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12/07/2018

Índia toma decisão histórica e proíbe encarceramento de pássaros em gaiolas

Que maravilha, não?
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O Tribunal Superior de Nova Deli determinou: “A venda de aves é uma violação dos seus direitos”, ou seja, pássaros em gaiolas agora serão considerados crimes.

Nosso egoísmo e ganância colocam em risco todos os dias as vidas de milhares

9/25/2018

Agricultura faz número de pássaros cair drasticamente em três continentes

Isto é pura verdade.... coisa que constatamos até mesmo no bairro que moramos..... Onde moro tinha sabia, pardais, rolinhas, sanhaço, gaviões e outros, demais..... Hoje, raramente vejo um deles.... Agora imaginem em área agrícola? o "serumano" está destruindo tudo....
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Nova pesquisa indica que a quantidade de aves na Europa, América e Ásia vem sofrendo redução há décadas
Cada vez mais estudos têm trazido à tona

7/30/2018

Peixes que comem pássaros

Pelos calos do profeta!!!!! eu nunca tinha visto isto..... Tubarões e baleias sim... eles comem aves, lobos marinhos, pinguins e outros.... Mas, peixe assim não...... Sabia que pássaros é que comiam peixes, ou não? Caraca!!!!! a natureza é tão estranha..... por que uns comem os outros? Não me conformo, sabia? Se eu fosse inventora de um planeta tão

6/25/2018

REDE DE NEBLINA: Ativistas destroem experimento científico para libertar pássaros na Ilha Grande

Realmente houve uma série de situações: as ativistas não sabiam o perigo de não saber manipular a rede de neblina e só pensaram em libertar os animais. Uma delas é bióloga mesmo?; não houve filmagem nem fotos, o que acho imperdoável já que havia uma situação que achavam que era crime; e, o pesquisador estar dormindo enquanto as aves se debatiam na tela..... Enfim, problemas a serem apurados e compreendidos devidamente.
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Grupo de ativistas espalhou cartazes pela ilha alertando moradores para suposta crueldade cometida por pesquisadores da UERJ, depois de soltar aves capturadas em rede de observação.

A destruição de um experimento na Ilha Grande (RJ) mobilizou parte da comunidade científica brasileira - principalmente porque a responsável pelo ato é, ela própria, bióloga e professora universitária, além de ativista. Mônica Lima e mais duas amigas cortaram uma rede e libertaram pássaros capturados por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio, a UERJ. Em resposta, mais de 600 pesquisadores de todo o país assinaram uma carta aberta defendendo o estudo e o laboratório responsável, e a universidade instalou uma sindicância sobre o episódio.

A questão começou quando a professora da UERJ Mônica Lima e mais duas amigas voltavam, por uma trilha em meio à Mata Atlântica, da praia de Parnaioca. De repente, uma das três, Márcia, deu de cara com uma rede fina de nylon atravessada no caminho. Os óculos dela foram ao chão e ela mesma ficou levemente machucada.

"A gente estava acampando na Parnaioca. Estávamos voltando pela trilha que vai até Dois Rios (um dos vilarejos da Ilha Grande). A rede estava já bem próxima de Dois Rios e, logo depois que a Márcia bateu na rede, a gente viu os pássaros presos", conta Mônica, que é bióloga e pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da UERJ. Ao todo, conta Mônica, ela e as amigas soltaram quatro pássaros que estavam presos.

Como os pássaros estavam emaranhados, foi preciso usar uma tesoura para cortar a rede em alguns pontos - para desespero das pessoas que tinham montado o dispositivo: pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Aves e Ecologia Comportamental da UERJ.

Ao mesmo tempo em que soltavam os pássaros, as três ficaram preocupadas com a possibilidade de a rede ter sido montada por caçadores, que poderiam revidar, e começaram a vasculhar as proximidades. "Foi aí que a gente encontrou esse pesquisador peruano, que estava dormindo. E uma das alunas se assustou com a gente. Começou um bate-boca", conta Mônica à BBC News Brasil.

Os pesquisadores e parte da equipe do campus da UERJ na Ilha Grande foram à Vila do Abraão, a principal da ilha, registrar um boletim de ocorrência. Segundo Mônica, a equipe também insistiu para que ela fosse ao posto policial para registrar o boletim, mas ela se recusou.


