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7/18/2018

E se os humanos desaparecessem da Terra?

Achei super interessante este artigo, principalmente por causa do final..... Juro que eu queria que nossa espécie fosse extinta antes do planeta virar um Mad Max"
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Luzes desligadas, túneis alagados, edifícios destruídos e satélites a cair. Eis algumas das consequências, ao longo do tempo, do desaparecimento dos seres

7/14/2018

A massa da humanidade e seu impacto sobre os outros seres vivos

Por favor, gente querida, não deixem de ler esta matéria...... muito informativa.... e utilíssima para nossa causa.....
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O peso dos seres humanos é maior do que o de todos os mamíferos selvagens somados. Mas não chega perto do peso dos rebanhos de vacas e porcos usados para alimentar a humanidade.

Quando se fala em produção de energia

6/17/2018

SOBREVIVÊNCIA: Animais estão se tornando mais noturnos para evitar os humanos

Animais ainda sobrevivem graças a sua capacidade de sobrevivência.... Pobres animais destruídos pelo excesso de população humana que não para de invadir seus habitas.....
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Espécies diurnas de todo o planeta aumentaram sua atividade durante a noite, quando há menos presença humana
Animais que há milhões de anos exercem hábitos diurnos estão trocando o dia pela noite. Sejam grandes ou pequenos, de floresta ou de savana, predadores ou presas, em todo o planeta as espécies estão transferindo a maior parte da sua atividade para o horário noturno. Um amplo estudo aponta a expansiva presença humana como a causa de dessas mudanças que podem transtornar a dinâmica de ecossistemas inteiros.

O impacto dos humanos sobre a vida selvagem tem muitas arestas. A mais evidente é a redução do espaço disponível para os animais à medida que a espécie humana foi se expandindo pelo globo. Além disso, esses espaços naturais são cada vez mais reduzidos e esquartejados, e sua qualidade se reduz a cada nova infraestrutura que os cerca. Uma das consequências de tudo isto é que os animais se movem cada vez menos nas zonas com presença humana e se refugiam em áreas cada vez mais diminutas. Mas há outra forma de se esconder das pessoas: só sair quando elas vão dormir.

Um grupo de pesquisadores dos Estados Unidos comprovou o caráter global dessa translação da vida animal para os horários em que o grande predador diurno descansa. Reunindo os resultados de dezenas de estudos sobre os movimentos de 60 espécies de mamíferos nos cinco continentes, os cientistas comprovaram que onde há uma perturbação humana os mamíferos têm 1,36 vez mais atividade noturna, em média. Isto significa que um animal que, sem perturbações, distribuiria em partes iguais suas atividades entre o dia e a noite aumentaria sua atividade noturna em até 68%.

Em conjunto, os mamíferos se tornam 1,36 vez mais noturnos na presença de perturbações humanas

“Há indícios de que animais de todas as partes estão ajustando seus patrões de atividade diária para evitar os humanos no tempo, já que é cada vez mais difícil para eles nos evitar no espaço”, diz a autora principal do estudo, Kaitlyn Gaynor, da Universidade de Califórnia em Berkeley (EUA). “Como as pessoas são mais ativas durante o dia, os animais estão passando para a noite”, acrescenta. Essa mudança se produz seja no caso de herbívoros ou grandes carnívoros, como o tigre. O padrão se repete tanto nos mamíferos menores, como o saruê, como em alguns que chegam a pesar mais de 3,5 toneladas, como o elefante africano.

O mais chamativo dessa análise, publicada na revista Science, talvez seja que os animais estão se tornando mais noturnos independentemente do nível de perigo que os humanos representam. “Esperávamos encontrar uma tendência de aumento da atividade noturna nas proximidades dos humanos, mas nos surpreendeu a consistência dos resultados. Os animais respondem a todos os tipos de perturbação humana, sem importar se realmente representam uma ameaça direta”, acrescenta.

