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9/14/2018

Elefante sem tromba avistado na África do Sul

Porque ele ficou assim será um mistério eterno.... tadinho.... não sei como sobreviverá já que é pela tromba que come e bebe..... Que minha Santa dos Necessitados ajude à ele....
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Um elefante bebê sem tromba foi avistado junto da sua comunidade no Parque Nacional Kruger, na África do Sul. Os

7/16/2018

Autoridades indianas resgatam um bebê elefante. Incluído charge contra o Trump

Bem, quando a manada desse com a falta do pobrezinho que ficou pra trás, ia voltar ferozmente pra detonar a aldeia que está, com certeza, no trajeto de migração deles..... Os caras fazem suas casas, exatamente, na rota dos elefantes e daí não querem pagar o preço desta invasão...
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Este é o momento de aquecer o coração vendo o resgate de um filhote de elefante que cai numa vala  o terreno perto de

7/13/2018

Mulher salva elefante do trabalho escravo e é 'adotada' pela manada

Que criatura de Deus!!!!!! vale a pena saber de pessoas deste quilate de bondade e sensibilidade.... Axé, muita luz, proteção de todos os deuses e anjos além de milhares de bençãos para esta criatura do Deus do bem.....
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Lek trabalha no resgate de animais e oferece aos gigantes uma nova vida dentro do santuário que criou.
A beleza da floresta ao Norte da Tailândia

6/18/2018

RESGATE: Filhote de elefante fica um dia preso em poço de 12 metros

Engraçado que, normalmente, os elefantes quando tem algum membro da manada em dificuldade ficam perto e tentam ajudar. Este manezinho aí, nem a mãe estava por perto..... O que teria acontecido..... será que a mãe foi morta e aí ele estava sem rumo? é o mais provável..... caçadores malditos!
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Este é o momento comovente que um filhote de elefante sai de um poço abandonado de 12 metros. O bebê de um ano de idade tinha passado 12 horas dentro e estava exausto demais para subir o caminho íngreme que havia sido cavado para ajudá-lo a sair. Ele deslizou algumas vezes enquanto subia e parou em exaustão por algum tempo. 

Quando parecia que ia desistir, o filhote reuniu sua última gota de energia e desceu, fazendo com que uma grande multidão de curiosos aplaudisse. O incidente ocorreu em uma floresta em Dhenkanal, Odisha, Índia, em 12 de junho . Alguns moradores da vila de Jhumpudia notaram que o filhote havia caído em um poço abandonado na noite de 11 de junho.

Na manhã seguinte, alertados pelos aldeões, os funcionários florestais trouxeram uma escavadeira e escavaram um caminho para fora do poço para resgatar o filhote. O animal exausto começou a escalar o caminho, mas continuou escorregando. Mas quando os aldeões aplaudiram, ele saiu mostrando uma força impressionante. 

Um morador local, Ramakantha Das, disse: “Demorou muito tempo, quase quatro horas, para completar o resgate. O bebê impaciente continuava atrapalhando o trabalho do escavador, retardando o trabalho.” Um funcionário da floresta disse que o o filhote havia se perdido do seu rebanho. "Vamos tentar enviá-lo de volta ao rebanho", disse ele.

Fonte: LiveLeak

3/31/2018

Elefante ‘fumante’ flagrado em vídeo intriga pesquisadores

Fiquei tão impressionada.... parece fumaça mesmo..... acho que o elefante é chegado à um "pozinho", não?
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NOVA YORK — Pesquisadores da ONG Wildlife Conservation Society (WCS) flagraram, pela primeira vez, um elefante indiano consumindo cinzas de carvão e baforando nuvens de fumaça, como se estivessem fumando. Intrigados, pesquisadores especulam que o comportamento inusitado possa ter efeitos medicinais e laxativos, ou ser apenas uma brincadeira.

As imagens foram feitas por Vinay Kumar, diretor-assistente da WCS na Índia. A equipe estava em campo, visitando armadilhas fotográficas instaladas no Parque Nacional Nagarahole, no sul do país, para um projeto de longo prazo para estudar os tigres-de-bengala. No meio da floresta, encontraram o elefante.


No vídeo o animal pode ser visto usando a tromba para levar cinzas e carvão à boca, e depois baforando a nuvem de fumaça. — Eu acredito que o elefante está tentando ingerir carvão de madeira — opinou Varun Goswani, biólogo da WCS especializado em paquidermes. — Ele parece pegar pedaços do chão da floresta, soprando as cinzas que vêm junto e consumindo o resto.

