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1/17/2019

Ranking indica que grandes redes de fast-food ignoram o bem-estar de frangos

As coisas estão acontecendo, mesmo que modestamente.... Dezenas de matérias estão sendo escritas sobre a exploração animal....
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A pesquisa da Proteção Animal Mundial classificou empresas que atuam no Brasil - Burger King, Domino's, KFC, McDonalds, Pizza Hut, Starbucks e Subway, entre ruim e deficiente, indicando uma negligência quase que universal para o bem-estar animal.

10/20/2018

Maximizar o bem-estar no transporte de aves.... (Não é melhor parar de comê-las?)

Qualquer transporte de animais é traumático para ele... Por instinto sabem que vão para uma pior e daí o sofrimento é muito grande.... Melhorar não resolve muito.... O melhor é parar de comer animais criados para consumo..... é triste demais!!!! Mas, temos que tomar conhecimento de tudo que envolve a questão...
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O transporte representa um ponto na vida

8/31/2018

Você gosta de ouvir Bach? Os porcos também

Pobres animais.... os resultados são sempre com análise econômica..... podre....
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Música diminuiu brigas entre os suínos em experimento; animais também consumiram menos ração mantendo ganho de peso normal
Suínos tiveram uma melhoria em seu bem-estar, algumas mudanças de comportamento e até apresentaram alterações alimentares ao ouvir música

6/12/2018

BALELA: Bem-estar animal pode aumentar a produtividade no campo

Engraçado falarem que a "ciência" do bem estar animal foi criada em 1960.... Na verdade chegou até existir uma lei federal de bem estar animal. Eu a tenho, mas, preciso procurar. Só que ela só fala em equinos e bovinos e as condições eram ridículas. Inclusive ela foi extinta naquele tal decreto que o Collor detonou a 24645/34.... Recuperei tudo e graças a nós (Vanice Orlandi - UIPA) conseguimos mostrar que este Decreto-Lei ainda estava valendo. Tem gente que nem sabe disto..... kakakakaka.... Quando eu falo do tanto que as pessoas precisam aprender para defender os animais, não é à toa.....O que existe de bem-estar animal hoje em dia, foi criado e motivado EXCLUSIVAMENTE por profissionais do direito animal, classe na qual me incluo com muita honra.
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Segundo entidades de defesa animal, a conduta é bem avaliada pelos consumidores e deve ser adotada em todas as etapas do processo produtivo
O bem-estar animal é preocupação constante no setor agropecuário e consumidores exigem cada vez mais condutas humanitárias.  Durante um evento realizado em São Paulo, a importância do conceito para o futuro das competições equestres no país foi discutido para o aumento da produtividade no campo.

A ciência do bem-estar animal foi criada na década de 1960 e o principal objetivo é ajudar o animal a reproduzir o comportamento natural da espécie para a melhora da qualidade de vida. “No caso dos cavalos, é preciso respeitar a integridade e as características dos animais nas dimensões físicas e também comportamentais”, comentou Cláudia Sophia Leschonski, membro da comissão técnica de bem-estar animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (SP).

De maneira prática, na pecuária, o bem-estar animal ajuda a aumentar a produtividade e evitar lesões em bovinos, que podem causar danos às carcaças. Para o assessor do gabinete de Defesa Agropecuária de São Paulo, a conduta é bem avaliada pelos consumidores e deve ser adotada em todas as etapas do processo produtivo.

“A qualidade do produto começa no nascimento do animal e vai até o seu encaminhamento para o abate, passando por todas as fases de criação, transporte e mesmo dentro dos estabelecimentos de abate. Hoje, o grande mercado consumidor é exigente e quer saber de onde vem o alimento e como ele foi criado”, disse José Eduardo Alve de Lima, Assessor de Defesa Agropecuária de São Paulo.

