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2/25/2019

Reunião de uma cadela e seu bebê após a recuperação de uma lesão - Índia

Eu gosto demais da Animal Aid. Eles realizam um trabalho excepcional e com tanta necessidade....  Graças à eles podemos ver a miséria que é a Índia em seus rincões.....
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Esta história de final feliz começou como uma das mais tristes. Foi quando uma mãe latiu desesperada de angústia, parecendo implorar para que

2/20/2019

Onças e mais 8 espécies ameaçadas que devem se recuperar em 2019

Olha, desculpa a minha falta de crença que isto seja verdade..... A experiência de 50 anos na causa me levam a achar precipitado considerar um pequeno efeito dos esforços na recuperação.
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Espécies ainda não estão livres do perigo de sumir, mas esforços de recuperação têm surtido efeito

São Paulo — Pesquisadores da ONG Wildlife Conservation Society (WCS)

11/25/2018

Depois de usar 'canudinho', ouriço atropelado em Bauru aceita comida sólida

Que bonitinha... é uma fêmea..... é tão bom ver a recuperação de um bichinho deste, não? Parabéns aos veterinários pelo belo serviço...
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O ouriço que foi atropelado em uma avenida na zona norte de Bauru (SP) no último dia 6 surpreendeu de forma positiva os técnicos do Zoológico da cidade nesta semana ao começar a comer

10/07/2018

Projeto ajuda araras vítimas de maus tratos no interior do Estado de SP


Fico encantada com estes projetos de recuperação de animais silvestres. Mas, sinto muito que eles, provavelmente, serão capturados novamente por criminosos que traficam aves..... Dá uma tristeza danada.....
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7/20/2018

A “cura” do lobo: ex-soldados com estresse pós-traumático se unem à matilha

Eu vou procurar uma matilha de lobos!!!!! estou a beira de ter um ataque de nervos!!!!!!!!!!!!
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Quando os lobos uivam, veteranos de guerra americanos sorriem, como se fossem parte da matilha. Este sentimento é um dos objetivos de um programa de interação entre “duas espécies de caça” de um abrigo californiano que combate o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (PTSD, na sigla em inglês).

7/01/2018

EXEMPLOS: As tristes histórias que cercam os cães da raça pit bull

Eu tenho muita pena dos cães pit bull.... por mim, eles não deveriam ser procriados..... o fim da maioria é trágica. Recentemente, o cantor Belo se desfez de um dos seus pits depois de 6 anos de convivência. O cão teria fugido da casa para onde foi e morreu atropelado depois de morder a empregada. Agora o mesmo cantor estaria querendo se desfazer de uma outra cadela.... (Informações recebidas por pessoa que o conhece, mas, que não pude comprovar). Em  janeiro rolou a matéria: Belo cancela shows após ser 'atacado' por seu próprio cão em casa . Em nov/2017 publicamos: Gracyanne Barbosa foi condenada porque seu cachorro atacou cadela deixando-a cega. Nos disseram, também, que teriam comprado, inicialmente, um casal para serem criadores da raça.  Affe!!!!! 
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Uma página no Facebook foi criada em sua homenagem e regularmente tem notícias de seu progresso e de seu estado geral. Esta é a página do Patrick https://www.facebook.com/ThePatrickMiracle tem outras fotos da recuperação dele e como ele esta atualmente e de outros anjos resgatados.





6/02/2018

REPRODUÇÃO: Já nasceram 103 linces ibéricos em Silves

Os desgraçados dos caçadores acabam com uma espécie e aí um bando de gente se arrebenta para recupera-los..... É desigual... Que bicho lindo!!!!!
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No entanto, 26 crias já morreram
No Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI), em Silves, já nasceram 103 animais, mas 26 morreram antes dos três meses de idade, apurou o CM junto do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). Este ano, será investido mais de meio milhão de euros na expansão do centro, defendendo o ICNF que "o programa de reintrodução do lince-ibérico tem sido um sucesso".

Até agora, já foram reintroduzidos na Natureza 63 linces, dos quais 11 em Portugal (Mértola) e os restantes em Espanha. Quanto aos outros animais, "uns foram integrados no programa de cria em cativeiro e outros, não podendo ser libertados por problemas genéticos, nem incluídos no programa de cria, foram encaminhados para zoos ou encontram-se à espera de serem colocados em zoos ou cercados de visitação".

Além de 11 linces nascidos no CNRLI, foram libertados em Portugal animais provenientes de centros de Espanha. No total, foram reintroduzidos 33. Em 2016, nasceram cinco na Natureza e, no ano seguinte, mais 11. Em 2018, estão já confirmados os nascimentos de 13 crias no campo, faltando ainda verificar quatro ou cinco fêmeas.

Entretanto, o ICNF vai investir 550 mil euros no CNRLI, que foi criado em 2009. O projeto prevê dois novos parques de adaptação, três para recuperação de animais feridos ou debilitados e o reforço da videovigilância.