O carvão tem propriedades que combatem toxinas, que podem ter valor medicinal. Além disso, os restos de madeira queimada servem como laxantes, dobrando sua utilidade para animais que os consomem após incêndios florestais. Na literatura científica, existe apenas um relato de consumo de carvão entre animais, além dos humanos. O macaco colobus-vermelho-de-Kirk, endêmico de Unguja, a ilha principal do arquipélago de Zanzibar, é conhecido por ingerir carvão para combater toxinas de alguns alimentos, como amêndoas e mangas, ricas em fenóis, compostos químicos não tolerados pela espécie.

FONTE: extra.globo

3/13/2018

VIDEO: maus tratos de elefantes em um campeonato de polo

Pelo amor de Deus, participe da campanha da PETA assinando a PETIÇÃO da Campanha que estão fazendo para por um fim nesta crueldade imposta aos pobres elefantes. Fico impressionada quando alguém se nega a fazer sua parte nesta luta!!!!! Por isso estou pedindo, implorando PELO AMOR DE DEUS, ASSINEM!!!!! é o mínimo que podemos fazer para ajudar a quem está tentando resolver esta barbaridade!!!!!!


(o formulário é bem no final da página)
A organização People for the Ethical Treatment of Animals (Peta) denunciou as agressões sofridas pelos mamíferos que participaram do Royal Polo Cup do Elephant 2018, realizado na Tailândia. Nas últimas horas, um vídeo que mostra como um condutor de elefantes atinge violentamente a cabeça do animal com um gancho, em um campo supostamente localizado perto do campo de jogo, causou o repúdio de muitas pessoas.

As imagens foram divulgadas pela organização People for the Ethical Treatment of Animals (Peta), denunciando o maltrato de mamíferos que são usados ​​no Royal Polo Cup no Elephant 2018, que aconteceu neste fim de semana em Bangkok, Tailândia. "Uma vez que eles curvaram sua vontade, os elefantes passaram o resto de suas vidas em cativeiro forçado a realizar atos anormais para eles", disse PETA, em um comunicado.

A organização do evento assegurou que alguns dos elefantes não são propriedade deles, mas que os resgata dos campos de turismo ou da rua por algumas semanas em que eles fornecem ao animal cuidados veterinários e uma boa base nutricional. O dinheiro arrecadado durante o torneio é, de acordo com os promotores, inteiramente dedicado a programas para a proteção deste enorme mamífero na Tailândia e outros países asiáticos.

Fonte: Minuto1
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Vejam o sofrimento do pobre elefante que tentou, apenas, tomar água naquela droga de mangueira

2/26/2018

Após morte de elefante Babu, ação na Justiça pede suspensão de visitas ao Zoo de Brasília

Aproveitar e transformar o local num santuário, né mesmo?
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Exames apontaram indícios de intoxicação por chumbo, arsênio e mercúrio. Ativista brasiliense diz que 'falta segurança' aos animais.

Uma ação popular ajuízada na Vara de Meio Ambiente do Distrito Federal pede à Justiça que proíba, temporariamente, a visitação ao Zoológico de Brasília. O documento de autoria de uma ativista pelos direitos dos animais foi entregue na quarta-feira (21), um dia após a confirmação da causa da morte do elefante Babu. O zoo admitiu a possibilidade de ele ter sido envenenado.

A biópsia emitida pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) apontou a presença de substâncias tóxicas como chumbo, arsênio, mercúrio e elementos cumarínicos – composto químico altamente danoso aos animais.

No texto em que pede a suspensão das visitas ao zoológico, Carolina Albuquerque afirma que o contato próximo entre animais e visitantes "ameaça a segurança e a integridade dos bichos". Além disso, a ação propõe a instalação de câmeras de vigilância e mudanças nos protocolos de limpeza e alimentação nas jaulas.

"As medidas podem ajudar a constranger quem tentar envenenar algum animal."
Nesta quinta (22), o juiz Carlos de Medeiros pediu "prioridade" à audiência para a prestação de esclarecimentos sobre os "graves fatos" indicados na ação. O magistrado disse também que vai analisar o pedido de liminar.

