RECEBA NOSSOS BOLETINS DIÁRIOS

Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lixo. Mostrar todas as postagens

6/17/2019

Tartarugas são vistas na Praia do Leme, no Rio de Janeiro

A gente nota logo no início do vídeo que uma tartaruga abocanha lixo e cospe  em seguida. Tomara que elas aprendam a diferenciar alimento desta lixarada que existem nos oceanos.
----------------------- 
Crescimento da conscientização sobre preservação das espécies marinhas faz com que animais percam medo da aproximação de humanos, diz oceanógrafo.

4/10/2019

O que fazer com o lixo que a China parou de comprar

Gente, isto é para ser pensado muito seriamente........
----------------
A fumaça tóxica que paira sobre o pequeno vilarejo de Jenjarom, nos arredores da capital da Malásia, Kuala Lumpur, é especialmente densa à noite, quando as usinas de reciclagem perto dali começam a derreter lixo plástico.

12/15/2018

Árvore de Natal de 9 metros é montada com lixo recolhido do mar em Ubatuba

Olha que tristeza, minha gente!!!!!! mas é uma manifestação impactante..... Quando o homem vai tomar vergonha na cara?
-------------
Objetivo da ação é tentar conscientizar moradores e turistas sobre os danos ao meio ambiente e aos animais causados pelo descarte irregular.

Uma árvore de Natal de nove metros de altura decorada com lixo recolhido do mar

12/08/2018

Lacre plástico faz golfinho em extinção morrer de fome na costa de SP

Que estrago os homens estão fazendo nas águas, ares e terras, não? Temos 12 anos para iniciar o fim dos tempos..... Minha Santa, me leva para Plutão antes disto?
------------------
No sistema digestório do animal, encontrado em Praia Grande, no litoral paulista, também foram encontrados plásticos, informou instituto.
Uma toninha (Pontoporia blainvillei), espécie de golfinho de menor porte, foi encontrada com um lacre que a impedia de se alimentar, próximo à orla de Praia Grande, no litoral de São Paulo. Segundo

9/15/2018

Voluntário recolhe lixo da Lagoa de Jacarepaguá e alerta para a importância da preservação do meio ambiente

Gente, é um exemplo que deveríamos todos seguir.... Tem tanta gente que mora naquelas bandas de Jacarepaguá e Barra que bem podia dar ma força ao Zé da Lagoa que além do trabalho voluntário, ainda cata latinhas para comprar gasolina para o motor do barquinho que ele mesmo fez...... Dose!!!!! onde andam a Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura e os órgãos estaduais?

7/30/2018

Tartaruga visita mergulhador enquanto outra é atendida por biólogos

Este primeiro vídeo é de 2011 e o outro 2016. Mas, a coisa continua do mesmo jeito.... tartarugas gentis e afetuosas são caçadas para serem vendidas a restaurantes enquanto outras são atendidas por biólogos na tentativa de salvá-las retirando lixo dos seus estômagos..... Muito triste ... É preciso a sociedade civil se conscientizar do lixo que humanos provocam no planeta.... Mandem para amigos, vizinhos e parentes para ajudar nesta campanha....

4/14/2018

Autópsia revela 29 quilos de lixo em corpo de baleia encalhada

Que tristeza mesmo!!!!! Estamos matando tudo com este lixo fabricado por humanos..... Que todos os anjos do céu atuem na conscientização humana sobre o mal que promovem neste planeta lindo que vivemos.....
-------------
Material provocou infecção da membrana abdominal, causando a morte do animal

A morte de uma baleia cachalote na Espanha mostrou ao mundo o impacto dos resíduos plásticos na vida marinha. A autópsia do animal, encontrado em fevereiro encalhado numa praia próxima ao Farol do Cabo de Palos, na cidade de Cartagena, na Região Autônoma de Múrcia, revelou a presença de 29 quilos de lixo plástico em seu trato digestivo, que, segundo os especialistas, provocaram a morte do cetáceo.

Segundo pesquisadores do Centro de Recuperação da Fauna Silvestre El Valle, responsáveis pela autópsia, o sistema digestivo da baleia - um jovem macho com cerca de 10 metros de comprimento pesando 6,5 toneladas - tentou expulsar parte do lixo ingerido provocando lesões no intestino, que levaram a um quadro de peritonite, uma inflamação da membrana que reveste os órgãos abdominais.

Entre o material encontrado no estômago e no intestino da baleia estavam sacos plásticos, cordas, restos de redes de pesca e até um tambor, entre outros objetos que não são digeridos e acabam se acumulando. Sensibilizada pelo incidente, a secretária de Meio Ambiente da região de Múrcia, Consuelo Rosauro, anunciou a criação de uma campanha de conscientização para alertar a população sobre os danos do plástico à vida marinha.

