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3/07/2019

LEITURA OBRIGATÓRIA: Consumo da carne terá que ser reduzido em 90% para evitar “colapso climático”

Espero que isto entre na cabeça dos humanos....
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Cada cidadão deverá reduzir 75% do seu consumo de carne de vaca, 90% de carne de porco, comer metade da quantidade de ovos e triplicar o consumo de frutos secos e sementes.

O consumo de carne de vaca teria de descer em 90% nos países ocidentais, de

1/29/2019

Canadá recomenda à população mais proteínas vegetais e menos animais

Pois é, o mundo reconhecendo que a criação de animais para consumo é um desastre e aqui, o governo pensando em detonar mais floresta para criar mais gado..... Deus meu!!!! help me!!!!!
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O Canadá atualizou o guia alimentar do país, pela primeira vez em 12 anos, e recomendou à população que aumente o consumo de vegetais e

1/07/2019

Consumo de carne de cachorro entra em declínio na Coreia do Sul

Chegaremos lá, gente amiga!!!!! com pressão junto às autoridades, divulgação, conscientização e educação (educar é fazer pensar).
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Em novembro, as autoridades de Seongnam, uma cidade próxima a Seul, fecharam Taepyeong, o maior matadouro de cães do país

O destino de Tori, um vira-lata preto de 5 anos, mudou radicalmente ao ser adotado

10/05/2018

Consumo de carne é um dos problemas mais urgentes do planeta, alertam empreendedores

Cadê que a imprensa, sustentada pela industria da carne, vai fazer uma campanha maciça sobre esta tragédia? Cadêêêê? E olha que isto é uma publicação das Nações Unidas, né?
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Emissões de gases do efeito estufa geradas pela pecuária rivalizam com a pegada de carbono dos setores de transporte rodoviário, aéreo e espacial juntos. O alerta é da dupla de

7/12/2018

Parece impossível e é. Hamburguer sem carne desencadeia ira e indignação na Nova Zelândia

Vejam vocês que o único problema é o dinheiro que a carne de animais promove.... Gente podre mesmo!!!!!
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O Impossible Burguer é um produto norte-americano, feito à base de plantas e ingredientes geneticamente modificados, mas que é apresentado como sendo tão saboroso como a verdadeira carne. Não é consensual no seu país de origem, mas na Nova Zelândia, onde a Air New Zealand o passou a oferecer a bordo, provocou a ira nacional. É “uma ameaça aos

3/04/2018

Produtores americanos questionam uso da palavra “carne” para produto fabricado em laboratório

Gente, quando eu li esta matéria achei que estava bêbada já que nunca vi uma comprovação tão grande da preocupação dos pecuaristas com a diminuição do consumo da carne!!!!! kkkk.... isto é muito bom!!!!!
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Recentemente, a Associação de Criadores de Gado dos EUA tomou uma medida aparentemente defensiva mediante a apresentação de uma petição com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para evitar que produtos sejam rotulados com a palavra “carne” (beef ou meat, em inglês) a menos que proviessem de um animal abatido.

Eles argumentam que os consumidores estão sendo confundidos e enganados quando compram hambúrgueres e outros produtos à base de carne que contêm proteínas alternativas. No entanto, parece que a motivação real é impulsionada pelo medo. A indústria de carne bovina está enfrentando uma concorrência real pela primeira vez e simplesmente não estão gostando disso.

Há boas razões para se preocuparem. De acordo com dados da HealthFocus, 17% dos consumidores dos Estados Unidos comem uma dieta predominantemente baseada em plantas e 60% afirmam estar reduzindo seus produtos à base de carne. Dentre os consumidores que estão reduzindo a ingestão de proteínas animais, 55% dizem que a mudança é permanente.

Um analista do Rabobank, um dos maiores bancos de commodities agrícolas do mundo, publicou um relatório que dizia que abocanhar apenas 5% da participação de mercado da carne convencional tornaria a “carne limpa” um produto viável.

