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2/07/2019

Oceano global pode ser diferente no fim do século, preveem cientistas

Os oceanos, em breve, responderão a esta pilhagem do "serumano" no planeta....
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Até o fim do século XXI o oceano global adquirirá cores mais luminosas por causa do grande aumento das cianobactérias e de outros tipos de fitoplâncton que ocorrerá sob impacto do aquecimento global, segundo afirmam

2/04/2019

Ruído emitido por embarcações ameaça vida marinha


Já foram publicados vários estudos a respeito, mas, alguém quer saber? pobres animais.....
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Navios pesados e lentos cruzam constantemente os oceanos, com capacidade para disparar de 12 a 48 tiros com canhões de ar pressurizado nas profundezas marinhas. As ondas de som atingem o leito oceânico, penetram quilômetros adentro e

2/03/2019

Todos os mamíferos marinhos têm plástico no organismo, diz pesquisa

Na verdade, todos nós estamos matando os mares.... mesmo que não queiramos, mas, estamos na medida que usamos tanto plastico.... Só não sei o que fazer além de pedir controle populacional humano urgente....
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Novo estudo com mamíferos marinhos mortos na costa da Grã-Bretanha mostra que todos os animais haviam ingerido microplásticos. Os pesquisadores

12/08/2018

Lacre plástico faz golfinho em extinção morrer de fome na costa de SP

Que estrago os homens estão fazendo nas águas, ares e terras, não? Temos 12 anos para iniciar o fim dos tempos..... Minha Santa, me leva para Plutão antes disto?
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No sistema digestório do animal, encontrado em Praia Grande, no litoral paulista, também foram encontrados plásticos, informou instituto.
Uma toninha (Pontoporia blainvillei), espécie de golfinho de menor porte, foi encontrada com um lacre que a impedia de se alimentar, próximo à orla de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo

4/21/2018

A criativa solução da Noruega para acabar com o lixo plástico nos oceanos

Achei muito legal!!!!! Será que o Brasil não quer economizar estes 3 bilhões gastos com lixo?
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A Noruega tem o que especialistas consideram o melhor sistema de reciclagem de garrafas plásticas do mundo. Ali, quase 600 milhões de garrafas foram recicladas em 2016 - uma taxa de reciclagem de 97%. No Brasil, para efeitos de comparação, a proporção é de 50%.

No país europeu, funciona assim: lojas instalam máquinas que recompensam clientes que devolvem garrafas plásticas. "Quando você compra uma garrafa de refrigerante... você paga uma coroa norueguesa a mais e, quando a colocamos na máquina, recuperamos o dinheiro", diz uma cliente.

O esquema reduz a necessidade de se produzir mais plástico. "Uma garrafa pode ser reciclada mais de uma vez. Na verdade, 12 vezes. Separamos as transparentes das coloridas. As transparentes são usadas para criar novas garrafas", diz Kjell Clav Maldum, diretor da Infinitum, de reciclagem de embalagens plásticas. "As coloridas são usadas para produzir outros materiais plásticos", completa ele. Mas quem paga por isso? As fabricantes de bebidas. É voluntário, mas quem adere ao sistema paga menos imposto.

Fonte:  Bom dia Brasil

3/21/2018

Como acabar com o lixo nos oceanos?

De todos os lados chegam alertas sobre a degeneração que acontece em todo planeta......
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A pesca fantasma captura e fere mais de 136 mil animais marinhos todos os anos.
A grande quantidade de lixo nos oceanos é um problema global que afeta as pessoas, a vida marinha e todo o ecossistema. Todos os anos, mais de 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Se nada for feito, até 2050 teremos mais toneladas de plástico do que de peixes nos mares.

"O lixo nos mares é uma questão extremamente complexa, com várias fontes. Em termos gerais, a gente convencionou dizer que cerca de 80% do lixo que a gente encontra no mar vem do continente e 20% vem de fontes marinhas", explica o oceanógrafo Alexander Turra, "Na estrada, você normalmente vê pessoas jogando resíduos para fora dos carros. Teve um dado recente que estimou que nos primeiros 200 km da Castelo Branco, aqui perto de São Paulo,  são retirados cerca de 1.5 toneladas por mês de resíduos. Se você multiplicar isso por todas as estradas que chegam e saem de São Paulo, você tem mais de 10 toneladas por mês, que podem chegar no mar".

