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6/05/2019

Um dos maiores mercados de carne de cachorro da Coréia do Sul é fechado

Grande vitória!!!!! pelo que tenho notícias a HSI está fazendo um excelente trabalho nesta questão. Parabéns a todos os envolvidos. Não deve ser nada fácil o trabalho de campo para estes ativistas...
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Um notório mercado de carne de cães que serve carne canina resfriada e mantém animais vivos em gaiolas para abate em ordem está sendo fechado. O mercado de carne de cachorro Gupo em Busan,

4/05/2019

Filmagens dentro de um matadouro espanhol vazaram pela internet - IMAGENS FORTES

Deus meu!!!!! responde pra mim: porque você criou humanos capazes de fazer atos tão cruéis e repugnantes? Imagens fortes
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Esta chocante gravação vazada de dentro de um matadouro espanhol mostra animais encharcados de sangue tendo suas gargantas cortadas e sendo desmembradas com cutelos enquanto ainda estão vivos.

Não devemos continuar como animais marcados para abate

Achei interessante este artigo falando sobre o caso da vaca holandesa....
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Recentemente, assistir uma reportagem que abordava a história de uma vaca na Holanda, que se jogou do caminhão que a levava, junto com outras, ao matadouro e passou um mês fugindo pelos bosques, até ser adquirida por ambientalistas que a salvaram do abate.

Formidável a rede de solidariedade que

2/12/2019

Matadouro que abate animais com marretadas nas cabeças é alvo de ação do MP no Pará

Para a justiça reconhecer que os animais estavam sendo mortos com crueldade, imaginem o que acontecia...... 
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Uma ação do Ministério Público do Pará (MPPA) denuncia um matadouro de carne bovina por funcionar de forma irregular em Medicilândia, no centro-oeste do Pará. Os animais, segundo a ação, são abatidos de forma cruel, com marretadas nas cabeças, caracterizando maus-tratos.

O município e o proprietário são alvos da

1/31/2019

Uma vaca prenha escapa do caminhão. Foi resgatada e seu ato poderá salvar outras.

Fico pensando se vai adiantar muito esta lei já que (no caso) o dono ignorou totalmente a gestação de sua vaca e a mandou para o matadouro. Vai fazer o que? esperar a pobre parir e aí vai massacrar seu filhote para poder despachar a pobre mãe para o destino fatal?
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Primeiro, ela salvou a si mesma e seu bebê ainda não nascido, e agora, a vaca Brianna, vai poder salvar outras companheiras grávidas de serem abatidas

10/24/2018

Prefeito Paulo César assina TAC para regularizar matadouro

Gente, precisamos muito ficar a par destas coisas... Olha que absurdo!!!! sem fiscalização... sem nada... imagina como era a matança destes pobres animais.... Revolta qualquer um que tenha estomago.
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O termo foi assinado em decorrência de inquérito aberto que teve o objetivo de aferir as condições ambientais e higiênico-sanitárias do matadouro público do município de Francinópolis.

9/06/2018

ESCÂNDALO: Rumo ao abate, jumentos morrem de fome e sede na Bahia: 'lugar horrível'

Estes chineses desgraçados fazem um monte de maldade no país deles e agora vem pra cá fazer o mesmo? Faz tempo que dei um alô aqui no blog para o pessoal da proteção animal dar uma checada nestes raios de matadouros. Graças a Deus, companheira nossa abriu os trabalhos!!!!! Olha que inferno os bichos estão vivendo..... Cadê o

7/07/2018

Bezerra foge de matadouro e sobrevive por quase um ano na floresta com a ajuda de veado

Olha que história linda....
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A compaixão entre os animais existe, e rendeu à pequena vaca Bonnie muitos anos de vida tranquila, cheia de amor e carinho

Bonnie, uma filhote de vaca, escapou de um matadouro no norte de Nova York, nos Estados Unidos. Todos os moradores da região foram alertados sobre a fuga do animal, mas por quase um ano ela sequer foi avistada – viva ou morta.

Como o inverno naquela parte do estado é extremamente rigoroso e ela estava, em teoria, sozinha na floresta, as pessoas logo ficaram maravilhadas com o instinto de sobrevivência da jovem vaca.

Curiosos para descobrir como Bonnie fazia para se virar sozinha em situação tão adversa e, principalmente, ansiando por capturar o animal, alguns caçadores resolveram instalar câmeras na floresta. Foi então que eles viram que a pequena vaca não estava sozinha. Ela tinha, na realidade, sido “adotada” por uma família de veados, que cuidavam dela como se fosse da mesma espécie.

Becky Bartels, apaixonada por animais e dona da propriedade em que Bonnie se localizava, logo se preocupou com aquela situação. Apesar de achar comovente a compaixão observada, ela ficou também receosa porque sabia que aquilo não perduraria.

Por mais que a filhotinha estivesse se encaixando, a princípio, com os outros animais, algumas questões (como a capacidade de aguentar o frio da floresta cheia de neve) poderiam se tornar um impeditivo não apenas para que ela continuasse fazendo parte daquela família, mas até mesmo um perigo para sua sobrevivência.