Para piorar as coisas para os pecuaristas, alguns dos maiores players de produtos animais estão investindo no “inimigo”, por assim dizer. No ano passado, Tyson Foods (o maior processador de carne dos EUA) e e Cargill (maior empresa de agricultura privada da América) investiram em empresas de carnes vegetais e limpas; por isso, é fácil ver por que a indústria de carne está se sentindo um pouco insegura no momento.

A Associação de Criadores de Gado dos EUA não é a única preocupada em proteger seus negócios. No início deste mês, outro grupo industrial poderoso, a National Cattlemen’s Beef Association (NCBA), listou a “carne falsa” como uma das suas cinco principais prioridades para 2018 e prometeu “proteger nossa indústria e consumidores de carne falsa e rótulos enganosos”.

Será interessante acompanhar isso. A petição para o USDA parece violar os direitos da Primeira Emenda que permitem que as empresas rotulem seus produtos de forma clara e de forma que os consumidores entendam, o que pode ser uma das razões pelas quais, em última instância, poderá não dar certo.

Se há uma coisa que hoje os consumidores não gostam, é de alguém que diga o que eles podem ou não usar para descrever seus alimentos. Isso pode fazer com que os consumidores se sintam ainda mais inclinados a experimentar novas opções que têm menos impacto no planeta e evitam o abate de animais.

Rotulagens à parte, é provável que continuemos a ver mais empresas entrando no negócio de carnes à base de plantas e limpas, já que a demanda por esses produtos se tornando cada vez maior a cada ano.

FONTE: beefpoint

2/15/2018

A poucos quilômetros dos Jogos Olímpicos, cães estão a espera de uma morte cruel

Gente, tentei fazer uma tradução razoável da matéria publicada pelo Jornal  USAToday que vem dando toda atenção a questão do consumo de carne de cachorro na Coréia do Sul. A ONG KOREANDOGS.ORG  tem uma petição que pode ser assinada CLICANDO AQUI.  Não deixe de participar.
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Uma descrição sombria de dentro de uma fazenda de carne de cachorro coreana que fica a poucos quilômetros das Olimpíadas de Inverno

WONJU, Coréia do Sul - A pouca distância da pira olímpica ardendo e da multidão entusiasmada dos espectadores dos Jogos de Inverno, existem fazendas onde centenas de cães são mantidos em gaiolas até serem mortos por sua carne.

Na região rural de Wonju, em uma pista de campo sinuosa, existe uma fazenda que fornece carne de cachorro para alguns dos milhares de restaurantes sul-coreanos, onde os clientes encomendam coisas como salada para cães, costelas de cachorro, guisado de cachorro e pote quente. 


O ambiente sombrio da fazenda dói os sentidos. A primeira coisa a notar é o som, lamentos e gemidos sofridos ​​de cerca de 300 animais que são mantidos em gaiolas imundas até sua execução. Aproxime-se e o fedor enche as narinas e ouve-se uma latição doentia que se espalha sobre duas longas filas de cães em gaiolas apertadas.

Alguns dos cães não sobrevivem o tempo suficiente para serem abatidos. Cadáveres largados no chão de lama em um espaço coberto com um toldo de plástico rasgado nota-se a carcaça de uma Tosa Inu morta que é uma raça rara que se originou no Japão. Também nas gaiolas haviam  Jindo coreanos, São Bernardos  e Labradores dourados.

A maioria estava emaciada. Muitos tinham lacunas na pele onde grandes feridas cresciam em seus corpos. As gaiolas são elevadas, montadas de modo que as fezes do cachorro caiam através das  filetas das grades transformando-se em pilhas enormes de excremento.

O jornalista do jornal USA TODAY Sandy Hooper e eu filmamos a cena horripilante durante 15 minutos na manhã de sábado, usando GoPros e iPhones. Quando nos aproximamos da frente da propriedade em uma tentativa de falar com os proprietários, um homem gritou em coreano: "Desligue, caso contrário, eu vou mata-lo!"

