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Mostrando postagens com marcador fome. Mostrar todas as postagens
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1/10/2019

Orcas estão passando fome nos EUA

Estão acabando com os mares... com o equilíbrio natural das espécies..... o tal "serumano" está pondo fim a tudo que mantem o planeta vivo..... 
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As orcas que vivem em Puget Sound, uma enseada do Oceano Pacífico localizada na costa noroeste dos EUA e pertencente ao estado de Washington, estão passando por graves problemas.
Uma foto tirada na véspera de Ano Novo de uma das orcas, conhecida

12/30/2018

Família viaja e cão morre de fome e sede no Paraná

Vamos ver o que eles vão alegar. Nunca se sabe... vai que os donos morreram também? vai que trataram alguém e este alguém teve algum problema? vamos ver o final da história..... De qualquer maneira, pobre animal.....
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Policiais militares foram acionados na tarde desta quinta-feira (27) para verificar uma situação de abandono de

11/05/2018

Vídeo: cadela é acorrentada em residência e morre com fome e sede

Tinha que pegar este imbecil e cobrir ele de tabefe!!!!! pior que ele foi reincidente no mesmo crime..... aí é tabefe dobrado ou mandar ele pro capeta.....
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Essa não é a primeira vez que o dono do animal é acusado de maus-tratos de animais

Uma cadela morreu após ser vítima de maus-tratos em uma residência na Rua 4 da Granja do Torto. O animal veio a óbito por falta de alimento e água, nesta segunda-feira (29). O ex-proprietário do imóvel, o servidor público, Antônio

9/26/2018

Fazendeiro é multado em R$ 320 mil por maus-tratos a animais em Cassilândia

Que bandido hein? o desgraçado, provavelmente,  ainda vai mandar os bichos para o navio dos infernos para a Turquia.....
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Infrator responderá por crime ambiental e pena é de três meses a um ano de detenção
A Polícia Militar Ambiental de Cassilândia (PMA) recebeu denúncias de que um fazendeiro teria deixado mais de 600

8/31/2018

Cruel! Mulher deixa cão sem comer por um mês para se vingar do ex

Que mulher podre!  Olha a situação do cão...
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Elizabeth Lena James foi presa e indiciada pelo ato de maldade. O animal já se recupera em abrigo e recebe dieta rica em proteínas

As autoridades falaram que o caso foi um flagrante de desumanidade que nunca deveria acontecer

8/15/2018

Centenas de animais famintos resgatados da fazenda de cabras na Flórida

Gente, o que dá gosto é ver como funcionam as leis nos EUA. Penso que isto mobiliza mais pessoas a trabalhar pelos animais... Enquanto aqui, o país entra em parafuso e o meu Rio de Janeiro vira um território em guerra...... Vou para Plutão!!!!!!
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Centenas de animais de fazenda famintos - alguns presos em suas cercas e quase mortos ou já mortos - foram resgatados de uma fazenda de cabras em Sunrise.

8/03/2018

Coalas morrem de fome na Austrália devido à derrubada de árvores para impedir incêndios

A Austrália é useira e viseira de fazer estas caquinhas federais!!!!! Agora, veja aí como resolvem o problema..... Eu não entendo aquele país, sinceramente!!!! país evoluído e fazendo uma caca em cima da outra....
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Coalas estão morrendo de fome em uma ilha na costa sul da Austrália à medida que moradores derrubam árvores para

5/03/2018

DENÚNCIA: Cão desnutrido gera revolta em moradores

Sinceramente, quando vejo estes casos fico imensamente feliz pela reação das pessoas. Isto é um trabalho de todos nós que divulgamos, mobilizamos e agimos a favos dos animais. Isto é educar uma sociedade que nunca havia se ligado que nossa vida é cercade de animais que merecem viver com os mesmos direitos que os nossos....
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O cachorro não conseguia se mover e estava com a estrutura óssea à mostra. Ele foi levado ao Centro de Referência para Animais em Risco...
A situação de um cachorro doméstico gerou indignação no Bairro Leila Maria, em Ponta Grossa. O animal estava acorrentado sem comida nem água há dias. As denúncias chegaram ao secretário de Serviços Públicos, Márcio Ferreira, que foi até o endereço verificar o problema.

