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8/15/2018

Fazendeiro é multado por desmatamento e cativeiro ilegal de animais

O tráfico só existe porque tem compradores... estou falando em todos os setores... tô errada? Este cara aí devia estar capturando para fornecer os bandidos.... Só quero ver se ele vai pagar a multa.....
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A Equipe Flora do Programa de Fiscalização Preventiva Integrada em Pernambuco (FPI-PE) apreendeu 23 animais silvestres no município de São

8/13/2018

ONG trabalha para animais ganharem a liberdade no RJ

Não conhecia esta ONG daqui do Rio. Parece que estão fazendo um bom trabalho. muita força aí companheiros!!!!!
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Vítimas do comércio ilegal são encaminhadas para o grupo para serem reintroduzidas à natureza.
Determinação e amor aos animais movem o trabalho desenvolvido pela ONG Instituto Vida Livre, no Rio de Janeiro.

8/10/2018

Centro de reabilitação de animais é fechado por falta de recursos e pede doações

É uma vergonha este nosso país que não cumpre com suas obrigações constitucionais. Veja este caso e façam uma analogia se precisamos de um "falso salvador da pátria" ou de uma reação da sociedade contra o mau uso do  dinheiro público.... É só pensar um pouco.....
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Local, criado em 2017, abriga bichos resgatados pelo Corpo de Bombeiros, vítimas de atropelamentos e

8/09/2018

Luta pela sobrevivência: Animais silvestres resistem à poluição em igarapés de Manaus

Cursos d’água que cortam a capital ainda abrigam muita vida, mas quase passam despercebidas aos olhos da população da capital

Não tem como passar pelos igarapés da área urbana de Manaus e não ficar impressionado com o cenário de degradação. É difícil imaginar que em suas águas contaminadas e matas ciliares diversas espécies de animais selvagens tentam sobreviver. A diversidade não é tão grande como

8/03/2018

Animais têm sofrido por conta das queimadas nas matas de MS

Aqui no Brasil está havendo queimadas por conta da estiagem e clima seco... Fico durante noite acordada pensando e rezando por estes pobres animais vítimas.....
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Incêndios no habitat obrigam os bichos a fugirem
A estiagem já dura 80 dias em Mato Grosso do Sul e a baixa umidade do ar provoca o aumento de incêndios em vegetação. A Polícia Militar Ambiental (PMA) tem feito uma série de resgates a animais silvestres, que fogem feridos de

7/27/2018

TRF2 condena Ibama a divulgar orientações sobre destinação de animais silvestres apreendidos

Ótimo. Mas, será que o IBAMA vai cumprir? Penso que durante este período serão vários pedidos de adiamento..... Pelo jeito não há dinheiro nem para o suprimento dos animais...
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Ainda pela decisão, o estado do Rio de Janeiro deve construir novo Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas).

7/23/2018

Jaguatirica é resgatada após se esconder em assentamento em Nova Ubiratã (MT)

Todo dia vemos vários casos de animais silvestres perdidos dentro de cidades ou nas suas cercanias. Bichos desorientados sem saber porque humanos estão tirando sua forma de sobrevivência ao invadir com casas e acampamentos seu habitat natural....Este macho teve sorte porque, normalmente, são mortos por esta gentalha que só sabe parir sem nenhuma responsabilidade.....
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Moradores da região acharam que se

7/09/2018

Convivência com capivaras pode ser pacífica

Até que enfim uma notícia decente sobre convivência de animais e humanos...... Todos animais para humanos transmitem doenças.....
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Animais têm sido vistos na área urbana de Jaú; aos humanos, basta manter distância segura

As capivaras têm se tornado uma visita frequente na área urbana de Jaú. Bastante presentes na zona rural da região, geralmente perto de rios e córregos, algumas delas foram vistas recentemente na Vila Hilst, perto do Rio Jaú, e na região do Lago do Silvério.

Apesar do porte avantajado – a capivara é o maior roedor do mundo, podendo alcançar até 1,3 metro de largura, 50 centímetros de altura e peso de 80 quilos –, o animal pode conviver pacificamente com os seres humanos nas cidades.

O maior risco na proximidade entre pessoas e capivaras é a possibilidade de o bicho facilitar a transmissão da febre maculosa, que pode ser letal. Apesar de alguns casos da doença terem sido registrados no interior de São Paulo nas últimas semanas, a Vigilância Epidemiológica de Jaú afirma não haver notificações ou confirmações da enfermidade no Município.