Campanha contra pesquisas
Ativistas em defesa dos animais, Mônica e suas amigas iniciaram um protesto contra o método da "rede de neblina" e os estudos feitos na Ilha Grande: espalharam cartazes pela ilha acusando os pesquisadores de "assassinato" de pássaros, e de "torturar" as aves com o método de pesquisa, considerado "cruel" por elas.

Mônica também divulgou um texto sobre o ocorrido no Facebook, e o assunto ganhou o público: rendeu dois vídeos em canais de ciências no YouTube (Canal do Slow e Pirula), que tiveram quase 90 mil visualizações nos últimos cinco dias.

Agora, a própria Mônica teme que a UERJ lhe imponha alguma punição, por depredação do patrimônio público - o assunto já foi discutido no Conselho Universitário da instituição. Em nota à BBC News Brasil, a instituição confirmou que abriu uma sindicância para apurar o ocorrido. "Somente após a conclusão da sindicância, garantido o amplo direito de defesa e contraditório, é que a Universidade poderá adotar alguma sanção", disse a instituição.

Mônica também ressalta que está sofrendo ataques na internet - de fato, há vários comentários em seu perfil chamando-a de "arruaceira", "louca" e até "bandida". "Mas também tem muita gente me defendendo", diz ela.

O objetivo dos pesquisadores na Ilha Grande, porém, não era matar os pássaros: as aves capturadas pela "rede de neblina" geralmente são medidas, pesadas e identificadas com anilhas (um tipo de anel preso à perna). Estudos desse tipo são feitos na ilha desde 1995, e servem para acompanhar a variação na população de pássaros (e entender o que causa essas variações), entre outros objetivos.

Conhecer as populações de aves do local é importante para a preservação das espécies - e um grupo de mais de 600 pesquisadores de várias universidades do país assinou uma carta em apoio à coordenadora do estudo, a bióloga Maria Alice dos Santos Alves.

"Tais pessoas, movidas pelo mais reprovável comportamento social e, baseado em completa ignorância e com alto nível de agressividade, destruíram as redes de captura usadas para permitir o anilhamento das aves, causando prejuízo científico na série de dados de mais de 20 anos", diz um trecho da nota.

Afinal, o que é a tal 'rede de neblina'?
A "rede de neblina" (mist net, em inglês) tem esse nome por ser feita com fios muito finos, geralmente de nylon. Ela é fina demais para que os pássaros percebam durante o voo - e eles acabam se chocando contra ela.

O uso deste equipamento é bem antigo e disseminado na ornitologia (o ramo da biologia que estuda os pássaros). O uso em pesquisas depende de autorização do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), um centro de pesquisa que faz parte do Instituto Chico Mendes (ICMBio).

"A rede é feita de um nylon super macio. A ave vem voando e cai nesta rede. O que a gente faz é estabelecer um tempo máximo de visitação. Dependo de quantos bichos caem, ou do local onde você está, este tempo varia de 15 a 40 minutos, e aí se retiram os animais (da rede), com todo o cuidado", conta o biólogo e professor da Universidade de Brasília (UnB), Miguel Ângelo Marini. "O tratamento do animal na mão é super rápido. Em geral, coloca-se uma anilha, fornecida também pelo Cemave", diz ele, que trabalha frequentemente com a rede de neblina.

Quando feito por pessoas treinadas, o uso da rede raramente provoca ferimento nos pássaros, diz Marini. E há evidências disso: um artigo publicado em 2011 no periódico da Sociedade Ecológica Britânica mostrou que apenas 0,59% dos pássaros capturados sofriam algum dano, e uma fração ainda menor (0,23%) morria. A pesquisa baseou-se em dados coletados por 22 sociedades de anilhamento de pássaros (banding) nos EUA e no Canadá.

A própria Mônica é bióloga e pesquisadora - e diz que sempre se recusou a fazer testes com animais. "Em nome da ciência se cometem absurdos e crueldades contra os animais. Parece que a academia não pode ser questionada", diz ela. "Mas a ciência pode ser questionada nos seus métodos, sim. É contraditório estudar os pássaros mas não se preocupar com a vida dos mesmos", reclama ela.

Mônica - que também se declara militante indígena - critica a forma como os colegas estavam trabalhando. "A rede não deveria estar no meio do caminho, próxima da vila de Dois Rios, numa hora não apropriada e sem avisos. O fato de a gente ter começado a tirar os pássaros antes deles aparecerem também mostra que eles não estavam monitorando com o intervalo devido", diz.

