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9/09/2019

Jennifer Lopez é surpreendida por protestos em tapete vermelho

Ela sempre está na mira dos ativistas..... muito bom!!!!
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A atriz foi alvo de ativistas pelos direitos dos animais por conta de seu uso contínuo de casacos de pele
Jennifer Lopez foi pega de surpresa por ativistas no Festival Internacional de Cinema de Toronto. A atriz esteve lá para promover seu novo filme As Golpistas, mas foi recebida com vaias e gritos de protesto ao chegar no tapete vermelho.

6/18/2019

Aumenta pressão mundial contra a exportação de animais vivos

Ativistas de 41 países, inclusive do Brasil, protestaram contra a prática comercial nesta semana. Os atos vêm se espalhando a cada ano

São Paulo – A exportação de gado vivo para abate em outros países voltou a ser destaque esta semana. No mundo todo, esta sexta-feira (14), Dia Internacional contra esta atividade comercial, foi dedicada a manifestações. No Brasil, como a data coincidiu com a greve geral

6/14/2019

Defensores de animais pedem que SeaWorld cancele show de golfinhos

Relatório aponta que golfinhos sofrem por serem usados em espetáculos ao vivo

Anos após o documentário "Blackfish" instigar um movimento para acabar com as apresentações de orcas no SeaWorld, defensores dos direitos dos animais pediram o fim dos show de golfinhos "circenses" nos parques temáticos.

A organização de defesa dos animais Peta

6/02/2019

Grupo de ativistas vegano invade matadouro porcos em cidade da Grande SP

É um absurdo que nenhuma autoridade dê um jeito nisto..... Pelo menos seria menos um abatedouro.... Meu Deus!!!! quando você será justo com os animais? por que eles sofrem tanto nas mãos da espécie humana?
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Na madrugada dessa sexta-feira (31) para sábado (1), um grupo de ativistas veganos invadiu o matadouro Rajá, que fica em Carapicuíba, na Grande São Paulo. O grupo filmou e divulgou o interior do local e fez um apelo público para que o estabelecimento seja fechado.

4/08/2019

Declarada guerra contra ativistas veganos da Austrália

A manifestação que os ativistas veganos prometeram fazer é HOJE. Vamos acompanhar....
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Veganos militantes que invadem ilegalmente fazendas agora podem enfrentar imensas multas pontuais de centenas de dólares. Políticos estaduais de Queensland prometeram "ser durões" contra invasores agrícolas para enfrentar

12/02/2018

Ativistas se reúnem na Bolívia para dar carinho a animais que vão para abate

Tem muita gente que vai achar um exagero e desnecessário estes atos já que poucos animais vão assimilar o que é carinho, atenção humana e depois encarar uma morte em agonia...... Mas, em se tratando de fazer alguma coisa, estão fazendo.... do jeito que alguns acreditam estar ajudando..... Eu entendo muito o que vai no coração destas pessoas.... Que os anjos os ajudem neste trabalho!!!!

10/16/2018

Ativistas lutam contra sacrifício animal em festival religioso do Nepal que começa hoje

Estes festivais do Nepal são uma carnificina para os animais.... Imaginem 300 mil animais massacrados como foi no ano passado!!! Este ano ativistas estão tentando bater mais forte contra esta barbárie. Meu Deus, por que você não dá um jeito nisto? não é possível que goste deste "espetáculo de sangue e sofrimento para os animais".... isto sem contar o sofrimento para nós que tanto os amamos....

7/19/2018

Manifestantes pedem fim de consumo de carne de cachorro em Seul

Muito legal o pessoal do próprio país se manifestar..... É o lado bom de Deus agindo!!!! Força aí, companheiros queridos!!!!!
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Organizações de proteção animal calculam que cerca de um milhão de cachorros são sacrificados ao ano para consumo no país

Com bichos de pelúcia e filhotes nos braços, grupos de manifestantes ocuparam o centro de Seul nesta

7/13/2018

Henrique Fogaça fala sobre processo que moveu contra internauta que ofendeu sua filha

Cuidados que ativistas devem ter. Não é certo usar argumentos que demonstram certa loucura de quem não se prepara para defender os animais....
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Henrique Fogaça, jurado do MasterChef, fez um desabafo no Instagram nesta segunda-feira, 9, ao revelar detalhes de um processo que começou a

