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4/09/2019

Veterinário salva a vida de um grou retirando um peixe com um prego da sua garganta

Eu fico super feliz vendo estas cenas de salvamento de animais, mas, não consigo deixar de pensar naqueles que não tiveram a sorte....
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Um transeunte viu um grou ferido numa estrada em Nagapattinam, no estado de Tamil Nadu, no sul da Índia, em 30 de março. O pássaro foi encontrado com um nó na garganta, caído no chão, aparentemente em extrema agonia. Alguns amantes de animais levaram o pássaro ao dr. K.Ashok, veterinário de uma clínica do governo que rapidamente diagnosticou o problema. 

2/13/2019

Este pequeno peixe parecer agir de forma autoconsciente, como chimpanzés e golfinhos

Humanos não se convencem da superioridade animal....
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Uma nova pesquisa japonesa mostrou que uma espécie de peixe pequeno pode passar em um teste que é amplamente considerado o “padrão de ouro” da inteligência animal.
Até hoje, apenas alguns animais

12/01/2018

Peixe é encontrado com garrafa plástica inteira no estômago

Esta poluição vai acabar com os bichos todos dos mares. Onde anda os humanos pra acabar com isto? Que inferno!!!! pior que acabei de ouvir o Bolsonaro insistir que vai acabar com as multas que atingem o agronegócio praticados pelos xiitas do Meio Ambiente..... Minha Santa Marciana, arruma uma passagem pra mim para Plutão?
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Pescador achava que retiraria outra criatura do interior do peixe, mas acabou removendo um resíduo da poluição dos oceanos

Imagens mostram uma situação preocupante sobre a poluição marinha: um tamboril foi encontrado com uma garrafa de plástico de 500 mililitros alojada inteira em seu estômago. A espécie tem boca larga e estômago distensível, o que significa que pode engolir

11/12/2018

Gisele faz campanha contra pele de animais, mas, usa bolsa de pele de pirarucu


Eu não entendo bem o comportamento das pessoas que se propõem a "ajudar" a causa animal. Como pode a Gisele que chegou a fazer capa da Vogue contra o uso de peles, se vender para a Osklen se deixando fotografar com uma baita bolsa de pele de peixe? ué, pele de peixe não conta? exploração animal é uma coisa só, né mesmo?
Agora, como tem engana trouxa, né? A empresa Osklen, alegando que seus produtos são sustentáveis, vende uma bolsa feita de pele de um peixe chamado Pirarucu. Veja no facebook da dita cuja abaixo:

3/02/2018

Peixes podem sentir tanta dor quanto mamíferos e pássaros

Tem gente que fala de boca cheia: não como carne.... só como peixe.... ué? vai entender?
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Por ano, matamos no mundo todo 970 milhões a 2,7 trilhões de peixes de acordo com informações da organização britânica Fish Count.

Temos o costume de subestimar esses animais, levando em conta o tendencioso fato de que eles são silenciosos, logo ao serem feridos não expressam seu descontentamento da mesma forma que outros animais. Talvez seja inclusive por isso que os peixes estão entre as maiores vítimas da violência humana.

A maior prova de como a humanidade é injusta na sua relação com os peixes é que muitos desses animais são capturados “acidentalmente” em grandes redes de pesca. Basicamente, em ações com fins comerciais que ignoram o valor da vida dessas criaturas. Aqueles que são considerados indesejados, são vistos como “danos colaterais”. Sendo assim, caso o valor de mercado seja nulo ou irrisório, os peixes são devolvidos já sem vida à água. E, claro, muitos são mortos em decorrência de golpes violentos, descompressão, sufocamento ou esmagamento.

Mas será que esses animais não sentem dor? Será que está tudo bem em capturá-los? Sim e não. Embora cientistas não possam dar uma resposta definitiva sobre os níveis de consciência dos animais não humanos, todas as evidências indicam que peixes têm uma singular sofisticação comportamental e cognitiva. Sendo assim, isso é o suficiente para que esses animais tenham os mesmos direitos de outros animais que fazem parte do nosso círculo moral.

