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6/04/2018

GALGOS: Anima lança último apelo ao Canídromo: “Queremos ajudar TODOS os galgos”

Mais um capítulo da novela dos cães do canídromo de Macau.
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O Canídromo recebeu ontem uma carta da Anima que manifestou a sua vontade em ajudar a encontrar uma casa para todos os galgos que ainda se encontram nas instalações. Segundo explicou Albano Martins, este foi o último apelo porque todas as missivas enviadas no passado foram devolvidas.

A Sociedade Protectora dos Animais – Anima enviou ontem uma carta ao Canídromo a expressar a sua vontade em “ajudar a encontrar uma família para TODOS os galgos”, explicando que precisa de um ano para realocar os animais. Em declarações ao PONTO FINAL, Albano Martins, presidente da Anima, explicou que a missiva serviu simplesmente para mostrar que estão “disponíveis para receber os animais”, mas que vão “precisar de um ano para fazer todo esse trabalho”. “É para eles e o Governo saberem que nós dissemos que estávamos dispostos a ser solução porque não queremos que amanhã [a Angela Leong] venha dizer que não recebeu nada da Anima”. A carta foi remetida após a associação ter sido contactada pelo Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM), para que a Anima e a Companhia de Corridas de Galgos Macau (Yat Yuen) reforcem a sua cooperação para a adopção dos cães.

“O IACM propõe à vossa Associação que reforce a cooperação com a Yat Yuen, para procurar adoptantes adequados no mundo para os referidos galgos reformados. O IACM propõe ainda à vossa Associação que, de forma activa e rápida, coordene com a Yat Yuen e inicie as respectivas adopções”, pode ler-se na carta a que o PONTO FINAL teve acesso. O organismo, por sua vez, garante disponibilizar apoio técnico no âmbito da licença de cão e inspecção na exportação dos animais. A missiva foi enviada menos de uma semana após o organismo, juntamente com a Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ), ter reunido com a Yat Yuen, tendo sido deixado um ultimato à empresa para que entregue, até hoje, um plano concreto sobre o destino a dar aos galgos.

Albano Martins disse não acreditar que o Canídromo entregue, ainda hoje, uma proposta ao Governo e questiona: “Se eles não entregam os galgos, o que é que vão fazer? Não podem matá-los pela nova Lei de Protecção dos Animais, não podem mandar para a China porque nós vamos bloquear”. E como é que a Anima pode impedir que os animais sejam enviados para a China? “Através do Gabinete de Ligação”, respondeu o activista, recordando uma reunião que ocorreu em Janeiro último. Segundo explicou o activista, nesse encontro, o Gabinete de Ligação disse que o Governo Central iria “fazer o seu possível para impedir a entrada desses animais na China, porque eles ficaram preocupados também”. “O Gabinete de Ligação foi muito claro connosco, vai-nos ajudar a dificultar essa entrada”, reitera.

“NEM SABEMOS SE TEREMOS CAPACIDADE PARA CONSEGUIRMOS ARRANJAR FUNDOS PARA O TRANSPORTE DESSES ANIMAIS”

Sobre as declarações de Angela Leong, na passada terça-feira, em que a presidente da Yat Yuen, questionou as intenções das associações locais de protecção dos animais, Albano Martins assegura que a Anima não quer lucrar com os galgos. “Nós nem sabemos se teremos capacidade suficiente para conseguirmos arranjar fundos para o transporte desses animais. Para transportar um animal desses, o transporte custa quase 30 mil patacas, fora as vacinas e as análises ao sangue”, afirmou o também economista. “[A Angela Leong] devia é suportar os custos de transporte desses animais todos porque essa era a obrigação dela para com os animais e para com a comunidade”.

Em relação à sobrevivência económica da associação, o presidente da Anima disse que, este ano, ainda está em causa o financiamento do último trimestre, mas mostrou-se confiante de que vão assegurar os fundos necessários. Segundo explicou Albano Martins, após a saída de Steve Wynn da Wynn Resorts, a Anima entrou em contacto com a empresa para assegurar que as doações anuais não iriam ficar prejudicadas. Na altura, a companhia confirmou que iria avançar com 1,3 milhões de patacas mas, para o economista, está em causa a continuidade deste apoio. Recorde-se que Steve Wynn era um dos principais doadores da Anima, tendo sido nomeado como presidente honorário da sociedade. Entre 2011 e 2017, a Anima recebeu da Wynn 10,5 milhões de patacas.

