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Mostrando postagens com marcador exploração animal. Mostrar todas as postagens
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12/18/2018

Animais maltratados são explorados em zoológico da Tailândia

É muito podre esta questão de exploração animal nestes países..... Dentro de zoológicos fazem números circenses..... Que sofrimento destes animais.
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Imagens angustiantes de um elefante severamente abaixo do peso sendo forçado a fazer truques em uma minúscula corda bamba em um zoológico praticamente vazio indignaram os visitantes que temem que uma queda no turismo possa ter deixado os animais sem comida. 

O elefante adulto com longas presas brancas pode ser visto em frente a uma barraca deserta na fazenda de crocodilos Samutprakarn e no zoológico da Tailândia , na última sexta-feira. Com seus ossos claramente visíveis, a "Vaca" - um elefante fêmea - pode ser vista equilibrada em duas mesas de madeira antes de ser levada para baixo e forçada a atravessar uma corda de metal. Ela faz uma pausa no meio, se vira e caminha de volta.

12/17/2018

Animais usados para atrair turistas são mutilados e alimentados de forma errada

Tudo em nome da exploração animal!!!! gente podre mesmo!!!!! prejudicar a vida dos animais só para ter selfies..... É muito doido isto, gente!!!!
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FLAMINGOS COM AS ASAS CORTADAS. EM ARUBA, O HORROR EM NOME DO SELFIE
Existem turistas que só querem saber de tirar selfies com os flamingos rosas no Caribe, enquanto outros se preocupam

12/10/2018

Carpas que chupam chupeta conquistam visitantes de restaurante em Jundiaí

Deixem os peixes nos rios e mares.....
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Comerciante explica o truque que faz os peixes se sentirem atraídos pela chupeta.
A pescaria em um restaurante de Jundiaí (SP) é um pouco diferente da tradicional: de um lado a varinha e do outro uma chupeta. Carpas que gostam de chupeta são atração no tanque do estabelecimento. (Veja o vídeo abaixo)

12/03/2018

CRUELDADE TOTAL: Reino Unido permite caça de animais que quase foram extintos

Gente, só podemos ajudar assinando as petições para dar força aos companheiros locais. Não sejamos preguiçosos para assinar, coisa que leva segundos..... Sejam ativistas, ASSINEM E DIVULGUEM, pelo amor de Deus!!!!!!!
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Fúria contra empresa de caça de troféus que organiza viagens de caça ao interior da Inglaterra, onde os entusiastas pagam até £ 17.500 para matar 'veados da classe recorde mundial'
Caçadores de troféus no Reino Unido estão caçando animais que já foram salvos da extinção 
As mortes podem custar até £ 17.500 por animal através do site Europehunts
Caçadores se gabam de matar "monstros" quando posam com veados mortos e corça  

11/29/2018

Os macacos não pertencem aos monitores de evento de Natal

O First Citizens National Bank está patrocinando o Evento e haverá a apresentação deste personagem aí da foto com o macaquinho para distrair os participantes.... CONTESTE ASSINANDO A PETIÇÃO feita pela PETA.
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Se há uma coisa que odiamos é a exploração animal. Se há algo que odiamos ainda mais, é a exploração animal em nome da compaixão e bondade durante as férias. 🙄 Portanto, não estamos felizes - e Django, o macaco, provavelmente também não é - sobre o evento "Dickens of a Christmas" em Chestertown, Maryland, que planeja exibir o capuchinho explorado em 8 e 9 de dezembro.

Os macacos são animais inteligentes e

11/27/2018

Denúncia revela abandono de jumentos criados para o abate na Bahia

Faz tempo que esta questão dos jumentos tem sido ignorada pelas autoridades para uma solução final.... Este chinês desgraçado só quer saber da exploração dos animais e eu me pergunto onde estão as autoridades judiciais para resolver esta parada? Agora, o Fantástico fez uma reportagem muito boa.... Temos que esfrega-la na cara dos promotores deste país..... Leia

Casacos de pele estão com os dias contados na moda internacional?

A solução para o fim do uso de peles de animais deveria ser por entendimento de todos os humanos que é uma crueldade inenarrável....
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Como a moda está se livrando da crueldade animal - em favor das peles artificiais de luxo.
A London Fashion Week, realizada em

10/31/2018

Cães podem ser treinados para farejar malária

Algumas pessoas acham que é exploração animal.... eu também acho, mas, penso que promove muito mais os animais com o atestado de superioridade deles
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Os cães podem ser treinados para farejar certos tipos de câncer, pessoas em risco de sofrer um coma diabético e agora crianças com malária.

