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9/13/2018

Cães com leishmaniose são recolhidos por Centro de Zoonoses em Arapiraca, AL

Gente, olha as imagens deste vídeo..... que dó dos animais .... donos entregam os animais envolvidos pelos argumentos dos agentes sanitários..... Quem acredita que eles fazem contra-prova como o diretor do CCZ disse? Como serão mortos estes pobres sem que ninguém acompanhe nada? Deus tenha piedade deles....
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8/21/2018

Extermínio de cachorros com suspeita de leishmaniose é suspenso na Capital - SC

É isto mesmo!!!! os donos devem reagir e fazer sua contraprova...
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Três cadelas ganharam sobrevida graças a decisão do Tribunal de Justiça que determinou a suspensão de processo de eutanásia até o julgamento final de recurso, período em que será analisado se os animais são de fato portadores de leishmaniose, doença infectocontagiosa que acomete homens e animais.

5/03/2018

SAÚDE ANIMAL: Projeto em Bauru usa as coleiras Scalibor para pesquisa de combate à leishmaniose

Uma das coisas que mais tenho orgulho como ativista da luta em defesa dos animais, é dos meus patrocinadores e da qualidade dos seus produtos. Nossa ONG não só tem uma relação comercial com as empresas, mas, principalmente, uma relação afetiva de pessoas que fazem o bem aos animais. Sou muito grata a MSD Saúde Animal, fabricante da Coleira Scalibor, pelo apoio que nos dá para realização do nosso trabalho.
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Pesquisa de combate à leishmaniose em cães implantada em Bauru chama atenção da Nasa
Projeto desenvolvido pelo veterinário Ricardo Luiz Cortez propõe o uso de coleiras antiparasitárias em animais com a doença para evitar a contaminação. Segundo ele, alternativa pode ser mais eficaz e ética, quando comparada com a eutanásia.

O mês de abril marcou o início de um novo projeto em prol do bem-estar animal em Bauru (SP). Chamado de "Encoleiramento Inverso", o projeto desenvolvido pelo veterinário e Diretor do Centro de Controle de Zoonoses, Luiz Ricardo Cortez, visa combater a leishmaniose sem eutanasiar os cães infectados. A iniciativa inovadora chamou até a atenção de um dos pesquisadores da Nasa que esteve na cidade para conhecer de perto como funciona o projeto.

A ação, que conta com o apoio da Prefeitura de Bauru, do Centro de Controle de Zoonoses e da Unesp de Presidente Prudente e tem ainda a parceria com a Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e o Instituto Adolf Lutz, é considerada pioneira em todo o país, pois propõe uma nova possibilidade de proteção contra a doença com o encoleiramento dos animais contaminados. Portanto, uma alternativa para evitar a necessidade da eutanásia.

Isto se dá, segundo Cortez, pois a substância chamada deltrametrina presente na coleira, possui duas ações: uma como repelente, mantendo longe o mosquito-palha, transmissor da leishmaniose; e outra como inseticida, agindo como controlador do mosquito, não deixando que ele pique o animal infectado e transmita o protozoário para um animal sadio.

"A coleira em um animal sadio tem a função de deixar longe o mosquito transmissor da leishmania. Quando você coloca a coleira em um animal infectado, ela cumpre a mesma função. Além, claro, da inseticida. Contribuindo para manter o mosquito longe e, assim, prevenir a contaminação de outros animais", explica o veterinário idealizador do projeto. Segundo o Secretário de Saúde, José Eduardo Fogolin, o projeto pode ser o começo de algo que venha a mudar políticas públicas nacionais.


"Através desse estudo e do trabalho de campo que já está sendo realizado, podemos levar à outros níveis a discussão a respeito da leishmaniose no Brasil, chegando até a um patamar nacional", diz. Além da questão de saúde pública, Luiz Ricardo Cortez destaca a importância do projeto para o bem-estar animal. "Nós como veterinários não queremos eutanasiar animais que estão bem, ativos e felizes. O veterinário tem que salvar vidas. E é isso que estamos fazendo. Estamos usando a preservação da vida como fator criador de políticas públicas", relata o veterinário.

Levando em consideração a importância da implantação do projeto, uma vez que pode trazer grandes benefícios para a diminuição dos casos de leishmaniose tanto em cães, quanto em humanos na cidade, a prefeitura disponibilizou uma quantidade de coleiras para serem distribuídas em determinados bairros de Bauru, seguindo o cronograma proposto pelo projeto.