Os Jogos Olímpicos de Inverno devem ser um comercial gigante para a Coréia do Sul e sua indústria de turismo de inverno, mas nenhum esforço de relações públicas pode lançar uma luz favorável sobre a indústria coreana de carne de cachorro. As autoridades organizadoras de Pyeongchang estavam cientes da reação internacional provável às práticas coreanas de comer carne de cachorro. Inclusive, ofereceram pagamento aos restaurantes nas proximidades para tirar sinais de publicidade da disponibilidade do produto e pediu, também,  para retirá-lo do menu - pelo menos durante as Olimpíadas.

Não funcionou. 
À duas milhas da estação de Jinbu, o principal pólo que serve o conjunto primário de montanhas dos Jogos Olímpicos, três restaurantes oferecem carne de cães abertamente. Eles modificaram seus sinais de fachada para remover a palavra "bosintang" (guisado de carne de cachorro) e promoveram carne de cabra em vez disso, mas isso era apenas por fora.
  
Observe na filmagem que no cardápio de um dos restaurantes, os primeiros quatro itens do menu, em inglês e coreano, são derivados do melhor amigo do homem. Um homem coreano idoso tirou os sapatos, entrou na sala, pediu o ensopado e sentou-se numa fileira de mesas no chão. Logo, foi servido a mistura grossa marrom e começou a escorrer a sopa até que tudo estivesse desaparecido.

Na cultura coreana, a carne de cachorro tem propriedades míticas que impulsionam os poderes restauradores e aumentam a virilidade. Com medo de uma reação dos tradicionalistas, o governo coreano não vai alterar a lei, apesar do presidente Moon Jae-In ter adotado um cachorro salvo da indústria da carne.


Os organizadores de Pyeongchang desejam que os funcionários do governo tomem medidas.
"Estamos cientes da preocupação internacional em torno do consumo de carne de cachorro na Coréia", dizia uma declaração do comitê organizador. "Esta é uma questão que o governo deve abordar. Esperamos que esta questão não tenha impacto na entrega ou reputação dos Jogos e na província e apoiaremos o trabalho da província e do governo sobre esse tema, conforme necessário. Além disso, a carne de cachorro não será servida em nenhum local dos Jogos. "

Comer carne de cachorro é um costume local e é difícil acabar com isso. Nos Estados Unidos, milhões de animais de inúmeras variedades são abatidos a cada ano por carne. Para alguns, a situação dos cachorros coreanos dificilmente é diferente da dos frangos americanos, vacas ou porcos. Para outros, há algo muito diferente em relação a um cachorro, dada a sua relação com os seres humanos.

Os ativistas da Coréia não gostam do uso de cães para a carne, mas concentram principalmente seus esforços de protesto nos métodos de matar os animais e suas condições em cativeiro.  "Se o povo coreano parar de comer carne de cachorro, não haverá o mercado para isso", disse Kim Jun-Won, presidente da organização de direitos de animais da Dasom, lutando contra lágrimas quando mostramos fotografias de nossa filmagem quando voltamos para o nosso veículo. "Mas isso é errado e isso rompe meu coração. As pessoas que mantêm os animais dessa maneira e os matam não são o diabo ?". A demanda está diminuindo, com refeições de carne de cachorro se tornando impopulares entre os membros de jovens da sociedade coreana. 

Assim como o descrito acima, o USA TODAY Sports visitou duas outras fazendas na área que mostraram sinais de terem sido fechadas recentemente. Ambos estavam fechadas, com fezes secas e até ossos de cães mortos ainda visíveis. "O problema é que, enquanto as instalações menores fecham devido à falta de negócios, maiores e melhores comerciantes organizados estão aparecendo", disse Kiana Kang, diretora de programas e projetos especiais da organização americana de resgate de animais sem fins lucrativos, Animal Hope and Wellness. "Estas são as duas Coreias. Há a beleza e a cultura e do outro lado há esta coisa horrível".  