6/25/2018

REDE DE NEBLINA: Ativistas destroem experimento científico para libertar pássaros na Ilha Grande

Realmente houve uma série de situações: as ativistas não sabiam o perigo de não saber manipular a rede de neblina e só pensaram em libertar os animais. Uma delas é bióloga mesmo?; não houve filmagem nem fotos, o que acho imperdoável já que havia uma situação que achavam que era crime; e, o pesquisador estar dormindo enquanto as aves se debatiam na tela..... Enfim, problemas a serem apurados e compreendidos devidamente.
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Grupo de ativistas espalhou cartazes pela ilha alertando moradores para suposta crueldade cometida por pesquisadores da UERJ, depois de soltar aves capturadas em rede de observação.

A destruição de um experimento na Ilha Grande (RJ) mobilizou parte da comunidade científica brasileira - principalmente porque a responsável pelo ato é, ela própria, bióloga e professora universitária, além de ativista. Mônica Lima e mais duas amigas cortaram uma rede e libertaram pássaros capturados por pesquisadores da Universidade do Estado do Rio, a UERJ. Em resposta, mais de 600 pesquisadores de todo o país assinaram uma carta aberta defendendo o estudo e o laboratório responsável, e a universidade instalou uma sindicância sobre o episódio.

A questão começou quando a professora da UERJ Mônica Lima e mais duas amigas voltavam, por uma trilha em meio à Mata Atlântica, da praia de Parnaioca. De repente, uma das três, Márcia, deu de cara com uma rede fina de nylon atravessada no caminho. Os óculos dela foram ao chão e ela mesma ficou levemente machucada.

"A gente estava acampando na Parnaioca. Estávamos voltando pela trilha que vai até Dois Rios (um dos vilarejos da Ilha Grande). A rede estava já bem próxima de Dois Rios e, logo depois que a Márcia bateu na rede, a gente viu os pássaros presos", conta Mônica, que é bióloga e pesquisadora da Faculdade de Ciências Médicas (FCM) da UERJ. Ao todo, conta Mônica, ela e as amigas soltaram quatro pássaros que estavam presos.

Como os pássaros estavam emaranhados, foi preciso usar uma tesoura para cortar a rede em alguns pontos - para desespero das pessoas que tinham montado o dispositivo: pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Aves e Ecologia Comportamental da UERJ.

Ao mesmo tempo em que soltavam os pássaros, as três ficaram preocupadas com a possibilidade de a rede ter sido montada por caçadores, que poderiam revidar, e começaram a vasculhar as proximidades. "Foi aí que a gente encontrou esse pesquisador peruano, que estava dormindo. E uma das alunas se assustou com a gente. Começou um bate-boca", conta Mônica à BBC News Brasil.

Os pesquisadores e parte da equipe do campus da UERJ na Ilha Grande foram à Vila do Abraão, a principal da ilha, registrar um boletim de ocorrência. Segundo Mônica, a equipe também insistiu para que ela fosse ao posto policial para registrar o boletim, mas ela se recusou.


Campanha contra pesquisas
Ativistas em defesa dos animais, Mônica e suas amigas iniciaram um protesto contra o método da "rede de neblina" e os estudos feitos na Ilha Grande: espalharam cartazes pela ilha acusando os pesquisadores de "assassinato" de pássaros, e de "torturar" as aves com o método de pesquisa, considerado "cruel" por elas.

Mônica também divulgou um texto sobre o ocorrido no Facebook, e o assunto ganhou o público: rendeu dois vídeos em canais de ciências no YouTube (Canal do Slow e Pirula), que tiveram quase 90 mil visualizações nos últimos cinco dias.

Agora, a própria Mônica teme que a UERJ lhe imponha alguma punição, por depredação do patrimônio público - o assunto já foi discutido no Conselho Universitário da instituição. Em nota à BBC News Brasil, a instituição confirmou que abriu uma sindicância para apurar o ocorrido. "Somente após a conclusão da sindicância, garantido o amplo direito de defesa e contraditório, é que a Universidade poderá adotar alguma sanção", disse a instituição.

Mônica também ressalta que está sofrendo ataques na internet - de fato, há vários comentários em seu perfil chamando-a de "arruaceira", "louca" e até "bandida". "Mas também tem muita gente me defendendo", diz ela.

