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8/09/2019

EUA voltam a autorizar 'bombas de cianureto' contra animais selvagens

O governo do louco do Trump é o exemplo para o nosso presidente destrambelhado Jair Bolsonaro. É assim que estes dois tratam as causas ambientais relacionadas a fauna e flora. Lá e cá a industria pecuária e agrícola fazem o que querem..... Temos que chamar todos os deuses do Olympo porque o nosso Deus continua em sua viagem de férias à Plutão sem data para voltar..... Pobre de nós!!!!!

8/04/2019

Veterinária do exército se arma e vai para a savana defender animais selvagens

Quando tem caçadora a vista a gente mete o cacete e quando tem uma veterinária deste quilate a gente a coloca nas mãos dos deuses para protegê-la e recupera-la da recente cirurgia craniana.
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Kinessa Johnson foi instrutora de armas das forças armadas e veterinária do exército dos Estados Unidos.

6/15/2019

Caçadores furtivos devastam a fauna - Angola

Estes malditos psicopatas tinham que ir para "El paredon" juntamente com os toureiros de todo mundo.... Pra que o mundo precisa de pessoas sanguinárias?
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A caça furtiva na província do Cuanza-Norte tomou contornos incontroláveis, com o abate indiscriminado de inúmeras espécies de animais em regime de proteção, com destaque para os elefantes e pacaças, situação que tem preocupado os responsáveis do Instituto de Desenvolvimento Florestal (IDF).

6/05/2019

Moçambique vai receber cerca de 3000 animais selvagens em 2019

A ANAC anunciou que os parques e reservas nacionais vão receber ainda este ano cerca de 3000 animais selvagens provenientes de países vizinhos.

A Administração Nacional das Áreas de Conservação de Moçambique (ANAC) anunciou, no dia 1 de junho, que os parques e reservas nacionais vão receber, ainda este ano, cerca de

1/11/2019

Câmeras com inteligência artificial livram animais selvagens de caçadores

Pelo jeito é uma boa ideia.... os animais não se assustam com as câmeras.....Nem pensar em drones porque eles entram em pânico....
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Grupo sem fins lucrativos usa tecnologia da Intel para proteger vida selvagem
A organização sem fins lucrativos “Resolve”, que atua na conservação da vida selvagem, usa a tecnologia como aliada no combate à caça ilegal de animais ameaçados de extinção.

Cercas e linhas elétricas matam milhares de animais selvagens

Porque humanos não param de nascer, hein? o que está faltando para uma ordem global  implantar o controle de natalidade? Meu Deus, humanos nascem sem nenhuma possibilidade de uma vida descente e aí destroem o que ainda vive ao seu redor.... são saqueadores do mundo.... Tô errada, é? então tá.....
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Choque elétrico pode até pôr em risco sobrevivência de espécies

12/22/2018

Como interesse de chineses por animais selvagens coloca espécies em risco

Minha Santa do Perebentos Chineses, dá uma força para acabar com estes nojentos..... A matéria está bastante informativa.
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Muitas das criaturas que compartilham este planeta conosco podem não estar por aqui por muito mais tempo.

Desde 1970, as populações de milhares

9/23/2018

Homem vive com dois crocodilos em casa

Caraca.... não falo nada porque são animais que foram abandonados e  oriundos do tráfico... eles não tem condições de voltar à natureza....
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Numa modesta casa na zona oeste de França vivem um homem, uma cobra, uma tartaruga de 50 quilos e dois crocodilos de dois metros: um dorme com o dono na cama e o outro vigia a porta. No total são mais de 400 animais a coabitar no local. Parece uma cena de um filme mas é bem real e o protagonista é

6/16/2018

INTERNET: tecnologia que ajuda a salvar animais selvagens

Uma matéria maravilhosa! ela nos mostra todos os aspectos do quanto a internet está ajudando a salvar animais selvagens..... É incrível!!!!! Gente, a tecnologia do mundo moderno pode nos ajudar muito a resgatar a vida em nosso planeta se soubermos usá-la a tempo, já que, os cientistas nos falam que temos mais 100 anos no máximo!!!!!!
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Como a internet das coisas está salvando animais ameaçados de extinção
Há alguns anos a internet das coisas causou um pequeno boom no mundo da tecnologia ao prometer revolucionar as nossas vidas e incorporar tecnologia aos campos mais inesperados do dia a dia, desde roupas smart até lâmpadas e eletrodomésticos que oferecem uma gama de possibilidades e ainda aprendem com nossos usos diários. Porém, a coisa (ainda) não despontou como era previsto.

É inegável que cada vez mais as geladeiras e fogões estão inteligentes e as casas estão equipadas com assistentes virtuais, mas quem viu o buzz da IDC lá por 2015 sabe que ele não explodiu como deveria. Ou pelo menos não explodiu para nós humanos.

Isso mesmo, não deu para nós humanos, mas para outros seres vivos a internet das coisas vai de vento em popa. Há anos que as organizações de preservação da vida selvagem experimentam novas tecnologias no intuito de encontrarem aquela que seria a ideal para ajudá-los no monitoramento e proteção das espécies ameaçadas de extinção, principalmente em grandes áreas, até que, finalmente, eles parecem ter encontrado o que procuravam.

Assim nasceu o casamento perfeito. Várias organizações estão usando internet das coisas para levantar dados sobre os animais e entregá-los até os guardas florestais que assim poderão interceptar os caçadores ilegais antes que eles cometam os seus crimes.

E qual o melhor lugar para encontrar animais ameaçados de extinção e grandes áreas a serem monitoradas? A África, é claro, onde o comércio ilegal de animais leva perigo a diversos animais, como rinocerontes, elefantes, macacos e até leões. É de lá que vem as boas notícias.

