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7/18/2018

Toniquinho, o galo xodó da cidade Castilho - SP

Ele é um barato!!!!! pois é.... e tem gente que acha que aves não tem inteligência e sensibilidade...... Todos os animais são sencientes!!!!!! todo dia comprovamos aqui o quanto os bichos são capazes de se comunicar conosco mesmo.......
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Toniquinho é amado em Castilho e passeia pela cidade em cima do carro de seu dono Jucelino

7/11/2018

Kim Kardashian gasta mais de R$ 50 mil em novos testículos para seu pet

leva mal não, mas, que besteirol, não? maluquice e dinheiro não combinam.....
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Kim Kardashian realmente tem uma excentricidade além do limite. Depois de ter mandado castrar o seu cão de estimação por, alegadamente, não “gostar de ver bolas grandes nos animais”, segundo escreveu o Daily Mail em 2012, agora a esposa de Kanye West desembolsou mais de 11 mil euros ( cerca de R$

6/21/2018

REVOLTA: Homem ao ser preso por roubo de automóveis tem macaco de estimação com ele

O camarada é igual ao Latino que levava seu macaquinho para trabalhar com ele..... Como foi roubar um carro, levou seu animal de estimação..... tô certa?
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Cody Hession preso sexta-feira em Pasco
Hession tinha um macaco com ele que após o a polícia detê-lo, foi encaminhado, oficialmente, para FWC .

Cody Hession é acusado de roubar um veículo do distrito de St. Pete e dirigindo para o condado de Pasco, onde ele dirigiu em alta velocidade. Autoridades disseram que Hession fugiu com o veículo, mas foi detido por policiais no local. O incidente parece com qualquer outro roubo de carros, mas, quem Hession teve com ele foi a parte incomum.
Autoridades disseram que Hession tinha um macaco com ele no veículo. Ele fala que estaria levando para uma ONG de proteção animal (FWC). Mas, as autoridades disseram que Hession não possuía permissão para que o FWC tomasse posse do animal e o transportasse para o Suncoast Primate Sanctuary. As autoridades não divulgaram nenhum outro detalhe sobre o incidente.

Fonte: Live Leak

3/13/2018

Tinder de animais conecta pessoas e pets

A ideia é boa, só resta saber se vai dar certo. Já existem alguns aplicativos com esta função e não sei se deu certo..... Quem souber, conta pra gente?
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Em plataforma, interessados em adotar animais abandonados encontram opções de bichinhos

Depois de um primeiro contato com o aplicativo que une casais, Andreia Freitas, 42, pensou em juntar o útil ao agradável e teve a ideia de criar um Tinder para unir pessoas interessadas em adotar animais abandonados. A psicóloga de Santo André (São Paulo) já está envolvida com causas animais há, pelo menos, 20 anos. Com o conhecimento dela, ela pôde projetar a plataforma e ajudar os pequenos pets a encontrarem uma companhia perfeita.

A ideia do projeto surgiu em 2016, quando ela conheceu o Tinder pela primeira vez. No entanto, toda a parte prática fez com que ela demorasse mais tempo para disponibilizá-lo para o público. A psicóloga diz que demorou para estruturar como a plataforma funcionaria, já que não basta somente achar bichos fofinhos e pessoas interessadas. “Eu criei todo o suporte para que ONGs promovessem o encontro dos animais com pessoas bacanas dentro daquilo que acreditamos ser uma posse responsável”, afirma.

Para que a ideia saísse do papel, Andreia juntou 15 mil reais com a ajuda de um financiamento coletivo. Mesmo com essa quantia, ela ainda teve de investir o próprio dinheiro, porque o valor não foi suficiente para todas as demandas de criação, como design da marca, registros, patentes, consultoria jurídica e divulgação.

A plataforma entra em fase de testes no dia 20 deste mês e ainda não teve seu nome divulgado. Funcionará exatamente como o Tinder, por meio de geolocalização: ao ver a foto do animalzinho, você poderá reagir com os botões de “like” e “deslike”. Caso goste do animal e clique no botão positivo, outra tela abrirá no dispositivo mostrando as informações do animal e um questionário de adoção. As suas respostas serão enviadas para a ONG ou o responsável do animal e daí é só esperar o retorno. Serão proibidos os pedidos de resgate ou de dinheiro, que poderão ser denunciados como irregularidade.

Segundo a paulista, o projeto apresentará animais saudáveis, castrados e vacinados que são cuidados por ONGs ou responsáveis independentes. “Cada ONG terá o direito de cadastrar 120 animais e poderá substituir as vagas que abrirem por outros animais. Elas poderão convidar protetores independentes, que conseguirão cadastrar até 20 bichos”, explica Andreia.

Mesmo que seja necessário que os animais estejam saudáveis para serem cadastrados na plataforma, aqueles com necessidades especiais, deficiência ou idade avançada terão certo destaque. A ideia é que esses animais tenham as mesmas chances de serem adotados que os outros, com uma divulgação maciça. Além de ajudar os animais, a plataforma criada pela paulistana também ajudará a traçar um mapa dos locais onde ocorrem mais abandonos e locais onde é necessário um trabalho maior de castração.

