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12/01/2018

Desmatamento na Amazônia cresce 13,7% e atinge pior marca em 10 anos

O Bolsonaro vai arrumar uma encrenca na questão ambiental..... aliás, já está arrumando...
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A remoção total da vegetação (corte raso) no local atingiu 7.900 km², uma área equivalente a mais de cinco vezes a capital de São Paulo

O governo do presidente Michel Temer encerra seu ciclo com um aumento expressivo nos índices de desmatamento

11/01/2018

Demanda mundial por papel higiênico amplia desmatamento no cerrado brasileiro

Lendo esta matéria, me mantive na cama.... tá difícil levantar para viver....
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Produtores de eucalipto mudaram-se da Mata Atlântica para o cerrado, aumentando a grilagem de terras em comunidades indígenas e quilombolas e incentivando o desmatamento. A madeira produzida é comprada pela Suzano, que fabrica celulose e vende para grandes marcas internacionais.

8/26/2018

Desmatamento na Amazônia volta a aumentar

Nossa!!!!! Estamos afundando na caquinha e ainda tem o Bolsonaro querendo ser presidente para liberar a caça esportiva e deixar o Ministério do Meio Ambiente nas mãos da Bancada Ruralista!!!!!!!!!! Pior que já ouvi alguém dizer: "se nas mãos dos outros chegou a este ponto, pode ser que com ele a coisa conserte"..... hein?????? hã???????? O Será que não percebem que não teremos como

8/15/2018

Fazendeiro é multado por desmatamento e cativeiro ilegal de animais

O tráfico só existe porque tem compradores... estou falando em todos os setores... tô errada? Este cara aí devia estar capturando para fornecer os bandidos.... Só quero ver se ele vai pagar a multa.....
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A Equipe Flora do Programa de Fiscalização Preventiva Integrada em Pernambuco (FPI-PE) apreendeu 23 animais silvestres no município de São

5/09/2018

CONFINAMENTO: Confinamento de bois em Rondônia cresce para não desmatar floresta

Pois é, ccriação em confinamento é isto aí? os animais ficam debaixo de sol e chuva? E estão fazendo isto para não desmatar? fala sério!!!!! e tem gente que compra a desculpa.....
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Tecnificação vem dando ganho de 15/20 @/ha, em média, em um rebanho que pode chegar a 15 milhões de cabeças, e de 4/5 milhões de matrizes. Cruzamento também se expande. @ média hoje R$ 131/132, com recuo nos últimos dias pela oferta maior.

O número de animais confinados em Rondônia está aumentando em função da integração da lavoura com a pecuária, sendo que passa das 100 mil cabeças de boi em confinamento. Contudo, os animais têm condições de permanecer nos pastos sem precisar fazer o desmatamento.

De acordo com o presidente da Associação Rural de Rondônia, Sérgio Ferreira, os agricultores encontraram uma forma de utilizar áreas abertas a mais de 20 anos para confinamento e amenizar os custos de produção. “Então, plantaria a lavoura de soja ou arroz e na seqüência entra com as pastagens e reduziria os custos com a reformar dos pastos”, afirma.

Por sua vez, também está crescendo o cruzamento industrial com animais localidade. “Os pecuaristas viram que era importante se profissionalizar e não existe mais a diferença nos ganhos, pois uma fazenda também é uma empresa e o cruzamento tem apresentado bons resultados”, ressalta.

Com a integração da lavoura com a pecuária, a produtividade média da propriedade tem ficado em torno de 15/20 @/ha. Com o fim da vacinação contra febre aftosa, os produtores não estão preocupados por ser um estado que faz fronteira com a Bolívia. “Atualmente, a Bolívia é um país consciente e não vamos ter problemas, pois tem uma integração da Brasil com o país e já avançou na vacinação”, comenta.

A expectativa é que com o fim da vacinação em 2019, o estado conquiste novos mercados. Ainda segundo a liderança, as referências para o boi  tiveram um recuo nos últimos dias e a média gira por volta de R$ 131,00/@ a R$ 132,00/@, com trinta dias para descontar o funrural. Os preços balcão  para a fêmea está cotada entre R$ 120,00/@ R$ 124,00/@ com trinta dias para descontar o funrural. “O nosso mercado está estável sem perspectivas de grandes altas e nem de baixa, isso por que houve um aumento da oferta”, diz. 