O trabalho de Gaynor se baseia em dezenas de estudos que usaram diversas técnicas de rastreamento dos movimentos dos animais (balizas, colares com emissores de rádio, GPS, armadilhas fotográficas e observação direta) diante de um leque de presenças humanas, de excursionistas a caçadores, passando por campos de cultivo e estradas. Um desses estudos rastreou uma espécie oportunista, a raposa, pelas terras de Castela-La Mancha (centro-sul da Espanha), numa série de entornos de menor (parque nacional de Cabañeros) ou maior presença humana (arredores de Ciudad Real).

“Os animais estão ajustando seus padrões de atividade diária para evitar os humanos no tempo”

“Embora seja um animal crepuscular, quanto mais perturbação humana havia, mais a raposa tendia a reduzir sua atividade diurna”, diz o biólogo Francisco Díaz, da Universidade de Málaga, e coautor daquele estudo. Para as raposas mais noturnas, produzia-se um desajuste temporal com sua principal presa, o coelho, eminentemente diurno. Por sorte delas, as raposas estão entre os animais que melhor se adaptam ao meio. “Mas há outras espécies com milhões de anos de adaptação a uma conduta diurna que não são tão plásticos”, recorda Díaz.

As consequências dessa mudança de tantas espécies para a noite ainda são incertas. Em princípio, pareceria que deixar o dia para os humanos facilitaria a coexistência deles com os animais. Mas uma mudança tão generalizada e rápida de padrões de atividade moldados durante milênios pode alterar todo um ecossistema. “No caso dos predadores não adaptados a caçar de noite, poderia ocorrer um aumento da população dos ungulados que eram suas presas, o que afetaria a disponibilidade de cobertura vegetal, produzindo um efeito em cascata”, comenta a pesquisadora Ana Benítez, da Universidade Radboud, da Nijmegen, nos Países Baixos.

Para a ecóloga espanhola, que também investigou os diferentes impactos humanos sobre a vida animal, o mais relevante desta pesquisa é que ela confirma uma hipótese exposta nos anos 1960 pelo biólogo Fritz R. Walther: “Os animais respondem igualmente perante os humanos, sempre nos veem como predadores”, comenta. Isso leva a questionar se o impacto de um caçador pode ser o mesmo que o de um excursionista amante da natureza. Para Gaynor, sua pesquisa “sugere que basta a nossa mera presença para interferir nos padrões naturais de conduta”.

FONTE: elpais

5/28/2018

VERDADE IRREFUTÁVEL: Ação humana causa câncer em animais selvagens

Destaco a frase incontestável da matéria: "O ser humano está mudando o meio ambiente da mesma maneira que os vírus fazem com as células"..... Estamos acabando com o Planeta Terra, gente!!!!
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Algumas alterações que provocamos no meio ambiente tão profundas que aumentam o risco de câncer em animais que pareciam estar a salvo de nossa influência
Cigarro, álcool, e determinados alimentos industrializados contém substâncias que aumentam o risco de um ser humano ter câncer. Na literatura médica, essas substâncias são chamadas de “oncogênicas”.

Mas será que, da perspectiva dos outros animais, o ser humano é um animal oncogênico? É exatamente isso que afirma um artigo científico publicado nesta semana por pesquisadores da Universidade do Estado do Arizona.

“Alguns vírus podem causar câncer em humanos. Esses vírus alteram o ambiente em que vivem – no caso, as células humanas – para torná-lo mais adequado a eles”, diz Tuul Sepp, um dos participantes do estudo, em comunicado oficial. “O ser humano está mudando o meio ambiente da mesma maneira que os vírus fazem com as células. Essas mudanças estão tendo um impacto negativo em muitas espécies – incluindo a possibilidade delas desenvolverem câncer.”

FONTE: super.abril

12/26/2017

'É um erro trazer novos seres humanos ao mundo': o polêmico pensamento antirreprodução do filósofo David Benatar

Olha, o destino dos animais está ligado ao excesso de população humana. O artigo me pareceu adequado para pensarmos em muita coisa.... IMPERDÍVEL!!!!
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Autor de livro chamado, em tradução livre, 'Melhor nunca ter existido', ele defende suspender procriação até que humanidade seja extinta. Um dos motivos principais: a vida é cheia de dor e sofrimento.