O objetivo dos pesquisadores na Ilha Grande, porém, não era matar os pássaros: as aves capturadas pela "rede de neblina" geralmente são medidas, pesadas e identificadas com anilhas (um tipo de anel preso à perna). Estudos desse tipo são feitos na ilha desde 1995, e servem para acompanhar a variação na população de pássaros (e entender o que causa essas variações), entre outros objetivos.

Conhecer as populações de aves do local é importante para a preservação das espécies - e um grupo de mais de 600 pesquisadores de várias universidades do país assinou uma carta em apoio à coordenadora do estudo, a bióloga Maria Alice dos Santos Alves.

"Tais pessoas, movidas pelo mais reprovável comportamento social e, baseado em completa ignorância e com alto nível de agressividade, destruíram as redes de captura usadas para permitir o anilhamento das aves, causando prejuízo científico na série de dados de mais de 20 anos", diz um trecho da nota.

Afinal, o que é a tal 'rede de neblina'?
A "rede de neblina" (mist net, em inglês) tem esse nome por ser feita com fios muito finos, geralmente de nylon. Ela é fina demais para que os pássaros percebam durante o voo - e eles acabam se chocando contra ela.

O uso deste equipamento é bem antigo e disseminado na ornitologia (o ramo da biologia que estuda os pássaros). O uso em pesquisas depende de autorização do Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), um centro de pesquisa que faz parte do Instituto Chico Mendes (ICMBio).

"A rede é feita de um nylon super macio. A ave vem voando e cai nesta rede. O que a gente faz é estabelecer um tempo máximo de visitação. Dependo de quantos bichos caem, ou do local onde você está, este tempo varia de 15 a 40 minutos, e aí se retiram os animais (da rede), com todo o cuidado", conta o biólogo e professor da Universidade de Brasília (UnB), Miguel Ângelo Marini. "O tratamento do animal na mão é super rápido. Em geral, coloca-se uma anilha, fornecida também pelo Cemave", diz ele, que trabalha frequentemente com a rede de neblina.

Quando feito por pessoas treinadas, o uso da rede raramente provoca ferimento nos pássaros, diz Marini. E há evidências disso: um artigo publicado em 2011 no periódico da Sociedade Ecológica Britânica mostrou que apenas 0,59% dos pássaros capturados sofriam algum dano, e uma fração ainda menor (0,23%) morria. A pesquisa baseou-se em dados coletados por 22 sociedades de anilhamento de pássaros (banding) nos EUA e no Canadá.

A própria Mônica é bióloga e pesquisadora - e diz que sempre se recusou a fazer testes com animais. "Em nome da ciência se cometem absurdos e crueldades contra os animais. Parece que a academia não pode ser questionada", diz ela. "Mas a ciência pode ser questionada nos seus métodos, sim. É contraditório estudar os pássaros mas não se preocupar com a vida dos mesmos", reclama ela.

Mônica - que também se declara militante indígena - critica a forma como os colegas estavam trabalhando. "A rede não deveria estar no meio do caminho, próxima da vila de Dois Rios, numa hora não apropriada e sem avisos. O fato de a gente ter começado a tirar os pássaros antes deles aparecerem também mostra que eles não estavam monitorando com o intervalo devido", diz.

Marini diz, porém, que a rede de neblina é o método menos invasivo existente hoje. "A outra maneira que existe para capturar alguns tipos de aves são as arapucas. Mas isso só funciona para bichos de chão. Há algumas poucas aves (para as quais isto funciona). Mas é uma maneira extremamente ineficiente", diz Marini. "Então, (a rede de neblina) é a melhor maneira, sim. Ela é aceita no mundo inteiro. Mas só quem deveria fazer são pessoas treinadas", ressalta ele.

Ainda segundo o professor do Departamento de Zoologia da UnB, há alguns tipos de pesquisa que só podem ser feitos com a captura dos pássaros. É o que acontece com estudos genéticos (com coleta de sangue dos pássaros) ou o estudo dos parasitas, como carrapatos, que afetam as aves.

