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6/02/2018

BRASIL PERVERTIDO: IAP dispensa licenciamento para destinação de animais mortos

Agora, vejam só: quando é para atender os interesses econômicos da industria da carne, eles liberam até o licenciamento ambiental..... Minha Nossa, este país está uma degradação só..... Quero ir para Plutão!!!!!!
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Para atender a necessidade de suinocultores e avicultores que precisam sacrificar seus animais por conta da falta de ração para alimentação dos animais devido a greve dos caminhoneiros, o Instituto Ambiental do Paraná (IAP) editou a portaria nº 106/2018 que dispensa o Licenciamento Ambiental Estadual para o enterrio ou destruição de animais mortos.

A medida considera as normas da Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) para sacrifício sanitário de bovinos e búfalos reagentes positivos para brucelose ou tuberculose, além de outros animais, em situação de caráter emergencial.

De acordo com a portaria, estão dispensados de licenciamento os casos em que seja determinado o sacrifício sanitário dos animais, que a mortandade seja causada por problemas de manejo, inclusive falta de alimentação e em situações causadas por eventos climáticos severos.

Para a destruição da carcaça através da queima a céu aberto, deverá haver a declaração da Adapar de situação de emergência sanitária. Caso haja necessidade de enterro dos animais mortos, o local escolhido pelo responsável legal da propriedade deve respeitar a legislação ambiental, estar em áreas mais altas da propriedade, distantes de recursos hídricos e fora de Áreas de Preservação Ambiental.

FONTE: tnonline

6/01/2018

GREVE E FOME: MP autoriza uso de estoques para alimentar animais

Alimenta agora para matar depois ganhando dinheiro..... O que é pior: morrer de fome ou abatida dando lucro para estes carniceiros da industria da carne?
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O governo federal autorizou, por meio da Medida Provisória 835/2018, o uso imediato dos estoques de milho em grão da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para alimentação de animais.

O acesso do milho será liberado aos criadores de aves e suínos e às indústrias de processamento de ração animal de todo o País, pelo período de 30 dias. A medida foi adotada em caráter emergencial. O setor foi bastante afetado pela greve dos caminhoneiros e vários animais já morreram por falta de ração.

O milho será ofertado pelo Programa de Vendas em Balcão (PROVB). "O acesso será efetuado diretamente nas unidades armazenadoras da Conab ao preço praticado pelo PROVB", cita o texto. "As vendas em balcão serão realizadas na modalidade 'à vista' e a compra ficará limitada, por pessoa física ou jurídica, a quinhentas toneladas diárias", completa a MP, publicada no Diário Oficial da União (DOU). Segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), quase 70 milhões de aves foram mortas desde o início da greve até esta terça-feira, 29.

Na manhã desta quarta-feira, a associação alerta, em nota, que ainda há bloqueios que impedem a circulação de animais vivos, rações e produtos frigorificados pelo País. Também ressalta, que após nove dias de paralisação, seguem os registros de mortes de aves decorrentes do impedimento do transporte de insumos.

Segundo a ABPA, há grupos de manifestantes nas estradas que têm se tornado cada vez mais agressivos. A entidade cita como exemplo a queima de dois caminhões de ração na BR-101, perto da entrada do município de Muritiba, na Bahia.

"A inconsequência dos atos nos piquetes terá impacto direto no poder de compra do consumidor. Com menor oferta de produtos, mas com a mesma carga tributária, mesmo custo operacional e possível alta nos insumos para a produção industrial, ficará mais caro produzir. Estima-se que os custos para a recuperação da normalidade do processo deverão ser 30% acima do anteriormente praticado", avisa a ABPA.

De acordo com associação, as 167 unidades frigoríficas que informaram paralisação seguiram inoperantes até esta terça e parte delas retomaria gradativamente a produção a partir de ontem. 

FONTE: maringa.odiario

5/31/2018

GREVE: Grupo de bem-estar animal critica bloqueio de veículos de transporte de ração

Realmente, a coisa pegou, mas, tirando o sofrimento dos animais por morrem de fome, adorei o prejuízo desta cambada toda que explora a industria da carne....
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São Paulo, 28 - O Instituto Certified Humane, que representa no Brasil a Humane Farm Animal Care (HFAC), divulgou nesta segunda-feira, 28, carta de repúdio ao bloqueio de veículos de transporte de ração animal durante a greve dos caminhoneiros.

A HFAC é uma organização internacional voltada para a certificação de bem-estar dos animais de produção.

