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3/11/2019

Cientistas descobrem verme que consegue fazer crescer uma nova cabeça

Os animais exercem em mim um fascínio delirante!!!!! Este negócio de alguns deles reproduzirem partes amputadas é algo incrível.... é um mistério divino!!!! isto sim é divino e não o tal "humano"!!!!!
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Ao todo, quatro espécies de vermes possuem capacidade regenerativa — incluindo a parte do cérebro

5/22/2018

CIENTISTAS LOUCOS: Cientistas transplantaram a memória de uma lesma para outra (e funcionou)

Gente, antes de tudo, me tira o tubo!!!!!!! estou ficando louca? me prendam num manicômio porque se eu encontro um "cientista maluco" deste, cubro de tabefes!!!!! Teve choque eletrico e tudo mais..... Não deixem de ler a matéria, pelo amor de Deus e digam se estes caras não estão loucos? ciência dos infernos.... cientístas do capeta!!!!!
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A transferência de memória já aparece, há décadas, em livros e filmes de ficção científica. Agora, parece estar mais perto de se tornar um facto científico.
Uma equipa de cientistas conseguiu, com sucesso, fazer uma espécie de “transplante de memória” – transferindo material genético conhecido como RNA de um caracol marinho para outro. Alguns dos animais envolvidos foram treinados para desenvolver uma resposta defensiva perante choques elétricos em laboratório.

Quando o RNA destes caracóis foi transferido para outros que não tinham sido treinados, estas reagiram da mesma forma dos que tinham recebido choques moderados. A pesquisa, publicada na segunda-feira na revista científica eNeuro, ajuda no conhecimento sobre as bases fisiológicas da memória. RNA significa ácido ribonucleico. Trata-se de uma molécula ligada a funções essenciais de organismos vivos – incluindo a síntese de proteínas no corpo que definirá a expressão dos genes de uma forma mais geral, descreve a BBC.

Os cientistas administraram uma série de choques elétricos leves na cauda dos caracóis da espécie marinhos Aplysia californica. Os animais reagem a adversidades contraindo o corpo. Com os choques, passaram a ter contrações que duravam 50 segundos – uma espécie de reação defensiva extrema.

Depois, quando tocavam levemente nos animais que receberam os choques, estes reagiam com a mesma contração de 50 segundos, enquanto caracóis que não tinham recebido choques reagiam com uma contração de apenas um segundo. O próximo passo foi extrair RNA de células nervosas de ambos os tipos de caracóis: os condicionados e os não-condicionados. As moléculas foram depois injetadas em dois grupos de caracóis não treinados.

Os cientistas observaram, surpresos, que os caracóis que receberam o RNA de animais condicionados, quando eram tocados, reagiam com contrações de cerca de 40 segundos. Os caracóis que receberam o RNA de animais não-condicionados não demonstraram nenhuma mudança no comportamento defensivo.

Os cientistas notaram um efeito parecido em células sensoriais que estavam a ser analisadas em placas de Petri. Professor da Universidade da Califórnia em Los Angeles, David Glanzman, um dos autores do estudo, afirmou que os resultados indicam algo como “uma transferência de memória”.

Glanzman destacou ainda que os caracóis usados na experiência não foram feridos. “Estes são caracóis marinhos. Quando percebem ameaças, soltam uma tinta roxa e escondem-se dos predadores. Os caracóis usados no estudo assustaram-se e soltaram tinta, mas não foram fisicamente afetados pelos choques“, defende Glanzman.

Tradicionalmente, pensava-se que as memórias de longo prazo ficavam armazenadas nas sinapses do cérebro, as junções entre os neurónios. Cada neurónio tem milhares de sinapses. “Se as memórias ficassem nas sinapses, a nossa experiência não funcionaria de forma nenhuma”, diz o cientista. Para Glanzman, as memórias estão alocadas nos núcleos dos neurónios. O estudo vai ao encontro de algumas hipóteses levantadas há algumas décadas, segundo as quais o RNA estaria relacionado com a memória.

De acordo com os investigadores, os processos celulares e moleculares nos caracóis são similares aos dos humanos, apesar de o sistema nervoso dos animais marinhos ter apenas 20 mil neurónios – comparados com os cerca de 100 mil milhões de neurónios que o homem tem. Acredita-se que os resultados publicados no eNeuro podem contribuir na procura de tratamentos para atenuar efeitos de doenças como o Alzheimer e o Stress Pós-Traumático.

