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Mostrando postagens com marcador crime. Mostrar todas as postagens
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11/07/2018

Uma sentença exemplar para autor de maus tratos a animais

Belo exemplo vindo de Portugal!!!!!
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O Ministério Público da comarca de Setúbal acusou Hélder Pasadinhas, ex-paraquedista, de 67 anos, residente na Venda do Alcaide, concelho de Setúbal pela prática de um crime de maus tratos a animais, levado a cabo no dia 3 de setembro de 2016.

Efetuado o julgamento no passado mês de

10/22/2018

Arara cai de árvore após ser atingida com estilingue, quebra asa e morador é detido em MT


Vendo a matéria do covardão,  me lembrei do Lula que gostava de usar estilingue.... Veja ao final..... nojento!!!!
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Arara cai de árvore após ser atingida com estilingue, quebra asa e morador é detido em MT. Ave despencou de uma altura de aproximadamente sete metros. Mesmo ferida, a ave escalou na árvore e permaneceu no alto até que foi socorrida

7/23/2018

Um cachorro morreu depois de comer carne com calmante dada por um vizinho, em Jundiaí - SP

Sinceramente, são duas situações a avaliar: indesculpável a atitude de matar o animal e inaceitável uma pessoa deixar seu cachorro incomodar a vizinhança, em especial, à noite. Existe no Código Civil o chamado "direito de vizinhança" que é composto de saúde, segurança e sossego. O crápula que matou o animal, seja com veneno ou

6/26/2018

RECONHECIMENTO: A participação de cães na elucidação de um crime

Muito boa lembrança: a importância dos animais na elucidação dos crimes.....
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Caso Vitória Gabrielly: cão descobre triste segredo e policial fica chocado
Nesta sexta-feira, 22/06, o site Ideal Notícia fez uma matéria a respeito do "Caso Vitória" e do trabalho dos cães diante dessa investigação tão importante.

A morte da menina Vitória Gabrielly ganhou capítulos de filme de terror. Nessa quinta-feira, 21/06, a participação de cães na apuração do crime, foi detalhada pela polícia. O trabalho dos cachorros tem sido fundamental para descobrir quem matou Vitória Gabrielly. Algumas das descobertas da investigação tem sido fundamentais, mas também tem a capacidade de chocar até quem tem o hábito de trabalhar diariamente com crimes.

Cão identifica cheiro do assassino de Vitória Gabrielly: ‘Está bem próximo’
O primeiro trabalho conhecido de um cachorro na investigação da morte de Vitória Gabrielly aconteceu por um vira-lata. O cachorro de um catador de lixo é quem encontrou o corpo da menina, que havia desaparecido oito dias antes após sair de casa para passear de patins rosa.

Se não fosse o cão ficar agitado ao passar pelo local, que era desabitado, provavelmente, até agora a polícia não saberia o que aconteceu com Vitória Gabrielly. O corpo da menina já estava ali há pelo menos quatro dias. Minutos depois coube a Rosana e Roberto, pais da menina Vitória Gabrielly, reconhecerem o seu corpo.

Cães farejadores descobriram que suspeitos passaram por local do crime há pouco tempo
No entanto, engana-se quem acredita que esse foi o único trabalho dos cães durante a investigação da morte de Vitória Gabrielly. A localização e parte da perícia do caso também foi realizada com a ajuda de Bazuka, Adaga e Duke, cães farejadores do grupo GBR.

Os animais usaram o que nós humanos não temos tão aguçado, que é o olfato, para determinar um segredo que só eles saberiam, o odor de quem matou Vitória Gabrielly ainda estava no local. Os animais ficaram muito agitados e isso significa que a pessoa que matou a menina havia saído dali há pouco tempo.

Infelizmente, até agora, ninguém sabe quem matou Vitória Gabrielly. Nesse final de semana, a polícia descartou a possibilidade do assassino ser  quem enviava mensagens de ameaça para Rosana, mãe da menina.

FONTE: 1news

5/24/2018

Dois anos depois, acusado de matar cão com chute nega crime na Justiça

Homem já foi condenado na vara cível a pagamento de indenização

O homem acusado de matar um cachorro da raça yorkshire com um chute, em abril de 2016, no bairro Santana, em Porto Alegre, negou as acusações durante audiência na Justiça nesta quinta-feira (17).

Era a última da fase de instrução do processo criminal. Jorge Gilberto Lima do Santos responde por maus-tratos a animais e ameaça contra a dona de Theo. A partir de agora, o processo aguarda sentença do juiz responsável pelo caso.

No processo que correu na vara cível, Lima foi condenado, em junho de 2017, a pagar indenização de R$ 20 mil por danos morais. O recurso que foi destinado ao Fundo Municipal de Proteção ao Meio Ambiente.

Relembre o caso
A agressão ocorreu no dia 28 de abril de 2016. À época, Isabel Cristina Maciel Luz relatou que Santos chutou o cachorro porque o animal teria feito xixi em frente ao prédio em que ele morava.

