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10/12/2018

Cerca de 400 animais silvestres são encontrados em condições precárias na Grande SP

Quero ver agora achar uma ONG ou o próprio CETAS do Ibama com condições de cuidar destes inúmeros animais..... Gente bandida!!!! só espero que o Bolsonaro, quando acabar com o Ibama, permita que os policiais atirem em flagrantes delito.... aí vou apoiá-lo porque estes criminosos não tem jeito.... só no tiro, facada e bomba!!!!!

10/07/2018

Projeto ajuda araras vítimas de maus tratos no interior do Estado de SP


Fico encantada com estes projetos de recuperação de animais silvestres. Mas, sinto muito que eles, provavelmente, serão capturados novamente por criminosos que traficam aves..... Dá uma tristeza danada.....
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9/25/2018

Araras livres visitam aves no Centro de Reabilitação em Araras

Que bicho lindo, não? pois é.... e ainda tem gente que acha que as aves não tem sentimentos..... Olha que lição de socialização e apego às amigas ainda em tratamento..... Humanos deviam ser sempre assim...
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Desde o início de setembro, pássaros do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS) do município de Araras (SP) estão recebendo a visita constante

6/19/2018

ZAP DO DIA: Uma TV, dois gatos e o amor das araras.....




Gente, esto de molho na cama.... mas, não poderia deixar de mandar o "Zap do dia" que, hoje, são dois..... muito bons.....





Esperando o jogo do Brasil quando de repente !!

O amor verdadeiro entre aves que a maioria dos humanos jamais vão sentir 

4/27/2018

Cetas de Araras recebe duas araras vítimas de maus-tratos

Aves maltratadas mostram um sofrimento intenso.... elas retiram suas penas, se mordem todas, enfim, uma tristeza imensa se apodera dela.....
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Aves vieram do Ibama de Lorena para Araras (SP) e uma delas será devolvida à natureza após passar por tratamento.
Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de Araras (SP) recebeu duas araras vítimas de maus-tratos. As aves foram apreendidas pela Polícia Ambiental e estavam em um posto do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em Lorena (SP). Uma das aves é uma arara vermelha, que está ameaçada de extinção. A outra é uma híbrida, resultado do cruzamento em uma arara vermelha com uma arara Canindé, que tem penas azuis e amarelas.

Segundo a veterinária do centro, Fernanda Magajevski, as aves chegavam estressadas e sem muitas penas. “Elas chegaram muito estressadas, a híbrida tem medo do contato, então provavelmente alguém já maltratou esse animal”, afirmou. O tratamento começou com alimentação reforçada e suplementos vitamínicos. Depois que estiverem bem fisicamente, os animais seguirão para um atendimento psicológico.

No primeiro momento, as araras irão ficar isoladas e, após duas semanas serão levadas para o viveiro onde já moram vinte e cinco araras de várias espécies. Pelo menos uma delas – a vermelha – deverá voltar à natureza em um ano. A arara híbrida deverá permanecer no viveiro da instituição. Desde a inauguração, em 2004, mais de mil animais passaram pelo centro, dos quais 60% foram devolvidos à natureza. O Centro de Reabilitação de Animais Silvestres de Araras oferece visitas monitoradas gratuitamente. O agendamento deve ser feito pelo telefone (19) 3542- 538.

Fonte: G1 São Carlos 

4/19/2018

Treinadas por cozinheira, araras voam livres em parque do centro de SP

Coisas mais lindas!!!! que barato.... ela toma conta das aves depois de treiná-las.....
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Bambu, arara-canindé, e Íris, arara-vermelha, viraram atração na Aclimação
Bambu, uma arara-canindé de quase dois anos, e Íris, uma arara-vermelha de um ano e meio, têm chamado a atenção dos frequentadores do parque da Aclimação, na região central de São Paulo.

“Por ser um animal silvestre, a gente só vê em zoológicos”, comenta a publicitária Lina Amato, 61. “Elas estão abençoando o parque”, diz o vendedor Daniel Fazzolari, 49.

As duas araras foram treinadas pela cozinheira e arquiteta Silvia Corbucci, 37, e voam livremente pelo parque. Ao seu chamado, pousam em seus braços. “Começamos treinando o recall, que é o comando para elas reconhecerem a minha voz e virem até mim quando eu chamar.”

Para isso, a cozinheira recorreu a um aparelho chamado “clicker”, utilizado no adestramento de animais.

“Toda vez que elas faziam alguma coisa que eu queria, eu clicava para elas entenderem que aquilo estava certo e, em seguida, dava uma recompensa, como grãos desidratados. Assim, perceberam que sempre que eu clicava, elas ganhavam comida, então elas foram se condicionando a me obedecer.”