Para a integrante da comissão técnica de bem-estar animal, a tendência é que as práticas sejam adotadas por toda a cadeia produtiva.”O que a gente tem visto nas últimas décadas é que a sensibilidade das pessoas em relação aos animais tem mudado e têm sido visto cada vez mais os animais como criaturas conscientes e com o direito de terem uma vida de boa qualidade. Até a permanência do hipismo nas Olimpíada está ameaçada. Isso é como um dominó e o esporte de elite traz toda a base atrás de si”, comentou Cláudia.

No Brasil, o órgão responsável por estimular condutas humanitárias na pecuária é a Coordenadoria de Boas Práticas e Bem-estar animal,  vinculada ao Ministério da Agricultura. A entidade é responsável por fiscalizar e incentivar o trabalho em todos os ciclos da cadeia produtiva.

“Um exemplo é o programa Mais Leite Saudável, que tem favorecido mais de 30 mil produtores rurais e desenvolvendo boas práticas para o bem-estar animal. Outro exemplo é o programa que vem sendo desenvolvido junto à Embrapa para  suínos e aves, e existe ainda o projeto na área de bem-estar de aves para estimular a criação de aves poedeiras fora de gaiolas”, finalizou a auditora fiscal do Ministério da Agricultura, Juliana de Amaral.

FONTE: canalrural

5/31/2018

GREVE: Grupo de bem-estar animal critica bloqueio de veículos de transporte de ração

Realmente, a coisa pegou, mas, tirando o sofrimento dos animais por morrem de fome, adorei o prejuízo desta cambada toda que explora a industria da carne....
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São Paulo, 28 - O Instituto Certified Humane, que representa no Brasil a Humane Farm Animal Care (HFAC), divulgou nesta segunda-feira, 28, carta de repúdio ao bloqueio de veículos de transporte de ração animal durante a greve dos caminhoneiros.

A HFAC é uma organização internacional voltada para a certificação de bem-estar dos animais de produção.

Segundo o Certified Humane, o bloqueio está afetando intensamente o bem-estar dos animais de produção no País. "É inaceitável que milhões de animais morram de fome como consequência desta greve", afirma o instituto na carta de repúdio. "As condições estão extremamente críticas."

O diretor executivo da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, disse no domingo que a paralisação dos caminhoneiros já provocou um prejuízo de R$ 3 bilhões ao setor e levou ao sacrifício de 64 milhões de aves adultas e pintinhos.

"O Instituto Certified Humane lamenta muito todo este contexto", diz a carta. "Não estamos aqui nos posicionando sobre a legitimidade da greve dos caminhoneiros. E sim, intervindo por quem não tem o poder de falar, mas merece nosso respeito."

O instituto pede aos caminhoneiros que liberem a passagem dos veículos que transportam a ração para granjas e fazendas brasileiras. "Não podemos ficar alheios a esta situação. Uma atitude imediata é imprescindível para que a morte dos animais seja descontinuada."

FONTE: EM

4/16/2018

O brasileiro já começa a questionar o bem-estar animal do produto que consome

É óbvio que queremos que todos parem de comer os animais, mas, enquanto isto não acontece, algumas ações acabam por diminuir o sofrimento dos animais de abate. Alguns acham que estas ações só atrasam o fim da exploração dos animais de consumo. Eu acho que tudo ajuda para se chegar ao fim... Este fim só acontecerá quando a carne de laboratório custar menos que a autentica animal. Aposto o resto da minha vida nisto!!!!!
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O movimento global por um consumo sustentável chegou definitivamente à cadeia da proteína animal. Os consumidores, cada vez mais bem informados, estão dizendo não para as práticas de manejo que levem sofrimento a bovinos, suínos e aves. Essas cadeias processam globalmente 262,7 milhões de toneladas por ano, e podem enfrentar daqui para frente uma forte barreira comercial, caso se descuidem do tema.

