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12/09/2018

Ativistas veganos obrigam clientes de churrascaria a ouvir gritos de dor de bois massacrados

Tem que fazer isto mesmo.... Tem pessoas que só entendem na marra, no choque, no medo......
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Deixar de consumir carne parece ser uma tendência mundial – o número de vegetarianos quase dobrou no Brasil nos últimos anos -, e o vegetarianismo e o veganismo são capazes de motivar debates acalorados (até a Xuxa participou de um). Mas poucos serão tão bizarros como um que rolou em uma churrascaria em Brighton, na Inglaterra.

8/10/2018

Filmagem mostra leitões jogados contra a parede por trabalhadores de fazenda na Inglaterra

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Tem gente que diz que não tem coragem de ver estes vídeos, mas, tem coragem de comer os torresmos e bistecas produzidos com base em tamanha crueldade contra os animais, chamados de consumo.
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A Rosebury Farm é famosa por fornecer alimentos para grandes varejistas e açougueiros locais, mas as gravações levaram a instalação a perder sua

7/21/2018

Bem-estar animal hoje é exigência do mercado também

Infelizmente, penso que esta será uma etapa até o fim do consumo de carne de animais..... Temos que trabalhar muito.... TODOS NÓS que amamos os animais temos que trabalhar muito mesmo....
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Opinião foi manifestada em debates com a presença da americana Temple Grandin, especialista em bem-estar animal, em São Paulo.

6/12/2018

BALELA: Bem-estar animal pode aumentar a produtividade no campo

Engraçado falarem que a "ciência" do bem estar animal foi criada em 1960.... Na verdade chegou até existir uma lei federal de bem estar animal. Eu a tenho, mas, preciso procurar. Só que ela só fala em equinos e bovinos e as condições eram ridículas. Inclusive ela foi extinta naquele tal decreto que o Collor detonou a 24645/34.... Recuperei tudo e graças a nós (Vanice Orlandi - UIPA) conseguimos mostrar que este Decreto-Lei ainda estava valendo. Tem gente que nem sabe disto..... kakakakaka.... Quando eu falo do tanto que as pessoas precisam aprender para defender os animais, não é à toa.....O que existe de bem-estar animal hoje em dia, foi criado e motivado EXCLUSIVAMENTE por profissionais do direito animal, classe na qual me incluo com muita honra.
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Segundo entidades de defesa animal, a conduta é bem avaliada pelos consumidores e deve ser adotada em todas as etapas do processo produtivo
O bem-estar animal é preocupação constante no setor agropecuário e consumidores exigem cada vez mais condutas humanitárias.  Durante um evento realizado em São Paulo, a importância do conceito para o futuro das competições equestres no país foi discutido para o aumento da produtividade no campo.

A ciência do bem-estar animal foi criada na década de 1960 e o principal objetivo é ajudar o animal a reproduzir o comportamento natural da espécie para a melhora da qualidade de vida. “No caso dos cavalos, é preciso respeitar a integridade e as características dos animais nas dimensões físicas e também comportamentais”, comentou Cláudia Sophia Leschonski, membro da comissão técnica de bem-estar animal do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo (SP).

De maneira prática, na pecuária, o bem-estar animal ajuda a aumentar a produtividade e evitar lesões em bovinos, que podem causar danos às carcaças. Para o assessor do gabinete de Defesa Agropecuária de São Paulo, a conduta é bem avaliada pelos consumidores e deve ser adotada em todas as etapas do processo produtivo.

“A qualidade do produto começa no nascimento do animal e vai até o seu encaminhamento para o abate, passando por todas as fases de criação, transporte e mesmo dentro dos estabelecimentos de abate. Hoje, o grande mercado consumidor é exigente e quer saber de onde vem o alimento e como ele foi criado”, disse José Eduardo Alve de Lima, Assessor de Defesa Agropecuária de São Paulo.

Para a integrante da comissão técnica de bem-estar animal, a tendência é que as práticas sejam adotadas por toda a cadeia produtiva.”O que a gente tem visto nas últimas décadas é que a sensibilidade das pessoas em relação aos animais tem mudado e têm sido visto cada vez mais os animais como criaturas conscientes e com o direito de terem uma vida de boa qualidade. Até a permanência do hipismo nas Olimpíada está ameaçada. Isso é como um dominó e o esporte de elite traz toda a base atrás de si”, comentou Cláudia.