O anilhamento também é importante para saber de qual ave se trata. "Você pode querer saber comportamentos (das aves). Então, precisa capturar, marcar (com a anilha), e depois você solta e acompanha. Depois que eles estão marcados, é como se fosse a nossa carteira de identidade", explica Marini. "Eu já tive aves que eu marquei e encontrei de novo 15 anos depois. Então, só identificando e acompanhando durante muito tempo é que você consegue saber o que está acontecendo."

FONTE: G1

5/05/2018

PROTESTO: Ativistas dos animais reclamam de produto de linha infantil da Kopenhagen

AS ONG´s reclamantes tiveram toda razão.... não acho bom esta associação de palavras na mesma embalagem..... Estes marketeiros precisam saber que estamos de olho!!!
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Protetores criticam chocolate que traz imagem de gato na embalagem
Ativistas da causa animal têm reclamado de um produto lançado pela Kopenhagen, parte de uma linha infantil. Trata-se do Mini Chumbinho Lingato, um mix de dois artigos tradicionais da marca de doces, o Chumbinho e a Língua de Gato.

Protetores reclamaram nas redes sociais sobre a associação do nome chumbinho – relacionado a armas de pressão e ao veneno ilegal muitas vezes usado para matar bichos – à imagem de um gato.

“Nome infeliz para um chocolate“, reclamou uma internauta na página da empresa no Facebook. “A Chocolates Pan foi proibida de continuar fabricando os famosos cigarrinhos, mas a Kopenhagen pode relançar o Chumbinho associando o produto à morte de gatos? Ainda por cima na linha infantil?“, contestou outra.

A Kopenhagen respondeu às críticas em nota: “O Chumbinho, em especial, é um ícone da marca com mais de cinquenta anos de história e sucesso em vendas. O nome foi inspirado em seu próprio formato, bolinhas redondas e pesadas, típicas de um brinquedo infantil da época. Esse nome tradicional e tão inspirado na infância de nossos consumidores atrai uma legião de fãs de todas as idades pelo Brasil. Ressaltamos que o produto não tem associação alguma com o veneno em questão e é devidamente registrado e liberado pelos órgãos responsáveis.“
FONTE: vejasp

4/30/2018

MILITÂNCIA: Dezenas de pessoas fazem vigília à porta de matadouros pela defesa dos animais


Portugal, também, tem lutado muito contra o abate e transporte de animais vivos.
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Dezenas de Voláteis do Porto Animal Save têm uma vigília em Famalicão e em Penafiel, junto aos matadouros. O que é uma liberdade de comunicação por animais, não é um dia em que a liberdade é comemorada em Portugal.



FONTE: sapo.pt

4/12/2018

Centenas de pessoas marcham em Lisboa pelos “direitos de todos os animais”

Centenas que espero ser milhares de pessoas nesta luta covarde de crueldade contra os animais..... Vamos esperar uma luz divina para mudar o rumo do pensamento humano e enquanto isto, trabalhemos para a conscientização....
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As duas centenas de manifestantes que se manifestaram em Lisboa neste sábado querem acabar com a distinção entre os animais de que gostamos e os animais que comemos e exigem que se respeitem os “direitos de todos”.

Dezenas de associações, grupos, plataformas e alguns partidos políticos desfilaram entre o Campo Pequeno, “catedral máxima da tortura institucionalizada” (nas palavras de Rita Silva, da Animal), e a Assembleia da República, entoando palavras de ordem, sob a batuta de alguns ativistas de megafone em punho.

Pessoas e alguns cães fizeram parar o trânsito, sob o controle da polícia, para “mostrar ao resto da população que a proteção dos animais não é, de todo, um assunto menor, pelo contrário, cada vez há mais gente preocupada, cada vez mais gente sai das redes sociais e vem para a rua”, diz Rita Silva.

Desde 1999 que a marcha Animal se cumpre todos os anos, “em defesa dos direitos de todos os animais, cães, gatos, touros, porcos vacas, todos”, frisa a ativista, enquanto vários manifestantes passam com cartazes perguntando “amas uns e comes outros?”.

Apesar dos passos legislativos — sendo o mais recente o que permitirá, a partir de maio, que os animais de companhia possam acompanhar os donos a estabelecimentos comerciais devidamente sinalizados –, o que é motivo para “celebrar”, é preciso continuar a “protestar”, realça o deputado André Silva, do partido Pessoas-Animais-Natureza (PAN), que desfilou na marcha.