David Benatar diz que poderia ser considerado "o filósofo mais pessimista do mundo" por sua convicção de que a vida é terrível e não vale a pena ser vivida.

Em seu livro Better Never to Have Been ( Melhor nunca ter existido , em tradução livre), o diretor do departamento de Filosofia da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, assegura que nascer é uma profunda desgraça.

Por isso, para Benatar, que tem 51 anos, a humanidade deveria parar de procriar até que todos os seres humanos sejam extintos da Terra.

A BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC, conversou com o filósofo para entender em que se baseia a teoria de um dos maiores expoentes da corrente conhecida como "antinatalismo" - e para tentar saber como ele aplica os conceitos na própria vida.

BBC - Você pode por favor explicar o que a corrente conhecida como 'antinatalismo' defende?
David Benatar - O antinatalismo defende que não deveriam nascer novas pessoas no mundo.

BBC - Por que não?
David Benatar - Há várias razões, para mim. Uma delas é que nós não deveríamos dar vida para pessoas que no futuro vão enfrentar sofrimento. Há muitos argumentos a respeito, mas um deles é que há muita dor e sofrimento na existência humana. Por isso que é um horror trazer novos seres humanos ao mundo.

BBC - Mas também há coisas boas na vida…
David Benatar - Sim, também há coisas boas. Mas a questão é se essas coisas boas valem a pena ante a dor das coisas ruins. Me parece que com frequência as pessoas esquecem o quão ruins são as coisas ruins da vida.
Há numerosas evidências psicológicas de que a gente superestima a qualidade de vida, pensa que é melhor do que na verdade é. Outro erro frequente é pensar no futuro e não se dar conta da quantidade de sofrimento que muito provavelmente as pessoas terão no fim de suas vidas.
Pense em como as pessoas morrem, pense no câncer, nas enfermidades infecciosas, nas doenças. Há muito sofrimento ao final da vida, muito. E muitas pessoas se esquecem disso.

BBC - Mas se você estiver certo e efetivamente a vida for tão terrível, as pessoas deveriam sempre recorrer ao suicídio, não?
David Benatar - Sim, mas o suicídio, em primeiro lugar, tem um custo que você evitaria se não chegasse a nascer. Se uma pessoa não nascesse, se nunca existisse, evitaria passar por coisas ruins da vida.
O suicídio pode ser o menor dos males, mas segue sendo um mal. Mas mesmo que algo esteja mal, a pessoa segue querendo não morrer, a maioria continua com sua existência. Outro custo do suicídio é que ele gera dor e sofrimento nas pessoas que gostam de você.


BBC - Mas a reprodução é algo natural para o ser humano. O antinatalismo não é portanto antinatural?
David Benatar - Nem tudo que é natural é bom. Ficar doente, por exemplo, é algo completamente natural. Mas, mesmo sendo natural, as pessoas são aconselhadas a se tratar com remédios ou realizar cirurgias.
A agressão também é uma forma de expressão natural entre os seres humanos e outros animais, mas não parece uma coisa boa ceder a ela ou a outros tipos de impulsos naturais.
O que é natural e o que é moral ou eticamente desejável e recomendável são coisas diferentes.

BBC - Então, para você, o aborto é algo ética ou moralmente defensável?
David Benatar - Sim, naturalmente. O antinatalismo defende que é um horror trazer novas pessoas ao mundo, e o aborto é um dos meios para evitar isso.

BBC - Nós, seres humanos, não somos os únicos a sofrer, muitos animais levam vidas muito difíceis. O que fazemos com eles? Nós devemos exterminá-los para salvá-los da dor da experiência?
David Benatar - Há uma enorme diferença entre exterminar e se extinguir por morte natural. Exterminar seria matar, e não sou a favor de matar seres humanos nem animais. Talvez existam algumas raras exceções e cenários que poderíamos considerar.
Mas, no geral, não apoio que se mate pessoas ou animais. Mas sou a favor da extinção, e um dos modos de fazer isso seria não dar vida a novos seres.
No caso dos animais, há muitos que vivem em liberdade, que não são criados por seres humanos. Mas há muitos que são, como aqueles criados em granjas - que mantemos para matarmos depois e comer. A respeito deles, nós estamos provocando um sofrimento indizível, acho que não deveríamos criá-los. Nós podemos nos alimentar perfeitamente sem eles.