A plataforma irá trabalhar com a estética dos animais, já que, dentro de sua página no Facebook, Cachorro de peruca, Andreia percebeu um certo tipo de preferência por animais mais “arrumadinhos”. Ela explica: “os animais que estão ‘bem arrumadinhos’ têm mais visibilidade e compartilhamento. Às vezes, uma camisetinha no cachorro já faz a publicação viralizar. Quero fornecer tudo o que for possível para otimizar a divulgação dos animais pronto para adoção”.

FONTE: claudia.abril

3/08/2018

Conheça o 'mini porco' que está no centro de uma disputa entre vizinhos em Piatã

Gente, sei não.... Claro que gosto de porcos e mini-porcos.... Mas, sinceramente, querer que um vizinho se acostume com o cheio da urina do porco e do barulho que ele faz quando com fome, tenha paciência. Estes animais em casa, ão digo nada, até porque o primitivo do animal é respeitadao... mas, num apt. de quarto e sala? tenha dó!!!!!
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Saiba quais os direitos e deveres de quem tem animal de estimação e vive em condomínio
Baruch tem 2 anos. Hoje, deve medir por volta de 40 centímetros de altura e é da cor de um caramelo. Nasceu em uma fazenda no interior de São Paulo em 2016 e, de avião, veio para Salvador diretamente para os braços da família Bonfim.

Assim, se tornou o animal de estimação da mãe, do pai e da filha de 10 anos. A diferença é que Baruch não é um gato ou um cachorro: ele é um porco. Na verdade, o chamado ‘mini porco’ (ou ‘mini pig’), um tipo menor do que o suíno comum. Para muita gente, criar um bicho dessa espécie em casa já é algo inusitado, mas a saga de Baruch não para por aí. Ele é o foco de um processo judicial que envolve seus tutores, um condomínio residencial em Piatã e centenas de vizinhos.

Em setembro de 2017, a família de Baruch se mudou de um prédio na Pituba para um apartamento no Condomínio Cores de Piatã. Na mesma época, começou o imbróglio. Em outubro, o condomínio solicitou ‘a retirada do porco da unidade’, nas palavras do processo, que tem mais de 120 páginas. Por isso, os donos do animal estão movendo uma causa de indenização por danos morais.

Segundo vizinhos, o animal tem um ‘forte odor’ e faz um barulho muito alto. Defendem que ali não é o lugar para criar um porco. A família contesta. Eles dizem que Baruch foi ensinado a não fazer nada – nem fezes, nem urina – dentro de casa. Argumentam que, no prédio onde moravam antes, o Condomínio Praia Bella, na Avenida Oceânica, nunca tiveram nenhum tipo de reclamação.

Em dezembro, houve uma sessão de conciliação na 6ª Vara de Justiça Especial de Causas Comuns, no Fórum Regional do Imbuí. Na ocasião, foi marcada a data que decidirá o dia do destino de Baruch: no dia 26 deste mês, às 14h, quando será realizada uma audiência de instrução e julgamento. Enquanto isso não acontece, família, condomínio e vizinhos aguardam os próximos capítulos da história.

Em família
Para a família, Baruque é um importante membro da casa, desde sua chegada. Na época, a filha da personal trainer Alexsandra Bonfim queria um bichinho de estimação, mas tem alergia a pelos de cachorro. Na internet, descobriu o tal mini pig – um porco de tamanho menor que é criado da mesma forma que cachorros, gatos e outros animais domesticados. Embora sejam incomuns por aqui, nas redes sociais, os mini pigs são um fenômeno. Há perfis gringos no Instagram, como a família @prissy_pig e o @mybestfriendhank, que chegam a 689 mil e 343 mil seguidores, respectivamente (veja abaixo).

Logo, parecia que estava tudo certo. Antes mesmo da chegada do porco – trazido da Fazenda Angolana, um rancho em São Roque (SP) que envia animais para todo o Brasil –, a família tinha decidido seu nome. “A gente viu uma peça que tinha uma menina que ficava sozinha. Ela ganhou uma ovelhinha de estimação que se chamava Baruch. Como minha filha também ganhou uma companhia, decidiu colocar Baruch”, contou a mãe.

O mini pig se tornou seu escudeiro. No entanto, as coisas mudaram quando a família se mudou. Lá, na Pituba, o apartamento era menor. Precisavam de mais espaço. Alexsandra se encantou pela área verde do Cores de Piatã – que tem, além disso, muito espaço para passeio. Achou que aquele seria um bom espaço para receber a família.

Não foi como eles esperavam. Alguns dos vizinhos se incomodaram com a presença de um mini pig no condomínio – especialmente, nas áreas comuns. “A gente sofreu muita humilhação aqui. Minha filha sofria bullying, chorava, sofria. Ela dizia para mim: ‘querem expulsar a gente por causa do meu bichinho de estimação’. Porque ele é o pet dela”, contou Alexsandra. 

Ela diz que, sempre que saíam para passear, vizinhos apontavam e faziam comentários. Alguns se afastam quando encontram a família no elevador. Alexsandra diz que se tornou quase uma persona non grata – tem alguns que sequer dão ‘bom dia’.

