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4/14/2019

Brasil já conta com mais cachorros do que crianças nas casas

Os humanos estão chegando a conclusão definitiva que mais vale um cão que outro humano.....
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Na atualidade, houve um aumento significante de casas, cujos habitantes caninos são membros integrantes da família. Em alguns casos, os cachorros são a própria família. Esse fenômeno inter-relacional, referente a cães e

3/10/2019

Centenas de esqueletos de crianças e lhamas são encontrados no Peru

Quando eu imagino o quanto seres foram imolados em rituais demoníacos, meu estomago embrulha....
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Pesquisadores da Universidade Nacional de Trujillo, no Peru, encontraram resquícios de um sacrifício em massa de crianças e lhamas no sítio arqueológico Huachaquito-Las Llamas, em Moche Valley. O ritual, que aconteceu durante o

8/17/2018

Três crianças morrem devido a fogo posto por caçadores furtivos em Angola

Estou publicando esta matéria para avaliar o quanto estes psicopatas são capazes de fazer. Este caso é em Angola, mas, aqui no Brasil vemos, em vídeos, crianças presentes em caçadas "legais" (javalis) e ilegais (sem licença e outros animais). Portanto é lá e cá....
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Polícia procura os caçadores que fugiram na província de Malanje

8/03/2018

Cães 'invadem' corredores de hospital para ajudar na recuperação de crianças internadas, em Goiânia

A zooterapia é uma técnica valiosa que pude constatar quando apliquei em um asilo aqui no Rio quando conveniada com a Prefeitura. Promovemos os animais que viviam dentro da instituição com banhos frequentes, alimentação, castração, consultas e adestramento. Foi maravilhoso!!!! Os animais antes enxotado pelos funcionários do asilo durante as festinhas que sempre

7/24/2018

Crianças pintam e rabiscam cavalo em atividade na Hípica de Brasília

Por que não puseram as mães destes dirigentes da colonia de férias? eles não entendem que ensinaram as crianças o desrespeito à vida animal.... É normal pintar cavalos? não? então... A foto é de Ana Paula Vasconcelos (Arquivo pessoal).
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ONG aponta maus-tratos; fiscalização nega e pede programa pedagógico para decidir se autua local. Escola diz que animal não se estressou.

5/01/2018

RELIGIÃO: Descoberto o local do maior sacrifício em massa de crianças e animais

Que coisa bárbara, não? não sei porque humanos ainda usam animais em rituais religiosos.... Coisa macabra.....
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Sítio arqueológico no Peru reúne 140 crianças mortas há 550 anos
Um tesouro arqueológico encontrado no Peru revela um trágico episódio do passado. Sob as areias da praia de Huanchaquito, foram descobertos ao menos 140 corpos de crianças, sendo que a maioria tinha entre 8 e 12 anos quando morreram. Para os pesquisadores envolvidos na escavação, trata-se de um ritual de sacrifício ocorrido há 550 anos, o maior envolvendo crianças já relatado na História.

"Eu, para citar um, nunca esperava por isso", contou à “National Geographic” John Verano, arqueólogo da Universidade Tulane, em Nova Orleans, com 30 anos de trabalho de campo na região. "E não acho que qualquer outra pessoa esperaria".

Junto com as crianças, os arqueólogos encontraram os restos de ao menos 200 jovens lhamas, que aparentemente também fizeram parte do sacrifício. O sítio arqueológico está a poucos metros da praia, a cerca de um quilômetro de distância de Chan Chan, antiga capital administrativa da civilização Chimu, onde hoje está a cidade de Trujillo.

Apesar de menos conhecidos, os Chimu foram o segundo maior império pré-colombiano da América do Sul, se estendendo por cerca de mil quilômetros ao longo da costa do Pacífico, da atual fronteira do Peru com o Equador até a capital, Lima. A civilização era superada apenas pelos Incas, cujas forças derrotaram Chan Chan por volta de 1.475, pondo fim ao império Chimu.