Perguntado se este processo poderia levar a um eventual transplante de memórias adquiridas em experiências de vida, Glanzman disse não ter a certeza, mas expressou otimismo de que uma maior compreensão sobre o mecanismo de armazenamento da memória pode levar a mais oportunidades para explorar diferentes aspetos da memória.

FONTE: aeiou.pt

3/18/2018

Cientistas advertem sobre ameaça de extinção global na Terra

Todo dia sai uma quantidade enorme de matérias falando sobre a extinção da Terra. Sabe que tem horas que sinto que isto está tão perto que vou chegar a ver, mesmo com a minha idade? Não sei porque as pessoas ignoram.... estamos rumando para o fim de tudo e todo mundo vai brincar o carnaval!!!!!! Jesus Cristinho, dá um help pra nós!!!!!
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Consequências de mudanças climáticas serão desastrosas para o futuro da humanidade, pois poderiam por em risco a metade das espécies de animais e plantas, presentes nos lugares naturais mais importantes do mundo, alerta um novo estudo.

Em 14 de março, a revista Climatic Change publicou uma previsão de cientistas, justamente na véspera da celebração da Hora do Planeta, ação anual de apagar as luzes como parte da luta contra o aquecimento global. A previsão é alarmante: muitas espécies de plantas começarão a desaparecer à medida que a temperatura da Terra aumente em 2 °C.

No entanto, este não seria o fim da história: mais da metade de todas as espécies vegetais acabaria sendo extinta se a temperatura do planeta aumentasse mais do que 3°C.

Neste cenário, os bosques nos países de clima quente simplesmente desapareceriam. Assim, a América do Sul, Austrália, países do Sudeste Asiático perderiam todos os seus recursos florestais em poucas décadas.

Até a metade das espécies de plantas e animais nas áreas naturais mais ricas do mundo, como a Amazônia e as ilhas Galápagos, poderiam enfrentar uma extinção total. Mesmo que sejam cumpridas as metas estabelecidas pelo Acordo de Paris sobre o clima, estas regiões poderão perder 25% de sua diversidade biológica, escreve o RT, citando a Climatic Change.

Em particular, em 2100, o desaparecimento de habitats naturais afetaria negativamente a maioria das espécies existentes no planeta, desde insetos até mamíferos e anfíbios.

Os climatologistas da Universidade de East Anglia (Reino Unido), Universidade James Cook (Austrália) e da organização conservacionista WWF, acreditam que a única maneira de evitar uma extinção global é limitar a emissão de substâncias prejudiciais à atmosfera e evitar o surgimento de indústrias descontroladas.

Seu estudo examina vários cenários de futuras mudanças climáticas, desde um aumento da temperatura média global em 4,5 °C até o aumento em 2 °C, o limite máximo previsto pelo Acordo de Paris.

FONTE: sputniknews

3/02/2018

Cientistas curam calvície de camundongo com células-tronco. Pergunta: este bichinho tem calvície?

Estes pesquisadores doidos perdem tempo modificando geneticamente o camundongo para ele ter "calvice".... Daí ele vai inventar um breguete qualquer para ver se funciona.... Ah, gente! me poupa.... rato com calvície? é fazer o povo de idiota, né? por que não testar direto no careca?
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A calvície é um mal que afeta a vida de dois em cada cinco homens com menos de 35 anos e nem sempre o tratamento clínico, por meio do uso de medicamentos, surte efeitos satisfatórios. A queda de cabelo pode causar sérios transtornos para alguns homens, diminuindo a autoestima e provocando distúrbios graves, como a depressão.

Por isso, há esforços entre médicos especialistas em saúde capilar em todo o mundo para investigar novas causas da calvície, denominada de alopecia androgenética, e encontrar novas formas de tratamento que possam proporcionar a restauração da função capilar.

Por isso, há esforços entre médicos especialistas em saúde capilar em todo o mundo para investigar novas causas da calvície, denominada de alopecia androgenética, e encontrar novas formas de tratamento que possam proporcionar a restauração da função capilar.

Uma das descobertas mais promissoras dos últimos anos foi divulgada recentemente pela Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, em Indianápolis. Os resultados de uma nova pesquisa desenvolvida com células-tronco de camundongos têm gerado a grande expectativa de ser um novo e eficaz tratamento para o restabelecimento da saúde capilar.