Por meio de nota enviada ao G1, o Jardim Zoológico de Brasília diz que não foi notificado da ação. Na terça (20), a fundação afirmou que exames feitos para averiguar a morte do elefante, em 7 de janeiro, apontaram "fortes indícios de intoxicação provocada por agentes exógenos".

Morte repentina
O elefante Babu, não resistiu a uma parada cardiorrespiratória e morreu na noite de 7 de janeiro passado. A conclusão do exame de necropsia, divulgado mais de 20 dias depois da morte, apontou como causa do óbito uma pancreatite.

Apesar da constatação por meio de exames, a equipe técnica do zoo investigou nos últimos meses como a doença se desenvolveu. Durante as buscas, veterinários fizeram contato com especialistas do Park Nacional Kruger, na África do Sul, na tentativa de descobrir se outros animais da família também desenvolveram a inflamação. Foi de lá que vieram Babu e Belinha - companheira do elefante.

Tratadores disseram que a morte de Babu foi repentina. Os profissionais afirmaram, entretanto, que ele deu sinais de comportamento diferente na manhã da morte, quando passou a ser observado. O elefante vinha recebendo soro e medicação contra a dor e para a proteção do fígado.

O animal chegou ao zoo da capital federal em 1995, com três anos de idade, e nunca havia ficado doente antes de morrer. Ele nasceu na África do Sul e tinha 25 anos. A expectativa de vida para um elefante é de, pelo menos, 60 anos.

FONTE: G1

2/10/2018

Elefantes morrem de medo de abelhas – e isso pode salvá-los

Gente, o título da matéria ficou meio incoerente, não? Levanta o dedinho quem não tem medo de abelha? 
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É comum que elefantes invadam fazendas para comer as plantações – e acabem feridos pelos agricultores. Cercas com colmeias podem resolver o problema.

Não é só você: elefantes têm medo de abelhas, e abanam as enormes orelhas para tentar espantá-las. Os insetos não conseguem penetrar a pele do animal com o ferrão, mas podem machucar partes mais frágeis de seu corpo, como a boca ou os olhos.

Outra coisa que os elefantes têm é fome. É comum que agricultores de subsistência, em geral de países africanos muito pobres, abram a janela de suas casas e encontrem um dos bichos comendo todas as cenouras do quintal na calada da noite. O desfecho geralmente não é legal – muitas dessas pessoas têm armas, ou pagam caçadores para atirar nos animais, se necessário.

A opção é evitar que o elefante entre. E aí as abelhas vêm bem a calhar. Basta pendurar colmeias em todo o perímetro da fazenda para manter o mamífero bem longe dos quitutes. A eficácia do truque é comprovada: neste artigo científico, o grupo de conservacionistas Save the Elephants relata que posicionar uma colmeia a cada 20 metros de cerca reduz a entrada de orelhudos na plantação em 80% – além de fornecer mel que pode ser usado como fonte de renda extra para os proprietários. Como uma cerca abelhuda é cinco vezes mais barata que uma elétrica, a medida está se tornando cada vez mais popular.

Essas descobertas valem para elefantes africanos (Loxodonta africana), mas não se sabia se os elefantes asiáticos (Elephas maximus) também têm aflição dos insetos. A mesma equipe do estudo citado acima – liderada pela bióloga Lucy E. King – foi ao Sri Lanka, um país-ilha no litoral indiano, tentar descobrir. De acordo com o New York Times, os elefantes asiáticos estão dez vezes mais ameaçados de extinção que seus primos da savana.

O experimento foi feito em um parque nacional. Foram testados 120 elefantes asiáticos, divididos em 28 grupos. Quando expostos ao som de abelhas em uma gravação, eles também sentem medo, embora reajam de maneira diferente dos africanos: em vez de balançar a cabeça ou bater as patas para levantar poeira, se afastam lentamente, e esfregam as trombas uns nos outros.

Foi um sucesso: além dos agricultores de 11 países africanos que já adotam a medida, 4 de países asiáticos entraram na fila. Só no ano passado, 200 proprietários se ofereceram como voluntários para instalar as colmeias.

Tudo lindo: agora, a única ameaça ao sucesso de King é a memória de elefante dos elefantes. No começo, ela tentou usar colmeias falsas, com alto falantes que reproduzem o som dos insetos. Não deu certo. Em dois tempos os animais se tocaram que era um blefe. Não é improvável que, com o tempo, eles também aprendam a desviar das colmeias reais para filar boia. Por enquanto, porém, as plantações – e os orelhudos – estão em paz. 

