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10/11/2018

Leões são enjaulados na África do Sul para virarem ingredientes de doces, vinhos e remédios

Juro por Deus, se tivesse uma passagem a venda para outro Planeta, eu pagaria o preço que fosse pra me mandar pra lá...... Tá difícil aguentar este mundo aqui. A internet nos coloca a par de coisas que não dá para acreditar...... Eu sabia que leões eram criados para serem caçados, mas, que outros são mortos em "fazendas" para suprir o mercado de "ossos" para aquela gente maluca da China, sabia não...... é triste

8/31/2018

Você gosta de ouvir Bach? Os porcos também

Pobres animais.... os resultados são sempre com análise econômica..... podre....
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Música diminuiu brigas entre os suínos em experimento; animais também consumiram menos ração mantendo ganho de peso normal
Suínos tiveram uma melhoria em seu bem-estar, algumas mudanças de comportamento e até apresentaram alterações alimentares ao ouvir música

8/27/2018

Polícia fecha maior fazenda ilegal de tartarugas da Europa na Espanha

É triste a gente saber que humanos são capazes de, em nome do dinheiro, promover tamanho maus-tratos aos animais..... 
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Mais de 1.100 animais de 62 espécies, sendo 14 em extinção, foram resgatados
Palma de Maiorca — A maior fazenda ilegal de criação de tartarugas foi fechada pelo Serviço de Proteção da Natureza da Guarda Civil (Seprona) espanhola em

7/23/2018

Novo estudo aponta que produção de carne e leite já polui mais do que a indústria do petróleo

Veja que revelação estarrecedora... Pior que isto não entra na cabeça das pessoas... Meu Deus, manda um ebola pra estes alienados!!!!!
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Destaque no importante jornal britânico The Independent (confira aqui, em inglês) nesta quarta-feira (18), um novo estudo traz dados estarrecedores a respeito da indústria dos laticínios e da carne. Segundo o material, as cinco maiores

7/03/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Haras na Bahia cria jumentos que valem até R$ 100 mil

Mais uma novidade na exploração animal...
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Pesquisa da Ufba estuda produção de leite de jumenta na Bahia: litro é vendido por R$ 25 em Pernambuco

Do uso como animal de tração e meio de transporte de produtos diversos, o jumento evoluiu para a marcha em exposições nacionais, onde alguns bichos valem até R$ 300 mil. Mas calma, não é qualquer jumento. Uma raça brasileira, surgida em Minas Gerais no século XIX e chamada de jumento pêga, está na Bahia há alguns anos. E o animal, agora, tem a chance de despontar no estado como alternativa econômica para a produção do leite da fêmea, similar ao humano. Um litro de leite de jumenta pode chegar a custar R$ 25.

A viabilidade para a produção desse tipo de leite no estado vem sendo estudada na Universidade Federal da Bahia (Ufba) pelo projeto de pesquisa “Produção, composição e derivados do lácteo do leite asinino”, coordenado pela doutora em Zootecnia Chiara Albano de Araújo Oliveira, dos cursos de Medicina Veterinária e Zootecnia.

A pesquisa começou em 2016, após o governo do estado doar 18 jumentos da raça pêga à Ufba. No Brasil, há duas raças de jumento, a “nordestino”, chamada pelo forrozeiro Luiz Gonzaga de “o maior desenvolvimentista do sertão”, e a “pêga”, que também está no Nordeste, mas que possui mais presença em Minas Gerais e São Paulo. Segundo a Associação Brasileira dos Criadores do Jumento Pêga (ABCJPêga), a raça com animais de porte maior e marcha diferenciada é, provavelmente, fruto do cruzamento entre jumentos ibéricos e egípcios.

Em fase inicial, a pesquisa foi desenvolvida de forma experimental na própria Ufba e, há um mês, partiu para campo em uma das maiores fazendas de criação de jumento pêga da Bahia, o Haras Ipiranga, em Itororó, no Centro-Sul da Bahia. Na fazenda há 195 animais, a maioria de fêmeas; os demais são machos reprodutores comprados por até R$ 100 mil.

