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8/10/2018

Filmagem mostra leitões jogados contra a parede por trabalhadores de fazenda na Inglaterra

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Tem gente que diz que não tem coragem de ver estes vídeos, mas, tem coragem de comer os torresmos e bistecas produzidos com base em tamanha crueldade contra os animais, chamados de consumo.
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A Rosebury Farm é famosa por fornecer alimentos para grandes varejistas e açougueiros locais, mas as gravações levaram a instalação a perder sua

7/23/2018

Estudo descobre que carne processada pode desempenhar um papel em graves problemas psiquiátricos

Leitores amigos, estou publicando para mandarem para vizinhos, família e amigos que comem carne... Sabem de nada!!!!!! Comam porquinho e morram malucos!!!!!
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Carnes processadas e curadas com nitrato, como carne seca ou bacon, foram associadas a extensos períodos de hiperatividade, insônia e perda de atenção em pessoas que experimentam episódios maníacos em uma pesquisa conduzida

7/10/2018

Frigorífico de suínos que funcionava mesmo após embargo em MT é fechado

Vejam que tipo de gente "domina" o setor..... Super maltratados.... Abatidos da pior forma.....
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Estabelecimento em Várzea Grande foi embargado em outubro de 2017. Segundo a polícia, desde então, 41 mil suínos entraram na propriedade para engorda.

Um frigorífico de suínos que funcionava de forma clandestina desde 2017 em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, foi fechado pela Polícia Civil.

5/26/2018

XENOTRANSPLANTE: Porcos serão doadores de órgãos para humanos, diz pesquisa dos EUA

A notícia em vídeo é de maio de 2017, mas, é bom registrar no blog para oferecer informação ao nossos leitores que desconhecem o perigo e absurdo dos xenotransplantes. Como ela foi citada em recente matéria, resolvi a incluir.
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Orgãos humanos em outros animais
Há cinco anos, os japoneses divulgaram um painel de especialistas para debater as normas que deveriam reger pesquisas para tentar 'cultivar' órgãos humanos em corpos de animais antes de fazer um transplante.

Na época, os cientistas pediam que o uso de células-tronco fossem autorizadas para uso em um embrião animal. O objetivo era criar um embrião "quimérico" no útero de uma porca e observar o desenvolvimento.

Em 2016, depois da chegada do Crispr, os cientistas também conseguiram criar órgãos humanos em porcos para transplante. O experimento é da Universidade da Califórnia (UC). Os autores injetaram células-tronco humanos em embriões suínos para produzir embriões híbridos.

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ENQUANTO ISTO...
Descoberto em porcos vírus que infecta células humanas

5/02/2018

IGNORÂNCIA: Aldeões adorando porco 'sortudo' com duas cabeças e oito patas

Estou publicando este vídeo para a gente ficar bem consciente do tamanho da Terra e o quanto a tecnologia da internet tem que alcançar para trazer um pouco de conhecimento para este povo. Alguém, imaginaria tal "tradição cultural"? Jesus, manda luz!!!!!!
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Os aldeões tailandeses têm adorado este porco bebê mutante - nascido com duas cabeças, três orelhas e oito patas. O leitão foi o 13º em uma ninhada nascida em uma fazenda na província rural de Udon Thani, nordeste da Tailândia em 27 de abril. 

Os moradores locais acreditam que a criatura natimortos foi enviada a eles para trazer boa sorte - e agora eles estão se reunindo na casa do dono. cadáver foi conservado em uma jarra.  Os moradores foram vistos sentados de pernas cruzadas enquanto oravam ao porco morto e escolhiam seus números de loteria com base em suas características.

A proprietária Kanchana Supanich, 46 anos, disse que o número mais popular foi 13 - como o leitão foi o 13º a nascer de sua mãe, apelidado de Fat. Enquanto 38 - porque o porco tem três orelhas e oito pernas - foram populares, bem como 28 - devido às duas cabeças e oito pernas. Kanchana acrescentou: “Eu nunca vi nenhum animal nascer assim com oito patas, três orelhas e duas cabeças. "Tenho certeza de que ele trará boa sorte à aldeia".

Fonte: LiveLeak

OPORTUNISTAS: Pesquisadores retiram cérebros de porcos e os mantêm ativos fora do corpo do animal

Juro pelas barbas do profeta... Eu tenho ataques de pelanca quando leio estas coisas idiotas..... Estes pesquisadores são uns doidos que precisam de camisa de força.... Além de enganarem os todos, ainda fazem uma mídia incrível em cima destas maluquices.... Só tarja preta para estes camaradas....
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A façanha deve ajudar no estudo de doenças que afetam a atividade cerebral, como a demência

Pesquisadores dos Estados Unidos acabam de anunciar que conseguiram manter vivos cérebros de porcos decapitados, fora dos corpos dos animais, por até 36 horas. Mas, apesar de ser uma informação curiosa e inusitada, o neurocientista Nenad Sestan, da Universidade de Yale, em Connecticut, nos EUA, principal autor do estudo, informa que os órgãos não estavam conscientes, e que a "sobrevida" serviu para ajudar os cientistas na investigação de como o cérebro funciona. Com isso, será possível aperfeiçoar tratamentos experimentais para doenças neurológicas que vão de câncer a demência.