Marini diz, porém, que a rede de neblina é o método menos invasivo existente hoje. "A outra maneira que existe para capturar alguns tipos de aves são as arapucas. Mas isso só funciona para bichos de chão. Há algumas poucas aves (para as quais isto funciona). Mas é uma maneira extremamente ineficiente", diz Marini. "Então, (a rede de neblina) é a melhor maneira, sim. Ela é aceita no mundo inteiro. Mas só quem deveria fazer são pessoas treinadas", ressalta ele.

Ainda segundo o professor do Departamento de Zoologia da UnB, há alguns tipos de pesquisa que só podem ser feitos com a captura dos pássaros. É o que acontece com estudos genéticos (com coleta de sangue dos pássaros) ou o estudo dos parasitas, como carrapatos, que afetam as aves.

O anilhamento também é importante para saber de qual ave se trata. "Você pode querer saber comportamentos (das aves). Então, precisa capturar, marcar (com a anilha), e depois você solta e acompanha. Depois que eles estão marcados, é como se fosse a nossa carteira de identidade", explica Marini. "Eu já tive aves que eu marquei e encontrei de novo 15 anos depois. Então, só identificando e acompanhando durante muito tempo é que você consegue saber o que está acontecendo."

FONTE: G1

5/24/2018

Feira de observação de aves começa amanhã em São Paulo

"Avistar" vai até domingo na sede do Instituto Butantan, em São Paulo; espaço terá cerca de 50 expositores e 170 palestras.

O Avistar, maior feira de observação de aves da América Latina, começa amanhã (18/05) na sede do Instituto Butantan, em São Paulo. O objetivo do encontro, criado há 13 anos, é aumentar cada vez mais o número de observadores de aves no Brasil, assim como a troca de informações entre eles.

A exemplo dos festivais de aves e natureza que são realizados a Europa, a ideia é promover o encontro das pessoas que tenham interesse em conhecer mais sobre aspectos ligados à ciência e ao meio ambiente. Serão cerca de 50 expositores tratando sobre turismo de observação da natureza e muita arte relacionada com aves e outros animais, além de livros técnicos e científicos, projetos educativos e de conservação. O evento é gratuito.

"O Avistar é um forum onde as pessoas que gostam de todos esses assuntos podem se encontrar e trocar ideias, ampliando a rede, estabelecendo novas conexões."

Passarinhadas na mata do Butantan serão realizadas de hora em hora. Escolas e outros grupos podem agendar o passeio. Entre as novidades deste ano estão a observação de borboletas e abelhas nativas, além de apresentações para conhecer plantas alimentícias não convencionais. O projeto Onçafari é outro exemplo de trabalho que poderá ser conferido na feira. No gramado do Instituto, pesquisadores também poderão conversar com o público sobre os animais e plantas com que trabalham. Outro destaque do evento é o Conhecer, 1º Encontro Nacional de Divulgadores de Ciência, com diversos youtubers e bloggers que mostram na Internet a ciência com uma linguagem acessível para o grande público.

As palestras também são um ponto alto do Avistar. Serão cerca de 170, destacando-se a de Richard Prum, sobre evolução da beleza; a de Bruce Patterson, sobre os leões de Tsavo; a de Miguel Rodrigues sobre a expedição ao Pico da Neblina e a de Jessie Barry sobre o uso da inteligência artificial para identificar aves. Ainda haverá módulos de palestras sobre serpentes, ciência cidadã, mamíferos, e, claro, aves. Para as palestras é necessário se inscrever.

“No ano passado estimamos que entre palestrantes, inscritos e visitantes que participaram das atividades abertas, no gramado, tivemos um público de cerca de 5 mil pessoas. Este ano, com a ampliação das atividades e do foco, acredito que teremos um público ainda maior nos três dias do evento”, afirma Erika Hingst Zaher, uma das organizadoras do Avistar. “O evento é inteiramente dedicado ao público. O Instituto Butantan tem mais de 100 anos de tradição em receber visitantes para saber mais sobre serpentes e sobre o trabalho de pesquisadores. O Avistar amplia esses assuntos e se diferencia de outros encontros acadêmicos”, acrescenta Erika, que lembra ainda que várias atividades serão voltadas para as crianças, como as passarinhadas, o “Ciência Aberta”, o “Avistar Kids”, “Morcegos na Praça”, além de diversas oficinas, feira de trocas de mudas, sementes e livros.

"Este é um encontro horizontal, onde cientistas e não cientistas falam para um público de todas as idades e diferentes formações, com linguagem simples."