Baruch, que sempre sai à noite para passear, passou a querer ficar pouco tempo fora. Sempre que desce, logo quer voltar ao apartamento. Segundo ela, não há nenhum cheiro ruim no apartamento. “Eu também não gosto de fedor, nem de cachorro. Mas as pessoas têm preconceito com ele por ser um porco. Ele é um animal muito limpo. É muito carinhoso com minha filha”.

O marido dela, Elton Bonfim, conta que Baruch toma banho três vezes por semana – usa, inclusive, sabonetes da marca Johnson & Johnson. Foi ele quem acionou a Justiça. Por telefone, ele explicou ao CORREIO que, na convenção do condomínio Cores de Piatã, não há nenhuma proibição sobre que espécies de animais domésticos podem ser criados pelos moradores. No texto, o condomínio estipula somente um limite de dois animais por apartamento – além de proibir cães de grande porte e da raça pitbull.

De acordo com ele, Baruch tem cerca de 40 centímetros de altura e deve pesar entre 30 e 35 quilos. “Ele é do tamanho de um buldogue francês”, diz, referindo-se à raça, cujos cães costumam ter a mesma altura. Baruch costuma se alimentar de verduras e aveia. A família não oferece ração – entre os porcos, é mais utilizada como ferramenta de engorda para os animais destinados a abate. Segundo Elton, ele dorme a maior parte do dia. Pontualmente, às 10h, deita para dormir. Acorda às quatro da manhã para pedir o café da manhã aos donos. “Ele possui um relógio na barriga. Depois que toma café da manhã, ele volta a dormir. Ele é silencioso e tranquilo”, conta.

Mau cheiro e barulho 
No condomínio, alguns dos vizinhos afirmam exatamente o contrário. Um morador da mesma torre contou que saiu de casa por quatro meses porque a esposa não conseguia aguentar os enjoos provenientes do cheiro. “O animal faz muito barulho e o mau cheiro é insuportável”, contou, pedindo para não ser identificado.

Tiveram que se mudar para a casa da sogra. "O fedor invadia o apartamento, complicava. Ela (a esposa) vomitava, enjoava. Mas o condomínio teve uma negligência muito grande", opina. Outra vizinha que também não quis ser identificada é uma das que afirma que sente o mau cheiro. Ela lembra que soube da chegada do vizinho de quatro patas após retornar de uma viagem.

Na ocasião, estranhou ‘a zoada’ perto da porta. “É um fedor de pelo e fica a noite toda esse porco batendo na porta. Foi passando um tempo em que cada dia que passa o fedor piora. Depois da queixa, amenizou um pouco o fedor, mas à noite continua insuportável. É um constrangimento para nossos convidados. O apartamento já é pequeno e o bicho fica preso o dia todo”.

Ela também conta que passou um mês fora de casa – e um dos motivos seria o mau cheiro vindo do apartamento de Baruch. Hoje, se divide entre o apartamento e a casa da sogra, na Fazenda Grande do Retiro. Os piores dias, segundo ela, são durante o período da menstruação. Nesses dias, fica mais sensível a cheiros – e, num caso desses, logo vem o enjoo. “Já pensei em me mudar definitivamente, porque é uma coisa que está incomodando. Não trago mais visitas em casa. O que está me segurando mesmo é o fato de que meu apartamento é próprio”, diz. 

Na notificação que fez aos donos de Baruch, em 20 de outubro do ano passado, o condomínio informa que a administração “está recebendo várias reclamações acerca da criação do porco” e que “inúmeras ocorrências” já teriam sido registradas por eles. Assim, solicitam que o animal saia do imóvel, sob a justificativa de perturbação ao “sossego e salubridade” dos demais moradores.

Em um dos e-mails anexados pelo condomínio, um morador escreve que “exige uma solução” para o “mau cheiro e sons ensurdecedores”. No texto, a pessoa afirma que espera qualquer tipo de atitude – seja judicial ou administrativa – desde que “tire o porco do convívio”.

Outro vizinho afirma que se trata de um animal de grande porte, que “exala um cheiro forte, além de provocar barulho ao grunhir, roncar”. Um terceiro morador ressalta que não acha que é correto criar um animal daquele tamanho em um apartamento como o que vivem – as unidades do Cores do Piatã, que têm dois quartos, têm pouco mais de 48 m².

Também moradora do condomínio, a professora Maria de Nazaré Ferrari, 47, acredita que alguns moradores têm preconceito com o animal por se tratar de um porco. Ao mesmo tempo, ela diz que entende que essas pessoas se chateiem. Segundo ela, há condôminos que criam cachorros de grande porte – o que não é permitido pela convenção do condomínio. "Os apartamentos são padrão, são pequenos, mas tem animais enormes. Mas se cachorro pode, por que não o porco?”. 

Ao CORREIO, a dona de Baruch contou que, lá no condomínio na Pituba, ‘ele era o rei’. Sócia do petshop Pets4You, que funciona no condomínio, a empresária Rosely Lira diz que, em muitos momentos, Baruch era atração no local – especialmente quando sair para passear na Orla. “A gente não tinha convivência direta, mas conversava sobre ele. Sempre que ele passava, todo mundo achava engraçado. Muita gente passava e tirava foto com ele”.