De acordo com as descobertas

10/25/2018

Gisele fala sobre relação de filha com animais

Será que ela não sabe que andar à cavalo é considerado exploração animal? Alguém avisa ela....
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Gisele Bündchen tem passado para a a sua filha, Vivian, sua paixão pela natureza. A modelo compartilhou em seu Instagram um clique de um passeio de cavalo que fez com a pequena, de 5 anos. “Esses pequenos momentos especiais

10/20/2018

Mulher cai em tanque de tubarões em shopping quando animais eram alimentados

Ainda bem que eles estavam alimentados a ponto de dispensá-la.... Agora, porque explorar animais em um shopping..... deixa o bicho no mar!!!!!
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Uma funcionária de um shopping de Jiaxing (província de Zhejiang, China) tropeçou e caiu no tanque de tubarões que compõe a decoração do local no

10/17/2018

Cães drogados para pedir esmola: a evolução das máfias da mendicidade

Na verdade isto não é novidade aqui no Brasil.... pelo menos aqui no Rio. Mendigos usam cães para alertarem sobre roubos de outros mendigos. Mas, já vi eles cruzando bichos para vender os filhotes, ganhar ração e vender, enfim, várias situações de exploração dos animais e dos humanos que se sensibilizam...... Assinem a petição

10/13/2018

Tirar os dentes dos golfinhos para que os turistas possam nadar com eles: um horror que ninguém quer contar

A matéria fala muito bem.... a solução é boicotar, embora acho difícil porque este tipo de turismo é muito atrativo...... As pessoas não estão nem aí para o que aconteceu ou acontece com o animal para ela  se divertir com ele.... Humanidade podre!!!!!
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Dos golfinhos são arrancados seus dentes

7/12/2018

Café na Turquia mantém leoa em aquário para entreter turistas

Juro que eu queria entender humanos que exploram animais para enriquecer..... Tanto na alimentação, nos "chamados esportes", nas tradições, nas religiões e tudo mais, está explícito os maus-tratos e a exploração destes seres que só estão no mundo para garantir o equilíbrio dos ecossistemas que nos proporcionam viver neste planete lindo....
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Videos na internet geraram uma série de críticas ao estabelecimento, registrado como "centro de reabilitação de animais".Manter um aquário com peixes para entreter os clientes de um bar ou

7/05/2018

CRIADOR SAFADO: Homem mente sobre sua criação de cães de raça



Olha, eu sei que este delegado é candidato em SP. Não estou fazendo propaganda nenhuma dele porque não o conheço e NÃO VOU FAZER PROPAGANDA PARA NENHUM CANDIDATO, embora ache que alguns mereçam ganhar. O que quero destacar é o caso onde o camarada nega  que tenha cachorros em procriação tendo, no andar de cima da sua casa, várias gaiolas com animais de raça explorados para tal.... Safadooooooooooooooo!!
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7/01/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Hora de pensar no fim da pecuária industrial

O artigo é muito bom e termina concluindo que depende de nós.... Vamos conseguir!!!!!
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Ineficaz e devastadora, atividade ocupa 83% das terras disponíveis, desvasta biomas e elimina fauna selvagem. Entre as alternativas, reflorestamento nativo e carne cultivada

Mais do que qualquer outra coisa, a sobrevivência dos seres humanos neste e nos próximos séculos, e a possibilidade de outras formas e vida viverem conosco, dependem de como nos alimentamos. Podemos cortar o consumo de tudo o mais a quase zero, e ainda assim causaremos o colapso dos sistemas vivos — a não ser que mudemos nossa dieta.

Todas as evidências apontam agora numa direção: é crucial fazer a transição da dieta de base animal para uma dieta de base vegetal. Um artigo  publicado na revista Science semana passada revela que, embora alguns tipos de produção de carne e laticínios sejam mais prejudiciais do que outros, todos são mais nocivos para os seres vivos do que cultivar proteína vegetal. O texto mostra que a criação de animais ocupa 83% da terra agriculturável do mundo, mas gera apenas 18% de nossas calorias. Uma dieta baseada em vegetais diminui o uso da terra para 76% e reduz à metade os gases de efeito estufa e outras formas de poluição causadas pela produção de alimentos.

