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10/11/2018

Mulher dá chicotadas em homem que estaria maltratando animal

Olha aqui, este papo de idoso poder fazer o que quer não é bem assim. O "idoso" estava praticando um crime e e mulher apenas reagiu instintivamente diante da covardia do mequetrefe nojento. Ninguém está discutindo ele ganhar a vida explorando o animal, mas, sim o fato dele estar maltratando o animal. Esta gente gosta de passar a mão na

7/03/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Haras na Bahia cria jumentos que valem até R$ 100 mil

Mais uma novidade na exploração animal...
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Pesquisa da Ufba estuda produção de leite de jumenta na Bahia: litro é vendido por R$ 25 em Pernambuco

Do uso como animal de tração e meio de transporte de produtos diversos, o jumento evoluiu para a marcha em exposições nacionais, onde alguns bichos valem até R$ 300 mil. Mas calma, não é qualquer jumento. Uma raça brasileira, surgida em Minas Gerais no século XIX e chamada de jumento pêga, está na Bahia há alguns anos. E o animal, agora, tem a chance de despontar no estado como alternativa econômica para a produção do leite da fêmea, similar ao humano. Um litro de leite de jumenta pode chegar a custar R$ 25.

A viabilidade para a produção desse tipo de leite no estado vem sendo estudada na Universidade Federal da Bahia (Ufba) pelo projeto de pesquisa “Produção, composição e derivados do lácteo do leite asinino”, coordenado pela doutora em Zootecnia Chiara Albano de Araújo Oliveira, dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia.

A pesquisa começou em 2016, após o governo do estado doar 18 jumentos da raça pêga à Ufba. No Brasil, há duas raças de jumento, a “nordestino”, chamada pelo forrozeiro Luiz Gonzaga de “o maior desenvolvimentista do sertão”, e a “pêga”, que também está no Nordeste, mas que possui mais presença em Minas Gerais e São Paulo. Segundo a Associação Brasileira dos Criadores do Jumento Pêga (ABCJPêga), a raça com animais de porte maior e marcha diferenciada é, provavelmente, fruto do cruzamento entre jumentos ibéricos e egípcios.

Em fase inicial, a pesquisa foi desenvolvida de forma experimental na própria Ufba e, há um mês, partiu para campo em uma das maiores fazendas de criação de jumento pêga da Bahia, o Haras Ipiranga, em Itororó, no Centro-Sul da Bahia. Na fazenda há 195 animais, a maioria de fêmeas; os demais são machos reprodutores comprados por até R$ 100 mil.

Veja as diferenças dos tipos de equinos






População
Não há dados seguros sobre a quantidade de jumentos no Brasil. Em 2013, a FAO (braço das Nações Unidas para a agricultura) contabilizou 915 mil asininos, 90% no Nordeste. Já os dados sobre o pêga são registrados pela ABCJPêga, em Belo Horizonte (MG).

São, ao todo, segundo a ABCJPêga, 34.002 jumentos dessa raça no país, sendo 5.484 na Bahia, onde há 35 criadores - que poderão ser diretamente beneficiados com a pesquisa da Ufba. Lá, as jumentas tiveram produção média de 800 ml de leite por dia, numa época de seca e sem estímulo alimentar.

Leite especial
Animais que consomem ração e feno produzem até 2,5 litros por dia em São Paulo com um pouco mais de nutrição. O animal, comendo melhor, vai produzir mais. Se a mãe estiver recebendo ração, vai ter uma produção boa, média de dois litros por dia”, diz a pesquisadora Chiara Albano de Araújo Oliveira.

Essa quantidade de leite, apesar de bem inferior à produção de vacas leiteiras - que chegam até a 25 litros por dia - é compensada pelo preço e pela destinação. “Não é um leite para tomar com café. Ele tem grande apelo nutritivo e é para quem quer algo mais saudável”, observa.

Dentre as propriedades nutricionais diferenciadas, o leite de jumenta apresenta baixa quantidade de proteínas - o que causa menos problemas de alergia - e menos gordura. Porém, tem muito mais lactose (o açúcar presente no leite) que o de vaca, o que é pior para quem tem intolerância à substância.