No artigo “Fish Intelligence, Sentience and Ethics”, publicado na revista Animal Cognition, o professor Cullum Brown, do Departamento de Ciências Biológicas da Macquarie University, em Sidney, na Austrália, escreveu, baseando-se em suas pesquisas, que peixes têm suas próprias tradições, inteligência sofisticada e capacidade de cooperação e reconciliação, além de facilidade em reconhecer uns aos outros. Ademais, alguns sentidos dos peixes são superiores aos dos seres humanos. “O nível de complexidade mental dos peixes está no mesmo nível de outros vertebrados, e há evidências de que eles podem sentir dor de maneira semelhante aos seres humanos”, registrou.

Um dos animais mais explorados pela humanidade, os peixes são quase sempre “colhidos” em ações violentas praticadas pela indústria pesqueira global. Também são as maiores vítimas da aquicultura intensiva e comumente são reduzidos a animais de estimação e objetos de pesquisa. “Os peixes raramente recebem o mesmo tipo de compaixão que oferecemos aos vertebrados de sangue quente. Parte do problema é a grande diferença entre a percepção das pessoas sobre a inteligência do peixe e a realidade científica”, argumentou Cullum Brown.

O professor defende que as pessoas se conscientizem sobre a importância da vida dos peixes, porque disso depende a percepção pública que orienta as políticas governamentais. O reconhecimento da senciência e da inteligência de um animal normalmente é o que guia a nossa decisão de incluí-los em nosso círculo moral. “Muitos pesquisadores sugerem que se um animal é senciente, então provavelmente pode sofrer e, portanto, deve ser oferecida a ele alguma forma de proteção formal [o que é o caso dos peixes]”, observou Brown.

O pesquisador também analisou a capacidade de cognição dos peixes partindo da percepção sensorial. Isto porque essa percepção oferece evidências de que os peixes possuem habilidade de cognição que são mais evoluídas do que a de outros animais. Na realidade, esse estudo sobre a inteligência e a senciência dos peixes e a importância disso no contexto das considerações éticas vai ao encontro do que escreveu a bióloga Victoria Braithwaite, professora da Universidade Estadual da Pensilvânia, no livro “Do Fish Feel Pain?”, publicado em 2010.  Na obra, Victoria afirma que peixes são seres sensíveis que podem sentir tanta dor quanto pássaros e mamíferos, e até mais do que humanos recém-nascidos.

FONTE: davidarioch

2/21/2018

Polícia apreende mil caranguejos e 275 kg de peixe Mero durante fiscalização em Bragança

Gente  filho do demo!!!! este peixe mero está em extinção.... ele é enorme com seus 3 metros....
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As apreensões ocorreram no sábado, 17, durante a operação de combate à comercialização de animais em período de defeso. Quatro homens foram presos.

A Polícia Civil apreendeu cerca de mil caranguejos e 275 quilos de peixe espécie Mero durante operação para o respeito do período do defeso das espécies em Bragança, no nordeste do Pará. Quatro homens foram presos por comercializar os animais em período do defeso.

A operação foi deflagrada no sábado (17) fiscalizando veículos nas rodovias estaduais e também na feira do município de Bragança. Além de agentes da Divisão Especializada em Meio-Ambiente (Dema) da Polícia Civil, agentes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) participaram da ação.

Os caranguejos apreendidos foram devolvidos à natureza e a carne de peixe foi da espécie Mero foi doada para instituições filantrópicas em Barcarena.

FONTE: G1

2/04/2018

Peixinhos são operados com sucesso em clínica de São Paulo

Acho um espetáculo estes veterinários que se dedicam de maneira exemplar à sua profissão... Quem, há alguns anos atrás, imaginaria que uma cirurgia como esta seria possível de ser feita, né mesmo?
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O peixe-palhaço Amphiprion Ocellaris é criado  em tanques de água salgada e é um complemento popular para aquários para quem pode pagar. Realizado em uma clínica de animais de estimação exótica em São Paulo no mês passado, a cirurgia marcou os primeiros veterinários no Brasil realizaram o procedimento delicado.

O cirurgião veterinário Alessandro Bijjeni disse que lidar com seus clientes mais frágeis era "complicado" e admitiu que ele tinha "borboletas no estômago" durante a cirurgia. Ele disse: "O proprietário informou que os animais desenvolveram uma massa não identificada na boca cerca de um ano atrás, que crescia gradualmente.