O que se tem feito até hoje e como a IDC está revolucionando
O uso da tecnologia para parar a caça ilegal não é nova. Medidas como a da operadora de celular britânica Vodafone, que usa IDC para ajudar na conservação das focas escocesas e dos dugongos ameaçados de extinção nas Filipinas, já são conhecidas e mostram ótimos resultados, mas quando se trata de empregar estes meios na África, a tarefa é um pouco diferente.

O continente é gigantesco, com animais de grande valor no mercado negro (o chifre do rinoceronte é mais caro do que ouro), não possui infraestrutura adequada para grandes topologias de redes e conexões e os caçadores são extremamente furtivos. Por isso uma mãozinha qualificada para proteger os animais é mais do que bem-vinda.

E a ajuda chegou na hora certa, os rinocerontes que o digam. Enquanto que o rinoceronte negro se recuperou da quase extinção em 1995 dobrando sua população de menos de 2.500 animais para aproximadamente 5.000, hoje, o Rinoceronte Negro Ocidental foi declarado extinto em 2011 e o último Rinoceronte-branco-do-norte morreu em março deste ano no Quênia. As previsões também não são nada animadoras: Segundo as estimativas, cerca de três rinocerontes morrem nas mãos de traficantes de chifres por dia na África. Se o ritmo continuar, os rinocerontes serão extintos do planeta até 2025.

Os rinocerontes, claro, não são únicos que precisam de ajuda. Os elefantes, por exemplo, tiveram sua população diminuída em cerca de 30% na savana entre 2007 e 2014; uma perda de 144.000 animais - 1 elefanta morto a cada 14 minutos!! Os dados são do Great Elephant Census (GEC), uma pesquisa conduzida pela Vulcan Inc. (empresa filantrópica criada por Paul Allen, cofundador da Microsoft) que vasculhou todo o continente africano atrás dos mamíferos. Os dados mostram ainda que a taxa de declínio da população de elefantes é de 8% ao ano e os caçadores de marfim, é claro, são a principal razão desta matança.

Mas ao menos uma boa notícia depois desses dois parágrafos e daquela imagem de cortar o coração e causar depressão em qualquer um: a tecnologia de redes e sensores, em combinação com as análises, agora oferece maneiras de acompanhar as populações destes animais de perto e interceptar qualquer ameaça aparente.

De maneira geral o processo consiste em conectar sensores à nuvem (seja ela pública ou privada) através de redes de baixa potência e fazer com que esses "patrulheiros tecnológicos" passem a entregar informações essenciais sobre as atividades humanas que forem detectadas na área onde vivem os animais protegidos. Com estes dados e alertas em mãos os patrulheiros (de verdade, dessa vez) chegam rapidamente até os caçadores antes que eles possam causar danos.

De maneira específica temos dois projetos de grande sucesso e que vamos conhecer agora.

A ajuda vem de cima
Há alguns anos que o programa Air Shepherd mantido pela The Lindbergh Foundation usa uma combinação de drones e dados analíticos em um experimento na África do Sul para proteger os  rinocerontes e elefantes.

Os dados captados pelos sensores dos drones são submetidos a um processamento inteligente que constrói um modelo do comportamento habitual dos animais ao redor e dentro da área monitorada. A partir de então, se alguma movimentação anormal - com base nos padrões - for detectada nos rinocerontes ou se alguma aproximação suspeita de humanos ocorrer, os drones são colocados no ar para mostrar aos guardas florestais, em tempo real, o que está acontecendo no local suspeito.

Embora tenha alguns pontos negativos, como a exigência de pilotos bem treinados e o fato de, às vezes, estarem fazendo voos de rotina e não conseguirem atender a um alerta de perigo, a Air Sheppard já salvou impagáveis vidas. Com tamanho sucesso eles já conseguiram expandir o programa de proteção para o Malawi, África do Sul e Zimbábue através de financiamento coletivo. Os próximos locais são Botsuana, Moçambique e Zâmbia.


Proteção fashion
Uma outra iniciativa bastante promissora vem da parceria entre Universidade de Wageningen, na Holanda, e a IBM que pretendem ajudar os rinocerontes da Reserva de Animais Welgevonden, também na África do Sul, com o mínimo de intervenção possível no seu dia a dia. Dessa forma eles não se propõe a rastrear diretamente os rinos, mas sim o que está no seu entorno. Por exemplo, suas presas.

O plano é colocar um colar (que está em desenvolvimento) nos rebanhos de herbívoros da reserva, como zebras, impalas e gazelas, e então observar os hábitos de caça dos rinocerontes. Ao avaliar as variações em seus movimentos será possível identificar padrões anormais de comportamento que indiquem os diferentes tipos de contato que eles podem ter, como predadores naturais, turistas ou caçadores ilegais.

Após capturados, os dados serão transmitidos via 3G dos colares até o sistema Watson da IBM que opera na nuvem - o Watson é um dos sistemas de inteligência artificial mais avançados do mundo - e está sendo treinado para identificar a rotina dos animais.

Embora a solução IBM Watson tenha sido eficaz até o momento, ela tem um ponto negativo complicado de ser totalmente resolvido: Ela é dependente de uma conexão constante com a nuvem, o que é um problema em grande parte da África, especialmente em áreas de vida selvagem - onde só há as lentas conexões por satélite e uma ou outra torre de celular que não consegue dar conta do recado. Uma saída seria usar as próprias redes sem fio privadas que estivessem ao alcance para formar um backbone, o que não resolveria o problema totalmente já que, ainda assim, seria necessário algum tipo de conexão final para que os dispositivos de IDC nos animais "conversassem" com o sistema baseado na nuvem.