Segundo Ferreira, os moradores teriam falado com o dono da casa, mas ele teria feito ameaças e intimidado os vizinhos. "Eles ficaram com medo e nos chamara. Quando chegamos lá, não tinha ninguém na residência e entramos para resgatar o animal", disse o secretário. "Eu tive que quebrar o cadeado para soltar ele. É uma situação revoltante, o animal estava há pelo menos três dias sem água", contou.

Imagens feitas pelo secretário mostram a situação do animal. Ele não consegue se mover e está com a estrutura óssea à mostra. O cachorro foi levado ao Centro de Referência para Animais em Risco (CRAR) de Ponta Grossa.

FONTE: cgn.inf

2/14/2018

Os ursos polares estão mesmo morrendo de fome

Gente, isto é para arrasar qualquer ser humano consciente do mal que nossa espécie está causando ao lindo planeta chamado Terra.... Deus meu, acaba com isto....
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As imagens extremamente tristes de ursos polares em pele e osso não são casos isolados, muito menos jogadas de marketing. Segundo um novo estudo americano, devido ao derretimento do gelo, é provável que mais ursos polares morram de fome em breve.

Um estudo publicado na sexta-feira na revista Science revela que os ursos polares precisam de comer 60% mais do que se pensava. A pesquisa contou com a colaboração de membros do Serviço Geológico dos Estados Unidos, da Universidade da Califórnia e da ONG de conservação San Diego Zoo Global.

Como predadores de alta energia, os ursos queimam cerca de 12.000 calorias por dia. No entanto, com a diminuição do gelo, estão a ter muitas dificuldades em encontrar comida – neste caso, focas.

É possível que tenha visto o último vídeo de um urso polar faminto a lutar pela sobrevivência, do grupo sem fins lucrativos Sea Legacy, publicado no início de dezembro. De há uns tempos para cá, as imagens têm aberto o debate sobre os impactos da mudança climática nesses animais.

My entire @Sea_Legacy team was pushing through their tears and emotions while documenting this dying polar bear. It’s a soul-crushing scene that still haunts me, but I know we need to share both the beautiful and the heartbreaking if we are going to break down the walls of apathy. This is what starvation looks like. The muscles atrophy. No energy. It’s a slow, painful death. When scientists say polar bears will be extinct in the next 100 years, I think of the global population of 25,000 bears dying in this manner. There is no band aid solution. There was no saving this individual bear. People think that we can put platforms in the ocean or we can feed the odd starving bear. The simple truth is this—if the Earth continues to warm, we will lose bears and entire polar ecosystems. This large male bear was not old, and he certainly died within hours or days of this moment. But there are solutions. We must reduce our carbon footprint, eat the right food, stop cutting down our forests, and begin putting the Earth—our home—first. Please join us at @sea_legacy as we search for and implement solutions for the oceans and the animals that rely on them—including us humans. Thank you your support in keeping my @sea_legacy team in the field. With @CristinaMittermeier #turningthetide with @Sea_Legacy #bethechange #nature #naturelovers This video is exclusively managed by Caters News. To license or use in a commercial player please contact info@catersnews.com or call +44 121 616 1100 / +1 646 380 1615”
Uma publicação compartilhada por Paul Nicklen (@paulnicklen) em

Os ursos polares dependem quase exclusivamente de uma dieta carregada de calorias de focas. Para minimizar o consumo de energia, os ursos caçam sentados e aguardam durante horas a passagem de uma foca, até que esta se aproxime da superfície para respirar.

Quando encontram uma, os ursos apoiam-se nas patas traseiras e atingem o animal na cabeça com as duas patas dianteiras, atordoando-o, para em seguida morder o pescoço e arrastá-lo para o gelo.

Este é o método mais bem-sucedido de caça, e é também uma das razões pela qual o derretimento do gelo ameaça a sua sobrevivência.

O estudo envolveu a captura de nove ursas, todas fêmeas, no Mar de Beaufort, no Alasca, em abril passado, quando geralmente há bastante focas para alimentação. Os ursos foram equipados com colares de GPS que continham câmaras. Amostras de sangue e urina também foram recolhidas. Cerca de 11 dias depois, as ursas foram recapturadas.