A razão é em parte a extrema ineficácia de alimentar o gado com grãos: a maior parte de seu valor nutricional é perdido na conversão de proteína vegetal a proteína animal. Isso reforça meu argumento de que, se você deseja comer menos soja, deveria então comer soja: 93% da soja que consumimos, e que leva à destruição das florestas, savanas e das terras alagadas, estão incorporadas na carne, nos laticínios, ovos e peixe — e a maior parte é perdida na conversão. Quando a comemos diretamente, é preciso muito menos para obter a mesma quantidade de proteína.

A criação de gado à solta é ainda mais prejudicial: os impactos ambientais da conversão de grama em carne, ressalta o artigo, “são imensos sob qualquer método de produção praticado hoje”. Isso porque é necessária terra demais para produzir todos os bifes e costelas que consumimos. Embora as pastagens usem, no mundo inteiro, cerca de duas vezes mais terra do que o cultivo de grãos, elas proporcionam apenas 1,2% da proteína que consumimos. E mesmo que a maior parte dessas pastagens não sirva para cultivar grãos, as terras podem ser usadas para reflorestamento, para permitir que muitos ecossistemas ricos destruídos pela criação de gado se recuperem, absorvendo dióxido de carbono da atmosfera, protegendo bacias hidrográficas e interrompendo a sexta grande extinção planetária de espécies, que está a caminho. A terra que deveria ser consagrada à preservação da vida humana e do resto dos seres vivos está sendo usada neste momento para produzir uma ínfima quantidade de carne.

Sempre que levanto a questão crucial do rendimento por hectare, recebo uma enxurrada de críticas e afrontas. Mas não estou criticando os criadores, estou apenas demonstrando que os números não fecham. Não podemos nem alimentar a crescente população mundial nem proteger os sistemas vivos por meio da criação de animais. Carne e laticínios são uma extravagância que não podemos mais sustentar.

Não há saída. Aqueles que defendem que a pecuária “regenerativa” ou “holística” imita a natureza iludem-se a si mesmos. Ela depende de cercas, enquanto na natureza os herbívoros selvagens vagam livremente, muitas vezes por grandes distâncias. Exclui ou extermina predadores, que são cruciais ao funcionamento saudável de todos os sistemas vivos. E tende a eliminar os brotos de árvores, provocando a ausência dos complexos mosaicos de vegetação lenhosa encontrados em muitos sistemas naturais — essenciais para sustentar uma ampla variedade de espécies de vida selvagem.

A indústria da carne exige ataques ainda maiores ao mundo dos seres vivos. Veja a matança de texugos no Reino Unido, espalhando-se agora por todo o país em resposta aos equivocados pedidos dos produtores de leite. As pessoas perguntam como eu justificaria o retorno dos lobos, sabendo que eles iriam matar algumas ovelhas. Eu pergunto como eles justificam a erradicação dos lobos e de uma grande variedade de outras vidas selvagens para dar lugar às ovelhas. A mais importante ação ambiental que podemos fazer é reduzir a quantidade de terra usada na agricultura.

A não ser que você saiba cozinhar bem — e muita gente não tem nem capacidade nem espaço para isso — uma dieta baseada em vegetais pode ser cara ou sem graça. Precisamos de refeições prontas veganas melhores e mais baratas, e substitutos rápidos e fáceis para a carne. A grande mudança virá com a produção em massa de carne cultivada. Há três restrições principais a ela. A primeira é que a ideia de carne artificial é, para alguns, repugnante. Se você sente assim, convido-o a verificar como os animais dos quais são feitos suas salsichas, hambúrgueres e empanados de frango são atualmente criados, massacrados e processados. Tendo trabalhado numa fazenda de criação intensiva de porcos, estou mais consciente que a maioria de quão repulsivas elas são.

A segunda objeção é que a carne cultivada mina a produção local de alimentos. Talvez aqueles que fazem essa restrição não tenham consciência de onde vem a alimentação animal. Fazer com que a soja argentina passe por um porco local antes de chegar até você não a torna mais local do que se fosse transformada em alimento humano diretamente. A terceira restrição tem um mérito maior: carne cultivada presta-se à concentração corporativa. De novo, a indústria de alimento animal (e, cada vez mais, a produção de carne) foi capturada por conglomerados gigantes. Mas deveríamos assegurar que a carne cultivada não siga o mesmo caminho: nesse setor, como em todos os outros, precisamos de fortes leis antitruste.

