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7/01/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Hora de pensar no fim da pecuária industrial

O artigo é muito bom e termina concluindo que depende de nós.... Vamos conseguir!!!!!
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Ineficaz e devastadora, atividade ocupa 83% das terras disponíveis, desvasta biomas e elimina fauna selvagem. Entre as alternativas, reflorestamento nativo e carne cultivada

Mais do que qualquer outra coisa, a sobrevivência dos seres humanos neste e nos próximos séculos, e a possibilidade de outras formas e vida viverem conosco, dependem de como nos alimentamos. Podemos cortar o consumo de tudo o mais a quase zero, e ainda assim causaremos o colapso dos sistemas vivos — a não ser que mudemos nossa dieta.

Todas as evidências apontam agora numa direção: é crucial fazer a transição da dieta de base animal para uma dieta de base vegetal. Um artigo  publicado na revista Science semana passada revela que, embora alguns tipos de produção de carne e laticínios sejam mais prejudiciais do que outros, todos são mais nocivos para os seres vivos do que cultivar proteína vegetal. O texto mostra que a criação de animais ocupa 83% da terra agriculturável do mundo, mas gera apenas 18% de nossas calorias. Uma dieta baseada em vegetais diminui o uso da terra para 76% e reduz à metade os gases de efeito estufa e outras formas de poluição causadas pela produção de alimentos.

A razão é em parte a extrema ineficácia de alimentar o gado com grãos: a maior parte de seu valor nutricional é perdido na conversão de proteína vegetal a proteína animal. Isso reforça meu argumento de que, se você deseja comer menos soja, deveria então comer soja: 93% da soja que consumimos, e que leva à destruição das florestas, savanas e das terras alagadas, estão incorporadas na carne, nos laticínios, ovos e peixe — e a maior parte é perdida na conversão. Quando a comemos diretamente, é preciso muito menos para obter a mesma quantidade de proteína.

A criação de gado à solta é ainda mais prejudicial: os impactos ambientais da conversão de grama em carne, ressalta o artigo, “são imensos sob qualquer método de produção praticado hoje”. Isso porque é necessária terra demais para produzir todos os bifes e costelas que consumimos. Embora as pastagens usem, no mundo inteiro, cerca de duas vezes mais terra do que o cultivo de grãos, elas proporcionam apenas 1,2% da proteína que consumimos. E mesmo que a maior parte dessas pastagens não sirva para cultivar grãos, as terras podem ser usadas para reflorestamento, para permitir que muitos ecossistemas ricos destruídos pela criação de gado se recuperem, absorvendo dióxido de carbono da atmosfera, protegendo bacias hidrográficas e interrompendo a sexta grande extinção planetária de espécies, que está a caminho. A terra que deveria ser consagrada à preservação da vida humana e do resto dos seres vivos está sendo usada neste momento para produzir uma ínfima quantidade de carne.

Sempre que levanto a questão crucial do rendimento por hectare, recebo uma enxurrada de críticas e afrontas. Mas não estou criticando os criadores, estou apenas demonstrando que os números não fecham. Não podemos nem alimentar a crescente população mundial nem proteger os sistemas vivos por meio da criação de animais. Carne e laticínios são uma extravagância que não podemos mais sustentar.

Não há saída. Aqueles que defendem que a pecuária “regenerativa” ou “holística” imita a natureza iludem-se a si mesmos. Ela depende de cercas, enquanto na natureza os herbívoros selvagens vagam livremente, muitas vezes por grandes distâncias. Exclui ou extermina predadores, que são cruciais ao funcionamento saudável de todos os sistemas vivos. E tende a eliminar os brotos de árvores, provocando a ausência dos complexos mosaicos de vegetação lenhosa encontrados em muitos sistemas naturais — essenciais para sustentar uma ampla variedade de espécies de vida selvagem.

A indústria da carne exige ataques ainda maiores ao mundo dos seres vivos. Veja a matança de texugos no Reino Unido, espalhando-se agora por todo o país em resposta aos equivocados pedidos dos produtores de leite. As pessoas perguntam como eu justificaria o retorno dos lobos, sabendo que eles iriam matar algumas ovelhas. Eu pergunto como eles justificam a erradicação dos lobos e de uma grande variedade de outras vidas selvagens para dar lugar às ovelhas. A mais importante ação ambiental que podemos fazer é reduzir a quantidade de terra usada na agricultura.

A não ser que você saiba cozinhar bem — e muita gente não tem nem capacidade nem espaço para isso — uma dieta baseada em vegetais pode ser cara ou sem graça. Precisamos de refeições prontas veganas melhores e mais baratas, e substitutos rápidos e fáceis para a carne. A grande mudança virá com a produção em massa de carne cultivada. Há três restrições principais a ela. A primeira é que a ideia de carne artificial é, para alguns, repugnante. Se você sente assim, convido-o a verificar como os animais dos quais são feitos suas salsichas, hambúrgueres e empanados de frango são atualmente criados, massacrados e processados. Tendo trabalhado numa fazenda de criação intensiva de porcos, estou mais consciente que a maioria de quão repulsivas elas são.

A segunda objeção é que a carne cultivada mina a produção local de alimentos. Talvez aqueles que fazem essa restrição não tenham consciência de onde vem a alimentação animal. Fazer com que a soja argentina passe por um porco local antes de chegar até você não a torna mais local do que se fosse transformada em alimento humano diretamente. A terceira restrição tem um mérito maior: carne cultivada presta-se à concentração corporativa. De novo, a indústria de alimento animal (e, cada vez mais, a produção de carne) foi capturada por conglomerados gigantes. Mas deveríamos assegurar que a carne cultivada não siga o mesmo caminho: nesse setor, como em todos os outros, precisamos de fortes leis antitruste.

Essa poderia ser também uma oportunidade para romper com nossa completa dependência de nitrogênio artificial. Tradicionalmente, a criação de animais e o cultivo de plantas eram integrados através do uso do esterco. Perdas nesse sistema levaram a uma queda gradual da fertilidade do solo. O desenvolvimento de fertilizantes industrializados nos salvou da fome, mas a um alto custo ambiental. Hoje, a ligação entre pecuária e agricultura foi quase inteiramente rompida: as lavouras são cultivadas com produtos químicos industriais, enquanto o excremento dos animais se acumula, sem ser utilizado, em lagoas fedorentas, exterminando rios e criando zonas mortas no mar. Quando aplicado na terra, ameaça acelerar a resistência aos antibióticos.

Mudando para uma dieta baseada em vegetais, poderíamos fazer uso de uma ótima sinergia. Em sua maioria, as lavouras proteicas — de ervilhas e feijões — captam nitrogênio do ar, fertilizando a si mesmas e aumentando os níveis de nitrato no solo para uso das culturas subsequentes, tais como cereais e sementes oleaginosas. Embora seja pouco provável que a transição para a proteína vegetal elimine a necessidade de fertilizantes artificiais, o trabalho pioneiro de agricultores orgânicos veganos, que usam somente compostos baseados em vegetais e importam o mínimo de fertilidade possível de outros lugares, deve ser apoiado por pesquisas que os governos, até agora, não vêm financiando.