Sacrifícios humanos eram comuns entre as grandes civilizações da América pré-colombiana, com relatos e vestígios arqueológicos indicando a existência do ritual religioso entre Astecas, Maias e Incas. Mas um sacrifício de crianças com a dimensão do descoberto entre os Chimu nunca havia sido relatado no continente. Nem no mundo.

CORAÇÕES REMOVIDOS EM RITUAL
Os primeiros corpos foram encontrados em 2011 e, quando as escavações foram concluídas, em 2016, mais de 140 crianças e 200 lhamas haviam sido descobertas. Restos de roupas e tecidos dataram o sítio arqueológico entre os anos 1.400 e 1.450. Tanto as crianças como as lhamas possuem marcas de deslocamento do esterno e de costelas. Provavelmente, as vítimas tiveram o peito aberto para a remoção do coração durante o ritual.

Os cortes no esterno não apresentam marcas de hesitação, são limpos e eficientes. Provavelmente, dizem os arqueólogos, foram feitos por pessoas treinadas. "É um ritual de matança", disse Verano. "E muito sistemático".

As crianças tinham idades entre 5 e 14 anos quando foram sacrificadas, sendo a maioria com idades entre 8 e 12 anos. Quase todos os corpos foram enterrados com o rosto virado para oeste, olhando para o mar. Enquanto as lhamas, todas com menos de 18 meses, foram enterradas viradas para oeste, em direção aos Andes.

Os corpos de três adultos foram encontrados perto das crianças e dos animais. Sinais de traumatismo na cabeça e a falta de bens funerários indicam que eles participaram do sacrifício e foram descartados após o ritual.

Para os pesquisadores, todas as crianças e lhamas foram mortas num evento único. Numa camada de lama seca encontrada no local do sacrifício estão pegadas de sandálias de adultos, cães, crianças descalças e jovens lhamas. Marcas profundas de patinagem sugerem que os animais foram forçados a chegar ao local.

Pela análise das pegadas, os arqueólogos reconstruíram como o ritual deve ter se desenrolado. O grupo de crianças e de lhamas foi conduzido para o local vindos do norte e do sul, se encontrando no centro da área, onde foram sacrificados e enterrados. Alguns corpos foram simplesmente abandonados na lama molhada pelo sangue.

O MAIOR SACRIFÍCIO DE CRIANÇAS JÁ DESCOBERTO
Até então, o maior sacrifício em massa de crianças das Américas foi descoberto no Templo Mayor, com 42 corpos encontrados, na capital Asteca de Tenochtitlán, onde hoje está a Cidade do México. Rituais entre os Incas também já foram encontrados, mas com número menor de vítimas. Fora do continente, um cemitério em Cartago contém centenas de urnas com restos cremados de crianças, com evidências de que elas seria vítimas de sacrifícios, mas em diferentes eventos ao longo dos anos.

FONTE: gazetaonline

2/22/2018

'Crionças' fazem corrida de cobaias na Indonésia

Estas crianças capetas fazem corrida de cobaias (porquinho da Índia). Reparem que eles colocam sacos de plásticos e papel em tiras para fazer eles correrem de medo.....  Meu Deus, meu Deus, meu Deus, pra que nascem estas criaturas neste planeta Terra? pra judiar de bichos? pra não respeitarem a vida? Onde estás que não respondes?
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Na cidade de Probolinggo, na costa norte de East Java, Indonésia, as crianças gostam de corridas de cobaias.

Eles liberam os roedores dois de cada vez num corredor estreito, cercado por fora para a corrida e para que os animais sigam em uma linha reta para a reta final.

Com crianças alinhando o "hipódromo" e gritando encorajamento aos seus favoritos, os roedores correm surpreendentemente rápido para a linha de chegada.

Depois de completar a corrida, a única recompensa de um concorrente parece ter é um carinho de seu orgulhoso proprietário. Apesar de seu nome comum, estes animais não são da família do porco e não vêm de Guiné em África. Originaram-se nos Andes da América do Sul e espalharam-se amplamente em todo o mundo desde a domesticação.