E por fim a iniciativa campeã até agora: O Connected Conservation, um programa patrocinado pela Dimension Data e pela Cisco, a maior fabricante de equipamentos de redes e conexões do mundo.

Lançado em 2015, o programa tem usado a internet das coisas para rastrear pessoas próximas e dentro do perímetro de uma reserva particular de rinocerontes na África do Sul (cujo nome é secreto por motivos de segurança). Com técnicas de câmeras de segurança, escaneamento biométrico, sensores de movimentação no chão, mapas de calor do ambiente, drones e uma rede de rádio fixa o programa tem dado certo e se prepara para expandir para outras áreas de conservação em todo o continente.

No Connected Conservation o Google Analytics é quem gera os alertas com base nos padrões de atividade detectados e os envia aos guardas florestais que se deslocam até o perímetro para interceptar intrusos. Aqui a única parte na nuvem é um servidor local que se conecta aos serviços do Azure da Microsoft para fazer backup de dados críticos regularmente. Fora isso todo o sistema é operado localmente.

As empresas projetam agora uma solução de segurança para a reserva. Um dos primeiros componentes - instalado em dezembro de 2015 - foi uma nova rede baseada em rádio ponto-a-ponto que tem velocidade de 50 mbps e usa torres instaladas nos limites do parque para cobrir todo o perímetro e funcionar como um backbone que compartilha alertas de vídeo, sensores e comunicações por voz. Wolf Stinnes, engenheiro da Dimensions Data, disse que, além de uma conexão irregular, o maior desafio até hoje foram as chuvas torrenciais, raios e relâmpagos, junto com o calor.

Além do backbone da rede de rádio, a Cisco e a Dimension Data instalaram redes locais com fio em cada um dos quatro portões de veículos da reserva, câmeras de monitoramento, scanners biométricos e sensores nos portões. Além disso, uma rede sem fio foi implantada em toda a reserva para fornecer Wi-Fi seguro no parque e dar aos guardas acesso móvel aos dados.

A reserva ainda está conectada a uma rede de longa distância sem fio no padrão LoRa. Tal padrão de conexão é otimizada para dispositivos de baixa potência, o que faz com que os sensores possam operar com baterias por anos a fio e se comunicar distâncias de até 15 km. Consequentemente, sua taxa de transmissão é baixa, 27 kbps, mas o que não é problema para uma rede que manipula a taxa de dados da telemetria de um sensor, por exemplo. Outras ferramentas do sistema incluem câmeras térmicas ligadas em rede e instaladas ao longo do perímetro da reserva e sensores acústicos de fibra ótica.

Aqueles que entram em um veículo, além de terem um rastreador acoplado, têm suas placas "lidas" pelas câmeras de segurança; o sistema usa uma conexão VPN para bater essa informação em um banco de dados nacional e saber quem possui os veículos e o histórico de suas visitas.  Com a modelagem preditiva de dados a equipe de análise pode estimar quando um indivíduo ou veículo deve sair da reserva", disse Stinnes; se ele não sair no tempo planejado um alerta é emitido e ele é verificado.

E não é só com os veículos: Toda pessoa que passar pelos portões é rastreada. Os sistemas biométricos leem as impressões digitais de funcionários, guardas florestais, cuidadores de animais e fornecedores; já os visitantes têm seus passaportes escaneados.

E se em algum lugar do parque um sensor captar um dado que gere um alerta de anormalidade e indiquem uma possível violação do perímetro, drones podem ser despachados para os locais de alerta para captar imagens em tempo real do que está acontecendo enquanto uma equipe armada segue de helicóptero para interceptar os possíveis caçadores. O novo sistema de alerta diminuiu o tempo médio de resposta dos guardas de 30 para apenas sete minutos.

Após toda essa tecnologia de ponta temos a certeza de que todo o processo precisou de muito estudo e muito investimento; mas não tenha dúvidas de que todo esse esforço já se pagou. Desde 2015, houve uma redução de 96% no número de rinocerontes mortos na reserva, sendo que no ano de 2017 nenhum deles foi pego por caçadores. Quanto às invasões no perímetro, houve uma redução de 68%.

Upgrade para a versão 2.0
Com esse sucesso que supera a melhor das expectativas o programa Connected Conservation quer, agora, expandir sua experiência e conhecimentos para parques e reservas em Moçambique, Zâmbia e Quênia, cada qual com suas ameaças e características específicas; o que faz com que a tecnologia precise se adaptar a cada realidade. No Zâmbia e Moçambique, por exemplo, o foco deve ser nos rebanhos de elefantes, que estão sendo dizimados em uma velocidade maior do que em qualquer outro lugar da África.

O escolhido para receber essa ajudinha tecnológica foi um parque zambiano - sem nome divulgado também. Como um todo, as manadas de elefantes no país são, em geral, relativamente estáveis: de uma população de 21.758 animais em 2016, a "proporção de carcaça" foi de apenas 4,2% (assim é chamada a proporção de elefantes mortos para elefantes vivos monitorados por levantamento aéreo), porém há alguns lugares que a matança é assustadora. Por exemplo, ao longo do rio Zambeze e no Parque Nacional Sioma Ngwezi, na fronteira sudoeste do país onde, neste último, o levantamento apontou uma taxa de carcaça de 85%, ou seja, 17 elefantes mortos para cada três encontrados vivos.

O que se sabe sobre este parque secreto que receberá ajuda é que ele terá que lidar com um outro agravante local: a água, e não a falta dela, mas sim a grande quantidade. O local possui um grande lago em seu interior que, além de ser usado para a pesca pelas pessoas que vivem no seu entorno, também é caminho de entrada para caçadores.