No Brasil, o órgão responsável por estimular condutas humanitárias na pecuária é a Coordenadoria de Boas Práticas e Bem-estar animal,  vinculada ao Ministério da Agricultura. A entidade é responsável por fiscalizar e incentivar o trabalho em todos os ciclos da cadeia produtiva.

“Um exemplo é o programa Mais Leite Saudável, que tem favorecido mais de 30 mil produtores rurais e desenvolvendo boas práticas para o bem-estar animal. Outro exemplo é o programa que vem sendo desenvolvido junto à Embrapa para  suínos e aves, e existe ainda o projeto na área de bem-estar de aves para estimular a criação de aves poedeiras fora de gaiolas”, finalizou a auditora fiscal do Ministério da Agricultura, Juliana de Amaral.

FONTE: canalrural

5/22/2018

CRIAÇÃO: TV Globo expõe ao vivo e a cores a crueldade com o que chamam de "animais de consumo"

Eu sempre vejo o Globo Rural da TV Globo, aos domingos. Por dever de ofício buscando sempre argumentação para um dos nossos objetivos que é tirar os animais da mesa e da exploração. Pois bem, neste domingo eles se superaram. Primeiro fizeram uma matéria sobre Temporada de confinamento de gado começa em Mato Grosso e em Goiás onde mostra que os animais ficam expostos dia e noite a intempéries embora na criação de pasto façam o mesmo. Mas, sempre tem abrigo de sol e chuva em árvores e piquetes.



Agora vejam como é em confinamento. Algumas fazendas colocam piquetes, mas, a maioria não. Tem milhares de fotos na internet, mas, selecionei estas para verem a quantidade de bois colocada nos currais, uma aérea e uma demonstração que estes animais, ao serem conduzidos para destino do horror nos malditos navios currais, já viveram a atolação nas suas fezes. Quando chove, veja como ficam:




em plena lama

Agora, sobre o vídeo de criação de porcos, é algo imperdível. As provas de maus-tratos estão ali explicitas e por mais que tentassem falar como se a matéria fosse alguma coisa positiva, as provas de abuso e crueldade estão à nossa disposição para mostrar na justiça. Percebi que a jornalista foi sensível abordando o tempo de vida aos animas. Estou impossibilitada por doença a entrar na briga, mas, precisamos que alguma ONG se habilite. 
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Fonte: Globo Rural

4/20/2018

Comitê europeu decide barrar 20 frigoríficos brasileiros.... Eitcha, que legal!

Agora, vejam amigos leitores...... Como este Ministro da Agricultura Blairo Maggi, seus asseclas e a AGU tem coragem de dizer que o envio dos animais para países orientais é fiscalizado.... a coisa é descarada e eles dizem, mais descaradamente, que está tudo certo!!!!!! Achei muito bom este embargo da Europa. Os idiotas falam só em "empregos", prejuízos financeiros e que é política..... Gente safada!!!!Se não fiscalizam doenças nos animais vão se preocupar com o bem estar deles?
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A União Europeia anunciou nesta quinta-feira (19) a proibição de 20 frigoríficos brasileiros de exportar frango para o bloco econômico. O embargo entrará em vigor 15 dias após a decisão ser oficialmente publicada.

"Nós confirmamos que os representantes dos países votaram por unanimidade a favor de deslistar 20 estabelecimentos brasileiros de exportar carne e seus derivados (especialmente frango). A medida proposta pela comissão europeia é relativa a deficiências detectadas no sistema brasileiro oficial de controle sanitário", disse a UE, em comunicado da comissão sanitária do bloco.

A lista com as 20 unidades não foi divulgada pela UE "por razões comerciais". A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa os produtores nacionais de aves, informou ao G1 que 9 empresas foram afetadas: 12 frigoríficos da BRF e outras 8 unidades de outras empresas.

Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF é a maior produtora mundial de frango. As ações da empresa, que chegaram a disparar mais de 8% pela manhã na bolsa brasileira diante de possíveis mudanças na gestão da companhia, reduziram ganhos após a divulgação da decisão da UE.

O G1 procurou a empresa para comentar e aguarda posicionamento.

O G1 questionou a UE sobre quais as exigências esses frigoríficos teriam que cumprir para voltar a exportar. A UE disse apenas que eles terão que "construir um histórico de conformidade com as normas da UE", sem especificar prazos e critério. Fontes da UE disseram à TV Globo que a reabilitação dos frigoríficos pode levar anos.

Fonte: G1 Agro

3/20/2018

Governo brasileiro busca na Ásia reduzir impactos da Carne Fraca

Vocês acham que daria certo fazer um boicote aos países que importam carne do Brasil? Será maluquice minha? mas, se eu tivesse grana, contratava um bando de internautas para atuar nisto..... A sorte destes desgraçados é que sou dura!!!!!
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Com a credibilidade em xeque após nova etapa da operação, o País quer mostrar a importadores que a produção nacional da proteína animal atende às exigências sanitárias do mercado externo.

O governo brasileiro pretende minimizar os efeitos da operação Trapaça, da Polícia Federal, para as exportações de carne de aves e tentará negociar com países da Ásia e do Oriente Médio a retomada de embarques a partir de unidades que estão impedidas de exportar após a terceira etapa da operação Carne Fraca.

Na semana passada, a investigação revelou a adulteração de exames laboratoriais para ocultar a presença da bactéria salmonela em carne de aves. As unidades de Rio Verde (GO), Curitiba (PR) e Mineiros (GO), da BRF, estão com as exportações suspensas preventivamente para 12 países que têm o nível de exigência mais elevado para a presença de salmonela.

Juntos, esses países importaram US$ 1,2 bilhão em carne de aves do Brasil em 2017. O principal desses mercados é a União Europeia, que sozinha respondeu por US$ 775 milhões desse total no ano passado. Os países do bloco econômico questionaram o Brasil sobre a operação, assim como outros mercados. “Japão e Coreia do Sul também fizeram indagações. Nós respondemos e eles se deram por satisfeitos”, afirmou o secretário executivo da Pasta, Eumar Novacki.

Segundo ele, a missão deve ocorrer de 5 a 20 de abril. “O ministro [Blairo Maggi] vai levar documentos e convencer [os importadores] de que não temos problemas”, afirmou ontem em evento em São Paulo. Conforme Novacki, a retomada do embarques a partir destas unidades depende de auditorias, que ainda estão ocorrendo. O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, disse que a missão também terá como objetivo a liberação de embarques a partir de unidades de abate à China para todas as carnes (aves, suínos, bovinos) e a negociação de acesso a mercados da região.

Arábia Saudita
A mais recente etapa da Carne Fraca não é o único entrave que o setor de aves enfrenta para acessar mercados. O Brasil terá até o dia 31 desse mês para se ajustar a regras de abate exigidas pela Arábia Saudita.

O país quer que o processo de insensibilização dos animais deixe de ser realizado antes do abate de aves. “Essa é outra pauta que nos preocupa. Sem contar que se fizermos isso, vamos perder em produtividade, em torno de 30%”, complementou Novacki.

Turra descartou a possibilidade de que o Brasil busque amparo na Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a exigência. “Como trata-se de um tema religioso, vamos buscar uma saída pelo diálogo”, disse. Segundo ele, a ABPA deverá realizar uma missão ao país para negociar a questão.

Certificação
O setor também tem como meta buscar que mercados reconheçam o sistema de compartimentação de unidades produtoras, que consiste na estruturação da produção em compartimentos, que isolam plantas e estruturas de granjas. Isso significa que, caso o Brasil registre alguma doença que restrinja o acesso a mercados externos, como a influenza aviária, por exemplo, as unidades certificadas possam continuar a exportar.

Ontem, a unidade de abate de frangos da Seara Alimentos em Itapiranga (SC) e a de genética de ovos da Hy-Line do Brasil, de Nova Granada (SP), receberam as primeiras certificações de compartimentação do País. Unidades produtoras da BRF de Lucas do Rio Verde (GO) e da São Salvador Alimentos, além de produtoras de genética da Aviagen e da Hendrix-Genetic, estão em fase de compartimentação.