"A presença de plásticos em mares e oceanos é uma das maiores ameaças para a conservação da fauna silvestre em todo o mundo, já que muitos animais ficam presos no lixo ou ingerem grandes quantidades de plástico que acabam provocando a morte", afirmou Rosauro. "E a Região de Múrcia não está alheia a este problema que devemos atacar por meio de ações de limpeza e, sobretudo, de conscientização dos cidadãos".

Um relatório recente produzido pela Fundação Ellen MacArthur alerta que sem medidas efetivas para evitar que o plástico chegue ao mar, em 2050 os oceanos terão mais plástico que peixes. Atualmente, a estimativa é que ao menos 8 milhões de toneladas de plástico sejam despejadas no mar, o equivalente a um caminhão de lixo por minuto.

Os animais de grande porte, como baleias, golfinhos, tubarões e tartarugas, correm o risco de ficarem presos no lixo, mas também de serem contaminados pela ingestão do plástico. Cientistas estão particularmente preocupados com o microplástico, partículas com menos de cinco milímetros de diâmetro, que são ingeridas em grande quantidade. Além do risco de intoxicação, o acúmulo de plástico no sistema digestivo dos animais dá a falsa sensação de saciedade, fazendo com que eles comam menos que o necessário e acabem sofrendo de desnutrição.

As baleias cachalotes estão entre os maiores animais do planeta, alcançando 18 metros comprimento e 57 toneladas. O nome científico Physeter macrocephalus se refere a uma característica peculiar: a espécie possui o maior cérebro entre todos os animais que vivem ou já viveram no planeta, pensando, em média, cerca de 7 quilos em indivíduos adultos.

Segundo a Lista Vermelha da União Internacional para a Conservação da Natureza, a estimativa é que a população de cachalotes no mundo seja de cem mil animais. A espécie está listada como vulnerável.

FONTE: gazetaonline

3/21/2018

Como acabar com o lixo nos oceanos?

De todos os lados chegam alertas sobre a degeneração que acontece em todo planeta......
-------------
A pesca fantasma captura e fere mais de 136 mil animais marinhos todos os anos.
A grande quantidade de lixo nos oceanos é um problema global que afeta as pessoas, a vida marinha e todo o ecossistema. Todos os anos, mais de 8 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU). Se nada for feito, até 2050 teremos mais toneladas de plástico do que de peixes nos mares.

"O lixo nos mares é uma questão extremamente complexa, com várias fontes. Em termos gerais, a gente convencionou dizer que cerca de 80% do lixo que a gente encontra no mar vem do continente e 20% vem de fontes marinhas", explica o oceanógrafo Alexander Turra, "Na estrada, você normalmente vê pessoas jogando resíduos para fora dos carros. Teve um dado recente que estimou que nos primeiros 200 km da Castelo Branco, aqui perto de São Paulo,  são retirados cerca de 1.5 toneladas por mês de resíduos. Se você multiplicar isso por todas as estradas que chegam e saem de São Paulo, você tem mais de 10 toneladas por mês, que podem chegar no mar".

"O problema não é o plástico em si", diz o presidente da Plastivida, Miguel Bahiense Neto, "se eu substituísse os plásticos por qualquer outra matéria prima, esses produtos teriam certamente o mesmo destino, porque o comportamento inadequado do cidadão, a falta de uma coleta seletiva adequada oferecida pela prefeitura ou mesmo indústrias que não estão preparadas para reciclar os materiais, terminam causando um problema de não ter destinação adequada para aquele resíduo e o impacto é inevitável, ele vai ficar no meio ambiente".

O excesso de lixo pode prejudicar e até levar animais marinhos à morte, inclusive as aves. Segundo a ONU, 99% das aves marinhas terão ingerido algum tipo de plástico até 2050 . Esse aprisionamento de animais marinhos em petrechos de pesca abandonados, perdidos ou descartados, é chamado de pesca fantasma.

"A gente estima que são 70% de todo o lixo no mar são esses petrechos. Por ano, 640 mil toneladas de petrechos são jogados nos oceanos . Isso tem um impacto na vida marinha incomensurável. São mais de 136 mil baleias, golfinhos, tartarugas, que são presas por esses petrechos todos os anos. Isso gera danos aos animais como amputações, estrangulamentos e muitos podem passar meses ou até anos presos nesses petrechos até virem à morte por fome ou então por afogamento", conta Helena Pavese, diretora executiva da ONG World Animal Protection.

"O problema é muito complexo e é por isso que ele é difícil de resolver sem impacto na sociedade que envolva esses diferentes atores ou responsáveis por essa questão. Não é só a indústria, não é só o governo, não é só o cidadão, é todo mundo junto. Então, todos esses entes, desde o produtor inicial da resina até quem consome precisa ser envolvido nessa discussão", diz Turra.

Miguel complementa, "A sociedade é uma parte importante nesse processo, para que a gente colete o plástico pós-uso e dê uma nova vida para ele através da reciclagem. Dessa forma a gente consegue recuperar ou reviver os grandes benefícios que os plásticos oferecem à própria sociedade em um ciclo fechado, que hoje chamamos de economia circula r".