Encoleiramento em Bauru
Inicialmente, o projeto tem como objetivo avaliar os resultados de dois bairros de Bauru, podendo expandir futuramente. Os locais escolhidos, em um primeiro momento, são o núcleo Gasparini e bairro Isaura Pitta Garms. Segundo Luiz Ricardo Cortez, a área atendida será expandida futuramente.

As equipes percorreram as ruas coletando amostras de sangue de todos os cães, para testar a presença de leishmania. Após alguns casos serem confirmados, os organizadores do projeto decidiram separar os casos em dois grupos.

Os cães do núcleo Gasparini, não receberão a coleira. Dessa forma, será possível averiguar os dados sem o encoleiramento. Já os cães do bairro Isaura Pitta Garms receberão a coleira antiparasitária. Assim, os pesquisadores podem determinar a eficácia do uso do produto em animais diagnosticados com a doença.

Desde o início das visitas, Luiz Ricardo Cortez afirma que mais de 90% dos cães infectados foram encoleirados. "Nós não tivemos casos onde o dono se recusou a receber a coleira. Isso mostra o quanto a medida pode ser mais 'simpática' e também ética. Ninguém quer ter que mandar matar seu bichinho", comenta.

O cronograma previsto para o projeto, segundo Luiz, visa encoleirar todos os cães diagnosticados com leishmaniose nas regiões delimitadas e, depois disso, realizar visitar periódicas para averiguar o estado do animal. Isso porque a coleira tem validade de seis meses e, após decorrido esse tempo, precisa ser trocada para que continue eficaz.

Moradores da cidade que não residem nos bairros que são foco do projeto podem adquirir a coleira em pet shops e clínicas veterinárias.

"Projeto que caiu do céu"
A auxiliar de enfermagem, Neide Martins, dona do cachorrinho Menino, considerou o projeto como um grande avanço. O cão foi diagnosticado com leishmaniose e recebeu a coleira do projeto. "Com a coleira, o mosquito não chega. Facilita muito na prevenção da doença. Não consigo imaginar como seria ter que mandar sacrificar o meu Menino. Acho que eu morreria pela metade. Esse projeto caiu do céu", diz.

Apoio da Nasa
O projeto se mostrou tão inovador que chamou a atenção de Jeffrey C. Luvall, cientista da National Aeronautics and Space Administration (Nasa).

O pesquisador veio até Bauru para conhecer as diretrizes do projeto e avaliar em quais aspectos a ajuda da Nasa pode ser útil. Segundo ele, a principal tarefa, inicialmente, é mapear, via satélite, os principais locais da cidade onde há solo propenso para a proliferação do mosquito-palha.

Para isso, será feito um rastreamento com os satélites da Nasa. E, de acordo com os resultados obtidos, será possível definir os locais onde haverá a distribuição das coleiras. O cientista se diz animado com o projeto. Em entrevista ao G1, contou que é a primeira vez que vem ao Brasil para fazer um projeto desse tipo e afirma que a ação pode trazer resultados muito positivos a respeito do combate à leishmaniose.

"Quando as pessoas pensam na Nasa, elas pensam em espaço, foguetes e etc. Mas, a Nasa também faz outros tipos de trabalho. Nesse caso, vamos utilizar nossos satélites para ajudar no projeto de combate a leishmaniose. E isso é muito importante. Estou muito animado para ver os resultados."

FONTE: G1

3/20/2018

Leishmaniose tem tratamento que evita eutanásia de cães

O governo deveria, ao invés de querer matar, facilitar o medicamento para os donos dos animais, não acham? eles pagam remédio pra todo mundo!!!!! se eu tivesse um caso deste com meus bichos entrava com liminar para o governo me dar o medicamento que custa caro demais....
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Medicamento desenvolvido pelo laboratório francês Virbac também impede que o animal seja transmissor da doença.

Diante do surto de leishmaniose constatado em diversas regiões do país, principalmente no Sul e Sudeste, o laboratório francês Virbac, especialista em saúde animal, alerta a população para a possibilidade real de tratamento da doença, sem que o cão precise ser sacrificado – termo popular para eutanásia.

Ainda pouco difundido no Brasil, o tratamento é feito com a administração do único medicamento capaz de conter o avanço da doença. O produto, desenvolvido pela Virbac, teve a comercialização aprovada pelos ministérios da Saúde e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em 2016.

A falta de informação leva a resultados catastróficos. "Muitos animais são levados à eutanásia sem que o tutor do cão sequer seja informado da possibilidade de tratamento", avalia Ricardo Cabral, veterinário da Virbac. A questão se torna ainda mais dramática na medida em que, sem o devido tratamento, o animal infectado pode transmitir leishmaniose a humanos, uma doença que pode levar à morte em até 90% dos casos.

