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11/18/2018

Protetora nos manda mais informações sobre o caso do laçador que morreu em Ponta Grossa

Publicamos no ultimo dia 16 a postagem: Vídeo mostra confusão antes da morte de laçador em Ponta Grossa - PR e nela peço notícia dos protetores locais sobre a realidade dos fatos. Então a Cleci, fez a gentileza de nos esclarecer. Agradecemos demais e precisando de nós para qualquer coisa, estamos aqui de plantão, ok? Leiam:
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"Os laçadores envolvidos neste caso desempenham suas atividades ha mais de 19 anos e o laçador que foi a óbito morava numa casa dentro do ambiente do

9/27/2018

Mulher é presa por cuidar de animais abandonados sem licença veterinária durante furacão Florence

É impressionante este caso... A protetora foi salvar e cuidar dos animais vítimas do furacão e ainda foi presa? fala sério......
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Uma mulher da Carolina do Norte, identificada como Tammie Hedges, cuidou de 27 cães e gatos doentes durante a passagem do furacão Florence, enquanto os donos dos animais evacuavam as áreas de risco. O ato que poderia ser

9/18/2018

Homens levam carro de protetora cheio de animais em Gravataí

Minha Nossa, eu não queria estar no lugar da colega de jeito e maneira..... Morria do coração!!!!! Graças a Deus, todos foram recuperados e entregue aos donos....
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Ela entregava animais recém-castrados quando foi abordada por homens armados no bairro São Vicente Diléa Fronza
Anisia se dedica à proteção animal há 25 anos Era mais um dia de dedicação à proteção animal na vida da protetora Anisia da Glória. Moradora de Glorinha, a professora aposentada dedica a vida a cuidar daqueles que são abandonados há 25 anos.

Na última quinta-feira (14), ela tinha levado 15 cães e gatos para a castração. Estava deixando os bichinhos com os seus donos quando foi

6/28/2018

PROTETORA: Aposentada retira mais de 200 animais das ruas em Ribeirão Preto

Não é mole não.... quem puder ajudar, não deixe de fazê-lo....
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Em seu último resgate, três filhotes de cães foram encontrados famintos e doentes dentro de um buraco em um terreno na zona Norte da cidade

Uma pessoa apaixonada por animais. É assim que se pode classificar a aposentada Sili Grau de Souza, de 62 anos. Ela, que já chegou a cuidar de 50 gatos em sua residência, hoje possui 16 cachorros e 8 gatos.

Segundo Sili, a paixão pelos animais surgiu na infância. Há cerca de 40 anos, ela retira animais que são abandonados nas ruas de Ribeirão Preto. Neste período, mais de 200 animais foram resgatados por ela. Cães amarrados com coleiras de arames farpados e animais famintos e desnutridos fazem parte de suas histórias.

Em seu último resgate, ocorrido em março deste ano, Sili foi chamada às pressas por vizinhos que encontraram três cães filhotes, abandonados dentro de um buraco em um terreno no bairro José Sampaio, zona Norte da cidade. "Não pensei duas vezes, fui até o terreno e vi os animais. Não tinha como deixá-los por lá. Certamente, eles iriam morrer, estavam famintos, mal conseguiam ter forças para comer", afirma Sili.

Os cães estavam com a doença do carrapato em estado avançado, febre alta e desnutridos. Com ajuda de alguns amigos, a aposentada conseguir dinheiro para remédios e consultas veterinárias. "Foi um período de muita dedicação, eles exigiam muitos cuidados. Estavam bem doentes, tadinhos. Mas, graças a Deus, hoje estão curados, esbanjando saúde e nem parecem que são os mesmos que foram encontrados naquele buraco".

Recicláveis  
A aposentada, também recolhe recicláveis para ajudar nas despesas com os animais. Segundo ela, é desta forma que consegue fechar o orçamento com ração, produtos de limpeza e medicamentos.

Ajuda  
Apesar de ajudar e recolher muitos animais em estado de abandono, nas ruas de Ribeirão Preto, a aposentada Sili Grau de Souza não tem condições de acolher os bichinhos definitivamente. Por isso, quem quiser ajudar na adoção permanente de alguns dos animais recolhidos, é só ligar para o telefone 99372-0181.