A pesquisa, publicada no periódico MIT Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dividiu as opiniões da comunidade científica. Para a neurocientista Anna Devor, da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), em entrevista para o jornal do MIT, o feito poderia ajudar os pesquisadores na investigação das conexões entre as células cerebrais, permitindo a construção de uma espécie de "atlas cerebral".

No entanto, o novo feito não significa que, em breve, os humanos terão uma forma de "enganar a morte", já que a maioria dos cientistas afirma que não é possível transplantar o cérebro para um novo corpo. "Esse cérebro animal não estava ciente de nada. Estou muito confiante disso", comenta Nenad Sestan. Ele lembra que as considerações éticas da pesquisa devem ser levadas em conta. "Hipoteticamente, alguém pega essa tecnologia, melhora e restaura a atividade cerebral de alguém. Estaria 'restaurando' um ser humano. Se essa pessoa mantiver a memória, eu acharia incrível", completa o neurocientista de Yale.

Para a pesquisadora Frances Edwards, da Universidade College London, na Inglaterra, a capacidade de se manter um cérebro ativo por horas pode ser útil para a ciência. "Pode ser útil para estudar conexões entre células e, em algum nível, trabalhar as interações de rede em um cérebro grande. Haveria algumas vantagens para exames por imagens e, certamente, para o desenvolvimento de técnicas de diagnóstico", diz a cientista em entrevista para o jornal inglês The Guardian.

Edwards comenta que é improvável uma possível reprodução da pesquisa em seres humanos, e descarta a ideia de transplantes de corpos. "Seria um passo importante, quase impossível, fazer isso com o cérebro humano. Tanto no porco quanto no homem, o cérebro só está disponível para pesquisa após a morte", completa a pesquisadora britânica.

Sestan e seus colegas usaram mais de 100 porcos, cujos cérebros foram recuperados de matadouros. Os pesquisadores criaram um sistema sofisticado chamado "BrainEx" para manter as células vivas, circulando um fluido oxigenado por dentro do órgão.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o cérebro de um animal é mantido vivo fora do corpo: a proeza foi alcançada anteriormente em cobaias de laboratório.

FONTE: revistaencontro
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Outra matéria que discute a questão ética:
Cientista do Yale conseguem reanimar cérebros de porco “mortos”

3/21/2018

Internauta flagra motorista carregando porcos dentro de carro em Toledo

É um desrespeito com a vida animal que nem dá para mensurar..... Pobres animais.... A matéria diz que o motorista mequetrefe pode levar uma multa gravíssima..... R$127,69!!!! Fala sério!!!!!
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Além de estar carregando os animais sem segurança, ele também estava sem os vidros traseiros.
Um internauta flagrou um condutor carregando porcos dentro de um veículo Gol, pelas ruas de Toledo. Os animais estão presos dentro do porta-malas do veículo e são transportados sem nenhum tipo de segurança.

O CTB (Código de Trânsito Brasileiro) prevê multas para condutores que transportarem animais sem a segurança devida e pode levar multa gravíssima, cinco pontos na carteira e desembolsar R$ 127,69. Além dos animais, o condutor também estava carregando um colchão na parte superior do veículo, não possuía vidro traseiro do veículo e também estava sem o para-choque.

FONTE: G1

3/08/2018

Conheça o 'mini porco' que está no centro de uma disputa entre vizinhos em Piatã

Gente, sei não.... Claro que gosto de porcos e mini-porcos.... Mas, sinceramente, querer que um vizinho se acostume com o cheio da urina do porco e do barulho que ele faz quando com fome, tenha paciência. Estes animais em casa, ão digo nada, até porque o primitivo do animal é respeitadao... mas, num apt. de quarto e sala? tenha dó!!!!!
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Saiba quais os direitos e deveres de quem tem animal de estimação e vive em condomínio
Baruch tem 2 anos. Hoje, deve medir por volta de 40 centímetros de altura e é da cor de um caramelo. Nasceu em uma fazenda no interior de São Paulo em 2016 e, de avião, veio para Salvador diretamente para os braços da família Bonfim.

Assim, se tornou o animal de estimação da mãe, do pai e da filha de 10 anos. A diferença é que Baruch não é um gato ou um cachorro: ele é um porco. Na verdade, o chamado ‘mini porco’ (ou ‘mini pig’), um tipo menor do que o suíno comum. Para muita gente, criar um bicho dessa espécie em casa já é algo inusitado, mas a saga de Baruch não para por aí. Ele é o foco de um processo judicial que envolve seus tutores, um condomínio residencial em Piatã e centenas de vizinhos.