Outro grave problema do país é a ausência de dados oficiais sobre a leishmaniose na maioria dos municípios. Os animais são levados à eutanásia, sem que o poder público seja informado. "Assim, um bairro, uma cidade, ou toda uma região pode estar sendo gravemente impactada pelo avanço da doença, sem que a população saiba dos riscos a que está exposta", afirma o veterinário da Virbac.

O medicamento só pode ser adquirido mediante a prescrição de um veterinário e deve administrado em uma dose diária única de 2 mg/kg durante 28 dias consecutivos. Os animais devem ser reavaliados a cada quatro meses, pois, embora não sejam infectantes, permanecem parasitados pelo resto da vida. Essa reavaliação indicará se há necessidade de um novo ciclo de tratamento.

A miltefosina, princípio ativo do remédio, age na membrana do parasita, provocando sua morte e evitando sua reprodução. "A transmissão ocorre quando as fêmeas do mosquito palha picam cães ou outros animais infectados e depois picam o homem", explica Cabral.

Até a aprovação do medicamento, a recomendação para cães diagnosticados com leishmaniose era a eutanásia. Agora, com o uso do medicamento, o animal poderá obter a cura clínica e epidemiológica, reduzindo significativamente a quantidade de parasitas em seu organismo e, com isso, deixar de ser transmissor da doença.

É importante lembrar que o tratamento dos cães é apenas uma medida necessária para a prevenção da leishmaniose dentro de um conjunto de outras ações. O combate à proliferação do mosquito é fundamental para reduzirmos o número de casos da doença. Isso pode ser feito com a aplicação de medidas simples, que vão desde o uso de repelentes até a limpeza dos quintais e da casa, como retirada das frutas em decomposição, do material orgânico e das folhas que caem das árvores.

FONTE: acritica

1/21/2018

Cães com Leishmaniose ganham direito a tratamento

Continuo lamentando o preço do medicamento.... tem cura, mas, quem pode pagar o preço? muito poucos, né mesmo?
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DIREITO À VIDA: JUSTIÇA GARANTE TRATAMENTO DE CÃO COM LEISHMANIOSE EM VEZ DE EUTANÁSIA

Desde o final de 2016, único medicamento aprovado pelo MAPA é alternativa para animais com LVC que antes eram sacrificados

O cachorro Bolinha, de Pereira Barreto, interior de São Paulo, ganhou na Justiça o direito a viver. O animal foi diagnosticado com Leishmaniose Visceral Canina em 2016, quando o Centro de Controle de Zoonoses da cidade determinou que ele deveria ser sacrificado. Para não se afastar do pet, a família se recusou a entregar o animal e entrou na Justiça, ganhando a causa.

“É muito comum que famílias acabem escondendo seus animais de estimação com Leishmaniose para evitar o sacrifício. Muitos tutores e até mesmo veterinários ainda desconhecem o tratamento que pode garantir a vida dos animais diagnosticados”, explica o veterinário Ricardo Cabral.

Desde o final de 2016, o laboratório francês Virbac, que atua no Brasil há 30 anos, conseguiu aprovação junto aos Ministérios da Saúde e da Agricultura para venda do único medicamento aprovado no País para tratamento da LVC.

Assim como nos seres humanos, o cão tratado não elimina completamente a Leishmania do seu organismo. Isso ocorre basicamente pela capacidade do parasita em se esconder em algumas células e tecidos dos doentes. Apesar disso, o tratamento garante uma redução significativa da quantidade de parasitas e dos sintomas, que podem ser graves. “Isso aumenta a sobrevida e melhora significativamente e qualidade de vida dos cães infectados, além de impedir a transmissão da doença, pois o cão com baixa carga parasitária geralmente não apresenta parasitas na pele. Assim, o mosquito pica e não ingere o parasita, evitando a possibilidade de transmissão da doença”, explica o veterinário.

Por ser uma condição crônica, cães com diagnóstico de leishmaniose precisam ser reavaliados pelo resto da vida, inicialmente a cada quatro meses. A necessidade de repetir os ciclos de tratamento de 28 dias ou não, vai depender dos resultados dos exames realizados pelo médico veterinário.

Além do tratamento dos cães, outras medidas conjuntas são fundamentais para o controle da doença. A zoonose também acomete outros animais, como gatos, roedores e raposas. O combate ao flebótomo, popularmente conhecido como mosquito-palha, inseto responsável pela transmissão da doença, é a forma mais eficaz de controlar sua erradicação. É preciso também investir em ações como manter terrenos limpos e capinados, aparar gramados, retirar matéria orgânica dos ambientes, como folhas, troncos e frutos apodrecidos, embalar e descartar o lixo corretamente.