“Os animais de produção, de pecuária, continuam sem qualquer tipo de proteção jurídica”, compara, acrescentando que é necessário “reivindicar mais proteção e mais direitos para os animais que não os de companhia”.

Apesar de existir “uma vontade da parte dos portugueses de conferir mais direitos aos animais”, a Assembleia da República, “na sua maioria, [está] de costas voltadas para o sentimento geral”, critica o único deputado eleito pelo PAN.

São passos “tardios”, considera Rita Silva, referindo-se à permissão de levar os animais para certos estabelecimentos comerciais. “Mas são passos importantes. São duas coisas paralelas, à medida que vamos consciencializando a população, também o legislador vai fazendo o seu trabalho. Claro que não chega”, reconhece.

“Há muito para fazer no bem-estar e na defesa dos direitos dos animais”, afirma Ricardo Robles, vereador na autarquia lisboeta, eleito pelo BE, também presente no protesto. “Os municípios têm muitas responsabilidades, no âmbito da esterilização, por exemplo, evitando os abates, mas também não apoiando nem financiando os espetáculos que implicam sofrimento animal, como as touradas, que ainda temos algumas pelo país, em Lisboa também, ou nos espetáculos com animais em circos”, especifica.

“Touros para a arena, nem mais um” foi um dos lemas que se ouviu na marcha, logo à saída do Campo Pequeno, onde decorre a temporada “torista”, como se lia num cartaz. “Quase ninguém sabe que o dinheiro que ainda faz com que a tauromaquia subsista é nosso”, alerta Rita Silva, recordando a campanha “Enterrar Touradas”, pelo fim dos apoios públicos à tauromaquia.

“Tortura não é cultura” e “sofrimento não é divertimento” foram outros dos gritos de ordem e a utilização de animais em circos também foi lema de protesto. Um humano disfarçado chamava a atenção: “Estamos a atravessar uma extinção em massa maior do que a dos dinossauros e a culpa é dos humanos”.

“O pouco que já avançamos é muito pouco e é preciso dar passos rapidamente para garantir que os animais são reconhecidos na nossa sociedade e que os seus direitos estão defendidos”, frisa Ricardo Robles.

FONTE: mundolusiada

4/02/2018

Protestantes dos direitos dos animais tentam parar um caminhão e quase são atropelados



Eita que quase rola uma tragédia..... Os manifestantes queriam pará-lo apenas para dar água aos animais que passam horas e até dias sem beber uma gota até chegar ao abatedouro, mas, este motorista de caminhão não estava a fim. Um ativista comenta: "O que está errado com ele?" Outro responde: "Mel, eu não acho que ele tenha tempo para a sua ação de hoje."

Fonte: Live leak

3/24/2018

ONG faz manifestação contra empresa que garante que os ovos que vende são de galinhas livres

Sinceramente, o que fazer com uma empresa que vende os ovos com a tarja de "naturais" e daí vemos o absurdo das condições que os animais são mantidos...... Nem o primo do capeta ia aguentar isto!!!!! Vamos aguardar o julgamento da justiça e a posição do tal mercado depois da manifestação..... Enquanto isto, vamos assinar a PETIÇÃO DA ONG companheira que está lutando pela libertação destas aves.
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Uma ousada ativista dos direitos dos animais estava em uma pilha de estrume do lado de fora de um San Francisco Trader Joe's para protestar contra as alegadas condições da fazenda. Cassie King, uma estudante da UC Berkeley, trabalhou com o grupo de direitos dos animais Direct Action Everywhere para realizar a tarefa na manhã de quarta-feira.

A organização liderou uma investigação que supostamente encontrou galinhas vivendo em condições hediondas em gaiolas de arame cobertas com seus próprios resíduos em uma fazenda em Michigan, de acordo com o SFGate . Cassie King, na foto acima, estava no chão e estava coberto de estrume animal em um protesto dramático na manhã de quarta-feira contra as fazendas de ovos do Trader Joe.

A demonstração durante o protesto foi usada para aumentar a conscientização sobre as terríveis condições. King estava deitada no chão em uma carga de esterco animal, normalmente usado como fertilizante, usando roupas rasgadas.