Essa poderia ser também uma oportunidade para romper com nossa completa dependência de nitrogênio artificial. Tradicionalmente, a criação de animais e o cultivo de plantas eram integrados através do uso do esterco. Perdas nesse sistema levaram a uma queda gradual da fertilidade do solo. O desenvolvimento de fertilizantes industrializados nos salvou da fome, mas a um alto custo ambiental. Hoje, a ligação entre pecuária e agricultura foi quase inteiramente rompida: as lavouras são cultivadas com produtos químicos industriais, enquanto o excremento dos animais se acumula, sem ser utilizado, em lagoas fedorentas, exterminando rios e criando zonas mortas no mar. Quando aplicado na terra, ameaça acelerar a resistência aos antibióticos.

Mudando para uma dieta baseada em vegetais, poderíamos fazer uso de uma ótima sinergia. Em sua maioria, as lavouras proteicas — de ervilhas e feijões — captam nitrogênio do ar, fertilizando a si mesmas e aumentando os níveis de nitrato no solo para uso das culturas subsequentes, tais como cereais e sementes oleaginosas. Embora seja pouco provável que a transição para a proteína vegetal elimine a necessidade de fertilizantes artificiais, o trabalho pioneiro de agricultores orgânicos veganos, que usam somente compostos baseados em vegetais e importam o mínimo de fertilidade possível de outros lugares, deve ser apoiado por pesquisas que os governos, até agora, não vêm financiando.

Compreensivelmente, a indústria da carne irá resistir a tudo isso, usando as bucólicas imagens e fantasias pastorais que nos têm fascinando por tanto tempo. Mas não pode nos forçar a comer carne. A mudança precisa ser feita por nós. E torna-se mais fácil a cada ano que passa.

FONTE: outraspalavras

6/29/2018

Menos horas de jejum antes do abate eleva o peso da carcaça, mostrou estudo uruguaio

Acho importante registrar estas matérias porque comprovamos que o que importa, acima de qualquer coisa, é o dinheiro..... a exploração dos animais......
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A pedido da Associação Uruguaia de Produtores de Carne Intensiva Natural (Aupcin), o Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária (INIA) do Uruguai realizou um projeto que consistiu em duas investigações para estudar as diferenças de peso que as carcaças podem ter, caso ocorra uma modificação no esquema de carga dos animais, com uma diferença correspondente nas horas de jejum.

Segundo a avaliação, o impacto econômico que essa modificação no manejo antes do abate pode trazer é a obtenção de 3,5 e 3,7 quilos de carcaça a mais por animal, o que implicaria um aumento de US $ 11,5 por animal abatido.

De acordo com as conclusões do estudo, apresentado pelo pesquisador Juan Clariget, do INIA, e pelo presidente da Aupcin, Álvaro Ferrés, essa diferença nos 2,3 milhões de animais que são abatidos a cada ano pode representar US $ 26,5 milhões, diminuindo além dos custos de frete para o produtor e diminuindo os custos da indústria.

Nas duas pesquisas realizadas, em uma delas, foram abatidos 634 bovinos em confinamento, provenientes de currais de engorda de diferentes produtores, que foram separados em dois lotes.

Enquanto um lote foi deixado, depois de armado, nas mangas até o embarque, o outro foi devolvido ao curral. O primeiro lote passou a noite no frigorífico. No outro caso, os animais permaneceram no confinamento recebendo alimentos normalmente até o início da manhã do dia seguinte – por volta das 6 horas da manhã – quando finalmente foram enviados para a planta.

Ambos os lotes foram abatidos ao mesmo tempo, um com muito mais horas de espera no frigorífico do que o outro. Clariget disse ao El Observador que os animais com menos jejum antes do abate apresentaram carcaças de 3,5 kg a mais do que os do outro lote.

Estudo mais padronizado

Para a segunda pesquisa realizada, foram abatidos 251 animais Hereford e Aberdeen Angus pertencentes ao INIA La Estanzuela, os quais foram divididos em cinco abates. Os novilhos ficaram no pasto com suplementos de sorgo de grãos úmidos a 0,8% do peso vivo.

Para este caso, explicou Clariget – ele também ressaltou a necessidade de os animais terem uma espera mínima nos frigoríficos para desestressar após a viagem – também levaram em conta o consumo de água tanto no local quanto nos frigoríficos, entre outros indicadores.