FONTE: G1

3/29/2018

Recorde e alerta sobre as tartarugas do Litoral do Paraná

Tartarugas são bichos maravilhosos e e uma pena que estejam em perigo graças às inconsequências de atos humanos, como por exemplo, o lixo no mar. Graças a Deus que ainda temos pessoas incríveis que trabalham a favor destes seres esplendorosos. Este projeto da matéria é excelente e muito profissional!!!!!
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A avaliação da população de tartarugas-verde (Chelonia mydas) no litoral do Paraná conclui uma etapa no mês de março com um recorde de espécimes capturados – o que é um ótimo sinal – e uma preocupação: lesões e amputações causadas possivelmente por interação com barcos e pescarias.

O trabalho faz parte do Programa de Recuperação da Biodiversidade Marinha (Rebimar), uma iniciativa da Associação MarBrasil com o patrocínio da Petrobras. Realizado desde 2014, esta foi a quarta campanha com enfoque nas tartarugas marinhas na região.

A operação de 2018, feita entre os dias 4 e 22, envolveu mais de 50 pessoas, entre voluntários e profissionais de diversas áreas da ciência, representando instituições como a MarBrasil, o Laboratório de Ecologia e Conservação (LEC) da UFPR e a Universidade Estadual de Londrina, além de especialistas internacionais em pesquisa e conservação de animais marinhos, como a ONG uruguaia Karumbé, e as universidades norte-americanas Florida State University e Duke University.

Captura e marcação
As ações do monitoramento consistem em capturas intencionais de tartarugas-verde por meio de redes de emalhe desenvolvidas para este projeto. Os animais capturados pelos pesquisadores são avaliados em relação à condição de saúde, por meio de análises sanguíneas e bioquímicas, e quanto a características biológicas, por meio de biometria e amostras coletadas.

Cada indivíduo também é marcado com uma anilha numerada (que segue um cadastro internacional de monitoramento de tartarugas marinhas), o que permite avaliar a conexão entre áreas e o comportamento de migração da espécie, e logo em seguida já são devolvidos a seu habitat natural.

Neste ano dois animais receberam transmissores satelitais, os quais fornecem informações sobre o deslocamento dos animais, além de suporte científico para o mapeamento de áreas prioritárias de uso por esta espécie no litoral brasileiro.


Recorde de animais
Nesta operação os pesquisadores registraram mais de 60 tartarugas-verde, um número recorde desde o início do monitoramento destes animais no Paraná, que aconteceram em dois pontos de concentração da espécie, localizados na entrada da Baía de Paranaguá. Os resultados obtidos nesta campanha ampliarão o fornecimento de dados para compreender como as atividades antrópicas realizadas de forma cumulativa, como o despejo de efluentes no ecossistema marinho, atividades náuticas industriais, e mesmo a pesca, podem afetar a saúde e o comportamento destes
animais.

A bióloga Camila Domit, responsável pelo LEC-UFPR, e coordenadora das atividades com tartarugas marinhas do Programa Rebimar, comemorou o resultado da nova operação. “Nós esperávamos capturar no máximo 50 animais, entretanto tivemos 77 capturas, sendo 63 novos indivíduos e 15 recapturas. Um resultado fantástico, que possivelmente aconteceu pela época do ano e da temperatura alta da água, mas é muito interessante registrar animais residentes na região, mesmo que ainda sejam dados preliminares.”

Preocupação
Apesar do sucesso na operação do Programa Rebimar, foi registrada uma incidência preocupante de tartarugas-verde com lesões físicas, o que é característico de colisões dos animais com embarcações. “Ainda não concluímos os cálculos da prevalência de lesões, mas vale a pena avaliarmos com cuidado, porque alguns animais apresentaram fraturas na carapaça. Também coletamos tartarugas com amputações de parte dos membros, tanto na nadadeira anterior como na posterior, o que são características de interação das tartarugas marinhas com pescarias”, afirmou Domit.

Pesquisa continua em laboratório
“O nosso enfoque neste ano foi realizar uma série de coletas para considerar a prevalência da fibropapilomatose nestes animais, que é uma doença viral que afeta as tartarugas marinhas, e é característica de animais que estão se desenvolvendo em áreas muito degradadas por impactos antrópicos”, afirmou a bióloga, que complementou: “Os dados coletados permitirão avaliar alguns a presença de microorganismos que podem influenciar o sistema imunológico das tartarugas-marinhas. Coletamos amostras com as quais poderemos verificar a presença de bactérias super-resistentes, fungos e vírus, e que podem estar associados à grande quantidade de efluentes vindos das zonas industriais e urbanas no entorno da Baía de Paranaguá”.

Após praticamente três semanas de operações embarcadas, realizadas diariamente pelo Programa Rebimar, os trabalhos de monitoramento passam ao laboratório, onde será feita a análise individual das coletas de sangue e de tecido das mais de 60 tartarugas marinhas capturadas pela equipe nesta operação. “Em breve poderemos avaliar qual é o nível de contaminação no sangue destes animais, principalmente por incidência de mercúrio e outros metais. Isto é bastante relevante para a avaliação de saúde das tartarugas marinhas, por se tratar de contaminações de curto prazo, algo que possivelmente chegou a estes animais quando já estavam no litoral do Paraná” concluiu Camila.