A DINHEIRO RURAL entrevistou, neste mês, o zootecnista José Rodolfo Ciocca, gerente de Agropecuária Sustentável da World Animal Protection, organização não-governamental inglesa que atua em todo o mundo na defesa de qualquer tipo de animal, de cães até elefantes. Desde 2013, a entidade apresenta o relatório anual Benchmark de Negócios do Bem-estar Animal na Fazenda (BBFAW, na sigla em inglês).

DINHEIRO RURAL – Há novidades na edição 2018 do relatório sobre bem-estar animal?
JOSÉ RODOLFO CIOCCA − A novidade é que estamos vendo um grande movimento de empresas comprometidas com investimentos em bem-estar animal. O estudo avaliou 110 empresas de 18 países, ligadas à cadeia de produção e ao comércio de alimentos. No primeiro relatório havia 68 empresas de 12 países. No Brasil, foram avaliadas três empresas: a BRF, a JBS e a Marfrig. Elas estão incorporando mais a política de bem-estar animal. O plano é aumentar cada vez mais o número de empresas avaliadas, especialmente na América Latina e na Ásia.

RURAL − Como as empresas comprovam que estão mudando as suas práticas?
CIOCCA − A comprovação é feita por meio das informações que as companhias divulgam em seus relatórios anuais. Apesar de não ter uma auditoria, o BBFAW desenvolveu uma metodologia bem complexa, com cruzamento de todas as informações, o que evita margem de manobra. A pontuação de uma companhia sobe, à medida que a sua atuação envolve geograficamente outras regiões do mundo. Por exemplo, o McDonald’s. Na Inglaterra, a empresa afirma não usar mais ovos de galinhas confinadas em gaiolas. Mas, no Brasil, a empresa ainda não publicou esse compromisso. Nesse sentido, ela não vai ter uma nota elevada.

RURAL − Pode-se confiar nas informações declaradas?
CIOCCA− Sim, porque essas empresas investem em fiscalizações internas. Uma auditoria feita por outras organizações comprovam que as companhias listadas no relatório estão cumprindo as metas de bem-estar animal. Essas informações acabam constando no relatório.

REVISTA RURAL − Qual foi o nível de classificação das empresas brasileiras?
CIOCCA − A BRF e a JBS foram classificadas no nível dois e a Marfrig, no nível três. O ranking que compõe o relatório parte do nível um, o melhor, ao nível seis, o pior.

RURAL − O que exatamente elas estão fazendo?
CIOCCA − A BRF se comprometeu com a criação de leitoas matrizes livres de gaiolas. Nós estamos desenvolvendo um projeto com a empresa para, aos poucos, ir adotando esse sistema em todas as regiões em que ela atua. A JBS também tem feito a mesma coisa. Então, vejo de forma explícita a evolução da agroindústria brasileira.

RURAL − Qual a repercussão desse tipo de política?
CIOCCA − No caso da BRF, quando se comprometeu com a eliminação das gaiolas na criação de suínos, ela influenciou outras agroindústrias na adoção dessa postura. A proposta da BRF é que os produtores integrados criem soltas metade de seus plantéis de leitoas até 2025. Hoje estão todas em gaiolas. Isso vai significar um salto gigantesco no bem-estar desses animais.

RURAL − Quais são as outras parcerias da World Animal Protection?
CIOCCA − Trabalhamos diretamente com instituições que consigam dar uma base científica para o bem-estar animal. Não é algo abstrato. Estamos desenvolvendo projetos com a Embrapa Suínos e Aves, de Concórdia (SC), incentivando a realização de projetos de criação mais humanitária dos animais. Essa será a demanda do consumidor daqui para frente. Há, também, parcerias com universidades, como a UFRJ, a Unesp e a UEL.