Veja as diferenças dos tipos de equinos






População
Não há dados seguros sobre a quantidade de jumentos no Brasil. Em 2013, a FAO (braço das Nações Unidas para a agricultura) contabilizou 915 mil asininos, 90% no Nordeste. Já os dados sobre o pêga são registrados pela ABCJPêga, em Belo Horizonte (MG).

São, ao todo, segundo a ABCJPêga, 34.002 jumentos dessa raça no país, sendo 5.484 na Bahia, onde há 35 criadores - que poderão ser diretamente beneficiados com a pesquisa da Ufba. Lá, as jumentas tiveram produção média de 800 ml de leite por dia, numa época de seca e sem estímulo alimentar.

Leite especial
Animais que consomem ração e feno produzem até 2,5 litros por dia em São Paulo com um pouco mais de nutrição. O animal, comendo melhor, vai produzir mais. Se a mãe estiver recebendo ração, vai ter uma produção boa, média de dois litros por dia”, diz a pesquisadora Chiara Albano de Araújo Oliveira.

Essa quantidade de leite, apesar de bem inferior à produção de vacas leiteiras - que chegam até a 25 litros por dia - é compensada pelo preço e pela destinação. “Não é um leite para tomar com café. Ele tem grande apelo nutritivo e é para quem quer algo mais saudável”, observa.

Dentre as propriedades nutricionais diferenciadas, o leite de jumenta apresenta baixa quantidade de proteínas - o que causa menos problemas de alergia - e menos gordura. Porém, tem muito mais lactose (o açúcar presente no leite) que o de vaca, o que é pior para quem tem intolerância à substância.

“Pessoas intolerantes não poderiam consumir o leite cru, e sim fermentado ou por meio de derivados, como iogurte ou queijo”, pondera a pesquisadora. Segundo ela, “o leite de jumenta é gostoso, bastante doce”.

Foco na reprodução
Apesar das propriedades do leite, ele ainda não é o forte da criação do jumento pêga em Itororó, presente há 37 anos. Por lá, a produção do leite ainda não é vista  de forma comercial, uma realidade que se estende a praticamente todos os criadores, de acordo com informações da representação estadual da ABCJPêga.

No haras, os animais são destinados à reprodução de muares (burros e mulas) e evolução da espécie, sobretudo com relação à marcha, uma qualidade que não se vê no jumento nordestino. Ela é fundamental para que o jumento pêga consiga ganhar prêmios em exposições. A marcha eleva o valor do animal, que é vendido comumente para os estados do Pará, Maranhão e Tocantins.

“São animais cujas características favorecem as premiações, o que dá mais valor aos mesmos”, declara o dono do Haras Ipiranga, Sálvio Neri de Andrade, 71 anos, que vê com desconfiança a viabilidade econômica da produção de leite de jumenta no país: “Acho ainda pouca a produção para se tornar rentável”.

O investimento dele, por enquanto, é na melhoria da raça, por meio da aquisição de animais de boa qualidade genética. Entre o ano passado e este ano, ele pagou R$ 136 mil apenas para ficar com um animal emprestado por 15 meses. “Mas, nesse tempo, consegui 62 filhos dele”, conta. Sávio possui mais de 100 troféus em exposições nacionais de jumento pêga.

O presidente da representação estadual da ABCJPêga na Bahia, Emanuel Souza de Andrade, também desconhece interesse de criadores baianos no leite de jumenta.  “Não conheço nenhum produtor que pense em aproveitar o leite de jumenta, mas sei que ele tem um valor alto, talvez devido à raridade. Não é algo que descartamos de que venha a ser feito no estado”.

Médico veterinário da ABCJPêga, Samuel Andrade Pinto acredita que “teriam de ser feitas mais pesquisas para verificar formas de estimular os animais a produzir mais leite, já que as jumentas têm de alimentar o filhote”.