FONTE: super.abril

1/30/2018

Elefante da China cruza fronteira com o Laos para um passeio

Que barato!!!!! o elefante atravessou a fronteira, fez umas compras, almoçou e voltou para casa.....
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Um elefante asiático selvagem foi filmado pelas câmeras da fronteira entre China e Laos depois do anoitecer. O animal saiu da província de Yunnan, no sudoeste da China, e atravessou o vizinho Luang Matha, no Laos, no sábado. 

Uma câmera de vigilância em um ponto de controle de fronteira capturou os movimentos do elefante nas primeiras horas. A criatura é vista casualmente pisando uma barreira e marchando enquanto os guardas desconcertados abrangiam a área com lanternas. 

Em poucos minutos, duas equipes de soldados foram liberados para procurar o elefante e alertar os moradores vizinhos. Mas o animal conseguiu encontrar seu próprio caminho para casa duas horas depois, esquivando da grade da fronteira. "É inverno agora e não há muita comida nas áreas da floresta. Muitas vezes, observamos elefantes selvagens caçando alimentos nas aldeias próximas", disse Li Zhifu, um soldado no ponto de controle da fronteira da Chahe. 

"Desta vez, o elefante perambulou no nosso porto de saída, mas não pode causar nenhum dano por causa dos nossos esforços. O elefante já voltou para a floresta. " Os elefantes asiáticos selvagens são uma espécie protegida na China, com cerca de 300 deles vivendo na floresta tropical da província de Yunnan.

Fonte: LiveLeak

1/23/2018

Elefante se desespera durante tortura de participantes de festival...

Que horror!!!! parece a farra do boi com elefantes.... 
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O pânico desceu sobre um festival hindu no sul da Índia depois que um dos elefantes que participaram de uma procissão cerimonial  se enfureceu em 19 de janeiro. O elefante macho de 21 anos, Gouri Nandan, ficou furioso avançando na multidão e ferindo vários espectadores .

Um grupo de espectadores correu atrás do animal, tentando impedi-lo. Os oficiais, que estavam no local, atiraram em um tranquilizador no elefante. Dois sacerdotes, que haviam montado o elefante, ficaram em cima na maior parte do momento de fúria que durou quase duas horas agarrando-se um ao outro.

Os organizadores do festival trouxeram 15 elefantes para participar da procissão cerimonial no templo Maha Ganapathy em Kerala. O ativista dos direitos dos animais, Rajeev N Kurup, alegou que o elefante ficou furioso devido à tortura e ao excesso de esforço. "Os elefantes sofreram feridas sérias no peito

Fonte: LiveLeak

1/17/2018

Rangers puxam o bebê elefante da lama

Que coisinha mais linda, meu Deus!!!!! ele depois de resgatado sai todo serelepe ao encontro da família ansiosa....
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Este é o momento emocionante em que um grupo de guardas selvagens resgatou um elefante filhote que estava preso em um buraco de lama. 

A filmagem, feita por um turista no dia 13 de janeiro, no Parque de Elefantes de Addo, na África do Sul, mostra o pequeno elefante que se esforça para sair do buraco enquanto os elefantes mais velhos do rebanho tentam libertá-lo.

De acordo com o autor do vídeo, os elefantes estavam tentando por várias horas e até pediram ajuda de outros membros do rebanho. Depois de horas de luta, os guardas do parque chegaram em um jipe para ajudar a libertar o bebê elefante.

O pequeno foi rapidamente reunido com o resto do rebanho. O autor das imagens escreveu: '' O bebê elefante ficou preso de cabeça para baixo enquanto a família estava bebendo do aguaceiro e estava preso durante a maior parte do dia. Os elefantes mais antigos estavam tentando liberá-lo empurrando-os com os pés".

Fonte: Liveleak

1/08/2018

Bate um bolão! Elefante bloqueia estrada para praticar futebol

Quem disse que um grandão deste não pode brincar.....
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Pode ser considerado um atleta de peso
Um engarrafamento de todo o tamanho na Índia não deve ser exatamente uma novidade para um país com mais de 1 bilhão de habitantes, mas no último dia 26 de maio um engarrafamento foi motivado por algo um tanto diferente: um elefante... futebolista.

O animalzão escolheu a estrada lisa para brincar com um pedaço de plástico e jogá-lo pra cima, chutá-lo, bater de calcanhar e tudo que um craque consegue.