O dono Luciano Tadashi informou que seus animais de estimação agora estão se alimentando bem e parecendo saudável. Ele disse: "Algumas pessoas vão dizer que gastar esse tipo de dinheiro com essas pequenas criaturas foi exorbitante. "Eu discordo totalmente porque acredito firmemente que quando você tem animais como este, é sua responsabilidade cuidar deles, então o procedimento valeu cada [moeda]. 

Fonte: Daily Mail

1/31/2018

Governo de MS contrata duas empresas para concluir o Aquário do Pantanal

Gente, esta obra é um dos maiores escândalos que já tomei conhecimento. Pior que ela continua depois de um "acordo" entre o MP e Tribunal de Contas do Estado de MT.... Eu quero que um raio caia na minha cabeça se a coisa vai terminar desta feita.... Veja ao final o que publicamos mostrando o que aconteceu com os peixes que eles chegaram a receber.... É revoltante!!!!!
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A obra está paralisada desde junho de 2016. Projetada para custar R$ 84 milhões já recebeu investimentos de R$ 230 milhões.

O governo de Mato Grosso do Sul contratou duas empresas por um valor total de R$ 38,774 milhões para concluir o Aquário do Pantanal, em Campo Grande. A obra está paralisada desde junho de 2016. Projetada para custar R$ 84 milhões já recebeu investimentos de R$ 230 milhões.

A contratação das empresas foi sem licitação, por meio da escolha de propostas feita pelas secretarias de Infraestrutura (Seinfra) e de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), após a assinatura de um termo de acordo entre o governo do estado, o Ministério Público Estadual (MPE) e o Tribunal de Contas do Estado (TCE/MS). Segundo o governo, essa foi a alternativa encontrada para terminar o Aquário, já que antes existia um impedimento legal para que os serviços para a conclusão do projeto fossem retomados.

Anunciada no início deste mês pela então governadora em exercício, Rose Modesto (PSDB) e reiterada neste domingo (28), pelo governador Reinaldo Azambuja (PSDB), a obra será retomada com uma planilha de custos para sua conclusão, que está, inclusive, detalhada no termo de acordo, e com prazo para o término, dez meses. Os avisos de dispensa de licitação e contratação das empresas para a conclusão das obras foram publicados nesta segunda-feira (29), no Diário Oficial do Estado (para conferir clique aqui). 

Para os serviços de término do prédio foi contratada a Construtora Maksoud Rahe, por R$ 27,569 milhões. Já para a realização dos serviços técnicos especializadas de suporte a vida dos animais que ficarão no aquário (filtragem, automação e iluminação) e construção cenográfica prevista para o local, foi contratada a Tecfasa Brasil Soluções em Eficiência Energética, por R$ 11,204 milhões.


Obras

O Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna, conhecido como Aquário do Pantanal, foi lançado em 2011 pelo então governador André Puccinelli (PMDB). As obras começaram no mesmo ano. O projeto é de que o empreendimento seria o maior aquário de água doce do mundo, com 6,6 milhões de litros de água, distribuídos em 24 tanques, com 7 mil animais de 263 espécies, entre elas peixes, jacarés e cobras. O projeto original previa ainda a implantação de um centro de pesquisa, com 1.000 metros quadrados de laboratório e biblioteca digital.