De acordo com o administrador do Praia Bella, Roberto Carlos dos Santos, nunca houve nenhuma reclamação no prédio. “Não incomodava ninguém e eles atendiam as regras do condomínio, que era descer pelo elevador de serviço ou pela escada. O porco era mais cheiroso do que algumas pessoas que desciam pelo elevador”, brinca.

No processo, estão anexados documentos como atestado médico assinado pelo veterinário da fazenda de onde veio o animal, assim como a Guia de Transporte Animal (GTA), emitida pelo Ministério da Agricultura. Sob o argumento de que se trata de um animal de estimação e de que todos são iguais perante a lei, a família solicita a manutenção do mini porco, assim como a suspensão de notificações do condomínio que determinaram o impedimento de circulação em áreas comuns. O advogado do condomínio foi procurado, mas não foi localizado pela reportagem para comentar o caso.

Ação na Justiça evidencia direitos e deveres de condomínios e moradores
O caso do mini pig de Piatã é tão pouco usual que o Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJ-BA) não conseguiu localizar processos parecidos - envolvendo condomínios e moradores acerca de animais de estimação -, a pedido do CORREIO. Através da assessoria, o órgão explicou que encontrou dificuldades para classificar a ação – e, a partir disso, buscar outras.

Em nota, o órgão informou que "para extração de dados sobre processos judiciais por assunto é necessário que os parâmetros, códigos de Classes e Assuntos Processuais, estejam especificados conforme definição da Tabela Processual Unificada do CNJ (Conselho Nacional de Justiça)". A assessoria ainda informou que não conseguiu identificar nenhum código compatível, "ficando inviável à coordenação de sistemas proceder a pesquisa".

O advogado Carlos Henrique Abreu, especialista em direito imobiliário, conta que, uma vez, se deparou com o caso de uma moradora que criava um bezerro em um apartamento em Ipitanga, em Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na época, o condomínio em questão pediu que ele fizesse um parecer sobre o caso, mas a Justiça não foi acionada. “Aquilo foi um problema porque o bezerro ia crescer e o elevador não foi projetado para o peso daquele animal. Nesse caso, que foi em 2015, a convenção do condomínio só permitia animais de pequeno porte”, afirma o advogado. 

Segundo ele, discussões sobre animais em condomínios são comuns, mas geralmente envolvendo cães e gatos. Os motivos mais frequentes são o barulho, higiene e circulação interna e nas áreas infantis. “Essas questões são reguladas pelos condomínios, através do regimento interno. O que hoje se utiliza são as legislações de proteções aos animais e ambiental”, explica.

Um dos parâmetros utilizados nesses casos é o Código Municipal de Saúde de Salvador. No documento, editado em 1999, o município proíbe a criação, em imóveis particulares, de um número maior do que cinco animais com idade maior do que 90 dias.

Já o vice-presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 9ª Região (Creci-BA), Nilson Araújo, advogado especialista em direito imobiliário, diz que, em 41 anos de profissão, nunca soube de moradores que tinham um porco como animal de estimação em condomínios. “Não vejo como um caso desses prosperar sem medida judicial, caso as pessoas se achem com razão. O condomínio pode aplicar multas pecuniárias, como está alinhado com a convenção. Mesmo assim, você tem uma questão atípica. Se incomoda os vizinhos, tem que ser um processo individual de responsabilidade civil”, diz.  Ainda segundo Araújo, quando um morador causa incômodo a outros vizinhos, ele pode responder por conduta antissocial - inclusive, por enquadramento no Código Civil brasileiro.

O presidente do Sindicato da Habitação (Secovi-BA), Kelsor Fernandes, explicou que os condomínios não podem proibir animais de estimação. “Agora, o que tem que prevalecer é o bom senso. Criar um porco foge ao bom senso, porque apartamento não é casa. É um imóvel em um prédio vertical que tem menos espaço do que uma casa convencional. Só que o condomínio não pode forçar ele a tirar dentro do apartamento porque é uma propriedade particular”.

Animais em condomínios: algumas regras 
  • Nenhum condomínio pode proibir o morador de ter um animal em casa, desde que não implique em riscos à saúde, segurança ou sossego dos vizinhos. O direito de propriedade é assegurado pela Constituição Federal.
  • Na Constituição Federal, também está assegurado o direito de ‘ir e vir’ – ou seja, o condômino pode usar o elevador com o animal de estimação com a guia. No entanto, especialistas reforçam que cabe a reflexão – quando o elevador de serviço estiver funcionando, por que não usá-lo, ao invés do social?
  • O condomínio não tem poder para exigir que o dono carregue seu animal no colo em áreas comuns ou no elevador. Ou seja, é possível que os animais andem no chão, com guia. Caso contrário, é possível enquadrar a situação como constrangimento ilegal (lei federal 2.848/40).
  • Os moradores devem usar guia curta e manter o animal perto do corpo quando estiverem passando por áreas comuns do condomínio. O uso da guia deve ser utilizado para prezar pela segurança e saúde de todos.
  • Uma das formas de garantir a segurança de todos é usar focinheira em animais de grande porte ou que sejam agressivos.
  • Nunca deixe de limpar os dejetos do seu bicho de estimação na rua ou no condomínio. Além de possibilidade de multa, é um risco à saúde das pessoas que convivem ali.
  • Latidos, miados e uivos são naturais – fazem parte da comunicação do animal. No entanto, o barulho constante e incessante indica algo anormal e pode causar incômodo aos vizinhos. Inclusive, os sons emitidos pelos animais, se forem incessantes, podem significar sofrimento – de fome e sede à solidão.
  • O tutor deve garantir o bem-estar do animal ou poderá cometer o crime de maus tratos. 