Em setembro de 2017, a família de Baruch se mudou de um prédio na Pituba para um apartamento no Condomínio Cores de Piatã. Na mesma época, começou o imbróglio. Em outubro, o condomínio solicitou ‘a retirada do porco da unidade’, nas palavras do processo, que tem mais de 120 páginas. Por isso, os donos do animal estão movendo uma causa de indenização por danos morais.

Segundo vizinhos, o animal tem um ‘forte odor’ e faz um barulho muito alto. Defendem que ali não é o lugar para criar um porco. A família contesta. Eles dizem que Baruch foi ensinado a não fazer nada – nem fezes, nem urina – dentro de casa. Argumentam que, no prédio onde moravam antes, o Condomínio Praia Bella, na Avenida Oceânica, nunca tiveram nenhum tipo de reclamação.

Em dezembro, houve uma sessão de conciliação na 6ª Vara de Justiça Especial de Causas Comuns, no Fórum Regional do Imbuí. Na ocasião, foi marcada a data que decidirá o dia do destino de Baruch: no dia 26 deste mês, às 14h, quando será realizada uma audiência de instrução e julgamento. Enquanto isso não acontece, família, condomínio e vizinhos aguardam os próximos capítulos da história.

Em família
Para a família, Baruque é um importante membro da casa, desde sua chegada. Na época, a filha da personal trainer Alexsandra Bonfim queria um bichinho de estimação, mas tem alergia a pelos de cachorro. Na internet, descobriu o tal mini pig – um porco de tamanho menor que é criado da mesma forma que cachorros, gatos e outros animais domesticados. Embora sejam incomuns por aqui, nas redes sociais, os mini pigs são um fenômeno. Há perfis gringos no Instagram, como a família @prissy_pig e o @mybestfriendhank, que chegam a 689 mil e 343 mil seguidores, respectivamente (veja abaixo).

Logo, parecia que estava tudo certo. Antes mesmo da chegada do porco – trazido da Fazenda Angolana, um rancho em São Roque (SP) que envia animais para todo o Brasil –, a família tinha decidido seu nome. “A gente viu uma peça que tinha uma menina que ficava sozinha. Ela ganhou uma ovelhinha de estimação que se chamava Baruch. Como minha filha também ganhou uma companhia, decidiu colocar Baruch”, contou a mãe.

O mini pig se tornou seu escudeiro. No entanto, as coisas mudaram quando a família se mudou. Lá, na Pituba, o apartamento era menor. Precisavam de mais espaço. Alexsandra se encantou pela área verde do Cores de Piatã – que tem, além disso, muito espaço para passeio. Achou que aquele seria um bom espaço para receber a família.

Não foi como eles esperavam. Alguns dos vizinhos se incomodaram com a presença de um mini pig no condomínio – especialmente, nas áreas comuns. “A gente sofreu muita humilhação aqui. Minha filha sofria bullying, chorava, sofria. Ela dizia para mim: ‘querem expulsar a gente por causa do meu bichinho de estimação’. Porque ele é o pet dela”, contou Alexsandra. 

Ela diz que, sempre que saíam para passear, vizinhos apontavam e faziam comentários. Alguns se afastam quando encontram a família no elevador. Alexsandra diz que se tornou quase uma persona non grata – tem alguns que sequer dão ‘bom dia’.

Baruch, que sempre sai à noite para passear, passou a querer ficar pouco tempo fora. Sempre que desce, logo quer voltar ao apartamento. Segundo ela, não há nenhum cheiro ruim no apartamento. “Eu também não gosto de fedor, nem de cachorro. Mas as pessoas têm preconceito com ele por ser um porco. Ele é um animal muito limpo. É muito carinhoso com minha filha”.

O marido dela, Elton Bonfim, conta que Baruch toma banho três vezes por semana – usa, inclusive, sabonetes da marca Johnson & Johnson. Foi ele quem acionou a Justiça. Por telefone, ele explicou ao CORREIO que, na convenção do condomínio Cores de Piatã, não há nenhuma proibição sobre que espécies de animais domésticos podem ser criados pelos moradores. No texto, o condomínio estipula somente um limite de dois animais por apartamento – além de proibir cães de grande porte e da raça pitbull.

De acordo com ele, Baruch tem cerca de 40 centímetros de altura e deve pesar entre 30 e 35 quilos. “Ele é do tamanho de um buldogue francês”, diz, referindo-se à raça, cujos cães costumam ter a mesma altura. Baruch costuma se alimentar de verduras e aveia. A família não oferece ração – entre os porcos, é mais utilizada como ferramenta de engorda para os animais destinados a abate. Segundo Elton, ele dorme a maior parte do dia. Pontualmente, às 10h, deita para dormir. Acorda às quatro da manhã para pedir o café da manhã aos donos. “Ele possui um relógio na barriga. Depois que toma café da manhã, ele volta a dormir. Ele é silencioso e tranquilo”, conta.