Aproveitamento
No Nordeste, o consumo do leite de jumenta ainda é novidade para muita gente. Mas enquanto os produtores baianos estão desconfiados, ele já vem sendo vendido há mais de 20 anos numa pequena propriedade em Carpina, norte de Pernambuco.

“Jair da Burra”, que recebeu a alcunha por conta da atividade, diz que recebe visitas de pessoas de vários estados. “A maioria dos que compram o leite aqui é de Santa Catarina e São Paulo”, informa Jair Severino da Silva, 40.

Atualmente, ele colhe dez litros de leite por dia, tirados manualmente de dez jumentas. O litro do leite é vendido por R$ 25 - na Europa, custa 20 euros - cerca de R$ 90.

“É o que me tem garantido renda. Sou funcionário público da prefeitura, mas ganho pouco, sou assalariado. O que me garante renda mesmo é a venda do leite de jumenta. Criei meus cinco filhos praticamente com a renda do leite”, garante.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura não possuem regulamentações ou normativas que proíbam ou aprovem a comercialização do leite de jumenta. Mas recomendam que os criadores que usam ou vendem o leite estejam em dia com relação à saúde dos animais.

Queijo a R$ 4,5 mil o quilo
No Brasil, são raros os estudos relacionados ao aproveitamento econômico do leite, da carne e do couro do jumento, como relata um artigo científico publicado em 2015 por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e do Instituto Federal do mesmo estado.

Segundo o estudo, “a criação racional de jumentos, com foco na produção e consumo de leite, é uma alternativa promissora, associado às características biológicas do leite dessa espécie”. Ele diz que é fundamental a implementação de programas de incentivo à criação e preservação dos animais. Especialmente no Semiárido do Nordeste, eles são fundamentais ao desenvolvimento econômico - Luiz Gonzaga estava certo.

Ainda de acordo com o estudo, o leite de jumenta tem tido resultados inclusive como alternativa segura a casos de intolerância alimentar múltipla.

As pesquisas na área não apontam diferenças entre espécies – o leite de jumenta nordestina e o pêga têm qualidades semelhantes, bem parecidas com os das jumentas da Europa. O que fará a diferença mesmo é a alimentação dada ao animal.

Na Europa, já se produz o queijo a partir do leite de jumenta, chamado de “queijo pule”. A produção, em pequena escala – e por isso com valor alto, cerca de mil euros o quilo, ou quase R$ 4.500 –, é feita numa fazenda na Zasavica, a 80 quilômetros de Belgrado, na Sérvia.

Bahia exporta 300 toneladas de carne por mês
Na Bahia, por enquanto, o abate do jumento tem tido viabilidade econômica. Há quase um ano, um frigorífico de Amargosa, no Centro-Sul da Bahia, abate jumentos nordestinos para exportar carne e couro para a China, onde se acredita que a gordura encontrada no couro dos animais tenha propriedades afrodisíacas e rejuvenescedoras – nada comprovado cientificamente. Por mês, são exportadas para o país asiático 300 toneladas de carne de jumento.

O abate dos animais para o consumo da carne e couro tem apoio do governo da Bahia, que, assim como outros estados nordestinos, vê o jumento nativo como um problema social. Ao longo dos anos, ele foi perdendo a sua função na zona rural para motos e equipamentos agrícolas.

Antes de Amargosa, em 2016, o abate de jumentos num frigorífico em Miguel Calmon, no Centro-Norte, chamou a atenção dos noticiários, mas o Ministério Público da Bahia interviu e os abates pararam. O frigorífico não tinha licença ambiental para realizar a atividade.

A pesquisadora da Ufba Chiara Albano de Araújo Oliveira não vê o abate dos jumentos como solução para o problema, o que é corroborado pela ABCJPêga.

A associação diz nunca ter estudado o consumo humano da carne de jumentos, porque “o custo de criação é muito alto para destinar ao consumo humano da sua carne, pele e leite”.