Fonte: Manual Animais em Condomínios, produzido pela Agência de Notícias de Direitos Animais (Anda).

Aquisição de suínos deve ser de locais certificados; lei municipal proíbe criatório de porcos em Salvador 
No Brasil, existe uma legislação que proíbe a compra e a venda de suínos que não sejam oriundos de granjas certificadas – as chamadas Granjas Reprodutoras de Suínos Certificadas (GRSC). Isso é importante porque a Bahia, assim como outros 17 estados brasileiros, é considerada livre de peste suína clássica, de acordo com o coordenador do programa de suínos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Sérgio Vidigal.  “Nessas granjas, a cada seis meses, eles são submetidos a testes de peste suína clássica, leptospirose, tuberculose e sarna. Tem muito controle e eles são muito rigorosos. A questão do mini pig ainda é um problema para o Ministério da Agricultura, porque muitos não são certificados”, afirma. 

Segundo ele, os porcos na Bahia devem ser cadastrados na Adab – hoje, são mais de 603 mil cadastrados no estado, mas o número real deve ser ainda maior. Uma das exigências para a vinda desses animais é a chamada Guia de Trânsito Animal (GTA), justamente para o controle de doenças.

“É uma questão muito delicada. Eu entendo que deve ter o amor, mas talvez o proprietário não saiba dessas coisas. Tem que ponderar algumas coisas”. A peste suína, por exemplo, é um vírus que não afeta seres humanos mas que passa por contato direto de um animal para o outro. O principal problema é que a mortalidade é alta, além de que o contágio acontece de forma rápida. “É mais uma questão econômica. É como uma (febre) aftosa”.

Em Salvador, o Código Municipal de Saúde, uma lei de 1999, proíbe a criação de porcos em áreas urbanas da cidade. “É proibido (sic) a instalação e manutenção em área urbana de: aprisco, pocilgas, estábulos, cocheiras, granjas avícolas, apiários e estabelecimentos congêneres”, diz o texto da lei. 

No entanto, como explica o coordenador da Vigilância Sanitária, André Luís Pereira, um caso como o do mini porco Baruch, por exemplo, não se encaixa nas restrições – justamente por se tratar de um animal de estimação. “É um animal doméstico, desde que não tenha o número de animais para caracterizar uma criação, que muitas vezes significa o retorno financeiro também”. Segundo ele, a Vigilância Sanitária não tem o poder de fiscalização nessas situações. Procurada pelo CORREIO, a Fazenda Angolana, de onde veio o mini pig Baruch, informou que tem certificados e que os animais são transportados com a GTA.


Conheça as diferenças entre os mini porcos e os porcos comuns 
Mas, afinal, o que é um mini porco? Também chamado de ‘mini pig’, esse animal nada mais é do que uma linhagem do porco comum. De acordo com a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Unime Lauro de Freitas, Aline Quintela, os mini pigs surgiram para atender a demanda de pesquisas biomédicas que utilizavam suínos como modelos experimentais – já que eles têm uma fisiologia muito parecida com a dos seres humanos.

Só que, como os porcos cresciam muito rápido, tornou-se impossível mantê-los em laboratórios e os pesquisadores foram buscando, cada vez mais, raças menores, até chegar aos mini porcos como são conhecidos hoje. Dos laboratórios, se tornaram animais de companhia. “Além do tamanho e peso menores, os mini porcos são mais brincalhões e dóceis que os porcos comuns, aprendem rápido e adaptam-se bem à vida dentro de casa ou apartamento”.


Algumas raças de porcos comuns, como a landrace, podem chegar aos 300 quilos. Já os mini porcos pesam, em média, 30 quilos quando adultos e é raro passarem de 40 centímetros de altura. Uma das vantagens citadas por Aline é justamente o fato de que os mini porcos têm pouco pelo – o que se torna um atrativo para pessoas alérgicas. “Os mini porcos ainda não são tão populares quanto cães e gatos, mas muitas famílias estão optando por eles, pois sua expectativa de vida é de 20 a 25 anos, bem mais alta que a dos cães, por exemplo”. Ainda de acordo com ela, são animais limpos. “Gostam de tomar banho, adoram ser escovados e aprendem a fazer suas necessidades físicas em tapetes higiênicos ou caixas de areia, como os gatos”.

O coordenador do programa de suínos da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Sérgio Vidigal, questiona que o mini pig Baruch seja um ‘mini porco’. Para ele, Baruch tem entre 60 a 70 quilos - talvez até mais. “Os animais para abate, para você ter uma ideia, são de 90, 100 kg”, justifica.

Ele afirma, ainda, que acredita que o barulho do animal incomode os vizinhos. “Eu trabalho com isso e sei que não é pouco o barulho que faz e tem as questões sanitárias, com a quantidade de fezes, de urina, dentro de um apartamento”.