Akshoi Gogoi saiu do seu carro apenas para se deparar com o animal se divertindo na estrada. "Estávamos voltando de uma viagem e vimos um monte de gente se reunir na estrada à nossa frente", disse ele a agência UPI. Após mais de 30 minutos de diversão, o animal foi embora.


FONTE: R7

Lei que proíbe o comércio de marfim entra em vigor na China

Juro que queria acreditar que é para valer.... Chinês vai fazer tráfico de pele de jumento na África (acho que até no Brasil), vocês acham que não vão parar de fazer com marfim?
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País era um dos principais mercados para o contrabando das presas de elefantes e, o produto era tão cobiçado, que o quilo chegava a custar US$ 1,1 mil

Entrou em vigor neste domingo (31/12/17), na China, a lei que proíbe a comercialização de marfim no país asiático. Até então, a China era um dos principais mercados para o contrabando das presas de elefantes e, o produto era tão cobiçado, que o quilo chegava a custar US$ 1,1 mil.

No entanto, de acordo com a agência oficial de notícias do país "Xinhua", o anúncio da proibição levou a uma queda de 80% dos confiscos de marfim que entram na China, provocando também uma queda nos preços em cerca de 65%.

"A compra e venda de marfim e de produtos derivados por parte de mercados, lojas e comerciantes é ilegal. De agora em diante, se um comerciante lhe disser que é um 'vendedor de marfim autorizado pelo Estado', estará lhe enganando e violando intencionalmente a lei", afirmou o Ministério de Florestas da China.

A caça ilegal de elefantes e a forte demanda de marfim levaram à diminuição da quantidade de animais. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês), nos últimos 10 anos, 110 mil exemplares morreram, reduzindo a quantidade de elefantes no mundo para cerca de 415 mil.

FONTE: epocanegocios

1/04/2018

Homem salva bebê elefante de 100 kg e o carrega nas costas até à mãe

Muito legal! e melhor saber que a família do filhotão veio buscá-lo.... amei...
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Um homem salvou um bebê elefante de mais de 100kg que estava preso em uma vala e o carregou nas costas!

O guarda florestal Palanichamy Sarathkumar é um jovem alto, mede 1,80 metro e pesa cerca de 80 kg, mesmo assim ele conseguiu! “Era muito pesado. Eu levantei no calor do momento”, contou Sarathkumar à BBC.

História
Os bombeiros do estado de Tamil Nadu, no sul da Índia, receberam um chamado sobre a presença de uma elefante fêmea bloqueando uma estrada em Mettupalayam, em frente ao templo Vanabhadra Kaliamman.

Acionado, o guarda florestal Palanichamy Sarathkumar, de 28 anos, foi com sua equipe ao local. Eles afastaram o animal para a floresta usando fogos de artifício, mas em seguida, a equipe encontrou um filhote, estressado, preso numa vala.

“Ele estava cansado e confuso, então nós movemos uma grande pedra que estava bloqueando o seu caminho e o retiramos”, contou Sarathkumar.

Ele disse que o animal estava fraco demais para caminhar.
“No início, quatro de nós carregaram o filhote. Nós queríamos levá-lo para o outro lado da estrada, para reuní-lo com a mãe. Mas existia o perigo de sermos atacados, se ela ainda estivesse por perto. Então, em vez de colocar nós quatro em risco, eu decidi carregá-lo sozinho”.

As imagens de Sarathkumar carregando o filhote de elefante nas costas foram divulgadas em redes sociais e chegaram aos veículos de imprensa.  Após o vídeo que me mostra carregando o filhote aparecer na TV e nas redes sociais, muitas pessoas ligaram para me parabenizar. “Todos na minha vila agora perguntam a mesma questão: como eu levantei um elefante?”.

O resgate
O resgate aconteceu no último dia 12, mas se tornou público apenas na semana passada, depois que as imagens foram divulgadas nas redes sociais.

Sarathkumar carregou o elefante nas costas por cerca de 50 metros, apenas o suficiente para atravessar a estrada e deixá-lo numa poça d’água, para que ele aguardasse pela mãe.

“Nós esperamos por muitas horas, mas ela não voltou. Sentir a nossa presença talvez tenha a deixado hesitante, então nós recuamos”, contou o guarda.

“No dia seguinte eu fui até lá e o filhote não estava. Mas eu pude ver pegadas de um grande elefante. Parece que eles foram reunidos e voltaram para a floresta.