BBC - No lugar de extinguir a raça humana e de deixar de trazer novos filhos ao mundo, não poderíamos melhorar o mundo para que a vida seja menos dura?
David Benatar - Bom, eu creio que sempre estamos melhorando o mundo e que nós, que existimos, deveríamos sempre fazer de tudo para melhorá-lo.
Mas é excessivamente otimista pensar que vamos melhorar o mundo até o ponto de eliminar o sofrimento e que nossos filhos estarão livres de sentir a dor implícita à vida. Seria algo tão distante no futuro que implicaria muitas gerações, gerações que iriam sofrer a dor de terem sido trazidas a este mundo.
E sacrificar gerações em nome do futuro me parece algo indecente.


BBC - Sendo a vida tão terrível, por que você acredita que as pessoas decidem ter filhos?
David Benatar - Não sei. Muitas pessoas não sabem o que significa ter filhos, simplesmente os têm. A metade das crianças do mundo não são desejadas.
Há sim pessoas que pensam no assunto. Mas na maioria dos casos, os motivos que elas dão para ter filhos são baseados em seu próprio interesse: porque querem que seus genes passem para alguém, porque querem experimentar ter e criar um filho. Há quem inclusive fale em altruísmo: querem filhos pensando na comunidade, em satisfazerem o desejo dos pais de terem netos.
Mas, na maioria dos casos, creio que as pessoas simplesmente não se perguntam o que verdadeiramente significa ter um filho.
E não se perguntam porque é algo tão comum, tão natural, que acham normal a necessidade de gerar filhos. Poucas pessoas se questionam sobre as questões éticas de se trazer um ser humano ao mundo.

BBC - Mas se pegarmos por exemplo o caso de uma criança que acaba de nascer e que vá ter uma vida boa, plena e feliz. Não seria imoral privá-la dessa boa vida?
David Benatar - Bom, essa criança poderá ser feliz em alguns momentos específicos, isso não se discute. Mas quando de traz uma criança ao mundo não, ela não é gerada apenas para esses momentos felizes. Essa criança também vai envelhecer, ficará doente, vai morrer no futuro. Temos que pensar em sua vida por completo, e não apenas nos momentos agradáveis que viverá.
Pense: os bebês são infelizes muitas vezes, é só você ver quando eles estão chorando. Há muitas decepções e frustrações que eles têm de enfrentar.
Mas inclusive se falarmos de uma criança genuinamente feliz, poderia ser um caso do que se chama de "preferências adaptativas" (preferências geradas em circunstâncias de restrição de oportunidades).
Pensemos, por exemplo, em um grupo de pessoas que educa outras para sejam seus escravos. Essas pessoas escravizadas então poderiam ficar com contentes e não se importar com sua condição de escravidão, porque elas foram criadas para pensar dessa forma.
Pois bem: eu seria contra a ideia, mesmo que as pessoas se sintam felizes.


BBC - Os pais, segundo seu raciocínio, são responsáveis pelo sofrimento de seus filhos venham a sofrer por terem decidido trazê-los ao mundo. Eles também são responsáveis pelo sofrimento dos filhos de seus filhos e de seus bisnetos, e assim sucessivamente?
David Benatar - De certa forma, sim, indiretamente. Não que tenham responsabilidade completa - ela só pode ser atribuída a quem teve seus próprios filhos. Mas quando alguém decide se reproduzir, deve saber que está criando outros potenciais reprodutores. E, se alguém pensa em todas as gerações, que seguem uma decisão reprodutiva, ele percebe a grande responsabilidade que isso (ter filhos) implica.