Mau cheiro e barulho 
No condomínio, alguns dos vizinhos afirmam exatamente o contrário. Um morador da mesma torre contou que saiu de casa por quatro meses porque a esposa não conseguia aguentar os enjoos provenientes do cheiro. “O animal faz muito barulho e o mau cheiro é insuportável”, contou, pedindo para não ser identificado.

Tiveram que se mudar para a casa da sogra. "O fedor invadia o apartamento, complicava. Ela (a esposa) vomitava, enjoava. Mas o condomínio teve uma negligência muito grande", opina. Outra vizinha que também não quis ser identificada é uma das que afirma que sente o mau cheiro. Ela lembra que soube da chegada do vizinho de quatro patas após retornar de uma viagem.

Na ocasião, estranhou ‘a zoada’ perto da porta. “É um fedor de pelo e fica a noite toda esse porco batendo na porta. Foi passando um tempo em que cada dia que passa o fedor piora. Depois da queixa, amenizou um pouco o fedor, mas à noite continua insuportável. É um constrangimento para nossos convidados. O apartamento já é pequeno e o bicho fica preso o dia todo”.

Ela também conta que passou um mês fora de casa – e um dos motivos seria o mau cheiro vindo do apartamento de Baruch. Hoje, se divide entre o apartamento e a casa da sogra, na Fazenda Grande do Retiro. Os piores dias, segundo ela, são durante o período da menstruação. Nesses dias, fica mais sensível a cheiros – e, num caso desses, logo vem o enjoo. “Já pensei em me mudar definitivamente, porque é uma coisa que está incomodando. Não trago mais visitas em casa. O que está me segurando mesmo é o fato de que meu apartamento é próprio”, diz. 

Na notificação que fez aos donos de Baruch, em 20 de outubro do ano passado, o condomínio informa que a administração “está recebendo várias reclamações acerca da criação do porco” e que “inúmeras ocorrências” já teriam sido registradas por eles. Assim, solicitam que o animal saia do imóvel, sob a justificativa de perturbação ao “sossego e salubridade” dos demais moradores.

Em um dos e-mails anexados pelo condomínio, um morador escreve que “exige uma solução” para o “mau cheiro e sons ensurdecedores”. No texto, a pessoa afirma que espera qualquer tipo de atitude – seja judicial ou administrativa – desde que “tire o porco do convívio”.

Outro vizinho afirma que se trata de um animal de grande porte, que “exala um cheiro forte, além de provocar barulho ao grunhir, roncar”. Um terceiro morador ressalta que não acha que é correto criar um animal daquele tamanho em um apartamento como o que vivem – as unidades do Cores do Piatã, que têm dois quartos, têm pouco mais de 48 m².

Também moradora do condomínio, a professora Maria de Nazaré Ferrari, 47, acredita que alguns moradores têm preconceito com o animal por se tratar de um porco. Ao mesmo tempo, ela diz que entende que essas pessoas se chateiem. Segundo ela, há condôminos que criam cachorros de grande porte – o que não é permitido pela convenção do condomínio. "Os apartamentos são padrão, são pequenos, mas tem animais enormes. Mas se cachorro pode, por que não o porco?”. 

Ao CORREIO, a dona de Baruch contou que, lá no condomínio na Pituba, ‘ele era o rei’. Sócia do petshop Pets4You, que funciona no condomínio, a empresária Rosely Lira diz que, em muitos momentos, Baruch era atração no local – especialmente quando sair para passear na Orla. “A gente não tinha convivência direta, mas conversava sobre ele. Sempre que ele passava, todo mundo achava engraçado. Muita gente passava e tirava foto com ele”.

De acordo com o administrador do Praia Bella, Roberto Carlos dos Santos, nunca houve nenhuma reclamação no prédio. “Não incomodava ninguém e eles atendiam as regras do condomínio, que era descer pelo elevador de serviço ou pela escada. O porco era mais cheiroso do que algumas pessoas que desciam pelo elevador”, brinca.

No processo, estão anexados documentos como atestado médico assinado pelo veterinário da fazenda de onde veio o animal, assim como a Guia de Transporte Animal (GTA), emitida pelo Ministério da Agricultura. Sob o argumento de que se trata de um animal de estimação e de que todos são iguais perante a lei, a família solicita a manutenção do mini porco, assim como a suspensão de notificações do condomínio que determinaram o impedimento de circulação em áreas comuns. O advogado do condomínio foi procurado, mas não foi localizado pela reportagem para comentar o caso.

Ação na Justiça evidencia direitos e deveres de condomínios e moradores
O caso do mini pig de Piatã é tão pouco usual que o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) não conseguiu localizar processos parecidos - envolvendo condomínios e moradores acerca de animais de estimação -, a pedido do CORREIO. Através da assessoria, o órgão explicou que encontrou dificuldades para classificar a ação – e, a partir disso, buscar outras.

Em nota, o órgão informou que "para extração de dados sobre processos judiciais por assunto é necessário que os parâmetros, códigos de Classes e Assuntos Processuais, estejam especificados conforme definição da Tabela Processual Unificada do CNJ (Conselho Nacional de Justiça)". A assessoria ainda informou que não conseguiu identificar nenhum código compatível, "ficando inviável à coordenação de sistemas proceder a pesquisa".

