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8/16/2018

Reitor participa de evento comemorativo pelos dez anos da Lei Arouca

Se alguém soubesse o trabalho que deu esta Lei que, basicamente, engajou muita gente no tema, não cuspia grosso como cospe. Antes tínhamos uma outra assinada no tempo do Presidente Figueiredo (1979).  

Ela legitimava a vivissecção. Terrível. Enfim, a Lei Arouca nos deu mais espaço para combatermos a experimentação animal não só

8/10/2018

Inteligência artificial pode evitar testes de medicamentos em animais

Claro que pode!!!!! Jesus amado, abra as mentes destes tais pesquisadores psicopatas que insistem em viver no passado. Veja que a nova geração vem aplicando a tecnologia na substituição dos animais nestas torturas em laboratórios. È só querer!!!!! Aqui no Brasil temos o Centro Brasileiro para Validação de Métodos Alternativos (BraCVAM, Brazilian Center for Validation of Alternative Methods). Na página de

7/31/2018

Martírio de animais em laboratório é reduzido com neurônios de proveta

Sempre foi minha teoria estimular jovens cientistas a promover técnicas substitutivas para o uso de animais. Daí sim, podemos tirar mais facilmente os animais de laboratórios detonando os psicopatas que insistem em usá-los. Este é o caminho mais rápido e parece que tenho razão. Olha que espetáculo a criação desta galera brasileira!!!! Parabéns e tomara que criem outras coisas tão boas!!!!!

7/20/2018

The Body Shop realiza ato contra testes em animais na Avenida Paulista

Quem puder, compareça, gente!!!! Sou a favor de manifestações desde que reivindiquem pleitos efetivos.....
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A The Body Shop® promove, no dia 29 de Julho, domingo, um ato público seguido de caminhada a favor da proibição de testes em animais na indústria cosmética. A concentração do ato será em frente ao vão do Masp a partir das 11h e a caminhada, que segue até o Hotel Ibis na Consolação, está prevista para 12h.

7/17/2018

Resoluções do CONCEA tentam adiar o fim da experimentação com soluções paleativas

Este material estava guardado para registrar aqui em nosso blog como informativo, mas, não tinha tido oportunidade. Chegou o dia. São resoluções do CONCEA que tentam melhorar as condições de uso dos animais em pesquisas. Bem, sabemos todos que isto é uma balela, porque o certo é reconhecer que o modelo humano é o único que deve ser usado em pesquisas que ocorrem só em humanos. Animais são

6/25/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Experimentadores americanos querem mais 'abertura', diz a ONG PETA

Apesar da matéria ser sobre experimentação animal nos EUA, ela serve muito para nós quando se refere as campanhas junto aos políticos para não financiar as crueldades feitas nos laboratórios sem nenhum proveito para saúde humana, como eles alegam.
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Alguns experimentadores estão agora chamando seus parceiros no crime para “abraçar a abertura” sobre testes em animais. PETA afirma: eles precisam é dizer toda a verdade.

A PETA foi forçada a processar a Universidade de Wisconsin-Madison para obter fotos de gatos que foram atormentados e mortos em experiências inúteis no laboratório da escola - incluindo a de um gato chamado Double Trouble - depois que se recusou a liberar as fotos em resposta a um solicitação registrada em órgãos públicos. É isso que os experimentadores querem dizer com “abertura”?

Como a vice-presidente sênior da PETA, Kathy Guillermo, disse à revista Science : “Pedimos aos experimentadores de animais que gravem tudo o que eles fazem, desde induzir ataques cardíacos em cães a chocar os pés dos camundongos e cortar os crânios de macacos e soltá-los. É o público que financia a maior parte. Pedimos a eles para serem abertos sobre o fato de que 90% dos estudos em animais não levam ao tratamento para humanos e para explicar por que eles ainda usam animais em pesquisa de drogas quando 95% dos novos medicamentos que testam seguro e eficaz em animais falham em testes em humanos ."

Essa pretensão de conseguir mais "abertura" para produzir seus experimentos, é a mais recente manobra de experimentadores de animais para manter o dinheiro dos impostos fluindo para as atrocidades cometidas dentro dos laboratórios. Nós não somos enganados. Experimentos em animais são sempre cruéis e não estão ajudando humanos.

O que você pode fazer
Junte-se à PETA enviando um e-mail educado a seus membros do Congresso pedindo que eles parem de jogar fora dinheiro dos contribuintes em experiências com animais cruéis e inúteis e, em vez disso, se concentrem em métodos modernos de pesquisa que não envolvam animais.

Fonte: PETA

6/06/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Pele humana impressa em 3D reduzirá uso de animais em testes de cosméticos

Olha só o papel da tecnologia que vai nos ajudar a tirar os animais dos laboratórios de pesquisas.....
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Processo de reprodução da pele humana é possível a partir de células e remanescentes de cirurgias plástica

Entre 75 milhões e 100 milhões de animais vertebrados são usados anualmente, em todo o mundo, para pesquisas científicas. Número deverá cair com a impressão em 3D de pele humana e uso de células-tronco.

Os avanços na redução do uso de animais em experimentos científicos, bem como na melhoria dos procedimentos para reduzir seu desconforto e sofrimento, foram abordados nesta sexta-feira, 1º de junho, no 39º Congresso da Socesp (Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo), por Marcel Liberman, pós-doutorado na Universidade de Harvard (EUA) e médico do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

O cardiologista salientou que um dos principais avanços para a substituição de animais, especificamente em testes de cosméticos, perfumaria e produtos de higiene, é o uso de impressoras 3D para reprodução de pele humana, a partir de células e remanescentes de cirurgias plásticas, por exemplo. As células-tronco também são vistas como alternativa para o desenvolvimento de tecidos a serem utilizados em substituição às espécies utilizadas em pesquisas.

São cerca de 75 milhões a 100 milhões de animais vertebrados utilizados anualmente para experiências científicas em todo o mundo. Os mais recorrentes são os camundongos, devido às suas características biológicas, reprodução rápida e facilidade de manejo.