Albano Martins disse também que contactou ontem o Canídromo por telefone para os informar da carta que seria enviada, tendo-lhe sido dito que os interessados deveriam preencher uma ficha de adopção que constaria na página electrónica da Yat Yuen. Segundo disse o presidente da Anima, não existe no website do Canídromo qualquer ficha de inscrição para a adopção dos galgos, encontrando-se apenas disponível um endereço de e-mail e um número de telefone. O PONTO FINAL consultou também o site do Canídromo e não encontrou qualquer formulário desta natureza.

FONTE: pontofinalmacau

3/15/2018

Centro de corrida de cães é fechado em Macau

Acho que agora o negócio vai funcionar. O problema maior vai ser o que vão fazer com os cães. Provavelmente, os donos vão vender para as corridas clandestinas na China..... Esta gente não vale o que o gato enterra!!!!!
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Governo exigiu encerramento das atividades do local, que teve seus dias de glória na década de 1960 e já vinha sofrendo pressões de ativistas dos direitos dos animais
MACAU - Seis condutores de cães, cada um acompanhando um galgo,cerramento  entraram, sem muito barulho, na areia molhada da única pista de corridas legais de cães.

Nos estandes, uns 20 homens observavam os cães conduzidos para as respectivas posições de largada; depois, os animais foram soltos e se lançaram ao encalço da "isca" na forma de um coelho. Difícil dizer se algum daqueles homens tinha chance de ganhar. A pista de corrida neste centro chinês de apostas não vê mais a excitação de seus dias de glória do século passado.

Em 1963, “toda Macau parecia enlouquecida com este tipo de corrida”, segundo os anais da pista, que falam em filas de apostadores. “Todos os finais de semana, as balsas de Hong Kong a Macau chegavam lotadas de fãs das corridas de cachorros, ansiosos para assistirem ao grande evento”.

Mas logo tudo acabará, tanto para os cães quanto para os apostadores, porque em julho a pista será fechada. No ano passado, o governo comunicou à operadora, a Canidrome Company de Macau (Yat Yuen), que deveria transferir as corridas para permitir o início das obras de reurbanização. O fim das corridas, que os defensores dos direitos dos animais consideram há muito imprescindível, reflete em parte a transformação de Macau, uma espécie de província atrasada da época colonial, em um destino turístico procurado pela classe média chinesa em grande crescimento.

Cerca de 20 anos depois de Portugal ceder o controle do território à China, este pequeno enclave na costa meridional chinesa, com 600 mil habitantes, é a capital mundial dos cassinos. Os ônibus transportam multidões de turistas chineses para os gigantescos cassinos, onde muitos jogam em máquinas com telas sensíveis ao toque, compram nas lojas abertas em uma réplica de Veneza, e tiram selfies em frente a uma reprodução da Torre Eiffel. Mas no canídromo, o faturamento estagnou.

O professor Desmond Lam, da Universidade de Macau, disse que a crescente consciência dos direitos dos animais contribui para explicar o declínio das receitas. Uma investigação realizada em 2011 pelo “The South China Morning Post” de Hong Kong concluiu que cerca de 30 cães de corrida eram mortos mensalmente no canil dos donos da pista de corridas. Calcula-se que 650 cães, 45 deles ainda filhotes, vivam nos canis do canídromo.

A companhia dos jogos de Macau, dirigida por uma influente parlamentar local, Ângela Leong, cujo marido supervisiona há muito tempo um império de cassinos no território, disse em um documento no ano passado que a pista “faz parte da história coletiva de Macau” e trouxe empregos para o território. Disse também que planeja criar uma pista “virtual”, em que as apostas podem ser feitas para corridas de cães que se realizam em outros lugares.