"Se a gente ficar esperando para atacar a questão do lixo nos mares, a gente vai continuar tendo muito lixo ainda em 2050 e 2100. A gente tem que olhar essa situação com a gravidade que ela tem e atacar todas as frentes possíveis, mas sem desconsiderar a importância da gestão dos resíduos sólidos, que aparentemente é crucial", comenta Turra.

FONTE: terra

3/08/2018

Cachorro encontrado tremendo dentro de lata de lixo é resgatado

Com este frio que anda pela Europa, o pobrezinho devia estar sofrendo muito. Graças a Deus, deu tudo certo e ele já está abrigado.
-----------
O animal foi levado para um abrigo, onde foi aquecido, recebeu todos os cuidados necessários e ganhou uma cama quentinha para descansar

Os cachorros abandonados ou que já nasceram nas ruas acabam tendo que fuçar o lixo para tentar encontrar algo para comer. Porém, ver um cachorro largado dentro de uma lata de lixo é de partir o coração ainda mais.

Foi assim, triste e tremendo de frio dentro de uma lata de lixo que um cachorrinho foi encontrado em um parque no Reino Unido durante uma manhã muito gelada de fevereiro.

Ao serem informados sobre o caso através de um funcionário do parque, imediatamente socorristas da Birmingham Dogs Home, abrigo que resgata e cuida de animais na Inglaterra, foram até o local buscar o cachorro.

Apesar de já terem visto muita coisa triste relacionada aos animais, os socorristas ficaram muito tocados com a cena que viram a encontrarem o cachorro. Ninguém sabe dizer se ele foi abandonado ou se já vivia nas ruas e nem se ele conseguiu entrar no lixo sozinho ou se foi colocado por alguém. Todos só sabiam o que podiam ver, que o cão precisava de ajuda.

O animal foi imediatamente levado para o abrigo, onde ele foi aquecido, recebeu todos os cuidados necessários, foi vacinado e alimentado. No local também foi comprovado que ele não tinha microchip de identificação e tem cerca de um ano e meio de idade, ainda um filhote.

Depois dos primeiros cuidados, o cão ganhou uma cama quentinha onde ele pode descansar de forma bem confortável e assistido por pessoas que estão lhe dando muito amor. Agora, o cãozinho já está bem melhor e já está até brincando na neve.

FONTE: portaldodog

3/04/2018

As 15 esculturas fantásticas feitas totalmente com coisas que ninguém mais quer

Todos sabem que sou ligada à toda arte que use animais de forma a promovê-lo..... Então, pára tudo e aprecie estas obras espetaculares!! 
--------------
O artista urbano português Artur Bordalo cria belas esculturas de animais utilizando um material pouco ortodoxo: lixo.

Bordalo recupera resíduos da rua a fim de retratar a natureza com os elementos que a ameaçam.

Embora tenha começado sua obra em Portugal, Bordalo já fez esculturas por todo o mundo. Suas últimas viagens apresentam paradas na Estônia e nos EUA.

Confira alguns de seus trabalhos mais interessantes:














FONTE: hypescience

2/27/2018

Análise: O impacto dos canudos plásticos descartáveis nos oceanos

Tem gente que acha que este negócio de colocar a culpa no governo é incompetência de quem reclama. Tem horas que concordo plenamente, mas, o que fazer sem grana suficiente para encarar estas grandes industrias de plástico? Só o governo mesmo..... só que ele não quer..... não interessa....
------------
As partículas de microplástico podem ser ingeridas por espécies de interesse econômico e contaminar animais utilizados como alimento pela espécie humana

Os canudos plásticos descartáveis são produzidos a partir do polipropileno ou do poliestireno. Devido ao fato de serem produzidos a partir destes derivados de petróleo podem ser necessários até 400 anos para que se decomponham. Como outros materiais, chegam aos oceanos devido ao descarte inadequado, sendo carregados pelos ventos ou pelas chuvas para os rios ou diretamente para o mar.

Estima-se que 10 milhões de toneladas de materiais plásticos cheguem aos oceanos anualmente, sendo que destes mais de 100 mil toneladas sejam de canudos plásticos descartáveis. No mar acabam sendo ingeridos por animais, tanto inteiros como fragmentados em pedaços de diversos tamanhos, até mesmo como partículas muito pequenas, os microplásticos. Estes podem, até, dependendo da sua quantidade e densidade, obstruir a passagem da luz e interferir no processo da fotossíntese das algas.

Quando ingeridos inteiros, podem obstruir as vias aéreas ou o tubo digestório e prejudicar as funções vitais dos animais, podendo, até, levá-los à morte.

As partículas de microplástico podem ser ingeridas por espécies de interesse econômico e contaminar animais utilizados como alimento pela espécie humana. Para que os canudos plásticos descartáveis não cheguem ao ambiente marinho é necessário que estes, caso sejam utilizados, sejam descartados adequadamente e destinados à reciclagem.