"O problema não é o plástico em si", diz o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense Neto, "se eu substituísse os plásticos por qualquer outra matéria prima, esses produtos teriam certamente o mesmo destino, porque o comportamento inadequado do cidadão, a falta de uma coleta seletiva adequada oferecida pela prefeitura ou mesmo indústrias que não estão preparadas para reciclar os materiais, terminam causando um problema de não ter destinação adequada para aquele resíduo e o impacto é inevitável, ele vai ficar no meio ambiente".

O excesso de lixo pode prejudicar e até levar animais marinhos à morte, inclusive as aves. Segundo a ONU, 99% das aves marinhas terão ingerido algum tipo de plástico até 2050 . Esse aprisionamento de animais marinhos em petrechos de pesca abandonados, perdidos ou descartados, é chamado de pesca fantasma.

"A gente estima que são 70% de todo o lixo no mar são esses petrechos. Por ano, 640 mil toneladas de petrechos são jogados nos oceanos . Isso tem um impacto na vida marinha incomensurável. São mais de 136 mil baleias, golfinhos, tartarugas, que são presas por esses petrechos todos os anos. Isso gera danos aos animais como amputações, estrangulamentos e muitos podem passar meses ou até anos presos nesses petrechos até virem à morte por fome ou então por afogamento", conta Helena Pavese, diretora executiva da ONG World Animal Protection.

"O problema é muito complexo e é por isso que ele é difícil de resolver sem impacto na sociedade que envolva esses diferentes atores ou responsáveis por essa questão. Não é só a indústria, não é só o governo, não é só o cidadão, é todo mundo junto. Então, todos esses entes, desde o produtor inicial da resina até quem consome precisa ser envolvido nessa discussão", diz Turra.

Miguel complementa, "A sociedade é uma parte importante nesse processo, para que a gente colete o plástico pós-uso e dê uma nova vida para ele através da reciclagem. Dessa forma a gente consegue recuperar ou reviver os grandes benefícios que os plásticos oferecem à própria sociedade em um ciclo fechado, que hoje chamamos de economia circula r".

"Se a gente ficar esperando para atacar a questão do lixo nos mares, a gente vai continuar tendo muito lixo ainda em 2050 e 2100. A gente tem que olhar essa situação com a gravidade que ela tem e atacar todas as frentes possíveis, mas sem desconsiderar a importância da gestão dos resíduos sólidos, que aparentemente é crucial", comenta Turra.

FONTE: terra

3/10/2018

Fotógrafo registra em vídeo um “mar de plástico” na Indonésia

Pessoas amigas, precisamos gritar!!!! olhem como estão os nossos mares....
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Poluição plástica representa um problema crescente nos oceanos do mundo e uma ameaça para o os seres que neles habitam
São Paulo – Um mergulhador britânico registrou imagens chocantes da poluição marinha por lixo plástico nas águas paradisíacas da Indonésia.

No dia 3 março, ao mergulhar próximo à ilha de Nusa Penida, Rich Horner se surpreendeu com a quantidade de plástico de vários tipos que flutuavam na região.

Situado a 20 quilômetros da Ilha de Bali, o lugar é conhecido como Manta Point, uma área muito frequentada por raias manta, também conhecidas como raias-diabo, que apesar do nome são animais dóceis e que se alimentam basicamente de plânctons e peixes pequenos.

Chocado com a poluição que encontrou, o fotógrafo registrou seu mergulho em um vídeo de 2,5 minutos publicado no Facebook e no Youtube. Sobre o que viu, Horner escreveu:

“As correntes oceânicas nos trouxeram um presente encantador de águas-vivas, plânctons, folhas, galhos etc. … Oh, e plástico. Alguns sacos de plástico, garrafas de plástico, copos de plástico, folhas de plástico, baldes de plástico, sachês de plástico, canudos de plástico, sacos de plástico, mais sacos de plástico, plástico, plástico, tanto plástico!”.