Leong prometeu adotar todos os cachorros ou doá-los a amigos, mas os defensores dos direitos dos animais temem que os galgos, a maioria dos quais foi importada da Austrália, sejam vendidos a donos de pistas ilegais na China, Vietnã e outros países, onde são leiloados a criadores ou mesmo vendidos pela carne.

Alguns cães que se aposentaram das corridas tornaram-se animais de estimação, como o galgo chamado Dynamite Spice. Seu nome agora é Garlic, disse sua nova dona, Edith Lam, 38, que trabalha como assistente em um escritório de advocacia. Ela disse que ninguém que ela conhece aprova as corridas de cães. “Os jovens não gostam deste tipo de crueldade”, afirmou.

FONTE: Estadão
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Leia mais: Canídromo

3/06/2018

Campanha da PETA pelo fim das corridas de cães no Alasca. PARTICIPE.

Já publicamos muitas matérias no Grito do Bicho 1 e aqui no 2 sobre esta corrida de cães no Alasca que todos poderão conferir CLICANDO AQUI. A PETA está fazendo campanha para acabar com os últimos patrocinadores desta covardia contra os cães que são obrigados a correr 160 quilômetros por dia.... Gente, presta atenção: os cães correm 160 quilômetros por dia!!!!!! É muita crueldade e abuso!!!!! Participe da campanha.... faça o mínimo, por favor....não se negue a ajudar estes cães....
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"Por que essas empresas patrocinam uma corrida de morte?"
No ano passado, os organizadores do Iditarod anunciaram inúmeros cortes no orçamento - incluindo a redução da bolsa de corrida deste ano em US $ 250.000 - depois que várias empresas retiraram seu patrocínio depois de ficar sabendo sobre a crueldade que ocorre quando os cães são forçados a competir nela. No entanto, um punhado de empresas ainda patrocinam essa corrida de morte cada vez mais controversa.

O ano passado trouxe acusações explosivas contra o Iditarod, incluindo a revelação de um veterano de Musher de que alguns treinadores - incluindo aqueles quatro vezes "campeão de Iditarod", dos canis de Dallas Seavey, mataram "centenas ou mais cachorros" porque Eles foram considerados muito lentos ou não impróprios para competir. Ele escreveu: "Infelizmente, isso aconteceu na dinastia familiar "por décadas".

Depois que cinco cães morreram em menos de uma semana como resultado da corrida de 2017, um denunciante apresentou fotos e filmagens perturbadoras que aparentemente revelam cachorros moribundos e cães machucados e doentes em um canil de propriedade da Seavey, que também estava envolvido em um escândalo de doping de cães no ano passado. De acordo com o denunciante, os operadores no canil do Willow, no Alasca, não permitiram que os cães com ferimentos e doenças graves recebessem tratamento veterinário.

O percurso de aproximadamente 1.000 milhas de Iditarod exige que os cães corram cerca de 100 milhas por dia por cerca de 10 dias, com muito pouco descanso. Eles são submetidos a ventos cortantes, tempestades de neve cegadoras e temperaturas inferiores a zero. Muitos músculos de tração acabam em fraturas de estresse ou afligidos com diarréia, desidratação, vírus intestinais, pneumonia ou úlceras estomacais sangrando. A metade dos cães que começam a corrida não terminam.

Use o formulário abaixo para exortar o  Baird Private Wealth Management , os Sinais da Broadway , o Medical Park Occupational Health , o Outfitter Satellite Phones e o Spenard Builders Supply para acabar com o patrocínio desta corrida abusiva e mortal.

1/23/2018

Depende de nós acabar com as corridas de cães no Alasca. Não se omita!

