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9/24/2018

Como as baleias passaram de caça a atração turística em Santa Catarina


Que bom que a galera de Santa Catarina está pensando no quanto um turismo sadio traz benefícios para o Estado. Diferentemente da maldita "Farra do Boi"...
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O catarinense gosta muito de baleias. Basta notar a revolta causada pela proposta japonesa de retomar a caça contra o animal e a repercussão sempre que há fotos da gigante do mar no litoral do Estado. E a recíproca está se tornando

9/15/2018

Proposta de liberar caça comercial de baleias é rejeitada pela Comissão Baleeira Internacional

Foi uma vitória muito significativa considerando a tradição e poderio econômico de países como Japão, Islândia e outros europeus..... Agora a luta é o Santuário das Baleias..... Parabéns ao amigo Truda que vem trabalhando muito pelas nossas amadas baleiras..... Axé, garoto!!!!!!
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Votação ocorreu na manhã desta sexta-feira. Sugestão de alteração foi

9/14/2018

Proposta de liberar caça a baleias tem votação adiada em Florianópolis

O destino de nossas baleias está em perigo.... Sempre achei o Japão um país exemplar menos nesta questão de caça de baleias e a matança de golfinhos em Taiji. Daí, o saldo acaba ficando em negativo.... É muito triste ver um país que dá lições de civilidade estar querendo liberar a caça de baleias que, na época da proibição, nos arrastamos no asfalto para sangrarmos e protestar..... Quem for da antiga deve lembrar do

8/03/2018

Companhia de viagens pára de vender bilhetes para SeaWorld

Se todas as empresas de viagens fizessem o mesmo, seria o melhor de acontecer, não?
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A Thomas Cook, uma das maiores empresas de viagens do Reino Unido, decidiu parar de vender bilhetes para o polêmico parque de animais que mantém orcas em cativeiro.

A notícia foi divulgada pelo próprio grupo empresarial que detém linhas aéreas,

7/20/2018

Monitoramento aéreo avista 36 baleias-francas no Litoral de Santa Catarina

Que bichos maravilhosos, minha Santa!!!!! proteja eles por todos nós que os amamos....
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Entre os animais estavam 13 pares de mães com filhotes e 10 animais adultos solitárias
Um monitoramento aéreo avistou 36 baleias-francas de Florianópolis ao Balneário Rincão no último domingo. Entre os animais estavam 13 pares de mães com filhotes e 10 baleias-francas

7/06/2018

REPRODUÇÃO: Cerca de 20 mil baleias jubarte devem passar pelo litoral da BA para reprodução


Estas lindonas, pelo menos por aqui, podem nadar seguras..... Axé para todas elas....
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Estimativa é do Instituto Baleia Jubarte, que acompanha há 30 anos o período reprodutivo dos animais. Baleias chegam a medir 16 metros de comprimento e a pesar até 40 toneladas.

Cerca de 20 mil baleias jubarte devem passar pelo litoral da Bahia entre os meses de julho e novembro, quando ocorre o ciclo reprodutivo da espécie. A estimativa é do Instituto Baleia Jubarte, que acompanha há 30 anos o perído reprodutivo dos animais, que chegam a medir 16 metros de comprimento e a pesar até 40 toneladas.

As baleias são animais migratórios e estabelecem lugares diferentes para alimentação e reprodução. Entre julho e novembro, elas saem da região da Antártida, que passa por um inverno rigoroso, e migram para águas tropicais, que são mais quentes, para poderem se reproduzir. Desde maio alguns animais já começaram a chegar no estado.

O maior berço reprodutivo do Atlântico Sul é na região de Abrolhos - que vai do extremo sul da Bahia ao norte do Espírito Santo.

Dóceis, as baleias atraem milhares de turistas para regiões costeiras da Bahia, como Praia do Forte, Morro de São Paulo, Itacaré, Caravelas e Salvador.

Na última segunda-feira (2), duas baleias foram flagradas dando saltos no mar da Baía de Todos-os-Santos, na altura do bairro da Barra, na capital baiana. Os saltos foram gravados com aparelhos celulares por pessoas que estavam na região e puderam apreciar o "espetáculo".

Conforme Enrico Marcovaldi, um dos fundadores do Instituto Baleia Jubarte, a população de baleias jubarte cresce de 7% a 15% ao ano. "As fêmeas migram para as águas tropicais para ter os filhotes, após um período de gestação de 11 meses. Os machos também vem atrás de parceiras, que estão no período fértil", destaca.