A sua substituição em testes de cosméticos é importante não apenas para reduzir seu desconforto, como pelo fato de seu uso para esse fim ser proibido em alguns países. No Estado de São Paulo, há lei nesse sentido (nº 15.316/2014). Projeto de Lei, de alcance em todo o Brasil, tramita no Congresso Nacional.

O cardiologista Marcel Liberman salientou que todos os cuidados devem ser adotados para evitar o desconforto e o sofrimento dos animais utilizados em ciência e pesquisa. Desde o transporte, até a sua acomodação nas gaiolas, passando pela higiene, alimentação e manutenção diária, tudo deve ser feito com muita atenção.

O médico explicou, ainda, que os animais não podem sentir dores durante e após os procedimentos. Por isso, deve ser usada anestesia nos processos mais invasivos e analgésicos. É possível identificar se o animal está sentindo dor, por meio de sinais expressos em seus rostos. Na eutanásia, também se evita qualquer sofrimento, com o uso de anestésicos e barbitúricos. No Brasil, todas essas normas são estabelecidas pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

FONTE: inforchannel

5/31/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Neuralink vai ligar pensamento animal às máquinas

Posso apostar que o tal Miguel Nicolelis está por trás disto, afinal, é na Universidade que ele trabalha..... Pra que usar primatas, seus podres?
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A empresa de Elon Musk quer criar uma interface de comunicação entre cérebro e computador. Esta é mais uma fase do processo e antecede os testes em humanos.
Ao contrário de outras empresas de Elon Musk, como a Boring Company, a Tesla ou a SpaceX, a Neuralink não popula os circuitos mediáticos do sector tecnológico, nem com tanta frequência, nem com tanto ênfase. As operações da empresa, no entanto, merecem toda a atenção do público, pelo trabalho que desenvolve no segmento das interfaces de comunicação entre cérebro e computador. Agora, a startup vai envolver-se num projeto de investigação a espécies primatas, em parceria com a Universidade da Califórnia (UC).

Apesar de parecer uma expansão ao seu negócio, os testes em animais são um passo essencial no processo de criação de uma plataforma neural. A empresa já tinha até tentado concretizar esta fase do processo anteriormente, com a construção de um laboratório em São Francisco, mas abandonou o projeto no passado mês de março. Agora, com um acordo estabelecido com a UC, que lhe custará cerca de 796 mil dólares, a Neuralink terá à sua disposição um dos sete centros de investigação dedicados à saúde de espécies primatas que existem nos EUA.

"A investigação desenvolvida neste laboratório [...] vai fornecer-nos a informação que necessitamos antes de procedermos aos testes clínicos em humanos, o que levará depois à criação de novos medicamentos, terapias ou procedimentos cirúrgicos que beneficiem a saúde e a qualidade da vida humana", lê-se no contracto.

Note que o projeto central da empresa consiste no desenvolvimento de uma interface de comunicação entre Homens e máquinas que funcionará exclusivamente com base nos processos sinápticos dos utilizadores humanos. Isto significa que, com base nesta idealizada ferramenta, as pessoas seriam capazes de transmitir pensamentos para as máquinas que as rodeiam. Na prática, isto permitiria, por exemplo, que as pessoas iniciassem chamadas de telefone sem contactarem fisicamente com o seu telefone, ou que redigissem pequenas notas sem estarem sequer perto do seu computador. Um nível mais complexo de comunicação poderia até fazer com que os computadores revisitassem e armazenassem parte das memórias que criamos.

Parte da comunidade científica acredita que, uma vez emparelhados com os nossos portáteis e smartphones, os humanos poderão atingir um novo patamar de sofisticação cognitiva. A Neuralink não é a única empresa a desenvolver trabalho no ramo, mas este último investimento pode conferir-lhe alguma vantagem face às concorrentes. Note que o Facebook também está a conduzir investigações neste sector.

FONTE: sapo

5/29/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Animais em testes de cosméticos provoca divergências

Eu não aguento esta cambada ficar falando que "por enquanto não dá para acabar com todos os testes".... Isto é só porque não quer perder a moleza que é usar os bichos que custam quase nada no seu orçamento..... Este bobalhão que falou isto no fim da matéria é um incompetente, um desinformado e um psicopata. Só pode!!!!!!
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A Comissão de Meio Ambiente (CMA) debateu nesta quarta-feira (24) a proposta, já aprovada na Câmara dos Deputados, que proíbe o uso de animais em testes de cosméticos (PLC 70/2014).

A proibição total dessas pesquisas ainda é vista com cautela pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pela própria indústria de cosméticos, embora seja apoiada por técnicos e pesquisadores ligados à entidades de proteção aos animais. No Senado, a proposta já foi aprovada na Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT), sob a relatoria de Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Mais rígido
Pelo texto, agora sob análise de Jorge Viana (PT-AC) na CMA, além de ser vedado o uso de animais em testes de cosméticos, perfumes e produtos de higiene pessoal, a proibição ainda foi estendida para o comércio destes produtos, sendo ainda estabelecidos incentivos no desenvolvimento de técnicas alternativas de avaliação de segurança das fórmulas.

Viana disse durante a reunião que "o tempo da barbárie acabou", e que é preciso que as leis de um país acompanhem a evolução sócio-cultural. Mas garantiu que irá se reunir também pessoalmente com técnicos do MCTI e da própria indústria, vendo isto como uma "obrigação" sua e do Senado na construção de um texto que considera relevante.

— Como é que um país que tem 20% da biodiversidade mundial fica sem utilizar esse enorme potencial? Por isso, nossa responsabilidade é grande em construir uma legislação moderna, observando como vem agindo a União Europeia, os Estados Unidos, o Canadá e outras nações avançadas — disse.

O autor do projeto é o deputado Ricardo Izar (PP-SP), que participou da reunião e acredita que Randolfe aprimorou a proposta na CCT. Izar defende, entre outros pontos, a proibição de testes no Brasil de produtos que já foram testados nos EUA ou na Europa, algo ainda permitido pela lei atual e praticado pela indústria.