Uma delas tinha andado 250 quilómetros. Os dados mostraram que os animais ficaram ativos durante cerca de 35% do tempo e descansaram o restante, mas queimaram em média 12.325 calorias por dia. Isso significa cerca de 60% a mais do que estudos anteriores tinham estimado, e essas calorias vieram em grande parte das reservas que as ursas tinham no corpo.

Os vídeos revelaram que quatro das fêmeas não conseguiram apanhar uma única foca. As medidas mostraram que os animais perderam 10% ou mais da sua massa corporal. Uma ursa perdeu cerca de 20 quilos, incluindo músculo magro, em 10 dias. Esta mesma ursa saltou para o mar numa tentativa fracassada de apanhar uma foca a nadar, no que deve ter sido um ato desesperado.

O novo estudo mostra que os ursos polares são mais parecidos com os grandes felinos, como leões e tigres, do que pensávamos. Ou seja, são carnívoros predatórios com metabolismos de alta energia.

Como caçadores solitários, os ursos são mais como tigres, só que com o dobro do tamanho. No entanto, são vulneráveis na dependência quase total de uma única espécie de presa.

Os resultados indicam que a perda de gelo marinho pode ter um impacto maior nos ursos do que acreditávamos.

A mudança climática está a aquecer o Ártico mais rápido do que qualquer outro lugar. O gelo marinho está a diminuir 14% por década. Hoje, há quase dois milhões de quilómetros quadrados a menos de gelo do que a média de 1981 a 2010.

O gelo fragmenta-se mais cedo no final da primavera e forma-se mais tarde no outono, forçando os ursos a queimar grandes quantidades de energia ao caminhar ou nadar longas distâncias, ou a ficar mais tempo em terra, em jejum, vivendo da gordura das focas que tinham conseguido capturar anteriormente.

Em 2010, uma pesquisa realizada por Steven Amstrup, cientista-chefe da Polar Bears International, uma organização centrada na conservação desses animais, previu que o declínio continuado do gelo marinho reduziria a população mundial de ursos em dois terços, para menos de 10.000 até 2050.

As melhores estimativas dizem que há 20.000 a 30.000 ursos polares em 19 grupos diferentes ou populações espalhadas pelos EUA, Canadá, Gronelândia, Noruega e Rússia.

Quatro dessas populações estão em declínio, e cinco dessas populações são consideradas estáveis. Não há informações suficientes sobre as restantes. Os ursos na região do Mar de Beaufort estão entre os melhores estudados e os números caíram 40% nos últimos dez anos.

O que aprendemos com esta nova pesquisa é que ursos não são feitos para caminhar. Graças à dieta energética de focas, podem percorrer áreas grandes, mas perdem peso rapidamente. Isso não seria um problema se os animais conseguissem recuperar o peso rapidamente também – machos de 500 quilos podem consumir 100 quilos de foca em uma única refeição.

Contudo, quanto mais os ursos têm que viajar para chegar ao gelo e caçar, mais peso perdem. Eventualmente, começam a perder músculo, prejudicando as probabilidades de sucesso na caça – ou seja, um ciclo terrível que só piora.

Os ursos também estão a nadar muito mais devido à diminuição do gelo. Embora sejam capazes de nadar longas distâncias, queimam muita mais energia a fazer isso do que a caminhar. A necessidade de mais natação poderia levar a ursos menores, taxas de reprodução reduzidas e até aumento do risco de morte – algo já visto no oeste da baía de Hudson e no Mar de Beaufort.

Não há dúvida de que, à medida que o gelo marinho diminui, mais e mais ursos morrerão de fome. “Eu não sei se aquele pobre urso naquele vídeo estava a morrer de fome. Eu sei que a única solução para a sobrevivência a longo prazo do urso polar é lidar com a mudança climática”, afirma Amstrup.