A certificação da unidade de Itapiranga, da Seara, compreende também os 262 produtores integrados, que fornecem aves e os ovos. A unidade exporta carne de frango para os principais mercados. Segundo o diretor de agropecuária da Seara Alimentos, José Antônio Ribas, a empresa deve levar o conceito a outras unidades.

A Hy-Line investiu US$ 10 milhões nos últimos cinco anos em infraestrutura para obter a certificação. A empresa responde por 70% do mercado de material genético para a produção de ovos para a América do Sul. “Depois do Brasil, levaremos esse sistema para Estados Unidos, Canadá, Espanha e Alemanha”, disse o diretor geral da empresa, Tiago Campos Lourenço.

FONTE: dci

2/28/2018

Há uma calculadora que diz quantos animais já comeu (ou salvou) até hoje

Eu fiz o teste, mas, achei estranho o resultado. Caso alguém se interesse em fazer, me conta? pode ser que sou meia tapadinha, né?
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A ‘meat-calculator’ diz-lhe quantos animais comeu nos últimos dez anos. O objetivo? Alertar para a forma como o nosso consumo pode afetar o meio ambiente.

O vegetarianismo é uma tendência de alimentação cada vez mais comum, que advém do alerta para o consumo excessivo de animais por parte do ser humano. Além de que a carne em excesso – bastante comum na rotina alimentar de muitos – traz aspetos negativos para o ser humano, o número de animais utilizados como alimento por cada indivíduo é um argumento frequentemente usado por quem defende uma alimentação vegetariana.

Segundo um estudo publicado no site Counting Animals, alguém que siga uma dieta vegetariana calça, por ano, mais de 30 animais terrestres, mais de 225 peixes e mais de 150 mariscos. Ou seja, mais de 400 animais por ano, o que perfaz uma média diária de mais de um animal salvo por dia.

No sentido de consciencializar para este assunto de um modo mais personalizado, o site Blitzresults criou uma calculadora online que lhe diz a quantidade de carne que já comeu, e o impacto que tal tem no planeta, bem como quantos animais poderia ter salvo – ou já salvou, no caso de ser vegetariano.

A ‘calculadora de carne’ sustenta-se nos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e é bastante simples de se utilizar. Cada utilizador deve indicar o número de porções de carne de ave, porco e vaca que comeu durante a semana, além de dizer, em valor percentual, quanto se imagina a a substituir a carne desta semana por comida vegetariana.

O site mede as porções de carne em onças, pelo que antes de indicar as porções deve fazer a conversão: uma onça equivale a 28,35 gramas e uma porção de carne ronda as 200 gramas.

Ao clicar em ‘Calcular’, ser-lhe-á apresentado o número de animais que comeu na última década, a média de consumo dos três tipos de carne por um adulto e outras curiosidades que alertam para o tema, bem como apresentação de alternativas vegetarianas, além de o número de animais que poderia salvar, caso reduzisse o consumo de carne na percentagem que anteriormente indicou.

FONTE: noticiasaominuto

2/27/2018

Empresas brasileiras avançam em relação ao bem-estar animal

Pelo que entendi, a verdade não é tão verdade..... achei a matéria meia contraditória.... enfim...
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Ranking avaliou desde as nacionais JBS, BRF e Marfrig até redes de fast-food internacionais como McDonald's, Starbucks e Pizza Hut
Divulgado na última quinta-feira (22/02), o sexto relatório Business Benchmark on Farm Animal Welfare 2017 (BBFAW) classificou 110 empresas mundiais de alimentos em padrões de bem-estar de animais de fazenda. O ranking do BBFAW é publicado anualmente pela Proteção Animal Mundial e nossos parceiros da Compassion in World Farming, desde 2012.

Avaliadas do nível 1 (melhor) ao 6 (pior), o material indica bom desempenho das empresas brasileiras BRF (nível 2), JBS (nível 2) e Marfrig (nível 3) que iniciaram projetos voltados ao bem-estar dos animais de fazenda em seus processos de negócios.