O próximo passo foi o “ponto a ponto”, em que as araras saíam do poleiro e iam em direção à cozinheira ao seu chamado. Depois disso, Bambu e Íris passaram a sair dos braços da dona, voar em um círculo e, por fim, retornar aos braços de Silvia. “Foram várias etapas até que elas chegassem a esse estágio do ‘freestyle’, em que elas escolhem para onde vão e voltam ao meu comando”, afirma.

O treinamento já dura cerca de um ano e meio. “Já tive que escalar muitas árvores atrás do Bambu. Ele também já foi perseguido por gaviões e urubus. Teve uma vez que a Íris e ele fugiram da minha vista. Por sorte, foram até o parque e eu recuperei os dois.”

A cozinheira diz que, agora, vai treinar os pássaros para reconhecerem o ambiente externo do sobrado onde vivem, na Vila Mariana, zona sul da cidade, além de irem e voltarem do parque sozinhos.

Casa cheia
Como não sabem o caminho de volta para casa, portas e janelas do sobrado ficam fechadas para que Bambu e Íris não escapem. Além de andarem livremente pela casa, Íris e Bambu têm um cômodo exclusivo para elas.

Com a chegada de Bambu em junho de 2016, a cozinheira e seu marido transformaram um quarto com varanda em um viveiro. “Quando o viveiro ficou pronto, achamos que o espaço tinha ficado muito grande só para o Bambu, daí decidimos pegar a Íris.”

Segundo o Instituto Chico Mendes, as araras apresentam habilidades cognitivas avançadas que têm sido comparadas a de primatas. “Se estamos falando da capacidade de memorização, aprendizado e comunicação, certamente as araras e outros de sua família estão entre as aves mais capazes”, esclarece a entidade em nota.

As araras se adaptam facilmente à vida com os humanos e, quando em contato direto com os homens, são capazes de pronunciar palavras, assobiar, tossir e até mesmo rir. Íris, por exemplo, fala “arara”, dá “oi” para as pessoas e imita Silvia dizendo “ui, escorregador” ao escorregar por galhos do viveiro.

As araras se alimentam de sementes, brotos e polpa de frutos e vivem cerca de 30 anos na natureza. Já em cativeiro, a expectativa de vida desses animais pode passar de 50 anos. “Mas é bom lembrar que mesmo tendo vida mais longa no cativeiro, a espécie só desempenha seu papel ecológico se estiver livre na natureza, participando dos processos que tornam nosso mundo habitável”, destaca a nota do instituto.

Segundo o Ibama, qualquer pessoa pode comprar uma arara, desde que seja em criadouro autorizado. O animal deve ser comprado com anilha ou microchip de identificação, e o comprador deve manter a nota fiscal. A comercialização sem licença é tráfico de animal silvestre.

FONTE: folha.uol

3/25/2018

Araras ameaçadas de extinção são achadas mutiladas em viveiro ilegal em SP

Olha a situação destas pobres araras..... estresse puro!!!
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Suspeita é de que os animais silvestres sejam vítimas de maus-tratos. Homem foi multado em R$ 22 mil.

Duas araras-canindé, ameaçadas de extinção, foram resgatadas de um viveiro irregular em Iguape, no litoral de São Paulo, após terem sido encontradas mutiladas. O proprietário do imóvel foi multado em R$ 22 mil e responderá por crime ambiental em liberdade.

Policiais militares ambientais localizaram uma propriedade suspeita na Estrada do Icapara, de onde foi possível avistar uma área com grades semelhanças a um viveiro. Ao se aproximarem, verificaram as duas aves, visivelmente machucadas.

O proprietário da residência, um homem de 40 anos, que não teve a identidade informada, foi chamado e liberou a entrada dos policiais para uma vistoria. Ele afirmou que as araras ficam em cativeiro à noite e são soltas em poleiros pela manhã.

Uma das aves possuía uma anilha, que correspondia a uma nota fiscal apresentada pelo dono. A outra arara não tinha qualquer identificação, mas estava machucada. Ambas também estavam com as asas cortadas, para impedí-las de voar.

Um veterinário foi acionado e constatou que ambas tinham indícios de automutilação, por viverem em cativeiro e por estarem em meio a outros animais, como cachorros. Segundo o profissional, elas também não tinham alimentação adequada.

O infrator foi levado até a Delegacia Sede da cidade, onde prestou depoimento e acabou indiciado por crime ambiental. Ele foi liberado após a assinatura de um termo circunstanciado. As aves foram recolhidas e serão encaminhadas para tratamento.

FONTE: G1

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