FONTE: aeiou.pt

2/05/2018

Ursos polares não conseguem repor a energia gasta na caça, diz estudo

A tristeza é saber que humanos não entendem que a grande culpa é da sua própria espécie que se reproduz descontroladamente e pela ganância de quem não tem noção que a vida na Terra é temporária.....
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Pesquisa publicada na revista Science mostra que esses animais têm altas taxas metabólicas e por isso precisam de muita carne, mas mudanças climáticas os obrigam a percorrer mais terreno para obter presas; metade dos ursos estudados tinham déficit energético

Os ursos polares têm taxas metabólicas mais altas do que se pensava e isso explica por eles têm sido incapazes de conseguir alimentos em quantidade suficiente para suas necessidades, de acordo com um novo estudo.

De acordo com os autores, publicada nesta quinta-feira, 1, na revista Science, a pesquisa mostra quais são os mecanismos fisiológicos por trás do declínio já observado nas populações e nas taxas de sobrevivência dos ursos polares.

"Temos documentado, ao longo da última década, o declínio nas taxas de sobrevivência, nas condições de saúde e nos números populacionais do urso polar. Ao calcular as necessidades energéticas reais dos ursos polares e observar com que frequência eles são capazes de caçar focas, esse estudo identificou os mecanismos que estão levando a esses declínios", disse o o autor principal da pesquisa, Anthony Pagano, da Universidade da Califórnia em Santa Cruz.

Pagano explica que o declínio das populações de ursos já era associado às mudanças climáticas que estão reduzindo o habitat desses animais, forçando-os a ir cada vez mais longe para buscar comida durante o degelo. Mas a conta não fechava, porque não se sabia que os ursos precisavam de tanta energia - os estudos anteriores se baseavam em estimativas de uma taxa metabólica 50% mais baixa.

Para realizar o novo estudo, os cientistas monitoraram o comportamento dos ursos, a frequência de sucesso na caça e as taxas metabólicas de fêmeas adultas sem filhotes quando elas buscavam presas no gelo do Mar de Beaufort durante a primavera.

O monitoramento foi feito com coleiras hi-tech, que registravam em vídeo as andanças dos animais, rastreando seu deslocamento, seu comportamento e os níveis de atividade em períodos de oito a 11 dias. Foram utilizados também sensores de atividade metabólica para determinar quanta energia os animais gastavam em suas atividades.

Com isso, os cientistas descobriram que as taxas metabólicas registradas eram, em média, 50% mais altas do que as estimadas por estudos anteriores. Cinco dos nove ursos estudados perderam muito peso e não conseguiram caçar focas em número suficiente para suprir seus gastos de energia.

"A pesquisa foi feita no início do período que vai de abril a julho, quando os ursos polares capturam a maior parte das suas presas e conseguem acumular a maior parte da gordura corporal que eles precisam para sustentá-los pelo resto do ano", disse Pagano.

O cientista afirma que as mudanças climáticas têm efeitos dramáticos no gelo do mar do Ártico, forçando os ursos polares a percorrer distâncias maiores e dificultando a busca de presas. No Mar de Beaufort, as geleiras marinhas começam a recuar a partir da plataforma continental em julho, quando a maioria dos ursos se move em direção ao norte à medida que o gelo se retrai.

Com o aquecimento do Ártico, mais gelo derrete nesse processo, obrigando os ursos a percorrer distâncias maiores que no passado. Isso faz com que eles gastem mais energia durante o verão, quando eles ficam em jejum até que o gelo volte, no outono, à plataforma continental.

Em outras áreas, como na Baía de Hudson, a maior parte dos ursos vai para a terra quando o gelo marinho recua. Ali, o aquecimento do Ártico faz com que o gelo marinho se rompa mais cedo no verão e volte a se formar mais tarde no outono, forçando os ursos a ficarem mais tempo em terra.

"De qualquer maneira, a questão continua sendo quanta gordura eles podem acumular antes que o gelo comece a recuar e quanta energia eles terão que gastar. Nós descobrimos que os ursos polares têm uma necessidade de energia muito mais alta do que o estimado", afirmou Pagano.

Na primavera, os ursos polares caçam principalmente as focas que nasceram recentemente e que são mais suscetíveis que as focas adultas. No outono, quando as jovens focas já estão mais velhas e espertas, os ursos não conseguem tantas presas. "Calculamos que os ursos podem capturar até duas focas no outono. Na primavera e no começo do verão, eles caçam de cinco a 10 focas", disse Pagano.

