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11/22/2017

Cadela que levava marmita morre após ser picada por cobra

Em 2013 eu já questionava as condições do trato de Lilica: 'Lilica mudou nossa vida', diz dona de cadela ... e a vida da cadela, mudou alguma coisa? SP . Imagina que triste esta cadela ter morrido picada de uma cobra..... Estou com vontade de falar um "monte", mas, vou ficar calada.... posso estar sendo injusta..... Vejam o vídeo com a matéria da EPTV.... tô engasgada....
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Cadela que levava marmita morre após ser picada por cobra: 'Arrasada', diz dona
Lilica vivia em ferro velho de São Carlos (SP) e andava 2 km para levar alimento para outros animais.

A cadela Lilica, que há mais de três anos levou comida para outros animais que conviviam com ela em um ferro velho em São Carlos (SP), morreu após ser picada por uma cobra. O animal foi enterrado em um espaço no quintal de uma casa vizinha. ‘Estou arrasada, não queria acreditar que é verdade, muito triste’, disse a dona, Neile Vânia Antonio, que cuidou de Lilica por mais de dez anos.


Neile achava que a cadela tinha fugido. Ela chegou a postar nas redes sociais sobre o desaparecimento. No domingo (19), o vizinho contou ao marido que a cadela estava morta e que ele havia enterrado o animal. “Eu fui o último a vê-la, ela morreu aqui dentro, eu que a enterrei. Ia esperar um pouco para contar porque sei que a Neile ia sofrer muito, a Lilica era muito querida”, relatou o professor de tênis Fábio Borges Rosa Dourado.

Ele e a mulher, Aureliana Rosa Dourado, contaram que já tiveram outros cães que também morreram picados por cobras. “Geralmente dá vômito com sangramento. A gente tem até soro aqui. Quando vi a Lilica, apliquei soro na veia dela, ela até apresentou uma melhora, mas não resistiu”, contou.


Lilica ganhou fama nacional após reportagem da EPTV veiculada em setembro de 2012. A solidariedade da cadela comoveu pessoas de todo o país. Todas as noites, entre 20h e 21h, Lilica cumpria rigorosamente a sua missão. Mesmo que estivesse chovendo, o destino é casa da professora Lúcia Helena de Souza, que criava 13 cachorros e 30 gatos, todos recolhidos da rua. Depois de servir o jantar da turma, a professora preparava uma marmita para Lilica.

A cadela matava a fome, pegava a sacolinha com o alimento separado pela professora e seguia de volta ao ferro velho percorrendo dois quilômetros de caminhada na lateral de uma estrada bem movimentada.


Cadela Lilica enfrenta perigos da rodovia para alimentar outros animais
Ao chegar em casa, Lilica dividia o alimento com os animais com quem divida espaço no ferro velho: um cão, um gato, um galo, uma galinha e até uma mula. Para o veterinário Alexandre dos Santos, Lilica mantinha essa rotina porque tinha um instinto materno e de liderança entre os bichos.

Fonte: G1 EPTV - VEJA O VÍDEO
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Outra postagem nossa a respeito:
A história da cadela Lilica me doi o coração

11/05/2017

Ter medo de aranhas e cobras é natural e inato, diz pesquisa

Engraçado, né? tem gente que tem medo e tem gente que tem fobia... Eu tenho de cobra.... nunca tive oportunidade de pegar em uma e tinha muita vontade para ver se tinha medo mesmo ou seria impressão minha.....
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De acordo com um novo estudo, o medo de aranhas e cobras seria uma característica definidora da nossa espécie, tanto que, as nossas reações de repulsa a estes animais são encontradas também nos lactentes.

A aracnofobia seria pois um verdadeiro terror que trazemos já em nosso DNA, ou seja, é de nascença! Assim disseram os pesquisadores do Max Planck Institute for Human Cognitive and Brain Sciences e da Uppsala University.

O estudo publicado na Frontiers in Psychology investigou as origens desta repulsa em bebês de seis meses, demasiado pequenos para saberem o que é medo e ou terror dessas criaturas rastejantes ou de oito pernas.

Sentados no colo de seus pais, aos pequenos foram mostradas imagens de aranhas ou de flores em um experimento e de cobras ou peixes, em um segundo experimento.