O senador Roberto Muniz (PP-BA), que também esteve presente, acredita já existir um consenso de que os testes devem ser proibidos nos produtos voltados para a beleza pessoal, faltando ainda apenas a legislação deixar claro quais são os cosméticos voltados para a área da saúde.

Testes sem animais
Izar e o ambientalista canadense Troy Seidle, da International Humane Society (ONG de atuação mundial), alertaram que hoje o Brasil tem a necessidade de priorizar os testes sem animais, devido à proibição já adotada por mercados como a União Europeia na importação desses produtos. Seidle lembrou ainda que diversos estados, como São Paulo, já proíbem testes deste tipo e isso não prejudicou a economia nem o desenvolvimento científico da nação.

— Metade da indústria está em estados onde os testes são proibidos e o mundo não acabou por causa disso, o setor não foi prejudicado economicamente — disse.

Seidle ainda citou estudos científicos que comprovariam que testes realizados sem animais são mais seguros que os testes com animais, numa margem de precisão de 96% contra 84%.

Vânia Plaza, do Fórum de Proteção e Defesa Animal (FPDA), frisou ainda que, segundo a Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa), hoje apenas 0,1% dos cosméticos aprovados são testados em animais, e com interesses puramente mercadológicos.

A defesa dos testes
Renata Amaral, da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC), garantiu que a entidade aprova o texto como veio da Câmara, mas defende que a atual versão, fruto do relatório de Randolfe, "pode ser aprimorada". — Em relação à introdução de ingredientes novos, com efeitos desconhecidos, é onde a gente ainda "esbarra". Nem em âmbito internacional existem métodos alternativos para todas as avaliações. E não podemos ignorar que todos os produtos precisam ser seguros para o consumidor — disse em defesa da não proibição total do uso de animais.

Ela também ressaltou que a indústria de cosméticos emprega hoje cerca de 6% da população economicamente ativa do país, com uma presença significativa de mulheres, com 60% do mercado voltado para produtos de saúde, como repelentes de combate ao aedes aegypti e protetores solares. E frisou que o Brasil é o 4º maior mercado do mundo nesta área.

Um texto mais flexível também foi defendido por Luiz Henrique Canto, do MCTI. Ele acredita que a proibição total pode coibir a capacidade de inovação dos pesquisadores brasileiros. — Incentivamos métodos alternativos, mas ainda não é possível banir totalmente. Pode acabar acontecendo algo parecido com o projeto que liberou a fosfoetanolamina, derrubado depois pelo Supremo — finalizou.

FONTE: senado.leg

5/28/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Europa pede fim de testes de cosméticos em animais no mundo

O tema tem avançado, mas, continuo achando que deveriam proibir o tipo de teste.... Poxa, um determinado teste feito na cosmetologia não será mais permitido, mas, continuará sendo usado em outros experimentos..... Na minha cabeça isso não bate bem ....
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O Parlamento Europeu apela para a proibição global de testes em animais na indústria de cosméticos. Por isso, recentemente, votou a adoção de uma resolução que deve proibir a crueldade dos testes que sofrem os animais em laboratórios.

A resolução foi descrita pelos ativistas como “um passo crucial em nossa missão de acabar com os testes de cosméticos em animais internacionalmente” e consta com o apoio de 620 membros do Parlamento Europeu.

A votação do Parlamento acontecerá devido à solicitação de proibição de testes de animais em cosméticos na UE, que foi proposta em uma petição pela The Body Shop e pela organização Cruelty Free International.

FONTE: catracalivre

5/26/2018

XENOTRANSPLANTE: Porcos serão doadores de órgãos para humanos, diz pesquisa dos EUA

A notícia em vídeo é de maio de 2017, mas, é bom registrar no blog para oferecer informação ao nossos leitores que desconhecem o perigo e absurdo dos xenotransplantes. Como ela foi citada em recente matéria, resolvi a incluir.
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Orgãos humanos em outros animais
Há cinco anos, os japoneses divulgaram um painel de especialistas para debater as normas que deveriam reger pesquisas para tentar 'cultivar' órgãos humanos em corpos de animais antes de fazer um transplante.

Na época, os cientistas pediam que o uso de células-tronco fossem autorizadas para uso em um embrião animal. O objetivo era criar um embrião "quimérico" no útero de uma porca e observar o desenvolvimento.

Em 2016, depois da chegada do Crispr, os cientistas também conseguiram criar órgãos humanos em porcos para transplante. O experimento é da Universidade da Califórnia (UC). Os autores injetaram células-tronco humanos em embriões suínos para produzir embriões híbridos.

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ENQUANTO ISTO...
Descoberto em porcos vírus que infecta células humanas

CRUELDADE: Porque esta raça de cão (beagle) é usada em testes de laboratórios?

Muita gente não sabe porque....
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Muitas empresas fazem testes em animais para aprimorar seus produtos antes de lançarem no mercado. Infelizmente, laboratórios de todo o mundo costumam usar os Beagles como cobaias pois eles tem uma personalidade muito dócil e são fáceis de manusear, por não apresentarem agressividade e se deixarem tocar facilmente.

Além disso, tem um tamanho que permite transportá-los com facilidade (no colo), o que seria inviável com raças grandes.

Dizem que para os Beagles não latirem muito nos laboratórios, eles realizam alguns procedimentos para silenciar as cordas vocais e evitar que latam muito alto. E isso é só uma das torturas que esses animais sofrem. Suas orelhas são perfuradas diversas vezes, eles sofrem mutilações, são expostos a diversos vírus e bactérias etc. Muitas vezes esses animais são sacrificados quando não servem mais para os testes.

Um grupo de ativistas invadiu o Instituto Royal, em São Roque/SP, a fim de resgatar os mais de 100 Beagles que são utilizados neste laboratório, um sod mais conceituados do Brasil. A partir deste episódio, as pessoas passaram a lutar ainda mais pelo fim dos testes em animais e estão se empenhando em acabar com essa prática. Devemos lembrar que só nos EUA são usados mais de 70 mil Beagles para testes laboratoriais.