A conclusão do Aquário do Pantanal deve por fim a história de uma obra que se tornou um dos maiores "elefantes brancos" da história de Mato Grosso do Sul. Confirma todo o histórico de idas e vindas do empreendimento:
  • Por força de regular processo licitatório (Edital de Licitação nº 31/2010-CLO), onde a Egelte se sagrou vencedora, as partes firmaram o acordo administrativo OC nº 028/2011, cujo objeto consiste na execução da obra de construção do prédio do Centro de Pesquisa e Reabilitação da Ictiofauna Pantaneira – Aquário do Pantanal, no município de Campo Grande – MS.
  • A execução do empreendimento teve início em 14 de abril de 2011, nos termos da Ordem de Serviço nº 077/2011.
  • Em 10 de março de 2014, a Egelte foi substituída pela empresa Proteco Construções Ltda. através de contrato de subempreitada com a anuência da Agesul.
  • Em julho de 2015, foi recomendada à Agesul pelo MPF a imediata rescisão de contrato de subempreita com a Proteco, em virtude disso a Agesul notificou a Egelte para retomar imediatamente a obra.
  • Em meados de julho e por força de notificação, a Egelte aforou ação cautelar com o objetivo de produzir prova antecipada e de suspender todo e qualquer ato de execução do contrato administrativo, seguida de ação ordinária visando suspender o contrato.
  • Em 14 de março de 2016 as partes transacionaram acordo devidamente homologado pelo Judiciário oportunidade em que a Egelte retomou as obras pactuando uma série de obrigações com a Agesul.
  • Mas, em 15 de junho de 2016 ingressou com ação requerendo a rescisão do contrato, o que ocorreu em novembro do ano passado.
  • No mesmo mês, a Agesul oficiou a segunda colocada na licitação, mas esta não teve interesse em assumir a obra. Por isso, o governo enviou consulta ao MPE e TCE que resultou no termo de acordo para retomada da obra.
FONTE: G1
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Postagens desde 2014 com o escândalo:

Aquário recebe 1° lote de peixes com 600 exemplares - Campo Grande - MS




1/13/2018

Pescador no litoral de SP 'fisga' montanha de lixo no mar

Não estou falando pra ninguém comer peixe, mas sim para mostrar o estado que anda o litoral de SP que não deve ser diferente daqui do Rio de Janeiro.... Estamos perdidos, minha gente!!!!!
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Uma pescaria inusitada feita por um grupo em Praia Grande, no litoral de São Paulo, causou revolta entre moradores e especialistas. O vídeo, obtido pelo G1 na tarde desta sexta-feira (12), mostra uma rede de arrasto sendo retirada do mar. O problema é que, em vez de peixes, os pescadores deram de cara com uma montanha de lixo.

As imagens, gravadas pelos próprios pescadores, ganharam grande repercussão nas redes sociais. No vídeo, um dos homens dentro do barco se revolta e desabafa. "Aqui é Praia Grande. Estamos na Vila Tupi. Para não falarem que estamos mentindo, puxei o arrasto e olha o presente que a 'paulistada' deixou. Pra não falar que é mentira, é só olhar a rede pendurada. Nada de peixe, nada de camarão, só lixo. É revoltante".

As imagens repercutiram rapidamente e causaram preocupação na população em especialistas. O médico veterinário e coordenador geral do Instituto Biopesca, Rodrigo del Rio do Valle, explica que o lixo encontrado no mar afeta o equilíbrio do meio-ambiente. "Como tudo está relacionado, se um organismo entra em desequilíbrio, acaba afetando os outros".

De acordo com ele, um dos maiores vilões é o plástico, devido à quantidade descartada e o tempo de decoposição. Um dos problemas é que os animais marítimos ingerem o lixo por acidente ou por confundirem com alimentos. "A composição do plástico também pode liberar substâncias tóxicas que poluem o oceano. Isso também afeta os animais".

Um dos animais marinhos que podem ser encontrados em Praia Grande são as tartarugas-verde (Chelonia mydas). De acordo com informações do Instituto Biopesca, mais de 90% de seres da espécie encontrados mortos apresentam vestígios de lixo no sistema digestivo, como sacolas plásticas, papéis de bala e chiclete. Esses resíduos podem causar inflamações no estômago e intestino e perfuração de órgãos.

Os dados são alarmantes. Entre agosto de 2015 e 11 de janeiro de 2018, o Biopesca recolheu 2.986 animais marinhos mortos em Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. "Todos precisam se conscientizar, porque todo o lixo descartado pode ir parar no oceano".

Questionada sobre a limpeza das praias e do mar, a Prefeitura de Praia Grande afirmou que a cidade tem característica de ser um local com população flutuante, uma vez que o Município recebe cerca de 3 milhões de turistas na temporada de verão, o que faz com que todas as ofertas de serviços públicos tenham que ser redobradas, como a limpeza urbana.

A Administração Municipal ainda afirma que o serviço intensificado de limpeza da orla teve início no dia 15 de dezembro com ampliação no número de funcionários e maquinários, além de colocação de novas caçambas para o descarte de lixo. A limpeza da praia é feita diariamente por uma equipe de aproximadamente 300 funcionários, 15 máquinas e 20 caminhões. Além disso, foram instalados na orla caçambas de 1000 litros, com uma distância aproximada de 100 metros entre elas.