De modo geral, basta manter distância segura das capivaras que elas não causarão distúrbios entre as pessoas. Para o professor Jozrael Henriques Rezende, do curso de meio ambiente e recursos hídricos da Faculdade de Tecnologia (Fatec) de Jaú, a vinda de capivaras à cidade pode ser vista como bom sinal, pois indica que a água tem boa qualidade e há presença de alimento – herbívoras, elas comem até 3 quilos de grama fresca por dia.

“Temos de entender que a capivara está ocupando o espaço dela. É preciso que as pessoas respeitem”, comenta o docente.

Com o progressivo desmatamento e a supressão de matas ciliares, as incursões de animais de diversas espécies às cidades têm se tornado constantes.

“A capivara tem se tornado comum nas cidades. Seu habitat é nas margens de rios, lagos e pântanos. Normalmente ela tem hábitos diurnos, mas acaba adquirindo hábitos noturnos na cidade”, explica Rezende. É um animal que se reproduz com facilidade, e as fêmeas podem ter até duas gestações por ano.

No fim de junho, o governador Márcio França (PSB) sancionou projeto de lei que proíbe qualquer tipo de caça no território paulista. A medida contraria a atual legislação nacional, que, mediante série de condições, autoriza determinados tipos de caça, como para subsistência ou proteção a lavouras.

Doença

O professor da Fatec apenas faz o alerta para que a população de capivaras seja monitorada a fim de prevenir o processo de transmissão da febre maculosa. Embora Jaú não tenha registros de suspeita ou confirmação da doença, a febre maculosa matou ao menos sete pessoas em Americana, uma em Limeira e uma em Santa Bárbara D’Oeste em 2018.

A febre maculosa é uma doença transmitida pelo carrapato-estrela da espécie Amblyomma cajennense infectado pela bactéria Rickettsia rickettsii. O carrapato é encontrado principalmente na capivara, mas também ocorre em bois, cavalos, cães, aves domésticas e roedores em geral.

De acordo com o Ministério da Saúde, nos humanos a febre maculosa é adquirida pela picada do carrapato infectado com riquétsia, e a transmissão geralmente ocorre quando o artrópode permanece aderido ao hospedeiro por algumas horas. O período de incubação da doença é de dois a 14 dias.

Os sintomas são febre de início súbito, dor de cabeça e nas articulações e/ou prostração, seguida de vermelhidão predominantemente nas palmas das mãos e plantas dos pés, equimoses e hemorragias e lesão no local onde o carrapato ficou aderido.

O tratamento precoce é essencial para evitar formas mais graves da doença. Em caso de suspeita, é importante buscar ajuda médica – o tratamento é feito com antibióticos.

Para prevenir a infecção, recomenda-se distância das áreas onde vivem os carrapatos-estrelas. Caso não seja possível, deve-se usar mangas longas, botas e calças, com preferência para roupas claras para facilitar a visualização dos carrapatos. Depois, as peças de roupa devem ser colocadas em água fervente.

FONTE: comerciodojahu

7/06/2018

LIBERAÇÃO CAÇA: Comissão da Câmara discute caça de animais silvestres no Brasil

Este cara deve ser doido!!!! reparem que ele fala que a caça é necessária porque daqui a pouco teremos onças, cobras e outros animais silvestres nas cidades..... O mequetrefe não sabe que isto já acontece faz tempo por conta de gente como ele que destrói o meio ambiente acabando com a sobrevivência dos animais e proximamente da espécie humana......
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A caça de animais silvestres pode ser liberada no Brasil. Essa possibilidade faz parte de um projeto de lei que está na Câmara dos Deputados e vem recebendo muitas críticas. O autor do projeto, o deputado Valdir Colatto, do PMDB, afirma que o Brasil precisa regulamentar a caça e defende a proposta.
Na audiência pública, que contou com a presença de pouquíssimos parlamentares, o autor do projeto não teve o apoio nem mesmo do relator do texto.