Já o criador Roberto Alcarpt, sócio do primeiro criatório de mini porcos do Brasil, o Micropig Brasil, de São Paulo, afirmou que os porcos dessa linhagem podem pesar mais do que a média. De acordo com ele, um animal pode ser um mini pig mas não ter a aparência de um por estar obeso. “Se você pesquisar a obesidade em um suíno vai ver que é endêmico na raça. O ideal é o peso entre 35 e 40 quilos, mas podem chegar a 60, 70”. 

Segundo ele, o mini pig é um animal que tem 10% do tamanho de um porco adulto normal. Se o porco tiver 400 quilos, por exemplo, é mais fácil imaginar um de 40. A recomendação é que o animal não fique confinado em um espaço muito restrito – o mini pig precisa sair e se exercitar. “O animal gosta de companhia e coletividade independente da raça, e depende muito dessa companhia, caso contrário vai causar um certo estresse”.
FONTE: correio24horas

1/29/2018

Amante de animais, britânico morre asfixiado por cobra de estimação de 8 metros

Bem, estou publicando porque a fonte é segura.... Houve muita especulação a respeito.....
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Dan Brandon, de 31 anos, foi asfixiado por uma cobra píton; acredita-se que ele tenha sido a primeira vítima fatal dessa espécie em toda a Grã-Bretanha

A comprovação de que Dan Brando havia sido morto asfixiado por sua cobra de estimação ocorreu recentemente

Um adorador de animais de 31 anos morreu asfixiad o por sua cobra de estimação na Inglaterra, em meados do ano passado. De acordo com o jornal  Mirror, Dan Brandon foi encontrado em sua casa no dia 25 de agosto de 2017, mas o caso só veio a público na última terça-feira (23), devido às investigações policiais.

A polícia do condado de Hampshire começou a investigar logo após a morte do "encantador de répteis", entretanto, somente ontem, o médico forense Andrew Bradley registrou o veredito que comprova que o rapaz foi morto por Tiny, uma cobra  píton-africana de oito metros, originária da África Subsariana.

No tribunal de Basingstoke Coroners, a mãe do rapaz, Babs Brandon, afirmou que o réptil de estimação era o “bebê” de Dan, pois ele cuidava da cobra como se fosse uma filha. Babs ainda relata que seu filho nunca teve medo do animal, mesmo sabendo de sua força. Antes de Tiny, a família já manteve 10 cobras e 12 tarântulas em casa.

Segundo o coronel Bradley, não há outra suspeita para a morte de Dan. “Tiny deve ter se enrolado em torno dele até sufocá-lo, não sei que tipo de mecanismo pode ter usado. Durante as investigações, a encontramos escondida, provavelmente pela reação ou pelo barulho da queda do corpo de Brandon”.

Demora do veredito
Em setembro do ano passado, durante a abertura do inquérito, um porta-voz do escritório de forenses da Basingstoke expôs que tudo o que se podia afirmar é que o britânico havia morrido por asfixia. Um mês depois, ele retornou ao tribunal para pedir mais tempo para o levantamento de provas concretas, e para descobrir se a causadora da morte havia sido ou não Tiny.

Embora as pítons tenham sido responsáveis ​​pela morte de seres humanos em outros lugares, nunca houve uma ocorrência semelhante na Grã-Bretanha até o caso de Dan Brandon.

Homenagens
Nas redes sociais, o britânico costumava publicar fotos de si mesmo com grandes cobras. Ele foi homenageado pela página JustGiving , coma abertura de um projeto para arrecadar dinheiro para o Fundo Mundial para a Natureza.

"Vimos fotos de Dan com diversos animais, desde sua cobra Tiny até cachorros, gatos, aranhas. Criar essa campanha nos pareceu a escolha perfeita para honrá-lo”, alegaram em uma publicação na fan page.

FONTE: ultimosegundo

1/14/2018

Estou grávida, preciso me desfazer do animal de estimação?

Tem uns médicos idiotas que inventam um monte de besteira para a família se desfazer dos animais....
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Especialistas orientam a não abandonar o pet e trabalhar a adaptação para a chegada do bebê; cuidados com a higiene devem ser reforçados.

Uma cadela grande para proteger a casa era tudo que a psicóloga Francislaine Sampaio e o marido esperavam quando ganharam a Kate, uma mestiça de labrador com pastor alemão. Logo, a espaçosa e bagunceira conquistou o casal e virou o centro das atenções da família. No entanto, após dois anos, a notícia da gravidez veio acompanhada de muitas perguntas do tipo: “E aí, agora você vai se desfazer da cadela?”.

A resposta, segundo a psicóloga, estava sempre na ponta da língua. “De forma alguma! Nós amamos a Kate. Ela faz parte da família e não será descartada como um objeto”. E foi adotando algumas precauções que a gestação seguiu tranquila até a chegada do Adam, hoje com dois anos.

“Redobrei os cuidados com a higiene. Usava luvas na hora de dar o banho nela, passei a função de recolher as fezes para o marido e não deixei que ela pulasse em mim, principalmente pelo fato dela ser grande e as patas ficarem na altura da barriga. No mais, o convívio continuou tranquilamente”, descreveu Francislaine, que está grávida novamente.