O advogado Carlos Henrique Abreu, especialista em direito imobiliário, conta que, uma vez, se deparou com o caso de uma moradora que criava um bezerro em um apartamento em Ipitanga, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na época, o condomínio em questão pediu que ele fizesse um parecer sobre o caso, mas a Justiça não foi acionada. “Aquilo foi um problema porque o bezerro ia crescer e o elevador não foi projetado para o peso daquele animal. Nesse caso, que foi em 2015, a convenção do condomínio só permitia animais de pequeno porte”, afirma o advogado. 

Segundo ele, discussões sobre animais em condomínios são comuns, mas geralmente envolvendo cães e gatos. Os motivos mais frequentes são o barulho, higiene e circulação interna e nas áreas infantis. “Essas questões são reguladas pelos condomínios, através do regimento interno. O que hoje se utiliza são as legislações de proteções aos animais e ambiental”, explica.

Um dos parâmetros utilizados nesses casos é o Código Municipal de Saúde de Salvador. No documento, editado em 1999, o município proíbe a criação, em imóveis particulares, de um número maior do que cinco animais com idade maior do que 90 dias.

Já o vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 9ª Região (Creci-BA), Nilson Araújo, advogado especialista em direito imobiliário, diz que, em 41 anos de profissão, nunca soube de moradores que tinham um porco como animal de estimação em condomínios. “Não vejo como um caso desses prosperar sem medida judicial, caso as pessoas se achem com razão. O condomínio pode aplicar multas pecuniárias, como está alinhado com a convenção. Mesmo assim, você tem uma questão atípica. Se incomoda os vizinhos, tem que ser um processo individual de responsabilidade civil”, diz.  Ainda segundo Araújo, quando um morador causa incômodo a outros vizinhos, ele pode responder por conduta antissocial - inclusive, por enquadramento no Código Civil brasileiro.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, explicou que os condomínios não podem proibir animais de estimação. “Agora, o que tem que prevalecer é o bom senso. Criar um porco foge ao bom senso, porque apartamento não é casa. É um imóvel em um prédio vertical que tem menos espaço do que uma casa convencional. Só que o condomínio não pode forçar ele a tirar dentro do apartamento porque é uma propriedade particular”.

Animais em condomínios: algumas regras 
  • Nenhum condomínio pode proibir o morador de ter um animal em casa, desde que não implique em riscos à saúde, segurança ou sossego dos vizinhos. O direito de propriedade é assegurado pela Constituição Federal.
  • Na Constituição Federal, também está assegurado o direito de ‘ir e vir’ – ou seja, o condômino pode usar o elevador com o animal de estimação com a guia. No entanto, especialistas reforçam que cabe a reflexão – quando o elevador de serviço estiver funcionando, por que não usá-lo, ao invés do social?
  • O condomínio não tem poder para exigir que o dono carregue seu animal no colo em áreas comuns ou no elevador. Ou seja, é possível que os animais andem no chão, com guia. Caso contrário, é possível enquadrar a situação como constrangimento ilegal (lei federal 2.848/40).
  • Os moradores devem usar guia curta e manter o animal perto do corpo quando estiverem passando por áreas comuns do condomínio. O uso da guia deve ser utilizado para prezar pela segurança e saúde de todos.
  • Uma das formas de garantir a segurança de todos é usar focinheira em animais de grande porte ou que sejam agressivos.
  • Nunca deixe de limpar os dejetos do seu bicho de estimação na rua ou no condomínio. Além de possibilidade de multa, é um risco à saúde das pessoas que convivem ali.
  • Latidos, miados e uivos são naturais – fazem parte da comunicação do animal. No entanto, o barulho constante e incessante indica algo anormal e pode causar incômodo aos vizinhos. Inclusive, os sons emitidos pelos animais, se forem incessantes, podem significar sofrimento – de fome e sede à solidão.
  • O tutor deve garantir o bem-estar do animal ou poderá cometer o crime de maus tratos. 

Fonte: Manual Animais em Condomínios, produzido pela Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda).

Aquisição de suínos deve ser de locais certificados; lei municipal proíbe criatório de porcos em Salvador 
No Brasil, existe uma legislação que proíbe a compra e a venda de suínos que não sejam oriundos de granjas certificadas – as chamadas Granjas Reprodutoras de Suínos Certificadas (GRSC). Isso é importante porque a Bahia, assim como outros 17 estados brasileiros, é considerada livre de peste suína clássica, de acordo com o coordenador do programa de suínos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Sérgio Vidigal.  “Nessas granjas, a cada seis meses, eles são submetidos a testes de peste suína clássica, leptospirose, tuberculose e sarna. Tem muito controle e eles são muito rigorosos. A questão do mini pig ainda é um problema para o Ministério da Agricultura, porque muitos não são certificados”, afirma. 