Fonte: SBT

6/15/2018

TRAFICANTE: Jacarés, tucanos, trinca-ferros e azulão são apreendidos em Três Rios, RJ

Pessoal do Meio Ambiente está pegando legal..... A pena é que os criminosos vão embora pra casa na boa.... ainda rindo do delegado.....
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Animais silvestres foram encontrados em uma casa no bairro Cantagalo, após denúncias anônimas.
Cinco filhotes de jacarés, dois tucanos, quatro trinca-ferros e um azulão foram apreendidos na tarde desta terça-feira (12) em Três Rios, RJ.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente do município, os animais silvestres foram encontrados no terreno de uma casa, na Avenida Artur Sebastião Toledo Ribas, no bairro Cantagalo.

A ação aconteceu depois de uma investigação de denúncias anônimas feitas ao Ministério Público. A operação contou também com agentes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.

“Os jacarés estavam em um tanque. A princípio o suspeito negou que tinha jacarés no local, depois disse que tinha só um. Os bombeiros foram chamados e conseguimos apreender os cinco animais”, contou a fiscal ambiental, Ana Carolina Lazarini.

Dois homens, de 25 e 67 anos, foram levados para 108ª Delegacia de Polícia (Três Rios), onde prestaram depoimento. Ele foram autuados com base da Lei de Crimes Ambientais.

Os animais foram levados para uma clínica veterinária, para serem avaliados e depois serão encaminhados a uma reserva ambiental.


FONTE: G1

6/06/2018

CONVIVÊNCIA: Como resistir à convivência de uma criatura tão linda?

Eu sei que o ideal não é alimentar animais silvestres.... mas, eu não sei se resistiria a uma figura desta andando no meu quintal...... Ele é lindo!
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Apelidado de Tuca, tucanuçu interage com família no interior de São Paulo
Livre na natureza, a ave visita diariamente o sítio em Estiva Gerbi (SP), brinca com as crianças e não teme aproximação dos moradores.
Há alguns meses a família Gomes cresceu! Aos quatro anos de idade, Maria Luísa Gomes ganhou uma “irmã” de bico laranja e penas pretas: um tucanuçu.

Apelidada de Tuca, a ave não nega carinho e faz questão de dividir momentos em família. “A casa dela é o sítio da minha mãe. Todos os dias ela aparece por aqui e bate o bico na porta até levarmos o ‘café da manhã’, conta Israel Gomes, que mantém o contato com a ave diariamente. “Nos sentimos privilegiados pelo fato da Tuca viver aqui. Os animais conhecem quem os respeita e, assim, eles nos retribuem todo o amor”, diz.

O sítio, em Estiva Gerbi (SP), serve de casa e playground para o tucano, que brinca com Maria Luísa e Ryan, de 12 anos. “Eu acho muito importante mostrar para os meus filhos como a natureza é perfeita e ensiná-los a respeitar e amar os animais. É muito gratificante ver a forma como eles interagem com a Tuca, isso não tem preço”, completa Israel.

O vendedor de automóveis acredita que o amor e o cuidado com os animais é a melhor maneira de mantê-los por perto. “A ave já virou parte da família. O mais legal de tudo é que ela é totalmente livre e nós temos certeza que vai continuar por perto, como um reflexo de todo o amor que nós temos por ela”, conta.

Tucanuçu
Comum em matas de galeria, cerrado e capões, o tucanuçu (Ramphastos toco) também sobrevoa campos abertos e rios largos. Com cerca de 55 centímetros, a ave tem um bico alaranjado, penas pretas e papo branco tingido de amarelo e margeado de vermelho. Inquieta, a espécie pula de galho em galho e, quando voa, plaina no ar por um tempo. Vive em pares ou em grupos e se alimenta de frutos grandes, ricos em gorduras e proteínas, além de frutos da figueira, coquinhos de palmeiras, frutos de pomares, insetos e artrópodes.

6/05/2018

PREVENÇÃO: ONG que cuida de 850 animais silvestres alerta para atropelamentos nas estradas


É triste!!!!! nossas estradas estão matando e matando muitos animais silvestres e domésticos. Há que se ter uma solução para isto....
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Expansão das cidades e devastação dos ambientes naturais são as principais causas dos acidentes, afirma representante da Mata Ciliar, de Jundiaí (SP).
Uma estimativa do Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas (CBEE) aponta que, por ano, cerca de 475 milhões de animais devem morrer vítimas de atropelamento nas rodovias brasileiras. Segundo o representante da Associação Mata Ciliar de Jundiaí (SP), Samuel Nunes, a expansão das cidades e a devastação dos ambientes naturais são as principais causas do problema.