“Pessoas intolerantes não poderiam consumir o leite cru, e sim fermentado ou por meio de derivados, como iogurte ou queijo”, pondera a pesquisadora. Segundo ela, “o leite de jumenta é gostoso, bastante doce”.

Foco na reprodução
Apesar das propriedades do leite, ele ainda não é o forte da criação do jumento pêga em Itororó, presente há 37 anos. Por lá, a produção do leite ainda não é vista  de forma comercial, uma realidade que se estende a praticamente todos os criadores, de acordo com informações da representação estadual da ABCJPêga.

No haras, os animais são destinados à reprodução de muares (burros e mulas) e evolução da espécie, sobretudo com relação à marcha, uma qualidade que não se vê no jumento nordestino. Ela é fundamental para que o jumento pêga consiga ganhar prêmios em exposições. A marcha eleva o valor do animal, que é vendido comumente para os estados do Pará, Maranhão e Tocantins.

“São animais cujas características favorecem as premiações, o que dá mais valor aos mesmos”, declara o dono do Haras Ipiranga, Sálvio Neri de Andrade, 71 anos, que vê com desconfiança a viabilidade econômica da produção de leite de jumenta no país: “Acho ainda pouca a produção para se tornar rentável”.

O investimento dele, por enquanto, é na melhoria da raça, por meio da aquisição de animais de boa qualidade genética. Entre o ano passado e este ano, ele pagou R$ 136 mil apenas para ficar com um animal emprestado por 15 meses. “Mas, nesse tempo, consegui 62 filhos dele”, conta. Sávio possui mais de 100 troféus em exposições nacionais de jumento pêga.

O presidente da representação estadual da ABCJPêga na Bahia, Emanuel Souza de Andrade, também desconhece interesse de criadores baianos no leite de jumenta.  “Não conheço nenhum produtor que pense em aproveitar o leite de jumenta, mas sei que ele tem um valor alto, talvez devido à raridade. Não é algo que descartamos de que venha a ser feito no estado”.

Médico veterinário da ABCJPêga, Samuel Andrade Pinto acredita que “teriam de ser feitas mais pesquisas para verificar formas de estimular os animais a produzir mais leite, já que as jumentas têm de alimentar o filhote”.

Aproveitamento
No Nordeste, o consumo do leite de jumenta ainda é novidade para muita gente. Mas enquanto os produtores baianos estão desconfiados, ele já vem sendo vendido há mais de 20 anos numa pequena propriedade em Carpina, norte de Pernambuco.

“Jair da Burra”, que recebeu a alcunha por conta da atividade, diz que recebe visitas de pessoas de vários estados. “A maioria dos que compram o leite aqui é de Santa Catarina e São Paulo”, informa Jair Severino da Silva, 40.

Atualmente, ele colhe dez litros de leite por dia, tirados manualmente de dez jumentas. O litro do leite é vendido por R$ 25 - na Europa, custa 20 euros - cerca de R$ 90.

“É o que me tem garantido renda. Sou funcionário público da prefeitura, mas ganho pouco, sou assalariado. O que me garante renda mesmo é a venda do leite de jumenta. Criei meus cinco filhos praticamente com a renda do leite”, garante.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura não possuem regulamentações ou normativas que proíbam ou aprovem a comercialização do leite de jumenta. Mas recomendam que os criadores que usam ou vendem o leite estejam em dia com relação à saúde dos animais.

Queijo a R$ 4,5 mil o quilo
No Brasil, são raros os estudos relacionados ao aproveitamento econômico do leite, da carne e do couro do jumento, como relata um artigo científico publicado em 2015 por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do mesmo estado.

Segundo o estudo, “a criação racional de jumentos, com foco na produção e consumo de leite, é uma alternativa promissora, associado às características biológicas do leite dessa espécie”. Ele diz que é fundamental a implementação de programas de incentivo à criação e preservação dos animais. Especialmente no Semiárido do Nordeste, eles são fundamentais ao desenvolvimento econômico - Luiz Gonzaga estava certo.

Ainda de acordo com o estudo, o leite de jumenta tem tido resultados inclusive como alternativa segura a casos de intolerância alimentar múltipla.