FONTE: 1news

5/22/2018

CIENTISTAS LOUCOS: Cientistas transplantaram a memória de uma lesma para outra (e funcionou)

Gente, antes de tudo, me tira o tubo!!!!!!! estou ficando louca? me prendam num manicômio porque se eu encontro um "cientista maluco" deste, cubro de tabefes!!!!! Teve choque eletrico e tudo mais..... Não deixem de ler a matéria, pelo amor de Deus e digam se estes caras não estão loucos? ciência dos infernos.... cientístas do capeta!!!!!
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A transferência de memória já aparece, há décadas, em livros e filmes de ficção científica. Agora, parece estar mais perto de se tornar um facto científico.
Uma equipa de cientistas conseguiu, com sucesso, fazer uma espécie de “transplante de memória” – transferindo material genético conhecido como RNA de um caracol marinho para outro. Alguns dos animais envolvidos foram treinados para desenvolver uma resposta defensiva perante choques elétricos em laboratório.

Quando o RNA destes caracóis foi transferido para outros que não tinham sido treinados, estas reagiram da mesma forma dos que tinham recebido choques moderados. A pesquisa, publicada na segunda-feira na revista científica eNeuro, ajuda no conhecimento sobre as bases fisiológicas da memória. RNA significa ácido ribonucleico. Trata-se de uma molécula ligada a funções essenciais de organismos vivos – incluindo a síntese de proteínas no corpo que definirá a expressão dos genes de uma forma mais geral, descreve a BBC.

Os cientistas administraram uma série de choques elétricos leves na cauda dos caracóis da espécie marinhos Aplysia californica. Os animais reagem a adversidades contraindo o corpo. Com os choques, passaram a ter contrações que duravam 50 segundos – uma espécie de reação defensiva extrema.

Depois, quando tocavam levemente nos animais que receberam os choques, estes reagiam com a mesma contração de 50 segundos, enquanto caracóis que não tinham recebido choques reagiam com uma contração de apenas um segundo. O próximo passo foi extrair RNA de células nervosas de ambos os tipos de caracóis: os condicionados e os não-condicionados. As moléculas foram depois injetadas em dois grupos de caracóis não treinados.

Os cientistas observaram, surpresos, que os caracóis que receberam o RNA de animais condicionados, quando eram tocados, reagiam com contrações de cerca de 40 segundos. Os caracóis que receberam o RNA de animais não-condicionados não demonstraram nenhuma mudança no comportamento defensivo.

Os cientistas notaram um efeito parecido em células sensoriais que estavam a ser analisadas em placas de Petri. Professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, David Glanzman, um dos autores do estudo, afirmou que os resultados indicam algo como “uma transferência de memória”.

Glanzman destacou ainda que os caracóis usados na experiência não foram feridos. “Estes são caracóis marinhos. Quando percebem ameaças, soltam uma tinta roxa e escondem-se dos predadores. Os caracóis usados no estudo assustaram-se e soltaram tinta, mas não foram fisicamente afetados pelos choques“, defende Glanzman.

Tradicionalmente, pensava-se que as memórias de longo prazo ficavam armazenadas nas sinapses do cérebro, as junções entre os neurónios. Cada neurónio tem milhares de sinapses. “Se as memórias ficassem nas sinapses, a nossa experiência não funcionaria de forma nenhuma”, diz o cientista. Para Glanzman, as memórias estão alocadas nos núcleos dos neurónios. O estudo vai ao encontro de algumas hipóteses levantadas há algumas décadas, segundo as quais o RNA estaria relacionado com a memória.

De acordo com os investigadores, os processos celulares e moleculares nos caracóis são similares aos dos humanos, apesar de o sistema nervoso dos animais marinhos ter apenas 20 mil neurónios – comparados com os cerca de 100 mil milhões de neurónios que o homem tem. Acredita-se que os resultados publicados no eNeuro podem contribuir na procura de tratamentos para atenuar efeitos de doenças como o Alzheimer e o Stress Pós-Traumático.

Perguntado se este processo poderia levar a um eventual transplante de memórias adquiridas em experiências de vida, Glanzman disse não ter a certeza, mas expressou otimismo de que uma maior compreensão sobre o mecanismo de armazenamento da memória pode levar a mais oportunidades para explorar diferentes aspetos da memória.

FONTE: aeiou.pt

5/20/2018

ANIMAIS NO ENSINO: Concea revisa utilização de animais em aulas de cursos de graduação

Existem dois pensamentos nesta questão de abolição do uso de animais na ciência e ensino. Se alguém me perguntar se acho que esta revisão no uso de animais no ensino é um avanço, respondo que sim e não. SIM porque muitas universidades ainda não se mancaram que vivem no século 21 e continuam usando os animais como produtos baratos já que utilizam aqueles abandonados nos CCZ´s da vida. NÃO porque o ideal é acabar com o uso em definitivo no ensino como algumas universidades já fazem há alguns anos. A foto ao lado mostra um protótipo para ensino.
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Uma resolução aprovada pelo Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal (Concea) revisa os procedimentos para o uso de animais em aulas de graduação no país. Válida a partir de 16 de abril de 2019, a RN38/2018 privilegia o uso de métodos alternativos em atividades de ensino que não desenvolvam habilidades psicomotoras, como cirurgias. O tema foi discutido na 40ª Reunião Ordinária do Concea nesta quarta-feira (16), em Brasília.

O texto aprovado estabelece o uso de recursos visuais em detrimento da demonstração em animais vivos. Podem ser utilizados vídeos, fotografias e modelos computacionais para ilustrar, por exemplo, como determinados medicamentos interferem no funcionamento de órgãos ou a anatomia de um órgão. “O foco disso tudo é o animal, o bem-estar dele. Ele tem que ser entendido como um sujeito que tem a capacidade de sentir e sofrer, e não simplesmente um objeto de uso”, observou a conselheira Vanessa Carli Bones.

