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3/19/2019

LEITURA OBRIGATÓRIA: A era do veganismo: o fim dos prazeres da carne.

Excelente matéria. Bem completa. Todos deveriam ler para ter argumentações importantes na luta de defesa animal....
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Saúde, sustentabilidade e respeito pelos seres sencientes. Existem três razões para reduzir ou abandonar o consumo de produtos de origem animal. Cada vez mais gente dá o passo, inclusive para o ativismo.

E a indústria segue seus rastros. Flexitarianos, vegetarianos e veganos se

1/24/2019

Projeto de Nebraska criminalizaria a nomeação de proteínas alternativas como “carne”

A discussão me pareceu tão idiota..... mas, é bom ficarmos a par...
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Um projeto de lei apresentado na legislatura de Nebraska tornaria ilegal que qualquer pessoa chamasse de “carne” produtos cultivados em laboratório, à base de plantas ou insetos.

A Lei Legislativa 14, apresentada pela senadora Carol Blood, é a mais recente salva em uma disputa crescente entre

1/07/2019

Por que não paramos de comer carne?

Excelente matéria.....
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Você provavelmente já sabe que a carne bovina é responsável por 41% das emissões de gases do efeito estufa; que a pecuária é responsável por 14,5% do total de emissões globais; que o gado produz metano, um gás do efeito estufa 25 vezes mais potente que o dióxido de carbono; que terras são desmatadas para

11/15/2018

Piqueteiros veganos atacam reinado da carne na Argentina

Tem mais é que se manifestar mesmo!!!! tamos juntos!!!!
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Aos gritos de 'fora queijo' e 'frigoríficos são a morte', ativistas invadem churrascarias pelo país
Desde que chegou do Paraguai, em 1556, um grupo de sete vacas e um boi, os habitantes de Buenos Aires deixaram de comer apenas carne de javali e transformaram a cidade na capital latino-americana da carne.

6/18/2018

ALIMENTAÇÃO SADIA: Por que proteína vegetal é melhor para você do que a proteína animal

Ai que queria tanto que as pessoas se informassem sobre isto.....
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Diversos estudos têm concluído que comer carne como fonte de proteína não é a coisa mais esperta que podemos fazer.

Aparentemente, é melhor investir nas plantas. E existem boas razões para explicar por que as fontes de proteína de origem vegetal, como o feijão, são uma alternativa mais saudável ao bacon. Vamos nos debruçar sobre algumas?

Figura geral
A carne animal é conhecida por seus muitos nutrientes. Se você come uma variedade de carnes (claras e escuras, não apenas carne bovina, assim como vários órgãos), pode ingerir todos os aminoácidos necessários para fabricar suas próprias proteínas corporais, além de vitaminas como B12, niacina, tiamina, B5, B6, B7 e vitaminas A e K.

No entanto, se você trocar toda essa proteína animal por uma dieta igualmente diversificada de proteínas vegetais, como nozes, sementes e feijões, dá basicamente na mesma. Esses alimentos também são repletos de um espectro semelhante de nutrientes. A maior diferença é a vitamina B12, que a maioria das plantas não consegue produzir. Você pode obter B12 de algas comestíveis e cereais fortificados, embora a maneira mais fácil seja através de suplementação ou da ingestão de produtos de origem animal.

No geral, contudo, as proteínas à base de plantas são muito mais saudáveis do que suas contrapartes animais. Além de oferecerem os mesmos perfis de vitaminas, contêm mais nutrientes em menos calorias e têm uma coisa que as proteínas animais não têm: fibra.

Fibra
O nutricionista Andrea Giancoli, da Califórnia (EUA), explica que a fibra ajuda na digestão, promove um microbioma intestinal saudável e está fortemente associada a menor risco de doença cardiovascular. Ponto para os vegetais.