As pesquisas na área não apontam diferenças entre espécies – o leite de jumenta nordestina e o pêga têm qualidades semelhantes, bem parecidas com os das jumentas da Europa. O que fará a diferença mesmo é a alimentação dada ao animal.

Na Europa, já se produz o queijo a partir do leite de jumenta, chamado de “queijo pule”. A produção, em pequena escala – e por isso com valor alto, cerca de mil euros o quilo, ou quase R$ 4.500 –, é feita numa fazenda na Zasavica, a 80 quilômetros de Belgrado, na Sérvia.

Bahia exporta 300 toneladas de carne por mês
Na Bahia, por enquanto, o abate do jumento tem tido viabilidade econômica. Há quase um ano, um frigorífico de Amargosa, no Centro-Sul da Bahia, abate jumentos nordestinos para exportar carne e couro para a China, onde se acredita que a gordura encontrada no couro dos animais tenha propriedades afrodisíacas e rejuvenescedoras – nada comprovado cientificamente. Por mês, são exportadas para o país asiático 300 toneladas de carne de jumento.

O abate dos animais para o consumo da carne e couro tem apoio do governo da Bahia, que, assim como outros estados nordestinos, vê o jumento nativo como um problema social. Ao longo dos anos, ele foi perdendo a sua função na zona rural para motos e equipamentos agrícolas.

Antes de Amargosa, em 2016, o abate de jumentos num frigorífico em Miguel Calmon, no Centro-Norte, chamou a atenção dos noticiários, mas o Ministério Público da Bahia interviu e os abates pararam. O frigorífico não tinha licença ambiental para realizar a atividade.

A pesquisadora da Ufba Chiara Albano de Araújo Oliveira não vê o abate dos jumentos como solução para o problema, o que é corroborado pela ABCJPêga.

A associação diz nunca ter estudado o consumo humano da carne de jumentos, porque “o custo de criação é muito alto para destinar ao consumo humano da sua carne, pele e leite”.

“Com relação à carne, existe resistência de nossa população em consumir carne de equídeos. Outrossim, o preço oferecido pela carne de jumento, mesmo para exportação, é muito baixo comparando com os custos da criação de jumentos pêga”, diz a ABCJPêga.

O aproveitamento do leite da jumenta é encarado pela pesquisadora Chiara Albano como uma forma de fazer com que os pequenos criadores voltem a valorizar o animal que tanto os ajudou.

“O projeto é para proteger os jumentos, para dar valor aos animais. Os abates vão fazer com que os jumentos, que estão em extinção em todo o mundo, desapareçam cada vez mais”, avalia a pesquisadora. 

FONTE: opovo

2/23/2018

Por que continuam nascendo humanos miseráveis?

O que comentar além do flagrante de exploração animal? onde está o respeito pela vida animal? até entendo que humanos usaram os animais nos primórdios da humanidade.... mas, porque, hoje em dia a coisa continua? aliás, na verdade a pergunta certa é: POR QUE CONTINUAM NASCENDO HUMANOS MISERÁVEIS? 
(O vídeo é antigo, mas, não estava registrado em nosso blog)

2/22/2018

Animal preso a poste e debaixo de chuva causa indignação

Pobrezinho.... A droga é que a reportagem não diz o que foi feito para ajudar o animal.... Não se fazem jornalistas como antigamente....
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A cena foi vista na região da Lagoa da Jansen, na tarde deste sábado (17).
SÃO LUÍS - Durante a tarde chuvosa em São Luís, uma cena chamou a atenção de quem passava por um trecho da Lagoa da Jansen. A cena de um jumento abandonado, debaixo de chuva, causou o sentimento de indignação em muitas pessoas.

Para uma das pessoas que presenciaram a cena, a situação é de revolta "Isso é primitivo. Uma pena cenas como essa em uma capital", relata o gestor de marketing Vinícius Moreira.

Até o início da noite deste sábado (17), o animal continuava amarrado a um poste, debaixo de chuva. A cena de animais abandonados por São Luís é cada vez mais frequente. O Imirante.com já divulgou diversas vezes cenas como essa.

Maus tratos contra animais é crime!