Os canudos descartáveis feitos de plásticos podem ser substituídos por canudos descartáveis de papel, que se decompõem rapidamente, ou por canudos não descartáveis, produzidos em bambu, vidro ou metal e disponíveis no mercado.Embora o uso de um canudo não seja necessário para que se possa ingerir qualquer bebida, muitas pessoas o utilizam por uma questão de higiene, para não tocar com seus lábios o copo, a lata ou a garrafa da bebida.

E este foi um dos motivos de popularização deste tipo de utensílio por ter sido utilizado como um equipamento de prevenção de doenças contagiosas (não que a prevenção fosse necessariamente efetiva).

*Cláudio Gonçalves Tiago é pesquisador do Centro de Biologia Marinha (Cebimar-USP).

FONTE: oglobo

2/11/2018

Ultrassonografias revelam lixo no aparelho digestivo de seis tartarugas em reabilitação no Gremar

O aparelho vai facilitar e retirada do lixo de dentro dos bichos do mar..... Legal, mas, o motivo dos bichos ficarem com o estomago cheio de detritos é por causa humana..... O homem não se manca que está destruindo o mundo...
------------
Nos últimos dias o Instituto Gremar realizou mais uma série de avaliações ultrassonográficas celomáticas através do plastrão em tartarugas marinhas em reabilitação. A ação é parte do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS)

O exame, pioneiro no Brasil, permite visualizar as estruturas internas do corpo de animais a partir do eco gerado por ondas ultrassônicas de alta frequência emitidas pelo aparelho.

Na estrutura corporal das tartarugas marinhas, o plastrão (parte de baixo do casco, que se une à carapaça por uma ponte óssea) é a região que possibilita o diagnóstico mais preciso. Aliado aos exames de rotina, ele é de extrema importância para a definição do tratamento em casos mais delicados.

Os resultados apontaram a presença de lixo no sistema digestivo das seis tartarugas da examinadas- todas da espécie Chelonia mydas -, principalmente pedaços de sacolas plásticas. Tais resíduos causam obstruções, prejudicam o funcionamento do intestino e podem levá-las a óbito.

“Lamentavelmente quase 100% dos animais que examino chegam nessa condição e já com o escore corporal baixíssimo. Tão longevos, acabam tendo as vidas abreviadas na juventude pelas mãos humanas”, comenta a médica veterinária Mariella Baldini, parceira do Gremar.

Educação ambiental
O Gremar realiza palestras para alunos das redes de ensino municipal e estadual em toda Baixada Santista, com temáticas voltadas à conscientização ambiental, preservação do ambiente marinho, principais espécies que habitam a região e a importância do descarte adequado do lixo. Frequentemente também leva tais informações às praias, com colocação de estande em locais de maior circulação de banhistas, compartilhando informações, expondo animais taxidermizados e promovendo mutirões de limpeza.

Além disso, atua em prontidão 24h. Em caso de avistamento de animal marinho encalhado, ferido ou morto, o acionamento pode ser feito pelo telefone 0800-642-3341.

PMP-BS
O Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS) é uma atividade desenvolvida para o atendimento de condicionante do licenciamento ambiental federal das atividades da Petrobras de produção e escoamento de petróleo e gás natural no Pólo Pré-Sal da Bacia de Santos, conduzido pelo IBAMA.

Seu objetivo é avaliar os possíveis impactos das atividades de produção e escoamento de petróleo sobre as aves, tartarugas e mamíferos marinhos, através do monitoramento das praias e do atendimento veterinário aos animais vivos debilitados e coleta dos mortos.

FONTE: segs

1/13/2018

Crocodilo preso com pneu no pescoço por dois anos está perto de morrer

Mais um caso de poluição que atinge o mundo inteiro devido ao excesso de população humana. Vejam o pobre animal preso por um pneu no pescoço.....  Minha Santa da Lixarada Humana dá um jeito nisto?
-------
Por quase dois anos, um crocodilo na Indonésia vive com um pneu preso ao pescoço.
O pobre crocodilo foi manchado várias vezes pelo rio Palu enquanto se banhava nas águas, impetuamente preso em um pneu pesando vários quilos. As observações chegam até 2016, onde o animal foi visto ofegando por ar.

A história dolorosa tocou muitos habitantes locais, que às vezes param no rio para olhar para ele. A história chamou a atenção dos meios de comunicação internacionais na quinta-feira (11 de janeiro).

Vários vídeos mostram que o animal se move lentamente nas águas de Palu. Os conservacionistas acreditam que o pneu está matando lentamente o réptil de 4m de comprimento.