É importante sempre consultar um médico veterinário para se informar sobre a possibilidade de tratamento com o medicamento da Virbac.

FONTE: jornaldiadia

1/18/2018

Justiça proíbe eutanásia de cachorro diagnosticado com leishmaniose

Estas coisas devem ser muito divulgadas..... O único problema é o preço do tratamento.....
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Dono do animal recusou matar o animal e alegou que tratamento com medicamento era permitido. Prefeitura de Pereira Barreto (SP) afirma que vai recorrer da decisão.

Depois de ser diagnosticado com leishmaniose, o cão de um casal de Pereira Barreto (SP) lutou contra a doença e contra a eutanásia. A medida foi solicitada pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade para evitar a disseminação da doença, a partir de uma portaria que determina a eutanásia em cães infectados.

O caso começou em 2016, quando uma equipe do CCZ constatou a doença no animal, que se chama Bolinha. O dono do animal, que não quis se identificar, recusou entrega-lo à eutanásia, entrou com um pedido na Justiça e informou que o cão poderia ser tratado com um medicamento permitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Ministério da Saúde.

Em nota ao G1 nesta terça-feira (16), a prefeitura de Pereira Barreto disse que ainda não foi notificada da decisão e “tão logo que o setor jurídico da prefeitura for notificado sobre tal decisão, o jurídico irá analisar quais medidas adotar. O mais provável que a prefeitura recorra da decisão, uma vez que a leishmaniose trata-se de um doença que coloca em risco a saúde pública.”

A advogada de defesa do proprietário do cão, Tainá Buschieri, diz que a ação passou a valer no início de 2017. Ela informou que após a apresentação de uma contraprova e de um terceiro exame, o Bolinha passou a ser tratado por um especialista.

“Então acrescentei no processo as novas provas e a portaria do Ministério liberou o uso do medicamento, já que até então só havia o remédio de uso humano. Mesmo assim, na época, a juíza determinou que entregássemos o cachorro para eutanásia. Recorremos da decisão e, agora em dezembro, o tratamento foi autorizado. Na nossa região não havia nenhuma decisão que permitia o tratamento”, afirma.

Ao julgar o recurso, o desembargador José Luiz Gavião de Almeida alegou que a medida restringe a possibilidade de tratamento e é contrária aos princípios constitucionais.

“Há ampla bibliografia científica documentando que o animal soropositivo para LVC, adequadamente tratado, sob supervisão de médico veterinário e protegido pelas medidas de prevenção, não apresenta protozoários na pele, não podendo, portanto, ser considerado infectante para o inseto transmissor, podendo conviver com seres humanos e outros animais. Assim, acolhe-se o pedido do apelante para evitar que o animal seja exterminado, devendo continuar sendo submetido a tratamento junto a médico veterinário, podendo o Poder Público acompanhar o tratamento e auxiliar o requerido, caso necessário, no combate da doença”, disse o desembargador, por meio de assessoria.

A advogada conta que atualmente o animal é medicado, está forte e saudável, sem apresentar sintomas da doença.

“Agora nós temos que aguardar porque cabe recurso da prefeitura, já que a decisão saiu antes do recesso forense”, conclui a advogada.

Casos na cidade
De acordo com a prefeitura de Pereira Barreto, oito pessoas já morreram por conta da doença, no período de 2005 a 2013. No ano passado, a prefeitura afirma que foram registrados 476 casos da doença em animais e dois casos em seres humanos.

FONTE: G1

12/26/2017

Sacrifício de cães só poderá ser realizado a partir de janeiro

Espero que o pessoal conduza bem esta situação..... Que horror!!!! eu já tinha sumido com os bichos.... confiar em justiça? eu, hein..
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Animais com leishmaniose estão abrigados na Seda há quase um ano
Mesmo com a decisão favorável da Justiça à eutanásia em cães com leishmaniose, a prefeitura de Porto Alegre só poderá sacrificar os 12 animais após 25 de janeiro, quando ocorre audiência entre as partes já marcada pela Justiça. Por enquanto, não há definição sobre como se darão as eutanásias.

Os cães estão abrigados, desde o início do ano, no canil da Secretaria Especial dos Direitos Animais (Seda), em espaços telados e separados dos outros animais. A informação é de que passam bem e não têm tido problemas decorrentes da enfermidade. Em maio, o município chegou a contratar uma clínica para fazer o sacrifício e iniciar o transporte até o local. No entanto, diante de protestos de protetores de animais, o procedimento e o contrato foram cancelados.