O estrume foi empilhado em cima de seu corpo, até mesmo seu rosto. O protesto aconteceu na porta da frente do Trader Joe's, localizado no bairro SoMa de São Francisco. "Os ovos supostamente" humanos "vendidos no Trader Joe vêm de aves que viveram suas vidas inteiras em pilhas de lixo", disse King à SFGate.

O protesto atraiu multidões e para a cena que viu Cassie coberta de restos de animais cercados com caixas de ovos vazias salpicadas com tinta vermelha. Manifestantes empilharam adubo animal na estudante da Universidade de Berkeley durante todo o dia
 
Multidões se reuniram em torno do espetáculo - e do cheiro forte - para aprender sobre a causa. Ela acrescentou que os rótulos "induzem os consumidores a pagar pela crueldade". Ela ficou lá por pelo menos uma hora para o protesto que atraiu multidões curiosas. 

"Cassie está atualmente deitada em uma pilha de esterco real para demonstrar o que acontece com os animais na indústria da pecuária e mostrar solidariedade com os animais que são forçados a deitar-se nestas condições por dias sem qualquer alimento ou água", disse um palestrante no jornal. o protesto disse em um vídeo ao vivo postado no Facebook. Multidões se reuniram com seus telefones para filmar o protesto. Ativistas aguardavam com imagens das galinhas na fazenda para mostrar suas condições de miséria.

King disse que se propôs a se deitar no lixo animal depois de aprender sobre as descobertas da investigação. "Eu não podia imaginar viver assim e ter alguém chamando isso de natural para viver a minha vida desse jeito", disse King. "Bem, eu vi as condições da investigação em que os animais estavam vivendo e quero que o público perceba que é uma mentira que está sendo vendida para eles e muitas pessoas estão recebendo essa mensagem hoje", acrescentou ela com um tom sombrio. cara perto de lágrimas.

Os ativistas argumentaram que a cadeia de supermercados rotulou seus ovos como naturais, mas dizem que "não há nada de natural nisso", dadas as condições de vida das aves. Trader Joe's ainda está para comentar sobre o protesto. 

Vejam o vídeo feito pela Direct Action Everywhere no local onde as aves são acomodadas


Fonte: Daily Mail

3/20/2018

Ativistas invadem premiação do maior concurso de cães da Inglaterra

Realmente, criador é muito obcecado para diminuir focinho, patas, e outros, dos animais que cria para estabelecer padrões de raça...
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A PETA denuncia obsessão dos criadores por características físicas sem preocupação com bem estar dos animais

LONDRES — A cadela Tease, uma whippet de dois anos de idade, foi a grande vencedora do Crufts, considerado o principal e maior concurso de cães do mundo. O evento realizado anualmente no National Exhibition Centre, em Birmingham, é prestigiado pelo público britânico, tanto que algumas provas são transmitidas ao vivo por emissoras locais. Para aproveitar a publicidade, dois ativistas da ONG Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais, na sigla em inglês) interromperam a premiação de Tease na noite deste sábado, para denunciar a “eugenia”.

Imagens divulgadas pela ONG mostram Yvette Short, criadora da Tease, com semblante de pânico abraçando a cadela quando os dois manifestantes — um homem e uma mulher — derrubaram o cercado e invadiram a área destinada aos competidores. Segundo a organização do evento, a segurança será revista como “questão de urgência”.

De acordo com um porta-voz do Crufts, o protesto “assustou os cães e colocou a segurança, tanto dos cães como das pessoas, em risco de forma irresponsável”. Após a invasão, os dois ativistas foram rapidamente imobilizados por seguranças.

Os manifestantes carregavam cartaz dizendo: “Crufts: eugenia canina”. Em comunicado, a Peta informou que os ativistas fazem parte do grupo Vegan Strike. O protesto é contra o sofrimento imposto aos cães pelos processos de reprodução utilizados pelos criadores, que priorizam características físicas não naturais apenas para saciar a obsessão humana da “linhagem pura, com traços físicos ideais sem preocupação com a saúde ou bem estar” dos animais.

Como exemplo, a ONG cita os focinhos de bulldogs e pugs, que são tão apertados que dificulta a respiração dos animais. Já o cavalier king charles spaniel foi selecionado geneticamente para ter crânio praticamente plano na parte de cima. Por isso, com frequência animais dessa raça sofrem com um grave problema de saúde, pois seus crânios são pequenos demais para seus cérebros.

