora da Divisão de Fauna Silvestre da prefeitura de São Paulo lembra que, no ano passado, uma fêmea foi solta na Zona Norte da cidade e acabou morrendo com a doença. Em janeiro desse ano, uma fêmea de bugio que estava há 8 anos confinada foi solta com dois filhotes - um macho e uma fêmea - na Ilha do Bororé, na Zona Sul da Capital. Binha, como era conhecida, recebeu um microchip de identificação e logo a equipe do Cemacas percebeu a sua rápida ambientação e relação com outros bugios na mata. Mas no final do mesmo mês, o grupo recebeu uma fêmea morta. Era Binha, que contraiu a febre amarela.

FONTE: G1

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