Durante a discussão entre Santos e Isabel, o cachorro teria sido chutado e arremessado para o outro lado da rua. Mesmo tendo sido levado ao veterinário para cirurgia de emergência, Theo não resistiu aos ferimentos. Diagnosticado com hemorragia interna e traumatismo craniano, além de ossos quebrados e fígado e baço fraturados, teve parada respiratória e morreu.

FONTE: gauchazh

5/02/2018

CRIME: Filhotes de cães são abandonados na porta de pet shop

Fico tão indignada com a covardia e impunidade.... Espero que peguem o numero da moto e corram atrás deste bandido safado..... Precisa levar umas cintadas, umas tamancadas e uns bons tabefes pra se tornar gente do bem..... Canalha!!!!!
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Filhotes de cães foram abandonados na porta de um pet shop no Jardim Marista, em Trindade, na Região Metropolitana. Eles estavam dentro de um saco amarrado. Um vídeo mostra quando um homem com um uniforme parecido com o da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) chega de moto e deixa uma caixa com os animais.

Os sete cachorros foram deixados na sexta-feira (26). Eles foram encontrados pelo tosador de animais Leonardo Alves Ferreira no momento em que ele chegava para trabalhar. “Acabei de chegar na porta do meu serviço e meu coração chega dói. Eu quero chorar quando vejo uma cena dessas”, disse.

Ao animais estavam uns sobre os outros e chorando. Como ele são muito novos, ainda não comem ração e são alimentados com mamadeira pelos funcionários do pet shop. Os sete cães foram colocados para adoção e já ganharam novos lares. O G1 entrou em contato por email com a Comurg às 8h30 e aguarda um posicionamento do órgão para confirmar se o homem realmente é servidor. A reportagem não conseguiu contato com a Delegacia de Trindade para saber se o caso foi registrado na Polícia Civil.

Fonte: G1 Goiás

2/15/2018

Quando o amor incondicional é vítima do ódio e do descaso

Que coisa triste... A matéria aborda muito bem a questão do crime contra os animais....
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Alemão era um cão comunitário de Bagé simpático, feliz e amoroso como tantos outros que existem espalhados em todas as cidades do Brasil. Depois de adotado passou a viver com a sua família e ter uma companheira de espécie, Mimosa. O que antes era uma história feliz acabou sendo prejudicada pela conduta inescrupulosa de um indivíduo covarde que resolveu dar guisado envenenado para os cachorros na última quinta-feira (08/02/2018). Mimosa conseguiu ser salva mais rapidamente, ainda padece do envenenamento, mas Alemão, provavelmente por ser de maior porte, está em coma induzido tentando sobreviver de forma exemplar.

Pesa o fato do Núcleo de Apoio aos Animais da cidade de Bagé sequer ter ajudado prestando socorro, e se não o apoio de uma veterinária do Hospital São Francisco na cidade, o crime, pois isto é um crime, poderia ter se transformando em tragédia definitiva. Ainda existe esperança tanto para Alemão, como para Mimosa e todo o apoio e boas energias são sempre vindos.

Por outro lado, a conduta criminosa de quem envenena animais na calada da noite não pode mais passar sem resposta. A polícia, em regra, age de forma desidiosa e não investiga. Quando o processo chega ao Ministério Público, muitas vezes é arquivado por prescrição ou não processado. E no judiciário, infelizmente, os processos morrem em penas alternativas de prestação de serviço à comunidade ou cestas básicas. Não que eu seja um defensor de penas de privação de liberdade, mas a conduta do nosso sistema judicial nestes casos sempre é frágil e, em alguns casos, vergonhosa. Se o tema fosse levado a sério, com certeza os criminosos, no mínimo, seriam submetidos à medidas de segurança, como tratamento psiquiátrico.

Os crimes praticados contra os animais estão na categoria dos mais covardes daqueles que são executados por seres humanos, pois as vítimas nunca podem falar. São comuns o espancamento de cães e gatos comunitários, o “tiro ao alvo” com arminhas de pressão contra pássaros e gatos, há casos de animais queimados simplesmente porque moravam na rua e o crime mais comum, envenenamento em série. Existe uma patologia que é sintoma de psicopatia, pouco observada no Brasil, a Síndrome de MacDonald, cuja conduta típica é o zoosadismo.

Jeffrey Dahmer, (1960-1994), que matou e canibalizou 17 homens, na infância matava e dissecava animais como diversão. Edmund Kemper (1948) que inspirou o personagem Hannibal Lecter, de “O Silêncio dos Inocentes”, também se divertia matando, torturando e dissecando animais. São vários os exemplos onde o zoosadismo que é um ponto de partida para a entrada no universo dos crimes em série. Mesmo assim, a sociedade continua tratando o desprezo pela vida das outras espécies como uma questão de segundo nível.

Quem não se lembra do caso da “cadela preta”, que foi torturada e arrastada por um carro guiado por jovens de “boa família” em Pelotas? Alguns diziam, mas era só um animal de rua! Não, não era “apenas”. Era um ser vivo, dotado de direitos, cuidado por dezenas de anjos-da-guarda silenciosos e que merecia respeito. NADA, ABSOLUTAMENTE NADA, JUSTIFICA A VIOLÊNCIA CONTRA OS ANIMAIS.