Dois lotes também foram montados. Um deles, com uma refeição a mais, foi abatido com seis horas de jejum, enquanto no caso do outro lote os animais já tinham jejum de 26 horas.

O Instituto Nacional de Pesquisa Agropecuária está avançando em uma segunda etapa do estudo.

Para este caso, os animais foram retirados do campo na sétima hora para a montagem dos dois lotes, deixando um nas mangas que foram enviados às 17 horas para esperar a noite toda no frigorífico, enquanto o outro lote retornou ao campo e onde ficou até as 3 horas do dia seguinte, quando o segundo carregamento foi feito.

Neste segundo estudo, padronizaram-se as horas de viagem (quatro horas) e as duas horas de espera no frigorífico do segundo lote, resultando em 3,7 kg adicionais de carcaça em favor dos animais com menos jejum, em contraste com o que teve um processo de abate mais tradicional.

Clariget explicou que as diferenças no peso das carcaças não se perderam após o resfriamento das carcaças, de modo que os frigoríficos não perderam quilos de carne 36 horas depois de a carcaça ser resfriada.

FONTE: beefpoint

6/20/2018

CRUELDADE: O uso de pele animal na moda

É chocante a alegação dos exploradores de peles de animais com referência à pele sintética..... Não deixem de ler a matéria...... Muito boa!!!!!
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Quando o assunto gira em torno sobre o uso de pele animal na indústria da moda, a questão é sempre polêmica e controversa. As mídias costumam manipular esta imagem para tentar fazer com que acreditemos que a disputa é meio a meio: 50% das pessoas aprovam e 50% desaprovam uso de pele. Mas a realidade é bem diferente...

Segundo o site Modefica, na Inglaterra, 95% da população desaprova o uso de peles. A criação de animais para produção de peles foi proibida no país nos anos 2000 e, apesar das tentativas por parte de alguns interessados, a lei nunca foi anulada ou revertida.

E a crescente demanda sobre o fim do uso de peles de animais em produtos de moda já fez várias marcas repensarem suas matérias-primas - de Giorgio Armani à Zara; além de ter levado outros países a criarem leis que proíbem esse tipo de criação e até mesmo venda de artigos, como em São Paulo.

No momento, aumentou significativamente a venda de pele falsa (também conhecida como sintética) no mundo todo. Dá para notar que a sociedade está em frequente mudança e todos já tem a consciência de que o uso da pele não é legal...

Então, por que a indústria ainda insiste em usar? 
Karl Lagerfeld, por exemplo, não só usou em todos os desfiles da FENDI, como chegou a forrar todo o chão da passarela com peles de animais abatidos!

E assim como qualquer coisa no mundo, a questão é a quantidade de dinheiro que a indústria da pele investe para lutar contra a decadência da imagem... O International Fur Trade Federation (IFTF) chega a financiar desfiles de novos designers, 'apadrinhando-os' durante toda a faculdade de moda.

Eles distribuem casacos de pele para celebridades, disponibilizam matérias-primas para estilistas famosos e ainda criam uma enorme divulgação com matérias na mídia afirmando que usar peles está na moda, e que a indústria da pele é sustentável e economicamente necessária.

Ainda de acordo o Modefica, é graças ao mercado de luxo e aos próprios esforços, que a indústria da pele sobrevive. As celebridades não adquirem mais casacos de pele, porém socialites, ricos e novos ricos perpetuam esse hábito como uma forma de demonstrar poder.

Em contra partida, muitas marcas e estilistas já tomaram consciência e pararam suas atividades com peles verdadeiras ou então nunca utilizaram, como é o caso de Michael Kors, Tom Ford, Jimmy Choo, J.Crew, Tommy Hilfiger, Calvin Klein, Ralph Lauren, Stella McCartney, entre outros... Felizmente, esta lista só aumenta!

"Os grandes nomes estão eliminando, um por um, a pele de suas coleções e o PETA realmente espera que ela se torne apenas um vestígio do passado", afirmou Tracy Reiman, vice-presidente executiva do PETA, em entrevista à revista ELLE.

Outro fator importantíssimo a ser destacado é que a fabricação de pele sintética é, de fato, mais sustentável que a produção de pele natural, já que esta precisa de tratamentos especiais com produtos tóxicos para que a pele não apodreça.