Nesta situação, uma cerca física ao longo de todo do parque é impossível. A solução será usar uma rede de câmeras térmicas fixas montadas em mastros de rádio como se fosse uma cerca virtual - além das habituais câmeras nos portões de entrada e saída. Os dados das câmeras térmicas serão colocados em análise e resultarão em um modelo sempre atualizado que identificará padrões de movimento do que acontece nas vias fluviais dentro e próximo ao parque. Se necessário será gerado um alerta automático para barcos suspeitos ou qualquer cruzamento noturno que adentre o perímetro.

Os alertas serão recebidos em um centro de controle montado em uma unidade especial de guarda marinha do Zâmbia, que poderá enviar lanchas para interceptar os caçadores. Para não prejudicar os pesquisadores que necessitam do lago para a sobrevivência, uma outra medida que está sendo desenvolvida é o cadastro e identificação eletrônica dos mesmos, já que muitos caçadores se passam por barcos pesqueiros para entrar no parque.

Um modelo escalável?
A cereja no bolo virá com o tempo, já que a Dimension Data e a Cisco têm planos ambiciosos para estender a Connected Conservation para muito além da preservação de rinocerontes e elefantes. O objetivo final é eliminar todas as formas de matança e contrabando de animais em situação vulnerável através de dispositivos IDC e outras tecnologias, como tubarões, tigres asiáticos e demais espécies ameaçadas de extinção.

Mas claro que isso exigirá muito mais que o empenho de apenas duas empresas. Além da vigilância humana constante, precisarão ser feitos acordos com diversos países e milhares de pessoas terão de ser deslocadas para ambientes remotos.

Alguns casos de sucesso não são suficientes para garantir que conseguiremos salvar todas as espécies ameaçadas de extinção, mas se nos basearmos nos resultados até o momento já temos o suficiente para nos mantermos otimistas quanto ao futuro. Se a internet das coisas ainda não mudou nossas vidas, que ela continue mudando a vida dos animais ameaçados de extinção.

FONTE: oficinadanet

5/28/2018

VERDADE IRREFUTÁVEL: Ação humana causa câncer em animais selvagens

Destaco a frase incontestável da matéria: "O ser humano está mudando o meio ambiente da mesma maneira que os vírus fazem com as células"..... Estamos acabando com o Planeta Terra, gente!!!!
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Algumas alterações que provocamos no meio ambiente tão profundas que aumentam o risco de câncer em animais que pareciam estar a salvo de nossa influência
Cigarro, álcool, e determinados alimentos industrializados contém substâncias que aumentam o risco de um ser humano ter câncer. Na literatura médica, essas substâncias são chamadas de “oncogênicas”.

Mas será que, da perspectiva dos outros animais, o ser humano é um animal oncogênico? É exatamente isso que afirma um artigo científico publicado nesta semana por pesquisadores da Universidade do Estado do Arizona.

“Alguns vírus podem causar câncer em humanos. Esses vírus alteram o ambiente em que vivem – no caso, as células humanas – para torná-lo mais adequado a eles”, diz Tuul Sepp, um dos participantes do estudo, em comunicado oficial. “O ser humano está mudando o meio ambiente da mesma maneira que os vírus fazem com as células. Essas mudanças estão tendo um impacto negativo em muitas espécies – incluindo a possibilidade delas desenvolverem câncer.”

FONTE: super.abril

5/14/2018

IRRESPONSABILIDADE: Família correndo o risco de morrer em safari

Eu fico pensando o que esta gente tem na cabeça...... Pior que o bicho é que vai ser penalizado numa situação trágica, né mesmo? Repare que tem uma mulher com uma criança no colo.... Céus!!!!
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Aconteceu na Holanda em um grande zoológico (Beekse Bergen). Uma família francesa não entende o conceito de safári. ("FIQUE NO SEU CARRO COM A JANELA FECHADA"). A família decide sair do carro e conferir os animais de perto ...  É bom que os animais já tenham se alimentado.  Como as pessoas podem ser burras ... 

Fonte: Live Leak

4/15/2018

IMPORTANTE: ‘Popularidade’ de animais os coloca em maior risco de extinção

Achei super importante esta matéria, pois, nos alerta para algo que realmente, nem percebemos.... Não deixem de ler... é um alerta mito bom para nossa causa.
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Imagens na mídia dão ao público percepção errônea sobre estado da preservação de tigres, leões, elefantes e outras espécies ‘carismáticas’
RIO - Muitas das espécies animais mais “carismáticas” do mundo - que atraem o maior interesse e empatia do público, e por isso são muito usadas em filmes e propagandas – estão em maior risco de extinção em parte justamente porque seu caráter icônico faz este mesmo público ter uma ideia errônea sobre o estado de sua preservação. A conclusão é de estudo que avaliou quais são os animais mais “populares” do planeta, tendo como base levantamentos on-line, pesquisas em escolas, sites de zoológicos e obras de animação, e sua situação na natureza, publicado nesta quinta-feira no periódico científico “PLOS Biology”.

Segundo os cientistas, os dez animais mais “queridos” são, na ordem: tigres, leões, elefantes, girafas, leopardos, ursos panda, guepardos, ursos polares, lobos cinzentos e gorilas. E muitos deles aparecem tanto na cultura popular, em material publicitário e na mídia em geral que formam uma “população virtual” muito superior à real, na natureza. Um cidadão francês, por exemplo, vê mais leões “virtuais” em fotos, desenhos, logotipos e marcas em um mês do que existem de fato selvagens no Oeste da África.