Segundo o Certified Humane, o bloqueio está afetando intensamente o bem-estar dos animais de produção no País. "É inaceitável que milhões de animais morram de fome como consequência desta greve", afirma o instituto na carta de repúdio. "As condições estão extremamente críticas."

O diretor executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, disse no domingo que a paralisação dos caminhoneiros já provocou um prejuízo de R$ 3 bilhões ao setor e levou ao sacrifício de 64 milhões de aves adultas e pintinhos.

"O Instituto Certified Humane lamenta muito todo este contexto", diz a carta. "Não estamos aqui nos posicionando sobre a legitimidade da greve dos caminhoneiros. E sim, intervindo por quem não tem o poder de falar, mas merece nosso respeito."

O instituto pede aos caminhoneiros que liberem a passagem dos veículos que transportam a ração para granjas e fazendas brasileiras. "Não podemos ficar alheios a esta situação. Uma atitude imediata é imprescindível para que a morte dos animais seja descontinuada."

FONTE: EM

5/30/2018

GREVE DOS CAMINHONEIROS: Mineiros usam mulas como meio de transporte no Alto Paranaíba

Se a moda pega, heim?
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Dois rapazes moram no distrito de Alagoas e trabalham na cidade, para onde viajavam de moto. Paralisação dos caminhoneiros chega ao 8º dia
A falta de combustíveis, consequência da greve dos caminhoneiros, que entrou para o oitavo dia nesta segunda-feira, fez surgir um costume antigo no interior de Minas: o deslocamento no lombo de animais para chegar ao trabalho.

O uso deste meio de transporte foi a alternativa encontrada pelos jovens Gabriel Pinheiro e Gustavo Araújo, do município de Patos de Minas, no Alto Paranaíba, na manhã desta segunda-feira. Também na cidade, muitos moradores passaram a andar de bicicleta.

Os dois rapazes moram no distrito de Alagoas e trabalham na cidade, para onde viajavam de moto. Mas, nesta segunda-feira, como ficaram sem gasolina por causa da greve dos caminhoneiros, decidiram a recorrer a um antigo meio de transporte no deslocamento nos cerca de 20 quilômetros entre Alagoas e a sede urbana. Gabriel fez a distância no lombo da mula “Periguete” e Gustavo recorreu ao burro “Rochedo” para chegar ao trabalho, uma marmoraria.

Conforme registro em vídeo que circula na redes sociais, do site “Patos Hoje”, os dois chamaram atenção ao percorrerem a Avenida Paracatu, uma das mais movimentadas de Patos de Minas, mas que nesta segunda-feira amanheceu quase vazia, diante da falta de circulação de veículos, motivada pelo desabastecimento de combustíveis.

No vídeo, o interlocutor fala, em tom de brincadeira: “Não tem gasolina, o que o povo está fazendo? Voltando à época dos animais nas ruas. E ainda aproveita e se diverte um pouquinho também”. Mas, aí, Gabriel explica que,verdade eles estavam indo para o trabalho e que recorreram aos animais porque “acabou a gasolina”.

Assim como em outras cidades mineiras, desde sexta-feira passada, a população de Patos de Minas enfrenta o desabastecimento de combustíveis devido a paralisação dos caminhoneiros. O transporte publico de passageiros é mantido na cidade, mas com frota e horários de ônibus reduzidos, equivalente a escala de sábado. A Prefeitura anunciou que devido ao desabastecimento de combustíveis, a coleta de lixo está garantida somente até esta terça-feira.

Ainda em função do movimento dos caminhoneiros, o Centro Universitário de Patos de Minas (Unipam) decidiu suspender as aulas por toda semana.


FONTE: EM

5/29/2018

GREVE DOS CAMINHONEIROS: Suinocultores falam em soltar porcos nos trevos

Gente, eu não acredito que estas pessoas não tenham como colocar as galinhas e os porcos em um piquete com mato para eles tentarem sobreviver até chegada da ração..... Olha o que os suinocultores querem fazer..... imaginem a caça que não haverá em cima destes porcos..... Meu Deus, a sorte destes bichos é morrer no abatedouro, de fome ou caçado por humanos...... O que fazer? não encontro uma solução do que é "menos ruim"... olha a carinha deles....
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Em desespero, suinocultores falam em soltar porcos nos trevos
Para criadores, animais “não têm culpa pela situação”; se comida não chegar em questão de horas, a opção será fazer o abate humanitário ou soltar os bichos no mato e nos trevos

Situação nas granjas de suínos é “desesperadora e caótica”
Criadores de suínos no Oeste e no Sudoeste do Paraná dizem que chegaram à situação de “desespero total” por não ter comida para dar aos animais em função da greve dos caminhoneiros. Nas próximas horas, se o alimento não chegar, uma das opções consideradas é soltar os porcos nos trevos das rodovias e no mato para que tenham “alguma chance de sobrevivência”.