Muitas pessoas tentaram se aproximar do réptil para ajudá-lo a se livrar do pneu, mas todas as tentativas falharam. Funcionários usaram tranquilizantes e iscas, mas sem sucesso. Não está claro como ficou preso no pescoço do crocodilo em primeiro lugar, mas o pneu pode ameaçar sua vida se o animal não puder ser alcançado. O relógio agora está passando, pois o réptil ainda está crescendo e logo pode ser estrangulado por seu trágico colar de borracha.

Uma agência de conservação tentará agora criar uma armadilha para pegar o croc e liberá-lo da prisão circular antes que seja tarde demais. "No ano passado, vimos que ainda há espaço suficiente para que o pescoço do crocodilo se mova", disse um porta-voz chamado Haruna à AFP. "Mas não vamos esperar até que o pneu estrangular o animal. Vamos resgatá-lo".

No entanto, a agência não tem o equipamento adequado para resgatar o crocodilo e está lutando para localizar sua posição exata no rio. "Definitivamente vamos salvar o crocodilo, mas ao mesmo tempo eu também preciso considerar a segurança dos meus homens", acrescentou Haruna .

Esta história infeliz ilustra uma vez mais como o desperdício humano afeta outros seres vivos.

Resíduos plásticos afligem as águas e praias de quase todos os países. Frascos, sacos, isqueiros e pacotes de cerveja descartados estão formando ilhas no Oceano Pacífico, nas margens de Honduras. Fotografia Caroline Power capturou imagens chocantes que revelam o quão mal são os hábitos de reciclagem. "Foi devastador e doentio. Abaixou minha fé na humanidade", disse Power na época.

No Quênia, a vida de centenas de tartarugas marinhas também está em jogo. Estes répteis muitas vezes confundem os resíduos de plástico nas praias para comer e acabam com o estômago entupido. Um "hospital" de emergência formado pela associação veterinária Local Ocean tem feito o melhor para tentar salvar os animais antes de morrerem de oclusão ou implodir.

Fonte: IBTimes

Pescador no litoral de SP 'fisga' montanha de lixo no mar

Não estou falando pra ninguém comer peixe, mas sim para mostrar o estado que anda o litoral de SP que não deve ser diferente daqui do Rio de Janeiro.... Estamos perdidos, minha gente!!!!!
----------
Uma pescaria inusitada feita por um grupo em Praia Grande, no litoral de São Paulo, causou revolta entre moradores e especialistas. O vídeo, obtido pelo G1 na tarde desta sexta-feira (12), mostra uma rede de arrasto sendo retirada do mar. O problema é que, em vez de peixes, os pescadores deram de cara com uma montanha de lixo.

As imagens, gravadas pelos próprios pescadores, ganharam grande repercussão nas redes sociais. No vídeo, um dos homens dentro do barco se revolta e desabafa. "Aqui é Praia Grande. Estamos na Vila Tupi. Para não falarem que estamos mentindo, puxei o arrasto e olha o presente que a 'paulistada' deixou. Pra não falar que é mentira, é só olhar a rede pendurada. Nada de peixe, nada de camarão, só lixo. É revoltante".

As imagens repercutiram rapidamente e causaram preocupação na população em especialistas. O médico veterinário e coordenador geral do Instituto Biopesca, Rodrigo del Rio do Valle, explica que o lixo encontrado no mar afeta o equilíbrio do meio-ambiente. "Como tudo está relacionado, se um organismo entra em desequilíbrio, acaba afetando os outros".

De acordo com ele, um dos maiores vilões é o plástico, devido à quantidade descartada e o tempo de decoposição. Um dos problemas é que os animais marítimos ingerem o lixo por acidente ou por confundirem com alimentos. "A composição do plástico também pode liberar substâncias tóxicas que poluem o oceano. Isso também afeta os animais".

Um dos animais marinhos que podem ser encontrados em Praia Grande são as tartarugas-verde (Chelonia mydas). De acordo com informações do Instituto Biopesca, mais de 90% de seres da espécie encontrados mortos apresentam vestígios de lixo no sistema digestivo, como sacolas plásticas, papéis de bala e chiclete. Esses resíduos podem causar inflamações no estômago e intestino e perfuração de órgãos.

Os dados são alarmantes. Entre agosto de 2015 e 11 de janeiro de 2018, o Biopesca recolheu 2.986 animais marinhos mortos em Praia Grande, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe. "Todos precisam se conscientizar, porque todo o lixo descartado pode ir parar no oceano".

Questionada sobre a limpeza das praias e do mar, a Prefeitura de Praia Grande afirmou que a cidade tem característica de ser um local com população flutuante, uma vez que o Município recebe cerca de 3 milhões de turistas na temporada de verão, o que faz com que todas as ofertas de serviços públicos tenham que ser redobradas, como a limpeza urbana.

A Administração Municipal ainda afirma que o serviço intensificado de limpeza da orla teve início no dia 15 de dezembro com ampliação no número de funcionários e maquinários, além de colocação de novas caçambas para o descarte de lixo. A limpeza da praia é feita diariamente por uma equipe de aproximadamente 300 funcionários, 15 máquinas e 20 caminhões. Além disso, foram instalados na orla caçambas de 1000 litros, com uma distância aproximada de 100 metros entre elas.