FONTE: liveleak

2/16/2018

Autocontrole é sinal de inteligência em humanos e chimpanzés, diz pesquisa

Caramba, os caras estão doidos!!!! fazem pesquisa com humanos, mas, aí fazem com macacos para comprovar.... hein? tira o tubo!!!!
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Matéria do jornal Le Monde desta terça-feira (13) mostra o trabalho de uma equipe de pesquisadores da Universidade da Geórgia que conseguiu realizar com um grupo de macacos o equivalente ao famoso “teste do marshmellow”, feito com crianças em 1972 na Califórnia.

Le Monde lembra o famoso teste de 1972 realizado pelo psicólogo norte-americano Walter Mischel com crianças na Universidade de Stanford, na Califórnia, nos Estados Unidos. Durante o procedimento, a criança era instalada numa mesa, onde se encontrava um marshmellow. Os cientistas avisavam então que se ela conseguisse esperar o retorno do pesquisador para comer a guloseima, ela poderia comer dois marshmellows ao invés de apenas um. Caso contrário, era só soar a campainha e comer o doce.

O teste conduzido em Stanford provou, ao longo dos anos, que os pequenos que conseguiam se controlar face à guloseima se tornaram adolescentes e adultos de sucesso, com diplomas e salários melhores e com baixo índice de adição ou obesidade. Saber esperar é sinônimo de inteligência, dizem os especialistas.

“A chave é a capacidade de conseguir prever o futuro e adaptar seu comportamento para obter recompensas melhores”, conta o pesquisador da Universidade da Geórgia, Michael Beran, em entrevista ao Le Monde esta terça-feira (13). “Entre as crianças, aqueles que se tornaram mais bem-sucedidos foram os que conseguiram tirar o olho da recompensa, ou mesmo de realizar uma outra atividade. Esperar, pensar antes de agir, verificar se estamos agindo corretamente, mudar o comportamento antes de fracassar”, completa o cientista.

Segundo o depoimento de Beran ao jornal, o teste realizado na Califórnia é “um instrumento muito poderoso”. “Ele permite de observar se um indivíduo escolhe ou não esperar por um futuro melhor, mas também quanto tempo ele consegue resistir, e suas estratégias para conseguir resistir. Quando comecei a me interessar por primatas não-humanos, logo decidi implementá-lo”.

Resultado com primatas comprova teste com humanos
Segundo conta o vespertino francês, Michael Beran reuniu uma equipe em 2000 para realizar o mesmo tipo de experimento com chimpanzés. “Num artigo publicado em 8 de fevereiro, o psicólogo norte-americano e o especialista em primatas, William Hopkins, estabelecem a ligação entre autocontrole e inteligência nos animais sem sombra de dúvida”, diz o jornal.

“Os cientistas realizaram um teste à base de grãos e uvas, semelhante ao do marshmellow”, relata o jornal. “A ligação entre o QI e a capacidade do macaco de esperar, quando ele escolheu esta estratégia é extremamente sólida”, explica o pesquisador. “Os chimpanzés inteligentes sabem o que querem e, para conseguirem o que querem, eles estão prontos a deixar a recompensa para mais tarde”, analisa Le Monde.

“Esta capacidade de controle sobre si mesmo é fundamental nas sociedades complexas, onde um indivíduo vigia o outro, como a sociedade humana. O teste com humanos já havia provado isso, e agora comprovamos a maior capacidade cognitiva de chimpanzés que conseguiram adiar a recompensa. Para ter sucesso na sociedade, é necessário não somente ser inteligente, mas controlar suas pulsões, e essas duas competências andam de mãos dadas”, conclui Le Monde.

FONTE: br.rfi.fr

1/17/2018

Certos vídeos usando cães para mostrar suposta docilidade são um desrespeito ao seu instinto

Vou repetir: sou a favor que raças grandes e consideradas de combate não tenham sua criação continuada considerando que evoluímos (?) o suficiente para responder o porquê uma sociedade sadia precisa de um cão de combate..... Geralmente, estes animais estão em mãos irresponsáveis. Qualquer problema, eles são mortos da maneira mais cruel, abandonados sem o menos remorso  e  entregues à abrigos que não estão mais dando conta do recado pelas dificuldades em alimenta-los.

