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2/28/2019

Matança de javalis na Floresta de Dean - Grã-Bretanha

Pois é, os malditos caçadores e todos aqueles envolvidos com caça são os verdadeiros culpados desta tragédia. Os javalis foram reintroduzidos e aí viraram um problema para os humanos. Aqui no Brasil, existe o art. 31 na Lei de Crimes Ambientais (modestamente criado por sugestão minha) que pune introdução de animais exóticos. Mas, ninguém dá a mínima bola. Podíamos penalizar todo fazendeiro responsável pela introdução dos javalis no país.
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Com a população de javalis descontrolado  na Floresta de Dean, autoridades do governo trazem  atiradores extras para manter seu número

2/23/2019

149 coiotes mortos durante concurso Carolina Coyote Classic

Vontade de me rasgar todaaaaaaaaa!!!!! concurso para matar coyotes........ é muito podre, nojento, coisa do capeta mesmo...... Ainda ganham dinheiro!!!! malditos psicopatas!!!! A Anda publicou no ano passado: Defensores dos animais exigem fim de campeonato que promove a morte de coiotes . Pelo jeito não deu certo, porque este ano dobraram o numero

1/14/2019

PMA multa em R$ 4,5 mil rapaz que matou três cachorros a facadas

Este desgraçado com 18 anos já havia sido penalizado pelo mesmo crime..... Não foi preso e vai encher a cara para fazer o mesmo, novamente..... Que raio de lei é esta que temos..... Ele fez um verdadeiro ritual de matança..... Eu vi a foto original e nela percebe-se a morbidez deste demônio...... 
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A PMA (Polícia Militar Ambiental) enviou no sábado (12) a Rio Brilhante – a 163 km de Campo Grande – uma equipe para autuar em R$ 4,5 mil o rapaz de 18 anos

8/24/2018

França abre exceção para ritual muçulmano de sacrifício de animais

Gente, precisamos apurar se isto já está acontecendo no Brasil. Temos muitos muçulmanos no Paraná e já até sugeri alguma ONG acompanhar isto por lá. Tem muito abatedouro e matadouro por lá que fazem abate halal . Galera, olho nisto antes que seja tarde!!!! Fiquei besta porque na França existem 4 milhões de muçulmanos..... NADA contra a

7/22/2018

Abatidos mais de 40 elefantes na região de Cuando Cubango - Angola

Meu Deus, cadê você que não responde??? Como 4 humanos desgraçados ainda não foram pros infernos? Não é possível!!!! como em 6 meses estes capetas mataram 40 elefantes e ninguém viu? Agora vão pagar 5 anos só? Vou  embora para Plutão, lá sou amiga das bactérias......
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Quatro caçadores furtivos, angolanos, namibiano e zambiano, foram

7/17/2018

Aldeões matam quase 300 crocodilos para vingar morte de vizinho na Indonésia

Como puderam cometer tamanha crueldade? os animais estavam em um santuário.... protegidos de todos malditos humanos...... Sinceramente, Deus que me perdoe, mas, eu pegava uma metralhadora e fazia o mesmo com estes malditos......
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Homem foi atacado por crocodilo após cair em poço.
Os moradores de um povoado da província de Papua Ocidental, na

6/03/2018

Limpeza sangrenta: a verdade sobre a matança de cães para a Copa na Rússia.


ASSINEM A PETIÇÃO AQUI

Diversas reportagens vêm, desde o ano passado, denunciando uma suposta matança de cães de rua na Rússia. Os animais estariam sendo assassinados indiscriminadamente para “limpar” o país para a Copa do Mundo.

Com o intuito de ir mais a fundo na questão, o UOL Esporte pesquisou documentos oficiais, conversou com ativistas de direitos dos animais envolvidos com o caso e concluiu: é difícil saber o tamanho do massacre, mas que está acontecendo, está.

Uma das primeiras reportagens a trazer evidências concretas sobre o extermínio foi publicada pelo “The Moscow Times” em abril. Nela, é revelado que a prefeitura de Ecaterimburgo, uma das cidades-sede, pagou o equivalente a cerca de 530 mil dólares para que uma empresa capturasse 4.600 cachorros de rua. Pelo contrato, segundo o jornal, 4.050 deles deveriam ser mantidos em abrigos por dez a 14 dias. Se ninguém viesse buscá-los, sofreriam eutanásia.

Faturas de serviços emitidas pela empresa nos dias 22 de fevereiro e 23 de março deram conta de 900 cães capturados e 654 mortos.

Petição online já tem 1,8 milhão de assinaturas
A matéria também conta a história de pessoas que tiveram cães envenenados. Larisa Dudaryonok, por exemplo, viu um homem se escondendo no escuro quando chegava em casa em novembro passado. Ela mantém um abrigo em Rostov, onde o Brasil jogará sua primeira partida, e encontrou sua cadela Ryzhka agonizando. Havia sido envenenada, provavelmente com um remédio para tuberculose muitas vezes usado para matar animais. Ryzhka só sobreviveu porque Larisa, precavida, tinha o antídoto.

Contatada pelo UOL Esporte, a empresa em Ecaterimburgo respondeu apenas que as questões deveriam ser enviadas, em uma carta oficial, à prefeitura da cidade. Já a Basya Service, outra empresa do tipo, questionou o “The Moscow Times” sobre o porquê de “estarmos preocupados com cães quando deveríamos nos preocupar com pessoas”.

Faturas emitidas pela Basya em março registram pelo menos 58 cães mortos pela empresa.
A situação dos cachorros de rua na Rússia levou à criação de uma petição online pelo fim da matança. “Stop Killing Animals in Russia! Stop Bloody FIFA 2018! (Parem de matar animais na Rússia! Pare a sangrenta FIFA 2018!)”, hospedada no site “Change.org”, tinha pouco mais de 1,8 milhão de assinaturas na última quinta-feira (24).

De acordo com a petição, as cidades-sede receberam US$ 1,95 milhão (cerca de R$ 7 milhões) para criar “esquadrões da morte” de cães. O movimento pelos cachorros na Rússia mantém também uma página com quase três mil membros no Facebook. Nela, são postados diariamente notícias, documentos, vídeos e fotos relacionados com a questão. Há também uma página, ainda mais ativa que a do Facebook, mantida pelos ativistas no Instagram.