“Os animais ficam ilhados e sem alternativa. Em busca de alimento e água, acabam se arriscando e tentam atravessar as estradas ou rodovias”, afirma.

De acordo com Nunes, os animais mais vítimas de atropelamentos são gambás, tatus e répteis. Também há registro de acidentes com capivaras, veados, lobos e onças. A ONG não possui um levantamento de quantos atropelamentos de animais são registrados na região.

"Atualmente, a associação conta com 850 animais silvestres resgatados. O número de animais resgatados é flutuante, mais de 12 animais chegam todos os dias.” Entretanto, Nunes diz que 25% dos animais resgatados apresentam ferimentos causados pelos acidentes.

Para evitar atropelamento de animais nas rodovias, o representante da Associação Mata Ciliar passou dicas ao G1 que devem ser seguidas pelos motoristas.

Velocidade
Respeite os limites de velocidade, principalmente nos trechos com placas indicativas sobre animais na pista. É importante que o motorista também redobre a atenção nas estradas com matas ao redor e áreas que possuam cursos d’água, locais mais frequentados por animais silvestres.

Buzina e farol
Segundo Nunes, a buzina assusta os animais e o farol dificulta a visão, contribuindo para que ele fique paralisado no meio da pista. Por isso, ao avistar um animal atravessando na rodovia ou estrada, o ideal é não buzinar e diminuir o farol até ele passar.

Resgate

Em caso de acidente, evite tocar no animal machucado. “Nunca tente pegá-lo, não sabemos como ele irá reagir nessas condições. Além de oferecer risco ao animal machucado, não se sabe quais os danos decorrentes do impacto”, diz Nunes.


  • O que fazer? Sinalize o local do acidente e entre em contato com a concessionária responsável ou acione a Polícia Ambiental e Corpo de Bombeiros mais próximo.
Associação Mata Ciliar
A Associação Mata Ciliar foi criada com objetivo de conservar os cursos de água e recuperar as áreas degradadas no interior do estado de São Paulo. No entanto, em 1997 a associação iniciou os trabalhos voltados para o resgate de animais silvestres, por meio do Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (CRAS).

Durante o tratamento, os animais vítimas de acidentes passam pelo processo de reabilitação com veterinários especialistas e em recintos específicos. De acordo com Samuel Nunes, durante esse período o animal fica sob observação e, caso o quadro evolua bem e ele se recupere, é solto em seu hábitat.

“Nesse recinto o animal consegue se exercitar, além de apurar seus comportamentos naturais antes de voltar à natureza." O animal resgatado, muitas vezes, chega sem chance de sobrevivência. No entanto, alguns conseguem se recuperar, mas não voltam a ter as mesmas condições de saúde, portanto não podem ser soltos na natureza.

“Como é o caso da onça atropelada na Rodovia dos Bandeirantes. Ela fraturou uma perna e a bacia e seu futuro era incerto. Mas com o empenho da equipe e a superação do próprio felino, após nove meses de tratamento e reabilitação, ele pode voltar à natureza.”

FONTE: g1.globo

6/04/2018

TRÁFICO: Animais silvestres são vendidos facilmente pela internet

Vejam só: nossa luta contra o tráfico de animais silvestres é de tanto tempo.... Todos nós achamos que a internet nos ajudaria localizar e acabar com esta maldição.... Olha só o que a gente vê.... Triste, viu? e é no mundo inteiro.....
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Animais silvestres são vendidos facilmente pela internet a clientes europeus
Basta uma rápida pesquisa pelas redes sociais ou sites de comércio online para encontrar ofertas de papagaios exóticos, tapete de pele de tigre ou um crocodilo empalhado.

O comércio de animais silvestres, vivos ou mortos, aflora pela internet e, como tudo na rede, é de difícil controle. A organização Fundo Internacional para a Proteção Animal (IFAW, na sigla em inglês), referência no contrabando de fauna silvestre e protegida, publicou um relatório no qual dá uma pequena amostra do problema.

Em apenas quatro países europeus e no período de seis semanas, quase 6 mil anúncios relativos a animais protegidos foram identificados em 106 sites e quatro redes sociais na Alemanha, na França, no Reino Unido e na Rússia. Em 80% dos casos, os animais à venda estão vivos, em um comércio quase sempre ilegal por envolver espécies inscritas nos anexos 1 e 2 da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (Cites). A comercialização dos bichos citados nas listas é estritamente regulamentada.