RURAL − Com poucas empresas, como o Brasil é avaliado no relatório?
CIOCCA − Apesar do número pequeno de empresas avaliadas, a pesquisa mostra que o País ocupa uma posição interessante. Isso porque o relatório leva em conta o conjunto de empresas avaliadas, que, no caso do Brasil, são três muito bem posicionadas. Ao contrário dos Estados Unidos, onde foram avaliadas cerca de 30 empresas, com notas variadas. Mas é necessário que o Brasil avance em certas questões. O País está produzindo um animal visando ao bem-estar, mas destinado apenas aos europeus. Por que isso? Na maioria das vezes, o brasileiro nem chega a consumir os produtos vindos desse tido de criação.

RURAL − É preciso inverter essa lógica?
CIOCCA − Sim, porque o brasileiro já começa a questionar o bem-estar animal do produto que consome. As empresas devem se preparar para atender a exigência do consumidor local, pois ele também quer uma proteína animal de qualidade. Isso vai refletir, inclusive, em mais pontos e melhores níveis no ranking.

RURAL − Do ponto de vista do bem-estar animal, como o Brasil pode evoluir?
CIOCCA − Claro que ainda há muito para fazer, mas o Brasil é um grande responsável na produção global de alimentos. Principalmente de proteína animal. Nesse cenário, ele começa a atender uma demanda de perfil de consumidores que são a favor de uma pegada mais ética e pode elevar ainda mais a sua importância na produção de alimentos. O País tem potencial para garantir condições mais naturais de criação, com acesso do rebanho a pasto, luz e ar livre.

RURAL − Para o bem-estar animal, qual é a cadeia produtiva mais crítica?
CIOCCA – São duas, no caso, a de suínos e a de aves. Há três aspectos que identificam seus pontos críticos. Um deles é a longa duração de sofrimento a que um animal pode ficar submetido. O outro é o confinamento extremo e a alta lotação de animais em um mesmo espaço. E não menos importante são as práticas de mutilação. Na avicultura, por exemplo, há casos em que se cortam os bicos das aves. Na suinocultura, há o corte da cauda e dos dentes dos animais. Felizmente, há alternativas para melhorar isso tudo. São medidas que podem garantir uma produção mais sustentável.

RURAL − Que alternativas são essas?
CIOCCA – São métodos simples de bem-estar animal. Se dermos mais condições ambientais aos animais, eles expressam melhor o seu potencial produtivo. Por exemplo, a garantia de fontes de alimentos mais naturais, além de luz e vento. Menos estresse, com uma redução de lotação, pode se refletir em maiores ganhos econômicos na criação.

FONTE: beefpoint

2/27/2018

Empresas brasileiras avançam em relação ao bem-estar animal

Pelo que entendi, a verdade não é tão verdade..... achei a matéria meia contraditória.... enfim...
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Ranking avaliou desde as nacionais JBS, BRF e Marfrig até redes de fast-food internacionais como McDonald's, Starbucks e Pizza Hut
Divulgado na última quinta-feira (22/02), o sexto relatório Business Benchmark on Farm Animal Welfare 2017 (BBFAW) classificou 110 empresas mundiais de alimentos em padrões de bem-estar de animais de fazenda. O ranking do BBFAW é publicado anualmente pela Proteção Animal Mundial e nossos parceiros da Compassion in World Farming, desde 2012.

Avaliadas do nível 1 (melhor) ao 6 (pior), o material indica bom desempenho das empresas brasileiras BRF (nível 2), JBS (nível 2) e Marfrig (nível 3) que iniciaram projetos voltados ao bem-estar dos animais de fazenda em seus processos de negócios.

Segundo informações da World Animal Protection, a conquista do Brasil pode ser atribuída também ao fato dessas empresas serem grandes exportadoras para os EUA e Europa – locais onde é necessário garantir o bem-estar animal.