FONTE: newsrondonia

4/11/2018

Tarântulas, vítimas dos desmatamento e da gastronomia no Camboja

Gente, fala sério!!!! os países asiaticos tem que diminuir urgentemente de população.... Qualquer hora o bicho vai pegar pra todo mundo!!!!
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As tarântulas assadas encantam os turistas no Camboja, ávidos por experimentar esta curiosidade culinária local, mas este tipo de aranha é cada vez mais escasso no país, vítima do desmatamento e da gastronomia.

“As ‘a-pings’ são famosas no Camboja, mas cada vez são mais escassas”, lamenta Shea Voeun, que vende tarântulas frescas ou cozidas há 20 anos no mercado de Skun, uma pequena cidade situada a 75 quilômetros da capital, Phnom Penh.

Skun se especializou na tarântula zebra, chamada “a-ping” em khmer, o que lhe rendeu o apelido de “cidade das aranhas”. Alguns turistas vêm especialmente de Phnom Penh para visitar seu mercado e outros fazem uma parada gastronômica no caminho para Siem Reap e os templos de Angkor.

A turista australiana Elisabeth Dark descreve o quão “crocante” é a carne da tarântula (Cyriopagopus albostriatus), animal que também está presente nos vizinhos Tailândia e Mianmar. “Só como as patas da aranha, é a primeira vez que provo isto, então tinha um pouco de medo”, explica a turista, que também degustou rãs e gafanhotos, à venda no mercado de Skun. “Não é algo que comeria em minha casa, mas estou aqui e é uma boa oportunidade para provar”, diz.

A tarântula costuma ser temperada com alho e sal e depois frita em óleo, e é vendida por quase um euro a unidade no mercado de Skun – dez vezes mais cara que há alguns anos. O aumento do preço se deve à crescente escassez do animal, segundo os vendedores, que asseguram que é cada vez mais difícil encontrá-lo nas florestas das províncias de Kampong Thom e Preah Vihear.

A tarântula não faz parte das espécies em perigo do Camboja, como é o caso do leopardo, tigre e elefante asiático. Mas como acontece com o conjunto da fauna deste país do sudeste asiático, padece as consequências de um desmatamento maciço que destrói seu habitat natural.

“Camboja é um dos países do sudeste asiático com maior biodiversidade” mas “a floresta retrocedeu 20% desde 1990”, alerta a ONG Fauna & Flora International (FFI). O fenômeno é causado pelo desenvolvimento das plantações, em particular de seringueiras, o corte ilegal de árvores e a construção de estradas, além da ausência de cotas para a caça.

– Caça não regulada –
“No sudeste asiático, a caça não regulada nas florestas tem mais impacto na biodiversidade que a destruição do habitat”, ressaltou Tom Gray, biólogo da ONG Wildlife Alliance, entrevistado pela AFP. Mas, por enquanto, os vendedores de Skun continuam se reunindo para oferecer diariamente centenas de tarântulas frescas, amontoadas em enormes sacos de juta, aos que desejam cozinhá-las ou usá-las no preparo de poções de medicina tradicional.

Alguns comerciantes, como Shea Voeun, propõem ensinar os turistas a cozinhá-las e iniciá-los na técnica da captura de tarântulas nos prados dos arredores. É preciso escavar poços na vertical, onde ficam seus esconderijos subterrâneos, reconhecíveis pela teia de aranha que obstrui a entrada. “A tarântula tem fama no mundo todo por seu sabor requintado e suas qualidades medicinais”, assegura Shea Voeun. No mercado, pode-se comprar decocção de tarântulas, maceradas em álcool de arroz que, segundo a crença popular, seriam boas para combater a tosse e dores na coluna.

Tanto no Camboja como na Tailândia pode-se encontrar aranhas assadas, gafanhotos e escorpiões, alimentos tradicionais do sudeste asiático. No Camboja, as tarântulas eram uma fonte de proteínas muito cobiçada na época dos Khmers Vermelhos, que pôs fim à vida de quase dois milhões de cambojanos, em muitos casos por desnutrição nos campos de trabalho.

FONTE: istoe

3/30/2018

Carne alemã contribui para desmatamento na América do Sul

Ontem publiquei a respeito, mas, esta matéria está muito boa e achei por bem repetir sobre o tema..... Quando humanos vão se dar conta?
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Milhares de hectares de floresta sul-americana são desflorestados para cultivo de soja, que alimenta gado no país europeu, aponta relatório. Organização ambiental alerta para expansão da produção no Cerrado brasileiro. A produção de carne na Alemanha está diretamente ligada ao desmatamento na América do Sul, aponta um relatório da organização de proteção ambiental Mighty Earth. Segundo o estudo, milhares de hectares do Gran Chaco – região na fronteira entre Argentina, Bolívia e Paraguai e que inclui parte do Pantanal brasileiro – são desflorestados para o cultivo de soja, planta que serve de alimento para o gado na Alemanha e em outros países da Europa.