FONTE: correiodolitoral

3/05/2018

Veja o antes e depois de um leão resgatado no meio da guerra em Mossul

Que diferença, não? Seria tão bom se esta ONG pudesse dar uma força para os animais da Venezuela, né mesmo? 
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Simba foi encontrado em zoológico no Iraque e foi tratado durante um ano, recebendo tratamento médico e nutrição adequados.

Depois de um ano de reabilitação na Jordânia, Simba chegou ao seu lar final - um santuário para animais na África do Sul. O leão foi resgatado pela ONG 'Four Paws' em Mossul, no Iraque, no meio da guerra. A foto da esquerda acima foi feita em 31 de janeiro de 2017; a da direita, na última segunda-feira (26).

Agora, ele deverá ficar junto com tigres e outros felinos, também recuperados de zonas de conflito, em uma área com 1,250 hectares (12,5 quilômetros quadrados). Junto com ele, o leão Saeed também foi resgatado.

"Simba e Saeed tiveram um começo difícil de vida, mas graças aos cuidados incansáveis dos veterinários, a saúde dos dois leões melhorou muito. Agora, eles estão prontos para começar um novo capítulo", disse texto publicado no site da ONG. Quando Simba foi resgatado, ele estava no zoológico de Montazah Al Morour, na parte oriental da cidade de Mossul, no meio do conflito na região. Segundo a "Four Paws", a maioria dos 40 animais residentes no local haviam morrido de fome ou tinham sido atingidos por uma bomba.

Eles foram levados para Jordânia, onde receberam tratamento médico e nutrição adequados no último ano. A transferência para a África do Sul ocorreu apenas na última segunda-feira. Segundo a ONG, não é possível libertar o leão para a natureza, já que ele cresceu dentro de um cativeiro e não está habituado a viver em uma região selvagem.

FONTE: G1

12/07/2017

Cervo encontrado na zona sul de Porto Alegre se recupera de cirurgia na UFRGS

Sinceramente, eu dava um doce para descobrir de onde veio este cervo... verdadeiro mistério.... eu hein!!!! Que bom que ele está bem...
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Transferência para mantenedouro em Santa Maria pode ocorrer a partir da semana que vem
Depois de passar por uma cirurgia para reconstruir o lábio inferior no dia 20, o cervo encontrado na zona sul de Porto
Alegre se recupera no Núcleo de Conservação e Reabilitação de Animais Silvestres (Preservas), do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS.

Na avaliação da médica veterinária Lívia Eichenberg Surita, o ideal é que a transferência para o mantenedouro de fauna silvestre São Bras, em Santa Maria, onde ficará permanentemente, seja feito a partir da semana que vem.

Chefe do setor de fauna da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema), Thais Michel explica que a espera é por receio de uma lesão no local onde foi feita a cirurgia:

— Como ele está se recuperando superbem, podemos começar a organizar a ida. Talvez tenha que ser em um dia de temperatura mais amena ou em um período do dia que não seja quente.

Thais informa que o animal apresenta boa recuperação e se alimenta normalmente. A operação cirúrgica foi realizada pela equipe de especialistas em animais silvestres do Hospital de Clínicas Veterinárias da UFRGS.

— A cirurgia foi bem sucedida, foi possível recolocar a pele do queixo que estava solta no lugar — acrescenta Thais.

A origem do cervo é um mistério. Por ser um animal dócil — característica incomum para cervídeos —, a principal hipótese é ter sido criado em cativeiro. Possibilidades como ter vindo do Parque do Delta do Jacuí — por haver relatos da espécie por lá — são remotas, já que o animal teria comportamento selvagem. Nenhuma denúncia foi feita à secretaria.

Uma portaria da Sema de 2013 classifica o cervo-axis como parte de um grupo de espécies que têm proibidos sua criação e seu manejo. E, para todas as espécies silvestres, é necessário que a presença em estabelecimento tenha autorização do órgão ambiental e por pessoas físicas seja comprovada a origem lícita por nota fiscal. A Polícia Civil abre investigação se houver indícios de irregularidades.

O cervo foi resgatado na Avenida Otto Niemeyer em 15 de novembro por agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). No dia anterior, já havia sido visto em uma propriedade à beira do Guaíba, no bairro Tristeza. Uma equipe das secretarias municipal e estadual de Meio Ambiente foi enviada ao local, mas o animal fugiu para o Clube dos Jangadeiros, onde se refugiou dentro de uma tubulação que dá acesso ao Guaíba e não foi mais localizado. Por volta das 2h30min do dia seguinte, foi avistado na Avenida Otto Niemeyer, quando foi recolhido por agentes da EPTC.

FONTE: gauchazh

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