A deputada estadual Regina Becker Fortunati (Rede), autora do recurso para barrar as eutanásias, aponta que a decisão favorável aos sacrifícios foi embasada nas diretrizes definidas pelo Decreto Federal nº 51.838, de 1963, que estabelece as normas técnicas especiais para o combate às leishmanioses. O texto prevê a eliminação dos animais domésticos doentes. "Infelizmente, é um decreto ainda vigente, em que pese todos os avanços da medicina desde então e as condutas seguidas por outros países", observa. Regina salienta que Brasil e Uruguai são os únicos países a tratar do combate à leishmaniose como algo ligado diretamente ao cão, e não ao mosquito-palha, vetor do protozoário.

O decreto que regeu a decisão, no entanto, está prestes a ser alterado - um grupo de trabalho coordenado pelo Ministério da Saúde e formado por entidades e especialistas da área deve apresentar, em janeiro, o resultado de seus estudos, visando a novas diretrizes de vigilância e manejo de reservatórios da leishmaniose visceral.

Conforme a deputada, já é sabido que o responsável pela doença é o mosquito-palha, que a transmite, e não o cão. "Todos os animais podem servir de reservatório da leishmaniose, exceto o porco e a galinha, e somente o cão é morto. Se uma pessoa contrai a doença, ela será eliminada também?", ironiza.

Cervos seguirão no Pampas Safari

Outro impasse relativo aos direitos animais teve mais uma decisão na semana passada - o abate dos cerca de 300 cervos mantidos no Pampas Safari, em Gravataí, que tinha sido autorizado pela Justiça no final de novembro, voltou a ser proibido. Com isso, os espécimes serão mantidos no local. Os proprietários do parque almejam, desde agosto, vender a carne dos animais e encerrar as atividades do estabelecimento. Justificam o abate também diante da suspeita de tuberculose nos cervos.

A nova decisão foi da juíza Clarides Rahmeier, que considera que o sacrifício só pode ser autorizado mediante comprovação da infecção pela doença. A magistrada ordena, ainda, a criação de uma área para colocar os espécimes saudáveis e outra separada para os com tuberculose. Além disso, estabelece a separação de machos e fêmeas, a fim de controlar a proliferação de uma possível epidemia. A ação civil pública foi movida pelo Movimento Gaúcho de Defesa Animal.

FONTE: jcrs.uol

12/17/2017

Tribunal de Justiça autoriza eutanásia de 12 cães com leishmaniose em Porto Alegre

Mas, eles poderão ser tratados!!!! que gente tacanha..... Sinceramente? eu teria roubado estes animais faz tempo.... tá difícil a gente acreditar na justiça, né não? por isso que resolvo rapidinho as situações.....
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Recurso que buscava barrar a decisão foi rejeitado
O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) rejeitou, por unanimidade, o recurso que buscava barrar a eutanásia de 12 cães portadores de leishmaniose visceral, doença transmissível ao homem. Os animais estão albergados pela Secretaria Especial dos Direitos Animais (SEDA), em Porto Alegre.

A sessão de julgamento foi finalizada na tarde de quinta-feira (14). Os desembargadores Denise Oliveira Cezar e Miguel Ângelo da Silva haviam votado em sessão anterior. O desembargador Francisco José Moesch, que havia pedido vista do processo, votou na tarde de quinta. 

Em 1º de agosto, a desembargadora Denise Oliveira Cezar determinou a suspensão provisória do abate dos cães. A decisão atendia pedido em recurso com efeito suspensivo, formulado pela deputada estadual Regina Becker (Rede).

O agravo pretendia atacar decisão de maio do Juiz da Capital José Antonio Coutinho, liberando a eutanásia, mas só depois de esgotadas as possibilidades de recurso. O argumento é de que não haveria comprovação cabal de contaminação e que, mesmo instalada nos animais, a doença poderia ser tratada.


Leishmaniose
A leishmaniose é transmitida pela picada do mosquito-palha e atinge principalmente cães, mas o inseto infectado também pode picar humanos. A doença não é transmitida diretamente de uma pessoa para outra, nem dos cães para os humanos.

Os sintomas são febre por mais de sete dias, aumento do tamanho do baço e do fígado, acompanhados ou não de palidez e emagrecimento. 


10/31/2017

Moradores questionam o CCZ sobre o recolhimento de animais com leishmaniose - Palmas - TO

A população de Palmas está cobrando o CCZ que tem que matar seus animais.... Quem pode com isto, minha gente? Pior a dó que dá de ver estes animais super bonzinhos que serão mortos talvez por veneno dos seus próprios donos.... Ô, minha Santa Querida... ajuda estes bichos, por favor!!!
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Fonte: G1 Tocantins

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