Além do desmatamento, a organização acusa o uso de "enormes quantidades de fertilizantes químicos e pesticidas tóxicos, como o produto fitossanitário glifosato".

Segundo a Mighty Earth, três quartos da soja produzida mundialmente são transformados em alimentos para animais. Em 2016, a Europa importou um total de 27,8 milhões de toneladas de soja da América Latina – grande parte, ou 3,7 milhões de toneladas de grãos e farinha de soja por ano, teve a Alemanha como destino.

"Assim que a soja chega à Alemanha, é comprada por produtores de ração para animais ou de carne e usada para criação de animais. De lá [dessas empresas], a soja chega a supermercados e restaurantes e é comprada pelos consumidores", alerta a organização.

De acordo com a Mighty Earth, redes de supermercado na Alemanha com frequência vendem salsichas, Schnitzel e hambúrgueres como sustentáveis e de origem local. "[Mas] enquanto o frango e a carne suína e bovina vendidos por eles [supermercados] normalmente são criados na Alemanha, os alimentos desses animais costumam ser comprados a milhares de quilômetros de distância e, assim, têm consequências muito mais amplas para o meio ambiente", diz a organização em um texto publicado em seu site.

Além do mercado alemão, a Holanda, a França e a Espanha estão entre os países que mais importam soja latino-americana, aponta a organização ambiental.

Desmatamento evitável
As pesquisas da Mighty Earth documentam como a soja plantada para a ração animal alemã faz avançar o desmatamento nos dois principais países produtores de soja na América do Sul, a Argentina e o Paraguai.

"Os resultados batem com o nosso estudo anterior sobre o desmatamento em grande escala para a produção de soja no Cerrado brasileiro e na Bacia Amazônica na Bolívia. Somados, esses quatro países são responsáveis pela maior parcela da produção de soja latino-americana", constata a Mighty Earth.

O que é trágico no quadro pintado pelos ambientalistas americanos é que a destruição poderia ser "completamente" evitada. "Há mais de 650 milhões de hectares já desmatados só na América Latina, onde se pode cultivar soja ou criar gado sem ameaçar os ecossistemas nativos", explica o texto.

"Especialistas que conseguiram praticamente eliminar o desmatamento para a soja na região amazônica do Brasil estimam que a ampliação do sistema de vigilância da floresta a outras regiões produtoras de soja latino-americanas – incluindo o Gran Chaco – custaria apenas entre 750 mil e um milhão de dólares", afirma a Mighty Earth, citando a chamada "Moratória da soja", pacto ambiental firmado em 2006 por ongs ambientais e empresas produtoras de soja, como a Cargill e a Bunge.

"Infelizmente, essa iniciativa se restringe apenas à região amazônica brasileira, possibilitando a continuidade do amplo desmatamento na Argentina, no Paraguai, na Bolívia e no Cerrado brasileiro", acusa a organização.

Tina Lutz, consultora da Mighty Earth para florestas tropicais, afirma que, respostas dadas por empresas alemãs cujas cadeias produtivas ou de fornecimento incluem a soja evidenciaram que "não existe um sistema exato o suficiente para que as empresas reconheçam a origem da soja que utilizam ou para que constatem se os seus produtos contribuem para a destruição do meio ambiente".

A Mighty Earth e outras organizações pedem que os produtores de soja ampliem o sistema da Moratória da Soja a outras áreas de produção do grão na América Latina, incluindo o Gran Chaco, a região amazônica da Bolívia e o Cerrado no Brasil.

Além disso, a organização também pede que empresas alemãs compradoras de soja aumentem o controle que têm sobre a origem do grão, contribuindo assim para a preservação das florestas.

"Já que 97% da soja usada para a produção de ração na Europa são importados, é responsabilidade da Europa exigir que essa soja não contribua para o desmatamento das florestas e [a destruição] dos ecossistemas locais", diz a Mighty Earth.