Compreensivelmente, a indústria da carne irá resistir a tudo isso, usando as bucólicas imagens e fantasias pastorais que nos têm fascinando por tanto tempo. Mas não pode nos forçar a comer carne. A mudança precisa ser feita por nós. E torna-se mais fácil a cada ano que passa.

FONTE: outraspalavras

6/29/2018

Menos horas de jejum antes do abate eleva o peso da carcaça, mostrou estudo uruguaio

Acho importante registrar estas matérias porque comprovamos que o que importa, acima de qualquer coisa, é o dinheiro..... a exploração dos animais......
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A pedido da Associação Uruguaia de Produtores de Carne Intensiva Natural (Aupcin), o Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (INIA) do Uruguai realizou um projeto que consistiu em duas investigações para estudar as diferenças de peso que as carcaças podem ter, caso ocorra uma modificação no esquema de carga dos animais, com uma diferença correspondente nas horas de jejum.

Segundo a avaliação, o impacto econômico que essa modificação no manejo antes do abate pode trazer é a obtenção de 3,5 e 3,7 quilos de carcaça a mais por animal, o que implicaria um aumento de US $ 11,5 por animal abatido.

De acordo com as conclusões do estudo, apresentado pelo pesquisador Juan Clariget, do INIA, e pelo presidente da Aupcin, Álvaro Ferrés, essa diferença nos 2,3 milhões de animais que são abatidos a cada ano pode representar US $ 26,5 milhões, diminuindo além dos custos de frete para o produtor e diminuindo os custos da indústria.

Nas duas pesquisas realizadas, em uma delas, foram abatidos 634 bovinos em confinamento, provenientes de currais de engorda de diferentes produtores, que foram separados em dois lotes.

Enquanto um lote foi deixado, depois de armado, nas mangas até o embarque, o outro foi devolvido ao curral. O primeiro lote passou a noite no frigorífico. No outro caso, os animais permaneceram no confinamento recebendo alimentos normalmente até o início da manhã do dia seguinte – por volta das 6 horas da manhã – quando finalmente foram enviados para a planta.

Ambos os lotes foram abatidos ao mesmo tempo, um com muito mais horas de espera no frigorífico do que o outro. Clariget disse ao El Observador que os animais com menos jejum antes do abate apresentaram carcaças de 3,5 kg a mais do que os do outro lote.

Estudo mais padronizado

Para a segunda pesquisa realizada, foram abatidos 251 animais Hereford e Aberdeen Angus pertencentes ao INIA La Estanzuela, os quais foram divididos em cinco abates. Os novilhos ficaram no pasto com suplementos de sorgo de grãos úmidos a 0,8% do peso vivo.

Para este caso, explicou Clariget – ele também ressaltou a necessidade de os animais terem uma espera mínima nos frigoríficos para desestressar após a viagem – também levaram em conta o consumo de água tanto no local quanto nos frigoríficos, entre outros indicadores.

Dois lotes também foram montados. Um deles, com uma refeição a mais, foi abatido com seis horas de jejum, enquanto no caso do outro lote os animais já tinham jejum de 26 horas.

O Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária está avançando em uma segunda etapa do estudo.

Para este caso, os animais foram retirados do campo na sétima hora para a montagem dos dois lotes, deixando um nas mangas que foram enviados às 17 horas para esperar a noite toda no frigorífico, enquanto o outro lote retornou ao campo e onde ficou até as 3 horas do dia seguinte, quando o segundo carregamento foi feito.

Neste segundo estudo, padronizaram-se as horas de viagem (quatro horas) e as duas horas de espera no frigorífico do segundo lote, resultando em 3,7 kg adicionais de carcaça em favor dos animais com menos jejum, em contraste com o que teve um processo de abate mais tradicional.

Clariget explicou que as diferenças no peso das carcaças não se perderam após o resfriamento das carcaças, de modo que os frigoríficos não perderam quilos de carne 36 horas depois de a carcaça ser resfriada.

FONTE: beefpoint

6/20/2018

CRUELDADE: O uso de pele animal na moda

É chocante a alegação dos exploradores de peles de animais com referência à pele sintética..... Não deixem de ler a matéria...... Muito boa!!!!!
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Quando o assunto gira em torno sobre o uso de pele animal na indústria da moda, a questão é sempre polêmica e controversa. As mídias costumam manipular esta imagem para tentar fazer com que acreditemos que a disputa é meio a meio: 50% das pessoas aprovam e 50% desaprovam uso de pele. Mas a realidade é bem diferente...

Segundo o site Modefica, na Inglaterra, 95% da população desaprova o uso de peles. A criação de animais para produção de peles foi proibida no país nos anos 2000 e, apesar das tentativas por parte de alguns interessados, a lei nunca foi anulada ou revertida.

E a crescente demanda sobre o fim do uso de peles de animais em produtos de moda já fez várias marcas repensarem suas matérias-primas - de Giorgio Armani à Zara; além de ter levado outros países a criarem leis que proíbem esse tipo de criação e até mesmo venda de artigos, como em São Paulo.

No momento, aumentou significativamente a venda de pele falsa (também conhecida como sintética) no mundo todo. Dá para notar que a sociedade está em frequente mudança e todos já tem a consciência de que o uso da pele não é legal...

Então, por que a indústria ainda insiste em usar? 
Karl Lagerfeld, por exemplo, não só usou em todos os desfiles da FENDI, como chegou a forrar todo o chão da passarela com peles de animais abatidos!

E assim como qualquer coisa no mundo, a questão é a quantidade de dinheiro que a indústria da pele investe para lutar contra a decadência da imagem... O International Fur Trade Federation (IFTF) chega a financiar desfiles de novos designers, 'apadrinhando-os' durante toda a faculdade de moda.

Eles distribuem casacos de pele para celebridades, disponibilizam matérias-primas para estilistas famosos e ainda criam uma enorme divulgação com matérias na mídia afirmando que usar peles está na moda, e que a indústria da pele é sustentável e economicamente necessária.

Ainda de acordo o Modefica, é graças ao mercado de luxo e aos próprios esforços, que a indústria da pele sobrevive. As celebridades não adquirem mais casacos de pele, porém socialites, ricos e novos ricos perpetuam esse hábito como uma forma de demonstrar poder.

Em contra partida, muitas marcas e estilistas já tomaram consciência e pararam suas atividades com peles verdadeiras ou então nunca utilizaram, como é o caso de Michael Kors, Tom Ford, Jimmy Choo, J.Crew, Tommy Hilfiger, Calvin Klein, Ralph Lauren, Stella McCartney, entre outros... Felizmente, esta lista só aumenta!

"Os grandes nomes estão eliminando, um por um, a pele de suas coleções e o PETA realmente espera que ela se torne apenas um vestígio do passado", afirmou Tracy Reiman, vice-presidente executiva do PETA, em entrevista à revista ELLE.