“Nós recolhemos 5831 anúncios propondo espécies vivas ou partes do corpo dos animais, como o marfim dos elefantes, por exemplo. No total, são 11.772 espécies à venda”, detalha é a porta-voz da organização na França, Julie Matondo. “Fazemos essa pesquisa regularmente e nos tornamos especialistas no tráfico de animais selvagens pela internet. As espécies mais vulneráveis são os répteis, os pássaros e os elefantes, pelo marfim.”

Para estimação ou decoração
Tartarugas marinhas e diversos tipos de pássaros e peixes raros são os preferidos para ser adotados como animais domésticos num lar europeu, principalmente na Alemanha. Tapetes de tigre, onça ou leopardo, assim como carcaças empalhadas, seduzem os clientes interessados em um objeto raro de decoração na sala.

A variedade de opções espanta e está disponível em sites comuns de compra e venda de produtos na Europa. Embora representem o menor número de ofertas online, as vendas para os russos são as mais ousadas e incluem jaguares e águias vivas, entre várias outras espécies exóticas.

“Podemos encontrar iaques, orangotangos e muitos pássaros, principalmente papagaios exóticos, e peixes, como espécies de cavalos-marinhos. É uma lista longa e, muitas vezes, surpreendente”, afirma Matondo.


Fiscalização difícil da internet
Apesar do cerco contra os anunciantes, feito em parceria com os sites, na prática a fiscalização desse tipo de venda é pouco eficaz – ao ponto que não existem dados oficiais sobre o quanto esse comércio movimenta no mundo inteiro. Além dos clientes europeus, os americanos e chineses são os outros maiores compradores de animais silvestres, vindos ilegalmente da África, da América do Sul e da Ásia.

“A internet é uma loja aberta 24 horas por dia, todos os dias, e permite colocar em contato compradores e vendedores do mundo todo. Ao mesmo tempo, os traficantes conseguem manter o anonimato na rede, e na maior parte dos casos, escapam facilmente de qualquer tipo de investigação ou processo”, constata a porta-voz da organização. “A regulação da internet é muito difícil. Faz anos que temos parcerias com sites de venda online e as redes sociais para que eles imponham regras severas, que nós lhes ajudamos a aplicar.”

Apesar de massacres na África, marfim é disputado
Em 19% dos anúncios, a maior parte na França, o produto a ser comercializado é o marfim, apesar da sensibilização mundial à exterminação de elefantes na África, para a extração dos seus valiosos chifres. A entidade pede a proibição completa da entrada do marfim na União Europeia.

“Hoje, não existe legislação comum entre os países europeus sobre o comércio de marfim. Países como a França proibiram o comércio de marfim bruto, mas o marfim trabalhado pode ser vendido, mediante algumas condições”, observa Matondo. “Já o Reino Unido anunciou, para os próximos meses, a proibição completa do comércio de marfim, no que será a legislação mais rígida do mundo sobre o assunto.”

No total, os anúncios identificados pela IFAW envolviam a cifra de US$ 3,9 milhões – um valor irrisório perto do que esse comércio representa na esfera global. Para combater o problema, gigantes internacionais da internet, com Facebook, Google, eBay e Alibaba, se comprometeram em uma iniciativa não-governamental para reduzir 80% do comércio ilegal de animais protegidos nas suas plataformas, até 2020. O objetivo ainda parece distante.  

FONTE: br.rfi.fr

6/01/2018

TRAFICANTES: Polícia prende casal envolvido no tráfico de animais silvestres

Agora, me diz uma coisa: o pessoal acha que eles pegam de criação de macacos? são tirados na natureza da foma mais cruel possível.... na Bahia tem muito..... O que ninguém pode negar é que estes animais tem os COMPRADORES que são tão criminosos quanto estes malditos traficantes...... É igual a droga; quem é o maior culpado senão os usuários? Tô errada? Neguinho vai na passeata da paz e depois vai cheirar o seu pozinho na boa......
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Polícia prende casal envolvido no tráfico de animais silvestres em São Paulo
O nome do casal não foi divulgado, mas a mulher já tem passagens pela polícia. Com a prisão da dupla de vendedores, a polícia espera chegar ao criador dos macacos.
Fonte: Balanço Geral