FONTE: opovo

3/29/2018

Carne européia provoca desmatamento no Pantanal

Quando será que humanos vão ver a aceleração da destruição do planeta com esta ambição financeira em cima do sofrimento animal? Sinceramente, a gente nem sabe mais o que argumentar.....
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A produção de carne na Alemanha está diretamente ligada ao desmatamento na América do Sul, aponta um relatório da organização de proteção ambiental Mighty Earth. Segundo o estudo, milhares de hectares do Gran Chaco – região na fronteira entre Argentina, Bolívia e Paraguai e que inclui parte do Pantanal brasileiro – são desflorestados para o cultivo de soja, planta que serve de alimento para o gado na Alemanha e em outros países da Europa. Além do desmatamento, a organização acusa o uso de "enormes quantidades de fertilizantes químicos e pesticidas tóxicos, como o produto fitossanitário glifosato".

Segundo a Mighty Earth, três quartos da soja produzida mundialmente são transformados em alimentos para animais. Em 2016, a Europa importou um total de 27,8 milhões de toneladas de soja da América Latina – grande parte, ou 3,7 milhões de toneladas de grãos e farinha de soja por ano, teve a Alemanha como destino. "Assim que a soja chega à Alemanha, é comprada por produtores de ração para animais ou de carne e usada para criação de animais. De lá [dessas empresas], a soja chega a supermercados e restaurantes e é comprada pelos consumidores", alerta a organização.

De acordo com a Mighty Earth, redes de supermercado na Alemanha com frequência vendem salsichas e hambúrgueres como sustentáveis e de origem local. "[Mas] enquanto o frango e a carne suína e bovina vendidos por eles [supermercados] normalmente são criados na Alemanha, os alimentos desses animais costumam ser comprados a milhares de quilômetros de distância e, assim, têm consequências muito mais amplas para o meio ambiente", diz a organização em um texto publicado em seu site. Além do mercado alemão, a Holanda, a França e a Espanha estão entre os países que mais importam soja latino-americana, aponta a organização ambiental.

Desmatamento evitável
As pesquisas da Mighty Earth documentam como a soja plantada para a ração animal alemã faz avançar o desmatamento nos dois principais países produtores de soja na América do Sul, a Argentina e o Paraguai. "Os resultados batem com o nosso estudo anterior sobre o desmatamento em grande escala para a produção de soja no Cerrado brasileiro e na Bacia Amazônica na Bolívia. Somados, esses quatro países são responsáveis pela maior parcela da produção de soja latino-americana", constata a Mighty Earth.

O que é trágico no quadro pintado pelos ambientalistas americanos é que a destruição poderia ser "completamente" evitada. "Há mais de 650 milhões de hectares já desmatados só na América Latina, onde se pode cultivar soja ou criar gado sem ameaçar os ecossistemas nativos", explica o texto.

"Especialistas que conseguiram praticamente eliminar o desmatamento para a soja na região amazônica do Brasil estimam que a ampliação do sistema de vigilância da floresta a outras regiões produtoras de soja latino-americanas – incluindo o Gran Chaco – custaria apenas entre 750 mil e um milhão de dólares", afirma a Mighty Earth, citando a chamada "Moratória da soja", pacto ambiental firmado em 2006 por ongs ambientais e empresas produtoras de soja, como a Cargill e a Bunge.

"Infelizmente, essa iniciativa se restringe apenas à região amazônica brasileira, possibilitando a continuidade do amplo desmatamento na Argentina, no Paraguai, na Bolívia e no Cerrado brasileiro", acusa a organização.

Tina Lutz, consultora da Mighty Earth para florestas tropicais, afirma que, respostas dadas por empresas alemãs cujas cadeias produtivas ou de fornecimento incluem a soja evidenciaram que "não existe um sistema exato o suficiente para que as empresas reconheçam a origem da soja que utilizam ou para que constatem se os seus produtos contribuem para a destruição do meio ambiente".

A Mighty Earth e outras organizações pedem que os produtores de soja ampliem o sistema da Moratória da Soja a outras áreas de produção do grão na América Latina, incluindo o Gran Chaco, a região amazônica da Bolívia e o Cerrado no Brasil.

Além disso, a organização também pede que empresas alemãs compradoras de soja aumentem o controle que têm sobre a origem do grão, contribuindo assim para a preservação das florestas. "Já que 97% da soja usada para a produção de ração na Europa são importados, é responsabilidade da Europa exigir que essa soja não contribua para o desmatamento das florestas e [a destruição] dos ecossistemas locais", diz a Mighty Earth.

FONTE: uol

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