Sarathkumar faz parte de um grupamento especial que combate a caça de elefantes e tenta minimizar os conflitos de encontros entre humanos e esses animais.

FONTE: fatimanews

12/26/2017

A trágica história de Jumbo, o elefante mais famoso do mundo, que inspirou Disney e apelidou avião

Pobre animal.....
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Equipe de cientistas analisou os restos mortais do elefante para um documentário da BBC e desvendou mistérios de uma vida marcada por sofrimento.
Ele se tornou uma celebridade assim que chegou a Londres, onde
multidões se aglomeravam para ver o "maior elefante do mundo".

Jumbo, como era conhecido, desembarcou na capital britânica em 1865, vindo da África, onde foi capturado quando era filhote.

O elefante era tão popular na época que até os filhos da rainha Victoria eram seus fãs.

Ele inspirou um dos filmes mais famosos ​​da Disney: Dumbo, que conta as aventuras de um elefante voador. E foi também a origem do apelido dado ao Boeing 747, devido ao tamanho da aeronave.

Um documentário da BBC, apresentado pelo renomado naturalista britânico David Attenborough, reuniu especialistas de diferentes áreas para examinar o esqueleto de Jumbo, que está no Museu de História Natural de Nova York.


A ideia era desvendar alguns mistérios que rondam o célebre elefante. Como ele morreu exatamente?

Por que sofria ataques de fúria? Será que ele foi realmente o "maior elefante do mundo"?

Os resultados da investigação causaram tanto surpresa quanto tristeza nos especialistas.

O fato é que a vida real de Jumbo foi muito diferente da fantasia criada pelos estúdios Disney.

Uísque como calmante
Fotografias e gravuras da época mostram Jumbo no zoológico de Londres, carregando diversos visitantes - de crianças a adultos - nas "costas".

Ter a oportunidade de "andar de Jumbo" era certamente uma das aventuras mais emocionantes para as crianças londrinas.

Mas o elefante que era manso durante o dia sofria "ataques de fúria" à noite - os acessos de raiva chegaram a danificar, em diversas ocasiões, as cercas de madeira que ficavam ao seu redor.

Alguns relatos sugerem que Matthew Scott, o fiel cuidador de Jumbo, costumava dar uísque ao animal para acalmá-lo.

O zoológico concluiu então que Jumbo poderia se tornar uma ameaça para o público e decidiu vendê-lo, em 1882, para o circo norte-americano PT Barnum.

O animal se recusou, no entanto, a entrar em um curral de madeira para ser levado para o navio, quebrando várias vezes as correntes que tentavam contê-lo.

E só "concordou" em embarcar quando os donos do circo aceitaram que Scott viajasse com ele - o cuidador conseguiu acalmá-lo.

Centenas de pessoas foram até o porto se despedir de Jumbo, que duas semanas depois desembarcaria na costa leste dos Estados Unidos.

Em terras norte-americanas, o elefante continuou super popular - percorreu todo o país com o circo, chegando até o Canadá. Mas morreu ainda jovem, com apenas 24 anos, quando foi atropelado por um trem, em um incidente rodeado de mistério.

Dores fortes
Attenborough e um grupo de cientistas começaram então a examinar o esqueleto de Jumbo.


Richard Thomas, arqueólogo da Universidade de Leicester, no Reino Unido, observou que Jumbo tinha uma sobreposição incomum de camadas de ossos novos e velhos nos quadris.

"São sinais de lesões que seu organismo estava tentando reparar", disse Thomas no documentário da BBC.

"Essas lesões devem ter sido incrivelmente dolorosas e foram resultado do peso que Jumbo teve que transportar, carregando grupos de visitantes".

De acordo com Thomas, o excesso de peso também causou lesões no joelho do animal.

"Quando olhamos seus joelhos, vemos todos os tipos de modificações que você não esperaria encontrar em um elefante daquela idade. Não esqueçam que Jumbo tinha apenas 24 anos e ainda estava crescendo."

"Os ossos dele parecem mais com os (ossos) de um elefante de 40 ou 50 anos", completa.

Fúria noturna
Os ataques da fúria noturnos eram tão violentos que o animal desesperado chegou a quebrar, em algumas ocasiões, suas presas.


E quando a presas começavam a crescer, o elefante as desgastava, esfregando-as contra as cercas.