Redes de fast-food
No setor de fast-food, nenhuma empresa atingiu o nível 1. Segundo o relatório, o McDonald´s lidera o ranking com o nível 2. A rede tem uma política universal de saúde e bem-estar animal e assumiu importantes compromissos, como o uso de ovos de galinhas sem gaiola no Reino Unido, Europa e Nova Zelândia e a eliminação de gaiolas de gestação para porcas nos EUA e Reino Unido. Todavia, o relatório sugere que o bem-estar de frangos servidos em restaurantes ao redor do mundo, ainda é polêmico. "O McDonald´s, além da falta de processos com a genética, ainda não se compromete a oferecer espaço suficiente para esses animais viverem de forma saudável", diz a publicação.

Pizza Hut e Starbucks, redes estrangeiras e também bastante populares no Brasil, encontram-se no posto 5. "Para essas empresas, o bem-estar dos animais de fazenda está na agenda de negócios, mas há evidências limitadas de implementação", explica em nota a organição.

FONTE: suinoculturaindustrial

12/11/2017

Bem-estar animal: por que investir em abate humanitário vale a pena?

Os caras dão uma desculpa esfarrapada para darem um prazo tão longo para investir em "bem-estar".... Imagine que só em 2026 farão mudanças por causa de 1,5 bilhão em investimento. Como assim, mané?
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A preocupação com o bem-estar animal está na pauta dos produtores rurais e das indústrias catarinenses de processamento de carne. Esta é uma questão absolutamente atual. As agroindústrias barrigas-verdes foram as primeiras empresas brasileiras a aderir ao Programa Nacional de Abate Humanitário, mundialmente conhecido pela sigla STEPS.

O programa está baseado na formação de multiplicadores através da transmissão do conhecimento e na capacitação sobre boas práticas no manejo pré-abate e abate de aves, bovinos e suínos para minimizar o sofrimento que possa ser causado aos animais, melhorando o ambiente de trabalho e a qualidade do produto final. Proporciona, portanto, uma vida melhor aos milhões de animais destinados ao consumo.

Abate humanitário
A adoção dos princípios e conceitos do abate humanitário tornou-se prioridade nos últimos anos. Em 2008, o Ministério da Agricultura e a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) firmaram acordo de cooperação visando implementar melhorias no bem-estar no manejo pré-abate dos animais de produção no Brasil.

Santa Catarina foi o primeiro Estado a receber o programa, através do qual capacitou fiscais federais agropecuários, agentes de inspeção e médicos veterinários conveniados, além das equipes técnicas dos abatedouros. Quando os frigoríficos melhoram o bem-estar dos animais, diminuem os riscos de fraturas, contusões e hematomas, cai o percentual de mortalidade e melhora a qualidade final do produto cárneo.

Cooperação
Atualmente, as indústrias adotam a política do bem-estar animal em várias linhas de atuação, implementado treinamentos de toda a cadeia produtiva, englobando produtores, técnicos, transportadores e funcionários de frigoríficos. Nessa área, indústrias, Embrapa e as ONGs trabalham em estreita cooperação.

Essa cooperação resulta em projetos de estudos e melhorias em várias áreas que envolvem o bem-estar animal. As empresas têm investido fortemente em adaptações físicas, veículos de transportes, plantas frigoríficas e até mesmo nas propriedades rurais, visando minimizar o impacto do manejo dos animais.

Segurança dos trabalhadores e dos animais
Atualmente, todos os animais abatidos nas plantas frigoríficas respeitam os preceitos do Abate Humanitário. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade ética dos alimentos que consomem. A adoção pelas empresas das boas práticas de bem-estar animal proporciona segurança dos trabalhadores e dos animais, a facilitação do manejo e do trabalho dos envolvidos com os animais, aumenta a produtividade e a lucratividade da cadeia produtiva e melhora a imagem dos produtos no mercado consumidor, entre outros.

Alto investimento
Entretanto, é preciso compreender que, por trás do romantismo dessa questão complexa, há necessidade de pesados investimentos. Por exemplo, as agroindústrias brasileiras assumiram o compromisso de eliminar até 2026 alguns fatores de desconforto, como as celas de gestação e as gaiolas de poedeiras, usadas na suinocultura e na avicultura industrial.