Segundo informações da World Animal Protection, a conquista do Brasil pode ser atribuída também ao fato dessas empresas serem grandes exportadoras para os EUA e Europa – locais onde é necessário garantir o bem-estar animal.

Redes de fast-food
No setor de fast-food, nenhuma empresa atingiu o nível 1. Segundo o relatório, o McDonald´s lidera o ranking com o nível 2. A rede tem uma política universal de saúde e bem-estar animal e assumiu importantes compromissos, como o uso de ovos de galinhas sem gaiola no Reino Unido, Europa e Nova Zelândia e a eliminação de gaiolas de gestação para porcas nos EUA e Reino Unido. Todavia, o relatório sugere que o bem-estar de frangos servidos em restaurantes ao redor do mundo, ainda é polêmico. "O McDonald´s, além da falta de processos com a genética, ainda não se compromete a oferecer espaço suficiente para esses animais viverem de forma saudável", diz a publicação.

Pizza Hut e Starbucks, redes estrangeiras e também bastante populares no Brasil, encontram-se no posto 5. "Para essas empresas, o bem-estar dos animais de fazenda está na agenda de negócios, mas há evidências limitadas de implementação", explica em nota a organição.

FONTE: suinoculturaindustrial

1/06/2018

Holandeses querem acabar com sacrifício religioso de animais

Defensores dos direitos dos animais da Holanda voltaram a pressionar o Parlamento para banir o sacrifício religioso de animais.

Para muçulmanos e judeus, o abate tem de ser feito com o animal consciente, de modo a assegurar a pureza da carne, de acordo com a tradição religiosa.

Os ativistas afirmam que isso causa um sofrimento desnecessário aos animais.

Com cinco cadeiras no Parlamento, o partido holandês defensor dos animais vai propor este ano o banimento desse tipo de matança.

Em 2010, a Câmara aprovou a medida, que, depois, foi reprovada pelo Senado.

É possível que agora haja aprovação pelas duas casas parlamentares, porque em países europeus, como a Dinamarca, Estônia, Lituânia, Noruega e Suécia, já restringem ou impedem totalmente o sacrifício religioso.

Em duas regiões da Bélgica, haverá proibição a partir de 2019, se até lá os religiosos não conseguirem derrubar a decisão nos tribunais.

Líderes religiosos atribuem a maior pressão contra a produção de “carne pura” ao contexto de anti-imigração, incluindo principalmente os muçulmanos. 

FONTE: paulopes

12/11/2017

Bem-estar animal: por que investir em abate humanitário vale a pena?

Os caras dão uma desculpa esfarrapada para darem um prazo tão longo para investir em "bem-estar".... Imagine que só em 2026 farão mudanças por causa de 1,5 bilhão em investimento. Como assim, mané?
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A preocupação com o bem-estar animal está na pauta dos produtores rurais e das indústrias catarinenses de processamento de carne. Esta é uma questão absolutamente atual. As agroindústrias barrigas-verdes foram as primeiras empresas brasileiras a aderir ao Programa Nacional de Abate Humanitário, mundialmente conhecido pela sigla STEPS.

O programa está baseado na formação de multiplicadores através da transmissão do conhecimento e na capacitação sobre boas práticas no manejo pré-abate e abate de aves, bovinos e suínos para minimizar o sofrimento que possa ser causado aos animais, melhorando o ambiente de trabalho e a qualidade do produto final. Proporciona, portanto, uma vida melhor aos milhões de animais destinados ao consumo.

Abate humanitário
A adoção dos princípios e conceitos do abate humanitário tornou-se prioridade nos últimos anos. Em 2008, o Ministério da Agricultura e a Sociedade Mundial de Proteção Animal (WSPA) firmaram acordo de cooperação visando implementar melhorias no bem-estar no manejo pré-abate dos animais de produção no Brasil.

Santa Catarina foi o primeiro Estado a receber o programa, através do qual capacitou fiscais federais agropecuários, agentes de inspeção e médicos veterinários conveniados, além das equipes técnicas dos abatedouros. Quando os frigoríficos melhoram o bem-estar dos animais, diminuem os riscos de fraturas, contusões e hematomas, cai o percentual de mortalidade e melhora a qualidade final do produto cárneo.