Uma das autoridades do zoológico, Abraham Bartlett, atribui o comportamento noturno de Jumbo a um fenômeno conhecido como must - período em que elefantes do sexo masculino apresentam comportamento agressivo, acompanhado de um forte aumento nos níveis hormonais.

Mas Vicki Fishlock, pesquisadora de elefantes baseada no Quênia, discorda.

Segundo ela, se os hormônios tivessem sido a causa da ira de Jumbo, o elefante teria sido violento até mesmo com seus cuidadores, o que não aconteceu.

Dentes deformados
Os cientistas encontraram no crânio do animal uma pista que também pode explicar o comportamento violento - malformações muito pronunciadas nos dentes.


"Os elefantes têm seis dentes, mas apenas um de cada lado se desgasta em determinado momento. Quando o dente cai, outro dente nasce para substituí-lo, mas se o dente velho não se desgasta o suficiente, não cai, fazendo com que o novo dente fique deformado", explica Thomas.

A dieta de Jumbo no zoológico e no circo era bem diferente da de um elefante em seu habitat natural, onde os animais comem uma variedade de vegetação que permite a eles desgastar os dentes.

A conclusão de Thomas é que Jumbo "sofria com uma dor de dente terrível", que ficava mais latente durante a noite, quando não havia distrações. E provocava os ataques.

Tamanho
Mas Jumbo era realmente o maior elefante do mundo?

Talvez sim, dizem os pesquisadores do documentário da BBC.


Uma fenda na cabeça do fêmur de Jumbo indica que o elefante ainda estava crescendo quando morreu.

Ao analisar os ossos, os cientistas determinaram que ele tinha uma altura de 3,45 metros - do ombro até o chão.

Um elefante africano selvagem da mesma idade tem, em média, 2,84 metros.

E Jumbo ainda estava em fase de crescimento, então poderia ter se tornado o maior elefante africano do mundo, de acordo com Thomas.

Pelos da cauda
Após a morte, o corpo de Jumbo foi embalsamado e preservado pela Universidade Tufts, em Massachusetts, nos Estados Unidos.

Um incêndio destruiu os restos mortais do animal, com exceção do rabo, ​​que a pesquisadora Holly Miller, da Universidade de Nottingham, na Inglaterra, analisou para descobrir sua dieta.


Miller encontrou grandes níveis de nitrogênio nos pelos da cauda de Jumbo, o que indica que ele não era saudável.

Segundo ela, o corpo do animal não recebia os nutrientes necessários - e seu organismo extraía níveis anormais de nitrogênio dos alimentos na tentativa de cicatrizar as frequentes lesões.
Morte misteriosa

A vida de Jumbo chegou ao fim quando ele e outro elefante menor embarcaram em um trem na cidade de St. Thomas, em Ontário, no Canadá.

Jumbo ganhou uma estátua na cidade - e o museu local é quase um memorial do elefante.


Entre as muitas fotografias e gravuras do acervo, uma chamou a atenção de Attenborough.

A imagem mostra Jumbo morto após a colisão com o trem - e é possível observar marcas profundas em seu quadril.

O dono do circo disse inicialmente que ele teria se jogado na frente do trem para proteger heroicamente o elefante menor.

Mas as marcas indicam que, na realidade, o trem atropelou Jumbo por trás, quando o elefante estava sendo embarcado em um vagão.

O esqueleto que está no Museu de História Natural de Nova York não apresenta fraturas, o que fez os cientistas concluírem que Jumbo morreu de hemorragia interna.

Elefantes 'aposentados'
A história de Jumbo tem contornos muito atuais.

Attenborough visitou um santuário no Tennessee, nos Estados Unidos, para elefantes de circo "aposentados" - e muitos animais que estão ali apresentam sintomas semelhantes aos de Jumbo.
Os elefantes do santuário têm as presas desgastadas, esfregando-as constantemente em sinal de agitação e estresse.

Segundo Vicki Fishlock, zoológicos e circos não podem ser o lar de elefantes como Jumbo.

Eles devem viver em seu habitat natural - são animais sociais, que precisam de contato com seus pares, de acordo com a pesquisadora.

Na foto tirada após a morte de Jumbo, Matthew Scott, seu fiel cuidador, aparece ao lado do corpo. Segundo contam, ele chorou inconsolavelmente diante da partida do amigo inseparável.