Já falamos muito AQUI NO BLOG sobre esta maldita corrida de cães realizada no Alasca chamada de Iditarod. No ano passado foram denunciados doping nos cães, fato que trouxe à mídia as verdadeiras condições que estes animais vivem e morrem. A PETA este ano está fazendo uma campanha mundial para tentar por um fim em tamanha exploração animal. TODOS NÓS PODEMOS AJUDAR ASSINANDO A PETIÇÃO. Não ignorem o apelo. FAÇAMOS CADA UM ESTA PEQUENA PARTE....
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Um denunciante apresentou fotografias e imagens de vídeo perturbadoras que, aparentemente, revelam cachorros moribundos e cães machucados e doentes em um canil, supostamente de propriedade de Dallas Seavey, o quatro vezes campeão de Iditarod que foi recentemente envolvido em um escândalo de doping de cachorro.

De acordo com o denunciante, os operadores no canil do Willow, no Alasca, permitiram que os cães gravemente feridos e enfermos sofressem - às vezes fatalmente - sem cuidados veterinários. O denunciante relatou encontrar uma ninhada de sete filhotes recém nascidos que morreram no último mês sem qualquer intervenção veterinária. Muitos outros cães supostamente sofreram de  diarréia sangrenta e vômitos, punções e feridas mordidas e orelhas rasgadas . O denunciante informou que os manipuladores supostamente pegaram cães pela garganta e jogaram-os para "puni-los" por lutar ou não obedecer comandos.

Isso segue a revelação de um veterano de Musher de que ela acreditava que alguns instrutores - incluindo aqueles nos canis de Seavey - mataram "centenas  ou mais cachorros" porque eram considerados lentos ou impróprios para corridas. Ela escreveu: "Infelizmente, isso aconteceu na dinastia familiar por décadas ".

A PETA instou as autoridades do Alasca a investigar todas as alegações.

Foi relatado que na primeira  corrida de Iditarod, pelo menos 15 cães morreram - e a contagem do corpo continuou a se acumular desde então. Aqui estão apenas oito razões pelas quais o Iditarod é um pesadelo mortal para cães forçados a correr.

1. As mortes de cães no Iditarod são tão rotineiras que as regras oficiais  declaram alegremente que alguns "podem ser considerados impensáveis".
O Iditarod matou mais de 150 cães desde que começou em 1973. Cinco morreram em 2017 sozinhos.  Nos últimos  cinco anos , os cães que competem no evento morreram por inúmeras causas, incluindo ser atingido por um carro, sendo atingido por uma moto de neve, sendo enterrado na neve, ataques cardíacos, líquidos excessivos nos pulmões e pneumonia por aspiração aguda - causada por asfixia no vômito.

2. Se os cães não morrem na trilha, eles ainda ficaram com cicatrizes permanentes.
O  American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine  informou  que cerca de 80 por cento dos cães que terminam o Iditarod suportam danos pulmonares permanentes. Um estudo  separado  no  Journal of Veterinary Internal Medicine  mostrou um aumento de 61 por cento na incidência de erosões no estômago ou úlceras em cães - como resultado direto de corridas de resistência.

3. Não há plano de aposentadoria.
Foto de um cão acorrentado em uma instalação administrada por Joe Redington Jr., filho do fundador de Iditarod, Joe Redington.
Criadores de cães de trenó admitiram livremente que os cães "excedentes" são mortos. Os animais podem ser mortos se eles não são rápidos ou aptos para a competição ou se eles não atendem a certos padrões estéticos, por exemplo, se eles tiverem almofadas de pata brancas. Os cães que terminam a corrida, mas não são mais úteis para a indústria, podem ser abatidos, afogados ou abandonados para morrer de fome.

4. Os cães puxam trenós dos mushers até 100 milhas por dia.
Durante a corrida, espera-se que atinjam mais de 1.000 milhas em menos de duas semanas, e as regras de corrida exigem apenas 40 horas de descanso durante todo o período da corrida. Eles são proibidos de se refugiar durante qualquer parte da corrida, exceto para exames veterinários ou tratamento.


5. Até a metade dos cães que iniciam o Iditarod não terminam.
Os cães feridos, doentes e exaustos são muitas vezes "caídos" nos pontos de controle, mas as regras do evento exigem que apenas os cães que iniciaram a corrida tenham permissão para terminar, o que significa que os animais restantes devem trabalhar em circunstâncias ainda mais difíceis, puxando ainda mais peso.