No dia seguinte, segundo Horner, a maré plástica havia “desaparecido”. Porém, como o plástico não se decompõe no meio ambiente, a poluição apenas mudou-se de endereço, como observa o fotógrafo:
“Infelizmente, o plástico continua em sua jornada, para o Oceano Índico, onde vai se quebrar lentamente em pedaços menores e menores, em microplásticos. Mas não vai embora”.

A poluição plástica é, atualmente, um problema crescente nos oceanos do mundo e uma ameaça para o os seres que neles habitam.

Os plásticos muitas vezes contêm uma ampla gama de substâncias químicas usadas para alterar suas propriedades ou cores e muitas delas têm características tóxicas ou de disrupção endócrina (imitam hormônios capazes de interferir no sistema endócrino dos animais).

Para piorar, os plásticos também podem atrair outros poluentes presentes na água, incluindo dioxinas, metais e alguns pesticidas, tanto que muitos pesquisadores que estudam poluição marítima usam plásticos como indicadores de contaminação.

FONTE: exame

2/27/2018

Análise: O impacto dos canudos plásticos descartáveis nos oceanos

Tem gente que acha que este negócio de colocar a culpa no governo é incompetência de quem reclama. Tem horas que concordo plenamente, mas, o que fazer sem grana suficiente para encarar estas grandes industrias de plástico? Só o governo mesmo..... só que ele não quer..... não interessa....
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As partículas de microplástico podem ser ingeridas por espécies de interesse econômico e contaminar animais utilizados como alimento pela espécie humana

Os canudos plásticos descartáveis são produzidos a partir do polipropileno ou do poliestireno. Devido ao fato de serem produzidos a partir destes derivados de petróleo podem ser necessários até 400 anos para que se decomponham. Como outros materiais, chegam aos oceanos devido ao descarte inadequado, sendo carregados pelos ventos ou pelas chuvas para os rios ou diretamente para o mar.

Estima-se que 10 milhões de toneladas de materiais plásticos cheguem aos oceanos anualmente, sendo que destes mais de 100 mil toneladas sejam de canudos plásticos descartáveis. No mar acabam sendo ingeridos por animais, tanto inteiros como fragmentados em pedaços de diversos tamanhos, até mesmo como partículas muito pequenas, os microplásticos. Estes podem, até, dependendo da sua quantidade e densidade, obstruir a passagem da luz e interferir no processo da fotossíntese das algas.

Quando ingeridos inteiros, podem obstruir as vias aéreas ou o tubo digestório e prejudicar as funções vitais dos animais, podendo, até, levá-los à morte.

As partículas de microplástico podem ser ingeridas por espécies de interesse econômico e contaminar animais utilizados como alimento pela espécie humana. Para que os canudos plásticos descartáveis não cheguem ao ambiente marinho é necessário que estes, caso sejam utilizados, sejam descartados adequadamente e destinados à reciclagem.

Os canudos descartáveis feitos de plásticos podem ser substituídos por canudos descartáveis de papel, que se decompõem rapidamente, ou por canudos não descartáveis, produzidos em bambu, vidro ou metal e disponíveis no mercado.Embora o uso de um canudo não seja necessário para que se possa ingerir qualquer bebida, muitas pessoas o utilizam por uma questão de higiene, para não tocar com seus lábios o copo, a lata ou a garrafa da bebida.

E este foi um dos motivos de popularização deste tipo de utensílio por ter sido utilizado como um equipamento de prevenção de doenças contagiosas (não que a prevenção fosse necessariamente efetiva).

*Cláudio Gonçalves Tiago é pesquisador do Centro de Biologia Marinha (Cebimar-USP).

FONTE: oglobo

2/04/2018

Como seu glitter no carnaval chega aos peixes no Oceano

É usar e saber que está contribuindo para a matança de animais nos oceanos..... Precisamos ter mais consciência dos atos que praticamos, inclusive, quando nos fantasiamos no carnaval com penas de animais....
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Feitas de plástico, partículas de glitter vão parar no oceano, potencialmente afetando a cadeia alimentar aquática
O que o glitter que você passa no rosto no carnaval tem a ver com o oceano? Para alguns pesquisadores, tudo.