Gordura
Outra razão pela qual proteínas animais não são tão boas para a saúde é porque geralmente são acompanhadas de gordura. A gordura é parte da razão pela qual bifes e hambúrgueres são deliciosos. Só que ela também tende a entupir seu coração. “[Com proteínas vegetais] você obtém menos gordura saturada e controla o colesterol”, defende Giancoli.

As gorduras saturadas contribuem para doenças cardiovasculares porque elevam os níveis de colesterol ruim. Já alimentos como nozes, abacates e peixes têm muito menos gorduras saturadas do que carnes vermelhas, por exemplo. Como tal, são alimentos apelidados de “gorduras saudáveis”.

Câncer
Você provavelmente já ouviu falar do relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) que concluiu que carnes vermelhas processadas, como bacon e linguiça, são carcinogênicas. O câncer colorretal, em particular, tem sido associado à ingestão de carne vermelha, bem como câncer de pâncreas e de próstata.

Até mesmo a carne grelhada pode ter alguns compostos carcinogênicos.

Tudo bem que, no que diz respeito ao risco de câncer, a carne não é o nosso pior inimigo. Estimativas recentes da OMS creem que o número de casos anuais de câncer causados por ingestão de carne vermelha seja de 50.000, comparado a 200.000 por poluição do ar, 600.000 por álcool e um milhão por tabaco. Mas o número não é exatamente insignificante, certo?

Vegetarianos vivem mais
Meta-análises que compararam a saúde de pessoas que comem proteínas animais versus proteínas vegetais constataram que, mesmo após o ajuste para outros fatores, como classe socioeconômica, peso e hábitos de exercício físico, aqueles que comem plantas tendem a viver mais e ser mais saudáveis.

Por exemplo, essas pessoas tendem a ter menos doenças cardiovasculares e menos casos de câncer. Há quase certamente alguns pequenos fatores que contribuem para a associação: pessoas que comem proteínas vegetais parecem consultar seu médico com mais regularidade e, assim, obter melhores cuidados preventivos. Talvez também tendam a viver em lugares menos poluídos.

Mas como ainda existem correlações entre o consumo de proteínas vegetais e a saúde geral mesmo após esses ajustes de controle, as análises concluíram que fatores de estilo de vida, por si só, não são responsáveis pela correlação.

A mensagem que fica, então, é: a substituição da proteína vegetal por proteína animal, especialmente no que diz respeito a carne vermelha processada, pode conferir um benefício substancial à saúde. Não precisa desistir de vez do hambúrguer, mas moderar o seu consumo é sem dúvida uma boa ideia.

FONTE: hypescience

5/23/2018

DISCUSSÃO: É de carne ou de soja? Debate divide os Estados Unidos

Tem gente que discute isto tão seriamente que me dá engulho.... Qual é o problema? Com o tempo, as coisas vão se acomodando e uma solução natural será dada..... Na matéria tem uma frase que concordo plenamente: "Quem compra esse tipo de produtos são consumidores informados"
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Um hambúrguer de soja pode ser considerado "carne" e ser vendido no açougue? E os filés produzidos a partir de células de animais? Os partidários das inovações culinárias afirmam que sim, confrontando-se com pecuaristas americanos.

A denominação de um alimento responde a duas questões: a composição expressa na embalagem e sua função no prato, diz Jessica Almy, do The Good Food Institute, uma associação que fomenta alternativas à carne convencional. Um hambúrguer, diz, é um alimento grelhado colocado entre dois pedaços de pão redondo, ao qual pode-se acrescentar mostarda e ketchup, e pouco importa a natureza ou origem do produto.

Quanto a produtos feitos a partir de células animais, trata-se pura e simplesmente de carne, e não poderiam ser denominados de outra forma, afirma Almy. Isso é falso, protestam os criadores de gado. A palavra "carne" é reservada à parte muscular de um animal nascido, criado e abatido de forma tradicional, afirmam.