6. Nenhum cão escolheria correr neste pesadelo ártico.
As lesões ortopédicas são a principal razão pela qual os cães são "descartados" do Iditarod - o que deixa claro que nenhum cão, independentemente da raça, é capaz de lidar com a corrida esgotada no gelo, através de vento, tempestades de neve e temperaturas subzero. Mesmo vestindo botas, muitos sofrem com feridas, cortes ou pés inchados. Eles também sofrem de úlceras no estômago sangrento, puxam ou danificam músculos e sustentam outras lesões.

7. Milhares de cães são criados a cada ano para corridas de trenó.
Cães que residem em um canil executado pelo campeão de Iditarod, 2015, Mitch Seavey. Esses cães estão acorrentados com apenas um barril de plástico para abrigo. Enquanto apenas algumas duzentas cachorros criados para a corrida serão finalmente considerados aptos para competir, muitos mais serão mantidos  atados  e encadernados durante a maior parte de suas vidas, alguns com nada mais do que  caixas de plástico em ruínas  como seu abrigo.

8. Cães em compostos de reprodução de trenó morreram de numerosas doenças.
Alguns morreram de morte, enquanto outros morreram de complicações por comer rochas - presumivelmente resultado da intensa frustração de gastar anos em uma corrente. Os cães merecem muito melhor do que uma vida de isolamento, crueldade, sofrimento e morte na trilha Iditarod. Instar Jack Daniel a parar de patrocinar o Iditarod. Depois de tomar medidas, aparecerá outro alerta para uma empresa diferente, afiliada à corrida mortal. Cada vez que você clica em "Agir", outra empresa que patrocina crueldade para cães receberá uma carta de você pedindo que ela pare.


1/07/2018

ANIMA desconfia da “caridade” de Angela Leong para salvar os galgos

Ma oi!!!!!! quem vai acreditar que a "raposa" vai cuidar dos ovos da galinha? Como uma mulher que dirigiu por anos o tal canídromo vai adotar os galgos e lhes dar uma vida decente? Espero que os companheiros da ANIMA tenham força para detonar esta criatura ....
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Angela Leong rejeitou entregar os galgos ao cuidado da ANIMA, garantindo que poderá ela própria cuidar dos animais após o encerramento do Canídromo, caso os donos não os queiram, mas as intenções manifestadas pela directora executiva da Sociedade de Jogos de Macau não convencem a ANIMA. Em declarações ao PONTO FINAL, Albano Martins receia que os animais sejam deslocados para pistas de corridas noutras regiões, instando o Governo a colocar ‘microships’ nos galgos para se poder monitorizar o seu destino.

O encerramento do Canídromo já tem data marcada para 21 de Julho mas o destino dos cerca de 650 galgos continua por definir. Na terça-feira, Angela Leong rejeitou que os cães fossem entregues ao cuidado de grupos de protecção dos direitos dos animais, em alusão à Sociedade Protectora dos Animais de Macau (ANIMA), afirmando que ela própria poderá adoptá-los caso os donos não os queiram.

Albano Martins, porém, não está convencido das intenções da directora executiva da Sociedade de Jogos de Macau (SJM): “Fico feliz mas também de pé atrás, porque, em primeiro lugar, a história demonstra que não há coração nenhum para estes animais, e em segundo lugar porque esses animais poderão servir para mais umas corridas fora de Macau. Não quero garantir mas tenho muitos receios que sejam deslocados para a China, Vietname, Paquistão ou Indonésia para alimentar pistas de corridas”, referiu o presidente da ANIMA em declarações ao PONTO FINAL.

Albano Martins considera que em Macau “é praticamente impossível” os galgos terem adopção, acrescentando ainda que as pessoas irão ficar “de pé atrás” se os animais saírem do território por desconhecimento sobre o seu destino. “Estamos a acompanhar o desenvolvimento e vamos manter os olhos bem abertos para sabermos para onde vão de facto os animais. Se ela [Angela Leong] deu agora em caridosa eu fico satisfeito, mas não tem a noção do que custam 650 animais durante um ano. São sete milhões de patacas, em números redondos”, acrescentou o presidente da ANIMA.