Não existe em nenhum país produtor legislação sobre isso e o Brasil está saindo na frente, neste quesito. Mas essa mudança é um processo caríssimo que exige R$ 1,5 bilhão de investimentos. A vasta cadeia produtiva da carne é avançada, é sustentável, é um orgulho catarinense.


FONTE: sfagro.uol

11/09/2017

Fazenda holandesa vende primeiros ovos produzidos sem emissão de CO2

Fui pesquisar a respeito e acho que, pelo menos, está havendo um cuidado maior. Comparando as granjas nojentas que vemos pelo mundo afora, esta daí parece um paraíso para as pobres galinhas exploradas. O Link da empresa é ESTE. Separei algumas fotos p´ra avaliarem. É claro que depois irão para aquela morte miserável, mas, pelo menos, enquanto não conseguimos nosso intento, elas tem uma vida....
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A partir de energia limpa e uma alimentação procedente de resíduos, a empresa holandesa Kipster afirmou ter produzido o primeiro ovo sem emitir uma única grama de CO2.

"Há três anos nos propusemos a investir em um novo conceito de fazenda, onde as galinhas produzissem o ovo mais sustentável do mundo, sem que o preço disparasse para o consumidor", explicou à Agência Efe um dos cofundadores da Kipster, Ruud Zanders.


A fazenda, que fica no sul da Holanda, produz ovos de galinhas brancas, da raça Leghorn, que são mais eficientes, segundo Zanders. "Elas precisam de menos recursos do que outras raças para produzir a mesma quantidade de ovos", explicou.

O segundo passo para a produção de um ovo livre de CO2 é o uso exclusivo de energias renováveis. Por isso, a firma instalou 1.100 painéis solares para suprir a fazenda.


Por fim, o terceiro elemento é o aproveitamento de resíduos da indústria alimentícia para a ração das aves. A empresa utiliza, segundo Zanders, excedentes da colheita não apta para o consumo humano, mas que podem ser dados às galinhas. "Um exemplo é o cereal procedente da indústria do óleo vegetal", explicou o cofundador da Kipster.

Com esses três avanços, a empresa garante que consegue reduzir a emissão de CO2 na produção em 90%. O restante, que não é eliminado, acaba compensado com investimentos em produtos de energia solar e reflorestamento.


A ração criada a partir de resíduos de alimentos pode servir de modelo para outros produtores, segundo o pesquisador da Universidade de Wageningen, Bram Bos. "É um alimento que não faz uso da terra disponível e, portanto, seu impacto na mudança climática é muito menor", afirmou.

Esse mesmo avanço, no entanto, é também a principal limitação do modelo proposto pela Kipster, destacou o especialista. "O volume de resíduos necessários para alimentar todas as galinhas chocadeiras é muito maior do que o que está disponível hoje. Esse é um problema global", explicou.


Outra desvantagem está no preço. Com um custo de 24 centavos de euro por ovo, o produto livre de CO2 é 50% mais caro. "Falta muito ainda até se conseguir uma grande produção nesse preço. Muita gente ainda não está disposta a pagar tanto por um ovo", explicou Bos.

Zanders, no entanto, diz que os ovos de sua empresa são mais baratos do que os orgânicos porque eles utilizam na produção milho mais caro, de boa qualidade. "Isso é um contrassenso. Enquanto milhões de pessoas morrem de fome, damos alimento apto para consumo humano para nossos animais", afirmou o empresário.



Após a produção, os ovos são empacotados em caixas de fécula de batata, um material mais sustentável do que papelão. O produto então é levado a um supermercado que, desde outubro, vende com exclusividade o ovo livre de CO2.

Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), a pecuária é responsável por 14,5% das emissões de CO2 no mundo, sendo que 8% vem da produção de ovos.

FONTE: uol

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