A associação de criadores de bovinos dos Estados Unidos (USCA) formalizou esse argumento em uma petição de opiniões aberta pelo departamento de Agricultura. Os criadores de gado não querem sofrer o mesmo que os produtores de leite, que assistem impotentes ao auge das bebidas vegetais. Nos supermercados, as vendas de leite de soja, amêndoa ou aveia já representam quase 10% do total dessa categoria de produtos.

- Quem deve regulamentar? -
"Começamos a ver chegarem às estantes de carne dos supermercados produtos cuja embalagem e apresentação podem fazer os consumidores acreditarem que se trata de uma versão mais saudável da carne tradicional ou inclusive de carne pura e simples", diz Lia Biondo, da USCA. "Buscamos nos anteciparmos a isso", adverte.

Por enquanto, os produtos alternativos à carne representam uma parte ínfima dos cárneos vendidos nos Estados Unidos. No entanto, sua popularidade é crescente, e não apenas entre os vegetarianos. Várias start-ups estão propondo produtos cujo gosto, textura e aroma se assemelham aos da carne. E em breve podem chegar os alimentos feitos a partir de células de animais. Estes ainda não estão sendo comercializados, mas poderiam chegar aos consumidores nos próximos cinco anos.

Nem todas as associações de produtores apoiam plenamente a posição da USCA. A American Farm Federation, um dos maiores sindicatos agrícolas, apoia os princípios defendidos pela USCA mas discrepa em relação ao método. "Se esses produtos já são considerados carne, então poderiam escapar das regulamentações do departamento de Agricultura" e passariam a ser regidos pela FDA, a agência federal encarregada da segurança alimentar, diz Dale More, responsável de políticas públicas da Farm.

A associação americana de criadores de bovinos, que conta entre seus membros com gigantes do setor agroalimentar, se opõe à petição da USCA, e considera que a carne oriunda de laboratórios é um produto cárnico. A confusão impera sobre a forma de regulamentar esses alimentos. "Quem compra esse tipo de produtos são consumidores informados", diz Chris Kerr, responsável de um fundo de investimento especializado em alimentos inovadores.

A comercialização em supermercados de produtos até agora confinados em lojas especializadas é coerente com a evolução da sociedade, afirma Kerr. "Estamos vendo uma grande mudança de comportamento de todo um segmento da população consumidora, muito motivada pelos millennials. Eles são muito abertos a alimentos baseados em vegetais, a serem flexitários", diz, usando um termo que se refere aos vegetarianos que ocasionalmente comem carne.

"A indústria pode combater isso, mas eles estão lutando contra si mesmos, porque, em última análise, a maioria dos produtores de carne terá alguma participação nisso e será um resultado bem-sucedido", acrescentou.

FONTE: clicrbs

3/30/2018

Carne alemã contribui para desmatamento na América do Sul

Ontem publiquei a respeito, mas, esta matéria está muito boa e achei por bem repetir sobre o tema..... Quando humanos vão se dar conta?
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Milhares de hectares de floresta sul-americana são desflorestados para cultivo de soja, que alimenta gado no país europeu, aponta relatório. Organização ambiental alerta para expansão da produção no Cerrado brasileiro. A produção de carne na Alemanha está diretamente ligada ao desmatamento na América do Sul, aponta um relatório da organização de proteção ambiental Mighty Earth. Segundo o estudo, milhares de hectares do Gran Chaco – região na fronteira entre Argentina, Bolívia e Paraguai e que inclui parte do Pantanal brasileiro – são desflorestados para o cultivo de soja, planta que serve de alimento para o gado na Alemanha e em outros países da Europa.

Além do desmatamento, a organização acusa o uso de "enormes quantidades de fertilizantes químicos e pesticidas tóxicos, como o produto fitossanitário glifosato".

Segundo a Mighty Earth, três quartos da soja produzida mundialmente são transformados em alimentos para animais. Em 2016, a Europa importou um total de 27,8 milhões de toneladas de soja da América Latina – grande parte, ou 3,7 milhões de toneladas de grãos e farinha de soja por ano, teve a Alemanha como destino.