Como forma de ajudar a controlar a situação, Albano Martins sublinhou a importância de as autoridades do território intervirem, monitorizando a localização dos cães: “O Governo tem o dever de exigir que esses galgos tenham todos ‘microship’. Se um animal é enviado para o exterior tem que ter todas as regras básica cumpridas, ou seja, tem que ter ‘microship’ e carteira de saúde, portanto o Governo tem que exigir isso. Há uma lei que protege os animais, eles estão em Macau e não podem sair para qualquer outro sítio sem nós sabermos para onde é que eles vão e se vão estar devidamente protegidos”.

A ANIMA tinha “vários planos” para encontrar soluções para os galgos, lamentando o “ódio de estimação” da directora executiva da SJM perante a sociedade protectora dos animais. “Destruímos o negócio dela, e pelos vistos não era um negócio que dava apenas o dinheiro que eles diziam que gerava, para estarem tão furiosos. Nós oferecemo-nos para gratuitamente tomarmos conta dos animais todos sem quaisquer encargos para eles e ela não quis, é sinal que esses animais vão valer muito mais dinheiro”, apontou Albano Martins.

Segundo contou ao PONTO FINAL, uma das soluções passava por encontrar um terreno no Alentejo, em Portugal, onde seria construído um abrigo. No entanto, devido à constante indefinição relativamente ao destino dos galgos após o encerramento do Canídromo o processo tem-se tornado cada vez mais complicado. “Contactei o Ministro da Agricultura em Portugal para saber se havia alguma objecção e ele disse-me que não. O plano C está em marcha mas só se concretiza se eu receber os animais todos e se tiver tempo para arranjar fundos. Se levarem o tempo que estão a levar vai escassear a oportunidade para se fazer uma campanha para arranjar fundos junto de grandes doadores porque temos que construir um centro que vai custar dinheiro”, sustentou Albano Martins.

O terreno em causa teria uma área de 50 hectares avaliados no total em cerca de 2,5 milhões de patacas, sendo que a campanha de recolha de apoios destinar-se-ia à construção do abrigo, o que implicaria uma despesa adicional avultada.

FONTE: pontofinalmacau

1/04/2018

Canídromo encerra a 21 de Julho

Parece que desta vez vai.... o pior é o que fazer com os galgos....
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O Canídromo vai encerrar a 21 de Julho, anunciou Angela Leong, directora-executiva da Companhia de Corridas de Galgos, em declarações à emissora em língua chinesa da Rádio Macau. Porém, a mesma responsável indicou que ainda não foi tomada uma decisão em relação aos 600 animais que ainda permanecem naquele espaço.

A também deputada disse ter conhecimento da campanha de adopção dos animais que está em curso sem, contudo, referir o nome da Anima. Porém, Leong afirmou saber que uma associação obteve um financiamento de cinco milhões de euros para promover a dita campanha.


Contactado pela Rádio Macau, Albano Martins, presidente da Anima, disse não ter conhecimento de qualquer financiamento para a campanha de adopção. Mais adiantou o dirigente associativo que ficaria “contente” se fosse a própria Angela Leong a financiar a companha de adopção dos 600 animais.

Fonte: Ponto Final

12/07/2017

Chinês mata seu galgo porque não venceu na corrida de cães

Pois é, semana passada falamos dos galgos do Reino Unido que são vendidos para China depois que são explorados até não servir mais. Lá são mortos e servidos em restaurantes. Agora, na China, os pobres cães quando não vencem as corridas, são mortos e comidos..... Ou seja, o Reino Unido e a China estão alinhados em se tratando de crueldade contra os galgos..... podridão humana!!!!!

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A filmagem feita em um celular mostra o homem furioso gritando enquanto ele pegava um galgo pelas patas traseiras e o batia no chão. Ele grita que vai cozinhar o cachorro e comer sua carne depois que o morreu.

O horrível incidente ocorreu no município de Xiong, na província de Hebei, em 3 de dezembro, de acordo com o Pear Video. Ele repetidamente atingiu o canino no chão até morrer. "Você me fez perder meu dinheiro!" disse o homem.