Legislação Municipal
O artigo 94 da Lei nº 1.790 de 1968 (Código de Postura do Município de São Luís) determina que é proibida a permanência de animais nas vias públicas. Ainda segundo a legislação municipal, os animais encontrados nas vias, ruas, praças, estradas, ou caminhos públicos serão recolhidos ao depósito da Prefeitura e devem ser retirados no prazo máximo dois dias, mediante pagamento, pelo seu proprietário, de multa e de taxa de manutenção respectiva. Não sendo retirado o animal nesse prazo deverá a Prefeitura efetuar sua venda em hasta pública precedida da necessária publicação.

Crime
Abandonar animal é crime. A Lei de Crimes Ambientais (Lei Nº 9.605 de 1998) determina pena de detenção de três meses a um ano, mais multa, para quem praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. O termo abandono não está no artigo, mas o abandono é uma das condicionantes de maus-tratos, o que também caracteriza crime. Mas a legislação branda não intimida quem comete crimes contra animais e o meio ambiente. Entretanto, grande parte das infrações penais previstas na Lei de Crimes Ambientais possui pena máxima inferior a dois anos, devendo a instauração de Termo Circunstanciado de Ocorrências (TCO) ser considerada e a punição branda não coíbe como deveria a prática de crimes.

O que diz o Código de Trânsito Brasileiro (CTB)?
Abandonar animais na pista é crime previsto no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) com pena de 15 dias a seis meses de detenção, conforme artigo 164 do Código Penal. Segundo a lei, o responsável pelo animal deve arcar com os danos causados ao veículo atingido.

Recolhimento de animais
A Secretaria Municipal de Urbanismo e Habitação (Semurh) disponibiliza dois telefones para denúncias sobre casos de animais abandonados: (98) 98882-5152 e 98894-3487.

FONTE: imirante

12/11/2017

Homem é flagrado mantendo relação sexual com um jumento e vídeo viraliza na web

Minha Nossa!!!! estes doidos ficam soltos por aí....
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Circula nas redes sociais um vídeo de um homem praticando zoofilia com um jumento, em meio a uma praça pública na cidade de Porto do Piauí, a 134 quilômetros de Teresina. Moradores da cidade estão preocupados porque o homem que aparece no vídeo teria transtornos psicológicos e estaria causando riscos à população.

Nil Queiroz, que é de Porto do Piauí, explica: “Ele costuma andar pela cidade sem roupa e todo mundo já sabe quem ele é. Sabe que tem problemas psicológicos, mas ninguém toma nenhuma providência. Esse episódio aí foi com um animal, mas poderia ser com uma criança, um idoso, uma pessoa indefesa. Um cidadão desses, que não tem controle sobre seus atos, pode muito bem cometer um estupro. A população fica apreensiva com isso”, relata Nil.

Ele explica que a postagem que fez no Facebook, compartilhando uma imagem capturada do vídeo, não tinha a intenção de expor o homem, mas de chamar a atenção das autoridades e órgãos competentes.

Em conversa com a reportagem, o delegado titular de Porto, Alisson Landim, disse que a polícia ainda não tomou conhecimento do fato, mas que iria averiguar.

O Portal O Dia procurou o prefeito Dó Bacelar para saber sobre a assistência psicossocial que está sendo oferecida ao homem, mas as ligações não foram atendidas ou então caíram na caixa de mensagem.


Maus tratos a animais é crime

Em conversa com o Portal O Dia, a titular da Delegacia de Prevenção a Crimes contra o Meio Ambiente, delegada Bruna Fontenele, explicou que a zoofilia em si não se constitui como prática criminal, segundo a Legislação Brasileira, mas ela destacou que os maus tratos decorrentes do ato são enquadrados na lei.

“Por se tratar de um crime considerado de baixo potencial ofensivo, ele implica na condução para a delegacia, mas não prevê a restrição da liberdade, ou seja, a prisão do indivíduo. É assinado um Termo Circunstancial de Ocorrência e o acusado pode ser liberado mediante pagamento de uma multa. Mas, mesmo sendo liberado, ele já fica com seu nome fichado e seu histórico criminal manchado com isso”, explica a delegada Bruna.

Ela acrescenta ainda que a multa paga varia conforme a gravidade dos danos causados ao animal e conforme a condição social e financeira do acusado.

FONTE: cidadesemfoco

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