“A alternativa vai ser descarregar os animais nos trevos, não tem o que fazer. Vamos largá-los e deixar que se virem para procurar comida. O animal não tem culpa de estar nessa situação. Eu pessoalmente sou a favor de soltar”, diz Jacir Dariva, presidente da Associação Paranaense de Suinocultores.

Sem ração, 64 milhões de aves já foram sacrificadas. Produtores pedem ajuda a Temer
O produtor diz que a situação é mais dramática entre os criadores independentes ou integrados a pequenas indústrias, que detêm 30% da produção no estado. “Esses criadores trabalham com menos estoques na granjas. O depósito deles está em cima do caminhão. A situação é caótica, não tem mais onde pegar alimento. Ou a Defesa Civil libera as carretas com urgência, ou eles vão ter que fazer o abate humanitário ou soltar os animais”.

Nas granjas que ainda têm alguma comida, os suínos recebem cerca de 20% do volume que normalmente consumiam - 2 kg por dia. Isso aumenta o estresse e os casos de canibalismo entre os animais adultos e eleva a mortalidade dos leitõezinhos por causa de doenças como diarreia. “Os grandes estão se devorando e os animais menores morrem de diarreia por que já faz uma semana que não se alimentam direito. É mesma coisa que dar só feijão ou só arroz para uma criança de 2 anos. Ela acaba ficando doente”, aponta Dariva.

Protestem em Brasília
Um alerta sanitário foi dado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso. Em nota, a Acrismat diz que “a desnutrição dos animais alojados afeta diretamente o bem-estar animal e coloca em risco a sanidade, já que, sem nutrição, a imunidade cai, abrindo portas para enfermidades”. “Além disso”, diz a associação, “o correto descarte de resíduos de produção está impossibilitado e pode provocar impacto ambiental”. Os suinocultores de Mato Grosso dizem que concordam com a necessidade de medidas urgentes que atendam as reivindicações dos caminhoneiros, “porém, se as decisões são políticas e dependem de Brasília, que o protesto seja feito lá... Fecha Brasília até resolver”.

A nota da Acrismat questiona se os caminhoneiros respeitariam um bloqueio do setor de carnes, se este continuar em crise. “Vão respeitar? Vão ficar paralisados? Ou vão mandar resolver em Brasília e protestar lá: O setor de proteína animal, que tanto contribui para a alimentação da população brasileira, a retomada econômica do país e com o desempenho da balança comercial, enfrenta no Mato Grosso prejuízos gigantescos em vários setores. Se o setor das carnes quebrar, onde os agricultores vão colocar toda produção agrícola?”

No Rio Grande do Sul, outro importante polo produtor de suínos, a associação de criadores, em nota, pediu “encarecidamente ao movimento dos caminhoneiros que se sensibilize e autorize a passagem de cargas vivas e insumos como ração e suplementos nutricionais aos animais que já estão passando fome, ocasionando em mortes e atos de canibalismo”.

A Associação Paulista de Criadores de Suínos fez um alerta para “os graves problemas que poderemos sofrer em função da permanência desse movimento (bloqueios)”. “Todos serão penalizados pela falta de abastecimento, e os prejuízos econômicos, sociais, inclusive, com níveis de desemprego que deverão ser gerados nas próximas semanas, levarão ainda mais a uma desestabilização do país”.

O produtor Jacir Dariva diz a situação chegou a um ponto em que é preciso ter cuidado para entrar numa granja, porque os suínos podem confundir o tratador com comida. O panorama é de desalento. “Tem suinocultores nos ligando e chorando. Você não pode falar com mulher de suinocultor hoje. Elas são mais sensíveis, nem conseguem passar perto da granja e já começam a chorar”, revela.