"Quando nós lhes mostramos imagens de uma cobra ou de uma aranha, em vez de uma flor ou de um peixe do mesmo tamanho e cor, os bebês reagiram ampliando suas pupilas, explica Stefanie Hoehl, autora do estudo. Em condições de luz constante, esta mudança no tamanho da pupila é um sinal importante de ativação do sistema noradrenérgico do cérebro, que é responsável precisamente pelas reacções de estresse. Como resultado, entendemos que até mesmo as crianças menores parecem ter medo desses animais".

Os resultados do estudo
Com um sistema de "eye tracking”, de fato, os pesquisadores conseguiram determinar a dilatação das pupilas, uma medida que em condições de luz constante, mostra a norepinefrina liberada (um neurotransmissor envolvido nas reações de ataque ou de escapar, ativado em situações estressantes, de perigo, etc).

E foi assim que surgiu a evidência de que ver imagens de aranhas e cobras causavam o aumento da dilatação das pupilas: no caso das aranhas, a expansão média foi de 0,14 milímetros, em comparação com 0,03 das flores. A diferença entre as imagens de cobras e peixes foi menor, mas de qualquer modo, as cobras causavam maior dilatação em relação aos peixes.

Medrosos, não. Espertos, sim!
Por que tudo isso? De acordo com os psicólogos, nosso cérebro seria capaz de identificar rapidamente as aranhas e as cobras como animais "muito perigosos”. O que hoje nos causa apenas repulsa, no passado, estes animais realmente ameaçavam a nossa sobrevivência.

Um outro estudo, conduzido pela British Columbia University, revelou que o medo de aranha demonstra uma ótima defesa imunitária da pessoa aracnofóbica. Isso porque o medo seria causado por um sistema imunitário comportamental que consegue advertir ao resto do corpo uma ameaça.

Fugir de aranhas, portanto, não tem a ver com gente medrosa e, sim, ao contrário, tem a ver com aqueles que possuem uma ótima defesa imunológica, são instintivamente fortes e estão sempre  prontos para fugir das ameaças da vida.

FONTE: greenme

10/28/2017

Sucuri é resgatada após ser agredida por moradores em RO

A foto aí ao lado é dos rapazes que salvaram a pobre cobra das mãos de moradores mequetrefes que agrediram o animal com  pedras e paus. Que exemplo bom, né? Nem tudo está perdido, gente!!!! Vamos rezar para esta moçada boa e de valor vingar como representantes da verdadeira espécie humana.
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Uma sucuri de 4 metros foi resgatada depois de ser agredida e carregada por moradores em uma avenida, no fim da tarde desta sexta-feira (27), próximo da Praça Skate Park, em Porto Velho. Segundo informações de testemunhas, a cobra estava dentro de um córrego, quando várias pessoas passaram a jogar pedras e madeiras contra o animal.


Inconformados com as agressões, dois mototaxistas pularam dentro do córrego para resgatar a sucuri. Logo depois eles passam o réptil por cima de uma mureta que fica perto do córrego e vários moradores se aglomeraram no local. Minutos depois a cobra é carregada pelo meio da avenida (assista abaixo).


Ao G1, um dos mototaxistas falou como ocorreu o resgate da sucuri, na Zona Leste de Porto Velho. "Ela entrou no bueiro e eu decidi entrar pra resgatar, pois as pessoas estavam agredindo ela. Os caras machucaram a cobra toda", afirma o mototaxista Rodolfo Portela.

Elizeu Barbara, o segundo mototaxista que retirou a cobra do lago, conta que viu a movimentação de pessoas no local e decidiu entrar no córrego para pegar a sucuri e levá-la até uma praça, pois ficou com medo das pessoas matarem o réptil. "De lá acionamos o Ibama para pegar a cobra e soltá-la em uma outra área em segurança", conta.


Por causa das agressões, a sucuri ficou com vários ferimentos e chegou a regurgitar um gato que ela tinha comido horas antes. Depois da equipe do Ibama chegar na praça, a sucuri foi levada por uma equipe para ser solta no Rio Madeira.


O superintendente do Ibama, Carlos Paraguassu, disse em entrevista que cada vez está ficando comum a aparição de animais no perímetro urbano, pois a área de mata tem se reduzido gradativamente. "Os animais tem procurado sobreviver indo pra cidade, atrás de alimentos", conta.
Carlos também criticou a atitude dos moradores em agredir o animal. Segundo ele, o ideal é sempre chamar os órgãos competentes para fazer o resgate. "É preciso fazer o resgate com uma equipe preparada", afirma.

Fonte: G1 Rondônia

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