Recebi várias vezes este vídeo pelo zap acompanhado de "legendas engraçadinhas". Na verdade pra mim, é um tremendo desrespeito à vida animal. Falo isto porque são eles as maires vítimas da irresponsabilidade humana. Só mesmo quem não conhece seu instinto e respeita um cachorro pode achar isto "engraçadinho" .


Cães reagem instintivamente e isto é simples assim. E não adianta falar que são mansinhos, que pits são cães de companhia, são maravilhosos e coisa e tal..... Argumento de quem não conhece como funciona o instinto animal, não respeita os animais ou de criadores destes cães.

Pits são cães INVENTADOS para combate à outros animais. Já com humanos, criados e sociabilizados, não são agressivos. Agora, QUALQUER ANIMAL, tem seu instinto. Se esta criança pisa inocentemente em algum lugar que provoque uma dor qualquer no cão,  ELE VAI REVIDAR.

Seja o cão bonzinho, mansinho ou bobinho que agredido sem área de fuga, ELE REVIDA, pô!!!!!! E detalhe, esta criança poderia virar um pastel fossem estes cães de qualquer raça caso um acidente acontecesse. A diferença seria o tamanho da mordida porque todos os cães se embolariam contra o cão que reagiu e a briga seria fatal para aquela criança.

Então, sou radicalmente contra expor animais para serem testados e desrespeitados em sua essência. Estou publicando um segundo vídeo para que vejam o ABSURDO a que o pobre cão é exposto.... É UM DESRESPEITO e não acho graça nenhuma...... Sinto muito, colegas, mas trabalho pelos cães e não por raças bem como pelo respeito que lhes devemos como seus representantes.....


1/11/2018

Leitura obrigatória: Crianças sul-africanos envolvidas com briga de cães

Todos que militam na causa de defesa animal deveriam ficar a par de todas as mazelas que cercam a vida dos animais em todo mundo. A informação leva à discussão e em seguida à solução. Precisamos trabalhar muito em nossa função de informar....  Divulguem, por favor!
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O Conselho Nacional de SPCAs (NSPCA) cresce cada vez mais sua preocupação com a quantidade de crianças que estão implicadas no flagelo da luta de cães na África do Sul. O NSPCA esteve envolvido em operações conjuntas recentes com vários SPCAs em torno de Gauteng e Mpumalanga, o que levou à detenção, prisão e posterior cobrança de muitos jovens.

Esta época do ano que é percebida como a estação de boa vontade e bondade pela maioria, anuncia um tempo muito mais sinistro para a Unidade de Investigações Especiais da NSPCA. A temporada de férias significa juventude ociosa, sem supervisão, sendo apresentada a oportunidade de se envolver no tempo passado violento e cruel da luta de cães na esquina.

O combate de cães é um crime horrivelmente violento que afeta uma multidão de vítimas - das vítimas de animais sem voz roubadas de casas amorosas e jogadas neste círculo de violência para as comunidades que sofrem as consequências de uma geração que cresce com empatia reduzida e luxúria sanguínea elevada.

Dois dos casos recentes destacam a rapidez com que as crianças expostas a este abuso de animais premeditados tornam-se dessensibilizadas para a violência e começam a emular os crimes que testemunharam.

Na cidade remota de Matsulu, perto de Nelspruit, um jovem adulto convidou seus familiares de 10 e 13 anos a assistir enquanto filmava seu Pitbull Terrier sendo incitado a atacar e matar um dachshund mestiço aterrorizado. A Unidade de Investigações Especiais da NSPCA tomou medidas imediatas e a NCA do Nelspruit para rastrear o vídeo, evidenciar segurança, identificar a propriedade e identificar os culpados responsáveis ​​por essa crueldade premeditada. A evidência de atos adicionais de crueldade animal foi descoberta e o agressor foi preso imediatamente. Quatro cães e um gato foram recolhidos nesta ocasião.