RETORNO À NATUREZA: Fundação mantém animais prontos para retornarem à natureza

Bem, a gente já leu sobre os vários problemas que aquele zoológico teve..... Parece que tem coisa boa por lá, também. Menos mal...
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A Fundação Jardim Zoológico de Brasília mantém 24 animais prontos para retornarem à natureza. A soltura depende agora da definição, por parte do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), de um local apropriado e seguro para os bichos.Todos os animais chegaram ao zoológico depois de resgatados ainda filhotes. O desafio da instituição nesses casos é garantir que eles se desenvolvam saudáveis, mas sem se acostumar ao cuidado humano.

FONTE: massanews

5/31/2018

RESGATE: Batalhão Ambiental resgata animais vítimas de maus-tratos

Gente, olha o absurdo....
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Apreensão aconteceu no sábado (19) na comunidade de Cachoeirinha, em Macapá. Polícia encaminhará relatório ao MP para penalizar o proprietário do terreno.

O Batalhão Ambiental da Polícia Militar (PM) apreendeu no sábado (19) animais silvestres e domésticos criados em cativeiro, vítimas de maus-tratos em um terreno na comunidade de Cachoeirinha, na BR-156, Zona Rural de Macapá. Os militares chegaram até os bichos após uma denúncia anônima.

Entre os animais estavam araras, papagaios e catitus. Além deles, também haviam no terreno porcos, patos e galinhas, todos em situação de maus-tratos. Os animais não estavam sendo alimentados e outros já estavam mortos.

Os animais foram levados para a sede do batalhão, em Santana. A polícia fará um relatório detalhado da situação encontrada e encaminhará ao Ministério Público (MP) para penalizar o proprietário do terreno, que não estava no local no momento da apreensão.



FONTE: G1

INSANIDADE: O muro de Trump com o México é uma tragédia para animais e plantas

Gente, este Trump é maluco!!!!! como americanos, supostamente inteligentes, elegeram um insano como este? Tenho tanto medo que brasileiros sejam doidos também e elejam o Bolsonaro...... Meu Deus, vou tirar o tubo de vez!!!!!
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O muro de Trump não divide só humanos. É também uma barreira para animais e plantas
É sabido que a Natureza não é o alvo das barreiras políticas. No entanto, com a sua construção, também os animais vão sofrer as suas consequências.

Nos dias que correm, discute-se, do outro lado do mundo, a construção ou não de uma barreira física na fronteira entre os EUA e o México. Alguns dos projectos apresentam muros com fendas para os guardas verem o outro lado. Outros, um topo liso para impossibilitar a amarração de cordas. Uns são de ferro maciço, outros preferem outra constituição.

Independentemente dos seus materiais, os muros são construídos para manter as pessoas longe. Mas o que é que acontece ao mundo natural, quando abraçamos projectos destes?

Actualmente existem cerca de mil quilómetros de barreira física na fronteira EUA-México. Os restantes 2 mil quilómetros livres continuam a permitir a movimentação de várias espécies entre os dois países, com o crescimento de uma grande biodiversidade nestes troços. É exactamente nesta região de fronteira política que se encontra uma grande variedade de anfíbios, répteis e mamíferos que, com os novos desenvolvimentos, se encontra agora ameaçada.

“TERRA DE NINGUÉM”
No caso do Rio Grand Valley, no Texas, a construção prevista de barreiras terá de se desviar da fronteira natural – o rio – para território americano. Significa isto que, todo este novo fortificado vai atravessar várias zonas protegidas, criando quase 6500 hectares de área não acessível por humanos: uma “Terra de ninguém”.

Esta questão coloca um conjunto de problemas muito particular para a movimentação de animais.



CHEIAS
O problema imediato da existência de hectares de “Terra de ninguém” prende-se com as cheias. No Rio Grand Valley existem regiões pantanosas que se enchem com a subida dos níveis de água. Quando isto acontece, répteis e mamíferos têm que se mover para terra segura. Ao criarmos uma barreira impermeável, criamos também uma verdadeira armadilha para estes animais, que ficam encurralados entre o muro e o rio, sem escapatória possível.