A pedido do UOL Esporte, uma das integrantes do grupo, a ativista russa Ann Kalafat, enviou documentos e fotos que comprovariam o que ela diz ser um massacre de animais de grandes proporções em andamento no país da Copa.

Ann enviou quatro fotos que mostram cães barbaramente mortos. Três aparecem sangrando, mutilados e com perfurações, enquanto uma imagem mostra o corpo de um cão boiando no que parece ser um rio. Há também um vídeo de dois cachorros supostamente envenenados convulsionando até a morte.

Fifa se diz atenta ao bem-estar dos animais
“Neste exato momento, centenas de cães e gatos estão sendo mortos em cidades russas. É um ´processo de limpeza` exigido pela Fifa para ´garantir a segurança` dos atletas e torcedores que chegarão para a Copa do Mundo”, diz a ativista.

“Temos entrado em contato com a Fifa desde novembro, informando que não há lei de proteção aos animais na Rússia e sistemas de abrigos em todas as regiões. Ou seja, não há como realocar centenas de animais. Eles serão simplesmente condenados à morte porque o governo irá contratar empresas de controle de pestes para eliminá-los”, explica Ann.

De fato, não é a primeira acusação do tipo feita contra autoridades russas. Durante as Olimpíadas de Inverno de Sochi, em 2014, várias reportagens relataram uma situação idêntica.

Ann afirma que milhares de mensagens foram enviadas, de diversos países, questionando a Fifa sobre o problema, mas só receberam de volta uma resposta padrão praticamente isentando a entidade de responsabilidade. Ao UOL Esporte, a Fifa respondeu dizendo que "de modo algum compactua com o tratamento cruel de animais selvagens e de rua".

O e-mail afirma ainda que a entidade, junto com o Comitê Organizador Local, fez “uma análise legal da legislação russa e do gerenciamento de animais de rua em cada cidade-sede” e “está em contato com elas para garantir o emprego das medidas adequadas e o bem-estar da população animal”.

20 milhões de rublos para "limpar" as ruas
A legislação russa, na verdade, até tem um item sobre crueldade com animais. O artigo 245 do código criminal local prevê pagamento de multa de ao menos 80 mil rublos (em torno de R$ 4,7 mil), trabalho comunitário por pelo menos 360 horas e mesmo um ano de prisão.

A lei, entretanto, tem pouco efeito prático, diz o “The Moscow Times”. O jornal lembra o caso de dois adolescentes da região de Khabarovsk que desmembraram filhotes e postaram as fotos na internet em 2016. Apesar de comoção nacional, eles não foram punidos.

“Aparentemente, é mais importante para o Infantino (presidente da Fifa) encher os bolsos de dinheiro do que prevenir mortes horríveis e desnecessárias de centenas de milhares de animais de rua”, diz Ann. Ela compartilhou com o UOL Esporte documentos traduzidos para o inglês que mostram quanto algumas empresas receberam.

São seis contratos, com valores que vão de 20 milhões de rublos (R$ 1,18 milhão) a 81.594 rublos (R$ 4,8 mil), firmados com companhias de diferentes cidades para a realização da “limpeza”. Alguns deles mencionam de forma indireta a eutanásia dos animais, falando em “destruição do resíduo biológico”, enquanto outros contratos mencionam expressamente a “destruição” e “eutanásia” de animais.

No momento, pelo menos sete entidades de proteção aos animais de ao menos cinco países estão envolvidas no movimento contra a morte de cães na Rússia. São organizações da França, Itália, Alemanha, Estados Unidos e Espanha. Teresa Enke, que comanda uma fundação em homenagem ao seu ex-marido Robert Enke, goleiro alemão que se suicidou em 2009, também tem participado ativamente da campanha.

Marrocos já tem campanha contra matança.
Não é só a situação dos animais de rua na Rússia, aliás, que tem mobilizado os ativistas. Eles alegam que no Marrocos, candidato a sediar a Copa de 2026, já está em andamento o mesmo tipo de movimento. Já há inclusive uma página no Facebook destinada ao problema, com posts falando em “massacre”.

Outra ativista na linha de frente pelos cães, Ekaterina Dmitrieva reclama que, apesar de toda a mobilização, o grupo não conseguiu nenhum resultado até agora. Ela conta que procuradores de justiça chegaram a encaminhar suas denúncias para as regiões onde a matança ocorre, mas receberam respostas dizendo que “não há violação da lei”.

“Não tivemos nenhum resultado até o momento. Agora não ouvimos sequer promessas por parte do governo. Parece que não existimos”, diz Ekaterina.

FONTE: esporte.uol

4/29/2018

Promotoria apura morte de 31 cães pela prefeitura, sem laudo médico, na PB


Espero que o caso seja devidamente levado a sério como exemplo para estes prefeitinhos melecas que fazem suas fedorentas caquinhas....
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Secretário foi exonerado e prefeito está sendo investigado na cidade de Igaracy
A morte de 31 cães pela prefeitura, sem saúde médica demonstrou estar doente, provocou polêmica no município de Igaracy, não sertão paraibano. A medida motivou uma ação do Ministério Público da Saúde, que é médico veterinário e apontou como o principal responsável pelo episódio.

A promotoria também beneficiou do Processo de Geral de Justiça para rever a responsabilidade penal do direito, José Carneiro Almeida da Silva, conhecido como Lídio Carneiro (PTB), que tem sido privilegiado - como as investigações da Polícia Civil e da Promotoria. como os votos foram autorizadas por ele.

A morte dos animais, que foram retirados da rua, aconteceu no dia 6 de março em um prédio abandonado que já foi sede do Fórum. Uma espécie de invasão aleatória, seguida por uma promoção, ou seja, alguns tipos de residências também foram recolhidos.

No dia da sua atividade, os dados foram repassados ​​para os funcionários da era dos animais retirados de uma cidade vizinha para passarem por exames. Um empresário, que não é o mesmo, que é um pai de cães. "Ela correu para pegar uma carrocinha e tirou a mão. Só foi minha mãe para o sacrifício".

Quando alguns donos foram mortos, os bebês já foram mortos. O caso repercutiu nas redes sociais.