“Com relação à carne, existe resistência de nossa população em consumir carne de equídeos. Outrossim, o preço oferecido pela carne de jumento, mesmo para exportação, é muito baixo comparando com os custos da criação de jumentos pêga”, diz a ABCJPêga.

O aproveitamento do leite da jumenta é encarado pela pesquisadora Chiara Albano como uma forma de fazer com que os pequenos criadores voltem a valorizar o animal que tanto os ajudou.

“O projeto é para proteger os jumentos, para dar valor aos animais. Os abates vão fazer com que os jumentos, que estão em extinção em todo o mundo, desapareçam cada vez mais”, avalia a pesquisadora. 

FONTE: opovo

5/22/2018

CRIAÇÃO: TV Globo expõe ao vivo e a cores a crueldade com o que chamam de "animais de consumo"

Eu sempre vejo o Globo Rural da TV Globo, aos domingos. Por dever de ofício buscando sempre argumentação para um dos nossos objetivos que é tirar os animais da mesa e da exploração. Pois bem, neste domingo eles se superaram. Primeiro fizeram uma matéria sobre Temporada de confinamento de gado começa em Mato Grosso e em Goiás onde mostra que os animais ficam expostos dia e noite a intempéries embora na criação de pasto façam o mesmo. Mas, sempre tem abrigo de sol e chuva em árvores e piquetes.



Agora vejam como é em confinamento. Algumas fazendas colocam piquetes, mas, a maioria não. Tem milhares de fotos na internet, mas, selecionei estas para verem a quantidade de bois colocada nos currais, uma aérea e uma demonstração que estes animais, ao serem conduzidos para destino do horror nos malditos navios currais, já viveram a atolação nas suas fezes. Quando chove, veja como ficam:




em plena lama

Agora, sobre o vídeo de criação de porcos, é algo imperdível. As provas de maus-tratos estão ali explicitas e por mais que tentassem falar como se a matéria fosse alguma coisa positiva, as provas de abuso e crueldade estão à nossa disposição para mostrar na justiça. Percebi que a jornalista foi sensível abordando o tempo de vida aos animas. Estou impossibilitada por doença a entrar na briga, mas, precisamos que alguma ONG se habilite. 
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Fonte: Globo Rural

5/15/2018

EXPLORAÇÃO ANIMAL: Aumenta criação de ovelhas no Paraná... boicote já!!!!

Estou publicando a informação para todos saberem do aumento no investimento em criação de ovelhas que serão, muitas delas, exportadas em navios de terror como na foto. Campanha a ser feita: "Paraná, Estado explorador de ovelhas" . Nada contra nossos amigos queridos daquele Estado, mas tudo contra os criadores de animais para abate.... lembrando que lá, também, tem alguns abatedouros do método halal..... ah, e outra coisa: me parece que é o estado que tem mais muçulmanos.... lembrando que são praticantes do "Dia do Sacrifício".... A investigar, amigos!!!!!

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Criação de ovelhas e carneiros cresce 20% ao ano no Paraná
Com o mercado em alta, o fortalecimento do negócio tem sido a reprodução através de inseminação artificial.
O setor de ovinocultura tem ganhado mercado no Paraná. O melhoramento genético dos cerca de 800 mil animais criados no estado tem garantido mais qualidade à carne e conquistado o consumidor.

Por ano, a criação das ovelhas e carneiros tem crescido 20% em todo o Paraná. Com o mercado em alta, o fortalecimento do negócio tem sido a reprodução através de inseminação artificial.


Fonte: G1 Paraná

3/12/2018

Por que executivos do Vale do Silício estão criando pintinhos

Olha, este pessoal tem razões que desconhecemos. Suas mentes devem ser respeitadas. Só espero que eles só "apreciem" as aves, entenderam?
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Executivos de empresas de tecnologia chegam a gastar 20 mil dólares em galinheiros high-tech para garantir o conforto de suas aves.

Em busca de uma reconexão com a natureza, empresários do Vale do Silício estão investindo na criação de frangos, galinhas e pintinhos, segundo artigo publicado no The Washington Post na última sexta-feira (02/03).