"Assim que a soja chega à Alemanha, é comprada por produtores de ração para animais ou de carne e usada para criação de animais. De lá [dessas empresas], a soja chega a supermercados e restaurantes e é comprada pelos consumidores", alerta a organização.

De acordo com a Mighty Earth, redes de supermercado na Alemanha com frequência vendem salsichas, Schnitzel e hambúrgueres como sustentáveis e de origem local. "[Mas] enquanto o frango e a carne suína e bovina vendidos por eles [supermercados] normalmente são criados na Alemanha, os alimentos desses animais costumam ser comprados a milhares de quilômetros de distância e, assim, têm consequências muito mais amplas para o meio ambiente", diz a organização em um texto publicado em seu site.

Além do mercado alemão, a Holanda, a França e a Espanha estão entre os países que mais importam soja latino-americana, aponta a organização ambiental.

Desmatamento evitável
As pesquisas da Mighty Earth documentam como a soja plantada para a ração animal alemã faz avançar o desmatamento nos dois principais países produtores de soja na América do Sul, a Argentina e o Paraguai.

"Os resultados batem com o nosso estudo anterior sobre o desmatamento em grande escala para a produção de soja no Cerrado brasileiro e na Bacia Amazônica na Bolívia. Somados, esses quatro países são responsáveis pela maior parcela da produção de soja latino-americana", constata a Mighty Earth.

O que é trágico no quadro pintado pelos ambientalistas americanos é que a destruição poderia ser "completamente" evitada. "Há mais de 650 milhões de hectares já desmatados só na América Latina, onde se pode cultivar soja ou criar gado sem ameaçar os ecossistemas nativos", explica o texto.

"Especialistas que conseguiram praticamente eliminar o desmatamento para a soja na região amazônica do Brasil estimam que a ampliação do sistema de vigilância da floresta a outras regiões produtoras de soja latino-americanas – incluindo o Gran Chaco – custaria apenas entre 750 mil e um milhão de dólares", afirma a Mighty Earth, citando a chamada "Moratória da soja", pacto ambiental firmado em 2006 por ongs ambientais e empresas produtoras de soja, como a Cargill e a Bunge.

"Infelizmente, essa iniciativa se restringe apenas à região amazônica brasileira, possibilitando a continuidade do amplo desmatamento na Argentina, no Paraguai, na Bolívia e no Cerrado brasileiro", acusa a organização.

Tina Lutz, consultora da Mighty Earth para florestas tropicais, afirma que, respostas dadas por empresas alemãs cujas cadeias produtivas ou de fornecimento incluem a soja evidenciaram que "não existe um sistema exato o suficiente para que as empresas reconheçam a origem da soja que utilizam ou para que constatem se os seus produtos contribuem para a destruição do meio ambiente".

A Mighty Earth e outras organizações pedem que os produtores de soja ampliem o sistema da Moratória da Soja a outras áreas de produção do grão na América Latina, incluindo o Gran Chaco, a região amazônica da Bolívia e o Cerrado no Brasil.

Além disso, a organização também pede que empresas alemãs compradoras de soja aumentem o controle que têm sobre a origem do grão, contribuindo assim para a preservação das florestas.

"Já que 97% da soja usada para a produção de ração na Europa são importados, é responsabilidade da Europa exigir que essa soja não contribua para o desmatamento das florestas e [a destruição] dos ecossistemas locais", diz a Mighty Earth.