O saldo foi exonerado após pedido do promotor José Leonardo Clementino. Na denúncia da Promotoria, o ex-secretário da Saúde confessou ter realizado o sacrifício dos animais. O promotor, o secretário de saúde, o médico veterinário, disse que fez um exame visual, sob uma alegação de que os animais estão infectados com leishmaniose.

Uma leishmaniose, porém, não detectável, mas com exame de sangue, diz presidente do Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba, Domingos Fernandes Lugo Neto. "Se ele pode ter feito um diagnóstico clínico, você pode ser capaz de ter uma possibilidade de ter, mas diagnosticar sem o exame. Características chamadas à doença".

A leishamniose pode apresentar sintomas ou ser assintomática. O Ministério da Saúde determina o rápido, a partir da coleta do sangue.

Para o promotor Clementino, os denunciados foram responsáveis ​​pela criminalidade e pelo aproveitamento das cargas para cumprir uma chacina. Uma empresa é um vendedor de carne, que está foragido da cidade.

ENTERRO IRREGULAR
Quando foram mortos, os animais foram enterrados e ocultados, assim como foram usados ​​para matar, foram enxertados e montados em um terreno que seria como o que, para uma promoção, era irregular.

Após o crime, um inquérito político instaurado para corrigir o crime foi publicado na semana passada e mostrou que os animais foram sacrificados de forma cruel.

Para o presidente da Comissão de Direito da OAB na Paraíba, Francisco José Garcia, como os adolescentes representam um crime previsto em leis federais. "Os grupos estavam aparentemente vulneráveis, pois não estavam inseridos nos pontos de vista e localização".

OUTRO LADO
O ex-secretário da Saúde foi procurado pela reportagem, mas não quis se manifestar e disse que respondentes pela ação. A reportagem não foi feita com o prefeito. Por telefone, o assessor dele, Joaquim Franklin, disse que não tinha o conhecimento da morte dos bichos. “O veterinário não é médico veterinário. Isso quem pode atestar é um médico veterinário. O prefeito to tomar conhecimento exonerou o secretário e colabora com o Ministério Público, como vem colaborando com a Justiça. "

FONTE: folha.uol

4/26/2018

Rússia faz “purga animal” para limpar cidades antes do Mundial

A Rússia já fez isto nas Olimpíadas de Inverno. Confira ao final todo nosso dossier a respeito. Não deixem de assinar a PETIÇÃO para o governo russo acabar com a matança.
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A Rússia quer tornar inesquecível o Mundial de futebol e, para que não haja qualquer motivo de queixa no estrangeiro, mandou abater cães e gatos vadios. Uma “purga animal” que, segundo os ativistas, tem feito milhares de vítimas.

A prática já tinha sido levado a cabo em Sochi, quando acolheu os Jogos Olímpicos de 2014. Agora, com o Campeonato do Mundo de futebol à porta, as autoridades russas procuram limpar as ruas de animais vadios.

Numa entrevista recente, o ministro do Desporto, Pavel Kolobkov, defendeu ser necessário “minimizar os riscos ecológicos” associados à existência de milhares de animais nas ruas das 11 cidades que vão acolher a fase final do Mundial. Só que o governante prometeu que tal seria feito “com humanidade” e, de acordo com as denúncias publicadas pelo Moscovo Times e publicadas nas redes por ativistas, não é bem isso que está a acontecer.

Brigadas de funcionários, já apelidadas de ‘esquadrões da morte canina do KGB’, estão a fazer uma “purga animal” em plena rua, matando cães e gatos pela violência exercida na captura ou por envenenamento.

Segundo as denúncias de alguns ativistas, estes ‘esquadrões da morte canina’ são pagos por empresas a quem o Governo russo adjudicou a limpeza, que procura um grande volume de animais mortos para que a fatura seja maior. E nem todos os animais são propriamente vadios. Larisa Dudaryonok, que deu abrigo temporário a 15 cães, em Rostov-on-Don, conta com um deles, Ryzhka, foi envenenado no jardim da casa. “Uma noite, quando cheguei, vi um vulto estranho à espreita, mas nem suspeitei. Cerca de uma hora mais tarde, os cães estavam a ladrar, muito agitados. Vim cá fora e o Ryzhka estava com convulsões”, relatou.

Suspeitando de envenenamento por isoniazid, um medicamento para a tuberculose, Larisa Dudaryonok administrou o antídoto e salvou Ryzhka. Mas ficou a questão: “Quantos cães, até com donos, não estarão a ser assassinados assim?” . Ainda de acordo com o Moscovo Times, está a circular uma petição, endereçada ao Presidente Vladimir Putin, para que seja encerrada de imediato “a horrível prática de matar animais errantes no período que antecede um grande evento desportivo”.

Mais de 1,8 mihões de pessoas já assinaram o documento. 

FONTE: ptjornal
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Outra matéria:
Copa 2018 pode se tornar a maior assassina de cães abandonados da história
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Matérias em nossos arquivos sobre Olimpíadas de Inverno realizada em Sochi - Rússia - 2014



3/19/2018

A história da primeira serial killer de animais brasileira

Lamentavelmente, a tal Dalva colocou o Brasil no cenário criminoso mundial contra os animais....
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Vários animais entravam em casa de Dalva, mas nenhum saía. Juliana desconfiou e decidiu contratar um detective privado. Descobriram mais tarde que os animais só de lá saíam mortos, em sacos do lixo, o que levou a Justiça brasileira a condenar Dalva por agir com “deliberada intenção”.

A brasileira Dalva Lina da Silva, de 48 anos, era vista por muitos como uma guardiã dos animais – sozinha, recebia dezenas deles por dia em casa, dizia dá-los para a adopção e admitia gostar muito deles. A capacidade que tinha para tratar de tantos animais começou a levantar suspeitas que, para tristeza de quem nela confiou, acabaram por se confirmar: Dalva recebia cães e gatos em casa e matava-os. Desde Fevereiro que Dalva cumpre 16 anos e meio de pena de prisão por ter matado pelo menos 37 animais (33 gatos e quatro cães) – mas o número pode ser bem mais elevado. Juliana Bussab, uma das fundadoras da organização não governamental Adopte Um Gatinho, contou nesta semana ao site Universa como ajudou a desmascarar Dalva, “a primeira serial killer de animais presa no Brasil”.