- Sem perceber, muitas empresas que usam girafas, guepardos e ursos polares para fins de propaganda podem estar contribuindo ativamente para a falsa percepção de que estes animais não enfrentam risco de extinção, e assim não precisam ser alvo de esforços de conservação – resume Franck Courchamp, professor da Universidade de Paris, França, e líder do estudo.

Diante disso, os pesquisadores propõem que as empresas que usam imagens de espécies ameaçadas em sua publicidade também informem o público sobre seu real estado de conservação e promovam sua conservação, talvez inclusive destinando parte de sua receita para projetos de preservação. De acordo com William Ripple, professor da Universidade do Estado do Oregon, EUA, e um dos coautores do estudo, o conceito de “animais carismáticos” é de uso comum na literatura sobre preservação e o público pode assim presumir que todos esforços para garantir sua sobrevivência estão sendo realizados e são bem-sucedidos.

- Mas embora o público ache que estamos fazendo tudo o que podemos para salvar essas espécies, nós nem sabemos com certeza quantos elefantes, gorilas ou ursos polares restam na natureza – destaca. - A presença destes amados animais nas lojas, filmes, na televisão e numa variedade de produtos parece levar o público a acreditar que eles estão bem. Mas se não agirmos logo em um esforço concentrado para salvar essas espécies, em breve talvez esta seja a única maneira que as pessoas vão vê-las.

FONTE: o Globo

3/26/2018

Os animais selvagens mudam de aparência se forem expostos a humanos frequentemente

Vê só, minha gente!!!! o humano faz mal aos animais até mesmo com sua simples exposição e convivência.... Segura a vela, pobres crentes da semelhança com Deus.... Cruz Credo!!!!!
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Quando os animais selvagens são domesticados, acabam por desenvolver uma aparência diferente das suas contrapartes selvagens. O que um grupo de cientistas suíços descobriu foi que o mesmo pode acontecer sem haver domesticação: pela simples exposição frequente a seres humanos

O Homem tem vindo a domesticar dezenas de animais ao longo da história - desde cavalos a porcos, de cães a pássaros, por necessidade ou por simples ostentação. O processo de domesticação passa por mudar o comportamento de um animal selvagem, tornando-o dócil e obediente. Daí, o Homem seleciona os espécimes mais dóceis e faz com que se reproduzam.

Mas ao que parece, não é só o comportamento que se altera. Ao longo do tempo, começam a aparecer sinais visuais no animal relacionados com a domesticação, consistentes entre a maioria das espécies: focinhos mais pequenos, orelhas descaídas, manchas brancas no pelo e cérebros mais pequenos, por exemplo – a este conjunto de alterações chama-se "síndrome da domesticação". O que uma equipa de investigadores da University of Zurich, na Suiça, descobriu foi que, para que estas mudanças na aparência ocorram, não é preciso que o animal seja domesticado. A simples exposição frequente a seres humanos desencadeia o fenómeno.

Anna Lindholm, investigadora e coautora do estudo, e a sua equipa, observaram-no em ratos selvagens que viviam num celeiro em Zurique. O seu contacto frequente com humanos fez com que desenvolvessem duas das características típicas da domesticação. Num período de uma década, começaram a apresentar manchas brancas na pelagem castanha e focinhos mais curtos. "Os ratos perderam o medo gradualmente e desenvolveram sinais de domesticação. Isto aconteceu sem qualquer seleção humana, apenas como resultado de estarem expostos a nós regularmente", relata Lindholm.

Ao que tudo indica, existe um grupo de células nos embriões responsável por estas mudanças físicas e comportamentais – a crista neural. Este pequeno conjunto de células estaminais está na origem de coisas como as cartilagens das orelhas, a a dentina dos dentes, os melanócitos responsáveis pela pigmentação e as glândulas suprarrenais que produzem hormonas em resposta ao stress e adrenalina.

O processo de domesticação faz com que as glândulas suprarrenais encolham e sejam menos ativas, tornando os animais progressivamente mais dóceis. Ao mesmo tempo, as mudanças da cor do pelo e das feições são também mudanças causadas pela domesticação. Madeleine Geiger, coautora do estudo, explica que os roedores têm vindo ao longo do tempo a habituar-se cada vez mais ao homem, atraídos pela sua comida, num processo de "auto-domesticação". "Esta auto-domesticação resultou na mudança gradual da sua aparência – acidental e inadvertidamente", diz Geiger.

A síndrome de domesticação foi referenciada pela primeira vez numa experiencia de 1959 na Sibéria. O geneticista soviético Dmitry Belyaev domesticou raposas selvagens e observou as suas mudanças evolucionárias. De cada geração de raposas, Belyaev selecionava as mais dóceis, que dariam origem à próxima. Com o passar do tempo, as raposas foram-se tornando cada vez mais amigáveis e a sua aparência também começou a mudar: manchas brancas no pelo, focinhos mais curtos, orelhas caídas e caudas encaracoladas. O estudo encontra-se publicado no jornal Royal Society Open Science.

FONTE: visao

3/18/2018

Excursões nos EUA aproximam viajante de animais selvagens

É muita hipocrisia!!!! Noutro dia publiquei aqui a quantidade de agências de viagens americanas vendendo, a preço de banana, caçadas na África do Sul. Até porque o presidente americano, maluco Trump, revogou a lei que proibia trazer os troféus de caça para os EUA..... Ô gente podre dos infernos!!!!!!
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Conheça quatro passeios para observar, alimentar ou fotografar os animais em seus habitats
Shivani Vora
​É possível observar animais selvagens fora da savana da África ou das florestas sul-americanas. De acordo com Martha Kauffman, diretora executiva e cientista do World Wildlife Fund, os Estados Unidos oferecem oportunidades de encontros memoráveis com animais. "O país abriga milhares de espécies de animais, e é possível vê-los bem de perto", diz ela. Veja quatro excursões para conhecer a fauna do país neste semestre.