REDUÇÃO DA DIVERSIDADE GENÉTICA
A longo prazo, estruturas que limitam a migração de animais, podem levar a consequências muito graves para a sua sobrevivência. Quando uma população é separada por uma barreira física, a sua carga genética é dividida. Este fenómeno leva a uma redução da diversidade genética em cada uma das populações, culminando num aumento da consanguinidade e num elevado risco de extinção da espécie.

E SE EXISTIREM PEQUENAS PASSAGENS AO LONGO DO MURO?
Alguns indivíduos defendem que a construção de muros com pequenas passagens vai permitir que os animais atravessem esta barreira. Contudo, este tipo de projectos não leva em conta o comportamento animal.
Tipicamente, para construir uma barreira é necessário limpar a vegetação da área envolvente por forma a construir estradas onde a brigada fronteiriça possa circular e as “aberturas” são comummente equipadas com equipamentos de iluminação muito forte para facilitar a visualização de humanos que se aproximem. Para animais acostumados a deslocar-se durante a noite, camuflados na vegetação, este tipo de ambiente não é propriamente apelativo.

Os humanos facilmente conseguem descobrir formas de atravessar, pular ou contornar uma fronteira, os animais, por sua vez, não o conseguem. É sabido que a Natureza não é o alvo das barreiras políticas. No entanto, com a sua construção, também os animais vão sofrer as suas


FONTE: shifter.pt

5/28/2018

DISCUSSÃO: Combate à caça de animais silvestre é tema de Workshop

Parece que o encontro foi positivo. Que bom!!!!! Quanto mais se falar, melhor!!!!
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Evento foi realizado no Senac em Porto Seguro no dia 18 de maio.
Representantes de instituições ligadas ao Meio Ambiente e do Ministério Público participaram, no dia 18 de maio, do I Workshop de combate à caça de animais silvestres, realizado no Senac de Porto Seguro.

Na ocasião, foram apresentadas situações de caça ilegal no extremo sul da Bahia, através dos dados revelados pelo Centro de Triagem de Animais Silvestres – CETAS/IBAMA de Porto Seguro e pela polícia militar do Estado da Bahia, além dos impactos da caça na biodiversidade e sobre a proteção legal da fauna silvestre.

De acordo com o pesquisador Hugo Fernandes-Ferreira, professor da Universidade Estadual do Ceará e apresentador do Canal Zoa, da TV Jangadeiro/SBT, estamos passando por um processo de “defaunação”, que é a expressiva diminuição no número de animais, principalmente os de grande porte, acarretando perda da biodiversidade e desequilíbrio nos ecossistemas. Segundo o pesquisador, 301 espécies de mamíferos estão ameaçadas pela caça no mundo. Ele também apresenta uma das questões pelas quais a caça se perpetua até os dias de hoje, com pouco apelo na sociedade: “A gente não vê a caça. Esse é o problema, é mais difícil investigar a caça do que o desmatamento”, esclarece.

Para o gestor da RPPN Rio do Brasil, em Porto Seguro, Cleiuodison Lage (Pêu), o tema extrapola a questão da conservação. Os problemas relacionados à caça atingem a segurança, devido ao uso de armas, e saúde pública, com doenças relacionadas ao manuseio e consumo de animais silvestres. Segundo Cid Teixeira Neto, analista ambiental do CETAS/IBAMA em Porto Seguro, os municípios do extremo sul da Bahia estão entre aqueles com maior índice de hanseníase no estado e estudos indicam que o contato e consumo da carne de tatu pode ser um meio de obtenção da doença.

A Promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Vânia Tuglio, considera a importância da desarticulação da cadeia de comércio do tráfico de animais silvestres. Ela abordou questões legais da proteção da fauna silvestre e sugeriu enquadramentos de penas mais consistentes para esse tipo de infração, com penalidades que incluem a reclusão, para que se possa investigar os demais envolvidos no crime.

Com relação às áreas protegidas, o professor Hugo apresentou estudos que mostram que áreas menores e mais protegidas têm mais espécies de animais do que áreas maiores e desprotegidas. Afirmou, ainda, que dentro de Unidades de Conservação, quanto menos estradas, melhor, pois dificulta o acesso dos caçadores com motos e outros veículos. Segundo Tiago Leão, gestor do Refúgio de Vida Silvestre do Rio dos Frades, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), os dados apresentados reforçam a importância da presença institucional no interior das Unidades. O analista ainda destaca a importância do evento como oportunidade para troca de experiências e elaboração de um plano de ação contra a caça de animais silvestre, envolvendo várias instituições da região.

