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10/10/2018

Petrópolis só terá charretes elétricas - RJ

A votação deu vitória a Chapa 2 que defendia o fim das charretes em Petrópolis. Mas, até eles saírem do trabalho vai demorar, penso eu, por conta da burocracia. Enfim, vamos torcer para tudo ser resolvido rapidamente.
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As 13 'vitórias' que circulam no Centro Histórico estão

10/04/2018

Dono de cavalo usado em racha de charretes alegou que estava 'exercitando os animais', diz polícia

O que impressiona é saber que os policiais "não sabiam de nada e nunca viram nada"..... Uma das matérias ao final mostra os inúmeros rachas em plena rodovia..... 
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Inquérito foi instaurado na segunda-feira e a Polícia Civil de Mairinque (SP) identificou um dos envolvidos na corrida. Animais foram encontrados e passarão por exames.
A Polícia Civil ouviu nesta terça-feira (2) um dos suspeitos de participar de um racha entre duas charretes, na altura do

7/15/2018

Dia da eleição, Petrópolis terá plebiscito para decidir uso de cavalos em charretes

Bem, acho que será uma boa votação porque as pessoas estarão na rua para as eleições....
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O TRE-Rio aprovou a realização de um plebiscito em Petrópolis, no dia do 1º turno das eleições dia 7 de outubro quando os eleitores também votarão para deputado estadual, deputado federal, senadores, governador e presidente.

4/28/2018

Associação protetora dos animais pede suspensão de serviço de charretes em Poços de Caldas, MG

Estes charreteiros são uns débeis mesmo..... na hora de maltratar e explorar os animais ninguém lembra que eles sentem dor, fome e sede..... Agora na hora de tirar eles e acabar com este tipo de maus-tratos, aí eles lembram que famílias dependem desta exploração.... Ah, me economize, please!!!!
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A Associação de Amigos e Protetores dos Animais (Aapa) de Poços de Caldas (MG) pediu a suspensão dos passeios de charrete na cidade. A associação se baseou em um laudo médico veterinário que apontou irregularidades no serviço e maus tratos aos animais.

Uma ação civil pública foi ajuizada pela associação. “A partir do momento em que ele está lá no ponto de charrete sem condições, às vezes, doente, com problema no casco. Eles têm que dar condições a esses animais, né?”, diz Vera Facci, presidente da Aapa.

O laudo médico veterinário foi feito em julho do ano passado por uma profissional de Belo Horizonte. A médica veterinária esteve na cidade a pedido do Ministério Público e, durante dois dias, vistoriou o serviço de charretes.

No laudo, ela apontou que dos 70 animais inspecionados, apenas um testava bem nutrido. Todos os outros estavam doentes. Alguns apresentavam com tendinite crônica causada por excesso de serviço e vários com ferimentos. No laudo também consta que muitos animais transportam peso acima do ideal. Até nos locais onde os charretistas guardam os animais, foram encontradas irregularidades.

O serviço turístico é um dos mais antigos e também um dos mais polêmicos da cidade. Flagrantes de cavalos soltos ou exaustos já foram parar nas redes sociais. Desde 2015, todos os 100 animais usados nas charretes têm um chip de identificação do dono.

“Quando a gente é acionado por abandono de animais em vias públicas do município ou então até mesmo animais mortos encontrados nas vias públicas, a gente faz o recolhimento desses animais e, através desse microchip implantado, a gente consegue identificar o proprietário do animal para ele fazer a retirada. Ele tem que pagar uma multa para fazer a retirada desse animal”, afirma o coordenador da Vigilância Ambiental, Jorge Lago.

Charreteiro há mais de 40 anos, Natalino Rodrigues afirma que não há maus tratos e que muitas famílias dependem do serviço. “Se acabar a atividade do passeio da charrete, como vão viver os animais sem a ração? Como vão viver os pais de família sem levar o alimento para casa?”, questiona Rodrigues.  A Procuradoria de Poços de Caldas disse que até o momento não foi notificada da ação.

