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10/05/2018

Filhote de gato é agredido com chutes na porta de creche em Fortaleza

Que ser humano desprezível..... imagine o instinto desta criança nas mãos de país tão nojentos.... Podres!!!!!
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Filhote de gato que estava na porta de uma creche, no bairro Passaré, em Fortaleza, foi chutado pelo pai de uma aluna da instituição de ensino. As imagens de câmera de segurança de um imóvel vizinho foram divulgadas nesta segunda-feira, 1º, nas redes sociais. O animal segue em mau estado de saúde. 

1/21/2018

Procura por creche e serviços de babá para animais aumenta nas férias

Acho legal este setor abrir frentes de trabalho....
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Dona de centro de convivência canina, em Sorocaba, atendeu 80 cachorros na virada do ano. Jovens, de 26 e 28 anos, apostaram em especializações na área para atender ao setor.

Chegam as férias, você vai viajar e deixar a casa sozinha. Quem tem animal de estimação e não pode levá-lo, certamente se preocupa com a situação. Onde e com quem deixar o bichinho? Os parentes, amigos ou vizinhos podem não estar disponíveis ou até mesmo não ter o preparo necessário para lidar com os animaizinhos.

Foi a partir dessa necessidade dos tutores que surgiram hotéis, creches e babás de animais, chamadas de pet sitter. É no período de festas e feriados, entre dezembro e fevereiro, que o setor fica mais aquecido.

Uma das pessoas que atua neste mercado em Sorocaba (SP) é a tecnóloga em eventos Ane Caroline Costa Oliveira, de 28 anos. Ela cuida de gatos e cães de pequeno porte na própria casa dos bichinhos para garantir dinheiro extra no mês.

"Não tinha com quem deixar meus dois gatinhos, com isso dependia de familiares e amigos, que nem sempre tinham experiência com felinos para tomar conta deles na minha ausência. Na época, não encontrei ninguém em Sorocaba que fizesse esse serviço e vi a oportunidade", conta Ane.

No ano passado, resolveu apostar em um curso de "cat sitter" e, hoje, já faz em média 30 visitas por mês no período das férias. A publicitária Amanda Santos, de 26 anos, também investiu em uma especialização na área para oferecer o serviço na capital e em Sorocaba. Só em dezembro, foram 32 animais atendidos, segundo ela.

"Comecei cuidando de gatos de amigas quando viajavam, daí a rede de contatos começou a aumentar e me vi fazendo isso profissionalmente, então decidi apostar em cursos e especializações. Hoje, tenho capacidade de cuidar até de gatinhos em pós-operatório, que demandam cuidados maiores que, às vezes, os donos não têm disponibilidade", explica Amanda.

As profissionais explicam que, antes de fechar o trabalho, há uma conversa com o tutor para descobrir sobre os hábitos dos bichinhos e outros detalhes, tudo para interferir o mínimo possível na rotinha do animal. É feita uma ficha com várias informações sobre os pets e seus donos.

"Ao final de cada visita mando um relatório sobre as atividades realizadas no dia com fotos e vídeos para os tutores matarem um pouquinho da saudade do animalzinho", diz Ane.

As visitas - que podem custar de R$ 40 a R$ 75 - duram cerca de 1h e incluem todos os cuidados, como limpeza da caixinha de areia, comedouros e bebedouros, por exemplo.

"Também brinco com eles, respeitando o perfil de cada animal. Bastante amor e carinho amenizam bastante a ausência dos donos", completa Amanda.

Creche animal


Embora a procura pelos cuidadores seja maior no período de férias, há tutores que precisam de um local para deixar o animalzinho semanalmente. Foi para atender esses peludinhos que Aline Ribeiro, de 25 anos, deixou o emprego de cinco anos para abrir um centro de convivência canina, que oferece os serviços de hospedagem e creche, em Sorocaba.

Ela conta que o espaço recebe diariamente, em média, de 20 a 30 cães. No período de festas, férias e feriados, o número pode chegar a 40. A creche, que funciona das 9h às 18h, tem valores a partir de R$ 150 e varia de acordo com a quantidade de dias na semana. Já o serviço de hospedagem tem o valor de R$ 50 a diária.

"No Ano Novo, chegamos a 80 cães divididos em dois endereços. Eles passam por atividades recreativas, de estímulo social, sensorial e cognitivo, com liberdade de escolha para circular por todas as dependências da chácara", afirma Aline.