Outro fator importantíssimo a ser destacado é que a fabricação de pele sintética é, de fato, mais sustentável que a produção de pele natural, já que esta precisa de tratamentos especiais com produtos tóxicos para que a pele não apodreça.

E além de todo este tratamento, vale ressaltar que 85% das peles são ilegalmente provenientes de animais criados em cativeiro. Em Janeiro de 2011, a CE Delft, uma organização de pesquisa e consultoria independente, levantou os impactos de toda a produção de peles de vision e chegou a conclusão que os impactos negativos chegam a ser até 28 vezes maior do que a produção de qualquer outro têxtil, incluindo tecidos sintéticos como poliéster, acetato e acrílico.

Para concluir, diferente do que a mídia nos mostra, a pele verdadeira não ganha o duelo entre a preferência pela sintética. Sua produção é problemática e muito poluente desde a criação dos animais até a quantidade de energia e insumos necessários para a manutenção do casaco.

Todos os artigos que afirmam que a pele verdadeira é mais sustentável e ética do que as peles sintéticas não contêm fontes suficientes ou estudos, apenas opiniões do IFTF e British Fur Trade Association.

Achei relevante falar sobre este tema, já que é um assunto extremamente importante na área de moda e que, ao mesmo tempo, a maioria das pessoas tem um pouco de dúvidas e acaba adquirindo produtos com peles verdadeiras - incluindo o nosso famoso "couro legítimo". 

FONTE: jornalcruzeiro

6/18/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Porcos bebem rodada de cerveja mediante pagamento de turistas

O vídeo abaixo é de 2015, mas, foi vinculado na mídia agora. Só que, como costumo pesquisar tudo, lá fui eu...... Gente, tem vídeo de galinha, galinha e pintinhos, cavalo, cachorro, bagre, peixe, barata, capivara, boi e porco tomando cerveja com fundo sonoro de gargalhadas humanas..... Pode parecer engraçado, mas, pra mim é algo triste e lamentável de se ver...... Quem quiser conferir é só ir no YouTube... tem vários....... Lamentável!!!!! 

Agora, vejam este porco abaixo que ainda arrebenta, com a boca, as latinhas de cerveja. Em princípio achei que era no Brasil porque nas filmagens falam em português. Mas, fuçando descobri que este porco, aliás, são 2, são explorados por um casal de fazendeiros. Leiam abaixo a verdade dos fatos:

Porcos bebendo da cerveja famosa de St Croix
Escondido na floresta tropical no lado oeste de St. Croix é um pequeno bar, MT. Pellier Hut Domino Club. Um telhado de palha cobre o que é, em todos os casos, uma barra de selva, e muitas vezes tem sido chamado de tal. Mesas com baralhos de cartas e dominós aguardam os que buscam a atmosfera única do lugar. Os moradores locais adoram isso lá. Norma, a anfitriã, mantém as cervejas geladas e o "Mamma-wanna" à mão. JJ e Oreo, as principais atrações, podem até beber debaixo da mesa!

Tudo começou há mais de 20 anos. George e Norma, os donos do lugar, eram fazendeiros. Eles tinham muitos porcos e decidiram diminuir o número. Eles venderam quase todos eles; Ms. Piggy e Buster Pig foram mantidos. As pessoas vinham pela propriedade de vez em quando e aconteceu um belo dia em que um visitante passou  com uma cerveja na mão na frente de Buster e ele roubou e tomou !! Uma estrela nasceu. 

Com o tempo, as pessoas continuaram vindo visitar George e Norma, para tomar uma cerveja e jogar dominó e assim desenvolveram o Domino Club! Os visitantes dariam a Buster uma cerveja para o prazer dele já que ele havia indicado seu gosto no dia que tomou a primeira.  Buster morreu e um pequeno monumento em seu nome está na propriedade. Seu filho JJ e sua neta Oreo assumiram o show!

Aposto que você ainda está se perguntando - como JJ e Oreo pegam as cerveja e como elas as bebem? Os visitantes do Domino Club podem pagar à JJ e Oreo uma rodada de cervejas sem álcool a US $ 2 por rodada ou US $ 1 por visitante.

JJ e Oreo são mantidos em uma baia em frente ao bar e restaurante. Eles são muito bem tratados para os deleites e, então,  um toque simples no portão é o suficiente para adquirir a atenção dele e dela. Coloque a lata de cerveja aberta na boca e eles cuidam do resto. Tomam o conteúdo e jogam a lata de cerveja no chão, assim como um porco faria!

Então, da próxima vez que você estiver em St. Croix, passe e diga Olá para Norma, compre uma rodada para JJ e Oreo e aproveite a atmosfera única do Monte. Pellier Domino Club.

Fontes: Vinow - Family Travel (sites de viagem são legais porque nos contam o que rola em outros países com os animais) - 
Saint Croix (Santa Cruz) é uma ilha no Mar do Caribe, condado e distrito das Ilhas Virgens Americanas, um território não-incorporado dos Estados Unidos.

6/13/2018

TORTURA: Aldeões indianos treinam leoa para receber guloseimas como um cachorro

Minha Santa dos Cotocos, me ajuda pegar um desgraçado como este! Quero fazer justiça com minhas próprias mãos..... Olha o que ele faz com o pobre frango..... Quem diz que indiano adora animais está de porre!!!! Existe muito exploração, tortura e maus-tratos de animais na Índia .
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Autoridades florestais indianas prenderam sete homens por realizarem shows ilegais de leões, onde uma leoa de três anos foi treinada para receber guloseimas como um cachorro.  Um dos acusados ​​teria supostamente visto a leoa em sua fazenda em Gir-Gadhada, Gujarat, quando ela era um filhote e conseguiu treiná-la. 

Uma das performances ilegais do leão mostra-o entreter um convidado pendurando uma galinha diante da leoa. Ele insulta o animal segurando o pássaro enquanto saliva.  Uma mulher ao fundo os adverte a não provocar o animal dizendo que ela pode atacar. Mas o homem diz que não tem medo. Finalmente, ele joga o frango e a leoa o pega. O conservador chefe de florestas e vida selvagem, DT Vasavada, disse: “O leão não os está atacando, pois ela está acostumada a conseguir comida assim. "Também mostra que tal atividade é rotineira para eles". 

O vídeo foi encontrado nos telefones celulares dos homens, que foram presos em 19 de maio. Tornou-se público em 6 de junho. O especialista em leões Mayank Bhatt disse: “Conduzir shows ilegais de leões para entreter turistas é um negócio próspero na área. Os leões oferecem encontros próximos com os leões e os turistas caem em desatenção ao risco". A área florestal de Gir em Gujarat é a única casa remanescente dos leões asiáticos, cujo número é de apenas 650 indivíduos selvagens de acordo com um censo de 2015.