Espero, sinceramente, que o caso do Alemão não fique impune. Aliás, espero que a sociedade se mobilize e tome a consciência necessária para reivindicar uma ação mais forte das autoridades contra este e outros crimes. Não sejamos egoístas! Lembrem-se do alerta Brecht: deixamos tudo passar em silêncio, e no fim, a violência acaba na nossa porta!

FONTE: sul21

12/26/2017

Criação doméstica de cães não configura crime de perturbação de sossego

Olha, vou falar a verdade. O advogado desta ação é bem tapadinho.... Foi bom ele ter se baseado em contravenção penal porque favoreceu a pessoa que tinha os cachorros.... Tenho sentido falta de gente com neurônio.... neste caso foi até bom.... kkkkkk...
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A decisão foi unânime.

A 1ª Turma Recursal do TJDFT deu provimento a recurso de parte para desconstituir sentença que a condenara pelo crime de perturbação de sossego diante da criação de cães em lote contíguo a dos vizinhos. A decisão foi unânime.
Os autos dão conta de que a ré mantém, em área lateral de sua residência, três cães que latem e exalam sujeira, o que perturba a tranquilidade dos vizinhos. Diante disso, o Ministério Público propôs ação penal pela suposta prática do crime tipificado no artigo 65, caput, da Lei de Contravenções Penais.

Colegiado explica, no entanto, que a contravenção prevista no art. 65 da LCP (molestar alguém ou perturbar-lhe a tranquilidade) exige, para sua configuração, o elemento normativo de natureza extrapenal consistente na motivação do acinte ou do motivo reprovável.

No caso em exame, os julgadores entenderam que "a criação de 3 cães no quintal do réu não representa, em si, acinte. De outra parte, a convivência normal com animais domésticos é socialmente aceita e não se expressa em perturbação penalmente relevante da vida normal de qualquer cidade". E mais: "A criação de animais domésticos só se revela perturbadora quando se dá de modo anormal", concluiram.

Os magistrados anotaram, ainda, que, não obstante relatório juntado aos autos "indique que os cães latem, o que pode causar perturbação, não apontou qualquer anormalidade de tal conduta, como indicação de que se trata de atividade comercial". Assim, não há prova em que se possa embasar a alegação de violação da Lei de Contravenções Penais, finalizaram.

Como medida preventiva, os julgadores consignaram que a ré deve tomar as providências necessárias à manutenção da limpeza do local e aos cuidados do animal, com o objetivo de diminuir o stress e, com isso, evitar a perturbação dos vizinhos, destacando, contudo a necessidade de rejeição da denúncia ofertada.

Processo: 2015.04.1.002349-3

FONTE: jornaljurid

11/12/2017

Acusar falsamente de crime em redes sociais causa dano moral, decide TJ gaúcho

Volta e meia estamos chamando atenção para estas acusações precipitadas que rola pela internet. Por isso que tudo que mandam eu pesquiso muuuuito até decidir publicar....
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Acusar alguém falsamente de crime nas redes sociais ofende os direitos de personalidade do acusado, mesmo que ele não seja identificado na publicação. Por isso, a 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, manteve condenação a uma ativista de direitos dos animais a indenizar mulher que havia sido acusada de abandonar um gato. A ativista terá de pagar R$ 1 mil à mulher e terá de se retratar publicamente, no Facebook, durante 30 dias. O primeiro grau havia arbitrado a indenização em R$ 10 mil.

Segundo disse a autora da ação à Justiça, ela se deparou com o gato quando dirigia, mas não o jogou pela janela do carro, como dissera a ativista. Ela disse ter sido perseguida e xingada pela ativista, e decidiu ajuizar a ação quando viu a postagem dela, que divulgou inclusive a placa de seu carro.

Na ação, queixou-se de ter sido vítima de calúnia e injúria e de ter sofrido linchamento nas redes sociais. A ativista confirmou a perseguição e a divulgação da placa, mas disse que fez a postagem por "indignação e revolta", sem imaginar a repercussão que o caso tomaria.

Em primeira instância, a juíza Cristina Nosari Garcia, da 1ª Vara Cível de Esteio, disse que o abandono do animal não foi comprovado e que a postagem ofendeu a autora da ação. Determinou pagamento de indenização de R$ 10 mil.

A ativista apelou ao TJ, mas a sentença foi mantida. O relator, desembargador Marcelo Cezar Müller, disse que a conclusão da ativista de que o gato havia sido jogado decorreu de um engano. Mas que a divulgação da placa permitiu a identificação da mulher, o que causou danos e inconvenientes a ela. Logo, os requisitos para indenizar estão presentes, escreveu no acórdão.

Müller entendeu que a retratação é necessária como esclarecimento sobre o ocorrido, dadas as graves ofensas disparadas contra a ré, mas reduziu substancialmente o valor do quantum indenizatório –, que caiu de R$ 10 mil para R$ 1 mil. Votaram com o relator os desembargadores Túlio Martins e Catarina Rita Krieger Martins. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-RS.

Clique aqui para ler o acórdão.
Processo 70074801366.

FONTE: conjur

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