É o caso de Johan Land, gerente de produtos da Waymo, empresa do Google que trabalha para lançar serviços de táxi sem motorista em larga escala. O executivo cria 13 frangos e 3 ovelhas em seu jardim. “É fascinante sentar e observar os animais porque, ao invés de olhar para uma tela, você está olhando para o ciclo da vida”, diz Land. “É muito diferente do trabalho abstrato que eu faço”.

Segundo a reportagem, a criação de aves se tornou uma tendência na região da baía de São Francisco. Executivos acreditam que o hábito de criar animais é também uma maneira de mostrar que se importam com o meio ambiente.

No Vale do Silício, os criadores de aves chegam a gastar milhares de dólares com o novo hábito. Para comprar um animal de raça, por exemplo, com linhas genéticas que podem ser rastreadas por gerações, os excutivos podem desembolsar cerca de 350 dólares. Já na compra de galinheiros high-tech, equipados com energia elétrica, portas automáticas e câmeras, os empresários podem chegar a pagar até 20 mil dólares.

Os executivos usam até mesmo sistemas que possibilitam controlar os galinheiros por smartphone, definindo a temperatura, ventilação e iluminação da gaiola. O sistema inclui um detector de predadores que envia uma mensagem aos donos quando o "perigo" se aproxima. Ainda de acordo com a reportagem, não é incomum ver as aves andando pela casa de seus donos e até mesmo sobre suas camas, muitas vezes usando fraldas. Uma típica criação tem quatro ou cinco aves, mas algumas pessoas acabam criando 15 ou 20 animais.

De acordo com Leslie Citroen, que vende frangos, constrói gaiolas e dá consultorias sobre os animais na região do Vale do Silício, ao menos um de seus clientes tem um chef que cozinha para suas aves. Segundo ele, a saúde dos animais é uma prioridade, pois seu cliente pode consumi-los futuramente.

Os clientes de Citroen são geralmente homens, entre 30 e 40 anos, com famílias jovens. “Somos obcecados pelas aves e isso é constrangedor”, diz a investigadora Amina Azhar-Graham. Ela justifica sua criação de 10 aves com o desejo de ter mais filhos com seu marido, um engenheiro de softwares. “Nós gastamos um valor insano. Achavámos que iriamos dar aos animais sobras de comida, mas nossas aves acabam comendo salmão grelhado, bife, alface e melancia orgânica”.

FONTE: epocanegocios

2/21/2018

Fazendeiros chineses começam a usar inteligência artificial para criar porcos

Minha nossa!!!!! vidas regidas pela tecnologia.... é muito bom este tipo de leitura para nossas teses de  evitar o consumo de carne de animais .... A China é o maior consumidor de carne de porco no mundo.... 
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A gigante chinesa de tecnologia Alibaba anunciou ontem uma parceria com as empresas Dekon Group (que cria porcos) e Tequ Group (que produz lavagem) para trazer a inteligência artificial para a pecuária suína. Segundo a agência chinesa Xinhua, o objetivo da parceria é "fortalecer" uma indústria que "há muito tempo vem sofrendo com baixa eficiência e altos custos de trabalho".

Basicamente, as empresas pretendem implementar recursos de visão de máquina e internet das coisas para ter um controle melhor sobre cada um dos animais de suas fazendas. O sistema deve ser capaz de criar um "perfil" de cada porco, informando seu peso, idade, quantidade de ração que vem comendo e quanto vem se movimentando.

Para isso, as fazendas usarão números tatuados nas costas dos porcos. Câmeras especializadas podem então ler esses números, identificar cada porco e rastrear seus movimentos. Sensores de temperatura nas criações também ajudarão a monitorar a temperatura corporal de cada animal, detectando doenças e ajudando os criadores a saber quando aplicar vacinas.