Em nome do pedigree, muitos criadores colocam animais de uma mesma família para cruzar. Ao longo de gerações, o acasalamento entre indivíduos geneticamente próximos aumenta as chances de defeitos e doenças congênitas.

“Como os reprodutores estão produzindo ninhadas após ninhadas de filhotes não saudáveis com pedigree, milhares de cães saudáveis estão em abrigos esperando para serem adotados”, apontou a Peta.

FONTE: oglobo

1/29/2018

Ativistas de direitos dos animais são condenados na Inglaterra

Que absurdo!!!! defender ideais no Reino Unido e EUA dá cadeia.... Eu hein!!!!
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Natasha Simpkins e Sven Van Hasselt participaram de uma campanha de intimidação e ameaças contra funcionários de uma empresa que testa em animais.

Na última quarta-feira, 24, dois ativistas de direitos dos animais foram sentenciados, na Inglaterra, por sua participação em uma campanha de intimidação, que durou mais de uma década. A britânica Natasha Simpkins e seu marido holandês Sven Van Hasselt são membros do grupo Stop Huntingdon Aminal Cruelty (Shac, na sigla em inglês), que tenta fechar uma empresa britânica que promove testes de laboratório em animais.

O casal, preso no dia 17 de fevereiro, participou da campanha que aterrorizava e ameaçava funcionários, fornecedores da empresa e parceiros comerciais na Europa, com dispositivos incendiários e falsas alegações de pedofilia. O grupo chegou até a mandar absorventes usados, que diziam conter o vírus do HIV.

Segundo a BBC, Van Hasselt, de 31 anos, recebeu uma pena de cinco anos e Simpkins, de 30 anos, uma senteça de dois anos em condicional. O procurador do caso, Michael Bowes, disse que Van Hasselt estava envolvido no envio de bombas que destruíram carros de funcionários e de companhias ligadas ao Huntingdon Life Sciences (HLS), que cuida do maior laboratório europeu que testa em animais.

O objetivo era colocar HLS fora dos negócios ao fazer com que as fornecedoras cortassem seus laços com a empresa. Segundo Bowes, a campanha também incluiu a profanação de um túmulo, além do roubo de uma urna com as cinzas da mãe de um funcionário. A defesa de Van Hasselt alega que o réu tem síndrome de Asperger e que ele lamenta o que fez.

Na série de ataques, que ocorreram na França, Suíça e Alemanha, entre 2008 e 2009, o grupo usou removedor de tintas nos carros dos funcionários e escreveram nas paredes de suas casas, frases como: “Largue HLS ou você vai morrer”. O grupo também bloqueou o sistema de e-mails e de telefone dos funcionários.

Numa operação conjunta, a polícia identificou e prendeu três suspeitos de chantagem em julho de 2012. Simpkins e Van Hasselt foram presos em Amsterdã, na Holanda, e Debbie Vincent, em Croydon, na Inglaterra. Vincent foi condenada a seis anos de prisão em abril de 2014. Simpkins e Van Hasselt foram então extraditados da Holanda para o Reino Unido por terem atacado uma fazenda de visons (animal parecido com uma doninha), liberando 5 mil animais.

FONTE: opiniaoenoticia

12/17/2017

Espanha: manifestantes anti-peles apresentam a 'passarela do sofrimento'

Acho extremamente importante estas manifestações para conscientização.... A Espanha precisa muito disto...
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O grupo dos direitos dos animais 'Gladiators for Peace' ergueu uma chamada "passarela do sofrimento" em uma praça pública em Madri no domingo, para protestar contra o uso de peles e couro na indústria da moda.

Os membros do público foram convidados por ativistas para fazer uma declaração de moda ousada, pavimentando a passarela vestida com casacos de pele e jaquetas de couro embebidas em sangue falso. No final da pista de moda, um grupo de manifestantes que usavam roupa interior representavam os animais sem pele.