Além da manutenção, a Prefeitura se preocupa com a conscientização. Por meio do programa Praia Limpa dá Pé, os agentes orientam turistas e moradores para que não descartem os resíduos na faixa de areia. Até 14 de fevereiro, a Operação Verão no Clima também conscientizará sobre a responsabilidade de cada cidadão pela geração e descarte de lixo nas áreas de lazer e nas areias.

Fonte:G1 Santos

12/07/2017

Tubarão morre sufocado ao tentar engolir peixe porco-espinho

Coitado!!!!! dá uma pena, né? agora, a natureza é muito cruel.... é linda, mas, muito cruel..... 
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Imagem rara foi feita por bióloga marinha nas Ilhas Maldivas
A expressão "morrer pela boca" nunca foi tão literal. Um tubarão-limão foi encontrado morto sufocado ao tentar engolir um peixe porco-espinho, uma vez que o pequeno animal tem a capacidade de inchar seu corpo — repleto de
grossas farpas — quando se sente ameaçado. A cena foi fotografada pela bióloga marinha Lauren Arthur, que encontrou os animais na areia de uma praia das Ilhas Maldivas, banhadas pelo Oceano Índico. O peixe também não sobreviveu.

Lauren conta que tal peixe consegue aumentar tanto o seu próprio tamanho que foi capaz de bloquear as brânquias do predador, o que levou ao sufocamento. Após ambos morrerem, seus corpos acabaram sendo arrastados para a areia pelas ondas.

O encontro mortal aconteceu no dia 21 de abril deste ano, e a bióloga fez as fotos no mesmo dia, mas só agora as divulgou.

Jovens tubarões-limão — o nome se deve a uma leve cor amarelada em seu dorso — são comuns na Baa Atoll, uma divisão administrativa das Maldivas. O lugar é também lar de uma grande população de peixes porco-espinho, um tipo de peixe que guarda semelhanças com o baiacu, tão comum no Brasil, mas que tem a importante diferença de possuir fortes espinhos espalhados por seu corpo.

O peixe que foi presa do tubarão-limão tem a capacidade de inflar seu corpo, que é repleto de espinhos - Divulgação/Lauren Arthur
No entanto, embora sejam animais frequentemente encontrados naquela região, uma cena como essa — um tubaraão com um peixe desses agarrado na boca — nunca foi vista pela bióloga marinha, relatou ela por e-mail ao portal "Live Science".

Os tubarões são capazes de vomitar itens indigestos ou excesso de comida, como pesquisadores relataram em 2011 na revista "Florida Scientist". Em casos extremos, os tubarões podem até expulsar brevemente seus próprios estômagos, o que é conhecido como "eversão", de acordo com um estudo publicado em 2005 no "Journal of the Marine Biological Association of the United Kingdom". Os autores do estudo até mesmo capturaram a evidência desse comportamento em um vídeo, no qual o estômago de um tubarão sai da boca e depois volta para dentro novamente.

Entretanto, no incidente com o peixe porco-espinho, o mais provável que tenha acontecido é que, quando o tubarão tentou expulsar o peixe para fora, as farpas do animal — que a esta altura já estaria bem inflado — fincaram profundamente na boca do predador. E o corpo expandido do peixe bloqueou o fluxo de água das brânquias do tubarão, ocasionando o sufocamento.

Os tubarões de limão podem crescer mais 3 metros e pesar até 250 quilos, de acordo com a União Internacional para a Conservação da Natureza. Mas este, em particular, provavelmente era bem jovem, porque media apenas cerca de 1 metro de comprimento, observou Lauren.

A bióloga conta que, ao se deparar com a cena, não tinha em mãos qualquer equipamento para estudar o peixe, analisar o tubarão e remover os espinhos de sua boca.

— Não havia nada mais que pudesse ser feito para estudar os dois "combatentes" — disse ela. — Então enterramos o tubarão na ilha. 