Os cientistas da Universidade da Califórnia em Santa Cruz têm estudado os ursos polares no Mar de Beaufort desde a década de 1980. Segundo Pagano, a estimativa populacional mais recente indica que o número de ursos polares caiu cerca de 40% na última década. Mas, segundo Pagano, era difícil estudar a biologia fundamental e o comportamento dos ursos polares em um ambiente tão remoto e hostil.

"Agora nós temos a tecnologia para descobrir como eles se movem no gelo, quais são seus padrões de atividades e suas necessidades energéticas, de forma que podemos entender melhor a implicações das mudanças que estamos observando no gelo marinho", afirmou Pagano.

FONTE: ciencia.estadao

12/26/2017

Ursos polares invadem pista de aeroporto no Alasca

Gente amiga, olha que tristeza ter que assistir o desespero dos animais em busca de comida no meio de humanos que destruíram seu habitat.... 
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Dois ursos polares foram filmados por um funcionário do aeroporto Will Rogers-Wiley Post Memorial, no Alasca, na zona da pista.


Os dois animais, que podem ser perigosos para pessoas e aeronaves, acabaram por sair do recinto antes da chegada dos primeiros aviões do dia, na última quinta-feira, mas não sem antes assustar Scott Babock, funcionário do aeroporto.


"Estavam à procura de comida. Procuram tudo o que conseguirem encontrar, como qualquer urso. Se encontrarem alguns restos no chão, é mais fácil do que matar uma foca", disse Scott, que os conseguiu afugentar com os faróis do carro.

Ainda assim, os funcionários do aeroporto mais a norte dos EUA sabem que não podem colocar os ursos em risco, já que são uma espécie protegida.


Quase todos os aeroporto do mundo têm preocupações com a vida selvagem, mas o caso torna-se especial no Will Rogers, em Utqiagvik, já que neste local pode ser preciso lidar com um urso ou um leão-marinho.

Fonte: Jornal de Notícias - PT

12/11/2017

Vídeo de urso polar esquelético alerta para alterações climáticas

Que tristeza, meu Deus!!!! O que estamos fazendo com este Planeta tão lindo? Como dizem os cientistas, estamos a um passo da extinção.... Não estranhem a forma do texto porque é de uma fonte de Portugal.
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Um vídeo de um urso polar desesperado por encontrar comida está a emocionar o mundo.
Um urso polar, esquelético e cambaleante, desesperado por encontrar comida. É isso que mostra um vídeo que tem sido partilhado insistentemente nas redes sociais em todo o mundo, acabando por personificar as consequências das alterações climáticas. As imagens foram captadas pelo fotógrafo e biólogo Paul Nickel, da National Geographic, e pelo grupo de cineastas que o acompanha, pertencentes ao grupo de conservação animal Sea Legacy na Ilha de Baffin, a maior do Ártico do Canadá e a quinta maior do mundo.

As imagens remontam ao final do Verão e, segundo Paul Nickel, o urso estaria a morrer de fome. O biólogo e fotógrafo tem-se dedicado nos últimos anos a mostrar os efeitos das alterações climáticas na vida dos ursos polares. Foi através de uma publicação efectuada esta semana no Instagram que as imagens do urso polar começaram a correr mundo. As imagens são impressionantes mas, segundo o fotógrafo, é preciso partilhar quer “o belo, como o que nos parte o coração se queremos derrubar os muros da apatia.”


“Toda a minha equipa estava em lágrimas a testemunhar esta cena”, descreveu. “Os músculos atrofiam. Não há energia. É uma morte lenta e dolorosa.” Segundo Paul Nickel, o urso deverá ter morrido algumas horas, ou dias, depois. Numa entrevista ao National Geographic confessou que teve vontade de intervir. "Claro que isso me passou pela cabeça, mas não é como se eu andasse por ali a carregar uma arma com um tranquilizante e 200 quilos de carne de foca". E acrescentou, mesmo que isso acontecesse, só iria prolongar o sofrimento do animal e nada mais.