Os animais encontrados mortos apresentavam todos “lesões perfurantes” e hematomas subcutâneos, lê-se no relatório do Tribunal de Justiça de São Paulo, escrito pela relatora Rachid Vaz de Almeida e consultado pelo PÚBLICO. Como relatado no documento judicial, a mulher amarrava os animais, injectava-lhes cetamina (“uma substância perigosa e nociva à saúde humana e ao ambiente”) e perfurava-os, fazendo com que perdessem sangue e acabassem por morrer.

Ouvido pelo tribunal, o veterinário que analisou os cadáveres dos animais disse que eles tinham sido “mortos de forma lenta, dolorosa e cruel” e que tinham antes sido submetidos a maus tratos, sendo visível que passavam fome. “Os animais sentiram a dor e estavam conscientes no momento da execução”, reconheceu o médico veterinário Paulo César Maiorka, que foi ouvido pelo tribunal. Diz que nunca tinha visto coisa semelhante, “tanto pelo número, quanto pela forma com que os animais foram tratados”.

Em 2012, Dalva foi considerada pela Justiça como uma assassina em série de animais e foi condenada em primeira instância, mas recorreu da decisão e ficou em liberdade até 2016. Foi novamente condenada em 2017, altura em que aumentaram a sua pena para 16 anos e seis meses de prisão. Esteve desaparecida desde então, mas foi encontrada em Fevereiro, cumprindo agora a sua pena em regime semiaberto numa instituição prisional de São Paulo. Como explica a revista brasileira Exame, o regime semiaberto permite que a pessoa condenada trabalhe e faça cursos fora da prisão durante o dia, devendo retornar à unidade penitenciária durante a noite.

Como surgiu a suspeita?
A desconfiança começou em 2011 – Dalva era a pessoa aconselhada a quem precisasse de entregar animais para adopção, mas Juliana questionava-se como é que uma só pessoa conseguia ajudar mais animais do que uma organização. Dalva, confrontada por Juliana Bussab, dizia que conseguia suportar os custos, porque tinha “uma pensão boa” e também fabricava sabonetes artesanais.

“Eu sei quanto custa manter um abrigo, e ela nunca foi ligada a nenhuma organização, nada”, conta Bussab. Foi isso que a levou a dar o alerta: “Cuidado com a Dalva.” Uma conhecida de Juliana não recebeu o seu aviso e entregou 16 gatinhos que tinha resgatado a Dalva da Silva no início de 2012. Assim que soube, Juliana telefonou a Dalva e pediu a devolução dos animais, mas ela recusou, dizendo que já os tinha enviado de São Paulo para uma residência que tinha no Paraná. A voluntária, incrédula, perguntou-lhe como é que o fizera em menos de 24 horas, já que as duas cidades distam cerca de 800 quilómetros. Dalva ameaçou-a e Juliana decidiu contratar um detective privado.


Inicialmente, pensavam que ela os abandonava ou vendia ilegalmente. Quando passaram a vigiar a sua casa, o detective Edson Criado apercebeu-se de que muitos animais entravam, mas nenhum saía.

O que saía de sua casa em abundância eram sacos do lixo. O detective contratado diz que abriu alguns desses sacos que Dalva trazia para fora, enquanto olhava atentamente em redor, e encontrou gatos mortos, enrolados em jornal. Mais tarde, o detective e a organização de resgate de animais aperceberam-se que uma das pequenas cadelas que tinha sido entregue a Dalva durante a tarde, com um laço rosa, era a mesma que estava num dos sacos, ainda com o lacinho ao pescoço – tanto o momento da entrega como o da cadela embrulhada no saco ficaram registados em fotografias.

Juliana sentiu-se destroçada e sabe que não foi a única a sentir-se assim: “Não se esquece aquilo.” Nos 22 dias em que Dalva foi vigiada, o detective viu que a mulher tinha recebido em sua casa cerca de 300 animais.

No parecer jurídico do Tribunal de Justiça de São Paulo, emitido no final do ano passado, é ainda referido que a arguida utilizou cetamina, uma substância nociva tanto à saúde humana como ao ambiente, nos animais, sem que tivesse licença de compra, suspeitando-se que a tenha conseguido de forma clandestina — o que agravou a sua condenação. Ainda que o fármaco fosse usado, a morte era resultante das várias “perfurações nos grandes vasos e no coração”. Uma das cadelas apresentava 18 perfurações por todo o corpo.

A arguida referiu que os animais se encontravam em fase terminal e que os matava para acabar com o seu sofrimento – mas as autoridades apuraram que se tratava de animais saudáveis. O tribunal decretou que a arguida “agiu com deliberada intenção” de magoar os animais.

“Quando o caso se tornou público, as pessoas comentavam: ‘Deve ser uma velhinha louca.’ Mas não era. Dalva tinha 42 anos, era viúva de um médico, morava num bairro nobre, numa casa grande, tinha uma filha na universidade. Era uma pessoa que, teoricamente, tinha uma vida confortável e regrada. Ninguém imaginava que, por trás disso, ela cometia aqueles actos”, disse à Universa o advogado e voluntário na associação Adopte Um Gatinho Rodrigo Carneiro, que acompanhou as declarações de Dalva em tribunal. “Acredito que ela matava por prazer”, concluiu.

FONTE: publico.pt

3/18/2018

Ativistas pedem afastamento de prefeito de Igaracy, PB, após morte de cães

O pessoal de Igaracy não vai dar mole..... parabéns à todos pelo empenho..... Leiam nosso dossiê sobre o assunto AQUI .
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Ativistas da Organização Não Governamental (ONG) Anjos da Proteção Animal (APA) protocolaram um documento junto ao Ministério Público Estadual da Paraíba e à Câmara Municipal de Igaracy, no Sertão, pedindo o afastamento do prefeito da cidade, José Carneiro Almeida. O pedido da ONG é para que o gestor fique afastado do cargo até que sejam concluídas as investigações sobre a matança de mais de 30 cães em Igaracy, fato ocorrido no último dia 6.