Fonte: G1 EPTV

3/07/2018

Petrópolis terá plebiscito para decidir permanência das tradicionais 'vitórias', as charretes da Cidade Imperial

Sou a favor sim do fim das charretes em qualquer lugar. Agora, que fica uma pergunta no ar, fica. Para onde vão os cavalos? Não foi fácil colocar os cavalos da Ilha de Paquetá no Rio. Bem, vamos aguardar e conferir a decisão do plebiscito.  
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TRE definiu que votação, convocada pela Câmara de Vereadores, será realizada no primeiro turno das Eleições 2018.

Petrópolis, na Região Serrana do Rio, terá um plebiscito para votar pelo fim ou permanência das tradicionais vitórias, as famosas charretes que ficam em frente ao Museu Imperial atendendo aos turistas.

De acordo com o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), a votação será no 1º turno das eleições deste ano, que vai ocorrer no dia 7 de outubro. O plebiscito foi convocado pela Câmara de Vereadores da cidade.

O autor do projeto de lei que deu origem ao plebiscito, vereador Meireles, afirma que esta foi a maneira que encontrou para que a questão seja debatida, de forma democrática. "É um assunto polêmico, que sempre é discutido nas ruas, na internet e até na própria Câmara legislativa e que ninguém chega a nenhuma conclusão", afirma.

A notícia não agradou os charreteiros que trabalham na cidade, como João Ricardo de Oliveira, de 38 anos. Pai de três filhos menores, ele afirma que trabalha na área há 15 anos e depende do trabalho para sustentar a família. "Nós tínhamos concordado em substituir as vitórias por charretes elétricas, quando isso foi proposto em uma reunião na Câmara. Mas não é isso que está acontecendo. Querem votar o fim do nosso trabalho, sem que seja apresentada uma alternativa para quem depende desse emprego", destaca.

Já o charreteiro, Leonardo Monteiro de Souza, de 33 anos, disse que a notícia sobre o plebiscito trouxe preocupação para os trabalhadores. Ele atua há 15 anos na área e herdou a profissão do pai, que está aposentado. "A gente só sai daqui com um serviço para trabalhar! Como que vamos ficar desempregados?", questiona ele, que tem dois filhos menores.

Segundo Leonardo, não há justificativa para o fim das vitórias, uma vez que, segundo ele, os animais são bem cuidados, fazem exames a cada dois meses e têm acompanhamento de um veterinário. "Nós não queremos problema, queremos a solução. Achamos que, com fiscalização dos órgãos competentes, não precisa acabar com o serviço", disse.

Moradora de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, a comerciante Luciana de Pontes, de 43 anos, e o marido Marcio de Pontes, de 42 anos, afirmam que são a favor da continuação do serviço. "Estou aqui vendo os animais e, aparentemente, não vejo nada de errado. Pelo contrário, as pessoas usam as vitórias para conhecer a cidade. Esta é a segunda vez que venho a Petrópolis e faço o passeio", disse Luciana.

ONGs questionam sobre destino dos cavalos
A protetora de animais, presidente da Ong Anima Vida, Ana Cristina Ribeiro, acredita que antes de ser proposto o fim das vitórias, deve-se pensar no destino desses animais.

"É preciso saber para onde eles serão levados porque não vai ser tarefa fácil encaminhar esses cavalos. Hoje, nós fazemos o acompanhamento deles, sabemos que têm atendimento veterinário especializado e são alimentados e vacinados corretamente, mas e depois? Para onde vão?", questiona.