Segundo ele, os porcos na Bahia devem ser cadastrados na Adab – hoje, são mais de 603 mil cadastrados no estado, mas o número real deve ser ainda maior. Uma das exigências para a vinda desses animais é a chamada Guia de Trânsito Animal (GTA), justamente para o controle de doenças.

“É uma questão muito delicada. Eu entendo que deve ter o amor, mas talvez o proprietário não saiba dessas coisas. Tem que ponderar algumas coisas”. A peste suína, por exemplo, é um vírus que não afeta seres humanos mas que passa por contato direto de um animal para o outro. O principal problema é que a mortalidade é alta, além de que o contágio acontece de forma rápida. “É mais uma questão econômica. É como uma (febre) aftosa”.

Em Salvador, o Código Municipal de Saúde, uma lei de 1999, proíbe a criação de porcos em áreas urbanas da cidade. “É proibido (sic) a instalação e manutenção em área urbana de: aprisco, pocilgas, estábulos, cocheiras, granjas avícolas, apiários e estabelecimentos congêneres”, diz o texto da lei. 

No entanto, como explica o coordenador da Vigilância Sanitária, André Luís Pereira, um caso como o do mini porco Baruch, por exemplo, não se encaixa nas restrições – justamente por se tratar de um animal de estimação. “É um animal doméstico, desde que não tenha o número de animais para caracterizar uma criação, que muitas vezes significa o retorno financeiro também”. Segundo ele, a Vigilância Sanitária não tem o poder de fiscalização nessas situações. Procurada pelo CORREIO, a Fazenda Angolana, de onde veio o mini pig Baruch, informou que tem certificados e que os animais são transportados com a GTA.


Conheça as diferenças entre os mini porcos e os porcos comuns 
Mas, afinal, o que é um mini porco? Também chamado de ‘mini pig’, esse animal nada mais é do que uma linhagem do porco comum. De acordo com a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unime Lauro de Freitas, Aline Quintela, os mini pigs surgiram para atender a demanda de pesquisas biomédicas que utilizavam suínos como modelos experimentais – já que eles têm uma fisiologia muito parecida com a dos seres humanos.

Só que, como os porcos cresciam muito rápido, tornou-se impossível mantê-los em laboratórios e os pesquisadores foram buscando, cada vez mais, raças menores, até chegar aos mini porcos como são conhecidos hoje. Dos laboratórios, se tornaram animais de companhia. “Além do tamanho e peso menores, os mini porcos são mais brincalhões e dóceis que os porcos comuns, aprendem rápido e adaptam-se bem à vida dentro de casa ou apartamento”.


Algumas raças de porcos comuns, como a landrace, podem chegar aos 300 quilos. Já os mini porcos pesam, em média, 30 quilos quando adultos e é raro passarem de 40 centímetros de altura. Uma das vantagens citadas por Aline é justamente o fato de que os mini porcos têm pouco pelo – o que se torna um atrativo para pessoas alérgicas. “Os mini porcos ainda não são tão populares quanto cães e gatos, mas muitas famílias estão optando por eles, pois sua expectativa de vida é de 20 a 25 anos, bem mais alta que a dos cães, por exemplo”. Ainda de acordo com ela, são animais limpos. “Gostam de tomar banho, adoram ser escovados e aprendem a fazer suas necessidades físicas em tapetes higiênicos ou caixas de areia, como os gatos”.

O coordenador do programa de suínos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Sérgio Vidigal, questiona que o mini pig Baruch seja um ‘mini porco’. Para ele, Baruch tem entre 60 a 70 quilos - talvez até mais. “Os animais para abate, para você ter uma ideia, são de 90, 100 kg”, justifica.

Ele afirma, ainda, que acredita que o barulho do animal incomode os vizinhos. “Eu trabalho com isso e sei que não é pouco o barulho que faz e tem as questões sanitárias, com a quantidade de fezes, de urina, dentro de um apartamento”.

Já o criador Roberto Alcarpt, sócio do primeiro criatório de mini porcos do Brasil, o Micropig Brasil, de São Paulo, afirmou que os porcos dessa linhagem podem pesar mais do que a média. De acordo com ele, um animal pode ser um mini pig mas não ter a aparência de um por estar obeso. “Se você pesquisar a obesidade em um suíno vai ver que é endêmico na raça. O ideal é o peso entre 35 e 40 quilos, mas podem chegar a 60, 70”. 