5/26/2018

EXPLORAÇÃO DE CAVALOS: Hamburgueria usa cavalo em entregas no DF

Gente, soube que aqui no Rio estão usando direto carroças e charretes para levar as pessoas até onde passam os ônibus. Isto é feito, geralmente, por vans, mas, como não tem gasolina estão usando carroças..... Quem me denunciou ontem foi uma moradora de Nova Iguaçu. Ela disse que os animais estão esgotados e trabalham debaixo de chicote. Pedi a ela para filmar para denunciarmos a DPMA.
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Hamburgueria usa cavalo em entregas para driblar falta de combustível no DF
Após a paralisação dos caminhoneiros, uma hamburgueria em Planaltina, no Distrito Federal, resolveu driblar a falta de combustível e resolveu implantar o uso de cavalos para garantir as entregas dos clientes.
De acordo com um dos donos do estabelecimento, Júnior Tadayoshi, de 31 anos, a ideia partiu do seu sócio, Aquiles França, que resolveu improvisar com o serviço. Segundo ele, tudo começou como uma brincadeira para descontrair. No entanto, o transporte alternativo se mostrou eficiente e já ajudou em cerca de 20 entregas.

— Ele teve a ideia e eu liguei para um amigo que tem um haras aqui perto. Ele me disponibilizou dois cavalos e dois cavaleiros — disse Tadayoshi, que informou que a região é conhecida pelas tradicionais cavalgadas.

Ele contou ainda que muitos clientes começaram a ligar pedindo que o lanche chegasse de cavalo nas residências. Junior explicou ainda que os animais foram deslocados para locais mais próximos, enquanto os motoboys entregavam em locais mais distantes. — Muita gente ligou pra cá querendo que a entrega fosse a cavalo. Mas sabemos que nem todos os lugares podemos utilizá-los. É perigoso tanto para o animal quanto para o condutor, por causa do trânsito e da pista.

Júnior disse que se a paralisação continuar, ele será obrigado a fazer o uso do cavalo nas entregas novamente. — O combustível está acabando. Se a greve continuar, vamos ter que usar os animais— concluiu.

Fonte: EXTRA
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LEIAM OUTRO CASO: 
Vereador de BH debocha da crise em vídeo montado em cavalo

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Como brasileiro tem um humor fora do contexto, olha isto:
enviado por nossa leitora Victória

5/20/2018

CÃES DE RESGATE: Ajuda de cães é fundamental em trabalhos de resgate

Tem pessoas que consideram este serviço feito pelos cães como exploração. Tem outras que não. Eu tenho dúvidas porque, na verdade, a promoção feita à superioridade dos animais é muto grande.... Acho que, no momento em que vivemos, é mais positivo que negativo.... Enfim, vamos às opiniões dos leitores....
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Nos 13 dias de buscas nos escombros do prédio que desabou em São Paulo, os bombeiros contaram com a ajuda de companheiros fundamentais para esse tipo de trabalho: os cães farejadores.

Fonte: Globo News

4/30/2018

BURLANDO A LEI: O triste vídeo do macaco disfarçado de menina obrigado a mendigar na rua

Já publicamos vários vídeos (confira aqui) sobre estes ordinários que exploram os macacos..... Imaginem o pobrezinho ficar com esta cabeça de boneca o tempo todo enquanto o explorador vadio recolhe o dinheiro recebido pela exploração do pobre animal..... Meu Deus!!!!! e saber que quando não aceitam mais "fazer o serviço" os macacos são mortos e comidos em jantar...... Gente podre deste mundo!!!!! Aí, Paidocéu, resolve esta parada mandando um ebola poderoso naquela gentalha.... é facinho proce.... vai.... faz isto por nós que não aguentamos mais ver isto sem poder fazer nada.....
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Um vídeo mostra um macaco disfarçado de menina a pedir dinheiro na berma de uma estrada, em Bogor, na Indonésia. Este incidente insere-se numa performance tradicional de rua denominada Topeng Monyet, que pode ser traduzida como "Máscara de Macaco".

Segundo o "Daily Mail", o vídeo mostra um macaco vestido de menina, com uma máscara de uma boneca loira com óculos escuros sobre a cabeça. O animal, acorrentado, segura um balde azul para recolher o dinheiro enquanto olha para quem passa, à espera que alguém esteja disposto a pagar pela sua performance. O vídeo foi partilhado nas redes sociais e dividiu os utilizadores. Por um lado, alguns lamentaram a situação do macaco, outros acharam a situação engraçada.

O disfarce do macaco insere-se na tradicional performance de rua conhecida como Topeng Monyet, em que os animais são forçados a vestir-se como pessoas e a fazer truques, enquanto tocam música tradicional.

Em 2013, esta performance foi banida em Jacarta, capital da Indonésia, numa campanha que defendia o direito dos animais, devido ao facto de muitos macacos terem sido incapazes de voltar à floresta após sérios traumas psicológicos. No entanto, continua a ser recorrente no resto do país.

FONTE: jn.pt

4/16/2018

Gisele Bündchen participa da exploração de animais no Qatar.... Levou bronca geral!!!!

Que vergonha para Gisele Bündchen, hein?  participando de atos de exploração animal..... Logo ela?
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GISELE BÜNDCHEN MOSTRA “CARONA” EM CAMELO E É DURAMENTE CRITICADA NA WEB: “NÃO EXPLORE OS ANIMAIS”
Gisele Bündchen usou sua página no Instagram, na noite deste sábado (14/04), para compartilhar uma foto em que aparece ao lado do marido, o jogador Tom Brady, passeando de camelo no Qatar, e acabou gerando o maior burburinho na rede social. Ao verem o clique, muitos internautas reagiram e reclamaram da atitude do casal, dizendo que os dois estavam incentivando a exploração de animais no turismo:

“[os camelos] Não foram feitos para isso! Idiotice vem do ser humano que acha normal isso. Quanta ignorância e falta de empatia com os animais!”, protestou uma internauta. “Se forem ao Qatar, façam diferente de Gisele e não explorem animais em sua viagem, tenham mais compaixão”, escreveu uma seguidora. “É incrível essa postura, não é? Não é possível tanta falta de compaixão pelos animais…”, comentou outra.

Gisele não se pronunciou sobre a polêmica e até o fechamento desta matéria e manteve a foto na rede social. Em seu Instagram Stories, a modelo ainda compartilhou vídeos (abaixo) em que aparece fazendo tatuagem de hena, e exibiu o desenho aos seguidores.

Fonte; UOL

3/26/2018

Indonésia e outros países asiáticos exploram macacos mascarados pelas ruas

Que povo bárbaro vive nestes países de toda Ásia.... Que povo frio, mau, que traduzem em seus olhos uma frieza assustadora. Olha, sem esta de discriminação de povos.... Estou falando de uma realidade indiscutível e que está aos olhos de todos nós que amamos os animais. É difícil entender tamanha crueldade e exploração dos animais. Vejam este vídeo e entendam. Fotos ao final. Macabras.
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O desempenho de rua com macacos é uma forma comum de entretenimento barato na Indonésia e em outros países asiáticos. Geralmente envolve os macacos usando máscaras, como cabeças de bonecas ou roupas para imitar os humanos.