No período de transição, os estabelecimentos de ensino superior de todo o país deverão se adequar à normativa. Segundo a conselheira Rita de Cássia Garcia, a medida busca humanizar o tratamento dos animais e, também, impedir que os estudantes de graduação percam a sensibilidade ao tratar de bichos ou pessoas.

“Eles estão aprendendo questões de ética, de respeito aos animais, o que pode e o que não pode. Na hora em que você aprende matando o animal, você vai fazer pesquisa matando o animal. Quando você começa a mudar isso na graduação, você está mudando uma cultura toda. Você estimula o ensino humanitário”, afirmou a representante das sociedades protetoras dos animais.

Guia
O trabalho para a finalização do Guia Brasileiro de Produção, Manutenção ou Utilização de Animais em Atividades de Ensino ou Pesquisa Científica avançou. A expectativa é que, na reunião do Concea marcada para junho, os conselheiros possam deliberar sobre os capítulos de animais silvestres não cativos e de cães e gatos – ambos estão em revisão. Caso seja aprovado pelos conselheiros, o material será agregado à versão final do guia.

“Estamos avançando para termos todo o material publicado o mais brevemente possível. Queremos ter boa parte do guia pronto até agosto”, destacou a coordenadora do Concea, Monica Levy Andersen.

A construção do guia é um esforço iniciado em 2013, com suporte da comunidade científica e da sociedade civil. Preparados por especialistas de diversas áreas, os capítulos são referendados pelos conselheiros do Concea e passam por consulta pública. Posteriormente, as sugestões são analisadas pelos autores. Antes de serem publicados, os fascículos submetidos à revisão editorial.

O documento compila “informações necessárias para garantir boas condições de produção, manutenção ou utilização dos animais”, como indica o capítulo de introdução, aprovado em 2015, e prioriza, sobretudo, o conforto das espécies e a qualidade das pesquisas ou dos procedimentos didáticos. Ele servirá de base para o licenciamento de instituições que utilizam animais.

Cada capítulo independente contempla grupos taxonômicos ou condições de vida diferentes. O Concea já concluiu os fascículos sobre roedores e lagomorfos – como coelhos e lebres –, espécies domesticadas mantidas fora de instalações laboratoriais, primatas não humanos e anfíbios e serpentes. A lista ainda precisa agregar ou concluir fascículos de aves, répteis, peixes e suínos.

O Concea
Integrante do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o Concea é uma instância colegiada multidisciplinar de caráter normativo, consultivo, deliberativo e recursal. Dentre as suas competências, destacam-se a formulação de normas para a utilização humanitária de animais com finalidade de ensino e pesquisa, bem como estabelecer procedimentos para a instalação e funcionamento de centros de criação, biotérios e laboratórios.

Publicação em DOU - 19/04/18

SAIBA MAIS:
Um artigo meu foi publicado no Jornal O Globo e aí os biólogos se sentiram mexidos e mandaram um protesto para a redação. Isto rolou em 2009. Reparem como já incomodei muito aos vivissectores: VIVISSECTORES DÃO TIRO NO PÉ!!!!


Biotérios vazios da Universidade Gama Filho - 2000

5/14/2018

MODELOS PARA PESQUISAS: Cientistas encontram evidência de que animais têm 'memória episódica'

E daí? O que tem a ver? Pelo amor de Santa Saragossa, me digam como o rato pode ser modelo para pesquisa de doenças humanas se não desenvolve naturalmente o Mal de Alzheimer? Estou tremendo de raiva......... É cansativo repetir toda minha lenga-lenga....
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Descoberta deve ajudar pesquisadores a chegar a drogas para tratar Alzheimer
NOVA YORK - Neurocientistas da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, relataram a primeira evidência de que animais não humanos podem repassar mentalmente os eventos que já aconteceram, em ordem cronológica — o que é conhecido como memória episódica. Segundo os estudiosos, a descoberta pode ajudar a avançar no desenvolvimento de novos medicamentos para tratar a doença de Alzheimer.

A pesquisa, liderada pelo professor Jonathon Crystal, foi publicada nesta quinta-feira na revista "Current Biology". — A razão pela qual estamos interessados na memória animal não é apenas para entender os animais, mas desenvolver novos modelos de memória que combinem com os tipos de memória prejudicados em doenças humanas, como a doença de Alzheimer — disse Crystal, do Departamento de Ciências Psicológicas e Cerebrais da universidade e diretor do Programa IU Bloomington em Neurociência.

ESTUDOS ATÉ AGORA SE CONCENTRARAM EM MEMÓRIA ESPACIAL
Sob o atual paradigma, Crystal destacou que a maioria dos estudos pré-clínicos sobre o potencial de novas drogas contra o Alzheimer examinam como esses compostos afetam a memória espacial, um dos tipos de memória mais fáceis de avaliar em animais. No entanto, a memória espacial não é o tipo de memória cuja perda causa os efeitos mais debilitantes do Alzheimer.

— Se sua avó está sofrendo de Alzheimer, um dos aspectos mais dolorosos da doença é que ela não consegue lembrar o que você disse a ela na última vez em que a viu — ressaltou Danielle Panoz-Brown, coautora do estudo. — Estamos interessados na memória episódica e na sua repetição, porque é essa que diminui na doença de Alzheimer e no envelhecimento em geral.

Memória episódica é a capacidade de lembrar eventos específicos. Por exemplo, se uma pessoa perde as chaves do carro, pode tentar recordar todos os passos — ou "episódios" — no seu trajeto do carro para a sua localização atual. A capacidade de reproduzir esses eventos em ordem é conhecida como "repetição de memória episódica". — As pessoas não conseguiriam entender a maioria dos cenários se não conseguissem lembrar a ordem em que ocorreram — pontuou Crystal.

MEMORIZAÇÃO DE ODORES EM ORDEM
Para avaliar a capacidade dos animais de reproduzir eventos passados de memória, a equipe da pesquisa passou quase um ano trabalhando com 13 camundongos, treinados para memorizar uma lista de até 12 odores diferentes. Os animais foram colocados dentro de uma "arena" com odores diversos e foram recompensados toda vez que identificavam do segundo ao último odor ou so quarto ao último odor da lista.