Os fazendeiros de cães coreanos afirmam que a sua única intenção é tentar viver e insistir que os animais são iguais aos bois. 

Um grupo de atletas olímpicos de inverno, incluindo o patinador artístico canadense Meagan Duhamel, o esquiador de estilo livre Gus Kenworthy e a snowboardista Lindsey Jacobellis participaram de um recente anúncio de serviço público com o objetivo de aumentar a conscientização sobre o comércio coreano de carne de cachorro. Duhamel já possui um cão coreano de resgate.

Os Estados Unidos e o Canadá são líderes na tentativa de resgatar cães coreanos e proporcionar-lhes uma nova vida. Em uma recente entrevista nos EUA TODAY Sports, o casal californiano Lana Chung Peck e seu marido, Kevin Peck, descreveram quantos dos animais que eles promovem e reabilitam através da organização Save Korean Dog têm questões importantes.

Chung Peck disse que seus cachorros não conseguiam caminhar corretamente na grama ou no chão, porque a maioria de suas vidas já havia sido passada nas gaiolas, lutando para tentar manter o pé firme no metal duro e fino.

Enquanto isso, nos Jogos, as primeiras medalhas estavam sendo entregues. A situação dos cachorros da Coréia não será a principal narrativa dos Jogos, os próprios eventos e a persistente turbulência política dominam as manchetes.  Mas a situação está aqui, acontecendo não muito longe das Olimpíadas... é terrível e dói o estomago com tamanha crueldade.

Originalmente publicado 9:24 am GMT-2 12 de fevereiro de 2018
Atualizado 10:11 am GMT-2 12 de fevereiro de 2018
USA Today Sport
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As Olimpíadas de Inverno destacam o comércio de carne de cachorro na Coréia do Sul

1/23/2018

Interromper o consumo de carne pode trazer benefícios para a saúde

Se as pessoas não fizerem pelos animais, que o façam pela saúde....
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Se tornar vegetariano pode ser um desafio, mas adotar uma alimentação adequada sem a carne previne contra doenças

O início do ano é uma época em que muitas pessoas costumam planejar transformações na vida, inclusive repensar os hábitos alimentares. Cada vez mais, vemos que o consumo da carne, especialmente a vermelha, está diminuindo. De acordo com o Instituto Ibope, a última pesquisa oficial realizada no Brasil, em 2012, aponta que 8% da população é formada por vegetarianos, o que corresponde a 16 milhões de pessoas.

Nos últimos anos, o mercado da carne no país vem apresentando queda. Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o consumo per capita por brasileiro passou de 40 quilos por ano, em 2007, para 32 quilos, em 2017. Levando em conta o consumo mundial, percebemos que também houve redução, de 6,8 quilos para os atuais 6,5, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico ou Econômico (OECD, em inglês “Organisation for Economic Co-operation and Development”).

Por outro lado, o Brasil já é o quinto maior mercado de alimentos e bebidas saudáveis do mundo, com faturamento de US$ 27,5 bilhões em 2015, segundo levantamento da Euromonitor. Outro dado importante é que conseguimos a média de 20% de aumento, desde 2012, contra 8% em nível mundial.

Para o nutricionista Diego dos Santos, 24, a decisão de parar de comer carne pode envolver diversos fatores. “A interrupção do consumo da carne pode ser por causa dos animais, para ter uma alimentação sem esse tipo de derivado, ou até mesmo pelo fator saúde, para perder peso ou prevenir contra doenças, como cardíacas”, explica.

Existem dois termos principais que identificam os adeptos da alimentação sem carne, que são “vegetariano” e “vegano”. O vegetariano não consome esse tipo de alimento, enquanto o vegano (ou vegan) exclui totalmente qualquer tipo de produto de origem animal da sua vida, seja nas refeições, como ovos e leite, ou mesmo no vestuário, como roupas de couro, entre outros.