Os pesquisadores norte-americanos estavam trabalhando no desenvolvimento de tecidos de pele, utilizando camundongos como cobaias. Até que, em certo ponto, ao estimular diretamente as células-tronco dos camundongos, os cientistas perceberam a formação de novas camadas de pele. A pele desenvolvida em laboratório mostrou-se capaz de produzir folículos pilosos, resultando no crescimento saudável dos pelos dos animais em partes do corpo que antes não produziam pelos.

Por vários anos a terapia com células-tronco tem sido sugerida como um possível tratamento para a perda de cabelo. Assim, verificada a possibilidade de ativar as células-tronco diretamente através de um sistema comum de comunicação de célula-a-célula, produzindo novas camadas de pele e regenerando a função folicular com sucesso. Por isso, os resultados obtidos nesta nova pesquisa parecem ser tão promissores.

Além do mais, estudos recentes sugerem também que defeitos nas células-tronco podem ser responsáveis pela alopecia areata, uma desordem autoimune bastante comum que causa outra forma de calvície, especialmente nos homens. Uma vez que seja possível a renovação da pele com capacidade de produzir novos folículos capilares que promoverão o crescimento saudável do cabelo, ocorrerá a restauração da função capilar.

O entusiasmo dos cientistas é justificado pelo fato de que o tecido da pele desenvolvido em laboratório é muito mais parecido com o couro cabeludo do que qualquer experimento já realizado. O resultado possibilita o uso de seus princípios em tratamentos experimentais para combater a calvície.

No Brasil, há clínicas excelentes para cuidar da saúde capilar. A clínica dirigida pelo Dr. Otávio Boaventura é uma das mais tradicionais da capital mineira, especializada em tratamentos clínicos para calvície, implante e transplante capilar.

Além de ser referência no tratamento da calvície e transplante capilar em Belo Horizonte, ele expandiu sua clínica e realiza transplante capilar em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

O Dr. Otávio Boaventura é um profissional de grande experiência e foi o primeiro médico a descrever e publicar a técnica de FUE (Extração da Unidade Folicular, em português) com fios longos sem raspar a cabeça, tornando-se a principal referência mundial no assunto.

Sua clínica está equipada com os melhores recursos da medicina capilar, e dispõe de uma equipe especializada para o tratamento da calvície, bem como, realizar o implante capilar com segurança, propiciando, assim, uma cicatrização mais rápida, com ausência de cicatriz linear da área doadora, e retorno mais rápido para atividades do dia a dia.

FONTE: exame

2/27/2018

Cientistas desvendam como funcionava o “portão do inferno” romano

Gente do Céu!!!! olha esta matéria..... Não sabia desta existência e como a coisa funcionava..... Sabe onde era? na atual Turquia......
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Em um templo pagão, uma força misteriosa ceifava animais, mas poupava sacerdotes. Agora, cientistas finalmente descobriram o truque por trás do ritual

Por vários séculos antes de Cristo, a cidade romana de Hierápolis, no atual território da Turquia, atraiu peregrinos de todos os cantos do Império. Lá, garantiam as autoridades pagãs, ficava a verdadeira entrada do inferno: um portal de pedra posicionado na frente do acesso a uma pequena gruta. Em volta, arquibancadas suntuosas abrigavam os fiéis que queriam assistir a um ritual comum – o sacrifício de animais.

Guiados pelos sacerdotes – que, segundo o geógrafo grego Estrabão, eram homens castrados –, bois e vacas saudáveis andavam rumo ao portal. Quando entravam lá, se debatiam e caiam mortos, quase instantaneamente. Os sacerdotes, por outro lado, saiam vivos.

O público ia ao delírio. Afinal, geralmente é preciso matar o animal com as próprias mãos para sacrificá-lo. Uma morte assim, no automático, era a melhor prova de que Plutão, deus dos mortos e das riquezas do solo, havia gostado do presente.

Mas será que gostava mesmo? Em 2011, arqueólogos que exploravam o sítio arqueológico de Hierápolis perceberam que a gruta funciona a pleno vapor até hoje: se um passarinho entra lá de bobeira, cai morto na hora. Isso chamou a atenção de Hardy Pfanz, especialista em vulcões da Universidade de Duisburg-Essen, na Alemanha.

As ruínas da cidade ficam diretamente acima de uma área de intensa atividade geofísica – as fontes termais da região, inclusive, eram usadas pelos romanos para fins medicinais. Pfanz descobriu que, sob o templo, uma fenda no chão libera constantemente dióxido de carbono (CO2) na gruta.