Em um incidente ocorrido em Nigel, um grupo de adolescentes foram flagrados por terem tentado promover luta entre animais de estimação comuns da comunidade e considerados suspeitos de roubo de animais pela cidade. As lutas eram feitas em vagas de edifícios abandonados. Em uma casa, um  cão dinamarquês bem idoso foi resgatado. Os inspetores foram informados de que o gentil e velho cão tinha sido roubado de Heidelberg porque os criminosos acreditavam que seu tamanho grande o tornaria um bom cão de luta. Na casa do líder identificado, uma cadela pit bull foi encontrada escondida em uma sala em estado de colapso. Onze cães foram resgatados e removidos para tratamento veterinário.

"É muito angustiante ver crianças na faixa etária de 10 anos de idade envolvidas em uma atividade tão violenta e a rapidez com que passam de ser espectadores voluntários para participantes ativos e endurecidos". Diz a Inspetor da Unidade de Investigações Especiais da NSPCA, Nadia Hansa. "Também é devastador ouvir como seus pais explicam que reconheceram a mudança em seus filhos e quão indefesos eles sentiram enquanto os observavam se envolvendo em outros crimes como narcóticos, vícios e roubos"

Testemunhar a violência contra animais e humanos tem sido demonstrado que corroê a empatia de uma criança e muitas vezes leva a que se tornem adultos violentos. Em ambas as comunidades, o padrão é claro e não são apenas animais e crianças que sofrem, mas também o futuro da nossa nação.

Nossa sincera gratidão é expressa às SPCAs Roodepoort, Benoni, Nigel e Nelspruit por sua ação rápida e dedicada para salvar esses cães e buscar justiça para as vítimas desse crime. 

Fonte: NSPCA

12/26/2017

Crianças órfãs celebram o Natal em zoo nas Filipinas com animais 'vestidos' de Papai Noel

O que me revolta é a imprensa dar o maior destaque desconsiderando o sofrimento do animais de estar exposto a uma situação tão estressante.... imagina as crioncinhas gritando..... A segunda matéria foi de ontem no Jornal Bom Dia Brasil..... lamentável!!!!! em vez de criticar, aplaudem....
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O Malabon Zoo, nas Filipinas, celebrou o Natal, nesta quinta-
feira, com uma festa dedicada a cerca de 200 crianças órfãs e que contou com os animais "vestidos" de Papai Noel. Durante a "Festa de Natal Animal", os pequenos puderam interagir com um filhote de tigre chamado Len-len e com o orangotango Pacquiao.


O proprietário do zoo, Manny Tangco, participou do festejo e defendeu a interação entre os "moradores" do local e as crianças dizendo que o Natal "também é para os animais". Além das crianças, participaram da festa freiras católicas.

O grupo pode não apenas interagir com o orangotango durante a celebração natalina. Um tigra adulto encantou as crianças ao dar lambidas no vidro da jaula no momento em que os pequenos foram visitá-lo.

Fonte: EXTRA
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12/17/2017

“Ainda há crianças que não sabem que os animais podem sentir dor”

A entrevista foi feita com um veterinário lá em Portugal e achei muito apropriada.... bem interessante....
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Continuamos a maltratar, a desrespeitar e a taxar duramente a saúde dos nossos animais, quando na verdade eles só nos dão amor em troca, avisa Luís Montenegro, diretor clínico do Hospital Veterinário Montenegro, no Porto.


No Dia Internacional dos Direitos dos Animais, ainda há muito caminho a percorrer. Mas tudo indica estarmos no caminho certo.

Houve uma série de alterações significativas em 2017, nomeadamente o facto de os animais terem deixado de ser considerados coisas. Estamos no bom caminho?

Sim, mas importa lembrar que isto que se conseguiu em 2017 é fruto de um trabalho de sensibilização de décadas, do qual resultou que a sociedade fosse exigindo aos políticos que tomassem medidas para estabelecer que os animais também têm direitos e sentimentos, experimentam dor. Não são propriedade nossa. Merecem ser tratados com dignidade e afeto. E nós temos de respeitá-los na justa medida, por isso acho que estamos no caminho certo.