A equipe mudou o número de odores na lista antes de cada teste para confirmar que os odores foram identificados com base em sua posição, e não apenas pelo odor em si, provando que os animais estavam confiando em sua capacidade de lembrar a lista inteira, em ordem.

Após o treinamento, os animais completaram com sucesso sua tarefa em 87% das vezes, em todos os testes. Os resultados são uma forte evidência de que os animais estavam usando a repetição de memória episódica. Experimentos adicionais confirmaram que as memórias dos ratos eram duradouras e resistentes à "interferência" de outras memórias — ambas características da memória episódica.

Crystal disse que a necessidade de encontrar formas confiáveis para testar a repetição da memória episódica em camundongos é urgente, uma vez que novas ferramentas genéticas estão permitindo que os cientistas criem animais com condições neurológicas semelhantes às da doença de Alzheimer.

— Estamos realmente chegando aos modelos animais de memória cada vez mais semelhantes aos de um humano, à forma como a memória funciona nas pessoas — afirmou o pesquisador americano. — Se queremos eliminar a doença de Alzheimer, realmente precisamos ter certeza de que estamos tentando proteger o tipo certo de memória, o tipo que é de fato afetado.

FONTE: oglobo

5/09/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Animais não servem como modelo para doenças humanas

Gosto de ler estes artigos porque, literalmente, eles comprovam que os animais não devem ser modelos para doenças humanas. Esta cientista usou centenas de animais diversos para nada. Um outro pesquisador usou humanos e ao final vejam como encerra a matéria..... Aliás, só transcrevi a parte que fala sobre a pesquisa com animais.... Agora me diz: o hipotálamo dos animais ficam localizados no mesmo local dos humanos? funcionam com as mesmas características? enfim, dá pra confiar numa pesquisa desta? 
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Como estimular o cérebro a combater a obesidade
Desde os anos 40, experimentos em animais demonstram que provocar uma lesão cirúrgica ou por radiofrequência no hipotálamo altera o hábito alimentar. Os bichos passam a comer sem parar ou se tornam totalmente desinteressados pela comida. Em humanos, não se deseja uma coisa nem outra. Daí a necessidade de encontrar uma forma menos radical de agir sobre o hipotálamo.

Em animais, a hipótese se confirmou. A estimulação do hipotálamo com o eletrodo provoca aumento do consumo energético mesmo que eles continuem ingerindo a mesma quantidade de comida. Alessandra estudou os efeitos do eletrodo em porcos. Os animais foram separados em dois grupos. O eletrodo foi implantado no cérebro de todos, mas a estimulação só foi ligada em um dos grupos.

Os pesquisadores ofereceram o dobro da quantidade de ração que os animais precisam para viver. Todos, exceto um, comeram tudo. Se mais comida fosse colocada à disposição deles, provavelmente eles continuariam comendo. Exatamente o que acontece com as pessoas que exageram na comida.

O mais interessante do estudo com os porcos: mesmo sem modificar a ingestão alimentar, os cientistas conseguiram alterar o gasto calórico. Ou seja: o eletrodo acelera o metabolismo. “Os animais que receberam a estimulação ganharam menos da metade do peso do outro grupo”, diz Alessandra.

Num outro estudo,  com macacos, o grupo estimulou o hipotálamo com parâmetros elétricos diferentes dos que serão usados em humanos. Com isso, observou que era possível alterar até mesmo a preferência alimentar dos animais. Quando o eletrodo era ligado ou desligado, eles escolhiam comer frutas ou biscoitos.

No ano passado, pesquisadores da Universidade West Virgínia publicaram um trabalho feito com três pacientes obesos. Eles receberam o eletrodo numa área do hipotálamo diferente daquela que será estimulada por Alessandra.

Os cientistas concluíram que o método é seguro, mas os voluntários não tiveram perda de peso expressiva. “Acho que não deu certo porque eles variaram um pouco o local que escolheram para estimular. Qualquer variação pode comprometer os resultados”, diz.

Há outra hipótese: esse sofisticado sistema de fome e saciedade é fundamental para a preservação da espécie humana. Será que ao notar uma alteração no padrão de gasto calórico ele rapidamente se reorganiza para voltar a poupar energia?

Nossa capacidade de acumular energia em forma de gordura garantiu a sobrevivência da espécie no tempo das cavernas e nos milênios de frio e miséria que vieram depois. Nas poucas últimas décadas, o que era vantagem evolutiva se tornou desvantagem no mundo ocidental. Talvez seja mais fácil mudar o ambiente do que convencer o cérebro a alterar o que deu certo durante tanto tempo.

Fonte: Época/Globo

5/05/2018

EXPERIMENTAÇÃO ANIMAL: Projeto que proíbe uso de animais em testes de cosméticos está pronto para ser votado

Gente, a encrenca é grande porque estão misturados vaios PL´s e acho que na votação final vai sair. O importante deste  relatório da Senadora Gleisi (brrrrr) é que coloca qualquer teste proibido na cosmetologia também nas áreas de farmaceutica e de ingredientes no geral. Esta é a tese que sempre defendi. Se o teste é usado em vários setores porque proibir só na cosmética? Bem, estamos torcendo pelo final esperado...
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A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) entregou à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) seu relatório sobre o projeto que proíbe uso de animais em pesquisas e testes para produção de cosméticos. Com isso, a proposta (PLC 70/2014) está pronta para entrar na pauta do colegiado. A tarefa de definir quais as proposições a serem votadas é do presidente da comissão, Tasso Jereissati (PSDB-SP).

O texto não só proíbe testes de ingredientes e de produtos cosméticos em animais, como veda o comércio de produtos que tenham sido testados e incentiva técnicas alternativas para avaliar a segurança das formulações.