A pobreza profunda leva os manipuladores a explorar os animais na esperança de conseguir uma pequena mudança. Quanto às máscaras, é uma tradição há muito tempo. Alguns dos manipuladores começaram a colocar máscaras de bonecas em seus macacos porque era algo novo e diferente das máscaras convencionais, que vêm da tradição de performance de dança da Indonésia.

Fonte: Live Leak



3/24/2018

Era paramédica, hoje aluga bode para carpir terreno e fatura US$ 25 mil/mês

Sinceramente, não acho que seja exploração animal este tipo de trabalho....
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Até que um dia, no começo dos anos 2000, chegou à sua fazenda em Vashon Island, no estado de Washington (EUA), e viu seus dois bodes comendo capim.

"Foi nesse momento que tive um clique e pensei: por que não dar um trabalho para esses dois animais?", disse ela à reportagem do UOL, por Skype.

Em janeiro de 2004, ela criou a Rent-a-Ruminant, uma start-up que aluga cabras e bodes para capinar terrenos nos EUA. Nos dois primeiros anos, manteve a empresa em paralelo ao emprego de paramédica, mas depois passou a se dedicar integralmente ao negócio próprio.

Ela dorme no trailer, para cuidar dos bichos
No começo, além dos dois bichos que tinha na fazenda, Tammy comprou mais quatro. Foi preciso um investimento inicial de US$ 600 (cerca de R$ 1.975, em valores atuais), segundo ela. Hoje, a start-up tem cerca de 180 animais e um faturamento médio mensal de US$ 25 mil (R$ 82,3 mil).

O cliente informa o tamanho do terreno e envia fotos, e a empresária calcula quantos animais precisa levar. Ela cobra US$ 780 (cerca de R$ 2.500) por 24 horas de trabalho. O contrato mínimo é de três dias de trabalho. O máximo, de um mês. Além disso, também cobra uma taxa de deslocamento, que custa entre US$ 350 (R$ 1.150) e US$ 450 (R$ 1.480). Para garantir a segurança dos bichos, a ex-paramédica dorme por perto, em um trailer, acompanhada de seus dois cachorros.

Quatro meses de férias por ano
Antes de levar os animais ao local de trabalho, Tammy faz uma análise do terreno. Verifica se há objetos que podem machucá-los, possíveis predadores ou plantas tóxicas.

Após a vistoria no espaço, os animais são levados até o local de trabalho em dois caminhões. Às vezes, é preciso fazer duas viagens para carregar todos.

Os bodes e cabras ficam no terreno e comem capim à vontade. Também dormem quando têm vontade. Tammy diz que respeita muito os horários e o tempo deles, e que não sacrifica os mais velhos, por exemplo, que já não conseguem mais trabalhar. "Esses ficam na fazenda, curtindo a aposentadoria", diz ela.

Os animais trabalham oito meses por ano e descansam entre dezembro e março, período de inverno nos Estados Unidos. Nos dias de serviço, os clientes são responsáveis por alimentar os bodes e cabras. No período de "férias", Tammy gasta cerca de US$ 16 mil (R$ 52,7 mil) para alimentá-los.

É possível abrir franquia no Brasil
A start-up só atende em Washington, mas há franqueados em outras quatro localidades nos EUA: dois no Texas, um no Tennessee, outro na Carolina do Norte e o último em Virginia. Ainda não existem franqueados em outros países, mas, segundo Tammy, é possível virar parceiro dela. Confira abaixo os números informados pela franquia:
  • Investimento inicial: de US$ 20 mil (R$ 65,8 mil) (custos de instalação + taxa de franquia + capital de giro + website e marketing)
  • Faturamento médio mensal: de US$ 10 mil (R$ 32,9 mil) a US$ 20 mil (R$ 65,8 mil) nos Estados Unidos
  • Royalties: 8% do faturamento
  • Lucro médio mensal: de 30% a 40% do faturamento
  • Retorno do investimento: de 6 meses a 24 meses, nos Estados Unidos.
Além do investimento inicial na franquia, o interessado também precisa passar por um treinamento de 10 a 16 horas com a proprietária. A passagem para o país fica a cargo do franqueado.

Situação é comum no Brasil, mas não virou negócio
Para a consultora do Sebrae-PR Maria Isabel Guimarães, no Brasil é comum produtores rurais cederem ruminantes para outros proprietários cortarem a grama. "Só que isso nunca foi transformado em um negócio, muito menos com franquias. Aí está o diferente do negócio", diz.

Ela afirma, no entanto, que se algum brasileiro quiser fazer algo parecido, é preciso antes checar a condição das estradas em sua região, pois isso pode prejudicar os animais durante o transporte. "As estradas no Brasil não são tão boas quanto nos Estados Unidos, e isso poderia prejudicar os animais", afirma.

Para a veterinária Cristina Soto Mayor, outra questão a ser considerado é a alimentação. Um ruminante adulto, segundo ela, come de 1% a 2% de seu peso por dia --uma cabra de 50 kg, portanto, comeria 500 gramas. "Mas, às vezes, o animal não consegue encontrar essa quantia apenas no pasto. É preciso, portanto, fazer a suplementação, e isso pode acarretar mais gastos", declara.

FONTE: UOL

3/17/2018

Tailândia comemora a exploração dos elefantes como se fosse algo a se orgulhar

Tem que ser muito doido pra entender isto. Comemoram o dia dos elefantes mostrando a exploração  que são submetidos. Seus condutores usam aqueles ferros pontiagudos que provocam dores nos animais para obriga-los a fazer o ensaiado. Estou publicando um outro vídeo, também, onde mostra um zoológico que eles tem em outra cidade onde apresentam os elefantes como num circo..... Comemorar o quê com tamanha exploração, humilhação e desrespeito à vida animal? Que nojo!!!! agora que raio de monges são estes que não libertam os animais deste sofrimento? ou eles não sabem como são treinados? ah, me poupem..... monges de quem, meu Deus?
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TAILÂNDIA COMEMORA O DIA NACIONAL DO ELEFANTE TAILANDÊS
PATTAYA - Os elefantes se divertiam com frutas enquanto participavam de alguns eventos para lembrar batalhas históricas em que foram usados.  Os eventos de terça-feira foram realizados em todo o país. Na província de Chonburi, oitenta e sete elefantes foram levados ao Jardim Botânico Tropical de Nong Nooch, onde "homenagearam" a nove monges de Wat Samakkhi Banphot.

"Todos os anos realizamos um grande evento para encorajar as pessoas a conservar os elefantes tailandeses e fazer os tailandeses e os estrangeiros amar e conservar os elefantes antes de serem extintos", disse Kampol Tansajja, diretor do parque nesta terça-feira.

Os pachyderms serão exibidos ao redor do parque antes de se divertir com o que os gerentes do parque disseram é o maior buffet de frutas do mundo para elefantes. Um filhote chamado Pang Fa Jaem 1, que havia sido ferido em uma armadilha de caça na província de Chanthaburi foi levado ao parque, também, para participar do tal evento.