"Quando os cientistas dizem que os ursos polares vão ser extintos, quero que as pessoas saibam o que isso significa. Os ursos vão morrer à fome". Ao contar a história, Paul Nickel quis alertar para as consequências das alterações climáticas, apelando a uma mudança de atitude, que passe pela redução da pegada de carbono e por parar o abate de florestas, ou seja, colocar o mundo, a nossa casa, sempre em primeiro lugar.

Fonte: Publico PT

12/07/2017

Coelhos penhorados em Estarreja já estão a ser alimentados - Portugal

Que coisa triste!!!! saber que sobreviveram poucos e que serão abatidos para "subprodutos" já que estão doentes.... Que coisa lamentável....
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A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) já providenciou ração para alimentar os cinco mil coelhos que estavam a morrer à fome numa exploração de Estarreja depois de terem sido penhorados,
disse hoje fonte daquele organismo.

"A DGAV providenciou alimentação para os animais e está a diligenciar para a retirada dos cadáveres e para resolução da situação dos outros animais", disse a mesma fonte.

Contactado pela Lusa, Flávio Moreira, proprietário da exploração de cunicultura que foi alvo da penhora, confirmou que recebeu 300 quilos de ração na segunda-feira e hoje chegaram mais 300 quilos.

O mesmo responsável disse ainda ter recebido a informação de que o tribunal já levantou a penhora dos animais para que estes possam ser transportados do local onde estão.

"A retirada dos cadáveres está a ser tratada mas ainda não há nenhum dia previsto", disse Flávio Moreira, adiantando que os animais vivos "vão ser retirados para abate, não para consumo humano mas para subprodutos".

Os animais estavam a morrer à fome desde a semana passada depois de terem sido penhorados juntamente com outros bens por causa de uma dívida de cerca de 7.600 euros a um fornecedor de ração que foi executada a 13 de novembro.

O proprietário diz que continuou a alimentar os coelhos até a ração terminar, o que aconteceu na passada quarta-feira, adiantando que grande parte dos animais já morreu e os restantes estão doentes.

"O coelho é um animal muito sensível e requer determinados cuidados, nomeadamente higiene, comida a horas e na quantidade necessária, coisa que não se tem feito", disse Flávio Moreira.

Apesar de a alimentação aos animais já estar assegurada, o PAN (Pessoas-Animais-Natureza), que tem estado a acompanhar o caso, diz que o problema de base mantém-se pois "não existe qualquer acompanhamento por parte do Estado nas penhoras de animais"

"Denote-se que a penhora não foi a causa de morte de grande parte dos coelhos mas sim a ausência de prestação de cuidados por parte do seu proprietário e a inação da DGAV", refere o partido em comunicado, considerando "inconcebível" que em 2017 se deixem animais morrer à fome e à sede em Portugal.

Segundo o PAN, este tipo de diligências "deveriam garantir sempre e inequivocamente o superior interesse dos animais", nomeadamente através do acompanhamento pelo Médico Veterinário Municipal a fim de este poder assegurar as condições de bem-estar exigíveis durante todo o processo.


12/05/2017

Cinco mil coelhos penhorados estão morrendo de fome

Minha Nossa!!!! não acredito que ninguém da proteção animal de Portugal esteja ignorando a situação.... Olha que tragédia!!!!! Sabineeeeeee, olha isto!!!!!
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Cerca de 5.000 coelhos estão sem alimento há mais de uma semana, em Canelas, no concelho de Estarreja, depois de terem sido penhorados por uma dívida da empresa de cunicultura a um fornecedor.


José Flávio Moreira, que viu a sua exploração ser penhorada no passado dia 12 de Novembro, está desesperado. A ração chegou ao fim e, aos poucos, os animais, muitos dos quais crias, começaram a morrer. Diz já ter recorrido a várias entidades, entre elas o Partido dos Animais (PAN), a Sociedade Protectora dos Animais e a Delegação-Geral da Saúde, “mas ninguém está interessado em resolver o problema”, que, considera, “já se tornou uma questão de saúde pública”.

A situação deverá agravar-se dentro de alguns dias, uma vez que já foram emitidos avisos de corte de energia e de água. Nessa altura, os coelhos ficarão também sem água para beber e o sistema de ventilação deixará de funcionar.

FONTE: diarioaveiro

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