Além da manutenção, a Prefeitura se preocupa com a conscientização. Por meio do programa Praia Limpa dá Pé, os agentes orientam turistas e moradores para que não descartem os resíduos na faixa de areia. Até 14 de fevereiro, a Operação Verão no Clima também conscientizará sobre a responsabilidade de cada cidadão pela geração e descarte de lixo nas áreas de lazer e nas areias.

Fonte:G1 Santos

1/10/2018

Animal de 'aparência estranha' resgatado de lixo na Califórnia era ursinha

Gente, olha pobrezinha...
-----------
Filhote foi tratada de sarna e segue se recuperando.

Um animal com uma "aparência estranha" achado em um lixo no estado americano da Califórnia era uma ursa filhote que perdeu seu pelo por causa da sarna, segundo uma entidade de defesa dos animais.

O grupo Bear League, de Homewood, informou que um grupo de moradores resgatou o animal do lixo no mês passado sem saber do que se tratava e o trouxe para a entidade, que descobriu que ela era uma filhote de urso.

Ela foi tratada de sarna durante uma semana e se recuperou.

Segundo o grupo, casos como esse ocorrem quando a mãe ursa é morta e os filhotes têm que sobreviver sozinhos. Eles têm o sistema imunológico prejudicado, sucumbem à sarna e têm seu crescimento prejudicado.

O grupo ainda está cuidando da ursinha, para decidir se ela poderá ser devolvida à natureza.

FONTE: G1

12/28/2017

Cachorro é abandonado no meio do lixo e gera revolta nas redes sociais

Minha Nossa, eu que amo velhinhos pensa no que estou sentindo... Está com uma ong companheira de causa, graças a Deus.... e lá terá a atenção que o nojento do seu dono não lhe deu....
----------
Um cachorro foi encontrado abandonado em meio ao lixo na cidade de Umuarama. A situação gerou revolta nas redes sociais.

O animal, que está velho e bastante debilitado, foi encontrado pelo funcionário de um posto de gasolina. O homem ficou revoltado com o fato de uma pessoa ter estacionado o carro no local e descartado lixo na região do Lago Aratimbó. Quando foi jogar o lixo no local correto, ele encontrou o cachorro dentro de uma caixa de papelão.

O cachorro foi recolhido pela Sociedade de Amparo Animais de Umuarama (Saau) e a responsável pela entidade denunciou a situação nas redes sociais. “Então é Natal... e o que você fez... Jogou seu cachorrinho velho e doente junto com o lixo que não te servia mais! A Saau recolheu e aqui ele receberá um tratamento digno!”.


“Quando os animais ficam velhos ninguém quer, mas é nesse momento que eles mais precisam de cuidado”, lamentou a presidente da Saau, Ana Polaquini. Ela destaca que no fim do ano, os casos de abandono dos animais aumentam. Nas últimas semanas, a instituição recebeu em média 20 ligações por dia de pessoas que querem se desfazer dos bichinhos.

“O pessoal liga aqui e diz que não querem mais o cachorro porque vão viajar e não vai ficar ninguém em casa, porque vão se mudar e até mesmo porque vão receber visitas para as festas. E tem gente que quer se desfazer de três, quatro cachorros de uma só vez”, afirma. O canil da Saau abriga cerca de 1.400 animais e está lotado. Por dia eles consomem mais de 300 Kg de ração.

Interessados em colaborar com a instituição podem entrar em contato pelo telefone (44) 98432-8357.

FONTE: massanews

11/05/2017

O gigantesco 'mar de lixo' no Caribe com plástico, animais mortos e até corpos

Gente do Céu!!!!! olha o absurdo que está rolando.... Pior que tudo por irresponsabilidade dos governos de dois países.... Agora ninguém quer gastar dinheiro para limpar a lixarada, né mesmo? As fotos são impressionantes e acho que isto é um problema que todos devem pressionar as autoridades para resolverem.
------

Camada de lixo que tem flutuado entre as costas da Guatemala e de Honduras vem causando tensão entre os dois países, que tentam descobrir uma solução para o problema.

Camada de lixo que tem flutuado entre as costas da Guatemala e de Honduras vem causando tensão entre os dois países, que tentam descobrir uma solução para o problema. Latas, potes, talheres de plástico, roupas velhas, seringas e até animais mortos... Essa é a cena típica de qualquer lixeira. Mas esta não uma lixeira qualquer.

Trata-se de uma ilha de lixo que flutua no Mar do Caribe, entre as costas de Honduras e Guatemala, um camada de objetos descartados que periodicamente chega às praias e que, ultimamente, tornou-se uma fonte de tensão nas relações bilaterais entre os dois países.