Durante o dia, o gás tóxico, por causa do calor do Sol, sobe e se dispersa na atmosfera. Durante a noite, porém, ele fica próximo ao chão – formando uma espécie de “lago” transparente de 40 cm de profundidade ao redor do portão. Os detalhes estão em um artigo científico.

O pior horário é o anoitecer, quando a concentração de CO2  bate 35%. O boi, que naturalmente anda com a cabeça mais baixa que um ser humano, ficava em contato com mais gás que o sacerdote. Tonto por causa da intoxicação, se inclinava até mergulhar o focinho completamente na faixa letal de 40 cm. E aí morria. Nas palavras de Pfanz: “Eles meio que sabiam que o hálito letal dos guardiões do inferno atingia uma altura máxima muito bem definida”. Calhou que a força sobrenatural não podia ser mais natural.

FONTE: exame

2/06/2018

Cientistas podem ter identificado origem física da ansiedade no cérebro


Gente, às vezes eu publico uma postagem para levar as pessoas a refletirem no quanto é absurdo usarem animais como modelo de doenças humanas. Ou seja, não pode ser confiável, mesmo com estes ratinhos que inventam ao mudar o DNA do animal..... Quando a pesquisa vai cair na real para uma verdade tão simples? simples.... quando a sociedade civil se convencer que seus impostos são aplicados não na industria da saúde, mas, na industria da doença.....
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A ansiedade é um dos principais problemas da sociedade moderna. Alguns falam em mal do século, ao mesmo tempo que explicam que a nossa própria evolução nos levou ao estado em que hoje nos encontramos – quanto mais alertas estivermos durante o dia, maiores nossas chances de “sobrevivência”. No entanto, a ansiedade está longe de ser uma qualidade ou um fator que cause felicidade a alguém.

Agora, cientistas dizem ter encontrado uma causa física para a ansiedade no cérebro. Tratam-se de “células da ansiedade”, localizadas no hipocampo e responsáveis pelo controle do nosso comportamento. A boa notícia é que essas células podem ser afetadas e manipuladas por feixes de luz. Dessa forma, os pesquisadores esperam que no futuro novos tratamentos medicamentosos podem ser desenvolvidos para quem sofre com transtornos de ansiedade.

“Nós tínhamos o objetivo de entender onde a informação emocional relacionada ao sentimento de ansiedade estava codificada no cérebro”, disse uma das pesquisadoras, Mazen Kheirbek, da Universidade da Califórnia, nos EUA. A técnica empregada pelos cientistas é conhecida como imageamento de cálcio – consistindo na inserção de mini-microscópios nos cérebros dos roedores, para gravar a atividade das células no hipocampo.

Com o aparato devidamente instalado, os animais eram colocados em espécies de labirintos desenvolvidos especificamente para a pesquisa, feitos para instigar a ansiedade nos ratos. O labirinto possuía alguns caminhos que levavam para espaços abertos e plataformas elevadas – ambientes expostos, como esses, costumam induzir ansiedade em ratos, por conta da maior vulnerabilidade a predadores.

Foi a partir disso que os resultados apareceram. Quando não estavam se sentindo seguros pelas paredes do labirinto, algo mudava no cérebro dos ratos, dizem os pesquisadores. Uma parte específico do hipocampo, chamada CA1 passava a ser mais ativa, de forma proporcional à ansiedade vivenciada pelo animal. “Nós chamamos elas de ‘células da ansiedade’ porque elas só eram ativadas quando o animal estava em lugares temidos por ele”, explica um dos principais autores do estudo, Rene Hen, da Universidade Columbia, nos EUA.

De acordo com outra autora, Jessica Jimenez, essas descobertas podem ser aplicadas à realidade humana, a partir do desenvolvimento de novas áreas de tratamentos para portadores de distúrbios de ansiedade. Isso porque a partir do uso de uma técnica chamada optogenética, a equipe foi capaz de silenciar as células e causar um sentimento de “confiança” nos animais. A técnica consiste na exposição dos animais a feixes de luz específicos que atuam na área denominada vCA1 no cérebro. “O que nós descobrimos é que eles se tornaram menos ansiosos. Eles passavam a querer explorar ainda mais o labirinto”, explicou Kheirbek. Alterando as configurações dos feixes de luz, os pesquisadores foram ainda capazes de aprimorar as sensações de confiança dos animais.

Novas pesquisas no campo devem ser feitas no sentido dessas descobertas serem aplicadas em seres humanos.

FONTE: climatologiageografica

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