FONTE: G1

3/16/2018

Casal é multado em R$ 231 mil por manter pássaros silvestres em casa

Eu só sei repetir sobre o seguinte: quero ver eles pagarem esta quantia..... A justiça teria como levá-los para a cadeia no caso de não pagar, mas, a justiça não está nem aí.....
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Aves estavam no quintal de uma casa, na Vila Margarida, em São Vicente, litoral paulista. Donos terão que pagar multa de R$ 231.600 por crime ambiental.

Mais de 90 pássaros foram encontrados dentro de uma casa, nesta quinta-feira (9), em São Vicente, no litoral de São Paulo. O casal que mantinha os pássaros em cativeiro irá responder por crime ambiental e terá que pagar uma multa de R$ 231.600.

O 3º Batalhão de Polícia Ambiental (3º BPAmb) recebeu uma denúncia de que pássaros silvestres estavam em cativeiro. Os policiais foram até o endereço indicado, uma casa localizada na Rua Cidade de São Vicente, no bairro Vila Margarida.

Ao chegarem no local, os policiais encontraram 90 pássaros silvestres nativos, sendo três da espécie bico de pimenta, seis patativas, cinco coleiros baianos, 24 coleiros papa capim, três bigodinhos, 12 trinca ferro, quatro tico-ticos, dois sabiás laranjeira, cinco galos de campina, 13 canários da terra, quatro curiós, dois tizius, um azulão, dois tiés sangue, um sanhaço e quatro tico-tico-rei-cinza.

Outros quatro pássaros exóticos também foram achados no local, sendo um cardeal boliviano e três pintassilgos venezuelanos. As aves exóticas são aquelas cuja distribuição geográfica da espécie não inclui o Brasil.

Um casal estava na residência. Eles alegaram que são criadores de pássaros e que tentariam regularizar a situação dos animais. A Polícia Ambiental emitiu um Auto de Infração Ambiental (AIA), procedimento administrativo destinado à ação ou omissão que viole as regras de proteção e recuperação do meio ambiente, no valor de R$ 231 mil.

Ainda de acordo com a Polícia Ambiental, todos os pássaros foram encaminhados para o Centro de Pesquisa e Triagem de Animais Selvagens (Ceptas), em Cubatão (SP).

FONTE: G1

3/05/2018

Homem vende espetinho de 'bem-te-vi' e é preso

Mas, o safado devia ter vendido espetinho de mãe, não? mãe dele, claro!!!!!
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A lenda urbana do ‘espetinho de gato’ ganhou um novo capítulo na tarde deste primeiro de março. Um ambulante, de 59 anos, foi preso em flagrante no litoral de São Paulo, na cidade de Ilha Comprida, por suspeita de matar aves nativas da região e vendê-las na praia como se fossem ‘espetinhos de frango’. A informação foi divulgada pela Polícia Militar Ambiental da cidade e, além de ser detido, ao homem também foi aplicada uma multa de R$ 10 mil.

O homem foi encontrado durante uma patrulha de rotina de uma das equipes da Polícia Militar Ambiental, nas proximidades de sua casa. Com a aproximação da viatura, o ambulante demonstrou nervosismo e os policiais, por cautela, realizaram uma abordagem. Ao ser questionado, o homem declarou que possuía uma espingarda de pressão e permitiu que os agentes entrassem em sua casa para uma vistoria. O resultado da operação foi a apreensão de dez aves abatidas, que estavam guardadas em um freezer, e a arma portada pelo infrator.

A suspeita de que o homem utilizava a carne dos passarinhos para venda de espetinhos veio quando, ao encontrarem o material, os agentes da Polícia Militar Ambiental depararam-se com as dez aves completamente depenadas. A teoria dos policiais ganhou mais força quando, em outro compartimento encontrado na casa, foram encontrados mais de 240 quilos de carne sem procedência.

O suspeito foi, então, detido e a Vigilância Sanitária local foi acionada para que pudesse apurar o caso. A fiscalização constatou que todos os produtos encontrados pelos agentes eram “impróprios para consumo” e os encaminhou para o descarte.

Aves
As aves encontradas na residência do ambulante eram de diversas espécies, como sabiá, bem-te-vi e columbina, e foram caçadas com a espingarda portada pelo suspeito dentro da Área de Proteção Ambiental de Ilha Comprida, como admitiu o suspeito. O homem negou que as aves mortas foram utilizadas para revenda de espetinhos, mas, por precaução, sua licença de trabalho foi cancelada pela prefeitura.