O sistema também rastreará porcas e seus filhotes depois que eles nascerem. Em alguns casos, a mãe acaba "esmagando" alguns dos leitões - o sistema conseguirá detectar os gritos dos leitões e orientar os criadores a ajudá-lo. Esse sistema, por si só, deve reduzir em 3% a mortalidade de leitões segundo a BBC. Quando uma porca parar de ter filhotes, o sistema conseguirá identificar isso e sugerir aos fazendeiros que ela seja abatida.

Mercado enorme
De acordo com o The Verge, essas tecnologias devem substituir as "tags" de RFID que alguns fazendeiros chineses já usam. As tags são confiáveis, mas são mais complicadas de se usar do que um sistema totalmente automático - especialmente em criações grandes, porque elas exigem que cada porco seja "escaneado" de maneira individual.

"Se você tem dez milhões de porcos para criar, você mal consegue contar quantos leitões nascem por dia", disse o diretor de informações do Tequ Groupa à Xinhua. Para o Zhang Sheng, o diretor do projeto na equipe de Cloud da Alibaba, um dos objetivos é "reduzir os custos de criação e fazer uma reforma da agricultura". Mas, "por outro lado, nós queremos transformar tecnologia de inteligência artificial em carne de porco segura e saborosa", disse Sheng.

Não se trata de uma mera curiosidade, mas de uma aplicação importante de tecnologia para um dos maiores mercados do mundo. Mais ou menos metade de todos os porcos do mundo (cerca de 700 milhões de animais) vivem e morrem na China, para abastecer um mercado que consome mais de 40 milhões de toneladas de carne suína por ano. Considerando esse negócio monstruoso, investimentos em tecnologia podem trazer impactos fortes. 

FONTE: ariquemesonline

1/19/2018

Morador cria cabras soltas em bairro e irrita vizinhos em Pouso Alegre - MG

Mas, o dono das cabras é de uma folga sem tamanho!!!!! Na verdade o povo de lá é bom porque do contrário, já teriam dado sumiço nas pobrezinhas..... principalmente no bode que corre atrás das pessoas... olha ele aí ao lado.....
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Um grupo de cabras que vive solto nas ruas tem incomodado os moradores do bairro Vergani, em Pouso Alegre (MG). Todos os dias, elas são vistas caminhando pelas calçadas e revirando lixeiras. A situação incomoda e atrapalha a rotina do bairro.

Os moradores relatam que as cabras já foram vistas até em cima do telhado de uma casa e pulando em carros. Pelas ruas, lixo e urina ficam espalhados com a presença dos animais. Os vizinhos também reclamam do perigo nas ruas. “Tem um bode que corre atrás, minha filha foi tirar fotos esses dias de um e ele foi pra cima dela”, contou a aposentada Maria Tereza Costa. A aposentada também conta que o grupo come mangas de uma árvore, além de flores e lixo.

Segundo alguns moradores, há tempos eles tentam uma solução. “A gente quer que o dono assuma sua responsabilidade, que pegue as suas criações e deixe no quintal dele. E se ele precisar de um espaço maior, que ele busque outra alternativa que não cause transtorno aos moradores aqui do bairro”, pediu o engenheiro Celso Nascimento.

O engenheiro contou que todos sabem que é o dono das cabras. “Já foi tentado diálogo com ele, a reposta dada foi que ‘os incomodados que se mudem’. Então, infelizmente é essa pessoa que não tem noção dos direitos e deveres de um cidadão”.

Durante a gravação da reportagem pela equipe da EPTV, afiliada à Rede Globo, o dono dos animais apareceu. Ele não quis dar entrevista, mas disse que as cabras são difíceis de capturar e que em dois dias irá recolher os animais.

Segundo a assessoria da prefeitura de Pouso Alegre, uma lei municipal proíbe a permanência de animais nas ruas, bem como a criação de alguns bichos na área urbana. Outra lei prevê multa de R$ 100 por animal solto e o valor pode dobrar em caso de reincidência.

O setor de fiscalização esteve no bairro e notificou o dono para regularizar a situação. Caso ele não cumpra, os animais serão recolhidos.

Fonte: G1 - EPTV

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