Ao nível do que de melhor se faz lá fora?
Tirando alguns fatores culturais que nos fazem ser diferentes de outros países e até ter outras formas de nos relacionarmos com os animais, no cômputo geral parece-me que também estamos na vanguarda, sabe? Não podemos dizer que só lá fora é que se faz tudo bem, porque não é verdade. Estamos a aproximar-nos. Nos últimos anos demos saltos qualitativos que nos colocam ao mesmo nível numa série de temáticas. Eu diria que estamos no caminho certo em relação ao que se faz pela Europa fora. Agora importa é estarmos sensíveis para que estas leis amadureçam e tenham aplicabilidade.

Por fatores culturais refere-se às touradas?
Refiro, se bem que mesmo elas já não encontram grandes aficionados junto das camadas mais jovens, pelo que irão acabar por desaparecer de forma natural. Inclusive, muitas das pessoas que defendiam as touradas gostam de animais. Vinham era com uma série de ideias feitas, incutidas durante anos pela sociedade e a cultura, que as levava a achar que aquilo não era fazer mal aos animais. Mas a situação está a evoluir positivamente: há cada vez menos aficionados, menos interesse. A médio prazo, de forma gradual, acredito que as touradas têm os dias contados.

E em que ponto fica a morte de animais para alimentação? Também é uma forma de exploração a ser combatida, como as outras?
Isso preocupa-me muito, confesso. Da mesma forma que houve várias situações que melhoraram e ganharam uma visibilidade que as beneficia junto da opinião pública, no caso dos animais de produção julgo estar a haver um retrocesso que faz com que possam estar a viver pior agora do que há umas décadas. E não só em Portugal. A questão coloca-se em todo o mundo civilizado. Sem cair em fundamentalismos, era importante ir incutindo a ideia de que estes animais também merecem melhores condições.

Devíamos fazer muito mais pelos animais de produção. Sentem a dor como os outros.

Enquanto consumidores, queremos é comprar um frango muito barato…
Ou uns bifes de porco a baixo custo, nem mais! Comemos demasiada proteína animal e não pensamos que o facto de nos chegar a esse preço implica que nasçam num sítio confinado, sejam tratados para terem um crescimento rápido e mal vejam a luz do dia antes de entrarem no circuito da comercialização e nos caírem no prato. Devíamos fazer muito mais por estes animais. Sentem a dor como os outros. Além de que se essa carne de consumo fosse criada em ambientes naturais, seria mais saudável também para nós. Mais: animais em pastoreio asseguram a manutenção e limpeza dos espaços florestais e agrícolas, reduzindo largamente o risco de incêndios.


Como se consegue que todos percebam que eles têm direitos como nós, a serem respeitados como os nossos, quando ainda há quem atente contra o direito de outros seres humanos à vida, à liberdade, à integridade corporal?
Haver uma lei que criminaliza os maus-tratos faz com que as pessoas pensem duas vezes antes de maltratar, por aí já é bom. Depois cabe-nos educar a sociedade começando por sensibilizar as camadas jovens, porque fazendo-lhes chegar a mensagem são elas que à noite, ao jantar, vão transmiti-la à família e aos adultos de uma forma que nós não conseguiríamos. Temos um programa de ação junto das escolas, na zona do Grande Porto, em que estamos disponíveis para ir a qualquer uma explicar a necessidade de se tratar bem os animais. Por incrível que pareça, ainda há crianças que não sabem que um cão pode sentir dor, então atiram-no do primeiro andar para ver o que acontece.

Cuidamos melhor daquilo que conhecemos?
Em regra sim, razão por que apostamos muito na formação escolar. A 24 e 25 de fevereiro de 2018 teremos ainda o XIV Congresso Hospital Veterinário Montenegro, no Europarque, em Santa Maria da Feira, com uma novidade: uma sala de formação, destinada essencialmente a bombeiros e socorristas, gratuita para quem tem carteira de bombeiro, que visa responder às muitas corporações que nos pedem ajuda para saber como devem recolher os animais em segurança quando são chamadas. Este ano houve os incêndios, mas todos os dias são atropelados animais que não podem ficar a sofrer na via pública, abandonados. E para isso é preciso dar formação, porque falar é fácil. Depois é preciso fazer.