As baleias ficam entre quatro e cinco meses nas áreas de reprodução, até que os filhotes estejam desenvolvidos e possam retornar com as mães para a Antártida.

No período reprodutivo, com o acréscimo na quantidade de animais na costa, consequentemente o número de encalhes também aumenta. Um encalhe ocorre quando, por qualquer motivo, estes animais chegam muito próximo às praias ou arrebentação e não conseguem se libertar sozinhos, ou quando chegam já mortos.

Segundo Hernani Ramos, pesquisador do Projeto Baleia Jubarte, em 2018 já foram contabilizados na Bahia seis encalhes de jubarte. No ano passado, houve recorde ao serem contabilizados 122 encalhes do animal.

Segundo o Instituto Baleia Jubarte, os animais encalham por estarem fracos ou desorientados devido a doenças, ferimentos por colisão com embarcações ou emalhe em redes de pesca.

A poluição nos oceanos também pode afetar a saúde dos animais. Ainda segundo a entidade, filhotes que se perdem das mães não conseguem se alimentar sozinhos e podem encalhar.

Na tarde de domingo (1º), pedaços de uma baleia jubarte foram encontrados em uma praia do município de Alcobaça, sul da Bahia. Conforme Milton Marcondes, coordenador de pesquisa do projeto Baleia Jubarte, os pedaços, provavelmente, são restos da baleia que foi encontrada morta e encalhada na quinta-feira (29). O material foi removido da praia ainda no domingo.

Foi a segunda baleia encontrada morta este ano no sul da Bahia. Moradores da cidade de Prado, no extremo sul da Bahia, encontraram no dia 11 de junho uma baleia jubarte morta na região. De acordo com o projeto Baleia Jubarte, o animal foi achado com marcas de mordidas de tubarão. Em Salvador, quatro baleias já foram encontradas encalhas neste ano.

FONTE: G1

6/02/2018

MATANÇA: Japoneses matam mais de 300 baleias para “pesquisas científicas”

Eu acho a civilização japonesa tão incrível, mas, quando vejo este horror que aquele país continua promovendo, perco as estribeiras e daí falo um monte, sabia? &*#%, #%¨&º  e mais outros impublicáveis...... Covardia dos donos dos olhos rasgados pra baixo.....
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Foram 333 baleias Minkes (Balaenoptera acutorostrata) mortas por caçadores japoneses na expedição de quatro meses, terminada em março último. 122 delas eram fêmeas grávidas. Outras dezenas eram imaturas, ou seja, eram jovens demais ainda para se reproduzir.

A alegação é que são “amostras biológicas” que servirão para investigar a estrutura e a dinâmica dos ecossistemas marinhos. A justificativa é a mesma utilizada no ano passado, como mostramos neste outro post, quando um número semelhante de baleias perdeu a vida.

Mais uma vez, as imagens brutais da matança anual das baleias e a desculpa esfarrapada dos japoneses provocaram revolta no mundo todo. Apesar do “objetivo científico” do extermínio, a carne e o sangue dos animais ainda hoje são vendidos em mercados e restaurantes como iguarias.

“A matança de 122 baleias grávidas é uma estatística chocante e triste, prova da crueldade da caça no Japão”, afirmou Alexia Wellbelove, gerente da Humane Society International, em comunicado à imprensa.

Em 2014, uma corte internacional ordenou a suspensão temporária da caça anual das baleias na região. Entretanto, o governo japonês encontrou uma brecha na moratória e, em 2016, voltou a matar os cetáceos alegando que tinha fins científicos e que reduziria o número de mortes para 1/3.

O método utilizado pelos japoneses para capturar as baleias é cruel. Segundo organizações ambientais, elas são mortas com granadas explosivas, colocadas na ponta de arpões. Mas apenas entre 50% e 80% delas morrem instantaneamente, deixando as demais em sofrimento profundo.

FONTE: conexaoplaneta

4/05/2018

Baleeiros japoneses matam 333 cetáceos na Antártica

Eu tenho uma admiração enorme pelo povo japonês por sua educação, inteligência e coerência. Mas, quando chega nesta questão de caça às baleias, sinto um nojo tão grande..... 
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Baleeiros japoneses voltaram neste sábado ao porto depois de capturar 333 cetáceos na Antártica, sem o sinal de protestos de organizações contrárias à caça, anunciaram as autoridades.