Segundo ele, o mini pig é um animal que tem 10% do tamanho de um porco adulto normal. Se o porco tiver 400 quilos, por exemplo, é mais fácil imaginar um de 40. A recomendação é que o animal não fique confinado em um espaço muito restrito – o mini pig precisa sair e se exercitar. “O animal gosta de companhia e coletividade independente da raça, e depende muito dessa companhia, caso contrário vai causar um certo estresse”.
FONTE: correio24horas

2/27/2018

Comercial imbecil e mentiroso sobre porcos e xenotransplantes

A proteção animal e o veganismo precisam se debruçar em todas as questões relacionadas aos animais. Recentemente, a galera se tocou que o transporte de animais vivos realizados há mais de 30 anos e que desde 2012 vimos falando aqui em nosso blog, é uma luta que não podemos mais ignorar. Animais em pesquisas também ligou a galera. Entretanto, há muito o que trabalhar. O caso do xenotransplantes é algo que precisamos conhecer para brigar com competência. O comercial abaixo é algo que afronta toda ignorância do povo quando diz da importância do porco para a ciência.... Separei alguns artigos para que os interessados leiam e comecem a criar estratégias para combater esta patifaria que só serve para iludir e captar recursos.... Dizem que o xenotransplante é uma opção alternativa para reduzir a escassez de órgãos e tecidos humanos. Contudo o xenotransplante trouxe muitos problemas éticos, clínicos e legais.
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A carne de porco é uma das mais tradicionais da culinária brasileira. É usada na costelinha, no presunto, no torresmo e na feijoada. Além disso, é uma carne com baixo teor de gordura.

Mas o porco também é útil na medicina. Válvulas cardíacas são feitas com material do coração. E já começaram a ser produzidos clones de animais que vão fornecer órgãos para transplantes no ser humano, sem problemas de rejeição.

A carne suína brasileira é exportada para 70 países e gera 600 mil empregos. Setenta por cento do rebanho está nas mãos dos produtores familiares.

Matérias informativas:

1/19/2018

Vídeo mostra animais sendo transportados em condições de maus-tratos em embarcação

Pára tudo, pelo amor de Deus!!!!! gente, observem pelo que passa o pobre porquinho.... Pelo jeito naquelas bandas não há fiscalização de porcaria nenhuma.... Detalhe? é que foi um menino que chamou atenção do pai, soldado da PM, para tamanha crueldade contra estes pobres animais..... Pior  é o responsável dizer que está tudo legal e que foi uma situação atípica.... Tem que levar uns tabefes na cara pra deixar de ser tão nojento....
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Segundo o PM que divulgou imagens, animais passaram mais de 30 horas na mesma posição, próximos a lixo e em contato com a água. Barco faz trajeto entre cidades do AM e PA

Manaus – Um vídeo divulgado pelo soldado Israel Amorim, da Polícia Militar (PM), mostra cerca de 20 animais, entre eles carneiros e um filhote de porco, sendo transportados de forma precária atrás de uma embarcação. Nas imagens, feitas no último sábado (13), é possível ver que o filhote de porco tenta se proteger da água que cai para dentro do barco, mas não consegue. Ao redor do espaço, que aparenta medir aproximadamente um metro de profundidade, também há muito lixo.

O vídeo mostra que os animais estão presos em rédeas curtas, presas a uma barra de ferro, exposta ao longo da proa, impendido que os bichos se movimentassem.

Amorim contou ao Portal D24AM que as imagens foram feitas pelo filho dele, de nove anos. Segundo o soldado, o menino estava passeando pela embarcação, quando notou a situação e resolveu registrar com um celular. “Eu fiquei chocado quando vi o vídeo, mas o que mais me preocupou foi a reação do meu filho, que perguntou: "por que fizeram isso papai?", relatou o PM.

No vídeo, cujas informações são narradas por Amorim, o soldado afirma que os animais estavam sendo transportados na proa do barco, e passaram mais de 30 horas na mesma posição, até o desembarque, por volta das 20h de sábado, no Porto da Manaus Moderna, no Centro da capital.

De acordo com o PM, as imagens foram feitas dentro do Navio-Motor Cidade de Nhamundá 4º, que faz o trajeto entre as cidades de Nanhumá (a 383 quilômetros a leste de Manaus), Faro e Terra Santas, no Pará, até Manaus. Até o fechamento desta matéria, a reportagem não havia conseguido contato com os responsáveis pela embarcação.

O responsável pela embarcação e advogado, Ezau Azevedo, informou a embarcação está em dias com a documentação e tem autorização para fazer o transporte de animais, como Certificado de Livre Prática e os documentos da vigilância sanitária exigidos para esse tipo de serviço, de acordo com ele. Os animais possuem, segundo Ezau, a Guia de Trânsito Animal (GTA) que permite o livre trânsito de animais entre os estados.

“O que aconteceu neste caso foi uma coisa atípica. Sabemos que o material precisa ser armazenado de forma correta e tomamos medidas para isso. Mas infelizmente aconteceu do material se desprender e entrar em contato com os animais. Estamos trabalhando para melhorar isso e passamos constantemente por fiscalização dos órgãos competentes. Cumprimos com os requisitos”, informou.

12/11/2017

Lei municipal obriga família a se desfazer de porco de estimação em Ponta Grossa

Mas que "espírito humano" foi se incomodar com o pobre porquinho, minha Santa Amada? Falta do que fazer ou prazer de ser ruim mesmo? ô nojo!!!!!
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Uma denúncia feita à Vigilância Sanitária de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, vai fazer uma família se desfazer de um dos animais de estimação que vivem em casa. Uma lei municipal proíbe a criação de suínos na zona urbana da cidade. Com isso, o porquinho Steven ficará sem lar.