Os testes em animais só poderão ser permitidos pela autoridade sanitária em situações excepcionais, em que houver 'graves preocupações em relação à segurança de um ingrediente cosmético' e após consulta à sociedade. Para isso, é necessário que o ingrediente seja amplamente usado no mercado e não possa ser substituído; que seja detectado problema específico de saúde humana relacionado ao ingrediente; que inexista método alternativo de teste.

As empresas terão prazo de três anos para atualização de sua política de pesquisa e desenvolvimento e adaptação de sua infraestrutura para um modelo de inovação responsável. A proposição não gera qualquer impacto no desenvolvimento de medicamentos e vacinas, pois se restringe ao teste de cosméticos e produtos de higiene pessoal.

Conforme a relatora, 37 países, que constituem um enorme mercado consumidor, já aprovaram leis proibindo ou limitando testes em animais para cosméticos ou a venda de cosméticos testados em animais, incluindo os 28 países membros da União Europeia (UE).

"Discussões similares estão acontecendo nos parlamentos de outros países, como Estados Unidos, Canadá, Chile e Japão. A cada ano cresce o número de países que proíbem os testes cosméticos e a venda de produtos cosméticos recém-testados em animais. Isso resulta em uma série de consequências econômicas", afirmou em seu voto a senadora Gleisi.

O PLC 70/2014 já passou pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), que aprovou o relatório do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Emendas
Na CAE, a senadora Gleisi Hoffmann manteve praticamente inalterado o relatório de Randolfe Rodrigues. Apenas apresentou três emendas: uma para melhorar a técnica legislativa; outra alterar a ementa e a terceira para impedir a utilização, na produção de cosméticos, de dados oriundos de testes em animais obtidos para os chamados “ingredientes de duplo uso”, que são aqueles que continuarão a ser testados em animais em outras cadeias produtivas, como na indústria farmacêutica ou de alimentos.

Tramitação conjunta
De autoria do deputado Ricardo Izar (PP-SP), o PLC 70/20154 tramita em conjunto com os projetos de lei do Senado 438/2013, do senador Valdir Raupp (PMDB-RO), e 45/2014, de Alvaro Dias (Pode-PR). As três proposições buscam impedir a utilização de animais em testes cosméticos, mas a relatora optou pela proposição da Câmara por ser mais detalhada.

FONTE: senado

5/02/2018

OPORTUNISTAS: Pesquisadores retiram cérebros de porcos e os mantêm ativos fora do corpo do animal

Juro pelas barbas do profeta... Eu tenho ataques de pelanca quando leio estas coisas idiotas..... Estes pesquisadores são uns doidos que precisam de camisa de força.... Além de enganarem os todos, ainda fazem uma mídia incrível em cima destas maluquices.... Só tarja preta para estes camaradas....
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A façanha deve ajudar no estudo de doenças que afetam a atividade cerebral, como a demência

Pesquisadores dos Estados Unidos acabam de anunciar que conseguiram manter vivos cérebros de porcos decapitados, fora dos corpos dos animais, por até 36 horas. Mas, apesar de ser uma informação curiosa e inusitada, o neurocientista Nenad Sestan, da Universidade de Yale, em Connecticut, nos EUA, principal autor do estudo, informa que os órgãos não estavam conscientes, e que a "sobrevida" serviu para ajudar os cientistas na investigação de como o cérebro funciona. Com isso, será possível aperfeiçoar tratamentos experimentais para doenças neurológicas que vão de câncer a demência.

A pesquisa, publicada no periódico MIT Technology Review, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), dividiu as opiniões da comunidade científica. Para a neurocientista Anna Devor, da Universidade da Califórnia, em San Diego (EUA), em entrevista para o jornal do MIT, o feito poderia ajudar os pesquisadores na investigação das conexões entre as células cerebrais, permitindo a construção de uma espécie de "atlas cerebral".

No entanto, o novo feito não significa que, em breve, os humanos terão uma forma de "enganar a morte", já que a maioria dos cientistas afirma que não é possível transplantar o cérebro para um novo corpo. "Esse cérebro animal não estava ciente de nada. Estou muito confiante disso", comenta Nenad Sestan. Ele lembra que as considerações éticas da pesquisa devem ser levadas em conta. "Hipoteticamente, alguém pega essa tecnologia, melhora e restaura a atividade cerebral de alguém. Estaria 'restaurando' um ser humano. Se essa pessoa mantiver a memória, eu acharia incrível", completa o neurocientista de Yale.

Para a pesquisadora Frances Edwards, da Universidade College London, na Inglaterra, a capacidade de se manter um cérebro ativo por horas pode ser útil para a ciência. "Pode ser útil para estudar conexões entre células e, em algum nível, trabalhar as interações de rede em um cérebro grande. Haveria algumas vantagens para exames por imagens e, certamente, para o desenvolvimento de técnicas de diagnóstico", diz a cientista em entrevista para o jornal inglês The Guardian.

Edwards comenta que é improvável uma possível reprodução da pesquisa em seres humanos, e descarta a ideia de transplantes de corpos. "Seria um passo importante, quase impossível, fazer isso com o cérebro humano. Tanto no porco quanto no homem, o cérebro só está disponível para pesquisa após a morte", completa a pesquisadora britânica.

Sestan e seus colegas usaram mais de 100 porcos, cujos cérebros foram recuperados de matadouros. Os pesquisadores criaram um sistema sofisticado chamado "BrainEx" para manter as células vivas, circulando um fluido oxigenado por dentro do órgão.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o cérebro de um animal é mantido vivo fora do corpo: a proeza foi alcançada anteriormente em cobaias de laboratório.

FONTE: revistaencontro
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Outra matéria que discute a questão ética:
Cientista do Yale conseguem reanimar cérebros de porco “mortos”

4/16/2018

Nasce uma gigante pelo fim dos testes de cosméticos em animais

Muito bom!!!! o comportamento destas marcas famosas podem sim pressionar o mundo para o fim deste abuso contra os animais em laboratórios....
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Campanha global da Natura &Co, capitaneada pela marca The Body Shop, pede abolição dos testes em cobaias no mundo
São Paulo – Quando a Natura concluiu a aquisição da marca britânica The Body Shop, em setembro do ano passado, não nascia ali apenas um grupo de cosméticos global, multicanal e multimarcas – o Natura &Co, constituído também pela australiana Aesop, adquirida em 2012 – mas um gigante que não testa seus ingredientes e produtos em animais e que  quer convencer o mundo a fazer o mesmo.