Uma frota de cinco embarcações iniciou em novembro a campanha no âmbito da polêmica “caça científica” de baleias do Japão. Três baleeiros, incluindo o principal da frota, o “Nisshin Maru”, chegaram neste sábado ao porto de Shimonoseki, oeste do Japão.

No total, as cinco embarcações capturaram 333 baleias Minke, como estava previsto. Ao contrário de outros anos, nesta ocasião não foram interrompidos por organizações de defesa dos animais com a Sea Shepherd. Esta ONG anunciou em 2017 que não preparava nenhuma operação de protesto para a temporada.

O Japão assinou a moratória sobre a caça da Comissão Baleeira Internacional, mas se ampara em uma cláusula que autoriza a caça de cetáceos com fins científicos. O consumo da baleia tem uma longa história no Japão, onde os cetáceos são objeto de caça durante séculos. A indústria se desenvolveu após a II Guerra Mundial para proporcionar proteína animal aos habitantes do país. A demanda dos consumidores japoneses, no entanto, diminuiu muito nos últimos anos.

FONTE: istoe

3/27/2018

Baleias encalham em massa em praia na Austrália e intrigam autoridades

Se a gente for pesquisar, já por 5 anos seguidos há, neste mesmo lugar, uma desgraceira desta..... Os estudiosos não dizem algo exato porque não sabem.... Pra mim é sonar de navio de destrambelham elas e daí perdem o rumo.... 
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Cerca de 150 baleias ficam encalhadas em uma praia no sudoeste da Austrália, segundo informações de jornais locais. Apenas 15 delas teriam sobrevivido. Autoridades afirmam que um grande esforço de resgate está em curso na região e que um alerta sobre a presença de tubarões na área foi emitido. As baleias foram encontradas por um pescador em Hamelin Bay, cerca de 300 quilômetros ao sul de Perth, na manhã desta sexta-feira. 

Aproximadamente metade delas já estava morta, de acordo com autoridades do Estado da Austrália Ocidental. "A força dos animais e as condições de tempo, com muito vento e possivelmente chuvoso, terão impacto em quando e onde tentarmos movê-los para o mar", disse Jeremy Chick, do Departamento de Biodiversidade, Conservação e Atrações. Autoridades disseram que os animais são baleias-piloto-de-aleta-curta, uma espécie encontrada nas águas tropicais e temperadas de todos os oceanos. Trabalho de equipe A Australian Broadcasting Corporation (ABC), a rede de televisão pública da Austrália, informou que dezenas de equipes de resgate estavam na praia. 

O alerta de tubarão foi emitido para que as pessoas fiquem longe da área. "É possível que os animais mortos e moribundos atuem como chamarizes, o que poderia levar os tubarões a se aproximarem ao longo deste trecho da costa", explicou o Departamento de Pesca do Estado em um comunicado. Essas baleias-piloto costumam medir até cinco metros e são encontradas em águas tropicais e subtropicais. 

Especialistas disseram que o encalhe pode ocorrer quando as baleias estão doentes, feridas ou cometem erros de navegação, particularmente em praias de declive suave. Mas o que houve neste caso específico ainda não foi explicado. Por vezes, animais encalhados podem emitir pedidos de socorro que atraem outras baleias para a mesma situação. Em 1996, cerca de 320 baleias-piloto-de-aleta-longa ficaram encalhadas, naquele que foi o maior caso do tipo já registrado na Austrália Ocidental.

Fonte: UOL e tvi 24

2/13/2018

Outra população de baleias sofre morte repentina no Atlântico

Eu li em algum lugar que as baleias estão se suicidando.... não duvido.... e nem sei se é o caso..... mas, que elas estão se extinguindo por conta de não vislumbrarem um futuro, eu acredito piamente...
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Pesquisadores marinhos dos Estados Unidos estão estudando uma incomum mortalidade de baleias-de-minke ao longo da costa leste do país, a terceira nessa população de grandes baleias nos últimos dois anos, disseram funcionários nesta quarta-feira (31).

Um total de 28 baleias-de-minke (Balaenoptera acutorostrata) morreram desde janeiro de 2017 no Oceano Atlântico, do Maine à Carolina do Sul, informou a Administração Oceânica e Atmosférica (NOAA) dos Estados Unidos.

As mortes, a maioria das quais ocorreram no nordeste, são mais que o dobro da taxa de mortalidade anual normal de 12 para esta população de baleias grandes e cinzas.