As pequenas partículas brilhantes que adornam o corpo dos foliões são feitas de plástico, material que não é biodegradável. Quando se lava o corpo ou rosto coberto de glitter, as peças escorrem pelo ralo. Pequenas demais para serem filtradas no sistema de tratamento de esgoto, acabam parando em rios e mares.

O plástico é o maior poluente do oceano. E o glitter é um "microplástico", como são chamadas as partículas desse material com menos de 5 milímetros. Nem todas têm o tamanho que o glitter tem originalmente: parte delas são grandes produtos de plástico que chegaram a esse tamanho depois de sua deterioração por forças mecânicas no oceano ou radiação solar.

O perigo das partículas de microplástico no oceano é que podem ser ingeridas pela fauna marinha.

"Pesquisas recentes dão conta de que microplásticos perturbam o início da cadeia de alimentação aquática, como os plânctons. Também afetam ostras e mexilhões", diz Trisia Farrelly, da Universidade de Massey, na Nova Zelândia, especialista em ecologia urbana.

"Os microplásticos ingeridos por esses organismos podem afetar seu crescimento e atrapalhar sua alimentação como um todo - e consequentemente impactar toda a cadeia de alimentação." Plânctons, por exemplo, são um alimento dos peixes, que, por sua vez, alimentam os humanos.

Trilhões de partículas

Não há estudos sobre o glitter nesse contexto, especificamente, porque não é fácil identificar a origem de um microplástico. Mas o material é contabilizado entre os microplásticos que poluem o oceano - são entre 15 e 51 trilhões de partículas, segundo um estudo de 2015 conduzido por pesquisadores do Imperial College London, de Londres, em parceria com especialistas da Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Holanda, e outros países.

Para Joel Baker, diretor do Centro de Águas Urbanas da Universidade de Washington, não se pode medir o impacto dos microplásticos no oceano. "Não sabemos se há um problema, mas não é um absurdo ser cuidadoso e não querer colocar coisas no meio ambiente que o degradem."

Parte dos microplásticos são os microbreads, ou grânulos, como os presentes em pastas de dentes e esfoliantes.

"É plástico feito para ter uma vida muito curta. Você limpa seu rosto ou seus dentes, enxágua e eles vão direto para o ralo", diz Farrelly. O uso de grânulos em produtos como esses foi proibido no Canadá, nos Estados Unidos e no Reino Unido. A Nova Zelândia deve implementar a proibição no primeiro semestre de 2018.

Embora não tenha sido proibido, o glitter também entrou no escrutínio público. Empresas no Brasil e no mundo começam a fabricar glitter biodegradável.

"Eu gosto de coisas brilhantes. Mas com 7 bilhões de pessoas no planeta, não podemos usar as coisas só da maneira como gostaríamos. Precisamos pensar no impacto que causamos", diz Sherri Mason, professora de química da Universidade do Estado de Nova York em Fredonia e especialista em poluição de plástico em ecossistemas aquáticos.

Ela observa que, embora seja uma iniciativa positiva, "glitter biodegradável não dará conta da demanda que temos". "Então eu insisto que temos que reduzir o uso de glitter."

Para ela, governos podem tarifar mais os produtos de plástico para embutir em seu preço o impacto no meio ambiente.

Farrelly, da Nova Zelândia, diz que "o glitter, em si, não é o problema". "O glitter é uma parte do problema. E se está chamando atenção para o problema maior, então ótimo."

Como o glitter é produzido?

O glitter de plástico como o conhecemos é produzido a partir de placas de PET ou PVC que são metalizadas com alumínio e, depois, tingidas com cores diferentes.

Depois desse processo, explica o americano Joe Coburn, um dos proprietários da fábrica de glitter RJA-Plastics GmbH, as placas de plásticos são revestidas novamente com uma camada transparente para tentar "segurar" sua cor e dar consistência ao alumínio.

Essas placas são então cortadas em pequenas partículas e passam por uma máquina que tem um cilindro com 60 dentes rotativos de corte e uma faca - uma espécie de combinação entre um triturador de galhos e um triturador de papel.