Grous no Nebraska
Kauffman afirma que uma das experiências mais espetaculares que já teve de observação de animais aconteceu numa viagem ao vale do rio Platte, em março, quando mais de 90% dos grous canadenses do mundo (550 mil animais) se concentram na área.

Os visitantes passam a noite numa cabine para fotografia e vídeo que acomoda duas pessoas e permite o registro dos animais sem incomodá-los. Os preços começam em US$ 250 (R$ 815) por cabine, e a excursão está disponível até 31 de março. Reservas por email: info@cranetrust.org.

Águias nos Montes Ozark
No inverno [de dezembro a março no hemisfério Norte], diversas espécies de animais ocupam os 4.000 hectares do Dogwood Canyon Nature Park, no Missouri. Os visitantes podem encontrar águias, bisões, alces e lontras numa excursão de observação guiada por um guarda florestal (com preços a partir de US$ 200, ou R$ 652, para até três pessoas), ou percorrer o parque a pé ou de bicicleta. Reservas: dogwoodcanyon.org.

Alces em Idaho
No inverno, o Shore Lodge, de McCall, em Idaho, oferece um passeio de trenó de uma hora ao longo do rio Gold Fork para alimentar os alces das Montanhas Rochosas. É possível ver ainda cervos de cauda branca e raposas. Os ingressos custam US$ 20 (R$ 65), e as diárias na pousada começam em US$ 260 (R$ 848). Reservas: shorelodge.com.

Bodes e ursos na Pensilvânia
A fauna em torno do Nemacolin Woodlands Resort, em Farmington, Pensilvânia, inclui bodes pigmeus, carneiros iranianos e ursos-negros. As excursões de duas horas são guiadas por um especialista em animais. O preço é de US$ 90 (R$ 293) por pessoa, e as diárias da pousada começam em US$ 159 (R$ 518). Reservas: nemacolin.com.

FONTE: folha.uol

3/14/2018

Inglaterra vai proibir os circos com animais selvagens

Caraca, eu queria entender.... Quando se resolve uma coisa tem que ser na hora.... Como esperar dois anos para acabar com o sofrimento e exploração animal? Outra coisa, pelo jeito só entra animais selvagens, né? e os domésticos ou domesticados continua? faça-me o favor!!!!!
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O Governo inglês revelou que vai proibir o uso de animais selvagens em circos a partir de 2020.

O Governo inglês revelou que vai proibir o uso de animais selvagens em circos a partir de 2020. Com esta medida, a Inglaterra juntar-se-á aos outros países das ilhas britânicas, como a Escócia e a Irlanda, que já anunciaram proibições semelhantes no ano passado. O País de Gales também está a ponderar introduzir esta medida.

“Permanecemos firmes no nosso compromisso para proibir os circos com animais selvagens e pretendemos introduzir a proibição antes de as [atuais] normas expirarem em janeiro de 2020”, explicou um representante do Ministério do Ambiente, da Alimentação e dos Assuntos Rurais. Há muito que os ativistas vêm a denunciar os maus-tratos e a negligência a que os animais do circo estão muitas vezes sujeitos.

“As necessidades complexas dos animais selvagens nunca podem ser devidamente satisfeitas num ambiente como o do circo, e o transporte regular, a acomodação temporária exígua e inóspita, o treino e as atuações forçadas são tudo realidades inevitáveis para os animais”, disse David Bowles do grupo RSPCA, que saudou a notícia da proibição com entusiasmo.


Apenas dois circos possuem, atualmente, licenças para a utilização de animais selvagens no Reino Unido. "Tanto a Federação dos Veterinários da Europa (FVE) como a Associação Veterinária Britânica se opõem aos espetáculos de circo com animais selvagens, tendo a última destas organizações declarado que “as exigências em matéria de bem-estar dos animais selvagens não domesticados não podem ser satisfeitas num circo itinerante – no que diz respeito à acomodação ou à capacidade de expressar o seu comportamento natural”. 

Recentemente, a Itália proibiu o uso de animais selvagens em circos, juntando-se a uma lista crescente que também inclui a Roménia e a Eslováquia. 

FONTE: theuniplanet

2/18/2018

Chinês transmite 'lives' caçando e matando animais selvagens

Na China existe lei de proteção aos animais selvagens e até muito boa. Eles só não querem saber dos animais domésticos, domesticados ou exóticos. Agora imaginem chinês caçador.... nem o "coisa ruim" vai concorrer na maldade...
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Um homem foi detido na província de Jiangxi, no leste da China, por matar animais selvagens durante uma transmissão ao vivo pela internet cobrando "ingresso", informou a polícia nesta terça-feira.

Na semana passada, um vídeo chegou na polícia mostrando um homem segurando uma animal selvagem pela pele pedindo que os espectadores o seguissem para viralizar pela internet a matança de animais ao vivo através de uma live. "Se você gosta da vida rural, apenas me siga no aplicativo e eu o levarei a experimentar a emoção profunda dentro da floresta", disse o suspeito.

O suspeito entrava na floresta junto ao irmão, caçava animais protegidos e os matava cruelmente ao vivo.

A polícia no condado de Wuning disse que eles foram informados do caso em janeiro e só agora detiveram o suspeito, chamado Zhou. A partir das 8 horas da madrugada, todos os vídeos da conta de transmissão ao vivo do suspeito foram excluídos.

Mais  a investigação está em andamento para alcançar a extensão do crime e descobrir outros exibidores.

O streaming ao vivo surgiu na China em 2005 e fez um avanço significativo em 2016, enquanto problemas como a transmissão de obscenidades, violência e outros conteúdos inapropriados surgiram à medida que o mercado ganhou prosperidade.