Estavam presentes no evento representantes do Ministério Público Estadual da Bahia e de São Paulo, da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental – CIPPA, das RPPNs Veracel e Rio do Brasil, do ICMBio, IBAMA, das Secretarias Municipais de Meio Ambiente de Porto Seguro, Cabrália e Eunápolis, além de outros órgão de segurança pública e entidades da sociedade civil afetas ao tema.

Comunicação ICMBio --- Tel: (61) 2028-9280

FONTE: icmbio

5/22/2018

CASAL PRESO: Mulher é presa por comer animais a fim de ganhar dinheiro no YouTube

O casal merece ser preso mesmo, ou não? e ficar em camisa de força.... uns mequetrefes mesmos....
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De acordo com reportagem, Ah Lin e o marido já ganharam cerca de US$ 500 com propaganda exibida nos seus vídeos

Há gente interessado em tudo no YouTube. Como os assinantes de um canal onde uma mulher fazia vídeos em que aparecia comendo vários tipos de animais - alguns deles protegidos por leis ambientais ou ameaçados de extinção.

Pelo cardápio exótico e criminoso, Ah Lin Tuch acabou presa. Os vídeos eram feitos em uma área de mata nos arredores de Phnom Penh, no Camboja, com ajuda com marido de An Lin. Identificado como Phoun Raty, ele também foi preso.

Nos vídeos, Ah Lin dizia mostrar suas "habilidades de sobrevivência". No cardápio da cambojana estavam um raro gato pescador, sapos e pássaros protegidos. Tudo era preparado de forma bastante rústica.

De acordo com reportagem, Ah Lin e o marido já ganharam cerca de US$ 500 com propaganda exibida nos seus vídeos.

Autoridades ambientais do Camboja investigam se os animais eram mortos pela dupla em seus ambientes naturais ou enviados a ela para a gravação dos vídeos. Na filmagem abaixo, ela mata e come uma cobra.


FONTE: gazetaonline

5/19/2018

ANIMAIS SILVESTRES: Instituto Chico Mendes monitora 11 espécies ameaçadas de extinção

Na verdade, acho que existem poucos animais fora da classificação de "extinção".... Enfim, que o Instituto  monitore e ache solução para estes animais tão perseguidos....
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O projeto busca, além da proteção aos próprios animais por meio de monitoramento, preservar seus ambientes nativos
Com o propósito de preservar a fauna presente em Goiás, o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade (ICMBio) conseguiu identificar mais de 11 espécies características em ameaça de extinção. Divididas em categorias de acordo com o grau de perigo, essas variedades contemplam, principalmente, répteis, anfíbios, primatas e peixes. O projeto busca, além da proteção aos próprios animais por meio de monitoramento, preservar seus ambientes nativos.

Os grupos de divisão dessas espécies são o vulnerável (VU), em perigo (EP) e criticamente em perigo (CR). A autarquia responsável conta com a parceria de diversas entidades como o Ministério do Meio Ambiente, ao qual é vinculada, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima), o Ministério Público de Goiás (MP-GO) e a ONG Instituto Boitatá.

A iniciativa integra o Plano de Ação Nacional para a Conservação das Espécies Ameaçadas da Ictiofauna, Herpetofauna e Primatas do Cerrado e Pantanal, orçado em R$ 17,5 mi e com duração prevista para cinco anos. Segundo informações do Instituto, a principal causa dos riscos de extinção é a expansão urbana e agropecuária, responsável pela degradação do habitat. A ação conta também com o envolvimento de instituições acadêmicas goianas como a Universidade Federal de Goiás (UFG), a Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), o Instituto Federal Goiano (IFG) e a Universidade Estadual de Goiás (UEG).

Ao mesmo tempo em que o programa é focado em espécies que vivem em todo o estado, também contempla algumas habitantes de parques como a Chapada dos Veadeiros, no caso do sapo Allobates goianus. Dentre os animais nativos de Goiás que compõem a lista, o único criticamente em perigo é o peixe Baryancistrus niveatus. Uma das propostas do plano é a criação de um comitê para a bacia Tocantins-Araguaia, a fim de elevar a qualidade de vida das espécies nativas. 

FONTE: ohoje

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