Hexágono e outras curiosidades

"Matematicamente, o formato das partículas que causa menos desperdício é o hexágono", diz Coburn. Por causa disso, este é justamente o formato em que a maior parte das partículas de glitter, segundo ele, são trituradas.

"E isso também faz com que as diferentes partículas de glitter nunca caiam no mesmo ângulo. Quando não estão uniformes, brilham mais, porque há mais chances de receberem luz em diferentes partes."

Ele também explica que há diferenças entre a durabilidade das cores: um vermelho intenso não se mantém dessa cor ao longo do tempo tão facilmente quanto o glitter verde claro. E o tamanho também varia: o menor tipo de glitter já produzido pela empresa tem 0.02 mm.

A fabricante empacota o glitter em grandes sacos e exporta o produto em caixas de 25kg, tomando o cuidado de não misturar as cores.

"Uma fábrica de glitter não é um país encantado. É para ser um ambiente bem estéril", diz - o que não significa que não aconteçam vazamentos.

Por causa da forma como precisam operar a máquina, com testes antes que seja ligada, funcionários ficam com o corpo repleto das partículas.

"É uma infestação. Fica nos seus ouvidos, nariz, embaixo das unhas, no volante do carro. O volante do nosso carro tem uma camada permanente de glitter", conta Coburn. "A única solução possível para tirar todo esse glitter é ar comprimido."

Coburn conta que, uma vez, por causa da umidade, uma caixa de 25kg cedeu, espalhando glitter por todas as partes.

Coburn e seu irmão herdaram a fábrica de seu pai, morto em 2011. Seu avô tinha uma fábrica de adesivos nos Estados Unidos - "a família sempre trabalhou com coisas brilhantes" - e duas máquinas de glitter foram encontradas por ele e seu filho.

"Meu avô pediu que meu pai as vendesse, mas meu pai descobriu como funcionava e começou a produzir e vender", diz Coburn. Na época, "era uma tecnologia secreta".

Em 2018, segundo ele, a empresa começará a produzir glitter biodegradável.

FONTE: G1

12/17/2017

Aquecimento dos oceanos está prejudicando todo o ciclo das baleias: entenda o impacto

Tudo está se acabando.... humanos estão acabando com tudo.... o impacto da nossa espécie aqui na Terra é para detonar com o planeta.... Deus, dá um jeito nisto porque não pode ser de sua vontade!!!!!
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Um dos maiores e mais imponentes animais do mundo está sendo também considerado um dos mais ameaçados e prejudicados pelo aquecimento global. Mesmo grandiosas e aparentemente intocáveis, as baleias estão sendo vítimas do aumento de temperatura dos oceanos, segundo uma reportagem do jornal The New York Times.

Aquecimento dos mares coloca vida de baleias em risco
Pesquisadores que analisam o comportamento de baleias no Maine, EUA, apontam que o pequeno número de vezes que elas foram vistas no ano é um sinal claro de que há um perigo crescente tanto para baleias jubarte quanto para baleias francas do Atlântico Norte ao longo da Costa Leste.

De acordo com os estudiosos, o aquecimento cada vez maior dos mares provoca alteração do ambiente onde as baleias se alimentam, fazendo com que elas sejam obrigadas a ir para outras regiões para buscar comida. Quanto mais se movem, maiores as chances de os animais ficarem presos e até a baterem em embarcações.

A reportagem do jornal ainda afirma que as baleias francas do Atlântico Norte, que normalmente vivem águas frias, estão mudando seu curso e com graves consequências: desde abril, 15 animais já morreram e a população caiu para menos de 450.

Metade das mortes de baleias jubartes está sendo atribuída a acidentes fatais dos animais com navios, causando o que os pesquisadores consideram um “evento incomum de mortalidade”.

O Golfo do Maine está se aquecendo a uma das taxas mais rápidas do mundo, alteração que interfere na cadeia alimentar das baleias e, à medida que buscam novas fontes de comida em diferentes regiões, entram na rota de navios e se deparam com equipamentos de pesca.

FONTE: vix

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