Que mudanças estão também por fazer ao nível dos apoios à saúde animal por parte do Estado?
Este governo já propôs, e bem, uma medida que pode ser um sinal de que as coisas estão a mudar, que é as pessoas poderem deduzir no IRS 15 por cento do IVA gasto com a saúde dos seus animais. Claro que isto é apenas um rebuçado. Entrará no mesmo pacote em que pomos as faturas do cabeleireiro ou do mecânico.


Não deixando de ser positiva, vai dar muito pouco na conta final…
A saúde tem cada vez mais que ser uma só, a exemplo do que acontece noutros países: é impossível haver humanos com saúde se as pessoas não puderem garantir que os animais a têm. E nós ainda somos dos que taxamos a saúde dos nossos animais a 23 por cento quando a medicina humana não está sujeita a IVA. É algo que devia ser pensado muito a sério, tanto mais que se trata de saúde. De saúde pública.

As coisas estão a evoluir favoravelmente de forma muito acelerada.

O que se responde a alguém que diz que não quer saber dos direitos dos animais quando há tantas crianças a morrer de fome em África? É que há quem o diga, de facto.
A única resposta possível é que uma coisa não tira lugar à outra, nem ninguém está a tentar inverter a ordem de prioridades. Queremos, sim, que a sociedade deixe de praticar atos gratuitos de malvadez contra os nossos animais, sobretudo se os maltrata porque, até há uns tempos, era quase cultural atirar-se uma pedra a um gato ou dar pontapés a um cão. Ninguém aqui defende que toda a gente deva ter um animal, muito menos quem não os quer: essa é uma opção individual. Na dúvida, não sabendo se a família está preparada, é melhor não ter. Outra coisa bem diferente é fazer-lhes mal, e ainda por cima fazer-lhes mal sem motivo.

Mais de cinco mil queixas por maus-tratos a animais em 2016 são números vergonhosos. O que é que isto diz de nós enquanto sociedade? Enquanto seres humanos?
É terrível, porém tais números também significam que já há uma parte significativa da sociedade mais amadurecida nesta temática, que está atenta e denuncia. Vindo eu de um meio rural, ainda me lembro de que há duas décadas as pessoas consideravam um desperdício gastar dinheiro com a saúde dos seus animais, e agora não é assim. Mesmo aquelas famílias que não têm animais, se virem um cão fechado numa varanda, à fome, maltratado, denunciam. Existe uma crítica social positiva sobre a questão dos maus-tratos e a premência de se proteger os animais. As coisas estão a evoluir favoravelmente de forma muito acelerada.

O problema dos defensores dos animais é serem muito extremistas. Perdem a razão por isso.

Ser veterinário é mais do que tratar cães e gatos, passa muito por saber tratar também os donos. O que tem vindo a mudar no modo como encaramos os animais em Portugal nos últimos anos?
São família. Para nós, humanos, que integramos o animal da nossa família e o amamos, o mais difícil é justamente assimilar que o tempo de vida do animal é tão curto em relação ao nosso. Os avanços na medicina veterinária aumentaram-lhes a esperança média de vida para cerca de 15 anos, mas um dia vamos ter se saber parar. Um dia vai ser o fim. E custa-nos muito a perceber que, apesar de lhes termos dado tudo, de termos posto todos os recursos ao serviço deles, o normal vai ser nós termos várias gerações de animais ao longo da nossa vida.