Surin
Funcionários do governo, devotos e místicos, liderados pelo oficial provincial Kitimet Rungthanikiat, rezaram para o Santuário Pa Kam, onde uma corda de pele de búfalo é apreciada por devotos locais por seus supostos poderes místicos sobre elefantes.

Nove elefantes participaram de uma cerimônia em que homenagearam 19 monges. Começando às 10h, 50 elefantes e centenas de artistas começaram uma performance em homenagem ao feriado que relembra as batalhas históricas. Os elefantes de uma ong de reabilitação local foram alimentados com uma mesa de buffet que se estendia 200 metros coberta de melancia, abacaxi, banana e jicama.

O dia do elefante tailandês é um feriado designado pelo estado que cai em 13 de março. Os elefantes, o animal nacional, há muito tempo estão intimamente ligados à cultura e à história tailandesas, onde a sabedoria passou por reis montando-os na batalha.

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VÍDEO DE COMO O ELEFANTE TAILANDÊS É EXPLORADO

3/01/2018

Refutando: ‘Pecuária gera emprego e movimenta bilhões’

Artigo excelente!!!!!
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É verdade. Nenhum vegano pode negar: a pecuária sustenta muitas famílias e movimenta bilhões por ano. Só em 2017, esse negócio atingiu 174,4 bilhões de reais no Brasil; a pecuária de corte emprega quase 2 milhões de pessoas.

Entretanto, esses dados seriam uma prova de que tal atividade não deve acabar? Para avaliar o argumento pecuarista, precisamos recorrer à algumas estatísticas.

Para boa parte das pessoas, incluindo àquelas que comem carne, a indústria de peles (que esfola animais vivos) e as touradas são algo repulsivo. Tais atividades também são a fonte de renda de muitas famílias: as peles empregam mais de 1 milhão de pessoas e valem 40 bilhões de dólares; já as touradas movimentam 16 milhões de euros por ano.

E quando o assunto é a exploração humana? A indústria de pornografia infantil fatura 4 milhões de reais por ano no Brasil — no mundo, 5 bilhões de dólares. Já o crime organizado atinge a marca de 870 bilhões de dólares por ano, sendo que 320 referem-se ao tráfico de drogas.

Se partirmos da premissa de que uma atividade deve ser mantida pois determinada quantidade de pessoas se beneficiam financeiramente dela, então teremos de aceitar a pornografia infantil e a indústria de peles.

Mas as pessoas geralmente medem os ganhos e as perdas de certa atividade e concluem que a pornografia infantil, por exemplo, é pior para a sociedade ainda que produza renda, ou isso simplesmente não entra em discussão porque o abuso infantil é inerentemente imoral. Porém, se soubéssemos os prejuízos da pecuária, será que ainda estaríamos inclinados a apoiá-la?

Para os animais, matadouros são péssimos porque são cruéis. Para a natureza, 1 milhão de reais em receita da pecuária geram 22 milhões em prejuízo ambiental. Para o ser humano, o consumo da carne processada se associa à diversas doenças. Além disso, a crueldade contra os animais tem relação com a criminalidade: homens que abusaram de animais têm cinco vezes mais chance de serem presos por violência contra humanos.

Resta claro portanto que a exploração animal é ruim sob diversas óticas, e seu fim será benéfico para a sociedade. A vantagem é que aqueles que dependem da pecuária para sobrevivência podem migrar para o mercado vegano.

FONTE: oholocaustoanimal

2/28/2018

Porquinha pintora batizada de Pigcasso vende quadros por até 1.000 euros

Sinceramente, não acho que seja exploração animal em se tratando do objetivo final.....
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A porca, que pesa cerca de 200 kg, foi resgatada de um matadouro na África do Sul e levada para um santuário animal, onde se interessou pelas artes visuais

Você compraria uma obra de arte abstrata por 1.000 euros (cerca de R$ 4.000)? E se soubesse que o autor é uma porca de 200 kg?

Batizada de Pigcasso -uma brincadeira com o pintor espanhol Pablo Picasso- a porquinha pintora foi resgatada de um matadouro na África do Sul e levada para um santuário animal, onde se interessou pelas artes visuais.

Com mais de 4 mil seguidores no Instagram, ela virou um sucesso no mundo da arte animal e agora vende seus quadros por até 1.000 euros. Pigcasso segura os pincéis com a boca e imprime traços enérgicos nas telas, com cores fortes e composições.

Ela ganhou até uma galeria itinerante na Cidade do Cabo, onde vive. Lá, várias de suas obras estão expostas e colocadas à venda. A galeria ainda será transferida para Paris, Londres, Berlim e Amsterdã.

A dona da porquinha, Joanne Lefson, ativista e fundadora do refúgio Farm Sanctuary, afirma que treinou o animal com reforço positivo: dava petiscos em troca do trabalho realizado. Ela ainda diz que não obriga a porquinha a pintar e que "ela faz isso quando quer".

As obras prontas e o processo criativo de Pigcasso são expostos nas redes sociais, encantando milhares de fãs todos os dias.

A arrecadação das vendas é totalmente usada para financiar o refúgio e conscientizar a população sobre pautas de defesa dos animais. Todos os seus quadros têm um certificado de autenticidade firmado por Pigcasso.

FONTE: ndonline

2/23/2018

Por que continuam nascendo humanos miseráveis?

O que comentar além do flagrante de exploração animal? onde está o respeito pela vida animal? até entendo que humanos usaram os animais nos primórdios da humanidade.... mas, porque, hoje em dia a coisa continua? aliás, na verdade a pergunta certa é: POR QUE CONTINUAM NASCENDO HUMANOS MISERÁVEIS? 
(O vídeo é antigo, mas, não estava registrado em nosso blog)

2/17/2018

Foto de bode de charrete se ajoelhando para comer causa polêmica nas redes sociais em MG

Não adianta regulamentar, tem que proibir.... A fiscalização nestes casos é difícil .... aliás, tudo que envolva humanos e fiscalização, atualmente, NÃO DÁ CERTO!!!!!! a corrupção entra nas menores coisas. Que coisa lastimável ver um flagrante deprimente da exploração animal.....
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Animal aparece tentando comer grama. Publicação feita em São Lourenço (MG) teve mais de 15 mil compartilhamentos em três dias.

A publicação de fotos de um bode enquanto se alimentava causou polêmica nas redes sociais. O animal, usado em passeios de charrete em São Lourenço (MG), aparece ajoelhado, comendo a grama de uma praça no Centro da cidade. Turistas e moradores se revoltaram com as imagens e acusam os donos de charrete de deixar os animais sem comida.

A postagem foi feita no início da semana por uma turista de Rezende (RJ). Fernanda Brito é do Sul de Minas, mas mora há anos no estado do Rio de Janeiro e sempre visita São Lourenço. Decidiu compartilhar as fotos nas redes sociais e ganhou apoio de vários seguidores.