Fonte: Live Leak

12/11/2017

Ativistas chineses resgatam raposas do mercado de peles

O site "Direitos dos Animais" publicou em setembro deste ano sobre um Milionário chinês gasta toda sua fortuna para salvar cães do mercado de carne na China e daí fui me atualizar sobre ele. O nome dele é Wang Yan (não deixem de ler). Fiquei sabendo muita coisa super legal e identifiquei vários ativistas chineses que lutam pelos animais. Convido para conhecerem o Facebook China's Forgotten Rescues. Muito forte.... muito real... e, sinceramente, é preciso muita coragem e perseverança. A última ação deles foi o resgate de 1000 raposas em 09/12/17:
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(Localização: Changli, hebei)
Do mercado de peles de Changli, Wang Yan & TEAM SALVOU 1,000 raposas hoje.
O caminhão das raposas deixou o mercado para o abrigo. A descarga de raposas em abrigo será publicada mais tarde. Se você deseja contribuir para o resgate, envie suas doações para o Paypal direto de wang yan ou compartilhe a publicação amplamente. Obrigado! IMAGENS FORTES


Para ser exato, Wang + TEAM SALVOU 753 raposas + 231 guaxinins ontem (2017-12-09), não 1,000 raposas. Todos os 984 animais de pele foram alojados no abrigo de jz7 esta manhã. Como o número resgatado é grande, wang yan alugou um espaço grande para manter e cuidar desses bebês de peles até que ele tenha um espaço construído em seu próprio abrigo para raposas e guaxinins. A viagem do mercado de peles de changli para jz7, jilin levou horas, os animais chegaram ao abrigo apenas esta manhã. O resgate continua hoje.
Se você deseja contribuir para o resgate, envie suas doações para o Paypal direto de wang yan ou compartilhe a publicação amplamente. Obrigado!



11/17/2017

Um grupo de ativistas pressiona um caçador e ele agride uma integrante - Inglaterra

Adorei este grupo que descobri lá na Inglaterra chamado West Midlands Hunt Saboteurs . Eles se dedicam a filmar as caçadas e postar nas redes sociais para que todos saibam o que acontece de verdade nestes eventos promovidos pelos psicopatas da caça. Amei conhece-los!!!!! Quem puder mande uma mensagem de apoio para eles!!!! 
Agora, para entenderem bem, estou publicando a matéria de um periódico de caçadores para verem como eles encaram o trabalho desta turma.... Chamam eles de ecoterroristas e os agridem porque apenas filmam. Esta Revista de caçadores publicam coisas do tipo: "Por que a caça ajuda as crianças a se desenvolver corretamente?"  Socorro, gente!!!!! tirem o tubo correndo....
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Um grupo ecoterrorista assediou um grupo de caçadores que caçavam silenciosamente quando um deles perdeu a paciência.

Tudo aconteceu na periferia de Birdingbury (Inglaterra) no município de Warwickshire, a 144 quilômetros de Londres.  Alguns dias atrás, a sociedade de caça local, a Warwickshire Hunt , fundada em 1791, estava conduzindo uma caça às raposas quando membros do grupo ecoterrorista da West Midlands Hunt Saboteurs invadiram a fazenda.


Dois homens jovens, um homem e uma mulher foram aos caçadores com o celular na mão para gravar e assediar.  Como você pode ver na transmissão de vídeo em redes sociais, os radicais anticaça filmaram todos os caçadores que puderam e, entre eles, o coordenador do esquadrão dos caçadores, que estava dentro de seu carro conversando por telefone.

Conforme visto nas imagens, os momentos de maior tensão foram experimentados quando um dos caçadores mais velhos do grupo foi encurralado por esses dois indivíduos, que o perseguiram com seus telefones. Em um ponto, o homem começou a repreendê-los e pediu-lhes para deixá-lo em paz. Pouco a pouco a discussão subiu e as vozes aumentaram.


De repente, o homem vai diretamente para os dois ecoterroristas que continuam a persegui-lo. Com um baque, o caçador lança o telefone móvel do homem no chão e vai para a mulher que continua gravando. É quando ele  perde seus nervos completamente e empurra o ativista três vezes, o que acaba caindo no chão. Quando ela se levanta, ela enfrenta novamente o homem atormentado, que perde seus nervos e acaba dando-lhe uma bofetada no rosto.

No final da gravação, é visto como o resto dos caçadores e caçadores, que deixam a fazenda em seus carros, criticam os membros de West Midlands Hunt Saboteurs por sua atitude que terminou com o resultado mencionado. Mas eles já conseguiram seu objetivo: descontrolar um homem que caça legal e pacificamente e espalhar as imagens para criminalizá-lo.

Aqui você tem as imagens:


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