Nove tinham evidências de emaranhados com equipamentos de pesca, oito tinham sinais de doenças infecciosas e duas morreram por um trauma contundente. Outras necropsias estão em curso, disse a NOAA. A agência declarou um “evento de mortalidade incomum” para descobrir a causa, o que marca a terceira investigação deste tipo nos últimos anos.

Baleias-jubarte e baleias-franca também experimentaram uma mortalidade incomum, e essas investigações ainda estão abertas. Um total de 62 baleias-jubarte (Megaptera novaeangliae) morreram na costa atlântica desde janeiro de 2016, e 18 baleias-franca do norte do Atlântico (Eubalaena glacialis) faleceram desde junho de 2017.

“Não tivemos antes três eventos independentes de mortalidade incomum de baleias coincidentes na mesma área geográfica durante o mesmo período”, disse Teri Rowles, coordenador do programa de saúde e mamíferos marinhos da NOAA.

“Continuaremos investigando”, assegurou a jornalistas.
A maioria das necropsias das baleias-jubarte mostra traumas de força contundente, o que sugere que as mortes ocorreram por golpes com barcos.

As baleias-de-minke são solitárias e alcançam até 10 metros de comprimento. As 28 mortes do ano passado não são consideradas uma ameaça para sustentabilidade da população, que inclui entre 1.400 e 2.500 animais, disse a NOAA.

FONTE: istoe

12/17/2017

Aquecimento dos oceanos está prejudicando todo o ciclo das baleias: entenda o impacto

Tudo está se acabando.... humanos estão acabando com tudo.... o impacto da nossa espécie aqui na Terra é para detonar com o planeta.... Deus, dá um jeito nisto porque não pode ser de sua vontade!!!!!
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Um dos maiores e mais imponentes animais do mundo está sendo também considerado um dos mais ameaçados e prejudicados pelo aquecimento global. Mesmo grandiosas e aparentemente intocáveis, as baleias estão sendo vítimas do aumento de temperatura dos oceanos, segundo uma reportagem do jornal The New York Times.

Aquecimento dos mares coloca vida de baleias em risco
Pesquisadores que analisam o comportamento de baleias no Maine, EUA, apontam que o pequeno número de vezes que elas foram vistas no ano é um sinal claro de que há um perigo crescente tanto para baleias jubarte quanto para baleias francas do Atlântico Norte ao longo da Costa Leste.

De acordo com os estudiosos, o aquecimento cada vez maior dos mares provoca alteração do ambiente onde as baleias se alimentam, fazendo com que elas sejam obrigadas a ir para outras regiões para buscar comida. Quanto mais se movem, maiores as chances de os animais ficarem presos e até a baterem em embarcações.

A reportagem do jornal ainda afirma que as baleias francas do Atlântico Norte, que normalmente vivem águas frias, estão mudando seu curso e com graves consequências: desde abril, 15 animais já morreram e a população caiu para menos de 450.

Metade das mortes de baleias jubartes está sendo atribuída a acidentes fatais dos animais com navios, causando o que os pesquisadores consideram um “evento incomum de mortalidade”.

O Golfo do Maine está se aquecendo a uma das taxas mais rápidas do mundo, alteração que interfere na cadeia alimentar das baleias e, à medida que buscam novas fontes de comida em diferentes regiões, entram na rota de navios e se deparam com equipamentos de pesca.

FONTE: vix

11/15/2017

Operação tenta salvar baleias cachalote encalhadas na Indonésia

Ô minha Santa, olha pelas grandonas.... Provavelmente, vão morrer.... é muito difícil devolve-las ao alto mar..... tomara que os ativistas consigam sucesso!!!! força, galera!!!!
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JACARTA — Ativistas estão tentando salvar um grupo de baleias cachalote que encalharam nesta segunda-feira numa praia na província de Achém, na Ilha de Sumatra, na Indonésia. Segundo o diretor da secretaria de pesca da província, Nur Mahdi, dez animais ficaram presos em Ujong Kareng, atraindo a atenção de centenas de curiosos.

Em entrevista à Associated Press, Mahdi informou que cinco baleias foram resgatadas em poucas horas e levadas para zonas mais profundas com o apoio de barcos. Ativistas e equipes de resgate ainda tentam libertar os outros animais.

Segundo Mahdi, grupos de baleias encalham porque elas seguem um líder, e se ele se aproximar muito da costa, seja por motivo de doença ou outros, todos os animais acabam presos. A polícia tenta manter os curiosos afastados das baleias, que encalharam a apenas 15 metros da costa.