E além de todo este tratamento, vale ressaltar que 85% das peles são ilegalmente provenientes de animais criados em cativeiro. Em Janeiro de 2011, a CE Delft, uma organização de pesquisa e consultoria independente, levantou os impactos de toda a produção de peles de vision e chegou a conclusão que os impactos negativos chegam a ser até 28 vezes maior do que a produção de qualquer outro têxtil, incluindo tecidos sintéticos como poliéster, acetato e acrílico.

Para concluir, diferente do que a mídia nos mostra, a pele verdadeira não ganha o duelo entre a preferência pela sintética. Sua produção é problemática e muito poluente desde a criação dos animais até a quantidade de energia e insumos necessários para a manutenção do casaco.

Todos os artigos que afirmam que a pele verdadeira é mais sustentável e ética do que as peles sintéticas não contêm fontes suficientes ou estudos, apenas opiniões do IFTF e British Fur Trade Association.

Achei relevante falar sobre este tema, já que é um assunto extremamente importante na área de moda e que, ao mesmo tempo, a maioria das pessoas tem um pouco de dúvidas e acaba adquirindo produtos com peles verdadeiras - incluindo o nosso famoso "couro legítimo". 

FONTE: jornalcruzeiro

6/18/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Porcos bebem rodada de cerveja mediante pagamento de turistas

O vídeo abaixo é de 2015, mas, foi vinculado na mídia agora. Só que, como costumo pesquisar tudo, lá fui eu...... Gente, tem vídeo de galinha, galinha e pintinhos, cavalo, cachorro, bagre, peixe, barata, capivara, boi e porco tomando cerveja com fundo sonoro de gargalhadas humanas..... Pode parecer engraçado, mas, pra mim é algo triste e lamentável de se ver...... Quem quiser conferir é só ir no YouTube... tem vários....... Lamentável!!!!! 

Agora, vejam este porco abaixo que ainda arrebenta, com a boca, as latinhas de cerveja. Em princípio achei que era no Brasil porque nas filmagens falam em português. Mas, fuçando descobri que este porco, aliás, são 2, são explorados por um casal de fazendeiros. Leiam abaixo a verdade dos fatos:

Porcos bebendo da cerveja famosa de St Croix
Escondido na floresta tropical no lado oeste de St. Croix é um pequeno bar, MT. Pellier Hut Domino Club. Um telhado de palha cobre o que é, em todos os casos, uma barra de selva, e muitas vezes tem sido chamado de tal. Mesas com baralhos de cartas e dominós aguardam os que buscam a atmosfera única do lugar. Os moradores locais adoram isso lá. Norma, a anfitriã, mantém as cervejas geladas e o "Mamma-wanna" à mão. JJ e Oreo, as principais atrações, podem até beber debaixo da mesa!

Tudo começou há mais de 20 anos. George e Norma, os donos do lugar, eram fazendeiros. Eles tinham muitos porcos e decidiram diminuir o número. Eles venderam quase todos eles; Ms. Piggy e Buster Pig foram mantidos. As pessoas vinham pela propriedade de vez em quando e aconteceu um belo dia em que um visitante passou  com uma cerveja na mão na frente de Buster e ele roubou e tomou !! Uma estrela nasceu. 

Com o tempo, as pessoas continuaram vindo visitar George e Norma, para tomar uma cerveja e jogar dominó e assim desenvolveram o Domino Club! Os visitantes dariam a Buster uma cerveja para o prazer dele já que ele havia indicado seu gosto no dia que tomou a primeira.  Buster morreu e um pequeno monumento em seu nome está na propriedade. Seu filho JJ e sua neta Oreo assumiram o show!

Aposto que você ainda está se perguntando - como JJ e Oreo pegam as cerveja e como elas as bebem? Os visitantes do Domino Club podem pagar à JJ e Oreo uma rodada de cervejas sem álcool a US $ 2 por rodada ou US $ 1 por visitante.

JJ e Oreo são mantidos em uma baia em frente ao bar e restaurante. Eles são muito bem tratados para os deleites e, então,  um toque simples no portão é o suficiente para adquirir a atenção dele e dela. Coloque a lata de cerveja aberta na boca e eles cuidam do resto. Tomam o conteúdo e jogam a lata de cerveja no chão, assim como um porco faria!

Então, da próxima vez que você estiver em St. Croix, passe e diga Olá para Norma, compre uma rodada para JJ e Oreo e aproveite a atmosfera única do Monte. Pellier Domino Club.