A receita de transmissão ao vivo atingiu 30,45 bilhões de yuans (4,85 bilhões de dólares) na China no ano passado, de acordo com o Ministério da Cultura.

Fonte: Xinhuanet

2/05/2018

Animais selvagens: para que servem as listras brancas e pretas das zebras?

Adoro ler estas coisinhas curiosas... 
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Existem cinco motivos diferentes para que as zebras tenham desenvolvido sua coloração contrastada, mas nenhum deles é unânime entre os pesquisadores

Para começo de conversa, a zebra seria um animal branco com listras pretas ou, pelo contrário, um equídeo preto com listras brancas? Se considerarmos que seu ventre é branco, a tendência seria responder que esta seria sua cor de base. Mas, segundo os últimos estudos do paleontólogo californiano Donald Prothero, os embriões de zebra comprovam que seu corpo é originalmente preto e as manchas brancas aparecem depois.

Mas se esta discussão sobre a cor original do animal pode parecer improdutiva, uma questão continua assombrando os zoólogos: por que, na complexa cadeia de evolução dos mamíferos, as zebras decidiram se vestir com faixas verticais alvinegras tão vistosas e chamativas?

Há cinco hipóteses principais para que a espécie tenha evoluído com esse desenho corporal. A primeira suposição é que as tiras serviriam como camuflagem e que o animal poderia melhor se esconder entre arbustos, árvores e gramas altas, que também possuem uma geometria vertical. Mas nenhum pesquisador se convenceu que essa razão pudesse ser a mais importante, principalmente quando se sabe que zebras são encontradas mais em campos abertos do que dentro de matas.

A segunda hipótese, um pouco mais sólida, é que uma manada de zebras, com cada animal exibindo um padrão único de listras, acaba criando um emaranhado de linhas, o que provocaria uma grande confusão visual nos potenciais predadores. Graças a esta camuflagem grupal (e não individual), o predador teria mais dificuldade para definir a velocidade e até mesmo a direção de um animal perseguido.

Outra opção seria que as listras – cada uma diferente da outra – poderiam ajudar as próprias zebras a reconhecerem seus pares e parentes na mesma tropa. Mas contando com um olfato extraordinário, provavelmente essa identificação visual não seria necessária – além disso, não há nenhuma prova científica que zebras usem esse tipo de reconhecimento entre si.

A quarta possibilidade para a existência das faixas é que o desenho poderia criar um mecanismo de refrigeração do corpo, uma vez que as partes pretas absorvem mais calor enquanto que as frações brancas refletem os raios de sol. Mas, novamente, não há nenhuma comprovação que essa busca de harmonia da temperatura aconteça.

Finalmente, a quinta alternativa está relacionada com moscas, mosquitos e outros malditos que mordem o dorso da zebra, trazendo desconforto e até mesmo doenças. Uma pesquisa comprovou que o padrão zebrado afugenta esses perversos insetos, fazendo com que os animais listrados sejam menos picados e, em consequência, possam ter uma saúde mais vigorosa. Mas o estudo foi feito na Europa e não na África – o que invalida grande parte da pesquisa.

Concluindo, existem várias suposições – algumas podem até ser parcialmente válidas –, mas nenhuma delas chega a ser uma resposta conclusiva.

Zebras-da-planície – uma das três espécies existentes, Equus quagga – estão espalhadas por diversos países do leste e do sul da África. O território original das zebras-da-planície cobria quase toda África subsaariana – com exceção da África do Oeste – e ia do sul da Etiópia (no leste) até a República Democrática do Congo e a Namíbia (no oeste). Atualmente a área de distribuição é menor e considera-se que o animal esteja extinto na Somália, em Burundi e em Lesoto. Os pesquisadores catalogaram a espécie em seis subespécies, dependendo de sua distribuição geográfica. Uma delas – Equus quagga quagga – já foi extinta.

Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), existiriam cerca de 600 mil zebras-da-planície em 16 países africanos. Três deles – Tanzânia, Quênia e Botsuana – hospedam 80% das manadas. Quase metade das zebras do mundo vivem no Parque nacional Serengeti, na Tanzânia, participando da grande migração anual. No segundo grupo de países, com uma população média de 50 mil animais em cada, estão a África do Sul e a Namíbia, sendo que, neste último, a população tende a crescer.

Desde a época da colônia, as zebras sofreram nas mãos do homem moderno. Por não passar despercebido, o animal elegante e listrado foi forçado a se comportar como um cavalo doméstico, carregando cavaleiros e até mesmo puxando carruagens. A caça também transformou suas peles chamativas em dezenas de milhares de tapetes. Mas o maior impacto foi a perda de seu habitat natural. Savanas e planícies transformaram-se em fazendas agropecuárias e os animais domésticos passaram a competir com a fauna selvagem pela mesma água. O resultado é que hoje raramente encontram-se zebras fora de áreas protegidas: elas sobrevivem apenas dentro de parques e reservas.

Fotografei várias subespécies de zebras-de-planície pelos diferentes países africanos visitados nos últimos dez anos. O animal, por ser extremamente fotogênico, sempre atrai a atenção de minha câmera. Donas de relinchos espetaculares e caretas fenomenais, as zebras acabam rendendo imagens engraçadas.

Quando estão em manadas – que podem chegar a ter dezenas de animais – os jovens machos também praticam a briga esportiva, um treinamento para quando o macho tiver de enfrentar outro em defesa de seu harém.