Até esta quarta-feira (13), eram pelo menos 15 mil compartilhamentos e centenas de comentários, todos contra o uso dos animais em charretes. Na mensagem, a turista questiona a falta de fiscalização e fala em “crueldade” por parte dos turistas que decidem fazer o passeio.


“Os passeio de charretes em bodes e cavalos são comuns na cidade. Tenho conhecimento de pessoas que já fizeram de tudo para tentar melhorar a condição destes animais na cidade, mas nada muda”, conta Fernanda.

Vários problemas foram apontados no serviço de charretes pela turista, em entrevista ao G1. “Os animais ficam no centro em uma fila esperando as pessoas. No sol, sem proteção do calor. Nunca vi eles comendo. Sempre vejo charretes com vários turistas em cima, não sei se existe por lei um número limite de ocupantes, mas de peso sei que não tem. É tudo muito cruel”.

A situação é acompanhada de perto por membros de um movimento de proteção aos animais de São Lourenço. Há anos, eles tentam reforçar a fiscalização e barrar o uso de cavalos e bodes para este tipo de trabalho.

“Isso já é de longa data, problema antigo. Por algum motivo maior, não se consegue resolver”, explica Denise Lage, do movimento Patrulha Animal, que compartilhou o conteúdo postado por Fernanda.

“O pior, no momento, é o fato dos animais trabalharem o dia inteiro no sol. É obrigatório ter alimento e água disponível enquanto ele está trabalhando. E aqui não tem. Pra mim, isso caracteriza maus-tratos".

Segundo Denise, enquanto os cavalos são usados para passeios em charretes grandes, os bodes ficam para passeios em mini-charretes com crianças. Depois da repercussão, os bodes não foram vistos por dois dias na cidade, mesmo com o feriado de carnaval.

Para a defensora das causas animais, a situação como a registrada nas fotos traz maus resultados ao turismo da cidade. “É um ponto muito negativo pro turismo daqui. Tanto pela situação em que os animais vivem, quanto pela sujeira causada nas ruas. Inclusive tem muito turista que boicota, mas também tem gente que não tem muita noção do que se passa por trás”.

A recorrência dos casos com bodes e cavalos chama a atenção da turista. “Uma vez, vi um cavalo que caiu com a charrete cheia de turistas em frente a uma farmácia. O coitado ficou lá deitado no chão, com a respiração ofegante. Não sei qual o verdadeiro motivo deste incidente, mas sei que quase morri de pena”.

Contra os serviços de charrete na cidade, ela tenta passar a mesma mensagem à filha. “Minha filha tem 4 anos, e algumas vezes pediu para fazer este passeio. Ela vê outras crianças na charrete e acha que é divertido. Sempre disse não e agora ela já entende o motivo. Mas continuo explicando e mostrando porque não fazermos este tipo de turismo”.

Resposta da prefeitura
Por meio de nota enviada ao G1, a prefeitura informou que a Lei Municipal nº 3.155 de 2014 regulamenta o serviço de charretes com animais na cidade. A lei foi implantada com modificações em 2017 e determina, entre outros pontos, o horário de trabalho e o cuidado com os animais.

Sobre a falta de fiscalização apontada por usuários da rede social, a prefeitura afirma que ela é feita regularmente pela equipe de zoonoses do município. No ano passado, os cavalos tiveram um chip implantado ao corpo, usado para monitorar as condições de saúde, como peso e possíveis doenças. "Caso ele não esteja em condições, é retirado imediatamente pela equipe sendo proibido de circular , e o proprietário está sujeito às sanções da lei", diz a nota.

A medida foi tomada após o município criar uma carteira municipal de habilitação para quem trabalha com as charretes. É proibido ao charreteiro transitar sem a carteira.

Porém, em relação aos bodes usadas nas charretes infantis, ainda não há uma previsão para implantação dos chips de controle. Portanto, não é possível sabe exatamente como está a saúde dos animais. Mas, segundo a assessoria, os bodes também têm acompanhamento frequente dos veterinários.

FONTE: G1

1/24/2018

Carroças resistem no tempo como transporte de cargas em Quixadá

Realmente, explicar a continuidade desta exploração animal é bem difícil..... Quando conseguiremos por um final nisto, minha Santa dos Cascos Cansados?
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Diferentemente das bicicletas, substituídas pelas motocicletas, o veículo puxado por animais está resistindo

Quixadá. Um meio de transporte, utilitário, sobre um único eixo, a carroça, continua resistindo ao tempo e ao crescimento urbano na maior cidade do Centro do Estado. Os órgãos do Município não possuem cadastro e nem números acerca da frota desse tipo de veículo, de tração animal. O mapeamento ainda será efetuado. Entretanto, circulando pelas ruas e avenidas da cidade não há quem não se depare com algum deles no dia a dia. Possuem até um estacionamento especial na área comercial.

Segundo o último levantamento do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-CE), de novembro do ano passado, o Município possui mais de 30 mil veículos. Desse total mais da metade são motocicletas. Apesar dos 2.500 caminhões, caminhonetes e utilitários motorizados, não existem empresas de frete. Quem precisa tem o seu próprio veículo ou prefere pagar mais em contra pelo serviço, recorrendo aos carroceiros.

Nesse quase meio século, diferentemente das bicicletas, quase em extinção nas ruas como transporte urbano, substituídas pelas motocicletas, o veículo puxado por animais está resistindo. Há quem diga, incluindo os utilizados nos depósitos de materiais de construção, existirem mais de 100. Todos os dias cerca de 20 deles se concentram na "Pedra", um ponto da Rua Rui Maia, onde ganharam até o estacionamento exclusivo para suas carroças, com direito a placa de sinalização de trânsito. No local, sombreado por algumas árvores, eles se reúnem pela manhã cedo no aguardo dos clientes.

A empresária Silvia Oliveira Lima, uma dos 14 filhos de Antônio Benjamim de Oliveira, recorda da chegada dos carroceiros à porta da sua casa, quando ainda era criança. Na época, tinha seis anos. Eles se concentravam próximo, na Travessa Tiradentes, mas, quando as árvores plantadas pelo pai cresceram, pediram para estacionarem na sombra, na Rua Rui Maia. O hábito se mantém desde então.

Antônio Benjamim faleceu em 2007, mas, em respeito ao pedido do pai, a filha e a família consentiram na permanência dos carroceiros no local. A única exigência é manterem o lugar limpo, recolhendo o esterco dos animais. Eles são de confiança e ajudam a proteger a casa enquanto aguardam a chegada de cliente. Como se revezam, tem sempre alguém vigiando.

O grupo também mantém regras para a prestação dos serviços. A primeira delas é não maltratar o animal, além de dar boa alimentação, água e o descanso adequado após alguma entrega. Um detalhe chama a atenção: a maioria prefere as burras, espécies do cruzamento do jumento, também chamado de asno ou de jegue, com a égua. Além de mais dóceis, as fêmeas não causam constrangimentos as clientes. "Os burros se estressam rapidamente", explica Francisco Eudásio de Sousa.