FONTE: oglobo

11/17/2017

Peixe dissecado pendurado acima do pote quente ainda se move - China

Mas que povo é este, meu Deus? que pessoas são estas, minha Santa do Céu? Não me venham dizer que estou perseguindo a China porque temos muitos companheiros por lá nos grandes centros urbanos que já mudaram bastante o comportamento daquele país sobre os animais.... Mas, nestas províncias a coisa é desesperadora...
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O filme vindo da China mostra um peixe dissecado pendurado acima de uma panela quente ainda tremendo. O vídeo, capturado na cidade de Ningbo, na província de Zhejiang, em 5 de novembro, mostra o peixe aparentemente despojado de seus órgãos internos, mas ainda abrindo a boca e movendo seu corpo, pendurado acima de uma panela quente, cozinhando.

Fonte: LiveLeak

11/06/2017

Sabe o que há por trás do peixe que você come?

Acho importantíssimo esta matéria que nos alerta para algo que poucos da proteção animal se importam: os peixes..... É preciso pensar nisto, gente.....
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Estamos acostumados com as denúncias sobre galinhas amontoadas sem espaço, porcos trancados em minúsculas gaiolas, patos sufocados de comida para engordarem o máximo possível, vacas com as tetas espremidas até o seu mililitro de leite, mas, menos frequentemente sabemos o que está por trás da indústria que produz peixe intensivamente.

Nos últimos dez anos, associações ambientais e de animais vêm realizando verdadeiras batalhas pela proteção dos animais, sujeitos às torturas de todos os tipos para a produção intensiva dos produtos deles derivados. Maltratados, espancados, vivem entre as fezes e, às vezes, mesmo entre os cadáveres daqueles que não resistiram aos maus-tratos.

Há muito ainda a ser feito, ainda que muitas pessoas já tenham decidido por mudar sua alimentação, por ser contra essa indústria cruel que visa apenas o lucro em detrimento destas pobres criaturas. Após tantas denúncias e investigações, há também muitas promessas por parte dos pecuaristas e dos criadores de animais em geral mas, a estrada ainda é longa para chegarmos ao fim total do sofrimento animal.

E, se a situação das galinhas, dos patos, das ovelhas e do gado estão sob a mira de todos, não se pode dizer o mesmo da situação dos peixes e dos frutos do mar.


Por exemplo, pensa no salmão (um dos peixes mais consumidos no mundo) que é privado de seu instinto natural de reprodução nos rios, sendo obrigado a viver em recintos alimentares cheios de colorantes químicos que lhes dão o aspecto laranja “saudável”. Ou mesmo o camarão que, talvez nem todos saibam, que aqueles que encontramos no supermercado congelado, vêm da piscicultura intensiva que envolve poluição, destruição de ecossistemas, desmatamento costeiro e ainda por cima, erosão do solo.

Em particular, para poder construir as áreas destinas à aquicultura, são destruídos inteiros manguezais em países como o Vietnã, a Tailândia, as Filipinas, Bangladesh, Equador e também no Brasil. Tais países produzem para exportar seus peixes e frutos do mar para muitos outros países do mundo.

Nenhuma espécie fica imune: mexilhões, moluscos, trutas….A lista é longa!

De acordo com a Mercy For Animals, um grupo que trabalha para o bem-estar dos animais norte-americanos, é necessário mudar a percepção que nós temos sobre os peixes. Não por acaso muitas pessoas preocupadas com o bem-estar animal que não come carne, mas peixes sim. Os consumidores estão preocupados? “Mais ou menos”, responde a associação.

"No entanto, é necessário saber que, como os animais que vivem na Terra, os peixes também são criados em cativeiro, muitas vezes em águas sujas onde proliferam doenças e mortalidade. Sem mencionar os métodos cruéis de matança: de lançá-los em água fervente ainda vivos ou cortando suas cabeça apenas saem da água ou até mesmo por uma morte sufocante", explica a Mercy For Animals.

Por esta razão, a associação baseada nos EUA lançou uma campanha para aumentar a conscientização dos consumidores sobre suas escolhas na alimentação.

Saber de onde vêm, e o que existe por trás dos peixes que comemos, é tão importante quanto saber de onde vem uma fatia de bife, o litro de leite e a dúzia de ovos que levamos à mesa.

FONTE: greenme

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