De acordo com Sapto Aji Prabowo, da Agência de Conservação de Recursos Naturais de Achém, ao menos duas baleias estão feridas, mas as equipes de resgate decidiram esperar pela maré alta para tentar rebocá-las para longe da costa.

— É melhor esperar pela maré alta, mas nós temos a consciência de que elas podem morrer — disse Prabowo, em entrevista à imprensa local.

Fotografias circularam nas redes sociais mostrando os animais encalhados cercados por centenas de pessoas. Para o resgate, cordas são amarradas ao corpo do animal para reboque com o uso de embarcações.

As baleias cachalotes estão entre os maiores animais do planeta, medindo cerca de 12 metros quando adultos, com peso de até 57 toneladas.


FONTE: oglobo
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ATUALIZAÇÃO: 
O mistério das baleias encalhadas à beira-mar

11/09/2017

Patrulha de ONG mostra matança de golfinhos e baleias em ilhas da Dinamarca

A ONG Sea Shepherd Global tem feito de tudo para denunciar e impedir que esta desgraceira continue. Há anos que os ativistas tentam dar um fim a tamanha crueldade contra cetáceos. Se quiser conferir veja nosso dossier CLICANDO AQUI.
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Grupo de 18 voluntários, dividido em seis times, registrou a morte de 634 animais nas Ilhas Faroé, no Atlântico Norte, em operação chamada 'Bloody Fjords'.

Uma patrulha feita por 18 voluntários durante 10 semanas, de junho a setembro deste ano, mostra centenas de mortes de golfinhos e baleias nas Ilhas Faroé, arquipélago da Dinamarca localizado no Atlântico Norte. A operação 'Bloody Fjords' ("Fiordes sagrentos") foi organizada pela ONG Sea Shepherd.

O grupo, com ativistas do Reino Unido e da França, foi dividido em seis equipes em cidades diferentes, abrangendo 19 baías. Durante o período da patrulha, nove caças aos animais foram flagradas, o que resultou na morte de 198 golfinhos e 436 baleias-piloto, um total de 634 animais.


Mortes documentadas
Um dos times criou uma sede em Tórshavn, capital das Ilhas Faroé. Os ativistas gravaram um grindadráp – método de caça em que a comunidade local se dirige em barcos com pedras, ganchos, cordas e facas para cerco aos animais. Em 5 de julho, 70 baleias-piloto foram mortas.

Em 17 de julho, outro grupo gravou um grindadráp. Foram mortas 191 baleias-piloto. Os voluntários também fotografaram, em Klaksvik, essas mesmas baleias em abatimento no dia seguinte. Dois caminhões foram rastreados enquanto transportavam seis baleias-piloto até uma empresa de processamento de peixe na capital.

Na cidade de de Sydrugota, em 25 de julho, a ONG registrou a caça de 16 golfinhos, mortos e abatidos em um galpão próximo. Dez dias depois, uma outra equipe baseada na cidade de Saltangará, gravou a morte de 134 golfinhos e 39 baleias-piloto.


Na capital Tórshavn, pouco mais de um mês do primeiro flagra de grindadráp, em 18 de agosto, mais 61 baleias-piloto foram mortas. Em Skálabotnur, mais 48 golfinhos. Os voluntários documentaram também o abate de uma baleia-piloto adulta que havia sido armazenada em uma caçada anterior.
O último time, com base na cidade de Klaksvík, fotografou e gravou a morte de 46 baleias-piloto no dia 29 de agosto; dois dias depois, outras 29 foram mortas.

Os organizadores da operação explicam que apenas um pequeno número de participantes consegue fotografar e/ou gravar as caças sem restrições, ao se misturar com grupos de turistas visitantes. Segundo a ONG, o ano de 2017 foi um dos mais sangrentos nas Ilhas Faroé: 1691 baleias-piloto e golfinhos foram abatidos em 24 caças.

Atividade legal
A Convenção sobre a Vida Selvagem e os Habitats Naturais da Europa, em vigor desde 1982, classifica as baleias-piloto e todos os cetáceos, o que inclui os golfinhos, como "estritamente protegidos" sem permissão para o abate. Apesar disso e dos protestos de ambientalistas, o abate dos animais não é ilegal nas Ilhas Faroé. Isso ocorre porque o arquipélago não é membro da União Europeia, apenas se remete politicamente à Dinamarca, que controla a defesa, a política externa e a moeda. Segundo a organização Sea Shepherd, a principal razão para as Ilhas não se juntarem à UE é manter a atividade pesqueira.

Fonte: Globo Natureza

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