O pedido da APA, ONG com sede em Fortaleza, Ceará, mas com atuação em várias partes do mundo, foi protocolado no MPPB na última quarta-feira (14) e na Câmara Municipal, nessa última quinta-feira (16). De acordo com a presidente da ONG, Stefani Rodrigues, ela tomou conhecimento do crime por meio das redes sociais e se juntou com outros ativistas para pedir que os órgãos competentes investiguem se o prefeito da cidade teve algum envolvimento com a morte dos animais.

A matança dos cães foi revelada após denúncias feitas por moradores de Igaracy e ganhou grande repercussão. De acordo com as denúncias, a prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde, ordenou a morte dos animais alegando que eles estavam abandonados nas ruas, apresentando perfil violento e com doenças.

“Acreditamos que ele também é responsável pelo que aconteceu. Queremos que os fatos sejam apurados e exigimos que todos os protocolos e os exames que comprovem se esses animais estavam realmente doentes sejam apresentados. Também questionamos a forma como eles foram transportados, em pau de arara. Ficou clara a situação de maus tratos”, comentou a presidente da ONG.

A assessoria de comunicação do prefeito José Carneiro Almeida informou que ainda não tomou conhecimento dessa documentação entregue ao Ministério Público nem à Câmara Municipal. Entretanto, a assessoria disse que o prefeito não teve conhecimento do procedimento e que está colaborando com as investigações. 

Atendendo a uma recomendação do Ministério Público, a prefeitura de Igaracy exonerou, no último dia 9, José Carlos Maia do cargo de secretário de Saúde do município e o afastou da função de médico veterinário até que as investigações sobre o caso sejam concluídas.

Em responta sobre o documento apresentado à Câmara Municipal, o presidente do poder legislativo da cidade, o vereador Geraldo Antas, disse que o pedido vai ser analisado pelo departamento jurídico. Ele disse ainda que a audiência pública solicitada pela OAB-PB deve ser realizada pela Câmara Municipal até o dia 5 de abril.

Crime é investigado pelo MP, Polícia Civil e CRMV
A Polícia Civil investiga se os animais foram mortos de forma cruel. O Ministério Público da Paraíba também está investigando o caso e o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV) realizou fiscalizações no município de Igaracy e apura a conduta de José Carlos Maia, que também é médico veterinário, para adotar as medidas administrativas cabíveis e punir o  responsável de acordo com as normas que regem a profissão.

Fonte: G1 Paraíba

3/10/2018

Vereador, agora de Divinópolis, quer promover outra matança de animais abandonados - MG

Será que virou moda? se bem que este caso aqui, temos ONG´s atuantes no pedaço que já deu uma chacoalhada neste tal vereador e até na Prefeitura que já se pronunciou. A desculpa do moço é ridícula.... Leiam na segunda matéria que estou replicando abaixo.... Ah, acompanhem a atualização do massacre de cães feito pela Prefeitura de Igaracy.
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Vereador mineiro é criticado após ameaçar recolher e sacrificar animais: ’emporcalhando nossa cidade’
O Movimento Mineiro em Defesa dos Animais (MMDA) questiona um pronunciamento do vereador Ademir Silva (PSD) de Divinópolis, na região Centro-Oeste de Minas. Durante uma sessão plenária o parlamentar mandou um aviso para moradores que possuem cães, gatos e outros bichos.

Silva orientou que todos tomem mais cuidados e não deixem que os animais fiquem nas ruas. Segundo ele, um caminhão realizará o recolhimento dos bichos. “O caminhão já está pronto. Ele passou por uma reforma e daqui uns dias estará passando pelas ruas recolhendo os animais, que por estarem soltos acabam causando acidentes”, disse.

Em um dos pontos mais criticados, Ademir afirma que após o recolhimento os animais serão levados após uma semana para outra cidade e por lá serão sacrificados. “Cuide bem do seu animal senão ele será pego e você vai precisar ir até Formiga. Se ninguém for lá buscar outras providências serão tomadas, como o sacrifício”, afirmou.

Na sua última fala ele mandou um recado direcionada aos donos dos animais. “Aqueles que gostam dos animais tomem cuidado, deixando-os em lugar adequado. Pois eles não poderão ficar nas vias públicas emporcalhando nossa cidade”, disse.

Movimento baseia em lei
Ao repudiar a fala do parlamentar, o MMDA baseia-se em uma Lei Estadual que estabelece a proteção dos animais. Entre os principais pontos está a proibição do sacrifício de cães e gatos para controle populacional no Estado.  Para repudiar a fala de Ademir e solicitar punições os movimentos já foram ao Ministério Público de Minas Gerais e ao Grupo Especial de Defesa da Fauna. Além disso pedem ao Partido Social Democrático (PSD) que se posicione contra a fala.

Fonte: BHAZ
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Vereador Ademir silva gera polêmica ao falar sobre sacrifício de animais em Divinópolis

Ao falar sobre a operação "Pega Animal", o edil causou estranhamento nas ONGs da cidade
O discurso do vereador Ademir Silva (PSD) na tarde desta quinta-feira (08) na Câmara de Divinópolis acabou gerando grande repercussão nas redes sociais. Quando falava sobre uma operação "Pega Animal", o edil deu a entender que os animais seriam sacrificados, causando estranhamento.

A Sociedade Protetora dos Animais de Divinópolis (SPAD), divulgou então, em suas redes, o vídeo do vereador com a seguinte legenda: "Queremos mais informações sobre essa suposta operação "Pega Animal". Que animais? Por que levá-los para Formiga? Sacrifício? Eutanásia como medida de controle populacional é crime! Os animais são culpados pela irresponsabilidade dos donos? Os protetores aguardam respostas!"

Após polêmicas geradas, o vereador explicou novamente a proposta e afirmou que não é a favor de sacrifício de animais. Em vídeo publicado no Facebook do grupo Ação Política de Divinópolis, ele diz: "No meu pronunciamento de ontem eu falei sobre o caminhão que o Galileu está reformando e arrumando e reformando para a captura dos animais de grande porte da nossa cidade. São bois e cavalos que vivem na nossa cidade causando acidantes e colocando em risco a vida dos nossos munícipes. estou aqui hoje para esclarecer os problemas. Galileu vai fazer a captura e levar os animais para um curral e eu fiz esse pronunciamento para alertar os donos dos animais para quando sentir falta deles que vá para o curral para buscá-los."