Substituição
A vereadora Gilda Beatriz afirma que em 2017 foi feito um termo de intenção para substituir as vitórias por charretes elétricas. Na época, ela disse que a maioria dos charreteiros concordou e assinou o documento. "Encaminhei o termo para a Prefeitura e a ideia era de que as charretes elétricas fossem adquiridas por meio de um recurso do Ministério do Turismo que previa uma contrapartida de apenas 10% do município. Mas até o momento não teve nenhum avanço", disse Gilda. O G1 tenta contato com a Prefeitura para saber se houve algum avanço na negociação com o Ministério do Turismo.

Tradição
Para o historiador, Joaquim Eloy, acabar com as vitórias é o mesmo que rasgar a tradição da cidade. Ele lembra que os deslocamentos por charretes e cavalos já eram feitos por Petrópolis, mesmo antes da fundação do município. "Foi o primeiro meio de transporte, antes da chegada do trem e dos automóveis. Era assim que D. Pedro I chegava na cidade e depois D. Pedro II. As vitórias fazem parte da nossa história e atendem os turistas que querem conhecer o Centro Histórico. Se o problema são os cuidados com os animais, então é preciso investir na fiscalização e não no fim da atividade", destaca.

FONTE: G1

2/23/2018

Animais em situação irregular são retirados das ruas após polêmica de bode ajoelhado para comer em MG

Agora, me diz que porcaria de lei é esta: o charreteiro já foi preso várias vezes até por exploração infantil.... O que este mequetrefe está fazendo nas ruas repetindo os mesmos crimes? Olha, gente, eu sinto muito, mas, fiscalização não dá.... tem que acabar.....
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Fiscalização foi reforçada em São Lourenço (MG) com a denúncia de turista em rede social. Ela postou fotos de um bode que puxa charrete se ajoelhando para comer.

A grande repercussão de uma postagem em uma rede social que denunciava maus-tratos aos animais fez a fiscalização ser reforçada em São Lourenço (MG). Na manhã deste sábado (17), equipes da prefeitura foram às ruas e retiraram de circulação animais que puxam charretes que estavam em situação irregular.

Segundo o setor de zoonoses, três animais que estavam irregulares foram retirados. E outros que já haviam sido notificados antes não estavam mais trabalhando nas ruas. Bodes e cavalos são usados no turismo na cidade. Enquanto os animais maiores puxam as charretes, os bodes são usados para as mini-charretes, que levam crianças.

O caso ganhou destaque na cidade durante a semana. Na publicação, uma turista de Rezende (RJ) mostrava um bode que puxava uma charrete se ajoelhando para comer grama. Foram mais de 17 mil compartilhamentos e centenas de comentários de pessoas que são contra o uso de animais para este tipo de trabalho.

O bode que apareceu nas fotos não foi encontrado, mas o dono foi localizado. Segundo a coordenadora do setor de zoonoses, Thais Nakaoka de Matos, a situação do responsável é complicada.

“Fui falar com o proprietário do bode e ele alegou que o animal foi arrendado para um cidadão. Pedi o contrato deste ‘aluguel’ e ele falou que não tinha, que é contrato informal, por boca. Então disse que ele iria responder pelo caso, porque o animal está sob a custódia dele”.

Quando questionado da localização do animal, o homem disse que não sabia. “Não quiseram falar, a gente não sabe. Sumiram com o bode. Mas o boletim de ocorrência já foi feito. A gente tem feito os boletins na polícia de maus-tratos”.

Segundo a veterinária, esta não é a primeira vez que o mesmo homem é autuado. Agora, o boletim de ocorrência deve gerar uma multa que vai de R$ 2,6 mil a R$ 2,9 mil. “E além de maus-tratos, ele já tem boletins de ocorrência por trabalho infantil”. A informação de testemunhas é que menores de idade são colocados para puxar os bodes nas charretes.


Um dos pontos criticados pela turista era justamente a falta de fiscalização. Com as denúncias, a prefeitura colocou nas ruas as equipes de trânsito e Controladoria de Zoonoses. Na ação deste sábado, foram checados os chips instalados nos cavalos, a condição de saúde e a Carteira Municipal de Habilitação dos charreteiros. Nenhum bode, animal usado para puxar as mini-charretes com crianças, foi encontrado nas ruas.