O animal foi comprado pela família da médica veterinária Fernanda Mathias, há um ano e dois meses. Ela conta que adquiriu o suíno, considerado como um mini-porco, em um criadouro de São Paulo. Em Ponta Grossa, ele convive com os outros animais da casa sem problemas.


Após a denúncia, a Vigilância Sanitária esteve no local e a notificou para comparecer ao Centro de Zoonoses, onde ela deveria explicar a situação. Fernanda mostrou toda a documentação da compra do animal, a guia que comprova que Steven viajou de avião a Ponta Grossa, fotos do bicho, comprovantes de vacinação e até declarações de vizinhos atestando que o porquinho não incomoda. Nada disso adiantou. "Acabou. Não tinha luz no fim do túnel, não tinha o que fazer em relação a isso", diz.

Vida de luxo
Neste tempo em que passou na casa da veterinária, Steven teve uma vida de luxo. O porquinho tinha um canto só para ele, usava cachecol no inverno e até foi a praia no verão. Ele também recebia alimentação especial e muito carinho da família. Uma das coisas que ele mais gosta de fazer é correr pelo quintal brincando com os donos.

"As pessoas podem achar estranho por ele ser um porquinho, um suíno, mas ele se comporta como se fosse um cachorro, como um animal de estimação se comporta. Ele demonstra amor pela gente, a gente demonstra amor por ele", conta Fernanda.
Os cuidados com Steven incluem ainda banhos semanais, aplicação de protetor solar e também de hidratantes nas orelhas e no focinho. O porquinho custou cerca de R$ 2 mil.

Despedida
Como a decisão é irrevogável, Steven será mandado de volta para o criadouro onde foi adquirido. A família tinha a opção de levá-lo para uma chácara, nos arredores da cidade, mas tem medo de que o porquinho possa ser furtado.

A despedida aconteceu nesta sexta-feira (8). Muito emocionada, Fernanda chegou a chorar. "Não vai ser fácil ficar esse tempo sem ele", afirmou, com lágrimas nos olhos. Para tentar reverter a situação, Fernanda diz que já procurou alguns vereadores da cidade, para pedir que eles alterem a legislação atual. Enquanto a situação não se resolve, Steven não poderá voltar para casa.

Fonte: G1 - RPC

11/19/2017

Mulher tenta embarcar em avião com porco de estimação e acaba expulsa

Gente, o Correio Brasiliense publicou esta matéria ontem, mas, o caso aconteceu em 2014 como podem ver no vídeo ao final da postagem. Pelo que li em outras matérias da época, a mulher teria deixado o porco no corredor do avião porque ele tinha feito um cocô bem fedorento na mochila que ela o transportava. Então, parece que a história foi outra.  
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Em resposta ao caso, a American Airlines disse que a mulher fez um apelo afirmando que o porco seria um animal de apoio emocional. Depois do incômodo causado aos demais passageiros, a mulher e o porco foram impedidos de permanecer embarcados

Uma mulher que pretendia embarcar com o seu “porco de estimação” em um avião da US Airways causou muita polêmica entre os passageiros. Inicialmente, as pessoas pensaram que se tratava de uma bagagem de mão que estava sendo transportada, mas, na verdade, enganaram-se. “Pensei que era uma mochila, mas não. Eu consegui sentir o cheiro estranho e logo identifiquei que era um porco em uma coleira”, explicou Jonathan Skolnik, um professor que estava presente no avião, em entrevista à ABC News.


Observando a naturalidade com a qual a dona do animal lidava com a situação, ele descreveu a cena. “Ela amarrou-o ao braço ao meu lado e começou a se acomodar em seu lugar, mas o porco estava caminhando de um lado para o outro”, comentou. Depois do incômodo causado aos demais passageiros, a mulher e o porco foram impedidos de permanecer embarcados.

Em resposta ao caso, a American Airlines, empresa-mãe da US Airways, disse que a mulher fez um apelo afirmando que o porco seria um animal de apoio emocional, quando um bicho serve de forma de acalmar a pessoa, o que, por lei, seria permitido. Porém, ao perceberem que a situação era perturbadora, funcionários convidaram a dona e o bicho a se retirarem da aeronave. Segundo o professor Skolnik, o animal tinha um peso entre 22kg e 30kg e o deixou assustado. “Eu estava aterrorizado, porque estava pensando que iria ter que viajar com o porco”, disse ele.

A presença de animais de apoio emocional, como são conhecidos, tem se tornado cada vez mais comum em aviões. Recentemente, o pato Daniel foi descoberto em um voo de Charlotte, na Carolina do Norte, para Asheville. Ele vestia uma fralda e pequenas botas vermelhas.


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Vídeo e matéria da época do fato

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