Fontes: Vinow - Family Travel (sites de viagem são legais porque nos contam o que rola em outros países com os animais) - 
Saint Croix (Santa Cruz) é uma ilha no Mar do Caribe, condado e distrito das Ilhas Virgens Americanas, um território não-incorporado dos Estados Unidos.

6/13/2018

TORTURA: Aldeões indianos treinam leoa para receber guloseimas como um cachorro

Minha Santa dos Cotocos, me ajuda pegar um desgraçado como este! Quero fazer justiça com minhas próprias mãos..... Olha o que ele faz com o pobre frango..... Quem diz que indiano adora animais está de porre!!!! Existe muito exploração, tortura e maus-tratos de animais na Índia .
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Autoridades florestais indianas prenderam sete homens por realizarem shows ilegais de leões, onde uma leoa de três anos foi treinada para receber guloseimas como um cachorro.  Um dos acusados ​​teria supostamente visto a leoa em sua fazenda em Gir-Gadhada, Gujarat, quando ela era um filhote e conseguiu treiná-la. 

Uma das performances ilegais do leão mostra-o entreter um convidado pendurando uma galinha diante da leoa. Ele insulta o animal segurando o pássaro enquanto saliva.  Uma mulher ao fundo os adverte a não provocar o animal dizendo que ela pode atacar. Mas o homem diz que não tem medo. Finalmente, ele joga o frango e a leoa o pega. O conservador chefe de florestas e vida selvagem, DT Vasavada, disse: “O leão não os está atacando, pois ela está acostumada a conseguir comida assim. "Também mostra que tal atividade é rotineira para eles". 

O vídeo foi encontrado nos telefones celulares dos homens, que foram presos em 19 de maio. Tornou-se público em 6 de junho. O especialista em leões Mayank Bhatt disse: “Conduzir shows ilegais de leões para entreter turistas é um negócio próspero na área. Os leões oferecem encontros próximos com os leões e os turistas caem em desatenção ao risco". A área florestal de Gir em Gujarat é a única casa remanescente dos leões asiáticos, cujo número é de apenas 650 indivíduos selvagens de acordo com um censo de 2015.

5/26/2018

EXPLORAÇÃO DE CAVALOS: Hamburgueria usa cavalo em entregas no DF

Gente, soube que aqui no Rio estão usando direto carroças e charretes para levar as pessoas até onde passam os ônibus. Isto é feito, geralmente, por vans, mas, como não tem gasolina estão usando carroças..... Quem me denunciou ontem foi uma moradora de Nova Iguaçu. Ela disse que os animais estão esgotados e trabalham debaixo de chicote. Pedi a ela para filmar para denunciarmos a DPMA.
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Hamburgueria usa cavalo em entregas para driblar falta de combustível no DF
Após a paralisação dos caminhoneiros, uma hamburgueria em Planaltina, no Distrito Federal, resolveu driblar a falta de combustível e resolveu implantar o uso de cavalos para garantir as entregas dos clientes.
De acordo com um dos donos do estabelecimento, Júnior Tadayoshi, de 31 anos, a ideia partiu do seu sócio, Aquiles França, que resolveu improvisar com o serviço. Segundo ele, tudo começou como uma brincadeira para descontrair. No entanto, o transporte alternativo se mostrou eficiente e já ajudou em cerca de 20 entregas.

— Ele teve a ideia e eu liguei para um amigo que tem um haras aqui perto. Ele me disponibilizou dois cavalos e dois cavaleiros — disse Tadayoshi, que informou que a região é conhecida pelas tradicionais cavalgadas.

Ele contou ainda que muitos clientes começaram a ligar pedindo que o lanche chegasse de cavalo nas residências. Junior explicou ainda que os animais foram deslocados para locais mais próximos, enquanto os motoboys entregavam em locais mais distantes. — Muita gente ligou pra cá querendo que a entrega fosse a cavalo. Mas sabemos que nem todos os lugares podemos utilizá-los. É perigoso tanto para o animal quanto para o condutor, por causa do trânsito e da pista.

Júnior disse que se a paralisação continuar, ele será obrigado a fazer o uso do cavalo nas entregas novamente. — O combustível está acabando. Se a greve continuar, vamos ter que usar os animais— concluiu.

Fonte: EXTRA
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LEIAM OUTRO CASO: 
Vereador de BH debocha da crise em vídeo montado em cavalo

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Como brasileiro tem um humor fora do contexto, olha isto:
enviado por nossa leitora Victória

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