Prefeitura 
A Prefeitura de Divinópolis, após a repercussão do discurso de Ademir, divulgou uma nota oficial afirmando não ter nenhum projeto para recolhimento de cães e gatos nas ruas da cidade para sacrifício.  "Toda e qualquer ação ligada aos animais de pequeno porte são feitos através da Vigilância em Saúde com o acompanhamento de autoridades e sociedade organizada", afirma a nota.

3/09/2018

Atualização sobre o caso dos cães mortos pela Prefeitura de Igaracy

Em 11/03/18 - Continuem acompanhando no Facebook da ONG Clube Quatro Patas
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Hoje às 12:20hs:
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Nós publicamos ontem sobre esta matança onde o nojento do secretario de saúde disse que tinha matado os animais como manda as normas do Conselho Federal de Veterinária. Pois bem, pelo jeito foi mentira. O vídeo abaixo mostra os cães mortos por pauladas. 

Estou publicando, também, vídeo mostrando alguns jovens que foram na Câmara de Vereadores protestar sobre esta crueldade. Agora, não deixem de ouvir ao final o que fala o motorista da carrocinha que recolheu os animais..... Que bandido!!!!! ele considera "trabalho" matar animais......
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Cães de rua são recolhidos, trancados e mortos com tiros e pauladas na cidade de Igaracy, no sertão da Paraíba
O pedido feito via ofício número 01/2018 do vereador na cidade de Igaracy, Damião Clementino da Silva, para que o secretário de saúde do município tomasse providências com relação aos animais de rua, em especial cães, se transformou em crime perante as leis vigentes no Brasil. De acordo com relatos de cidadãos, fotos e imagens feitas, a Secretaria de Saúde do Município de Iagaracy, sertão da Paraíba, determinou o recolhimento dos cães que perambulavam pelas ruas. A coleta foi feita em uma camionete com carroceria gradeada e com dois funcionários realizando a tarefa de recolhimento.

O que parecia impossível de acontecer, porém se transformou em algo grotesco, desumano, insensível e crime horripilante, acabou sendo registrado no pequeno município, pois os animais foram assassinados a tiros e pauladas dentro de um prédio abandonado. Alguns cidadãos relataram via grupos em redes sociais, Facebook e WhatsApp, que os animais seriam transferidos para a cidade de Patos para passarem por tratamento no canil municipal, no entanto, todos os cães recolhidos, sadios e doentes, foram mortos cruelmente. O crime é previsto na Lei Federal nº 9.605/1998, amparado também na Constituição Federal.

Republiquei o vídeo original tentando clarear um pouco pois estava muito escuro
Republiquei o vídeo original tentando clarear um pouco pois estava muito escuro
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Áudio que nos foi enviado por protetora e que estou tentando pegar o original. É de um radialista chamado Antonio Malvino que reproduz as palavras do motorista da carrocinha. Olha o que o imbecil fala..... 


3/08/2018

Moradores de Igaracy denunciam matança de cães realizada por prefeitura - PB

Que nojo, né mesmo? agora, a jornalista mete o pau neste país inteiro sobre como se tratam os animais. Vale a pena ver o vídeo..... Fiquei toda arrepiada....
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Mais de 30 cachorros são sacrificados por prefeitura em Igaracy, Sertão da PB
Secretário de Saúde diz que animais foram mortos porque estavam abandonados nas ruas e com doenças.
Mais de 30 cachorros foram sacrificados pela prefeitura no município de Igaracy, no Sertão paraibano, na terça-feira (6). De acordo com o secretário de Saúde do município, José Carlos Maia, o motivo é que os animais estavam abandonados nas ruas, com perfil violento e com doenças.

Os animais passaram por procedimento de eutanásia, a partir da aplicação de medicamentos pela Prefeitura Municipal e pelo próprio secretário José Carlos, que também é veterinário. O secretário alega que a medida foi tomada porque o município não tinha outra destinação para os animais em situação de doença abandonados na rua e que todos estavam com quadro de doenças em processo terminal.

No dia 1º de março, o vereador Damião Clementino da Silva requereu na Câmara Municipal de Igaracy providências sobre a situação dos animais. Porém, o parlamentar afirmou que o pedido foi de buscar solução para o caso e não para que os animais fossem mortos.

Uma comissão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) seccional de Piancó deve investigar o caso. O presidente da Comissão de Direito Animal da OAB na Paraíba (OAB-PB), Francisco Garcia, explicou que o ato não poderia ter sido feito considerando a legislação atual e que vão ser cobradas explicações ao município.

"A lei nº 13.426 de 2017 impede que haja a prática da eutanásia como meio de controle populacional de cães e gatos e a lei 9.605 de 1998 [conhecida pela lei dos crimes ambientais] proíbe expressamente os maus tratos contra animais, tipificando essa prática como crime. Para que essa medida aconteça legalmente existe a necessidade de laudos médicos veterinários, atestando a gravidade da doença em cada um dos animais submetidos à eutanásia, e ainda assim, só é autorizada se não houver tratamento clínico para cura da doença", ressaltou.


3/04/2018

Matança de macacos é tema de audiência pública na Alerj

Com isto, o Brasil entrou para o grupo dos países que possuem um povo bárbaro já que foi publicado na maioria dos jornais do mundo.... Lamentável!!!!
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Mais de 300 animais foram encontrados mortos no estado em menos de dois meses; primatas não transmitem febre amarela, alerta campanha

Seis macacos foram encontrados mortos por dia no estado do Rio este ano. Ao todo, já são 325 animais mortos nos primeiros 52 dias de 2018, destes 170 foram recolhidos apenas na capital fluminense. A maior parte é vítima de agressão humana, como espancamento e envenenamento.

Para a Vigilância Sanitária, os animais estão sendo vítimas de um massacre impulsionado pelo medo do avanço da febre amarela no estado. Porém, o órgão alerta que “o macaco não é só vítima, mas um grande aliado no combate à doença”. Este é o tema da campanha lançada pela instituição para tentar sensibilizar a população sobre a matança dos primatas.