Na plataforma Google Trends, que disponibiliza as pesquisas realizadas pelos internautas no navegador, verificamos que, no último ano, o termo “vegano” foi mais acessado no Brasil, frente aos demais países do mundo. As buscas se concentraram no interesse por receitas de comida.


Ficamos em quinto lugar na pesquisa pela palavra “vegetariano”, com buscas para locais que comercializam alimentos sem carne, além de receitas de pratos, assim como para “vegano”.


Com isso, percebemos que as pessoas estão mais interessadas em adotar uma alimentação saudável. É o caso de Fernanda Belarmino, 18, vegetariana há 12 anos. Ela conta que já se acostumou a não ingerir carne, pois substitui por outros alimentos nas refeições. “Quando eu tinha seis anos, estava assistindo televisão e descobri a ‘origem’ da carne. A partir de então, nunca mais tive coragem de comer isso, porque o processo de produção não me agradou. Fui parando aos poucos, primeiro parei de comer carne bovina, depois frango e por último o peixe. Eu amo legumes e verduras, por isso não sinto falta”, conta.

É indispensável que a pessoa que deseja se tornar vegetariano procure um nutricionista, pois a interrupção do alimento sem uma dieta adequada pode ser prejudicial à saúde. “Se não substituir a carne pelos alimentos corretos, a pessoa tende a ter anemia, fraquezas constantes, o organismo fica fraco e sem proteção contra doenças mais simples, como gripe e resfriado”, aponta o nutricionista Diego dos Santos.

Isso porque a carne é rica em vitaminas (D, B6, B12), proteína, ferro, cálcio, magnésio e zinco. O nutricionista aponta que é possível ter uma vida saudável sem a carne, com a adoção de alimentos de teor vitamínicos equivalente. “Os alimentos que substituem a carne são aqueles ricos em proteína vegetal, vitaminas e minerais, como o ferro. Temos o feijão de todos os tipos, ervilha, soja, tofu, verduras, como a couve, brócolis, rúcula e agrião, além das castanhas, nozes, grão de bico”, explica.

Apesar de ter acompanhamento com médico, Fernanda Belarmino acabou desenvolvendo problemas de saúde por conta da falta dos nutrientes da carne no organismo. “Nunca tive nenhum sintoma, foi na consulta de rotina que descobri que estava com anemia ferropriva. Não é muito sério ainda, mas se eu não me cuidar, posso ter até leucemia. Agora eu tomo mais vitaminas e a nutricionista preparou uma dieta com mais ferro”, explica.
O que é anemia ferropriva? A anemia ferropriva é o tipo de anemia mais comum no mundo, correspondendo a cerca de 90% dos casos da doença, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Também conhecida como anemia ferropênica ou anemia por deficiência de ferro, é causada pela falta de ferro no organismo, devido, principalmente, à alimentação inadequada. É necessário procurar atendimento com médico e nutricionista para o tratamento.
Com a dieta adequada, o nutricionista Diego dos Santos aponta que a interrupção do consumo desse tipo de alimento pode trazer benefícios, como a prevenção de doenças caudadas pelo excesso de colesterol. “Ao parar de comer carne e substituir por alimentos corretos, o organismo adquire mais imunidade e o colesterol reduz, evitando problemas cardíacos e de diabetes”, afirma.

Um dos desafios para quem é vegetariano está na dificuldade em encontrar locais – restaurantes, lanchonetes – que comercializem alimentos sem adição de carne. Fernanda Berlamino conta que, devido a isso, come fora de casa poucas vezes. “Quase sempre quando vou a algum lugar, eu evito comer”, desabafa. Felizmente, já existem estabelecimentos especializados em culinária vegetariana, inclusive que oferecem serviço delivery.

FONTE: imperatriznoticias

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