Dicas para contratar
São diversas as vantagens de se contratar um pet sitter ou hotel para animais, segundo os contratantes. Quem tem interesse pelo serviço, no entanto, deve ficar atento a alguns fatores para garantir a segurança do animal de estimação e ficar tranquilo:

Pegue referências da pessoa que irá prestar o serviço. Quando for o caso, visite o local onde ele ficará com antecedência. Ouça o que outros tutores têm a dizer sobre a pet sitter ou hotel;

Certifique-se de que o serviço é profissional. Há cursos que capacitam a pessoa que vai prestar o serviço de cuidados de animais e emitem diploma ou carteirinha;

Pergunte ao prestador do serviço quais os cursos ele já fez na área de saúde animal, como primeiros socorros;

Mantenha a carteirinha de vacinação do seu pet em dia, assim como vermífugo e os remédios anti-pulga e carrapato;

Quando o serviço for prestado fora de sua casa, use a plaquinha de identificação no animal.

"Contrato uma cat sitter sempre quando viajo. Optei por esse serviço, pois causa menos estresse à minha gata pelo fato dela permanecer em casa. Faz com que ela se sinta mais confortável e não tenha a sensação de abandono. Antes de escolher, procurei saber se a pessoa era de confiança e se trataria minha gata da forma e cuidado com que trato", diz Mariana Oliveira, tutora da gata Eleonora.

FONTE: G1

12/17/2017

Creche de Florianópolis usa galinhas para adubar a terra da horta e ensinar crianças

Galinha é maravilhosa.... Ela limpa um terreno que é uma maravilha.... Tive muitas e elas mantinham tudo limpinho e adubavam o terreno .... bicho é maravilhoso, né?
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Cuidar da terra, plantar e colher alimentos da horta são atividades que já fazem parte da rotina de muitas creches e escolas de Florianópolis. Mas cuidar de galinhas, tratá-las e recolher os ovos no galinheiro são novidades que a criançada da creche Lausimar Maria Laus, no bairro Rio Vermelho, está adorando.

O galinheiro educativo foi a ideia que o professor de educação física, Nado Gonçalves, teve para adubar a terra usada na horta e dar um destino sustentável para o lixo orgânico produzindo na escola. Segundo Gonçalves, a creche produz 40 quilos de material orgânico por dia. São restos de comida, cascas de frutas e legumes que antes iam para a lata do lixo e hoje são a matéria-prima para deixar a terra cheia de nutrientes.

O professor explica que todo o resíduo orgânico é colocado dentro do galinheiro para que os animais reciclem o material.

— Jogamos palha, serragem e folhas por cima e fica ali por 10 dias. As galinhas comem e colocam o esterco delas, que é incrivelmente nutritivo. O bom é que as galinhas mexem muito no material e, com isso, sempre tem bastante oxigênio no composto.

O material vai para um cantinho da horta, onde descansa por quatro a seis meses até ser usado na plantação. A horta da creche, existente desde 2012, é composta por alface, pimentão, feijão, chuchu, cebolinha, abóbora, morango e ervas para chás.

Já o galinheiro foi montado neste ano. Começou com duas galinhas doadas pelo pai de um aluno. Hoje, a creche já tem cinco galinhas, um galo e dois pintinhos. A intenção da unidade é ampliar o espaço da horta e do galinheiro para produzir mais terra adubada que poderá ser doada para as famílias.

Trabalho pedagógico
Além da questão ambiental e de sustentabilidade, a proposta de ter um galinheiro dentro da creche também é para que as crianças tenham mais contato com a natureza e aprendam de onde vêm os alimentos.

— Queremos que elas tenham essa experiência fora da sala de aula, vivenciem esse pulsar da vida que tem neste entorno, desemparedando as crianças. Elas têm curiosidade, querem estar no quintal. É bom para elas saberem que o brincar não precisa acontecer a partir do que é comprado, a própria natureza propõe brincadeiras de forma natural — comenta a professora Patrícia Machado.

Para as crianças, a hora de cuidar das galinhas é pura diversão, mas elas sabem das responsabilidades e cuidados que devem ter. Quem explica isso é o pequeno Davi Santana, de seis anos.

— É muito legal ter bicho na escola, já vimos elas botarem ovos, mas às vezes a galinha não consegue botar os ovos e a gente ajuda. Damos comida pra ela e apertamos a barriga, aí o ovo sai — conta.

A colega Gabriela Camargo Ferreira Pinto, de seis anos, conta que na casa da avó também tem galinhas e ela adora os bichinhos.

— Eu trago batatas para elas e depois pegamos os ovos que elas botam.

FONTE: dc.clicrbs

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