FONTE: opovo

3/29/2018

Carne européia provoca desmatamento no Pantanal

Quando será que humanos vão ver a aceleração da destruição do planeta com esta ambição financeira em cima do sofrimento animal? Sinceramente, a gente nem sabe mais o que argumentar.....
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A produção de carne na Alemanha está diretamente ligada ao desmatamento na América do Sul, aponta um relatório da organização de proteção ambiental Mighty Earth. Segundo o estudo, milhares de hectares do Gran Chaco – região na fronteira entre Argentina, Bolívia e Paraguai e que inclui parte do Pantanal brasileiro – são desflorestados para o cultivo de soja, planta que serve de alimento para o gado na Alemanha e em outros países da Europa. Além do desmatamento, a organização acusa o uso de "enormes quantidades de fertilizantes químicos e pesticidas tóxicos, como o produto fitossanitário glifosato".

Segundo a Mighty Earth, três quartos da soja produzida mundialmente são transformados em alimentos para animais. Em 2016, a Europa importou um total de 27,8 milhões de toneladas de soja da América Latina – grande parte, ou 3,7 milhões de toneladas de grãos e farinha de soja por ano, teve a Alemanha como destino. "Assim que a soja chega à Alemanha, é comprada por produtores de ração para animais ou de carne e usada para criação de animais. De lá [dessas empresas], a soja chega a supermercados e restaurantes e é comprada pelos consumidores", alerta a organização.

De acordo com a Mighty Earth, redes de supermercado na Alemanha com frequência vendem salsichas e hambúrgueres como sustentáveis e de origem local. "[Mas] enquanto o frango e a carne suína e bovina vendidos por eles [supermercados] normalmente são criados na Alemanha, os alimentos desses animais costumam ser comprados a milhares de quilômetros de distância e, assim, têm consequências muito mais amplas para o meio ambiente", diz a organização em um texto publicado em seu site. Além do mercado alemão, a Holanda, a França e a Espanha estão entre os países que mais importam soja latino-americana, aponta a organização ambiental.

Desmatamento evitável
As pesquisas da Mighty Earth documentam como a soja plantada para a ração animal alemã faz avançar o desmatamento nos dois principais países produtores de soja na América do Sul, a Argentina e o Paraguai. "Os resultados batem com o nosso estudo anterior sobre o desmatamento em grande escala para a produção de soja no Cerrado brasileiro e na Bacia Amazônica na Bolívia. Somados, esses quatro países são responsáveis pela maior parcela da produção de soja latino-americana", constata a Mighty Earth.

O que é trágico no quadro pintado pelos ambientalistas americanos é que a destruição poderia ser "completamente" evitada. "Há mais de 650 milhões de hectares já desmatados só na América Latina, onde se pode cultivar soja ou criar gado sem ameaçar os ecossistemas nativos", explica o texto.

"Especialistas que conseguiram praticamente eliminar o desmatamento para a soja na região amazônica do Brasil estimam que a ampliação do sistema de vigilância da floresta a outras regiões produtoras de soja latino-americanas – incluindo o Gran Chaco – custaria apenas entre 750 mil e um milhão de dólares", afirma a Mighty Earth, citando a chamada "Moratória da soja", pacto ambiental firmado em 2006 por ongs ambientais e empresas produtoras de soja, como a Cargill e a Bunge.

"Infelizmente, essa iniciativa se restringe apenas à região amazônica brasileira, possibilitando a continuidade do amplo desmatamento na Argentina, no Paraguai, na Bolívia e no Cerrado brasileiro", acusa a organização.

Tina Lutz, consultora da Mighty Earth para florestas tropicais, afirma que, respostas dadas por empresas alemãs cujas cadeias produtivas ou de fornecimento incluem a soja evidenciaram que "não existe um sistema exato o suficiente para que as empresas reconheçam a origem da soja que utilizam ou para que constatem se os seus produtos contribuem para a destruição do meio ambiente".

A Mighty Earth e outras organizações pedem que os produtores de soja ampliem o sistema da Moratória da Soja a outras áreas de produção do grão na América Latina, incluindo o Gran Chaco, a região amazônica da Bolívia e o Cerrado no Brasil.