O número de animais encontrados mortos entre 1º de janeiro e 21 de fevereiro deste ano já ultrapassou o total registrado durante o primeiro semestre de 2017. A matança dos animais tem preocupado as autoridades e é tema de uma audiência pública realizada nesta quarta-feira (28), na Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio).

O assunto será debatido pela Comissão Especial de Defesa, Proteção e Direito dos Animais da Alerj, com participação de integrantes da Subsecretaria de Vigilância, Fiscalização Sanitária e Controle de Zoonoses da Prefeitura do Rio, além de representantes de ONGs de proteção aos animais e pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).

O presidente da comissão, deputado Carlos Osorio (PSDB), destacou que matar animais silvestres é crime.

— Existe legislação em vigor, tanto federal, quanto estadual que pune a matança de animais da nossa fauna silvestre. Existem espécies em extinção que estão sendo atacadas por falta de informação. Os macacos são tão vítimas quanto os humanos e não transmitem a febre amarela — alertou o parlamentar.

Os macacos, segundo a Vigilância Sanitária, são fundamentais para o monitoramento da febre amarela. A identificação de um animal doente indica em quais áreas o vírus está circulando. Porém, se a matança de primatas continuar, não haverá animais para serem monitorados, dificultando o controle e combate à doença.

De acordo com a Vigilância Sanitária, ainda não foram encontrados animais contaminados no município do Rio. O último balanço da Secretaria Estadual de Saúde, divulgado nesta terça-feira (27), registrava 99 casos da doença no estado, com confirmação de 44 óbitos. O mesmo informe indicava ainda a confirmação de nove primatas por febre amarela.

A campanha da Vigilância Sanitária orienta que as pessoas não toquem em animais encontrados mortos e “acionem os técnicos da área de zoonoses do órgão, por meio da central de atendimento 1746”.

FONTE: R7

Por que a Nova Zelândia está liberando um vírus para matar coelhos

Sinceramente, eu não sei o que humanos tem na cabeça.... Eles criam desequilíbrio no meio ambiente e daí resolvem sempre matando os animais que nada mais são do que vítimas.... E os caras lá falam que o vírus mata em 3 a 4 dias os pobres coelhos.... Estou pegando uma corda pra enforcar nossa espécie....
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A Nova Zelândia está planejando espalhar um vírus para coelhos em uma tentativa de controlar o crescimento da população desses animais. Coelhos selvagens são vistos como uma praga em algumas partes do país, e o vírus, conhecido como RHDV1-K5, será liberado a partir de março.

Grupos de fazendeiros comemoraram a medida, enquanto outros grupos demonstraram preocupação - por exemplo, com os possíveis riscos que a medida pode significar para coelhos de estimação e com o sofrimento dos animais infectados.

Por que os coelhos são um problema na Nova Zelândia?
Os animais começaram a aparecer na Nova Zelândia por volta de 1830, e não é de hoje que criam problemas para fazendeiros. Os coelhos selvagens competem com o gado pelo pasto e danificam a terra com seu hábito de cavar.

De acordo com o Ministério das Indústrias Primárias - MPI, na sigla em inglês (similar a um Ministério da Agricultura) -, coelhos custam uma média de 50 milhões de dólares neozelandeses (cerca de R$ 116 milhões) em perdas de produção e mais de 25 milhões de dólares neozelandeses (R$ 80 milhões) em medidas de controle de pragas.

Como controlar a população de coelhos?
Os principais métodos são a caça, a intoxicação, a fumigação de tocas e, a medida menos drástica, a instalação de cercas "à prova" de coelhos. No entanto, autoridades argumentam que o problema ficou tão grande que essas soluções não são suficientes.

Uma primeira estirpe da doença hemorrágica viral do coelho (RHDV, na sigla em ingês) foi introduzida na Nova Zelândia em 1997. O vírus, que só afeta coelhos e não outros animais, era muito eficiente no início, mas depois de mais de 20 anos, os coelhos se tornaram imunes a ele. O que será lançado no mês que vem é uma nova estirpe coreana, conhecida como RHDV1-K5.

Ela afeta os órgãos internos do animal, causando febres e espasmos, coágulos sanguíneos e problemas respiratórios. De acordo com o MPI, essa estirpe age de maneira mais rápida, matando coelhos em um prazo de apenas dois a quatro dias após a infecção.

Como foi a reação?
As pessoas estão divididas. A Federação de Fazendeiros da Nova Zelândia afirma que a medida traz um "alívio enorme". "Há muitos fazendeiros desesperados por aí", disse o porta-voz Andrew Simpson à BBC. "Se mais um ano passasse sem o uso do vírus, o prejuízo ecológico para algumas propriedades seria incalculável".

Mas Arnja Dale, da Sociedade de Prevenção contra a Crueldade dos Animais, disse que a decisão de liberar o vírus foi muito frustrante, levando em consideração o "sofrimento que isso irá causar para coelhos infectados e o risco que representará para coelhos domesticados". "Nós defendemos o uso de métodos mais humanos", ela disse.

A entidade afirma ainda que a vacina que está disponível para coelhos de estimação não foi "testada de maneira adequada e não tem evidências suficientes de que irá oferecer a proteção necessária a eles."  No entanto, segundo o MPI, coelhos domésticos vacinados estarão a salvo. O órgão afirmou que o RHDV1-K5 foi liberado na Austrália no ano passado sem qualquer relato de problemas de coelhos vacinados morrendo por conta do vírus.

FONTE: BBC

2/16/2018

Prestes a receber a Copa do Mundo, Rússia mata milhares de cães e gatos de rua

Ao final coloquei algumas matérias a respeito do massacre que a Rússia fez em 2014... Gente podre!!!! Tem uma petição a respeito. Assine AQUI. 
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Assim como aconteceu dias antes das Olimpíadas de Inverno de 2014, cidades russas que vão receber os jogos também estão “se livrando” dos animais de rua

A Rússia já está nos últimos preparativos para sediar a 21ª Copa do Mundo da FIFA, que começa no dia 14 de junho de 2018, e receber todos os turistas que vão assistir o evento esportivo e aproveitar para conhecer o país.

Porém, entre esses preparativos, algumas cidades incluíram também diminuir a quantidade de animais que vivem nas ruas. Mas isso não está sendo feito da melhor maneira possível.