Cooperação
Atualmente, as indústrias adotam a política do bem-estar animal em várias linhas de atuação, implementado treinamentos de toda a cadeia produtiva, englobando produtores, técnicos, transportadores e funcionários de frigoríficos. Nessa área, indústrias, Embrapa e as ONGs trabalham em estreita cooperação.

Essa cooperação resulta em projetos de estudos e melhorias em várias áreas que envolvem o bem-estar animal. As empresas têm investido fortemente em adaptações físicas, veículos de transportes, plantas frigoríficas e até mesmo nas propriedades rurais, visando minimizar o impacto do manejo dos animais.

Segurança dos trabalhadores e dos animais
Atualmente, todos os animais abatidos nas plantas frigoríficas respeitam os preceitos do Abate Humanitário. As pessoas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade ética dos alimentos que consomem. A adoção pelas empresas das boas práticas de bem-estar animal proporciona segurança dos trabalhadores e dos animais, a facilitação do manejo e do trabalho dos envolvidos com os animais, aumenta a produtividade e a lucratividade da cadeia produtiva e melhora a imagem dos produtos no mercado consumidor, entre outros.

Alto investimento
Entretanto, é preciso compreender que, por trás do romantismo dessa questão complexa, há necessidade de pesados investimentos. Por exemplo, as agroindústrias brasileiras assumiram o compromisso de eliminar até 2026 alguns fatores de desconforto, como as celas de gestação e as gaiolas de poedeiras, usadas na suinocultura e na avicultura industrial.

Não existe em nenhum país produtor legislação sobre isso e o Brasil está saindo na frente, neste quesito. Mas essa mudança é um processo caríssimo que exige R$ 1,5 bilhão de investimentos. A vasta cadeia produtiva da carne é avançada, é sustentável, é um orgulho catarinense.


FONTE: sfagro.uol

11/22/2017

Norma define critérios para o abate humanitário de animais em Pernambuco

Nesta matéria constatamos vários absurdos: 1 - o abate com pistolas é obrigatório há muitos anos atras e foi nossa ONG que conseguiu através de uma campanha. 2 - que meleca de fiscalização, hein? cade os vets responsáveis naquela área de Pernambuco? vai dizer que não sabiam?  3 - mais um engana trouxa de um deputado que fez uma lei de algo que já obrigatório em nível federal. E aí? 
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Abatedouros do Estado terão que adotar uma série de medidas com a intenção de diminuir o sofrimento dos bichos

Uma norma aprovada em primeira discussão na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), nesta quinta-feira (16), determina o abate humanitário de animais nas indústrias pecuárias do Estado. A intenção é diminuir o sofrimento dos bichos por meio de técnicas que, de certa forma, vedem a tortura no momento de sangria.

Entre os métodos que a regulamentação prevê é o uso de pistolas pneumáticas, usados para que os bois percam os sentidos. Além da técnica da insensibilização, a adoção de um corredor em forma de "S" a fim de evitar que o animal assista a morte do outro no percurso para o matadouro.

A norma ainda obriga os estabelecimentos a usarem pisos antiderrapantes e rampas pouco inclinadas nos locais de abate de suínos e bovinos e separar aqueles que podem se ferir mutuamente.

Para o autor do projeto, o deputado Odacy Amorim (PT), a regra garante respeito e dignidade aos animais, apesar de, na opinião dele, ainda não ser o ideal. Ele defende que o melhor seria as pessoas adotarem o regime vegetariano, uma vez que, quando um boi vê o outro sendo abatido, libera uma carga de toxinas muito grande.

A ideia de criar a proposta, justifica o parlamentar, é porque o Brasil ocupa, atualmente, a quinta posição entre os dez países que mais consomem carne no mundo, segundo pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) realizada em 2016.

Além disso, um relatório da produção pecuária divulgado em março deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que, no quarto trimestre de 2016 – período em que há maior procura pela carne bovina para as festas de fim de ano – foram abatidos 7,41 milhões de cabeças de boi no País.

FONTE: folhape

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