A empatia de Scott foi certamente o grande incentivo de Jumbo ao longo de sua breve existência - tão célebre quanto trágica.

FONTE: G1

12/05/2017

Assim os elefantes agradeceram aos humanos que salvaram seu filhote

É muito lindo, né? este tipo de manifestação vinda dos animais, eu acredito piamente....
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Um grupo de agentes florestais levou horas escavando uma vala para que o animal pudesse sair de um buraco
Fazia quatro horas que agentes florestais trabalhavam para resgatar um filhote  de elefante que tinha caído em um buraco na Índia. Quando o jovem animal conseguiu sair, sua
manada, que esperava à distância, se aproximou correndo para recebê-lo. Um dos membros do grupo, então, se virou para os homens que fizeram o resgate, levantou sua tromba e bramiu várias vezes. O gesto do animal gerou aplausos e gritos de comoção de vários jornalistas, além dos trabalhadores, que acompanharam a cena – gravada por um deles e agora disponível no YouTube.


Um golpe de azar acabou fazendo com que o filhote de elefante ficasse preso em um profundo buraco de lama em Urulanthanni, na região do Kerala, na Índia, quando tentava atravessar um rio. Os esforços de sua manada para libertá-lo não funcionaram e o animal teve que passar uma noite inteira no local. No dia seguinte, os moradores dos vilarejos em torno da selva de Urulanthanni descobriram que algo estava errado por causa dos incessantes bramidos dos elefantes. Os agentes florestais então vieram para abrir uma passagem pela qual o filhote poderia se unir com sua manada. Com uma escavadora, eles retiraram a terra e o barro, enquanto dezenas de pessoas observavam esperançosas, tirando fotos e filmando com seus celulares.

Depois de quatro horas de intenso trabalho, o jovem animal conseguiu sair e correu para onde estavam os outros elefantes. Foi nesse momento que a manada recebeu o filhote com demonstrações de afeto. No meio da cena, um dos animais adultos se virou para os guardas e levantou sua tromba em várias ocasiões. Em seguida, os elefantes deram meia volta e continuaram seu caminho pela selva.

FONTE: elpais

11/16/2017

A maratona para resgatar elefante de um poço de 6 metros de profundidade - Índia

Ainda bem que socorreram a baitona!!!! Agora, o vídeo faz a gente ficar com o coração na boca.... dá um nervoso danado.... A elefanta se machucou porque foi um grande tombo....
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Vídeo incrível mostra um elefante sendo resgatado de um poço de 20 pés (6 metros) depois de uma operação de 36 horas em Chattisgarh, na Índia. O elefante fêmea adulta fazia parte de um rebanho de 18 membros, que tinha ido a uma aldeia no distrito de Surajpur, para atacar na noite de 12 de novembro. 

Os aldeões acordaram do sono ouvindo o barulho e conseguiram perseguir o rebanho iluminando tochas e soltando fogos contra os intrusos. Enquanto os elefantes assustados corriam para a floresta próxima de Pratappur, um deles caiu em um poço seco na escuridão. 

Os aldeões ouviram os gritos do rebanho, que cercaram o poço e ficaram ali gritando em perigo. Eles pensaram que era um filhote que poderia ter caído no poço como aconteceu algumas vezes no passado. Um deles conseguiu piscar uma luz no poço e ficou atônito ao ver um elefante adulto dentro.

Então chamaram os guardas florestais que chegaram na manhã seguinte, altura que o rebanho já tinha voltado para a floresta. Os guardas florestais disseram que o elefante resgatado será tratado por lesões e depois enviado de volta à floresta.







Fonte: LiveLeak e Daily Mail

11/02/2017

Vídeo: funcionários da vida selvagem resgatam o elefante do Sri Lanka

Este serviço de resgate não deve sair barato porque tem que manter uma retroescavadeira a postos para socorrer o grandão...
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Funcionários da proteção da vida selvagem iniciaram uma operação que levou três horas na terça-feira (31 de outubro) no distrito de Anuradhapura, no norte do Sri Lanka, para libertar um elefante selvagem que havia caído em um poço agrícola há três dias. 

Os aldeões informaram as autoridades na terça à tarde do incidente. Os funcionários usaram uma escavadeira para cortar um caminho do poço para que o elefante preso subisse. Logo em seguida soltaram fogos de artifício para guiar o animal para a selva próxima na aldeia de Gagenbidunuwave.

Fonte: LiveLeak

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