Durante todo o inverno, todos os dias, Bartels caminhava pela neve, puxando um trenó, e carregava alimentos e roupas de cama para Bonnie que, a princípio, apenas observava de longe. Estava ainda muito traumatizada com todas as situações horríveis a que foi submetida em seus dias de cativeiro no matadouro e a figura humana a causava arrepios.

Eventualmente, a vaca acabou cedendo: seu coração amoleceu, e à medida em que Bartels tentava se aproximar do animal para salvá-lo, ele ia ficando mais próximo dela também. Bonnie aos poucos aprendeu que gostava muito de cumprimentar Bartels e, é claro, de ganhar carinhos e lanches.

A moça sabia, entretanto, que a sua própria ajuda também não duraria tanto tempo. Foi quando ela decidiu ligar para a organização sem fins lucrativos, a Farm Sanctuary – dedicada a resgatar e cuidar de animais de fazenda maltratados, negligenciados e abandonados, proporcionando-lhes uma casa de vida amorosa onde eles podem relaxar e não se preocupar em ser vistos como comida.

Uma equipe de resgate foi até a propriedade de Bartels e, depois de algumas tentativas, eles conseguiram fazer com que a pequena vaca fosse transferida para a sede da organização. Depois de oito meses na selva com seus amigos veados, Bonnie se adaptou bem ao seu novo lar: fez novos amigos e é regada por todo o cuidado e carinho que ela deseja e merece.

De um passado trágico – que reservava a ela apenas um futuro -, Bonnie, por seu próprio esforço e ajuda de pessoas que dedicam suas vidas para salvar animais, pode enfim experimentar a alegria de ser livre.

Casos como esse mostram que animais não são passivos, e jamais se adequam ou se conformam com o sofrimento vivido em fazendas e matadouros. E que a compaixão entre os animais não apenas existe, como é muito intensa e extensa.

FONTE: Anda

12/26/2017

Designer usa sangue de animais para criar objetos decorativos

Que coisa mais macabra, meu Deus! Estou publicando porque ele faz um depoimento muito válido para nós que lutamos pelo fim da exploração animal. Repare: "Stittgen encontrou um matadouro que se dizia 'ecológico', pois funcionava em parceria com fazendas locais, mas ficou impressionado com a violência da indústria".
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Objetos são 100% constituídos com sangue que seria descartado de matadouros
Você almoçaria em um prato que foi feito com sangue de vaca? Depois de descobrir que milhões de litros de sangue de animais são descartados todos os anos em matadouros, o designer alemão Basse Stittgen teve a inusitada ideia de usar o material para criar objetos variados. A coleção inclui porta-joias, porta-ovos que se encaixam como um totem e até um disco de vinil – que, em vez de música, reproduz os batimentos cardíacos de um porco antes de ser morto.

“O sangue pode significar tantas coisas – a vida, a morte – mas não há noção material para o sangue. É isso que estou explorando. Ele pode realmente ser um material?”, analisa o designer em entrevista ao site Dezeen.

Sangue sólido
O fato mais surpreendente é que as peças escuras e sólidas são 100% constituídas a partir do líquido, sem nenhum tipo de aditivo. Stittgen ferve o sangue – em um processo comumente usado na produção de morcela – e deixa o material secando por alguns dias.

Então, o pó resultante é aquecido e pressionado, e as propriedades de cola da proteína albumina permitem que ela aja como um agente de ligação. O material resultante é um biopolímero de base proteica.

Em entrevista à Vice Creators, o designer revelou que drenou parte de seu próprio sangue para fazer os primeiros testes. Um amigo médico o ajudou com a ação, e ele cozinhou a substância por horas em uma panela. Como Stittgen não poderia ser a única fonte da matéria-prima dos objetos, ele foi à procura de matadouros para conseguir sangue de animais. “Milhões de litros de sangue são jogados fora, mas não vemos isso porque os matadores estão fora da cidade”, afirmou.

Stittgen encontrou um matadouro que se dizia “ecológico”, pois funcionava em parceria com fazendas locais, mas ficou impressionado com a violência da indústria. O objetivo do designer é, agora, zerar o desperdício de sangue animal no local, utilizando-o para criar objetos.

“Eu sou consumidor de produtos de carne, então ir para o matadouro coletar sangue eu mesmo foi um importante passo para mim”, explicou ele ao Dezeen. “Esse é um biomaterial, mas é um biomaterial que sai de um setor realmente grande que está ligado a muita negatividade e violência. Para trabalhar com esse material como designer, tive que ver animais sendo mortos”.

Alternativa ao desperdício?
O designer afirma que as reações de seus amigos veganos e vegetarianos foram surpreendentemente positivas. “Em última análise, eu não teria inventado essa ideia se a situação já não existisse”, disse ele. ao Dezeen. Stittgen acredita que, se o estigma ao redor do sangue for superado, seu projeto poderia ser facilmente aplicado em maior escala.

“O sangue é algo realmente valioso, muito precioso, mas na realidade da indústria dos matadouros, é um desperdício gigantesco. Temos que trabalhar com isso de alguma forma”, opina.

O projeto foi apresentado em outubro deste ano na mostra de graduação do instituto de arte e educação Design Academy Eindhoven, como parte da Dutch Design Week (DDW) 2017.

FONTE: gazetadopovo

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