Para doação  
Com muitos animais em casa, Sili diz não ter condições e espaço para mantê-los por muito tempo. Os três cães resgatados (duas fêmeas e um macho), ainda não possuem nomes e estão para doação. Para dar um novo lar para estes filhotes, basta entrar em contato diretamente com a aposentada, pelo número (16) 99372-0181.  "Eu só desejo que a pessoa que decidir adotá-los continue este trabalho, pois os animais necessitam de amor, cuidados e respeito. São sempre nossos amigos, não tem preço que se pague em ver a alegria deles. A gratidão é imensa, eu agradeço a Deus todos os dias por ter nascido com esta vontade dentro de mim".  

FONTE: acidadeon

4/17/2018

Protetora é denunciada e reabre polêmica sobre alimentar animais de rua - MS

Sinceramente, não entendi porque esta protetora não recorreu ao CCZ local que tem programa de adoção, incluindo microchipagem dos animais. A colega da ONG Cão Feliz, falou muito bem. Endosso totalmente, embora compreenda as dificuldades de certas pessoas entenderem como funcionam as coisas....
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Os animais foram recolhidos pelo CCZ
É permitido alimentar cachorros e gatos de rua? Esta questão tem causado polêmica entre protetores de animais. Nesta semana, a dona de casa Ângela Silva foi denunciada por um vizinho após deixar alimento e água para os gatos de rua na calçada de sua casa.

Ângela conta que não é a única que faz isso na região e que só não adota os animais porque tem quatro cachorros no quintal. “Eu não posso trazer para minha casa porque meus cachorros não deixam, mas eu alimento e dou água”, afirma. Outros três moradores também foram denunciados ao CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), mas a dona de casa defende que os animais não incomodam ninguém.

“Eu cuido de três gatos, eles dormem no meu portão. Eu dou ração boa para sustentar os gatos, eu posto foto para doar e não consigo”. Após a denúncia, a dona de casa recebeu a visita do CCZ, que levou os gatos, situação que a deixou muito chateada. “Eu me senti aterrorizada, me botaram medo, falaram que eu podia ser responsável jurídica pelos animais. Eu só estava alimentando e ainda sou criticada”.

O Centro de Controle de Zoonoses afirma que a alimentação de animais de rua não é recomendada. Segundo o Centro, além de ocasionar transtornos à população vizinha, acarreta na exposição involuntária destes moradores a situações de insalubridade e risco de zoonoses. A presidente e fundadora da ONG Cão Feliz, Kelly Macedo, afirma que o ideal é adotar o animal, mas sabe que às vezes o coração fala mais alto. “Se você quer alimentar, é melhor levar para casa, cuidar dele. Eu sei que é complicado, quando a gente vê animais abandonados, o intuito é alimentar mesmo”.

A dona de casa Ângela não conseguiu novos donos para os bichos, mas a situação é enfrentada diariamente pela ONG, que já tem 121 cachorros no abrigo. “Eu não posso nem pegar mais porque já temos uma dívida enorme, um abrigo cheio e a adoção está muito fraca”, afirma.

Em nota, o CCZ afirma que a melhor maneira de cuidar dos animais é leva-los ao Centro no caso de impossibilidade de adoção, já que não há informações sobre a vacinação e seu histórico de saúde. “Lembramos que animais de rua são potenciais transmissores de raiva e outras zoonoses e nosso município frequentemente encontra morcegos contaminados com o vírus rábico. Reforçamos que, se o cidadão não pode assumir a responsabilidade sobre o cão ou gato deve levá-lo ao CCZ. Não é recomendado que o morador espere mais de 7 dias para não retardar o processo de adoção”.

O CCZ realiza microchipagem de cães e gatos mediante o pagamento de uma taxa de R$15. O microchip serve para que caso o cão ou gato seja abandonado ou encontrado possa ter o proprietário identificado.