BBC - Você acredita que sua ideia de parar a reprodução para que a humanidade seja extinta poderá ter êxito um dia?
David Benatar - Não, não creio, ao menos em grande escala. Eu acho que haverá alguns indivíduos que vão decidir não procriar, conheço alguns deles. Por isso considero que o antinatalismo pode ter êxito em pequena escala. Mas acho que mesmo assim é importante, porque muita gente será poupada do sofrimento por não ter vindo ao mundo.
Não sou um ingênuo, não creio que minhas ideias convençam o mundo todo. Mas acredito fortemente que o que digo é verdade. Gostaria que as pessoas pensassem melhor sobre o que significa ter filhos.


BBC - Quando você decidiu abraçar o antinatalismo?
David Benatar - Sempre pensei de maneira parecida, mas desenvolvi essas ideias ao longo dos anos. A ideia básica para mim é óbvia, mas não sei se para os outros também é.

BBC - Você lamenta estar vivo?
David Benatar - Não gosto de responder perguntas pessoais. Prefiro falar sobre conceitos e ideias.

BBC - Você censura seus pais por te trazer ao mundo?
David Benatar - Talvez você queira olhar a dedicatória de meu livro.

BBC - Sim, eu li. Está escrito: 'A meus pais, apesar de terem me dado a vida'.
David Benatar - Então você já sabe. Não tenho mais nada a dizer a respeito.

BBC - Última pergunta: você tem filho?
David Benatar - Essa é outra pergunta pessoal.

FONTE: Terra

10/30/2017

Cachorros fazem expressões faciais para se comunicarem com humanos

Olha, eu não sei os outros, mas, eu sei, exatamente, pelo olhar o que meus bichos quererem.... incluindo os gatos....
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Estudo mostra que erguer as sobrancelhas e mostrar a língua não significam (só) desejo de carinho
Os olhinhos pidões e a língua para fora do seu cachorro podem ser mais que um pedido de carinho. Uma pesquisa mostrou que, na realidade, os cães mudam de expressão facial para se comunicarem com os humanos.

Os cientistas descobriram que esses animais produzem mais movimentos faciais quando um humano está prestando atenção neles — incluindo levantar as sobrancelhas, fazendo com que seus olhos parecem maiores — do que quando estão sendo ignorados ou observando comida.

A pesquisa vai de encontro à crença de que esses são movimentos em grande parte inconscientes, que refletem sentimentos internos, em vez de uma forma de se comunicar. "A expressão facial é muitas vezes vista como algo emocionalmente orientado e fixo, e não algo que os animais podem mudar de acordo com suas circunstâncias", afirma Bridget Waller, professora de psicologia evolutiva da Universidade de Portsmouth, ao The Guardian.

Segundo Brian Hare, professor e diretor do centro de cognição canina da Universidade Duke, essa é uma ótima descoberta para quem ama cachorros, pois mostra que não são tão interesseiros como se pensava anteriormente. "Essa pesquisa mostra que as expressões faciais que encontramos atraentes nos cães são feitas quando podemos vê-las — não quando estamos andando pela cozinha procurando um petisco para eles" disse ao The New York Times.

Isso porque, de acordo com o especialista, os seres humanos evoluíram para terem maior sensibilidade ao contato visual e às diferentes "caras e bocas". O que torna a adaptação dos cães totalmente compreensíveis, ainda mais levando em consideração que eles convivem com os humanos há 30 mil anos: "Durante esse tempo, as pressões de seleção parecem ter atuado na habilidade dos cães de se comunicarem com a gente", conta Juliane Kaminski, que também trabalhou no estudo, em comunicado.

Acredite: você é mais importante que comida
A equipe de pesquisa britânica também fez experiências com pestiscos, para tentar entender se a mudança de expressão se dava por conta da pessoa ou do alimento. O resultado? A comida quase não fez diferença.

Mas isso não significa que eles não gostam de surrupiar um pouquinho do que você está comendo quando ninguém está prestando atenção. Um outro estudo de Kaminski provou que cachorros conseguem perceber quando a pessoa está prestando atenção — e usa os momentos de distração para "atacar" sua comida.

"Acho que esse [estudo recente] adiciona mais evidências ao fato de que cães são sensíveis a nossa atenção. O que não é necessariamente uma surpresa para que tem um cachorro", brinca a especialista.

FONTE: revistagalileu

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