O suspeito foi enquadrado pela Lei de Crimes Ambientais e por comercializar ‘produtos impróprios para o consumo humano e multado pela Secretaria de Meio Ambiente do Estado. 

FONTE: plox

1/21/2018

Amizade com irerês surpreende família de Monte Mor - SP

Que coisinhas mais lindinhas, modeusus!!!!
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Há três meses começava uma história improvável de amizade. Ricardo Presta recebeu a visita de sete irerês (Dendrocygna viduata) no terreno da casa onde mora, em Monte Mor (SP).

Inicialmente, os filhotes foram levados a uma ONG da cidade, mas a mãe dos marrequinhos mostrava-se incomodada com a falta dos animais. “Ela sobrevoava a minha casa e procurava os filhotes desesperadamente. Aí, no dia seguinte, trouxe eles de volta”, conta o advogado.

Sem a companhia da mãe, os marrecos se acomodaram na residência da família e foram alimentados com papinha especial para aves. “Antes eu dava só a papinha, mas depois comecei a introduzir na alimentação minhocas e outros bichinhos”, explica Ricardo, que “treinou” a caça com os filhotes. “Eu colocava os insetos na água para eles aprenderem a caçar. Agora eles caçam em conjunto, ciscando na grama”.

Dos seis marrecos que chegaram à casa, quatro se desenvolveram e tiveram acompanhamento integral do novo amigo. “É maravilhoso e muito emocionante ver que eles preservam o instinto selvagem e convivem em total harmonia conosco. Toda vez que chego do trabalho, eles me recepcionam muito bem”.

O advogado se surpreende com as demonstrações de carinho dos animais, que agora são jovens. “Parece que a cada dia eles querem devolver o carinho, inclusive me mostram que estão aprendendo a voar e mergulhar no tanque”.

Os marrecos se aproximaram da cadela Lua
A amizade entre homem e ave pode ser pouco comum, mas a história é ainda mais curiosa. Os marrecos se aproximaram da cadela Lua, que brinca com as aves sem machucar ou assustar os bichinhos. “Antes, eles eram supervisionados em cem por cento do tempo, mas hoje a convivência demonstra exatamente a situação mais linda da natureza que é o convívio dos animais”.

Ricardo respeita o contato com os bichos e ressalta a importância de mantê-los livres. “Aqui eles ficam soltos, no tanque que temos em casa e no jardim. Os animais selvagens têm que viver livres no ambiente natural e acredito que foi essa liberdade que manteve eles aqui em casa, transmitindo tanto amor”.

O irerê é uma espécie de marreco que emite um canto alto e agudo. Também conhecida como paturi, siriri e marreca-piadeira, vive em áreas de brejos, rios, corixos e baías.

Fonte: G1

11/22/2017

Pássaros em risco de extinção são encontrados dentro de canos na Indonésia

Estes traficantes são a escória do mundo.... Olha o que fazem com as pobres aves..... Que gente podre!!!!!
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Foram apreendidos 125 animais, incluindo 41 cacatuas albas
JACARTA — Uma operação policial na Indonésia resultou na apreensão de 125 pássaros nativos que seriam contrabandeados para o mercado internacional. Os animais estavam sendo transportados dentro de canos de PVC, informa a BBC.

Foram encontrados 84 papagaios ecletus e 41 cacatuas albas, ave listada pela União Internacional para a Conservação da Natureza como estando em risco de extinção. Segundo a organização, existem no mundo entre 43 mil e 183 mil animais da espécie.

Por causa do desflorestamento e da captura para abastecer o comércio internacional, a Indonésia é lar de várias espécies de aves ameaçadas. Por esse motivo, o governo tem aumentado os esforços de combate ao tráfico de animais. Nesta segunda-feira, uma grande operação foi lançada em várias partes do leste do país, levando à prisão de quatro pessoas.

Se forem consideradas culpadas, elas poderão ser condenadas a até cinco anos de prisão e multas de até 100 milhões de rúpias indonésias, cerca de R$ 24 mil.

Foram encontrados 84 papagaios ecletus - AFP
Além do mercado internacional, é tradição no país a criação de aves em cativeiro, com animais capturados ilegalmente sendo comercializados em grandes lojas.

Segundo Dwi Adhiasto, da ONG Wildlife Conservation Society, as aves recuperadas nesta segunda-feira provavelmente seriam contrabandeadas para as Filipinas.

FONTE: oglobo

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