5/28/2018

O QUE É PIOR? Greve leva à morte 64 milhões de aves

Não sei nem o que falar..... Estas aves se não morressem de fome, iriam morrer no abatedouro.... Deus o que é pior? Bom que os "fornecedores de proteína animal" (é assim que o assunto é tratado.... nojo!) tiveram prejuízo....  Queria que estes carniceiros tivessem todo dia este prejuízo!!!!! talvez, desistissem....
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Greve leva à morte 64 milhões de aves e pode resultar em alta de preços
Abastecimento pode levar 2 meses para ser normalizado. Impacto nas exportações já chega a US$ 350 milhões
RIO - Um total de 64 milhões de aves adultas e pintinhos já morreram em decorrência da greve dos caminhoneiros, que tem impedido que a ração chegue às fazendas em quantidade suficiente para alimentar os animais, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). A paralisação também tem prejudicado o abate das aves, que já não encontram condições "minimamente aceitáveis de espaço". A associação diz que há risco de um bilhão de aves e 20 milhões de suínos morrerem nos próximos dias e de os preços subirem.

Bloqueios realizados por caminhoneiros que interrompem o transporte de ração e de animais vivos permanecem, apesar de acordo anunciado pelo governo e a categoria na quinta-feira. Além disso, por falta de condições de transporte, milhares de toneladas de alimentos estão ameaçadas de perderem prazo de validade, enquanto o consumidor já enfrenta a escassez de produtos, alertou a associação.

Nos cálculos da ABPA, 167 unidades frigoríficas de aves e suínos estão paradas. Mais de 234 mil trabalhadores estão com atividades suspensas. A situação é caótica não só para o mercado nacional. Aproximadamente 100 mil toneladas de carne de aves e de suínos deixaram de ser exportadas na última semana. O impacto na balança comercial já é estimado em US$ 350 milhões, segundo a ABPA.

"Com risco de canibalização e condições críticas para os animais, 64 milhões de aves adultas e pintinhos já morreram, e um número maior deverá ser sacrificado em cumprimento às recomendações da Organização Mundial de Saúde Animal e das normas sanitárias vigentes no Brasil", disse a ABPA em nota. "As carnes suína, de frango e os ovos, proteínas que antes eram abundantes e com preços acessíveis, poderão se tornar significativamente mais caras ao consumidor caso a greve se estenda ainda mais. O velho fantasma da inflação poderá assombrar o país, pelo menos até que ocorra o restabelecimento da produção", complementa a associação.

A ABPA fez um apelo aos caminhoneiros para que suspendam a greve e exigiu "intervenção rápida do governo". "Apelamos para a sensibilidade das lideranças do movimento grevista dos caminhoneiros, da Polícia Federal, das polícias estaduais e municipais pela liberação da passagem dos caminhões carregados com ração, cargas vivas, carnes e outros alimentos em caminhões frigoríficos", diz a nota da ABPA.

Segundo a associação, a regularização do abastecimento de alimentos para a população poderá levar até dois meses após o fim da greve. "Uma intervenção rápida do governo brasileiro é urgente para evitar a continuidade da mortandade de milhões de animais, o desabastecimento dos brasileiros, problemas de saúde pública, danos ao meio ambiente e possível fechamento de agroindústrias e cooperativas, que empregam centenas de milhares de brasileiros e movimentam a economia nacional e o comércio internacional do país".

Fonte: O Globo

5/26/2018

GREVE DE CAMINHÕES: Consequências trágicas para os animais

Minha Santa do Céu!!!!!falei com dois jornalistas que estão acompanhando in loco a greve aqui no Rio.... Eles me disseram que os caminhões com animais passaram todos, mas, de comida, não...... Nossa, o que vai acontecer os animais? Olhem a quantidade de matérias a respeito que publico abaixo:
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Animais em caminhões estão sem comer há mais de 50 horas
Caminhões carregados com cargas vivas estão parados nos bloqueios dos caminhoneiros em todas as regiões do país e submetendo os animais à fome.

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) informou ter recebido relatos de produtores com  caminhões transportando animais parados em bloqueios em todo o país.  Há casos de animais com mais de 50 horas sem comer.

“Também está travada em vários pontos a circulação de caminhões de ração, que levariam alimentos para os criatórios espalhados por pequenas propriedades dos polos de produção. A situação nas granjas produtoras é gravíssima, com falta de insumos e risco iminente de fome para os animais”, informou a associação.

“A ABPA, portanto, apela ao movimento dos caminhoneiros pelo cumprimento da promessa com a liberação do transporte de animais e rações em todos bloqueios, além da retirada mínima de produtos nas fábricas para a retomada da produção. Os protestos são justos, mas é preciso bom senso e evitar a perpetuação desta situação aos animais”, apelou.

FONTE: noticias.yahoo
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