Mas as zebras não possuem uma vida fácil e segura. Sua carne tenra torna-a um alvo atrativo para predadores como leões, guepardos, leopardos, hienas e matilhas de cachorros-selvagens. Em uma ocasião, cheguei a ver uma zebra com o dorso rasgado e ensanguentado, resultado das garras de um caçador que quase atingiu seu objetivo final.

No Parque Nacional Serengeti, na Tanzânia, já no final de um longo dia de safári, encontramos um guepardo escondido na grama alta. Imóvel, ele estava de olho em um grupo de zebras que pastava a sua frente. Cercado e protegido pela manada, havia um filhote de zebra. Tive uma pena tremenda: um ataque certeiro do guepardo poderia ser fatal. Mas o guepardo sabia que o tempo estava a seu favor, a medida que a luz diminuía. E continuou parado ali. Quando o céu escureceu, fomos embora. Mas o guepardo continuou na espreita.



FONTE: epoca

1/28/2018

Onda de frio mata animais congelados na Ásia Central

Entre as vítimas de temperaturas extremamente baixas que atingiram o Cazaquistão, estão animais selvagens como, por exemplo, lebres e cães.

Nas redes sociais circulam vídeos de animais que congelaram até a morte no Cazaquistão, onde temperaturas atingem até 30 °C negativos, acompanhadas por ventos fortes.

Assim, uma das gravações mostra uma lebre que ficou congelada e presa em um cercado quando tentava atravessá-lo para buscar abrigo. Seu corpo foi liberado por moradores locais.


Em outro vídeo, gravado na capital cazaque, Astana, é possível observar um cachorro que ficou congelado enquanto tentava atravessar um campo coberto por neve.


Na véspera, o Ministério da Saúde do Cazaquistão informou sobre o total de 223 pessoas que necessitaram de ajuda devido à situação de emergência no país.

FONTE: sputniknews

1/14/2018

Tailândia prende membro de rede de tráfico de animais selvagens

Estes traficantes trabalham em família... existem, pelo menos, 3 núcleos familiares conhecidos do tráfico internacional. Na verdade, nenhuma autoridade se interessou o suficiente para dar um basta no tráfico internacional de animais...
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Na semana passada, autoridades tailandesas executaram uma ação que resultou na apreensão de 12,5 quilos de chifres de rinocerontes da África do Sul e na prisão de um dos mais importantes traficantes de animais silvestres do país: Bach Van Hoa, membro de uma família investigada por tráfico de animais e figura conhecida das autoridades.

A prisão de Vah Hoa foi considerada peça-chave no combate ao comércio ilícito de vida selvagem no Sudeste Asiático. Bach e outros dois irmãos, Bach Mai e Bach Van Limh, dirigem suas operações na província de Nakhon Phanom.

A ação das autoridades tailandesas contou com a ajuda da ONG Elephant Action League (EAL, na sigla em inglês), que forneceu informações que levaram à prisão de Bach. A EAL, que tem sede nos Estados Unidos, investiga crimes relacionados à vida selvagem e conectou os chifres confiscados à Bach Van Hoa.

Membros da EAL afirmam que a quantidade apreendida de chifres de rinocerontes alcançaria a quantia de 2 milhões de dólares ou mais nos mercados chineses que estão fora do alcance das agências de fiscalização.

O extermínio tanto de elefantes quanto de rinocerontes na África é alimentado pelo tráfico ilegal de marfim, em que os chifres de rinocerontes e as presas dos elefantes são retirados para fazer ornamentos nos países asiáticos e para alimentar a prática supersticiosa de que o pó de marfim serve para tratamento e cura de doenças.

FONTE: oeco

11/13/2017

Angolana TAAG em campanha internacional contra transporte de animais selvagens

Isto é muito bom!!!!!! com certeza só foi conseguido por pressão de ativistas..... Temos que pressionar todas que ainda se prestam a fazer este desserviço!!!!!
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A TAAG - Linhas Aéreas de Angola é a mais recente companhia a juntar-se à iniciativa "tolerância zero" no transporte ilegal de animais selvagens e seus produtos, promovida pela Fundação Real do Reino Unido.

Em comunicado, a que agência Lusa teve hoje acesso, a transportadora aérea angolana refere que a iniciativa United for Wildlife (Juntos pela Vida Selvagem), liderada pelo duque de Cambridge, príncipe William, número dois na linha de sucessão ao trono, conta igualmente com a adesão de outras 72 companhias aéreas e entidades internacionais.

O ato de adesão, ocorrido no início deste mês, em Londres, contou com a presença do membro da Comissão Executiva da TAAG, William Boulter, que assim se compromete a cumprir com os 11 compromissos, que engajará a companhia a detetar o transporte ilícito de animais selvagens e produtos, a partilhar informação e melhores práticas na indústria, bem como elevar a consciência dos seus trabalhadores e passageiros sobre estas práticas ilícitas.

"Desta forma, a TAAG compromete-se indefectivelmente com o futuro, promovendo a sustentabilidade e apoiando o combate a esta atividade ilegal e cruel", refere a nota.

Em junho deste ano, as autoridades angolanas queimaram cerca de 1,5 toneladas de marfim, quantidade que a ser comercializada no mercado negro rondaria um milhão de euros.

O marfim destruído, entre dentes em bruto e algumas peças trabalhadas, foi apreendido em diversos pontos do país, entre 2016 e 2017, tendo a maior parte das apreensões ocorrido no aeroporto internacional 04 de Fevereiro, em Luanda, ponto principal da saída deste comércio ilegal, sobretudo para os países asiáticos.

Angola é signatária da Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Ameaçadas de Extinção (CITES), tendo assumido o compromisso de acabar com o comércio de marfim no país, bem como aumentar o controlo do tráfico no aeroporto internacional da capital, Luanda.

FONTE: dn.pt

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