Mito com os felinos
A atitude da psicóloga, segundo o veterinário Elton Álvares França, foi correta. Ele destaca que não há necessidade da família abandonar o animal por causa da gravidez, desde que alguns cuidados sejam tomados. De acordo com ele, as grávidas com felinos são as que mais sofrem desta falta de informação correta.

"A grávida que mais sofre com essa situação é aquela que tem gatos em casa. Existe um mito em torno da transmissão da toxoplasmose pelos felinos, no entanto, é mais fácil essa contaminação ocorrer por meio da ingestão de uma carne crua ou uma verdura mal lavada, do que pela convivência com o gato”, esclareceu.

FONTE: G1

1/03/2018

Homem é preso após atirar no cachorro de estimação, em Colatina, ES

Minha Nossa!!!!! este nojento vai ser solto? vai sim...... nosso país está falido..... tá difícil acreditar na lei que tanto lutamos para implantar......
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O animal chegou a ser levado para um hospital veterinário de Colatina, mas morreu na manhã desta segunda-feira (1).

Um homem foi preso após atirar no cachorro de estimação, em Colatina, Noroeste do Espírito Santo, na noite deste domingo (31).

A família estava reunida no quintal de casa, numa confraternização, quando ocorreram os disparos. O animal chegou a ser levado para um hospital veterinário de Colatina, mas morreu na manhã desta segunda-feira (1).

“Segundo o relato da própria Polícia Militar e de familiares, o cachorro teria fugido durante um evento familiar, por volta das 19h30. Ele ficou muito irritado, pegou a arma de fogo e, após o retorno do animal, já cansado disso, efetuou um disparo contra o cachorro, que atingiu a região do abdômen e saiu pela região da perna”, falou o delegado Ricardo Barbosa.

O delegado falou que o tiro poderia ter atingido alguma pessoa diretamente. “Poderia também ter ricocheteado em um objeto mais rígido e ter atingido alguma outra pessoa”, disse.

Após atirar no cachorro, o homem ainda tentou fugir de carro, mas foi encontrado pela polícia. Ele vai responder pelo porte ilegal de arma e pelo ferimento causado ao animal, com aumento de pena por causa da morte do cão.

FONTE: G1

1/02/2018

Esqueça cães e gatos, o seu próximo animal de estimação é uma mini-vaca

Lamentavelmente, o humano continua querendo ocupar o pico da criação..... 
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É incontável o número de vezes que os seres humanos usaram e modificaram animais para benefício próprio. Desde ratos de laboratório até porcos geneticamente modificados, os humanos alteram a natureza para encontrar respostas e satisfazer necessidades.

Desta foi a vez das mini-vacas de estimação. É isso mesmo: alguns criadores de gadovendem vacas e touros criados a partir da reprodução seletiva para serem do tamanho de um animal de estimação.

O mais famoso é Dustin Pillard, que cria as mini-vacas na sua quinta, nos EUA. O criador foi destaque em jornais inúmeras vezes desde que começou a produzir micro-gado em 1995, mas as suas vacas em miniatura estão mais pequenas do que nunca.


Dustin ficou familiarizado com o conceito de mini-vacas em 1992, quando participou num leilão de gado e ficou fascinado com os animais. Três anos depois, quando se tornou o dono de um rancho de 10 hectares, comprou cinco destes animais.

As vacas e touros de Pillard têm uma altura média de cerca de 84 centímetros. Os animais são de cores e raças diferentes, como Texas Longhorns, Texas Shorthorns, Jerseys, Dexters, Herefords, Angus, Zebus e Watusis.

O criador vende de 10 a 20 animais por ano, principalmente para os norte-americanos que os criam como animais de estimação. No entanto, a tendência parece estar em crescimento com interessados a aparecer dos quatro cantos do mundo, desde a Europa, ao México, sem esquecer a Argentina.

foto ilustrativa

“Muitos deles têm personalidades como a de um cão. Correm como cães, gostam de pessoas e são tranquilos e sociáveis. Também adoram atenção”, descreve Pillard.

A reprodução seletiva é conhecida por resultar em problemas de saúde, como é o caso de algumas raças de cães e gatos, mas Pillard afirma que as vacas e os touros em miniatura da sua quinta são perfeitamente saudáveis.

“O nosso objetivo é ter um bom rebanho de 25 a 30 animais, todos abaixo de 91 centímetros e todos com menos de 200 quilos – e muita cor”, diz Pillard.

Os touros começam a ser vendidos por cerca de 1.000 dólares (cerca de 840 euros) e Pillard mantém a maioria das vacas para aumentar o rebanho.

FONTE: aeiou.pt

12/11/2017

Agora até mesmo seu animal de estimação poderá destrancar portas graças à Internet das Coisas

Gente do Céu, olha que barato!!!! e viva a tecnologia.... só não entendo como pesquisadores bolorentos de uma ciência caduca ainda usam animais nos laboratórios.... Queria tanto estar viva no ano 2100!!!! se bem que acho que tudo se acabará muito antes....
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Desde que a Internet das Coisas começou a se popularizar no final de 2015, sabíamos que os desenvolvedores e engenheiros estavam apenas arranhando a superfície das enormes possibilidades que podem ser realizadas com essa tecnologia tão promissora. Com a aproximação da rede 5G, a IoT se tornará um padrão em praticamente todos os lugares. E a Microsoft também possui grandes planos para isso.