Embora não seja um fenômeno novo, ele é desconhecido de grande parte da comunidade internacional. Até por isso, as imagens do "mar de lixo" no norte de Honduras viralizaram nas redes sociais nas últimas semanas.

A fotógrafa britânica Caroline Power publicou várias fotos que mostravam as águas próximas à ilha turística de Roatán, cobertas de uma massa de detritos de todos os tipos.

Após a publicação das fotos e a chegada do lixo flutuante em vários municípios da costa norte hondurenha, ambos os governos realizaram uma reunião para discutir possíveis soluções para o imbróglio que se estende há mais de três anos, de acordo com as autoridades locais. Mas as conversas ficaram mais tensas em um ponto fundamental: quem é o principal responsável pelos derramamentos?

De um lado, Honduras acusa seu vizinho de causar a poluição que atinge as praias de Omoa, Puerto Cortés e as Ilhas da Baía. Do outro, a Guatemala diz que é o país vizinho que derrama o lixo que o afeta. Após as reuniões bilaterais, o governo de Tegucigalpa deu a seu vizinho guatemalteco cinco semanas para controlar os vazamentos. Caso contrário, dizem, eles recorrerão a organizações e tratados internacionais.

Os efeitos
Carlos Fonseca vive há 60 anos na comunidade de Travesía, no município de Puerto Cortés, no norte de Honduras, e diz que há alguns anos passou a ser rotina limpar o lixo que chega à sua casa.

"Nas estações chuvosas, limpamos logo cedo e à tarde está cheio de lixo de novo, como se não tivéssemos feito nada. São pilhas e pilhas de lixo por todos os lados", conta à BBC Mundo.

Fonseca diz que são os vizinhos que, na maioria dos casos, são encarregados de limpar o lixo que chega à praia, ante a passividade das autoridades municipais.

"É uma situação infeliz, porque é lixo, traz doenças. Não sei se é daqui ou da Guatemala, mas para a gente é um pesadelo", diz ele.

José Antonio Galdames, ministro dos Recursos Naturais e Meio Ambiente de Honduras, disse à BBC que o problema do lixo que chega ao país está se tornando "insustentável" não só para o município de Omoa, um dos mais afetados, mas também para algumas ilhas e praias que constituem alguns dos principais destinos turísticos da nação centro-americana.

Na opinião do ministro, a presença de detritos flutuantes tem um impacto negativo em quatro dimensões básicas, pois gera danos ambientais, ecológicos, econômicos e de saúde.

"As pessoas não querem ir à praia porque têm medo da contaminação. Não é bom se deitar em uma areia onde você coloca suas costas e há uma agulha embaixo, ou você entra na água e fica com medo de encontrar algo contaminado", afirma.

Ian Drysdale, engenheiro ambiental que coordena uma iniciativa para a proteção do Sistema Arrecifal Mesoamericano, garante que essa barreira de coral, a segunda maior do mundo, é uma das principais afetadas pelo lixo.

"Devido aos movimentos das correntes marinhas, isso pode ter um impacto negativo em toda a barreira, tanto na parte que pertence a Honduras quanto na que pertence à Guatemala. Eu já encontrei lixo diversas vezes na região dos recifes de coral", conta à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Atrás do 'culpado'
Mas de onde vem tanto lixo?
Galdames diz que por trás da poluição atual está o lixo que arrasa o rio Motagua, que atravessa a maior parte da Guatemala e desemboca em Honduras.

"A maior parte da bacia do Motagua está no lado guatemalteco. Dos 95 municípios que estão ao longo do rio, 27 estão despejando resíduos sólidos. Nós temos apenas 3 municípios que fazem fronteira com o rio. Por isso, 86% das descargas provêm deles", diz o ministro hondurenho.

Ele acrescenta que, quando as autoridades de seu ministério realizam inspeções, geralmente encontram objetos escritos "Made in Guatemala".

Mas isso, afirma, não é o pior.

"Estamos recebendo roupas, plástico, lixo hospitalar, objetos manchados com sangue, agulhas, seringas, animais e até mesmo corpos humanos", diz.

A versão do ministro indica que, na ausência de aterros na maioria dessas comunidades na Guatemala, na época de chuvas, a água drena o lixo para o rio, que o leva ao mar e depois, pelo movimento das correntes marinhas, se move para alguns municípios e ilhas de Honduras.

Rafael Maldonado, do Centro de Ação Jurídica Ambiental e Social da Guatemala, apoia essa teoria e acrescenta que, por trás dessa situação, há políticas equivocadas de sucessivos governos do país. "A responsabilidade por este conflito do lixo é do governo guatemalteco, que durante anos evitou tomar medidas para evitar novos despejos nos rios", diz ele.

De acordo com o especialista, para evitar o investimento público milionário para criar um sistema capaz de evitar que o lixo termine nos rios, as autoridades da Guatemala adiam desde 2006 um regulamento para evitar a contaminação do Caribe.