FONTE: midiamax

3/12/2018

Uma história que mostra como se inicia um abrigo de animais

Independente de qualquer ajuda, a senhora em questão precisa de uma ajuda psicológica.... Falo isto com base no escrito na matéria, claro!!!! Mas, protetora que fica carente e daí pega animais não é bom sintoma...
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Após recolher 60 cachorros de rua, mulher improvisa canil em casa e busca novo lar para animais na BA; veja como ajudar
Campanha tenta localizar pessoas que queiram adotar um cãozinho ou fazer doações para manter a alimentação e higiene deles. Animais moram no bairro de Brotas, em Salvador.

Uma criadora de animais que mora no bairro de Brotas, em Salvador, transformou a casa dela em um grande abrigo para cachorros após, ao longo dos anos, recolher mais de 60 animais de rua. Os cães ficam espalhados pelo interior do imóvel - incluindo a cozinha e o banheiro -, e em um pequeno canil improvisado no quintal.

De acordo com a dona de casa, o desejo compulsivo por acolher os cachorros surgiu depois que um dos primeiros animais cuidados por ela morreu. Dona Jucileide contou que se sentiu carente e encontrou conforto em novos cãezinhos. "Meu irmão me deu 5. Aí, depois, fui pegando uns 3, até chegar em 12. Aí, depois, morreu um cachorro, e eu fiquei carente. Aí eu fui adotando todo o cachorro que eu via na rua. Eu sentia necessidade de pegar, acolher", contou.

Com o passar dos anos, a filha da cuidadora de animais saiu de casa e o marido dela se isolou em um dos quartos do imóvel. O homem, que é aposentado, é quem mantém a casa, no entanto o dinheiro que ele recebe não é o suficiente. O problema é que, por conta da grande quantidade de cachorros que tem em casa, a cuidadora de animais passou a gastar mais de R$ 600 por semana, só com ração. Com isso, dona Jucileide viu que precisava de ajuda. Os vizinhos, que até poderiam reclamar do barulho e mau cheiro provocados pelos animais, se juntaram a ela.

"Quando ela se deu conta de que já tinham muito cães, veio pedir ajuda, e nós resolvemos criar um grupo. Nós criamos o grupo dos 65 cães de Brotas. Porque nós pensávamos que eram só 65, mas na realidade eram 80. Nós já conseguimos tirar 11. Alguns estão em lar temporário. Outros, a amiga pegou", disse Débora Cal, vizinha da cuidadora de animais.

Intitulado "Meu Anjinho de 4 patas", o grupo criou uma campanha para recolher doações, encontrar voluntários para ajudar a manter os animais, e conseguir novos lares para eles. Para ajudar, basta entrar em contato pelo telefone (71) 9 9300-3345. "Quem tiver amor, quem tiver carinho, e realmente quiser cuidar desses animais, vai conseguir tratar deles. O mais importante é o amor", disse Débora Cal. 

Fonte: G1 Bahia

2/01/2018

Onze cães morrem carbonizados após rapaz atear fogo na casa da ex-namorada

Vítima cuidava de animais de rua e tinha mais de 40 na casa, em São Roque. Segundo PM, suspeito confessou que estava sob o efeito de drogas e não aceitava fim do relacionamento.

Onze cães morreram carbonizados na casa de uma mulher que acolhia animais de rua. Segundo a Polícia Militar, a casa foi destruída por um incêndio causado pelo ex-namorado dela, na tarde desta segunda-feira (29), na Estrada da Capela, no bairro Campininha, em São Roque (SP).

De acordo com o boletim de ocorrência, a dona da residência, de 30 anos, saiu de casa pela manhã para registrar ocorrência contra o suspeito, de 29, por ameaças que recebia. Enquanto ela estava na delegacia, o rapaz foi à casa dela e ateou fogo.

Segundo os bombeiros, as chamas destruíram o imóvel, que era de madeira. Conforme uma parente da vítima, havia 41 cães no local e 30 deles sobreviveram porque estavam em um canil fora da casa.

O caso foi registrado como incêndio criminoso e foi apresentado na delegacia de São Roque. O rapaz foi preso em flagrante e confessou à polícia que estava sob o efeito de drogas.

FONTE: G1

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