Como já anunciou em 2015, a Gigante de Mountain View está investindo grandes recursos para a criação de soluções em IoT, e muitas delas a empresa quer que você mesmo possa criar. Diretamente da sua casa, sem precisar adquirir ou ter que gastar muito dinheiro em algo já produzido, basta colocar a mão na massa.

Esta também é uma excelente iniciativa para que crianças e adolescentes se sintam motivados a entrar no mundo do desenvolvimento e criação de peças de hardware, aguçando a criatividade e mente de jovens prodígios. E a Microsoft acaba de liberar um vídeo para incentivar qualquer pessoa a criar sua própria porta automatizada para animais de estimação.


Como demonstrado no canal oficial do Windows no YouTube, o sistema utiliza o Windows 10 IoT core para detectar quando seu animal de estimação anda em direção à porta. Então o sensor de movimento é acionado, ativando uma câmera que captura algumas imagens do bichano e que são logo processadas utilizando um classificador OpenCV. Se o computador entender que é o seu animal, então ele concederá acesso ao gato ou cachorro para entrar na sua casa. Mas se detectar um formato diferente de cara como a de um gambá, guaxinim ou outros, a porta permanecerá fechada.


Para sair da casa, o pet só precisa passar próximo aos sensores na porta para destravá-la, e então está pronto para sair em busca de alguma aventura. Segundo os desenvolvedores, o sistema permite o reconhecimento facial em alguns segundos e promete que esse tipo de abordagem não vai confundir os animais.

O dispositivo é promissor e poderá te avisar sempre que a porta for ativada e o seu animal entrar ou sair de casa. Você pode criar o seu próprio sistema automatizado com toda a ajuda necessária e tutoriais simples clicando aqui.

FONTE: tudocelular

11/19/2017

Mulher tenta embarcar em avião com porco de estimação e acaba expulsa

Gente, o Correio Brasiliense publicou esta matéria ontem, mas, o caso aconteceu em 2014 como podem ver no vídeo ao final da postagem. Pelo que li em outras matérias da época, a mulher teria deixado o porco no corredor do avião porque ele tinha feito um cocô bem fedorento na mochila que ela o transportava. Então, parece que a história foi outra.  
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Em resposta ao caso, a American Airlines disse que a mulher fez um apelo afirmando que o porco seria um animal de apoio emocional. Depois do incômodo causado aos demais passageiros, a mulher e o porco foram impedidos de permanecer embarcados

Uma mulher que pretendia embarcar com o seu “porco de estimação” em um avião da US Airways causou muita polêmica entre os passageiros. Inicialmente, as pessoas pensaram que se tratava de uma bagagem de mão que estava sendo transportada, mas, na verdade, enganaram-se. “Pensei que era uma mochila, mas não. Eu consegui sentir o cheiro estranho e logo identifiquei que era um porco em uma coleira”, explicou Jonathan Skolnik, um professor que estava presente no avião, em entrevista à ABC News.


Observando a naturalidade com a qual a dona do animal lidava com a situação, ele descreveu a cena. “Ela amarrou-o ao braço ao meu lado e começou a se acomodar em seu lugar, mas o porco estava caminhando de um lado para o outro”, comentou. Depois do incômodo causado aos demais passageiros, a mulher e o porco foram impedidos de permanecer embarcados.

Em resposta ao caso, a American Airlines, empresa-mãe da US Airways, disse que a mulher fez um apelo afirmando que o porco seria um animal de apoio emocional, quando um bicho serve de forma de acalmar a pessoa, o que, por lei, seria permitido. Porém, ao perceberem que a situação era perturbadora, funcionários convidaram a dona e o bicho a se retirarem da aeronave. Segundo o professor Skolnik, o animal tinha um peso entre 22kg e 30kg e o deixou assustado. “Eu estava aterrorizado, porque estava pensando que iria ter que viajar com o porco”, disse ele.

A presença de animais de apoio emocional, como são conhecidos, tem se tornado cada vez mais comum em aviões. Recentemente, o pato Daniel foi descoberto em um voo de Charlotte, na Carolina do Norte, para Asheville. Ele vestia uma fralda e pequenas botas vermelhas.


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Vídeo e matéria da época do fato

10/28/2017

Proprietária usa maquiagem no animal de estimação - China

Sinceramente, esta bestalhona tem parafuso a menos. Pena que na China as coisas ainda correm frouxas...
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As imagens chocantes emergiram de uma dona de cachorro que adora produtos de beleza tanto que ela faz a maquiagem no rosto de seu animal de estimação. 

O vídeo, capturado em Chengdu, na província de Sichuan, no sudoeste de China, em 14 de outubro, mostra o cão com olhar triste chamado Baylor com batom, blusher, sombra de olho, delineador de olhos e sobrancelhas desenhadas. 

De acordo com a mídia local, a dona do cão pensou que seu cachorro ficaria mais bonito se tivesse maquiagem no rosto. Especialistas na China propuseram uma lei geral de proteção animal em 2009 destinada a proteger os animais de estimação, mas suas medidas nunca foram adotadas oficialmente.


Fonte: LiveLeak
Tradução livre do Google para "O Grito do Bicho"

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