Os mais antigos no ramo, como Raimundo Nonato dos Santos, lembram do surgimento da atividade na cidade, ainda no início da década de 1970. A maioria das ruas não possuía pavimentação. As mudanças das mobílias eram feitas nas carrocerias de aproximadamente dois metros quadrados. Além da habilidade na condução do animal, é preciso ter paciência. Apesar de o eixo possuir rodas, quando animal anda mais rápido, solavanca a carga. Como transportam de tudo, incluindo caixão de defunto, com o passageiro dentro, é preciso ter cuidado.

A dona de casa Maria Anunciada Ribeiro sempre busca os serviços dos carroceiros. Aprendeu a confiar no serviço de frete quando era criança. Aborrecimento, só a mãe teve uma vez, mas o guiador não teve culpa. Ele havia alertado do risco de levar os 12 potes, dos grandes, com água, do sertão para a casa da cidade. "Nem com muita fé não tinha como não quebrarem".

Fique por dentro

Mais de cinco milênios de história
O surgimento da carroça é muito antigo. Historiadores apontam seu primeiro uso após a invenção da roda, com registros arqueológicos de 3.500 a.C., há 5.500 anos. Naquela época os antigos mesopotâmios já usavam um objeto de formato circular para fazer cerâmica, mas, de ambas as invenções, não se sabe quem foram os seus criadores. Naquela época, esse tipo de transporte já possuía eixo e era utilizado principalmente na agricultura, espalhada por todas as civilizações antigas. As adaptações foram evoluindo, chegando ao século XX com eixos de metal e pneus, os mesmos utilizados nos automóveis. Apenas a tração continuou a mesma, animal. Para manobrar as carroças é preciso ter domínio e habilidade, utilizando as rédeas.

FONTE: diariodonordeste

1/22/2018

Uma melhora nas condições da exploração de galinhas

Fiz questão de publicar esta matéria porque acho que as coisas estão avançando enquanto a catequese vegana vai se expandindo.... Pelo menos as galinhas tem um período de vida em condições naturais.... Sei que isto é muito pouco, mas, para o mundo global considero algo que possa aumentar a consciência de todos....
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A Tapuio Agropecuária, localizada em Taipu, cidade a 65 quilômetros de Natal, adotou uma nova modalidade de controle de qualidade nos ovos produzidos na fazenda instalada no Rio Grande do Norte. Agora, as cascas trazem a identificação da marca e do lote de fabricação, assegurando a rastreabilidade, mesmo que a embalagem tenha sido descartada. Atualmente, a Tapuio produz quase dois milhões de ovos por mês, vendidos para supermercados, empórios, restaurantes e hotéis em todos os estados do Nordeste.

“Essa nova tecnologia é uma forma de ampliar o controle de qualidade dos ovos produzidos, aumentando a segurança alimentar para os consumidores”, explica o diretor executivo da Tapuio Agropecuária, Francisco Veloso. A tinta utilizada para a impressão é comestível e autorizada pelos órgãos competentes.

A fazenda conta com mais de 100 mil aves e é pioneira na produção de ovos diferenciados. Destas, 70 mil já vivem soltas sobre o piso de areia, livres de gaiolas, e recebem alimentação vegetariana. Essas galinhas são responsáveis pela produção de 1,5 milhão de ovos Mr. Caipira por mês. As demais galinhas, responsáveis pela produção dos ovos Mr. Ovo Saúde e Mr. Ômega 3, também serão criadas fora de gaiolas até  2021.

“Teremos 100% de nossas aves criadas soltas até 2021. Nossa decisão visa garantir o bem-estar dos animais”, explica Veloso. Essa é uma tendência mundial, inclusive, grandes redes de fast food já anunciaram que, dentro de alguns anos, só vão adquirir ovos de galinhas criadas fora do confinamento de gaiolas.

Na Tapuio, a preservação do bem-estar das galinhas que produzem o ovo caipira se dá pelo fato das aves terem liberdade para ciscar, bater asas, empoleirar e tomar banho de areia. “As instalações oferecem amplo conforto e seguem controle sanitário rigoroso. As aves ficam soltas em piquetes para pastagem e postura em ninhos, com sombreamento e água. Há ainda um galpão aberto com aproximadamente 700 metros quadrados de área reservada para suplemento alimentar à base de milho, calcário e farelos de trigo e soja. Cada galpão tem seis piquetes e comporta um lote de 12 mil aves”, conta Veloso.

Os ovos Mr. Caipira tem elevado teor de vitamina A, qualidade reconhecida por conservar o inigualável sabor do campo e sua característica marcante é a coloração intensa da gema. O Mr. Ovo Saúde é enriquecido com selênio e vitamina E, antioxidantes que aliados a uma dieta saudável auxiliam no combate a doenças cardiovasculares e na prevenção do envelhecimento da pele.

O Mr. Ômega 3 é produzido por galinhas que recebem alimentação com linhaça e possui 16 vezes ômega 3 que um ovo tradicional. A dose extra de nutrientes é adicionada diretamente na ração consumida pelas galinhas e os componentes dos ovos são comprovados em análises realizadas pelo ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

(cortei o resto da matéria porque falava da exploração de gado leiteiro e tudo mais)

FONTE: tribunadonorte

10/29/2017

Carrossel com pôneis vivos. Alguém sabe onde?

O Facebook Extremo Vegano publicou este vídeo, mas, não informou a fonte. Nos parece que é na Itália, mas, que cidade? Pesquisei e não achei nada. Os animais ficam confinados em um espaço pequeno, presos, rodando sem parar! É perturbador e angustiante! Será que estão cansados, tontos, com fome, sede, enfim... é um absurdo! Isto é para ser denunciado porque é um tremendo abuso e covardia contra animais. 

A ANDA publicou em 2014 que:  Cidade espanhola proíbe uso de pôneis em carrosséis graças a petição online, ou seja, quando se sabe o local é só meter bronca que os caras param com esta exploração covarde contra os animais. 


Este carrossel abaixo era em Viena e foi desativado, segundo a matéria, em 2016. Leiam:
Viena vai desativar controverso carrossel puxado por pôneis

Pônei e ganso branco são abusados e explorados em circo

Eu já vi numero circense idiota, mas, este daqui ultrapassa qualquer um outro. Ô gente nojenta.... Como tem coragem que usar e abusar de animais tão dóceis?
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Assista o vídeo para ver um pônei aterrorizado sendo abusado em um show idiota para outros idiotas com a desculpa de ser "entretenimento ". Também, pode ser visto um ganso branco  no palco sendo aterrorizado para divertir um público pagante. Por favor, assine e compartilhe para que os animais de fiquem de fora  de nossas idéias egoístas e necessidades  falsas. Eles não estão aqui por nós... temos que deixá-los ser livres... animais não querem estar no palco, ou usados por nós, por qualquer razão.... Obrigado,  Animal Freedom Fighter
Assine a PETIÇÃO 

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