De acordo com informações de grupos de resgate de animais, 11 cidades decidiram “se livrar” de milhares de cães e gatos abandonados.

Segundo estimativas, cerca de dois milhões de cães vivem nessas cidades. Porém, muitos deles já desapareceram.

Assim como aconteceu dias antes das Olimpíadas de Inverno em Sótchi em 2014, quando a Rússia foi criticada pelo tratamento dado aos animais abandonados depois que milhares de cães e gatos foram baleados e envenenados, animais de rua voltaram a desaparecer e ser assassinados.

Ainda de acordo com grupos de resgate de animais, cães resgatados também foram levados. Segundo Nadejda Sergueeva, voluntária de um grupo de resgate em Volgograd, eles perderam vários cães em dezembro.

“Em dezembro, havia sete ou oito deles. Todos foram capturados, apesar do fato de que todos tinham coleira. Os guardas nos disseram que ouviram gritos, mas quando eles vieram para verificar, todos os cães já haviam sido carregados na van”, contou Nadejda para a revista francesa Réveil Courrier.

O Presidente da Comissão Parlamentar para a Ecologia e Proteção da Natureza, Vladimir Bourmatov, exigiu, em janeiro deste ano, que o Ministro do Esporte, Pavel Kolobkov, impedisse esses assassinatos.

Apesar de o governo, que está preocupado com a imagem da Rússia no exterior, já ter ordenado que essas cidades anfitriãs criassem novos abrigos de animais para cachorros e gatos de rua, a situação ainda não começou a mudar.

Também bastante procurada para prestar informações e interferir no caso, a FIFA afirmou apenas que: “temos tanto a fazer que não podemos fazer nada sobre isso”.

A Bloody FIFA 2018, uma comunidade criada na internet com a intenção de boicotar o evento na Rússia, criou uma petição pedindo que o presidente Vladimir Putin intervenha e pare os assassinatos.

FONTE: portaldodog
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Matérias que publicamos sobre o massacre que a Rússia fez em 2014 e 2018



1/15/2018

Controle de cães no Iraque à bala



Já publicamos aqui sobre estas milícias contratadas para limpar animais de distritos pobres não só do Iraque mas em toda aquela área do oriente médio..... É covarde e desumano...... Os animais morrem em agonia..... triste mesmo!!!! "Deus, onde estás que não respondes?" já dizia nosso Castro Alves.... Imagens fortes.
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Quando a guerra terminar eles terão onde usar suas balas....

Fonte: LiveLeak

11/09/2017

Patrulha de ONG mostra matança de golfinhos e baleias em ilhas da Dinamarca

A ONG Sea Shepherd Global tem feito de tudo para denunciar e impedir que esta desgraceira continue. Há anos que os ativistas tentam dar um fim a tamanha crueldade contra cetáceos. Se quiser conferir veja nosso dossier CLICANDO AQUI.
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Grupo de 18 voluntários, dividido em seis times, registrou a morte de 634 animais nas Ilhas Faroé, no Atlântico Norte, em operação chamada 'Bloody Fjords'.

Uma patrulha feita por 18 voluntários durante 10 semanas, de junho a setembro deste ano, mostra centenas de mortes de golfinhos e baleias nas Ilhas Faroé, arquipélago da Dinamarca localizado no Atlântico Norte. A operação 'Bloody Fjords' ("Fiordes sagrentos") foi organizada pela ONG Sea Shepherd.

O grupo, com ativistas do Reino Unido e da França, foi dividido em seis equipes em cidades diferentes, abrangendo 19 baías. Durante o período da patrulha, nove caças aos animais foram flagradas, o que resultou na morte de 198 golfinhos e 436 baleias-piloto, um total de 634 animais.


Mortes documentadas
Um dos times criou uma sede em Tórshavn, capital das Ilhas Faroé. Os ativistas gravaram um grindadráp – método de caça em que a comunidade local se dirige em barcos com pedras, ganchos, cordas e facas para cerco aos animais. Em 5 de julho, 70 baleias-piloto foram mortas.

Em 17 de julho, outro grupo gravou um grindadráp. Foram mortas 191 baleias-piloto. Os voluntários também fotografaram, em Klaksvik, essas mesmas baleias em abatimento no dia seguinte. Dois caminhões foram rastreados enquanto transportavam seis baleias-piloto até uma empresa de processamento de peixe na capital.

Na cidade de de Sydrugota, em 25 de julho, a ONG registrou a caça de 16 golfinhos, mortos e abatidos em um galpão próximo. Dez dias depois, uma outra equipe baseada na cidade de Saltangará, gravou a morte de 134 golfinhos e 39 baleias-piloto.


Na capital Tórshavn, pouco mais de um mês do primeiro flagra de grindadráp, em 18 de agosto, mais 61 baleias-piloto foram mortas. Em Skálabotnur, mais 48 golfinhos. Os voluntários documentaram também o abate de uma baleia-piloto adulta que havia sido armazenada em uma caçada anterior.
O último time, com base na cidade de Klaksvík, fotografou e gravou a morte de 46 baleias-piloto no dia 29 de agosto; dois dias depois, outras 29 foram mortas.

Os organizadores da operação explicam que apenas um pequeno número de participantes consegue fotografar e/ou gravar as caças sem restrições, ao se misturar com grupos de turistas visitantes. Segundo a ONG, o ano de 2017 foi um dos mais sangrentos nas Ilhas Faroé: 1691 baleias-piloto e golfinhos foram abatidos em 24 caças.

Atividade legal
A Convenção sobre a Vida Selvagem e os Habitats Naturais da Europa, em vigor desde 1982, classifica as baleias-piloto e todos os cetáceos, o que inclui os golfinhos, como "estritamente protegidos" sem permissão para o abate. Apesar disso e dos protestos de ambientalistas, o abate dos animais não é ilegal nas Ilhas Faroé. Isso ocorre porque o arquipélago não é membro da União Europeia, apenas se remete politicamente à Dinamarca, que controla a defesa, a política externa e a moeda. Segundo a organização Sea Shepherd, a principal razão para as Ilhas não se juntarem à UE é manter a atividade pesqueira.

Fonte: Globo Natureza

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