Uma pessoa sem nome falou no vídeo dizendo que o homem gastou muito dinheiro para comprar o galgo e colocá-lo em uma competição de corrida de cães. Dizem que ele também apostou fortemente em seu cachorro e perdeu tudo porque seu cão não ganhou na competição.

"Ouça, donos de cães. Se o seu cão não estiver em boa forma, coma ", disse o dono do cão.

  
O clip tem mais de 2.560.000 visualizações desde que foi carregado na Weibo, uma plataforma chinesa de mídia social semelhante ao Twitter, há apenas algumas horas. Usuários da Web comentaram sobre o vil ato do homem por matar cachorro.

"Um homem tão inútil, sua mãe deveria golpeá-lo no chão do mesmo modo que ele fez com o cachorro!" disse 'Michiko'.

"O cão é inocente nisso, ele é absolutamente louco e sem coração para os animais", escreveu Tiannin_175.


Fonte: Daily Mail
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

12/05/2017

Depois de explorados em corridas, galgos britânicos são vendidos para serem comidos

Gente do Céu!!!!! estou em choque!!!! como o Reino Unido está deixando praticar tamanha crueldade? Na verdade achava que lá nem tinha corrida de cães quanto mais que são vendidos para serem comidos na China.... Estou em choque, gente!!!!! Veja ao final algumas matérias que pesquisei sobre o assunto de corridas em Portugal e Irlanda.... que horror!!!!!!
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Os cães de corrida britânica aposentados estão sendo vendidos para a China pelos seus donos onde são cozidos vivos e vendidos em restaurantes. O tratamento chocante foi revelado por um ativista que está tentando salvar mais cães desse destino cruel quando eles são tirados da pista.

Os galgos oferecem aos proprietários lucros variáveis ​​durante suas carreiras de corrida, dependendo do sucesso que são. Mas uma vez que essa fonte de renda seca, eles são enviados para a China por um montante fixo final, ao invés de ter permissão para desfrutar de uma aposentadoria digna.


Uma vez lá, eles são mantidos em condições miseráveis ​​- morrendo de fome, despojado de sua pele e espancado antes de ser cozido em caldeirões de água quente. Kerry Elliman vem aumentando a conscientização sobre a situação de galgos tanto no Extremo Oriente, como em outros países asiáticos, como o Paquistão.


Uma postagem no site Birmingham Greyhound Protection mostrou sua foto com um galgo que ela salvou. Era a cadela Frankie e seus oito cachorros. Ela postou: "Ela foi resgatada pelo Candy Cane Rescue, já que ela estava à venda por uma quantia mínima de dinheiro, junto com seus 8 filhotes de cachorro. "Quando ela foi recolhida, quatro de seus cachorros estavam mortos ao lado dela e mais morreram nos veterinários".

Este galgo estava sendo anunciado on-line para venda à China, 
com suas honras de corrida apresentadas por baixo

Sites chineses também mostram galgos sendo anunciados

Ela salvou 758 galgos em cinco anos através de seus dois centros, o Birmingham Greyhound Protection e Candy Cane Rescue, em Pequim. Ela descreveu os horríveis estados em que encontrou galgos, com muitas infecções carregadas quando foram trazidas. Ela acrescentou: Eles [os proprietários] não estão felizes em ganhar dinheiro com um negócio digno, eles exportam galgos de corrida por muito dinheiro para completar seus ganhos. Sabemos que eles também exportam para o Paquistão.

"Espero que esses vilões gananciosos estejam felizes com o que fizeram e com os problemas e o sofrimento que criaram para esses cães nobres. Já é tempo do setor de corridas de cães ser derrubado. Está cheio de abuso e ganância.  Mas a Sra. Elliman está agora em uma campanha para tornar as vendas de cães na China ilegal sob a lei do Reino Unido.

Ela disse ao Sunday Mirror: "Eu entendo que há valores diferentes e uma cultura diferente na China. Isso me incomoda que os animais sejam tratados com tão pouco respeito.

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