"O que está acontecendo em Honduras é o resultado de uma má gestão ambiental na Guatemala. Honduras está recebendo o lixo de grande parte da Guatemala, incluindo a capital, que despeja seu lixo no rio Motagua e o leva para o mar. Isso acontece há anos e os governos não deram qualquer importância para não ter que fazer o investimento necessário", diz ele.

No entanto, o Ministro do Meio Ambiente da Guatemala, Sydney Alexander Samuels, considera que seu país está tomando as medidas necessárias para controlar os despejos no Caribe e garante que os rios hondurenhos são os principais responsáveis pela atual situação.

"As acusações só levam em conta a parte da Guatemala. Eles também devem considerar o que estão fazendo. Eles têm um rio lá, o Chamelecón, que é praticamente um esgoto de Puerto Cortés e San Pedro Sula. A maior parte do lixo que chegou a Roatán é de Honduras", disse ele à BBC Mundo.

Samuels sustenta que seu governo nunca recebeu informações sobre a citada descoberta de corpos humanos entre no lixo transportado pelo rio.

"Eu nunca ouvi falar de cadáveres humanos lá. Se for esse o caso, teria que ser investigado de onde eles vieram. Eu não tinha ouvido isso", diz ele.

"Sim, nós contaminamos o Mar do Caribe através do rio Motagua. Mas eu esclareço que não é só o Motagua, mas também Chamelecón e Ulúa (dois rios de Honduras), e também asseguro que no próximo ano já não estaremos transportando lixo para esse mar, pois teremos toda a infraestrutura para que isso não aconteça", afirma.

O engenheiro ambiental consultado pela BBC, por outro lado, também acredita que Honduras tem responsabilidade no atual "mar de lixo".

"Há muitas comunidades em Honduras que não tem nem sequer um caminhão para coletar o lixo. A gente despeja o lixo nos rios e mais de 80% dos rios hondurenhos fluem para o Mar do Caribe. Esse costume de culpar o outro pela sua responsabilidade é muito comum. Acho que o problema do lixo é de todos", diz ele.

Pressões e soluções
Além da disputa em torno das responsabilidades, outro tema que gera polêmica entre os dois países são as possíveis soluções para essa situação.

O ministro do Meio Ambiente de Honduras, embora não queira ignorar o trabalho do país vizinho para conter o despejo, questiona que as propostas da Guatemala estão orientadas "a médio e longo prazo".

"Eles estão falando sobre as soluções que entrarão em vigor em 2018. Mas nós pedimos para que eles tomem medidas imediatas: limpar os rios, limpar as praias, parar de jogar o lixo nos rios e fechar os despejos clandestinos. E que estabeleçam um sistema de alerta precoce para que possamos estar preparados para saber que o lixo chegará", diz ele.

"Não estamos à procura de problemas, não estamos à procura de ações judiciais. Estamos procurando responsabilidades comuns, mas diferenciadas, esse é o princípio. Se você tiver responsabilidade em 86% dessa bacia, deve ser sua responsabilidade procurar uma solução", acrescenta.

Galdames afirma que, se ele não receber uma resposta positiva até o final de novembro, seu país tomará medidas antes das organizações internacionais.

"Se eles não fizerem nada em cinco semanas, nos reservamos o direito de proceder de acordo com o estabelecido nos acordos internacionais que existem em águas marítimas, áreas de fronteira compartilhada e todos os acordos internacionais relacionados à proteção da diversidade biológica", diz.

Mas do lado guatemalteco, medidas imediatas não são contempladas.

"Eu acredito que não há moral aqui para estar falando sobre isso que eles vão processar a Guatemala ou que eles querem compensação, como eles tentaram mencionar, porque eu acredito que os rios deles são os que estão despejando. Nós já estamos agindo e vamos resolver esse problema até agosto do ano que vem. Não sei o que Honduras está fazendo. Honduras não está fazendo absolutamente nada", disse o ministro Samuels.

"Com que moral eles vêm nos dizer que querem medidas de curto prazo. O que eles querem? Concretamente, não há respostas. O curto prazo é agosto de 2018. Eles não têm nada, nem curto, nem médio, nem longo ou qualquer coisa. Essa é a questão que precisa ser esclarecida", acrescenta.

Mas enquanto o fim da disputa sobre o despejo de lixo entre os dois países ainda é incerto e se contemplam soluções a nível governamental, um rio silencioso de lixo flutuante continua a chegar às praias de Honduras.

"Agora, chegou uma frente fria e isso vai trazer mais chuva. E sabemos que quando chove a praia fica cheia de lixo. É assim há anos", diz Carlos Fonseca, da comunidade de Travesía.

FONTE: Terra

EM DESTAQUE


Licença Creative Commons

"O GRITO DO BICHO"

é licenciado sob uma Licença

Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas

 

SAIBA MAIS


Copyright 2007 © Fala Bicho

▪ All rights reserved ▪