Exemplo desse empenho é a campanha “Para Sempre Contra Testes em Animais”, capitaneada pela The Body Shop, marca historicamente reconhecida por seus produtos livres de crueldade (do inglês “cruelty free”), em parceria com a Cruelty Free International, organização não-governamental que lidera esforços nessa seara.

O objetivo é angariar oito milhões de assinaturas em uma petição pelo fim dos testes animais na indústria cosmética e encaminhar o documento à Organização das Nações Unidas (ONU), a fim de criar uma pressão global pelo fim dos testes. A petição está disponível online e também pode ser assinada em uma das 121 lojas da The Body Shop no Brasil.

A causa naturalmente ressoa nas demais marcas do grupo Natura &Co. Apoiadora da campanha, a brasileira Natura não testa produtos ou ingredientes em animais há mais de dez anos, e tampouco o faz a australiana Aesop. Ao longo desta semana, toda a rede de consultoras da Natura vai receber a nova revista da marca para angariar assinaturas para a campanha. “Uma das resultantes da formação do Grupo é a crença na capacidade de mudança que as três marcas juntas possuem. Temos alinhamento de valores, de sustentabilidade e de valorização da vida”, diz à EXAME Andrea Alvares, vice-presidente de marketing, inovação e sustentabilidade da Natura.

Segundo a executiva, o grupo está estudando a possibilidade de aderir a um selo “cruelty free”, que comunique de forma mais clara aos consumidores o posicionamento da marca. Ter o selo não significa que a empresa não usa nenhum ingrediente de origem animal. Alguns produtos de maquiagem da Natura trazem em sua composição cera de abelha e lanolina (gordura extraída da lã de ovelha).

Novas regras, novos mercados
Eliminar todo e qualquer teste na indústria cosmética mundial exige mudanças de regras. São diversas as leis que regulamentam a produção de cosméticos no mundo. Há países que permitem o uso de cobaias animais em casos específicos, por exemplo, para avaliar irritação, alergias e corrosão da pele, testes oculares e de toxicidade.

É o caso do Brasil, onde esse tipo de prática é permitida, embora não obrigatória, e do Japão. Na União Europeia, testes de produtos cosméticos em animais são proibidos há cinco anos. Mas a prática ainda é obrigatória na China, um dos maiores mercados de produtos de beleza e com grande potencial para a expansão das três marcas da Natura &Co, que ainda não atuam por lá.

Em teleconferência com analistas em dezembro passado, Robert Chatwin, vice-presidente internacional da Natura, afirmou que o grupo poderia “ter um plano China”, embora não tenha detalhado que plano seria. Seja como for, a expansão de cosméticos “cruelty free” no mercado asiático é totalmente dependente da mudança da legislação chinesa.

Testes livres de crueldade
No Brasil, a Natura foi uma das primeiras gigantes do setor a extinguir os testes de cosméticos em animais, em 2006. “Já desenvolvemos 67 metodologias alternativas, tanto para avaliar a segurança quanto eficácia dos ingredientes e produtos”, afirma à EXAME Roseli Mello, diretora de inovação e segurança do consumidor da Natura.

Ao invés de usarem animais, os métodos modernos de teste incluem exames sofisticados usando células e tecidos humanos em 3D (o chamado “in vitro”), técnicas de modelagem de computador avançadas (conhecidas como modelos “in silico”), e estudos com voluntários humanos nas últimas etapas de testes.

A empresa não abre quanto já foi investido no desenvolvimento de tecnologias alternativas para testes de segurança e eficiência. “Mas posso te assegurar que é bastante. Como trabalhamos com ingredientes inéditos da biodiversidade, há uma grande preocupação em garantir que eles são seguros, e daí a necessidade de tecnologias sofisticadas para garantir segurança do consumidor”, diz Andrea Alvares, vice-presidente de marketing, inovação e sustentabilidade da Natura.

FONTE: exame

3/16/2018

Cobaias virtuais podem substituir animais em testes farmacêuticos

Só está faltando mesmo estes pesquisadores mequetrefes se convencerem que a tecnologia dispensa qualquer utilização de animais..... É só investir, a não ser que sejam psicopatas que gostem de ferrar com bichos.... tô errada?
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O software conseguiu simular com precisão se um remédio faz mal ao corpo humano. E foi até mais eficiente do que experimentar com os pobres dos bichinhos

Testes de medicamentos em animais sempre foram um dilema ético. Ninguém quer que os bichos sofram – mas ninguém também quer frear o avanço da medicina. Agora, os cientistas parecem mais próximos de resolver este problema, poupar a vida dos animais – e até tornar as drogas mais seguras. Tudo com a ajuda de cobaias virtuais.

Na segunda-feira (12), o Centro Nacional de Substituição, Refinamento e Redução de Animais em Pesquisas (NC3Rs), do Reino Unido, concedeu seu prêmio internacional de 2017 a uma equipe da Universidade de Oxford que conseguiu simular a maneira como 62 drogas afetam células cardíacas humanas com a ajuda apenas de um software. O programa, chamado Virtual Assay, foi capaz de adivinhar corretamente se as substâncias causariam danos ao coração.

A cobaia virtual parece ser ainda mais eficiente do que os testes feitos em animais de verdade. Ele acertou se a droga poderia causar arritmia em 89% das vezes, enquanto os testes feitos em coelhos acertaram apenas 75% das vezes. A técnica não é exatamente uma novidade, mas é a primeira vez que se aproxima tanto assim do ideal.

O Virtual Assay já está sendo usado por quatro empresas farmacêuticas, incluindo a gigante alemã Merck KGaA. A esperança é que a tecnologia evolua até o ponto em que testes em animais sejam lembrados como uma barbárie do passado.

FONTE: super.abril

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