O artigo 4º da Declaração Universal dos Direitos do Animal proclamada pela UNESCO afirma que «toda a privação de liberdade, incluindo aquela que tenha fins educativos, é contrária a este direito». Onde ficam os jardins zoológicos no meio disto?
Acho que temos de ser ponderados. Andar por aí a querer fechar os zoos seria fundamentalista, e o problema dos defensores dos animais é serem muito extremistas. Perdem a razão por isso. Se não fossem os zoos, muitos de nós não fariam ideia do que é um animal selvagem. Muitas espécies estariam extintas. Além de que, hoje em dia, os jardins zoológicos estão a mudar de formato e já não têm todas as espécies, apenas as que se adequam melhor ao clima de cada país. Eu seria moderado: ajudaria a que os zoos pudessem ter mais espaço e condições para os animais se sentirem adaptados. Na Alemanha, se calhar, é descabido ter animais de climas africanos, tal como em Lisboa não farão sentido ursos-polares. Há que agir com cautela ou corremos o risco de não os ajudarmos de todo.


O que é que os animais nos ensinam?
Ensinam-nos todos aqueles princípios essenciais que a sociedade capitalista em que vivemos, sempre a acenar-nos com a cenoura do dinheiro, nos tirou. Ensinam-nos a partilha, a lealdade, a convivência em harmonia. Ensinam-nos a respeitar sentimentos, o amor incondicional. No fundo, devolvem-nos aos princípios mais básicos que nos trazem felicidade e nos fazem ser, de novo, pessoas completas. Tornamo-nos gente melhor graças a eles.

FONTE: noticiasmagazine

11/05/2017

Maus-tratos em rodeios e gineteadas até com crianças

Acho que todos que militam na proteção animal deveriam ficar informados de tudo que rola neste setor de rodeios e vaquejadas. Hoje estou mostrando o que são as gineteadas que acontecem no RS e que difere, apenas, é que não há uso de sedém, mas, de outros recursos para estimular a suposta indomabilidade dos cavalos.

Nas minhas pesquisas achei uma fonte chamada Rodeio Bruto onde existem imagens do que acontece em rodeios em vários lugares do mundo. Na verdade servem para desmascarar toda esta tentativa do dizer dos exploradores brasileiros que não há maus-tratos nestes eventos. Como em outros países não há censura, comprovamos o que acontecem nestes momentos torturantes para os animais. Este abaixo é no México.


Cavalo se nega a participar de mais uma gineteada

algumas apresentações de gineteadas

o absurdo é realizado com pôneis e crianças


A Gineteada
Pode-se dizer que a gineteada é tentar permanecer sobre o lombo do animal(bovino ou equino). Os cavalos usados para a gineteada são nomeados "aporreados". Existem diversas modalidades de gineteada que hoje são difundidas em rodeios do Brasil, Uruguay e Argentina, tais como: Pêlo, Gurupa sureña, basto aberto, basto oriental...

Pêlo - A modalidade de pêlo, também conhecida na Argentina e Uruguay como "crinas limpias" é a mais popular aqui no Brasil, ela consiste em montar no lombo do animal diretamente em contato com o pêlo, e fazer então um trançado de tento e crina ou pode-se também utilizar a rédia. A rédia não vai trançada com as crinas, somente passa por debaixo do pescoço e o ginete segura a mesma com uma certa distância do pescoço do cavalo. A espalda também conhecida como paletão, ramplão... é outra forma de montar na modalidade de pêlo. A espalda passa sobre o peito e por debaixo de uma pata do animal.  Nesta modalidade é permitido sair agarrado com as duas mãos nas crinas.

Gurupa Sureña - Uma modalidade argentina também bastante conhecida no Brasil que consiste em montar o cavalo popularmente falando de "boca atada", quer dizer montar o cavalo com um bocal e forceja-lo da boca. Uma armação de ferro e esponja( gurupa ) é atada no animal através de travessão e barrigueira, este recurso permite o ginete levar o pé no toso do cavalo e melhor trabalhas na espora, fazendo então uma gineteada mais bonita de se ver.

Basto aberto - A gineteada em basto aberto consiste em montar o animal de bocal, ou seja, de boca atada sobre um basto e com estribos ( redondos, em forma de pratos ). O tempo de campana para esta modalidade é de 12segundos. A modalidade de basto aberto também é conhecida como basto argentino.

Basto Oriental - A gineteada em basto oriental é tradicional do Uruguay, e consiste no cavalo ensilhado e de boca atada, e ao invés de um relho, utiliza-se o pala dobradoo.


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