Além disso, a organização também pede que empresas alemãs compradoras de soja aumentem o controle que têm sobre a origem do grão, contribuindo assim para a preservação das florestas. "Já que 97% da soja usada para a produção de ração na Europa são importados, é responsabilidade da Europa exigir que essa soja não contribua para o desmatamento das florestas e [a destruição] dos ecossistemas locais", diz a Mighty Earth.

FONTE: uol

3/04/2018

Produtores americanos questionam uso da palavra “carne” para produto fabricado em laboratório

Gente, quando eu li esta matéria achei que estava bêbada já que nunca vi uma comprovação tão grande da preocupação dos pecuaristas com a diminuição do consumo da carne!!!!! kkkk.... isto é muito bom!!!!!
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Recentemente, a Associação de Criadores de Gado dos EUA tomou uma medida aparentemente defensiva mediante a apresentação de uma petição com o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) para evitar que produtos sejam rotulados com a palavra “carne” (beef ou meat, em inglês) a menos que proviessem de um animal abatido.

Eles argumentam que os consumidores estão sendo confundidos e enganados quando compram hambúrgueres e outros produtos à base de carne que contêm proteínas alternativas. No entanto, parece que a motivação real é impulsionada pelo medo. A indústria de carne bovina está enfrentando uma concorrência real pela primeira vez e simplesmente não estão gostando disso.

Há boas razões para se preocuparem. De acordo com dados da HealthFocus, 17% dos consumidores dos Estados Unidos comem uma dieta predominantemente baseada em plantas e 60% afirmam estar reduzindo seus produtos à base de carne. Dentre os consumidores que estão reduzindo a ingestão de proteínas animais, 55% dizem que a mudança é permanente.

Um analista do Rabobank, um dos maiores bancos de commodities agrícolas do mundo, publicou um relatório que dizia que abocanhar apenas 5% da participação de mercado da carne convencional tornaria a “carne limpa” um produto viável.

Para piorar as coisas para os pecuaristas, alguns dos maiores players de produtos animais estão investindo no “inimigo”, por assim dizer. No ano passado, Tyson Foods (o maior processador de carne dos EUA) e e Cargill (maior empresa de agricultura privada da América) investiram em empresas de carnes vegetais e limpas; por isso, é fácil ver por que a indústria de carne está se sentindo um pouco insegura no momento.

A Associação de Criadores de Gado dos EUA não é a única preocupada em proteger seus negócios. No início deste mês, outro grupo industrial poderoso, a National Cattlemen’s Beef Association (NCBA), listou a “carne falsa” como uma das suas cinco principais prioridades para 2018 e prometeu “proteger nossa indústria e consumidores de carne falsa e rótulos enganosos”.

Será interessante acompanhar isso. A petição para o USDA parece violar os direitos da Primeira Emenda que permitem que as empresas rotulem seus produtos de forma clara e de forma que os consumidores entendam, o que pode ser uma das razões pelas quais, em última instância, poderá não dar certo.

Se há uma coisa que hoje os consumidores não gostam, é de alguém que diga o que eles podem ou não usar para descrever seus alimentos. Isso pode fazer com que os consumidores se sintam ainda mais inclinados a experimentar novas opções que têm menos impacto no planeta e evitam o abate de animais.

Rotulagens à parte, é provável que continuemos a ver mais empresas entrando no negócio de carnes à base de plantas e limpas, já que a demanda por esses produtos se tornando cada vez maior a cada ano.

FONTE: beefpoint

12/26/2017

O mundo sem a industria da carne animal

Ô, meu Deus!!!! nem adianta pedir para vc. me deixar por aqui até ver o fim da industria da carne animal porque vou estar meia gagá, (mais do que estou rsrsrs) e nem vou entender bem esta mudança da sociedade..... acho que isto é coisa para 50 anos, não? então, não vai dar mesmo..... Mas, que eu queria estar por aqui queria sim.....
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