A ação foi comemorada por defensores dos animais na rede social e turista que fez a reclamação também ficou satisfeita. “Minha publicação teve uma repercussão que não esperava. Fico feliz com a possibilidade de mudança no turismo com tração animal em São Lourenço. Espero que existam leis rígidas e fiscalização”, conta Fernanda Brito.

FONTE: G1

11/09/2017

Defensores dos animais querem o fim das charretes em Tiradentes - MG

Exploração animal tem que acabar em definitivo no mundo inteiro.... Tradições? pelo amor dos calos doidos!!!!!! nem vamos falar do que já foi tradição porque todo mundo sabe, né mesmo? Fala sério!!!
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A polêmica surgiu devido a supostos maus-tratos dos charreteiros contra os cavalos na cidade histórica mineira 

As charretes utilizadas em passeios turísticos na cidade histórica mineira de Tiradentes estão no centro de uma grande polêmica. Isso porque defensores dos animais e representantes do poder público estadual querem que esses veículos sejam substituídos por outros que não tenham tração animal, já que os cavalos que puxam as charretes supostamente estariam sofrendo maus-tratos por parte dos charreteiros.

O problema veio à tona há cerca de três meses, após um vídeo ser publicado pelo deputado estadual Noraldino Júnior (PSC), em sua página no Facebook, durante uma visita a Tiradentes. Na publicação, datada de 7 de agosto, o parlamentar – que é presidente da Comissão Extraordinária de Direitos dos Animais da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) – diz que observou cavalos sendo chicoteados pelos charreteiros e, por isso, se reuniu com a prefeitura da cidade para abordar o assunto e propor que "seja reforçada a fiscalização da prefeitura em relação à saúde dos animais e às ações dos charreteiros, bem como a extinção do uso de chicotes".

A polêmica com as charretes na cidade histórica levou à realização de uma audiência pública na ALMG na quinta-feira, dia 26 de outubro. Na reunião, Noraldino Júnior propôs que os veículos de tração animal utilizados em Tiradentes sejam substituídos por quadriciclos. Ainda de acordo com o deputado, a aquisição dos veículos ciclomotores seria feita por meio de emendas parlamentares de sua autoria.


Maus-tratos
A defensora dos animais Luanda Conrado, moradora de Tiradentes, apoia o fim da atividade das charretes na cidade. "Além de serem chicoteados, os cavalos ficam das 7h às 19h sem água e sem comida, além de suportarem excesso de peso quando as charretes estão transportando os turistas", reclama a ativista.

Defesa
A audiência pública que debateu essa polêmica questão, teve também a participação de um advogado representante dos charreteiros e do vice-prefeito de Tiradentes, Luiz Carlos Barbosa, além dos deputados estaduais Ivair Nogueira (PMDB) e Fabiano Tolentino (PSB), todos favoráveis à manutenção das charretes. Os principais argumentos dos defensores são de que a atividade é uma tradição e que garante o sustento de várias famílias.


De acordo com Ivair Nogueira, eventuais maus-tratos devem ser combatidos "com ações de conscientização e fiscalização". A opinião do deputado foi endossada pelo advogado Luiz Carlos Barbosa, que, além de concordar com punições aos charreteiros que não tratarem bem os cavalos, disse se considerar um protetor dos animais.

O vice-prefeito Luiz Carlos Barbosa informou, durante a audiência pública, que um veterinário foi contratado pela prefeitura de Tiradentes para que os charreteiros sejam orientados quanto aos cuidados com os animais. Ainda segundo ele, está prevista a instalação de um espaço para os cavalos descansarem e se alimentarem de forma adequada no intervalo dos passeios.

Fonte: Revista Encontro
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Saiba mais:
Confronto entre donos de charretes e defensores dos animais vira caso de polícia

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